Perguntas do paciente (7)
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É normal sentir como se tivesse em luto ao por um fim em um relacionamento, mesmo que seja sua própr
É normal sentir como se tivesse em luto ao por um fim em um relacionamento, mesmo que seja sua própria escolha... Por não achar que seja a pessoa certa para você?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é muito comum sentir uma espécie de luto ao encerrar um relacionamento, mesmo quando é você quem toma essa decisão — especialmente quando há afeto envolvido, história compartilhada ou planos futuros que agora não fazem mais sentido. O fim de uma relação marca, de fato, uma perda: da convivência, da ideia de futuro, da presença da outra pessoa no seu cotidiano. Essa dor não precisa invalidar sua escolha; ela apenas mostra que houve algo importante ali.
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As vezes sinto que meu eu não está em primeira pessoa isso já algum tempo. E como se visse o mundo e
As vezes sinto que meu eu não está em primeira pessoa isso já algum tempo. E como se visse o mundo em terceira pessoa, parece que coisas importantes não tem valor como datas, conquistas etc... sinto visualizar o mundo como apenas um telespectador da minha própria vida.
Como vence isso? Só quero viver de maneira certa.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve parece estar relacionado a uma forma de defesa psíquica diante de situações emocionais intensas, sobrecarga, estresse prolongado ou até questões mais profundas que ainda não foram simbolizadas.
Sentir-se como um telespectador da própria vida pode gerar muito sofrimento e confusão, especialmente quando datas, conquistas ou momentos importantes perdem o valor afetivo. Isso pode dar a sensação de que a vida está acontecendo “fora de você”.
O caminho para reconectar-se com seu próprio sentido de existência, com suas emoções e com o valor das suas experiências pode ser construído com o apoio psicoterapêutico. Um processo de psicoterapia pode ajudar a dar significado ao que você sente, compreender as causas possíveis e fortalecer o seu senso de identidade.
Buscar ajuda já é um passo importante para “viver de maneira certa”, como você diz. Essa maneira certa começa com um olhar cuidadoso e acolhedor para o que está acontecendo dentro de você. Estou à disposição se quiser conversar mais sobre isso.
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O que fazer quando a crise existencial bate à porta?
O que fazer quando a crise existencial bate à porta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A crise existencial, por mais desconfortável que pareça, costuma surgir como um chamado da psique para uma transformação interior. Ela aponta para momentos em que antigas respostas já não servem mais, em que o “piloto automático” da vida deixa de fazer sentido e somos convidados a olhar com mais profundidade para quem somos e o que queremos.
Essas crises não são sinais de fraqueza ou de falha, mas sim momentos limiares — fronteiras entre uma fase da vida que está terminando e outra que ainda não começou. Por isso, podem ser acompanhadas de angústia, confusão, tristeza ou até um certo vazio.
O que fazer? Em vez de fugir da crise, é importante dar espaço para ela ser compreendida. A psicoterapia pode ser uma aliada potente nesse momento, ajudando a dar sentido àquilo que parece sem forma. É um espaço para ouvir seus questionamentos e encontrar novos significados — que nascem de dentro.
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O que fazer durante uma crise existencial? .
O que fazer durante uma crise existencial? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em vez de fugir da crise, é importante dar espaço para ela ser compreendida. A psicoterapia pode ser uma aliada potente nesse momento, ajudando a dar sentido àquilo que parece sem forma. É um espaço para ouvir seus questionamentos e encontrar novos significados — que nascem de dentro.
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a ansiedade faz a gente sentir os sintomas no dia a dia? como sei diagnósticar se é ansiedade mesmo?
a ansiedade faz a gente sentir os sintomas no dia a dia? como sei diagnósticar se é ansiedade mesmo? todos os médicos falam que é, mais eu fico insegura, e com medo de tomar o remédio para ansiedade e não ser ansiedade, ser outra coisa, o que fazer? me ajudem.
Sinto muita tontura no dia a dia, umas dores no peito, garganta meio que da um sensação de está fechando, me ajudemRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você está sentindo é muito mais comum do que parece — e, sim, a ansiedade pode se manifestar com sintomas físicos intensos e frequentes, muitas vezes todos os dias. Tontura, dor no peito, sensação de aperto na garganta, falta de ar ou até a sensação de que algo muito ruim vai acontecer são sinais que o corpo dá quando está em constante estado de alerta.
É compreensível sentir medo de estar com outro problema, mesmo após passar por vários médicos. A ansiedade tem justamente esse efeito: faz com que a gente duvide da explicação e tema o pior, mesmo quando os exames mostram que está tudo bem fisicamente. Isso se chama ansiedade somatizada ou transtorno de ansiedade com sintomas físicos.
Sobre o uso de medicação: a dúvida e o medo são naturais. Ninguém quer tomar algo desnecessariamente. Mas vale lembrar que, quando bem indicada por um profissional, a medicação pode ser uma ponte importante para aliviar o sofrimento e dar espaço para a psicoterapia atuar com mais profundidade. Tomar um remédio não é sinal de fraqueza — é sinal de cuidado.
Além disso, a psicoterapia pode ajudar a tratar não só os sintomas, mas também as causas emocionais que sustentam esse quadro. Muitas vezes, por trás da ansiedade, existem conflitos internos, pressões, traumas antigos ou um nível de exigência muito alto consigo mesma.
Você não está sozinha. O que sente tem nome, tem explicação e, principalmente, tem tratamento. Com o suporte certo, é possível recuperar sua confiança no corpo, no diagnóstico — e em você mesma.
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Tenho derpersonalizacao causada pela ansiedade. E normal o medo de cegar em crises de ansiedade ?
Tenho derpersonalizacao causada pela ansiedade. E normal o medo de cegar em crises de ansiedade ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, é comum que durante crises de ansiedade — especialmente quando acompanhadas de despersonalização — surjam medos intensos, como o de "perder o controle", enlouquecer ou até mesmo ficar cego, como você mencionou.
Esse medo está geralmente relacionado à hiperatenção ao corpo e à intensidade das sensações físicas e perceptivas que acompanham a ansiedade. A despersonalização pode alterar temporariamente a percepção do corpo, da visão e até da realidade, o que assusta muito, mesmo não representando risco real.
É importante reforçar: apesar de serem experiências desconfortáveis e assustadoras, essas sensações não são perigosas e tendem a passar com o tempo, especialmente quando tratadas de forma adequada. A psicoterapia pode ajudar tanto na compreensão das causas mais profundas da ansiedade quanto no fortalecimento da sua capacidade de lidar com os sintomas sem medo. Em alguns casos, o acompanhamento psiquiátrico também pode ser indicado, dependendo da intensidade e frequência das crises.
Buscar ajuda profissional é um passo muito importante — e, ao contrário do que o medo costuma dizer, você não está perdendo o controle, está começando a recuperá-lo ao procurar entender o que está sentindo.
Se precisar, estou por aqui.
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Sempre fui muito inteligente na escola, porem hoje tenho grande dificuldade em estudar, não consigo
Sempre fui muito inteligente na escola, porem hoje tenho grande dificuldade em estudar, não consigo parar e ler algo muito extenso e perco fácil a concentração e foco quando tento me dedicar ao estudo, impactando diretamente em minha carreira profissional
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve é mais comum do que parece, e pode ser muito angustiante — especialmente quando existe um histórico de bom desempenho acadêmico e uma identidade ligada à inteligência e ao foco.
Muitas vezes, a dificuldade atual de concentração, foco e disposição para estudar não é falta de capacidade, mas sim um sinal de sobrecarga emocional, estresse crônico, ansiedade, ou até mesmo de um esgotamento mental mais profundo, como o burnout. Quando o corpo e a mente estão em estado de alerta ou cansaço constante, é natural que atividades que exigem esforço cognitivo (como leitura e estudo) se tornem mais difíceis.
Também é possível que algo interno — conflitos, pressões ou insatisfações não elaboradas — esteja interferindo no seu engajamento com a própria trajetória. A boa notícia é que esse quadro tem solução. A psicoterapia pode ajudar não só a entender o que está por trás dessa dificuldade, mas também a recuperar o prazer pelo aprendizado, a clareza mental e o foco — de uma forma mais conectada consigo mesmo e menos baseada em cobrança ou comparação com o passado.
Você não está sozinho nisso — e não perdeu sua inteligência. Ela só está pedindo um outro espaço para se expressar agora.
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Perguntas frequentes
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Quando estou em atendimentos psicológicos, sinto que o mundo pode ser compreensivo; quando saio, enc
A terapia não existe para convencer você de que o mundo é sempre acolhedor…