Prof. Ayó Meireles

Psicóloga · Mais sobre as especializações

São Paulo 1 endereço

Número de registro: CRP 06/177524

Experiência

Sou psicóloga, com atuação clínica na perspectiva fenomenológico-existencial, e pesquisadora na área de Psicologia da Educação. Minha prática parte da compreensão de que cada pessoa constrói sua experiência em relação consigo mesma, com os outros e com o contexto em que vive.

No atendimento psicológico, trabalho com questões relacionadas a relacionamentos, luto, autoestima, identidade, sofrimento emocional, mudanças de vida e situações que podem produzir sentimentos de inadequação, solidão ou perda de sentido.

Minha trajetória profissional também é marcada pela atuação em contextos de educação, assistência social e políticas públicas, o que amplia meu olhar para as relações entre a experiência individual e as condições sociais e institucionais que atravessam a vida cotidiana.

Na psicoterapia, busco construir um espaço de escuta cuidadosa, sem julgamentos e sem respostas prontas, para que cada pessoa possa compreender sua experiência, reconhecer suas possibilidades e construir formas mais próprias de se relacionar consigo e com sua vida.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Orientação vocacional
  • Psicologia clínica
  • Psicologia social e das organizações
  • Psicologia educativa

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia


Consultório

Ayó Meireles
Espaço Ajalá - Centro de Psicologia e Formação Humana

Rua Jundiapeba 54, Vila Zelina, São Paulo 03143-050

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Disponibilidade

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Dúvidas respondidas

4 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá! Gostaria de saber se é normal sentir uma mistura de irritação e nojo quando vê alguém chorar Nã

Olá! Gostaria de saber se é normal sentir uma mistura de irritação e nojo quando vê alguém chorar
Não sei como explicar, porém, quando qualquer pessoa chora na minha frente esses sentimentos vem a tona, e mesmo que meu cérebro diga que eu deveria confortar essa pessoa, eu não consigo por conta do nojo e da raiva. Eu sinceramente me sinto muito mal por sentir esses sentimentos quando na verdade eu deveria sentir empatia

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Prof. Ayó Meireles

Olá! Sentir irritação e nojo diante do choro de alguém não permite concluir, por si só, que você não tenha empatia ou que exista algum transtorno. Também não seria possível explicar a origem dessa reação apenas pelo seu relato.

O que procuro fazer com meus pacientes é auxilialos a compreender o que acontece com com eles nessas situações: o que passa em sua cabeça quando alguém chora? O incômodo está no choro, na proximidade com o sofrimento ou na sensação de ter que fazer alguma coisa? Essas são possibilidades para investigar, não explicações prontas.

Há uma diferença entre sentir algo e agir a partir disso. Você não precisa forçar um afeto que não aparece, mas pode procurar tratar a pessoa com respeito, sem desqualificar seu sofrimento, mesmo que naquele momento não consiga confortá-la.

Como você descreve uma reação recorrente que também lhe causa sofrimento, a psicoterapia pode ser um espaço para compreender essa experiência e construir outras maneiras de lidar com ela, sem reduzir você a esse sentimento.


Como saber se estou passando por uma crise existencial ou por depressão?

Como saber se estou passando por uma crise existencial ou por depressão?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Prof. Ayó Meireles

Olá! Uma crise existencial e a depressão podem ter pontos em comum e acontecer ao mesmo tempo. Por isso, a diferença não está apenas em sentir tristeza ou questionar o sentido da vida.

“Crise existencial” é uma expressão usada para experiências de questionamento sobre quem somos, nossas escolhas, relações e caminhos. Pode envolver angústia e perda de referências, sem necessariamente representar um transtorno.

Na depressão, costuma haver tristeza, vazio ou perda de interesse e prazer na maior parte do dia, quase diariamente, por pelo menos duas semanas, acompanhados de outros sinais, como alterações no sono e no apetite, cansaço, dificuldade de concentração, culpa ou desesperança. O impacto na vida cotidiana também precisa ser considerado — e continuar trabalhando ou cumprindo tarefas não exclui a possibilidade de depressão.

Para compreender o que está acontecendo, é necessário olhar para a duração, a intensidade, o contexto e os efeitos dessa experiência na sua vida. Uma avaliação profissional pode ajudar nessa diferenciação. Você não precisa esperar completar duas semanas ou chegar ao limite para buscar apoio.


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