Perguntas do paciente (3614)
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Ola minha filha tem 5 anos tem dificuldade em fazer educação física pq diz não gostar E muito agit
Ola minha filha tem 5 anos tem dificuldade em fazer educação física pq diz não gostar
E muito agitada fica nervosa grita sempre calça as sandálias trocada ao contrário e não gosta que corrija ela
Quer as coisas no tempo dela
Fora isso tem uma inteligência fora do normalRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando uma criança apresenta inteligência acima da média, mas ao mesmo tempo demonstra comportamentos que parecem difíceis de compreender, é natural que os pais fiquem confusos e se perguntem se algo está acontecendo.
Pelo que você descreve, sua filha mostra alguns sinais que podem aparecer em crianças com desenvolvimento cognitivo avançado. Muitas crianças com altas habilidades ou superdotação apresentam grande intensidade emocional, forte senso de autonomia e necessidade de fazer as coisas no próprio ritmo. Quando são pressionadas ou corrigidas de forma que percebem como imposição, podem reagir com irritação, gritos ou resistência. Isso não significa necessariamente falta de educação ou desobediência; muitas vezes reflete um funcionamento mental muito ativo e sensível.
Outro ponto importante é a dificuldade com a educação física. Algumas crianças muito inteligentes não gostam de determinadas atividades físicas, especialmente quando envolvem regras rígidas, competição ou estímulos sensoriais intensos, como barulho, movimento rápido ou contato físico. Nesses casos, pode existir também algum grau de alteração no processamento sensorial. O cérebro recebe as informações do ambiente — sons, movimentos, toque — de maneira diferente. Para algumas crianças, certos estímulos são incômodos ou até angustiantes.
O fato de calçar as sandálias trocadas ou ao contrário, por exemplo, pode ocorrer em crianças pequenas sem representar um problema. Porém, quando isso vem acompanhado de agitação intensa, irritabilidade diante de correções e dificuldades em atividades motoras ou corporais, pode ser interessante avaliar se existe algum aspecto relacionado ao processamento sensorial ou ao desenvolvimento da coordenação motora.
Outro aspecto que merece atenção é a intensidade emocional. Crianças com altas habilidades frequentemente apresentam o que os especialistas chamam de sobre-excitabilidades: reações emocionais, intelectuais ou sensoriais mais intensas que o habitual. Elas podem pensar rápido, sentir muito profundamente e reagir com grande intensidade quando algo não acontece como esperavam.
Nada disso, isoladamente, define um diagnóstico. Cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento. No entanto, quando inteligência elevada aparece junto com comportamentos intensos, sensibilidade a correções ou dificuldades em algumas atividades, uma avaliação especializada pode ajudar bastante. O objetivo não é rotular a criança, mas compreender melhor como o cérebro dela funciona e como apoiá-la para que desenvolva todo o seu potencial com equilíbrio emocional.
Uma avaliação cuidadosa pode considerar aspectos como altas habilidades ou superdotação, perfil sensorial, desenvolvimento motor e funcionamento emocional. Muitas vezes, apenas orientar a família e a escola já traz mudanças importantes no comportamento e no bem-estar da criança.
Em uma teleconsulta é possível analisar com mais calma o histórico da sua filha, entender melhor como ela se comporta em casa e na escola e orientar os próximos passos de forma segura. Hoje a telemedicina permite consultas e também segundas opiniões médicas de forma rápida, discreta e conveniente, com acesso a médicos bem avaliados e altamente recomendados na plataforma Doctoralia.
Além disso, em tempos de COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, novas cepas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online se tornou uma forma segura de cuidar da saúde sem exposição desnecessária. A teleconsulta evita deslocamentos, salas de espera cheias e perda de tempo no trânsito, permitindo que você invista esse tempo em sua família, trabalho ou estudo.
Estamos vivendo a transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial. A telemedicina já faz parte dessa revolução e permite que qualquer pessoa receba orientação médica qualificada desde o início da sua jornada de cuidado em saúde.
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Meu filho usa Neulepitil, tomar as gotas puras sem diluição. Algum problema? Já que bula recomenda d
Meu filho usa Neulepitil, tomar as gotas puras sem diluição. Algum problema? Já que bula recomenda diluir a medicação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando um medicamento é prescrito para uma criança, qualquer detalhe da forma de administrar pode gerar dúvida, principalmente quando a orientação da bula parece diferente do que está sendo feito no dia a dia.
O Neuleptil (periciazina) é um medicamento usado com certa frequência em crianças para ajudar no controle de agitação, irritabilidade e alguns transtornos do comportamento. Na apresentação em gotas, a bula geralmente recomenda diluir o medicamento em pequena quantidade de água, suco ou outro líquido. Essa recomendação existe principalmente por dois motivos: melhorar o sabor e reduzir a possibilidade de irritação da mucosa da boca ou da garganta.
Na prática clínica, porém, muitas crianças acabam tomando as gotas diretamente na boca, sem diluição. Em geral, isso não costuma causar problema grave. O medicamento continua sendo absorvido normalmente e mantém seu efeito. O principal inconveniente costuma ser apenas o gosto mais forte ou uma leve sensação de ardor na boca em algumas crianças.
Mesmo assim, sempre que possível, o ideal é seguir a orientação da bula e diluir em pequena quantidade de líquido. Isso tende a tornar a administração mais confortável para a criança. Caso o seu filho esteja tolerando bem as gotas puras, sem queixa de irritação, vômitos ou recusa do medicamento, em princípio não costuma haver risco relevante. Ainda assim, vale confirmar essa forma de uso com o médico que acompanha a criança, porque ele conhece o caso clínico, a dose utilizada e o motivo da prescrição.
Se surgirem sintomas como irritação na boca, tosse após a administração, engasgos ou recusa frequente do medicamento, o melhor é mudar a forma de oferecer, diluindo as gotas ou avaliando outra estratégia com o profissional que prescreveu.
Hoje também é importante lembrar que muitas dúvidas como essa podem ser esclarecidas de forma rápida e segura por teleconsulta. A telemedicina permite uma avaliação cuidadosa do caso, revisão das medicações e orientação individualizada sem que você precise sair de casa. Em um cenário em que convivemos com diversas doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, além de cepas virulentas de gripe aviária H5N1, o atendimento online se tornou uma forma segura de proteger você e sua família.
Além da segurança sanitária, a teleconsulta evita deslocamentos, filas e salas de espera, economiza tempo e permite acesso rápido a médicos bem avaliados na plataforma Doctoralia, inclusive para segunda opinião médica. A telemedicina hoje já faz parte da transformação digital da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.
Se desejar, em uma teleconsulta posso analisar com mais detalhes a situação do seu filho, revisar a medicação, orientar sobre a melhor forma de administrar e esclarecer outras dúvidas que possam surgir. Mesmo que você não precise de atendimento agora, vale a pena visitar meu perfil, conhecer meus conteúdos e guardar o contato. Caso precise no futuro, o acesso a uma segunda opinião médica online é rápido, seguro, conveniente e discreto.
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Meu bebê de 1 ano levou uma queda do berço, fez uma tomografia não deu alteração, porém com o passar
Meu bebê de 1 ano levou uma queda do berço, fez uma tomografia não deu alteração, porém com o passar dos dias percebi um pequeno afundamento na testa dele (onde ficou o hematoma da queda), será que volta ao normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando um bebê sofre uma queda, mesmo que aparentemente esteja bem, é natural que os pais fiquem atentos a qualquer mudança no corpo ou no comportamento da criança.
Nas quedas em crianças pequenas, especialmente na região da testa, é relativamente comum surgir um hematoma. Esse inchaço acontece porque pequenos vasos sanguíneos se rompem com o impacto e formam um acúmulo de sangue sob a pele. À medida que o hematoma regride ao longo dos dias ou semanas, às vezes os pais percebem uma pequena depressão no local. Isso pode dar a impressão de que houve um “afundamento” do osso.
O dado mais importante no seu relato é que a tomografia não mostrou alterações. Esse exame é bastante sensível para identificar fraturas do crânio ou afundamentos ósseos verdadeiros. Quando o resultado é normal, geralmente significa que não houve lesão estrutural significativa no osso do crânio.
Em muitos casos, o que se observa depois da reabsorção do hematoma é apenas uma irregularidade temporária dos tecidos da região. O osso do crânio das crianças pequenas é fino, elástico e ainda está em desenvolvimento. Por isso, pequenas deformações superficiais tendem a se remodelar naturalmente com o crescimento. Ao longo das semanas ou meses, a tendência é que a região volte gradualmente ao aspecto habitual.
Mesmo assim, é prudente manter acompanhamento. Procure observar alguns sinais importantes: aumento do afundamento, surgimento de um caroço duro que cresce, dor local persistente, vômitos, sonolência excessiva ou mudanças no comportamento da criança. Caso algo assim apareça, uma reavaliação médica deve ser feita.
Na maioria das situações semelhantes à que você descreveu, quando a tomografia está normal e o bebê permanece ativo, brincando e se desenvolvendo normalmente, o tratamento é conservador e expectante. Isso significa apenas acompanhar a evolução, permitindo que o próprio organismo faça o processo de recuperação.
Se restarem dúvidas, uma teleconsulta pode ajudar bastante. Nela é possível revisar a história da queda, analisar as imagens do exame, orientar o acompanhamento e esclarecer cada detalhe com calma. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos muito bem avaliados pelos pacientes, o que facilita buscar uma segunda opinião com rapidez e segurança.
Em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e até cepas virulentas de gripe aviária como o H5N1, o atendimento por telemedicina tornou-se uma forma segura de cuidar da saúde da família sem exposição desnecessária a ambientes de espera. Você evita deslocamentos, economiza tempo e recebe orientação médica qualificada diretamente de casa, acompanhando a transformação digital da medicina impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial.
A telemedicina hoje também permite consultas de segunda opinião de forma prática, rápida, segura e discreta, com acesso a médicos experientes e bem recomendados na plataforma. Caso considere útil, basta acessar o perfil do profissional para agendar. Mesmo que não precise de atendimento agora, vale a pena guardar o contato para quando surgir alguma dúvida ou necessidade de orientação médica.
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Meu filho foi receitado a tomar nellepetil de 4% mas não tem ta difícil de emconta So tem de 1%
Meu filho foi receitado a tomar nellepetil de 4% mas não tem ta difícil de emconta
So tem de 1%
Quantas gotas deveria da r a ele de 1%
Ele tem 6 anosRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando um medicamento indicado para uma criança não é encontrado na farmácia, é natural que surjam dúvidas e insegurança sobre como proceder.
O Neuleptil (periciazina) já foi um medicamento bastante utilizado para controle de agitação, impulsividade e alterações comportamentais em crianças. No entanto, a apresentação mais concentrada, de 4%, tornou-se difícil de encontrar no Brasil e a própria produção do medicamento vem sendo gradualmente interrompida no país. Isso tem levado muitas famílias a se depararem com a mesma situação que você descreveu.
Do ponto de vista farmacológico, a lógica de concentração é simples. A solução a 4% é quatro vezes mais concentrada do que a de 1%. Isso significa que, teoricamente, para atingir a mesma dose prescrita com a formulação de 4%, seria necessário utilizar aproximadamente quatro vezes mais gotas da apresentação de 1%. Em outras palavras, a quantidade de gotas precisa ser quadruplicada para atingir a mesma dose do princípio ativo.
Apesar dessa equivalência matemática, não é prudente fazer essa adaptação por conta própria. A dose correta de periciazina em crianças depende de vários fatores: peso, motivo da prescrição, sensibilidade individual ao medicamento e possíveis efeitos colaterais. Além disso, como esse medicamento está sendo descontinuado no Brasil, muitos médicos têm optado por substituir o Neuleptil por antipsicóticos mais modernos e melhor estudados em pediatria, que apresentam maior previsibilidade de dose e perfil de segurança mais conhecido.
Por essa razão, a conduta mais segura costuma ser reavaliar a prescrição com o médico que acompanha a criança. Muitas vezes é possível ajustar a dose da apresentação disponível ou até substituir por outro medicamento mais atual, evitando improvisações que podem levar a erro de dose.
Esse tipo de situação é muito comum e pode ser resolvido rapidamente em uma teleconsulta. Hoje a Telemedicina permite conversar com um médico, revisar a receita, discutir alternativas e esclarecer todas as dúvidas de forma conveniente, rápida e discreta, inclusive para uma segunda opinião. Plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar profissionais com alto índice de satisfação dos pacientes e grande experiência clínica.
Além da praticidade, o atendimento online oferece mais segurança para você e sua família. Em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e até cepas virulentas de gripe aviária H5N1, evitar deslocamentos e salas de espera lotadas reduz riscos desnecessários. Você economiza tempo, não perde horas no trânsito e pode investir esse tempo no trabalho, nos estudos ou no cuidado com sua família.
A saúde também está passando por uma transformação digital profunda impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. A Telemedicina faz parte dessa revolução e permite acompanhamento médico desde o início da jornada do paciente, oferecendo orientação em Atenção Primária com conforto e segurança.
Caso queira, posso orientar melhor em uma teleconsulta, avaliando a dose prescrita, o motivo do uso do medicamento e possíveis alternativas terapêuticas. Mesmo que você não precise de mim neste momento, vale a pena visitar o perfil, conhecer as informações e guardar o contato. A Telemedicina hoje possibilita inclusive consultas de segunda opinião com médicos experientes, de forma rápida, segura e totalmente confidencial. Basta acessar o perfil do profissional na plataforma e agendar quando precisar.
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Meu filho de 5 anos foi avaliado por suspeita de TDHA e alguns episodios de terror noturno. Neuro fe
Meu filho de 5 anos foi avaliado por suspeita de TDHA e alguns episodios de terror noturno. Neuro fez exame EEG e passou fenobarbital gotas, porém ele nunca teve convulsoes. Devo dar o medicamento ou procurar outro neuro ? Estou insegura.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando se trata da saúde de um filho pequeno, qualquer decisão sobre medicamentos gera insegurança, ainda mais quando o tratamento parece não corresponder exatamente ao problema apresentado.
Pelo que você descreve, seu filho foi avaliado por suspeita de TDAH e episódios de terror noturno. Esses dois quadros são relativamente comuns na infância e, na maioria das vezes, não têm relação com epilepsia. O terror noturno, por exemplo, é um distúrbio do sono típico entre 3 e 7 anos de idade. A criança pode sentar na cama, chorar ou parecer assustada, mas geralmente não acorda completamente e no dia seguinte não se lembra de nada. Apesar de assustar os pais, costuma ser benigno e tende a desaparecer com o crescimento.
O eletroencefalograma, o EEG, é um exame que registra a atividade elétrica do cérebro. Ele é útil principalmente quando há suspeita de epilepsia ou crises convulsivas. Em crianças com suspeita de TDAH ou com episódios típicos de terror noturno, o EEG raramente é necessário como exame inicial. Nesses casos, o caminho mais adequado costuma ser uma avaliação clínica detalhada e, muitas vezes, uma avaliação neuropsicológica, que analisa atenção, memória, impulsividade e funções executivas da criança.
O fenobarbital é um medicamento anticonvulsivante antigo, indicado principalmente para tratar crises epilépticas. Em uma criança que nunca apresentou convulsões e cujo problema principal é suspeita de TDAH ou terror noturno, a prescrição desse medicamento merece ser revista com cautela. Não é uma medicação usada rotineiramente para esses quadros. Por isso, sua insegurança é compreensível.
Diante dessa situação, o mais prudente é buscar uma segunda opinião com um neuropediatra ou especialista em desenvolvimento infantil. Um profissional experiente poderá revisar a história da criança, avaliar se os episódios noturnos correspondem realmente a terror noturno e verificar se há sinais consistentes de TDAH. Muitas vezes, a conduta correta envolve orientação sobre rotina de sono, acompanhamento comportamental e avaliação neuropsicológica, sem necessidade de medicamentos anticonvulsivantes.
Nunca inicie ou mantenha um medicamento desse tipo apenas por dúvida. Antes de administrar o fenobarbital, vale a pena esclarecer melhor o diagnóstico e a indicação terapêutica. Medicina segura começa com diagnóstico correto.
Hoje a telemedicina permite justamente isso: obter uma segunda opinião médica de forma rápida, segura e discreta, sem sair de casa. Em uma teleconsulta é possível revisar toda a história da criança, analisar exames, discutir os episódios de sono e orientar os próximos passos da investigação. Plataformas como a Doctoralia facilitam encontrar médicos com alta experiência e excelente avaliação de pacientes.
Além da praticidade, o atendimento online evita deslocamentos, salas de espera lotadas e exposição desnecessária a doenças infectocontagiosas que continuam circulando, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e até cepas virulentas de gripe aviária H5N1. A telemedicina protege sua família, economiza tempo e faz parte da transformação digital da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial.
Caso deseje, também posso orientá-la em uma teleconsulta para avaliar melhor o caso do seu filho e esclarecer suas dúvidas com calma. Mesmo que não precise agora, vale a pena visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Hoje é possível obter segunda opinião médica online com especialistas qualificados, de forma conveniente, rápida e segura. Se tiver interesse, basta acessar o perfil na plataforma.
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Boa noite gostaria de informações sobre os comportamentos que minha filha de 9 anos vem apresentando
Boa noite gostaria de informações sobre os comportamentos que minha filha de 9 anos vem apresentando.
Os tipos de comportamentos que ela apresenta no seu dia a dia.
Que não suporta vê as coisas fora do lugar...
Não gosta que mexa nos brinquedos.
Não gosta de que mexa nas suas coisas .
É levando as mãos direto.
Não gosta de sujeira.
Não suporta sujeira...
Tem que tá do jeito dela as coisas...
O que eu posso fazer com essas coisas..RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando uma criança começa a apresentar comportamentos que parecem rígidos ou repetitivos no dia a dia, é natural que os pais fiquem inseguros e busquem entender o que está acontecendo.
Algumas crianças têm uma necessidade maior de organização, previsibilidade e controle do ambiente. Gostam que os objetos estejam sempre no mesmo lugar, não toleram que mexam em seus pertences e podem sentir grande desconforto quando percebem bagunça ou sujeira. Esse tipo de comportamento pode aparecer por diferentes motivos. Em muitas situações faz parte de traços de personalidade mais perfeccionistas ou de uma fase do desenvolvimento em que a criança tenta organizar melhor o mundo ao seu redor. Em outras situações, pode estar associado a ansiedade, a comportamentos obsessivos ou até a características do neurodesenvolvimento.
Quando a necessidade de organização se torna muito intensa, a criança pode ficar irritada, angustiada ou até entrar em conflito com outras pessoas da casa. Algumas passam a verificar objetos repetidamente, lavar as mãos muitas vezes ou ficar muito incomodadas com pequenas mudanças na rotina. Nesses casos, vale investigar com mais atenção. Em crianças dessa idade, esses comportamentos podem estar relacionados a quadros como transtornos de ansiedade, comportamentos obsessivo-compulsivos ou perfis sensoriais mais sensíveis. Também é importante observar se ela apresenta dificuldade em lidar com mudanças, se fica muito angustiada quando algo sai do padrão ou se esses comportamentos começam a interferir na convivência familiar, na escola ou nas amizades.
O primeiro passo é observar com calma. Tente perceber quando esses comportamentos aparecem com mais intensidade, o que costuma desencadeá-los e como sua filha reage quando algo foge do que ela considera “certo”. Evite confrontos diretos ou críticas duras, porque isso costuma aumentar a ansiedade da criança. O mais indicado é acolher, conversar com tranquilidade e tentar entender o que ela sente quando vê algo fora do lugar ou quando alguém mexe em seus objetos.
Também é importante ensinar, de forma gradual, que nem sempre as coisas estarão exatamente como ela gostaria. Pequenas exposições controladas a mudanças ajudam a criança a desenvolver tolerância à frustração. Porém, quando os comportamentos são muito rígidos, repetitivos ou causam sofrimento, a avaliação profissional se torna fundamental. Um médico ou psicólogo poderá analisar o contexto completo do desenvolvimento da criança, sua rotina, comportamento na escola e histórico familiar para entender se estamos diante apenas de um traço de personalidade ou de algo que precisa de acompanhamento.
Em uma teleconsulta é possível conversar com calma, analisar o histórico completo da criança, orientar os pais sobre os sinais que merecem mais atenção e definir se há necessidade de avaliação mais detalhada. Hoje a Telemedicina permite esse acompanhamento inicial de forma segura, rápida e discreta, inclusive para segunda opinião médica. Plataformas como a Doctoralia facilitam encontrar profissionais muito bem avaliados pelos próprios pacientes, com histórico de atendimento e alto nível de satisfação.
Além disso, em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, além de novas cepas virulentas de gripe aviária como H5N1, o atendimento online se tornou uma alternativa segura para cuidar da saúde sem exposição desnecessária. A teleconsulta evita deslocamentos, filas e salas de espera cheias, economiza tempo e permite que você invista melhor seu dia no trabalho, nos estudos e na família.
A saúde também está vivendo uma grande transformação digital impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. A Telemedicina faz parte dessa revolução e permite orientação médica qualificada desde o início da jornada de cuidado em saúde, inclusive dentro da atenção primária. Posso te orientar melhor em uma teleconsulta, analisar com mais detalhes o comportamento da sua filha e esclarecer suas dúvidas. Mesmo que você não precise de atendimento neste momento, vale a pena visitar meu perfil na plataforma, conhecer as orientações disponíveis e guardar nosso contato para quando precisar. Hoje é possível buscar segunda opinião médica com rapidez, segurança e acesso a profissionais muito recomendados, bastando clicar no perfil do médico.
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Boa tarde, gostaria de tirar uma grande dúvida,a neuro que levei meu filho receitou neuleptil de 4%
Boa tarde, gostaria de tirar uma grande dúvida,a neuro que levei meu filho receitou neuleptil de 4% e vi que e adulto será q ela errou?
Ela passou 2 gota de manhã,tarde e noite.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando recebemos a prescrição de um medicamento para uma criança e percebemos que ele também é usado por adultos, é natural surgir a dúvida se houve algum engano.
O Neuleptil é o nome comercial do medicamento periciazina, um antipsicótico que atua no sistema nervoso central ajudando a controlar irritabilidade intensa, agitação, impulsividade e alguns distúrbios comportamentais. Embora muitas pessoas associem esse remédio apenas ao uso em adultos, ele também pode ser prescrito para crianças, desde que em doses cuidadosamente ajustadas pelo médico.
A apresentação Neuleptil 4% em gotas não significa que seja exclusivo para adultos. Na prática, essa forma líquida costuma ser justamente a mais utilizada em pediatria, porque permite ajustar a dose com precisão, gota por gota, de acordo com o peso, a idade e o quadro clínico da criança. Isso dá ao médico maior controle para iniciar com doses pequenas e observar a resposta do organismo.
A dose que você mencionou, 2 gotas pela manhã, 2 à tarde e 2 à noite, é considerada uma dose baixa. Em muitos casos, os especialistas começam com quantidades pequenas exatamente para avaliar tolerância e evitar efeitos adversos como sonolência excessiva, queda de pressão ou irritabilidade paradoxal. Se necessário, a dose pode ser ajustada gradualmente ao longo do acompanhamento.
Portanto, apenas pelo fato de o frasco indicar uso adulto ou de ser um medicamento conhecido nessa faixa etária, não significa que houve erro na prescrição. O que define se a indicação está correta é o contexto clínico da criança, a avaliação feita pela neurologista ou psiquiatra e o cálculo da dose adequado ao caso.
Ainda assim, quando existe dúvida sobre um medicamento prescrito para seu filho, o melhor caminho é sempre conversar diretamente com o médico que avaliou a criança. Ele pode explicar o motivo da indicação, os benefícios esperados e quais sinais devem ser observados durante o tratamento.
Hoje a telemedicina facilita muito esse tipo de orientação. Em uma teleconsulta é possível revisar a prescrição, discutir os sintomas da criança, avaliar possíveis efeitos colaterais e esclarecer todas as dúvidas com calma. A própria plataforma Doctoralia permite escolher médicos com excelente histórico de atendimento e alto nível de satisfação dos pacientes, inclusive para segunda opinião médica, de forma rápida, segura e discreta.
Além disso, em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e cepas virulentas de gripe aviária como H5N1, o atendimento online se tornou uma alternativa muito mais segura para você e sua família. A telemedicina evita deslocamentos, salas de espera cheias e perda de tempo no trânsito, permitindo que você cuide da saúde sem interromper suas atividades de trabalho ou estudo.
A transformação digital da medicina, impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, já permite acompanhamento médico eficiente à distância, principalmente para orientações iniciais e questões de atenção primária à saúde. Em uma teleconsulta posso ajudar a analisar a prescrição, orientar sobre o uso correto do medicamento e esclarecer novas dúvidas que possam surgir.
Mesmo que você não precise de atendimento agora, vale a pena visitar meu perfil na plataforma, conhecer as orientações disponíveis e guardar o contato. Caso deseje uma avaliação ou uma segunda opinião médica por telemedicina, basta acessar o perfil e agendar de forma simples e segura.
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Meu filho de 3 anos foi diagnosticado com encefalite auto imune a 4 meses , passando 2 em uti , sei
Meu filho de 3 anos foi diagnosticado com encefalite auto imune a 4 meses , passando 2 em uti , sei que a recuperação é lenta, mas a algo que eu possa fazer para melhorar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Ver um filho pequeno enfrentar uma doença neurológica grave como a encefalite autoimune é uma experiência extremamente difícil para qualquer família. O fato de ele já ter passado por um período em UTI mostra que o quadro foi sério, e também ajuda a explicar por que a recuperação costuma ser lenta.
A encefalite autoimune acontece quando o próprio sistema imunológico, que deveria proteger o organismo, passa a atacar estruturas do cérebro. Esse processo inflamatório pode afetar várias funções neurológicas, como comportamento, linguagem, memória, atenção, sono, coordenação motora e até o nível de consciência. Em crianças pequenas, como seu filho, o cérebro ainda está em desenvolvimento, e por isso a recuperação costuma acontecer de forma gradual.
A boa notícia é que o cérebro infantil tem uma capacidade notável de adaptação e reorganização, chamada neuroplasticidade. Mesmo após um quadro grave, muitas crianças conseguem recuperar habilidades ao longo do tempo. Porém, essa evolução geralmente ocorre em meses ou até anos, e não em semanas. O ritmo varia muito de uma criança para outra.
Existem algumas medidas importantes que costumam ajudar nesse processo de recuperação. O acompanhamento regular com neuropediatria é fundamental para monitorar o progresso neurológico e ajustar tratamentos quando necessário. Muitas crianças se beneficiam de um programa de reabilitação multidisciplinar, que pode incluir fisioterapia para fortalecer a parte motora, terapia ocupacional para habilidades do dia a dia, fonoaudiologia para linguagem e comunicação e acompanhamento psicológico ou neuropsicológico quando há alterações comportamentais ou cognitivas.
A estimulação diária também tem um papel relevante. Brincadeiras, leitura de histórias, músicas, interação com familiares e atividades adequadas à idade ajudam o cérebro a reorganizar funções. O ambiente precisa ser acolhedor, previsível e tranquilo, porque o excesso de estímulos pode gerar irritabilidade ou cansaço neurológico em algumas crianças que estão se recuperando de encefalite.
Outro ponto importante é respeitar o tempo da criança. Muitos pais, naturalmente ansiosos, esperam uma recuperação rápida. No entanto, progressos pequenos e graduais são comuns nesse tipo de situação. Às vezes a criança melhora primeiro na atenção, depois na fala, depois nas habilidades motoras. A evolução raramente acontece de forma linear.
Também é essencial manter o acompanhamento com a equipe que tratou a encefalite, porque em alguns casos pode haver necessidade de monitorar atividade inflamatória residual, crises epilépticas ou ajustes na medicação imunológica ou neurológica.
Se você quiser entender melhor como está a fase atual da recuperação do seu filho, quais sinais indicam evolução positiva e quais terapias podem ajudar mais no caso específico dele, uma teleconsulta pode esclarecer muitas dúvidas. Hoje a telemedicina permite avaliações iniciais, orientações e até segunda opinião médica de forma prática e segura.
Plataformas como a Doctoralia reúnem médicos com grande experiência e alto índice de satisfação dos pacientes, o que facilita encontrar profissionais qualificados. Em tempos de circulação de diversas doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e até cepas virulentas de gripe aviária como H5N1, o atendimento online se tornou uma alternativa segura para proteger você e sua família, evitando deslocamentos, trânsito e salas de espera cheias.
Além da segurança, a telemedicina economiza tempo e permite acesso rápido a orientação médica. Estamos vivendo uma transformação profunda na saúde com a Web 4.0 e o uso crescente de inteligência artificial, ampliando o alcance do cuidado médico. Inclusive posso orientar melhor sobre o caso em uma teleconsulta, já que esse tipo de acompanhamento inicial e esclarecimento faz parte da atenção primária à saúde.
Mesmo que você não precise de atendimento agora, vale a pena visitar o perfil, conhecer as avaliações e guardar o contato. A telemedicina hoje também permite consultas de segunda opinião com médicos experientes de forma rápida, discreta e conveniente. Caso se interesse, basta acessar o perfil na plataforma.
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Oi! Meu filho tem 1 ano e 6 meses. Ele é autista e toma depakene de 12 em 12h para regularizar o hum
Oi! Meu filho tem 1 ano e 6 meses. Ele é autista e toma depakene de 12 em 12h para regularizar o humor. A dosagem é 2,5 e ele tem 10kg. Teve um conflito de opiniões entre alguns pediatras sobre o geneticista ter passado esse medicamento. Não noto efeitos colaterais negativos, eu só não vejo resultado. Nunca altero dose por conta própria. É perigoso esse medicamento sendo tão novo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando um filho pequeno recebe um diagnóstico e começa a usar uma medicação, é natural que os pais se perguntem se aquilo é realmente necessário, seguro e se está trazendo algum benefício.
O Depakene, cujo princípio ativo é o ácido valproico (valproato), é um medicamento tradicionalmente usado para tratar epilepsia e alguns transtornos do humor. Ele atua estabilizando a atividade elétrica do cérebro e, em determinadas situações, pode ajudar a controlar irritabilidade intensa ou alterações importantes de comportamento. No entanto, quando falamos de crianças muito pequenas, especialmente com 1 ano e meio, essa não costuma ser a primeira escolha para lidar com questões comportamentais associadas ao transtorno do espectro autista.
Na prática clínica, o valproato geralmente é indicado quando existe epilepsia associada ou alterações neurológicas específicas que justificam seu uso. Para regular irritabilidade ou comportamento em crianças com autismo, existem outras abordagens consideradas mais adequadas e mais estudadas para essa finalidade. Por isso, não é incomum que surjam opiniões diferentes entre médicos sobre essa prescrição.
Outro ponto importante é que, mesmo quando o medicamento é seguro em determinada dose — e a dose que você mencionou é relativamente baixa para o peso da criança — o tratamento precisa mostrar algum benefício clínico. Se não há melhora perceptível no comportamento, na irritabilidade ou na regulação emocional, é legítimo reavaliar a estratégia terapêutica. Medicina não se baseia apenas em prescrever; baseia-se também em observar resultados.
Em relação à segurança, o valproato pode ser utilizado em crianças, mas exige acompanhamento médico cuidadoso. Entre os efeitos que os médicos monitoram estão alterações hepáticas, ganho de peso, sonolência excessiva e alterações metabólicas. Por isso, quando a medicação é realmente necessária, costuma-se acompanhar com avaliação clínica periódica e, em alguns casos, exames laboratoriais.
No seu relato, há um aspecto que merece atenção: você não observa efeitos colaterais importantes, mas também não percebe melhora. Nesses casos, o mais prudente é revisar o diagnóstico funcional da criança, avaliar o objetivo do tratamento e discutir se o medicamento faz sentido naquele momento do desenvolvimento. Muitas vezes, intervenções terapêuticas comportamentais, fonoaudiológicas e ocupacionais têm impacto muito maior nessa fase da vida do que medicamentos.
Buscar uma segunda opinião é uma atitude responsável e comum em situações como essa. Um olhar adicional pode ajudar a confirmar se o tratamento atual é o mais adequado ou se existem alternativas mais apropriadas para a idade da criança e para o quadro clínico apresentado.
Em uma teleconsulta é possível analisar a história da criança com mais detalhes, entender o motivo da prescrição inicial, revisar o desenvolvimento, as terapias em andamento e discutir com calma as opções de tratamento. Hoje, a Telemedicina permite consultas e segundas opiniões de forma conveniente, rápida e discreta com médicos experientes e bem avaliados. Plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar profissionais com alto nível de satisfação dos pacientes.
Além disso, em tempos de COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online se tornou uma forma segura de cuidar da saúde da família. A teleconsulta evita deslocamentos, salas de espera e perda de tempo no trânsito, permitindo que você invista esse tempo no trabalho, no estudo ou no cuidado com seu filho.
A transformação digital da medicina, impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, ampliou o acesso a orientação médica de qualidade. Mesmo quando a situação ainda está no início e exige apenas atenção primária, um médico pode ajudar a esclarecer dúvidas, revisar condutas e orientar os próximos passos.
Se desejar, posso orientá-la em uma teleconsulta para avaliar melhor esse caso. Mesmo que você não precise de atendimento agora, vale a pena visitar meu perfil, conhecer minhas redes e guardar o contato. A Telemedicina também permite segundas opiniões médicas com especialistas de forma segura e prática. Caso se interesse, basta acessar o perfil na plataforma e escolher o melhor horário para conversar com tranquilidade sobre a saúde do seu filho.
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Minha filha tem 3 meses e nasceu com 29 semanas e 5 dias . Após exame de tomografia computadorizada
Minha filha tem 3 meses e nasceu com 29 semanas e 5 dias .
Após exame de tomografia computadorizada
Foi constatado no resultado de exame( área de encefalomalacia frontal direita ) o que significa
Para termos de desenvolvimento?
Ela está se desenvolvendo bem e não aparenta nenhum tipo de sequela.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Receber o resultado de um exame com termos técnicos pode assustar qualquer pai ou mãe, principalmente quando se trata de um bebê tão pequeno.
A encefalomalácia é um termo médico usado para descrever uma área do cérebro onde ocorreu uma pequena perda ou amolecimento do tecido cerebral. Isso geralmente acontece quando aquela região sofreu algum tipo de lesão no passado. Em bebês prematuros, como sua filha, esse achado pode aparecer porque o cérebro ainda estava em desenvolvimento quando ela nasceu e pode ter passado por momentos de maior fragilidade, como alterações na circulação sanguínea ou na oxigenação do cérebro durante o período neonatal.
Quando o laudo menciona “área de encefalomalácia frontal direita”, significa apenas que foi identificada uma pequena região no lobo frontal direito onde houve essa alteração. O lobo frontal participa de funções como planejamento, comportamento, atenção e controle motor. No entanto, é fundamental entender que o cérebro do bebê possui uma capacidade extraordinária de adaptação chamada neuroplasticidade. Nos primeiros anos de vida, outras áreas do cérebro frequentemente conseguem compensar pequenas lesões, permitindo que a criança se desenvolva normalmente.
O ponto mais importante do seu relato é que sua filha está se desenvolvendo bem e não apresenta sinais aparentes de sequelas. Esse é um excelente indicativo. Em muitos prematuros, alterações vistas em exames de imagem não necessariamente se traduzem em problemas clínicos no desenvolvimento. Por isso, na prática médica, o que realmente orienta o prognóstico é a evolução da criança ao longo do tempo: como ela se movimenta, interage, sustenta a cabeça, acompanha objetos com os olhos, sorri, vocaliza e progride nas etapas do desenvolvimento.
Mesmo assim, crianças que nasceram muito prematuras costumam ser acompanhadas de perto por pediatra e, muitas vezes, por neuropediatra ou equipe de desenvolvimento infantil. Esse acompanhamento permite observar com atenção marcos motores, cognitivos e comportamentais ao longo dos primeiros anos de vida. Caso surja qualquer atraso, intervenções precoces — como fisioterapia, estimulação motora ou terapia ocupacional — costumam trazer resultados muito positivos.
Outro aspecto importante é lembrar que a tomografia mostra uma fotografia estrutural do cérebro, mas não determina sozinha como será o funcionamento neurológico da criança. O desenvolvimento é resultado de muitos fatores: estimulação adequada, ambiente familiar, saúde geral e acompanhamento médico regular.
Portanto, diante de um bebê que está evoluindo bem, o achado de encefalomalácia isolado no exame não significa automaticamente que haverá problemas futuros. Ele apenas indica que existiu uma pequena alteração estrutural que precisa ser acompanhada dentro do contexto clínico da criança.
Uma avaliação detalhada por teleconsulta pode ajudar a analisar melhor o exame, entender o histórico da prematuridade e orientar quais sinais de desenvolvimento devem ser observados nos próximos meses. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos com alto índice de satisfação e experiência, facilitando a busca por uma segunda opinião médica de forma rápida e segura.
Em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e até cepas virulentas de gripe aviária H5N1, a telemedicina tornou-se uma alternativa moderna e segura para cuidar da saúde da família. O atendimento online evita deslocamentos, reduz exposição em salas de espera e economiza tempo, permitindo que você invista suas horas no trabalho, nos estudos e, principalmente, nos cuidados com seu bebê.
A telemedicina também possibilita consultas de segunda opinião com diversos especialistas de forma conveniente, rápida e discreta. Caso deseje aprofundar essa avaliação, uma teleconsulta pode ajudar a esclarecer dúvidas sobre o exame, orientar o acompanhamento do desenvolvimento da sua filha e indicar quais sinais merecem atenção ao longo dos próximos meses. Mesmo que não precise agora, vale a pena conhecer o perfil profissional na plataforma e manter esse contato guardado para quando precisar.
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EGG, desorganizacao difusa do ritmo de base, em criança de 5 anos é preocupante?
EGG, desorganizacao difusa do ritmo de base, em criança de 5 anos é preocupante?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Receber um resultado de exame com termos técnicos pode causar ansiedade, especialmente quando se trata da saúde de uma criança.
Quando um eletroencefalograma (EEG) descreve “desorganização difusa do ritmo de base”, significa que a atividade elétrica cerebral não apresentou o padrão organizado esperado para a idade da criança. O cérebro produz ondas elétricas que seguem certos ritmos previsíveis conforme o desenvolvimento neurológico. Em uma criança de 5 anos, espera-se um padrão relativamente estável para a fase do desenvolvimento. Quando o laudo menciona desorganização difusa, ele indica que essa atividade apareceu mais irregular ou menos estruturada do que o normal.
Esse tipo de achado sempre merece atenção médica. Não significa automaticamente uma doença grave, mas sinaliza que algo no funcionamento cerebral pode não estar ocorrendo da forma esperada. Esse padrão pode aparecer em diferentes situações: atraso no desenvolvimento neurológico, histórico de crises epilépticas, alterações metabólicas, sequelas de sofrimento cerebral prévio, transtornos do neurodesenvolvimento ou até mesmo em crianças que passaram por febre alta ou infecções recentes. Em alguns casos, o EEG também pode refletir imaturidade do sistema nervoso.
Por isso, o resultado do EEG nunca deve ser interpretado isoladamente. O exame é apenas uma peça do quebra-cabeça. O mais importante é correlacionar o achado com a história clínica da criança, seu desenvolvimento, comportamento, aprendizagem, presença ou ausência de convulsões e o exame neurológico completo. Muitas vezes é necessário repetir o EEG, realizar um exame durante o sono, ou complementar a investigação com exames de imagem, como ressonância magnética, dependendo do contexto clínico.
Também é importante lembrar que um EEG alterado não determina sozinho um diagnóstico. Há crianças que apresentam alterações no exame e evoluem bem após acompanhamento adequado. Em outras situações, o exame ajuda o médico a identificar precocemente condições neurológicas que precisam de tratamento ou monitoramento mais próximo.
Diante de um laudo como esse, o caminho correto é procurar avaliação com um neuropediatra para analisar o exame dentro do contexto clínico da criança. Essa análise cuidadosa evita conclusões precipitadas e permite orientar os próximos passos com segurança.
Hoje, a telemedicina também permite discutir exames como o EEG em consultas de segunda opinião de forma prática, rápida e discreta. Em uma teleconsulta é possível revisar o laudo, avaliar a história da criança e esclarecer dúvidas com mais profundidade. Plataformas como a Doctoralia facilitam encontrar médicos bem avaliados e com alta satisfação dos pacientes.
Além disso, em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19 e até cepas virulentas de gripe aviária H5N1, o atendimento online se tornou uma alternativa segura para você e sua família. A telemedicina evita deslocamentos, reduz exposição em salas de espera e economiza tempo que pode ser investido no trabalho, nos estudos ou no cuidado com a criança.
Estamos vivendo uma transformação digital na saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, e a teleconsulta passou a ser uma ferramenta importante de orientação médica inicial e acompanhamento. Mesmo que você não precise de atendimento imediato, vale a pena visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar meu contato. Caso surjam dúvidas sobre exames, desenvolvimento infantil ou neurologia pediátrica, posso orientar você com segurança em uma teleconsulta.
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Meu bebe faz uso do sabril a mais o menos 1 mês para o tratamento dos espamos infantis mais ainda se
Meu bebe faz uso do sabril a mais o menos 1 mês para o tratamento dos espamos infantis mais ainda sem resposta ele continua tendo espamos constantes o que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua angústia. Ver um bebê continuar apresentando espasmos, mesmo após iniciar o tratamento, é extremamente preocupante para qualquer família.
Os espasmos infantis fazem parte de um quadro neurológico chamado Síndrome de West, uma forma de epilepsia da infância que exige tratamento rápido e eficaz. A vigabatrina (Sabril) é um dos medicamentos mais utilizados nesse contexto e costuma ser a primeira escolha em muitos casos, especialmente quando existe suspeita de esclerose tuberosa. No entanto, nem todas as crianças respondem apenas a esse medicamento.
Quando os espasmos persistem após algumas semanas de tratamento, como parece estar acontecendo com seu bebê, é fundamental reavaliar a estratégia terapêutica com o neuropediatra. Em muitos casos, a conduta indicada é associar ou substituir o tratamento por corticoterapia, como prednisolona em doses adequadas, ou pelo ACTH (hormônio adrenocorticotrófico). Esses tratamentos atuam por mecanismos diferentes no cérebro e podem interromper os espasmos de forma mais eficaz em parte das crianças.
Diversos estudos mostram que a introdução precoce de corticoterapia ou ACTH pode aumentar as chances de cessar os espasmos e melhorar o prognóstico neurológico. Por isso, quando a resposta à vigabatrina não acontece, o passo seguinte geralmente é discutir rapidamente essas opções terapêuticas com o médico responsável.
Outro ponto importante é avaliar se os espasmos realmente desapareceram no eletroencefalograma. Às vezes as crises diminuem na aparência, mas o padrão elétrico anormal do cérebro ainda permanece ativo. Esse exame ajuda o especialista a decidir se o tratamento está funcionando ou se precisa ser ajustado.
A boa notícia é que, quando o tratamento correto é instituído precocemente, muitos bebês conseguem interromper os espasmos e sair do quadro de Síndrome de West. Por isso, não espere muito tempo com crises persistentes. Procure o neuropediatra para uma reavaliação rápida do tratamento.
Hoje, felizmente, também é possível discutir esses casos por telemedicina. Em uma teleconsulta é possível revisar a história clínica do bebê, avaliar vídeos das crises, analisar exames e orientar os próximos passos do tratamento com segurança. A própria plataforma Doctoralia facilita encontrar médicos com alto índice de satisfação e grande experiência em atendimento.
Em tempos em que convivemos com diversas doenças infectocontagiosas — como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e até novas cepas de gripe aviária como H5N1 — o atendimento online se tornou uma forma segura de cuidar da saúde da família. Você evita deslocamentos, salas de espera cheias e ainda ganha tempo para se dedicar ao trabalho, aos estudos e aos cuidados com seu filho.
A telemedicina também permite obter segunda opinião médica de maneira rápida, segura e discreta, inclusive com especialistas muito bem avaliados na plataforma. Caso deseje, posso orientar melhor sua situação em uma teleconsulta, algo que todo médico pode fazer para pacientes que estão no início da jornada diagnóstica e precisam de orientação em atenção primária.
Mesmo que você não precise de mim neste momento, vale a pena visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar meu contato. Em saúde infantil, ter orientação rápida e confiável pode fazer toda a diferença.
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Meu filho de um ano e oito meses conta até doze e está aprendendo os próximos até 20, imita qualquer
Meu filho de um ano e oito meses conta até doze e está aprendendo os próximos até 20, imita qualquer palavra, sabe falar frases de três palavras (como "desceu carro vermelho"), sabe formular as sílabas de acordo com a letra que falamos (exemplo: falamos: baba, ele fala: bebe, bibi, bobo, Bubu, falamos: lala, ele fala: lele, Lili, lolo, lulu, e assim com qualquer uma), sabe completar qualquer música que conheça com as palavras que faltam
Ele também sabe pedir a música que quer ouvir falando algum trecho dela que ele sabe, exemplo: ele fala "deal" pra colocar a música "mundo ideal" do aladin, fala "na pele" pra cantar "a lenda" de Sandy e Junior, por causa da parte que fala "sentiu na pele aquele brilho tocar"
O desenvolvimento dele tem algo que devo observar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando os pais percebem habilidades diferentes no desenvolvimento de um filho pequeno, é natural surgir a dúvida se tudo está dentro do esperado.
Pelo que você descreve, seu filho apresenta um desenvolvimento de linguagem bastante avançado para a idade. Aos 1 ano e 8 meses, muitas crianças ainda estão começando a formar palavras isoladas ou pequenas combinações. Contar números, imitar palavras com facilidade, construir frases curtas e completar músicas demonstram boa memória auditiva, atenção e uma capacidade de linguagem que parece acima da média para essa fase.
Outro ponto interessante é a forma como ele manipula sons e sílabas. Quando você diz “baba” e ele responde “bebe, bibi, bobo, bubu”, por exemplo, ele está brincando com os padrões sonoros da língua. Esse tipo de habilidade mostra que a criança já percebe como as palavras são formadas e consegue experimentar combinações diferentes. Isso costuma aparecer em crianças com linguagem bem desenvolvida e boa percepção fonológica.
A capacidade de lembrar trechos de músicas e usá-los para pedir uma canção específica também indica memória verbal forte e boa associação entre som, significado e contexto. Crianças pequenas muitas vezes pedem músicas dessa maneira, mas fazer isso com clareza e consistência nessa idade chama atenção para uma boa evolução cognitiva.
Diante desse quadro, o mais importante não é procurar necessariamente um problema, mas observar o desenvolvimento global. Linguagem avançada é positiva, mas o desenvolvimento infantil envolve várias áreas que caminham juntas. Vale observar se ele também mantém bom contato visual, se busca interação com as pessoas, se aponta para compartilhar interesses, se brinca de forma variada, se demonstra curiosidade pelo ambiente e se responde quando chamado pelo nome. Esses aspectos ajudam a entender se o desenvolvimento social e comunicativo acompanha o ritmo da linguagem.
Outro ponto importante é que algumas crianças apresentam habilidades específicas muito precoces, especialmente em linguagem ou memória. Isso pode simplesmente refletir uma variação normal do desenvolvimento. Em alguns casos, pode indicar um perfil cognitivo diferenciado ou até altas habilidades no futuro, mas essa avaliação só se torna mais clara ao longo dos anos.
Por isso, o melhor caminho é acompanhar o crescimento da criança com o pediatra ou neuropediatra, observando marcos do desenvolvimento de forma global. Na maioria das vezes, quando uma criança demonstra tanta curiosidade, capacidade de imitação e interesse por comunicação, estamos diante de sinais positivos de desenvolvimento.
Caso queira entender melhor esse perfil, tirar dúvidas específicas ou avaliar o desenvolvimento com mais profundidade, uma teleconsulta pode ajudar muito. Hoje é possível conversar com um médico, revisar o histórico da criança e receber orientações seguras sem sair de casa. Plataformas médicas como a Doctoralia permitem escolher profissionais com alto nível de satisfação dos pacientes, o que facilita encontrar especialistas experientes.
Além da praticidade, o atendimento online se tornou uma forma inteligente de cuidar da saúde. Em tempos de circulação de diversas doenças infecciosas — como COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19 e até cepas de gripe aviária como H5N1 — evitar deslocamentos e salas de espera cheias reduz riscos para você e sua família. A telemedicina economiza tempo, elimina trânsito e permite que você invista suas horas em trabalho, estudo e convivência familiar.
A medicina já vive uma transformação digital profunda impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, e a teleconsulta faz parte dessa revolução. Inclusive, posso orientar você em uma consulta online, algo que qualquer médico pode e deve fazer quando o paciente está no início de uma jornada de cuidado em saúde.
Mesmo que não precise de atendimento agora, vale visitar meu perfil, conhecer o conteúdo e guardar o contato. A telemedicina também permite consultas de segunda opinião de forma rápida, segura e discreta, com acesso a médicos bem avaliados na plataforma. Se em algum momento desejar conversar com mais profundidade sobre o desenvolvimento do seu filho, basta acessar o perfil e agendar.
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Minha filha e autista toma resperidona pra dormir um comprimido anoite ,tem um mês tem cinco dias el
Minha filha e autista toma resperidona pra dormir um comprimido anoite ,tem um mês tem cinco dias ela vem sonhando que eu e o pai estamos tendo relação sexual etc. Que ela sonha eu perguntei da aonde vc ta tirando isso ela não sabe dizer tudo que ela ver na internet eu vejo no meu celular,na tv ninguém vê nada que não seja da idade dela meu marido mas trabalha que tudo aqui ninguém fala assunto sobre sexo ,isso foi depois do remédio.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando uma criança começa a relatar sonhos ou pensamentos que parecem inadequados para a idade, é natural que os pais se assustem e tentem encontrar uma explicação imediata.
A risperidona é um medicamento amplamente utilizado em crianças com transtorno do espectro autista. Ele pode ajudar no controle de irritabilidade, agitação, impulsividade e também pode favorecer o sono. Em geral, esse remédio não costuma provocar sonhos com conteúdo sexual específico. Alguns pacientes podem apresentar sonhos mais vívidos ou diferentes do habitual, mas o tipo de conteúdo que aparece nos sonhos geralmente está relacionado a experiências, imagens ou informações que a criança teve contato em algum momento, mesmo que de forma indireta.
Crianças, especialmente aquelas com autismo, podem captar fragmentos de informações do ambiente e ter dificuldade para compreender ou organizar essas percepções. Às vezes escutam uma conversa pela metade, veem uma cena rapidamente em algum lugar, ou acessam conteúdos na internet sem que os adultos percebam. Mesmo conteúdos aparentemente neutros podem gerar interpretações confusas. Como muitas crianças com autismo têm dificuldade de expressar dúvidas ou sentimentos, esses conteúdos podem aparecer em forma de sonhos ou comentários inesperados.
Outro ponto importante é que, no autismo, a comunicação nem sempre acontece de maneira clara. A criança pode usar palavras que ouviu em algum lugar sem entender completamente o significado. Por isso, quando ela relata um sonho, nem sempre está descrevendo exatamente o que aconteceu. Pode ser uma tentativa de explicar algo que ela não compreende bem.
Antes de concluir que o medicamento seja a causa, vale observar com atenção alguns aspectos do cotidiano. Verifique se há acesso a celular, vídeos automáticos na internet, jogos com propaganda, ou conteúdos que aparecem de forma inesperada em plataformas digitais. Mesmo poucos segundos de exposição podem despertar curiosidade ou gerar confusão. Crianças costumam perceber muito mais do que imaginamos.
A melhor atitude é manter um diálogo tranquilo, sem repreensão ou susto exagerado. Pergunte com calma o que ela quis dizer, o que ela viu ou pensou. Muitas vezes, quando a criança se sente segura para falar, ela consegue explicar melhor de onde surgiu aquela ideia. Ao mesmo tempo, vale conversar com o médico que acompanha sua filha para avaliar se o medicamento está na dose adequada e se houve alguma mudança recente no comportamento ou no padrão de sono.
Situações como essa podem ser avaliadas com muito mais cuidado em uma consulta. Hoje, a telemedicina permite esse acompanhamento de forma prática e segura. Em uma teleconsulta é possível analisar melhor o comportamento da criança, revisar o uso da medicação, orientar a família e esclarecer dúvidas que muitas vezes ficam difíceis de resolver apenas por mensagens.
Além disso, em tempos em que convivemos com diversas doenças infectocontagiosas — como COVID-19, MPOX (a chamada varíola dos macacos), Parvovírus B19 e até cepas preocupantes de gripe aviária como o H5N1 — o atendimento online se tornou uma forma inteligente de proteger você e sua família. A telemedicina evita deslocamentos, salas de espera e perda de tempo no trânsito. Você pode usar esse tempo para cuidar da família, estudar ou trabalhar, enquanto recebe orientação médica qualificada.
Estamos vivendo uma grande transformação digital na saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial. A telemedicina permite consultas, orientações iniciais, acompanhamento e até segundas opiniões médicas de forma rápida, segura e discreta. Plataformas como a Doctoralia reúnem médicos com alto índice de satisfação dos pacientes, o que facilita encontrar profissionais experientes e bem avaliados.
Se desejar, posso orientar você em uma teleconsulta para analisar melhor essa situação e ajudar a esclarecer o que pode estar acontecendo com sua filha. Mesmo que neste momento você não precise de atendimento imediato, vale visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar meu contato. Ter acesso a um médico de confiança pode fazer muita diferença quando surgem dúvidas sobre a saúde de quem mais amamos.
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Minha neta nasceu prematura de 27 semanas e 3 dias, está com 37 dias de nascida e a cabecinha está c
Minha neta nasceu prematura de 27 semanas e 3 dias, está com 37 dias de nascida e a cabecinha está crescendo fez uma tomografia e os médicos disseram que é hidrocefalia de ma formação genética, a cabecinha dela está com 31 cm ,mas os médicos disseram que vão apenas acompanhar. Não seria melhor colocar logo a válvula pra drenar??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua angústia. Quando um bebê nasce tão prematuro, cada alteração nos exames ou no crescimento da cabeça causa grande preocupação na família, e é natural querer agir o quanto antes para evitar qualquer risco.
A hidrocefalia significa que há acúmulo de líquido dentro do cérebro, chamado líquido cefalorraquidiano. Esse líquido circula normalmente em cavidades chamadas ventrículos. Quando algo impede a circulação ou absorção adequada, ele pode se acumular e aumentar o tamanho dessas cavidades. Em bebês muito prematuros, isso pode acontecer por diferentes motivos, como hemorragias cerebrais do prematuro ou malformações do sistema nervoso. Por isso os médicos mencionaram a possibilidade de uma malformação genética.
O aumento do perímetro cefálico é um dos sinais que os especialistas observam com atenção. No entanto, a decisão de colocar uma válvula para drenagem não depende apenas do tamanho da cabeça ou de um exame isolado. Ela é tomada com base em vários fatores: evolução do crescimento da cabeça ao longo dos dias, resultado das imagens do cérebro, sinais de pressão dentro do crânio, estado clínico do bebê e peso corporal. Em recém-nascidos muito pequenos e frágeis, a cirurgia também tem riscos, como infecção ou obstrução da válvula.
Por esse motivo, em muitos casos a equipe prefere acompanhar de perto antes de indicar a cirurgia. O acompanhamento geralmente inclui medições frequentes do perímetro cefálico, ultrassom cerebral ou tomografia, avaliação neurológica e observação de sinais como tensão na moleira, vômitos, sonolência excessiva ou piora clínica. Se houver evidência de que o líquido está aumentando de forma progressiva ou causando pressão no cérebro, a colocação da válvula costuma ser indicada.
A válvula ventriculoperitoneal é um tratamento muito utilizado e pode ajudar bastante quando a hidrocefalia se confirma e evolui. Mas ela não precisa ser colocada de forma automática ou imediata em todos os casos. Muitas equipes aguardam o momento mais seguro para o bebê, principalmente quando ele nasceu extremamente prematuro, como é o caso da sua neta.
O mais importante agora é que ela esteja sendo acompanhada por uma equipe de neonatologia e neurocirurgia pediátrica experiente. Esses profissionais analisam a evolução dia após dia e sabem identificar o momento certo de intervir, caso seja necessário.
Situações como essa geram muitas dúvidas e insegurança na família. Em uma teleconsulta é possível analisar com calma os exames, o peso do bebê, a evolução do perímetro cefálico e discutir melhor as possibilidades de tratamento. A própria telemedicina hoje permite buscar uma segunda opinião médica de forma conveniente, rápida, segura e discreta, inclusive com especialistas bem avaliados na plataforma.
Além disso, em tempos de COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online por telemedicina se tornou uma forma segura de cuidar da saúde. Você evita deslocamentos, trânsito e salas de espera, economiza tempo e pode investir suas horas em trabalho, estudo ou na própria família, enquanto participa da transformação digital da medicina impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.
Se desejar, posso orientar melhor em uma teleconsulta, analisando os exames e esclarecendo dúvidas iniciais, algo que qualquer médico pode e deve fazer no início da jornada de cuidados em saúde. Mesmo que você não precise agora, vale visitar meu perfil e redes sociais e guardar o contato. A telemedicina também permite consultas de segunda opinião com diversos profissionais experientes da plataforma. Caso se interesse, basta clicar no perfil.
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0,8 ml de aripiprazol para criança de 4 anos , a dose se inicia baixa assim mesmo?
0,8 ml de aripiprazol para criança de 4 anos , a dose se inicia baixa assim mesmo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando se trata de medicação em crianças pequenas, especialmente medicamentos que atuam no cérebro e no comportamento, é natural que os pais fiquem atentos à dose e tenham receio de que seja alta ou inadequada.
No caso do aripiprazol, é bastante comum que o tratamento seja iniciado com doses pequenas. Na prática clínica seguimos um princípio muito conhecido em neurologia e psiquiatria infantil: “start low and grow slow”, que significa começar com dose baixa e aumentar gradualmente, se necessário. Essa estratégia permite observar como a criança reage ao medicamento, avaliar possíveis efeitos colaterais e ajustar o tratamento com segurança.
Cada criança tem um organismo único. Peso, idade, diagnóstico, intensidade dos sintomas e até a sensibilidade individual ao medicamento influenciam na escolha da dose. Por isso, uma quantidade como 0,8 ml pode perfeitamente representar uma dose inicial baixa, dependendo da concentração da solução utilizada. Em muitos casos, o objetivo inicial não é atingir rapidamente a dose plena, mas permitir que o organismo se adapte ao medicamento.
Outro ponto importante é que medicamentos como o aripiprazol costumam ser ajustados ao longo do acompanhamento. O médico observa a evolução do comportamento, do sono, da irritabilidade ou da agitação da criança e decide se mantém, aumenta ou eventualmente reduz a dose. Esse acompanhamento cuidadoso é o que garante segurança e eficácia ao tratamento.
Se surgir qualquer dúvida — sonolência excessiva, irritabilidade diferente do habitual, alteração do apetite ou qualquer mudança que preocupe a família — vale conversar com o médico que acompanha a criança. Ajustes fazem parte do processo terapêutico e não significam que algo esteja errado.
Hoje, inclusive, uma teleconsulta pode ajudar muito nesse tipo de situação. Durante o atendimento online é possível analisar a evolução da criança, revisar a dose do medicamento, esclarecer dúvidas e orientar os próximos passos com tranquilidade. Plataformas como a Doctoralia facilitam encontrar médicos com alto índice de satisfação e grande experiência em atendimento.
Além da praticidade, o atendimento por Telemedicina oferece uma vantagem importante em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras infecções respiratórias. Consultar-se de casa protege você e sua família, evita deslocamentos desnecessários, elimina tempo perdido em trânsito e salas de espera e permite investir esse tempo em trabalho, estudo ou descanso.
A medicina está passando por uma grande transformação digital impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. A telemedicina hoje permite inclusive consultas para segunda opinião médica de forma rápida, segura, conveniente e discreta, com acesso a diversos profissionais bem avaliados. Mesmo que você não precise de atendimento imediato, vale visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato para quando surgir alguma necessidade. Uma orientação no início da jornada de cuidados em saúde pode fazer toda a diferença.
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Minha bebê apresentou hidrocefalia e Dandy walker. Ela faleceu quando eu estava de 37 semanas de ges
Minha bebê apresentou hidrocefalia e Dandy walker. Ela faleceu quando eu estava de 37 semanas de gestação.
Caso eu queira engravidar novamente , tem chance de acontecer de novo com o próximo bebê ?
Oque preciso fazer para que não aconteça ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo profundamente a sua dor e a sua preocupação. Perder um bebê no final da gestação é uma experiência extremamente difícil, e é natural que surjam muitas dúvidas e receios ao pensar em uma nova gravidez.
A síndrome de Dandy-Walker é uma malformação rara do sistema nervoso central que ocorre durante o desenvolvimento do cérebro do bebê, ainda nas primeiras semanas da gestação. Ela envolve alterações em uma região chamada cerebelo e no quarto ventrículo, estruturas importantes para o equilíbrio, coordenação e circulação do líquido que envolve o cérebro. Em muitos casos, essas alterações acabam levando à hidrocefalia, que é o acúmulo excessivo de líquido dentro do cérebro.
Na maioria das situações, a síndrome de Dandy-Walker acontece de forma esporádica. Isso significa que não há necessariamente uma causa hereditária clara. Muitos casos ocorrem por alterações no desenvolvimento embrionário sem relação direta com algo que os pais tenham feito ou deixado de fazer. Por isso, na grande maioria das famílias, o risco de recorrência em uma próxima gestação é considerado baixo.
Ainda assim, existem algumas situações em que a malformação pode estar associada a alterações genéticas ou cromossômicas. Por esse motivo, quando há histórico de um bebê com Dandy-Walker, o ideal é realizar uma avaliação antes de uma nova gravidez. Esse acompanhamento costuma incluir consulta com um geneticista, análise detalhada do histórico familiar, revisão dos exames realizados durante a gestação anterior e, em alguns casos, testes genéticos nos pais.
Outro ponto importante é o planejamento da próxima gestação. O acompanhamento pré-concepcional com obstetra e geneticista permite orientar medidas que ajudam a reduzir riscos gerais de malformações, como o uso adequado de ácido fólico antes de engravidar, controle de doenças maternas e monitoramento cuidadoso durante o início da gravidez.
Quando a gestação acontece, exames de ultrassom de alta resolução e, em alguns casos, ressonância fetal podem acompanhar o desenvolvimento do cérebro do bebê ainda no início da gravidez. Isso permite identificar precocemente qualquer alteração estrutural e oferecer orientação médica adequada.
É importante reforçar que, na maioria das famílias que passaram por essa situação, os gestações seguintes evoluem normalmente. O fato de ter ocorrido uma vez não significa necessariamente que irá acontecer novamente. O acompanhamento correto antes e durante a gravidez traz segurança e aumenta muito as chances de um desfecho saudável.
Se desejar, uma teleconsulta pode ajudar a revisar sua história clínica com mais detalhes, avaliar os exames anteriores e orientar de forma individualizada sobre o planejamento de uma nova gestação. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos muito bem avaliados e com grande experiência em atendimento e satisfação dos pacientes.
Em tempos em que convivemos com diversas doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e cepas mais agressivas de gripe aviária como o H5N1, a telemedicina se tornou uma forma segura e eficiente de receber orientação médica. O atendimento online evita deslocamentos, elimina o tempo perdido em trânsito e salas de espera e permite que você cuide da saúde com discrição e conforto, sem se expor desnecessariamente.
A telemedicina também permite consultas de segunda opinião de forma rápida e segura, possibilitando conversar com diferentes especialistas, inclusive alguns dos médicos mais recomendados da plataforma. Caso tenha interesse, basta acessar o perfil do profissional e agendar.
Mesmo que neste momento você apenas queira esclarecer dúvidas iniciais, guardar o contato de um médico de confiança pode ser útil ao longo da sua jornada. A transformação digital na saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, já faz parte da prática médica moderna e pode oferecer orientação qualificada exatamente quando você mais precisa.
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Omeu filho faz uso do remédio risperidona nas toda vez que toma ele tem dor de cabeça, diarreia líqu
Omeu filho faz uso do remédio risperidona nas toda vez que toma ele tem dor de cabeça, diarreia líquida , e fica mais agitado e agressivo do que o normal, pode ser do remédio
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação. Quando uma criança começa a apresentar sintomas logo após tomar um medicamento, é natural que os pais se perguntem se existe relação entre as duas coisas.
No caso da risperidona, é possível que os sintomas que você descreveu estejam relacionados ao remédio. A dor de cabeça, alterações intestinais como diarreia e mudanças no comportamento podem ocorrer em algumas crianças como efeitos adversos da medicação. Embora a risperidona seja amplamente utilizada na neurologia e na psiquiatria infantil — especialmente para controlar irritabilidade, agressividade ou agitação — cada organismo reage de forma diferente. O que é bem tolerado por uma criança pode causar desconforto significativo em outra.
Um detalhe importante que você mencionou é a sequência dos acontecimentos: a criança toma o medicamento e logo depois surgem dor de cabeça, diarreia líquida e aumento da agitação ou da agressividade. Essa relação temporal sugere um possível efeito colateral. Em vez de melhorar o comportamento, o remédio pode estar provocando um efeito paradoxal, isto é, o oposto do que se espera.
Além disso, alguns pacientes apresentam sensibilidade gastrointestinal à risperidona. O medicamento pode interferir em neurotransmissores que também atuam no intestino, o que explica episódios de diarreia em algumas crianças. A dor de cabeça também pode ocorrer, principalmente no início do tratamento ou quando a dose não está adequada para o organismo da criança.
Outro ponto que merece atenção é o aumento da irritabilidade ou da agitação após a tomada. Embora a risperidona seja usada justamente para reduzir esses comportamentos, em uma pequena parcela dos pacientes pode ocorrer um efeito contrário. Quando isso acontece, o médico geralmente reavalia a dose, o horário da medicação ou até mesmo considera substituir o medicamento.
A boa notícia é que existem outras opções terapêuticas. Dependendo do quadro clínico da criança, da idade, do peso e do motivo pelo qual o remédio foi prescrito, o médico pode ajustar a dose, mudar a forma de administração ou escolher outra medicação com menor chance de efeitos colaterais. Nenhuma criança precisa permanecer usando um remédio que esteja causando sofrimento ou piorando os sintomas.
O mais importante agora é não suspender o medicamento por conta própria, mas procurar o médico que acompanha seu filho para relatar exatamente o que está acontecendo. Informações detalhadas — como o horário da medicação, quanto tempo depois surgem os sintomas e quanto tempo duram — ajudam muito na tomada de decisão.
Hoje também é possível fazer esse acompanhamento de forma prática e segura por telemedicina. Em uma teleconsulta, o médico pode analisar o histórico do seu filho, avaliar se os sintomas têm relação com a risperidona e orientar ajustes no tratamento ou alternativas mais bem toleradas. Plataformas como a Doctoralia permitem escolher médicos com perfis bem avaliados e alto índice de satisfação dos pacientes, o que facilita encontrar profissionais experientes para uma segunda opinião.
Em tempos de circulação de diversas doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), parvovírus B19 e até novas cepas de gripe aviária H5N1, o atendimento online se tornou uma forma segura de cuidar da saúde da família. A telemedicina evita deslocamentos, reduz exposição em salas de espera e permite resolver muitas dúvidas com rapidez e discrição, economizando tempo que pode ser dedicado ao trabalho, estudo ou à própria família.
A medicina está passando por uma transformação digital importante com o avanço da Web 4.0 e das ferramentas de inteligência artificial aplicadas à saúde. A teleconsulta permite inclusive avaliações de segunda opinião com especialistas, algo cada vez mais comum e recomendado quando surgem dúvidas sobre diagnóstico ou tratamento.
Caso queira, também posso orientar melhor sua situação em uma teleconsulta, analisando o caso do seu filho com mais detalhes. Mesmo que não precise neste momento, vale a pena visitar meu perfil na plataforma, conhecer meu trabalho e guardar o contato para quando surgir qualquer dúvida relacionada à saúde da sua família.
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Bom dia meu filho de 2 anos 7 meses faz uso de depakene 1,50 ml , antes ele usava rispiridona , mais
Bom dia meu filho de 2 anos 7 meses faz uso de depakene 1,50 ml , antes ele usava rispiridona , mais nao estava fazendo efeito , fico preocupada com essa medicação depakene
Ele nunca uso , ele tem TEIA ,essa medicação ela tira o sono da crianca ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque quando se fala em mudar a medicação de uma criança pequena, ainda mais com TEA, é natural surgir insegurança e medo de efeitos indesejáveis.
O Depakene é o nome comercial do ácido valproico, um medicamento usado principalmente para epilepsia e, em situações bem específicas, para controle de alterações importantes de humor ou impulsividade. Ele não é um tratamento para o autismo em si. O TEA não “se trata” com uma medicação única, e sim com intervenções terapêuticas adequadas. Remédios entram apenas quando há sintomas associados que realmente justifiquem o uso, como crises convulsivas, irritabilidade intensa, agressividade grave ou alterações importantes do sono, sempre com indicação muito clara.
Na dose que você mencionou, 1,5 ml, estamos falando de uma quantidade bastante baixa. Em muitos casos, essa dose é insuficiente até mesmo para atingir níveis terapêuticos no sangue. Isso levanta duas questões importantes: se há de fato um objetivo clínico claro para o uso do Depakene e se essa dose teria qualquer efeito real, positivo ou negativo. Quando um medicamento é prescrito sem um alvo bem definido, ele tende a gerar mais angústia do que benefício.
Sobre o sono, o Depakene não costuma “tirar o sono” da criança. Em geral, ele pode causar sonolência leve em algumas situações, especialmente no início do uso. Em outras crianças, pode não causar efeito nenhum perceptível. Alterações importantes de sono não são o efeito mais comum dessa medicação, principalmente nessa dosagem. Ainda assim, cada criança reage de um jeito, e qualquer mudança deve ser observada de perto.
Um ponto que não pode ser ignorado é quem está conduzindo esse tratamento. Medicações como o ácido valproico exigem conhecimento técnico, acompanhamento clínico cuidadoso e, muitas vezes, exames laboratoriais. É fundamental que o profissional seja um médico com RQE na área, habituado ao acompanhamento de crianças com TEA. Quando surgem dúvidas sobre a indicação, a dose ou o real benefício do remédio, isso é um sinal de que vale parar, reavaliar e pedir uma segunda opinião médica qualificada.
Hoje, a telemedicina permite exatamente esse tipo de cuidado: uma avaliação detalhada, segura, discreta e rápida, sem que você precise sair de casa. Em uma teleconsulta é possível revisar a história do seu filho, entender por que essa medicação foi proposta, discutir riscos e benefícios reais e, principalmente, alinhar expectativas. Plataformas como a Doctoralia ajudam a escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada, inclusive para segunda opinião.
Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma forma eficaz de proteger você e sua família. Evita deslocamentos, salas de espera, exposição desnecessária e ainda permite que você use melhor seu tempo, seja para o trabalho ou para os estudos. A saúde também faz parte da transformação digital, da Web 4.0 e do uso responsável da inteligência artificial no cuidado médico.
Mesmo que você não precise de mim neste momento, vale a pena conhecer meu perfil, acompanhar meus conteúdos e guardar o contato. A telemedicina permite acompanhamento contínuo, orientação segura desde o início da jornada e acesso a médicos experientes para segunda opinião, de forma prática e confiável. Basta clicar no perfil, quando sentir que é o momento certo.
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Meu filho de 03 anos toma Neuleptil 4% , no início a médica receitou 8 gotas e no primeiro dia preci
Meu filho de 03 anos toma Neuleptil 4% , no início a médica receitou 8 gotas e no primeiro dia precisei levar pro pronto socorro de tão dopado. Ela alterou depois de eu pedir muito para 4 gotas de manhã e 4 gostas a noite, mas mesmo assim, quando ele toma ele reclama muito apontando a cabeça e a barriguinha, chora muito até dormir novamente. Quando ele acorda, é como se não tivesse tomado a medicação pois continua batendo em mim. Depois de quanto tempo a situação costuma a melhorar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua angústia. Ver um filho tão pequeno sofrer, ficar excessivamente sonolento e ainda assim continuar agitado depois é algo que deixa qualquer mãe ou pai exausto e inseguro.
Pelo que você descreve, o quadro não sugere um processo normal de adaptação ao Neuleptil. Em crianças pequenas, especialmente aos 3 anos, esse medicamento pode provocar exatamente o que você observou: sedação intensa no início, desconforto importante, dor de cabeça, dor abdominal, choro inconsolável e, paradoxalmente, nenhuma melhora consistente do comportamento agressivo quando o efeito sedativo passa. O fato de ele apontar a cabeça e a barriguinha, chorar até adormecer e depois acordar como se não tivesse tomado nada é um sinal de alerta clínico.
Quando o Neuleptil funciona bem, o que nem sempre acontece nessa faixa etária, algum efeito comportamental costuma aparecer nos primeiros dias. Não é esperado que a criança permaneça com sofrimento físico evidente nem com esse padrão de “apagar e voltar igual”. Dor não é um efeito desejável nem aceitável como parte da adaptação. Além disso, bater em você após acordar indica que a causa da agitação não está sendo tratada de forma eficaz.
Outro ponto importante é que o Neuleptil não é um medicamento de primeira escolha atualmente para crianças pequenas com agitação ou distúrbios do sono. Ele é um antipsicótico antigo, com perfil de efeitos colaterais mais pesado, especialmente neurológicos e autonômicos. Em muitos casos, ele apenas “derruba” a criança, sem organizar o comportamento, o sono ou a autorregulação emocional. Isso explica por que algumas crianças ficam dopadas, desconfortáveis e, ainda assim, continuam agressivas ou irritadas.
De forma objetiva: não é esperado que essa situação “melhore com o tempo” se ela já começou assim. Quando há dor, sofrimento intenso ou ausência de benefício claro, a conduta correta não é insistir esperando adaptação, mas reavaliar rapidamente. Isso pode significar suspender a medicação, ajustar a estratégia ou escolher outra abordagem, sempre com orientação médica. Não é um problema de paciência sua nem de falta de tempo para o remédio agir. É um sinal de que algo não está indo bem.
Esse tipo de decisão não deve ser tomada sozinha, mas precisa ser tomada logo. Uma teleconsulta permite analisar com calma o histórico, o padrão do sono, os gatilhos da agressividade, os efeitos adversos e discutir alternativas mais seguras e eficazes para a idade dele. Hoje, a Telemedicina também possibilita segunda opinião médica de forma rápida, discreta e segura, com profissionais experientes e bem avaliados.
Em um cenário em que ainda convivemos com COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online protege seu filho e sua família. Você evita pronto-socorro, deslocamentos desnecessários e salas de espera, economiza tempo e consegue cuidar da saúde sem se expor. Plataformas como a Doctoralia ajudam a escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada.
Mesmo que você não precise de mim especificamente agora, recomendo que busque uma reavaliação médica o quanto antes, preferencialmente por teleconsulta. Guardar um contato de confiança e ter orientação adequada no início dessa jornada faz diferença real na segurança, no conforto e no desenvolvimento do seu filho.
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
Não existem estudos clínicos de boa qualidade que garantam a segurança da…