Perguntas do paciente (3614)

  • Com quantos dias passa a irritabilidade causado pela Atensina?

    Com quantos dias passa a irritabilidade causado pela Atensina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação, especialmente quando um medicamento que deveria ajudar acaba trazendo um efeito que incomoda ainda mais.

    A Atensina, cujo princípio ativo é a clonidina, atua no sistema nervoso central reduzindo a atividade adrenérgica. Por isso, ela pode ser usada em algumas situações fora da bula para ajudar na irritabilidade, impulsividade e agitação. No entanto, nas primeiras fases do uso, o organismo ainda está se adaptando. É justamente nesse período que podem surgir efeitos paradoxais, como aumento da irritabilidade, oscilação de humor, sonolência excessiva ou até inquietação.

    Na maioria dos casos, esses efeitos iniciais tendem a diminuir entre 5 a 10 dias após o início do uso, à medida que o corpo se ajusta à medicação. Em algumas pessoas, essa adaptação pode levar um pouco mais de tempo, chegando a cerca de duas semanas. Quando a irritabilidade persiste além disso, piora progressivamente ou vem acompanhada de outros sintomas, como queda importante de pressão, tontura ou apatia intensa, é fundamental reavaliar a dose, o horário ou até a indicação do medicamento.

    Outro ponto importante é a dose inicial. Quando a clonidina é iniciada em doses mais altas ou aumentada rapidamente, os efeitos adversos tendem a ser mais intensos. Por isso, muitas vezes o ajuste gradual é a melhor estratégia para reduzir esse tipo de reação.

    Também é preciso considerar que a irritabilidade pode não estar relacionada apenas ao medicamento, mas ao quadro de base que motivou o uso. Nesses casos, pode haver uma sobreposição de fatores, o que exige uma análise clínica mais cuidadosa.

    Se você está enfrentando esse efeito, não interrompa a medicação por conta própria. A clonidina exige retirada gradual para evitar efeitos rebote, como aumento da pressão arterial e agitação. O mais seguro é conversar com o médico que prescreveu para ajustar a condução.

    Hoje, com a telemedicina, é possível fazer esse acompanhamento de forma prática e segura, sem sair de casa. Em tempos de circulação de doenças infectocontagiosas como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e cepas mais agressivas de gripe aviária como H5N1, o atendimento online se tornou uma alternativa inteligente para proteger você e sua família. Além disso, você economiza tempo, evita deslocamentos e recebe orientação qualificada com comodidade.

    A própria plataforma Doctoralia facilita o acesso a médicos bem avaliados, com alto índice de satisfação, permitindo uma segunda opinião de forma rápida, discreta e baseada em evidências. Se precisar, posso te orientar melhor em uma teleconsulta, avaliando o contexto completo e ajudando a tomar decisões mais seguras desde o início da sua jornada de cuidado.


  • Minha bebê (menina) com 15 dias tinha 33,5 de PC. Ela nasceu com 39 semanas, pesando 2966 e com 47cm

    Minha bebê (menina) com 15 dias tinha 33,5 de PC. Ela nasceu com 39 semanas, pesando 2966 e com 47cm e não tive nenhuma intercorrência durante a gestação. Não sei com quantos centímetros de PC nasceu, pois não me falaram. Aos 2 meses estava apenas com 36 centímetros PC. Está alcançando todos os marcos até o momento. Hoje, com 2 meses e 13 dias está com 37 centímetros de PC. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação. Quando se trata do desenvolvimento de um bebê, qualquer medida fora do esperado pode gerar insegurança mesmo.

    O perímetro cefálico, que é a medida da cabeça, é um dos parâmetros mais importantes para acompanhar o crescimento do cérebro nos primeiros meses de vida. Ele não deve ser analisado de forma isolada, mas sim em conjunto com o peso, a estatura e, principalmente, com a evolução ao longo do tempo.

    Nos primeiros meses, espera-se que a cabeça do bebê cresça, em média, cerca de 1 a 2 cm por mês. No seu relato, sua bebê passou de 33,5 cm com 15 dias para 36 cm aos 2 meses e depois para 37 cm aos 2 meses e 13 dias. Isso mostra que houve crescimento progressivo, o que é um sinal positivo. Além disso, o fato de ela estar atingindo os marcos do desenvolvimento esperados para a idade é extremamente tranquilizador.

    Outro ponto importante é que pequenas variações nas medidas podem ocorrer por diferença na técnica de quem mede ou na posição da fita. Por isso, mais do que um número isolado, o que realmente importa é a curva de crescimento ao longo do tempo, preferencialmente acompanhada pelo mesmo profissional e registrada em gráficos adequados.

    Ainda assim, é fundamental que essa medida seja acompanhada de perto pelo pediatra. Em alguns casos, quando o crescimento da cabeça parece mais lento, pode ser necessário investigar melhor, avaliar o histórico familiar (pais com cabeça menor, por exemplo) e, se houver qualquer dúvida, solicitar exames complementares.

    Na maioria das vezes, especialmente quando o desenvolvimento está normal como você descreve, trata-se apenas de uma variação individual dentro da normalidade. Mas a vigilância cuidadosa faz toda a diferença para garantir que tudo continue evoluindo bem.

    Hoje, com os recursos da Telemedicina, é possível acompanhar essas medidas, revisar a caderneta da criança, avaliar marcos do desenvolvimento e orientar a família com segurança, conforto e rapidez. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar profissionais com alta experiência e excelente avaliação dos pacientes, facilitando muito esse processo.

    Em tempos de circulação de doenças infecciosas como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e outras viroses respiratórias, evitar deslocamentos desnecessários protege você e sua bebê. A teleconsulta reduz exposição, elimina tempo de espera e ainda permite um acompanhamento contínuo e qualificado.

    A telemedicina também viabiliza uma segunda opinião de forma prática e discreta, conectando você a diferentes especialistas sem sair de casa. Caso queira, posso te orientar melhor em uma teleconsulta, avaliando a evolução das medidas e trazendo mais segurança nesse acompanhamento. Mesmo que não precise agora, vale a pena guardar esse contato e conhecer melhor as possibilidades desse cuidado digital.


  • Boa tarde, gostaria de saber se algum de vocês tem conhecimento da doença Dejerine sottas??

    Boa tarde, gostaria de saber se algum de vocês tem conhecimento da doença Dejerine sottas??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação, principalmente quando se trata de uma condição rara e pouco conhecida, que costuma gerar muitas dúvidas e insegurança.

    A chamada Síndrome de Dejerine-Sottas, também conhecida como Charcot-Marie-Tooth tipo 3, é uma forma mais grave e precoce das neuropatias hereditárias do grupo da Doença de Charcot-Marie-Tooth. Trata-se de uma doença genética que afeta os nervos periféricos, responsáveis por levar informações do cérebro para os músculos e trazer de volta as sensações do corpo.

    Na prática, o que acontece é uma falha na mielina, que é como um “revestimento protetor” dos nervos. Quando essa estrutura está comprometida, o impulso nervoso fica lento ou ineficiente. Isso explica por que as crianças com essa condição costumam apresentar atraso para sentar, engatinhar ou andar, além de fraqueza muscular progressiva, principalmente nas pernas.

    Com o tempo, pode surgir atrofia muscular, alterações nos pés — como o pé cavo e dedos em garra — e redução da sensibilidade, levando a dormência, formigamento ou até dor. Em alguns casos, os nervos ficam espessados, o que pode ser percebido em exames específicos.

    Apesar de ser uma doença de evolução importante, é fundamental entender um ponto que tranquiliza muitas famílias: geralmente não reduz a expectativa de vida. O impacto maior está na limitação motora e funcional.

    O diagnóstico costuma ser feito com base na avaliação neurológica, estudos de condução nervosa — que mostram uma velocidade muito reduzida — e testes genéticos, que confirmam a alteração responsável. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhor o planejamento do cuidado.

    Ainda não existe cura, mas há muito o que pode ser feito. O tratamento é centrado na reabilitação. Fisioterapia, terapia ocupacional e, em alguns casos, uso de órteses ajudam a preservar a mobilidade, prevenir deformidades e melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento regular com equipe especializada faz toda a diferença na evolução.

    Diante de um quadro como esse, cada detalhe da história clínica e do exame físico importa. Por isso, uma avaliação individualizada é essencial para orientar corretamente a família, esclarecer o prognóstico e organizar o plano terapêutico.

    Hoje, a telemedicina permite esse acompanhamento de forma prática e segura. Em uma teleconsulta, é possível analisar o caso com profundidade, revisar exames, orientar condutas e tirar dúvidas com calma. Plataformas como a Doctoralia facilitam o acesso a médicos bem avaliados, com experiência e alto índice de satisfação dos pacientes.

    Em um cenário com circulação de infecções como COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e cepas de gripe aviária como H5N1, o atendimento online se tornou uma alternativa segura para proteger você e sua família, evitando deslocamentos e ambientes de risco. Além disso, economiza tempo e permite que você invista sua energia no que realmente importa.

    A telemedicina também possibilita segunda opinião médica com rapidez, discrição e acesso a diferentes especialistas, o que é especialmente valioso em doenças raras como essa.

    Se fizer sentido para você, posso ajudar a analisar o caso de forma mais detalhada em uma teleconsulta. Mesmo que não seja agora, vale a pena conhecer o perfil, explorar conteúdos e manter esse contato acessível para quando precisar.


  • Boa noite, meu filho tem 4 anos, já deu convulsão febril com 2, 3 e 4 anos. Fez o exame eletrocefalo

    Boa noite, meu filho tem 4 anos, já deu convulsão febril com 2, 3 e 4 anos. Fez o exame eletrocefalogrma e não deu alteração. E de família, pois eu, minha irmã, meu irmão, minha sobrinha, todos demos pequenos. Devo me preocupar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, principalmente por já ter presenciado mais de um episódio de convulsão no seu filho. Isso assusta mesmo, ainda mais quando se repete.

    A convulsão febril é relativamente comum na infância, especialmente entre 6 meses e 5 anos de idade. Ela acontece quando a temperatura sobe rapidamente, não necessariamente quando a febre está muito alta. Em muitos casos, existe uma predisposição familiar, como você descreveu. Quando vários membros da família tiveram convulsão febril na infância, isso reforça a ideia de um padrão benigno e autolimitado.

    O fato de o eletroencefalograma não ter mostrado alterações é um dado tranquilizador. Esse exame, quando normal, reduz bastante a probabilidade de epilepsia. Além disso, quando as crises ocorrem apenas durante episódios de febre, com recuperação completa depois, sem deixar sequelas, e a criança se desenvolve bem, o quadro costuma ser classificado como convulsão febril simples ou recorrente, mas ainda dentro de um espectro benigno.

    Ter mais de um episódio, como no caso do seu filho, não é incomum. Algumas crianças podem apresentar recorrência ao longo dos anos em que ainda são suscetíveis à febre. O risco de evoluir para epilepsia existe, mas é baixo na maioria dos casos, especialmente quando não há outros sinais neurológicos associados, como atraso no desenvolvimento, crises sem febre ou alterações no exame neurológico.

    O mais importante é saber como agir no momento da crise. Manter a calma, deitar a criança de lado, proteger a cabeça, não colocar nada na boca e observar o tempo de duração são medidas fundamentais. Crises que duram mais de cinco minutos, se repetem no mesmo episódio de febre ou vêm acompanhadas de sinais diferentes do habitual precisam de avaliação médica imediata.

    Mesmo sendo um quadro geralmente benigno, o acompanhamento é essencial. Cada criança tem sua história, e detalhes fazem diferença na avaliação do risco e na condução.

    Hoje, com a Telemedicina, é possível fazer esse acompanhamento de forma prática, segura e com acesso a profissionais experientes, inclusive para uma segunda opinião. Plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada. Em tempos de circulação de doenças como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovirus B19 e até variantes mais agressivas da gripe aviária H5N1, evitar exposições desnecessárias faz toda diferença na proteção da sua família.

    A teleconsulta economiza tempo, evita deslocamentos e permite esclarecer dúvidas com profundidade, no conforto de casa. É uma forma moderna e segura de cuidar da saúde. Se precisar, posso te orientar melhor em uma consulta online, avaliando com mais detalhes o histórico do seu filho e te ajudando a conduzir com mais tranquilidade cada situação.


  • Olá, Uma consulta virtual com neuropediatra pode ser suficiente para prescrição de medicamentos a cr

    Olá, Uma consulta virtual com neuropediatra pode ser suficiente para prescrição de medicamentos a criança Autista, já dignostica? no caso meu filho já tem 10 anos. Sobre o tratamento com a Leucovorina????

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação e o desejo de oferecer ao seu filho todas as possibilidades de tratamento que possam ajudá-lo.

    Uma consulta virtual com neuropediatra pode, sim, ser suficiente para avaliar uma criança com Transtorno do Espectro Autista já diagnosticado, especialmente quando falamos em acompanhamento, ajustes de conduta e prescrição de medicamentos. A teleconsulta não deve ser vista como um único encontro isolado, mas como parte de um seguimento contínuo ao longo do tempo. Com uma boa anamnese, análise de relatórios anteriores, histórico escolar, terapias em andamento e conversa detalhada com os pais, é possível tomar decisões seguras e responsáveis. Em muitos casos, a avaliação clínica cuidadosa, mesmo à distância, oferece informações mais relevantes do que o exame físico isolado.

    Quando falamos em prescrição, é importante deixar claro que medicamentos no autismo não tratam o transtorno em si. Eles são indicados para sintomas associados, como irritabilidade intensa, agressividade, hiperatividade, ansiedade ou distúrbios do sono. Cada caso precisa ser individualizado. A idade de 10 anos é uma fase importante, com mudanças cognitivas, emocionais e hormonais, e o acompanhamento regular faz diferença.

    Sobre o uso da Leucovorin, é fundamental esclarecer: não existe evidência científica robusta que sustente seu uso como tratamento para autismo. A Leucovorin é uma forma ativa do ácido fólico, utilizada em situações muito específicas na prática médica, como em protocolos oncológicos ou em casos raros de distúrbios metabólicos. O que tem circulado nas redes sociais sobre seu uso para autismo não é baseado em estudos consistentes, reprodutíveis e de alta qualidade metodológica. Não é uma conduta recomendada pela Sociedade Brasileira de Neurologia Pediátrica. Quando analisamos medicina com seriedade, precisamos nos apoiar em evidências sólidas, não em relatos isolados ou promessas difundidas sem critério científico.

    É compreensível que famílias busquem alternativas quando desejam avanços no desenvolvimento da criança. No entanto, intervenções sem respaldo científico podem gerar falsas expectativas, custos desnecessários e até riscos. O tratamento do autismo continua sendo baseado principalmente em intervenções comportamentais estruturadas, suporte psicopedagógico, terapias multidisciplinares e, quando necessário, medicação para sintomas associados.

    Uma teleconsulta permite revisar o diagnóstico, avaliar evolução, discutir exames prévios, ponderar riscos e benefícios de qualquer intervenção e definir um plano terapêutico realista. Também possibilita segunda opinião de forma rápida, segura e discreta, inclusive com especialistas experientes. Hoje a Telemedicina é regulamentada, segura e adequada para esse tipo de acompanhamento longitudinal.

    Em tempos de COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19, circulação de cepas virulentas de influenza como a H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online se tornou uma forma inteligente de proteger sua família. Você evita deslocamentos, salas de espera lotadas, economiza tempo e mantém a rotina da criança preservada. A saúde está passando por uma transformação digital importante, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, ampliando o acesso a especialistas qualificados sem sair de casa.

    Se desejar, em uma teleconsulta é possível analisar com profundidade o caso do seu filho, discutir dúvidas específicas sobre medicamentos e definir os próximos passos com segurança. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e alto índice de satisfação, facilitando o acesso aos profissionais mais recomendados. A Telemedicina permite inclusive segunda opinião de maneira prática e confiável. Caso tenha interesse, basta acessar o perfil do especialista. Mesmo que não precise agora, vale a pena manter esse contato para futuras orientações e acompanhamento contínuo.


  • Meu filho autista ainda usa fralda, pq só faz as necessidades se tiver com a mesma. Quando não está

    Meu filho autista ainda usa fralda, pq só faz as necessidades se tiver com a mesma. Quando não está fica o dia sem fazer necessidades e quando não aguenta mais segurar, solicita fralda. É uma firma de se sentir seguro para necessidade.
    O médico receitou imipramina, segundo ele, irá ajudar no processo. Realmente isso pode acontecer. Ele não tem incontinência urinária, mas só aceita fazer as necessidades se está usando fralda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. O desfralde em crianças no espectro autista pode ser um processo mais demorado, não por incapacidade física, mas por questões emocionais, sensoriais e comportamentais. Muitas vezes, a fralda funciona como um elemento de segurança. Ela representa previsibilidade. Sem ela, a criança pode sentir ansiedade, insegurança ou desconforto sensorial.

    Pelo que você descreve, seu filho não apresenta incontinência urinária ou fecal. Ele consegue segurar. Isso é um dado importante. O que acontece parece ser uma associação psicológica entre evacuar ou urinar e estar usando fralda. Não é um problema de controle esfincteriano, mas de condicionamento e segurança emocional.

    A imipramina é um antidepressivo tricíclico. Em pediatria, costuma ser utilizada principalmente para enurese noturna em casos específicos, porque reduz a contração da bexiga e altera o padrão do sono. No cenário que você relata, em que não há perda involuntária de urina, mas sim recusa comportamental em usar o vaso sanitário, não há evidência consistente de que a medicação resolva a raiz do problema. Medicamento não substitui aprendizado comportamental nem reprograma, sozinho, uma associação emocional construída ao longo do tempo.

    O que tem respaldo prático e científico é o treinamento sanitário estruturado. Esse processo exige repetição, previsibilidade, reforço positivo e adaptação às particularidades sensoriais da criança. A Terapia Ocupacional ajuda a trabalhar a integração sensorial, a tolerância ao banheiro, ao vaso, ao som da descarga, à textura do assento. A psicoterapia auxilia na ansiedade e na rigidez comportamental. Em alguns casos, a fisioterapia pélvica contribui para melhorar a consciência corporal e o relaxamento adequado da musculatura do assoalho pélvico.

    É um caminho que demanda paciência. Forçar ou retirar abruptamente a fralda pode aumentar a ansiedade e reforçar o bloqueio. O ideal é um plano progressivo, com metas pequenas, rotina fixa de idas ao banheiro, uso de reforçadores que realmente motivem a criança e orientação técnica próxima.

    Cada criança no espectro tem seu tempo. Comparações com outras crianças só aumentam a angústia dos pais. O foco deve ser evolução gradual e consistente.

    Em uma teleconsulta é possível avaliar melhor o perfil do seu filho, entender o histórico completo, revisar a indicação medicamentosa e estruturar um plano individualizado. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e alto índice de satisfação, o que traz mais segurança na decisão.

    Vivemos um período em que COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas continuam circulando. O atendimento por Telemedicina protege você e sua família, evita deslocamentos, salas de espera e exposição desnecessária. Você economiza tempo, mantém sua rotina de trabalho ou estudo e participa da transformação digital da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.

    A Telemedicina hoje permite, inclusive, segunda opinião médica de forma rápida, segura e discreta, com acesso a profissionais experientes e bem avaliados. Posso orientá-la nesse início de jornada, organizando os próximos passos dentro da Atenção Primária à Saúde. Mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar nosso contato para quando achar necessário.


  • Meu filho tem 5 anos 24 kilos e começou tomar arpejo(2 gotas de manhã e 2 a noite), está 3 semanas,e

    Meu filho tem 5 anos 24 kilos e começou tomar arpejo(2 gotas de manhã e 2 a noite), está 3 semanas,ele está bem sonolento e fica irritado,"um grude"comigo (mãe),não tem interesse de brincar como antes.
    Isso é normal?
    Foi diagnosticado com TEA suporte 3, medicação prescrita pra ajudar a controlar a ansiedade e agitação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Ver um filho mais sonolento, irritado e diferente do que costumava ser angustia qualquer mãe, ainda mais quando estamos falando de uma criança de 5 anos com diagnóstico de TEA nível 3 e em início de medicação.

    O aripiprazol é um medicamento usado com frequência para ajudar a controlar irritabilidade, agitação, impulsividade e comportamentos agressivos em crianças com Transtorno do Espectro Autista. Ele atua em receptores de dopamina e serotonina no cérebro, modulando circuitos ligados ao comportamento e à regulação emocional. Em muitos casos, pode trazer benefícios importantes. No entanto, como todo medicamento que age no sistema nervoso central, pode provocar efeitos colaterais.

    Sonolência nas primeiras semanas é um efeito relativamente comum. Algumas crianças também ficam mais apáticas, menos interessadas em brincar ou mais dependentes emocionalmente dos pais, como se buscassem mais segurança. Irritabilidade paradoxal também pode ocorrer, especialmente no início do tratamento ou quando a dose não está ideal para aquela criança.

    Três semanas ainda é um período de adaptação. Em parte dos pacientes, o organismo se ajusta e a sonolência diminui com o tempo. Porém, quando há mudança clara no padrão de comportamento, como perda de interesse nas atividades que antes davam prazer, excesso de apego ou redução importante da iniciativa, isso merece ser reavaliado pelo médico que prescreveu.

    A dose que você descreve, totalizando 4 mg por dia, não é considerada alta, mas cada criança responde de maneira muito individual. Peso corporal não é o único fator determinante; sensibilidade neurológica, perfil metabólico e intensidade dos sintomas também influenciam. Às vezes, um pequeno ajuste na dose ou na divisão dos horários já melhora bastante os efeitos indesejados. Em outras situações, é necessário reconsiderar a estratégia terapêutica.

    É fundamental não suspender o medicamento por conta própria. A retirada abrupta pode causar piora da irritabilidade e instabilidade emocional. O caminho mais seguro é comunicar ao médico exatamente o que você está observando, de forma objetiva: desde quando começou a sonolência, se ele dorme mais durante o dia, como está o apetite, se houve alteração no sono noturno, se a agitação diminuiu de fato ou se apenas ficou mais “apagado”.

    O objetivo do tratamento não é sedar a criança. É melhorar qualidade de vida, reduzir sofrimento e ampliar a capacidade de interação e aprendizado. Se o remédio está tirando a vitalidade e o interesse pelo brincar, precisamos ponderar custo e benefício.

    Em uma teleconsulta é possível avaliar esses detalhes com calma, revisar a dose, discutir alternativas e orientar os próximos passos com segurança. Plataformas como a Doctoralia facilitam a escolha de médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada, inclusive para segunda opinião. A Telemedicina hoje permite acompanhamento conveniente, rápido, seguro e discreto, algo ainda mais relevante em tempos de COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas. O atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos e salas de espera, economiza tempo e mantém a continuidade do cuidado.

    Estamos vivendo a transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. A Atenção Primária pode e deve começar por uma orientação adequada, mesmo no início da jornada terapêutica. Caso queira, posso ajudar em teleconsulta para avaliar melhor a situação do seu filho. E, mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil na plataforma e guardar o contato. Ter acesso rápido a orientação qualificada faz diferença quando surgem dúvidas como essa.


  • Meu filho tem 15 anos, vai fazer 16 em Abril. Às vezes pego ele falando sozinho e ele fica muito br

    Meu filho tem 15 anos, vai fazer 16 em Abril.
    Às vezes pego ele falando sozinho e ele fica muito bravo e às vezes ele fala sozinho sorrindo. Ele é curioso e agitado. Ele teve muitos problemas na escola por causa disso, é agressivo quando tem brigas ou discussões perto dele, fica descontrolado. E às vezes tem um comportamento infantil. É muito ansioso também. Tem manias, uma delas é de usar meia sempre, até quando está muito calor.
    Às vezes se recusa a usar sabonete e shampoo no banho, às vezes toma banho normal, às vezes se recusa a comer comida, e às vezes come normalmente. Médico pediu para ele tomar Depakene e Resperidona. Mas, às vezes ele fica bem tranquilo e conversa normal, nós nunca sabemos como ele vai agir nos lugares, temos medo que ele fique bravo, não sabemos exatamente o que poder ser, estamos investigando.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Ver um filho oscilar tanto no comportamento, ora tranquilo e conversando normalmente, ora irritado, agressivo ou falando sozinho, causa angústia e insegurança na família.

    Na adolescência, muitas mudanças emocionais e hormonais acontecem ao mesmo tempo. No entanto, quando surgem sinais como falar sozinho com frequência, alterações bruscas de humor, explosões de raiva desproporcionais, ansiedade intensa, comportamentos repetitivos ou manias rígidas — como precisar usar meia mesmo no calor — e dificuldades importantes na escola e na convivência social, é fundamental investigar com cuidado.

    Falar sozinho, isoladamente, não significa doença. Muitos adolescentes fazem isso como forma de organizar pensamentos. O que chama atenção é o conjunto dos sintomas: irritabilidade intensa, descontrole diante de conflitos, comportamento às vezes infantil para a idade, recusa intermitente em cuidados básicos como banho ou alimentação, além de ansiedade marcante. Esse padrão sugere que pode haver um transtorno do neurodesenvolvimento, um transtorno de humor, um quadro psicótico em início, ou mesmo uma associação de condições. Cada uma dessas possibilidades exige avaliação criteriosa.

    O uso de Depakene (valproato) costuma ser indicado para estabilização do humor, controle de impulsividade e, em alguns casos, epilepsia. A risperidona é utilizada para reduzir agressividade, irritabilidade, agitação e sintomas psicóticos, quando presentes. O fato de o médico ter prescrito essas medicações indica que ele percebeu alterações importantes no humor e no comportamento que merecem intervenção. Isso não fecha diagnóstico definitivo, mas mostra que há necessidade de acompanhamento próximo.

    A oscilação entre momentos em que ele parece “normal” e outros em que perde o controle também é característica de alguns transtornos psiquiátricos da adolescência. Nessas situações, o cérebro funciona como se tivesse dificuldade em regular emoções e impulsos. Não é falta de educação, nem “manha”. É sofrimento real, que precisa de abordagem técnica.

    Outro ponto importante é a agressividade quando há discussões por perto. Alguns adolescentes apresentam hipersensibilidade emocional ou dificuldade de processamento social. Eles se sentem ameaçados com facilidade e reagem de forma explosiva. A ansiedade intensa pode piorar esse padrão.

    É essencial que ele seja avaliado por psiquiatra da infância e adolescência ou neuropediatra, com investigação detalhada do histórico de desenvolvimento, comportamento desde a infância, desempenho escolar, padrão de sono, possíveis sintomas psicóticos, além de avaliação familiar. Às vezes são necessários exames complementares, mas o principal instrumento diagnóstico continua sendo a escuta clínica cuidadosa.

    O tratamento costuma envolver medicação quando indicada, psicoterapia estruturada e orientação familiar. A família também precisa de apoio para aprender a lidar com as crises, estabelecer limites consistentes e reduzir gatilhos de conflito.

    Em uma teleconsulta é possível organizar todas essas informações com calma, revisar a história completa, avaliar a resposta às medicações e esclarecer dúvidas. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e alto índice de satisfação, o que traz mais segurança na busca por segunda opinião.

    A Telemedicina hoje permite avaliações detalhadas, segundas opiniões e acompanhamento contínuo de forma rápida, segura e discreta. Em tempos de COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online protege você e sua família da exposição desnecessária. Você evita deslocamentos, salas de espera lotadas e ganha tempo para investir no trabalho e nos estudos.

    Estamos vivendo a transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Não faz sentido abrir mão dessa possibilidade quando ela pode facilitar o acesso a especialistas e acelerar decisões importantes. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Se desejar, posso orientá-lo em teleconsulta e ajudar a organizar essa investigação com mais clareza e segurança.


  • Posso mudar os horários de dá o depakene e o levetiracetan meu filho toma 8 da manhã e 8 d noite pos

    Posso mudar os horários de dá o depakene e o levetiracetan meu filho toma 8 da manhã e 8 d noite posso mudar pra 7 da manhã e 7 da noite?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua dúvida. Quando uma criança usa medicamentos anticonvulsivantes, como o Depakene (ácido valproico) e o levetiracetam, é natural que os pais se preocupem com a regularidade dos horários e com possíveis mudanças na rotina.

    De modo geral, uma pequena alteração de horário como essa — de 8h para 7h da manhã e de 20h para 19h — costuma ser segura. O mais importante nesses tratamentos é manter um intervalo relativamente constante entre as doses, normalmente em torno de 12 horas. Essa regularidade ajuda a manter níveis estáveis do medicamento no sangue, o que é fundamental para prevenir crises epilépticas e garantir a eficácia do tratamento.

    Mudanças de apenas uma hora, para mais cedo ou mais tarde, raramente causam problemas, desde que o novo horário seja mantido de forma consistente todos os dias. Muitos pais fazem esse tipo de ajuste para adaptar a medicação à rotina da escola, ao horário de sono da criança ou à dinâmica da casa. O que não é recomendado é ficar variando frequentemente os horários ou esquecer doses, pois isso pode interferir na estabilidade do tratamento.

    Outro ponto importante é observar a criança após qualquer ajuste na rotina da medicação. Caso surjam sintomas diferentes, sonolência excessiva, irritabilidade ou qualquer sinal que preocupe a família, vale conversar com o médico que acompanha o caso para avaliar se está tudo bem com o esquema terapêutico.

    Se restarem dúvidas sobre horários, doses ou possíveis efeitos, uma teleconsulta permite avaliar a situação com calma, revisar o tratamento e orientar a família de forma personalizada. Hoje a Telemedicina possibilita consultas de segunda opinião de maneira rápida, segura e discreta, inclusive com médicos muito bem avaliados na plataforma Doctoralia.

    Além da comodidade, o atendimento online evita deslocamentos, trânsito e salas de espera cheias. Em um cenário em que ainda convivemos com diversas doenças infectocontagiosas — como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e até cepas virulentas da gripe aviária H5N1 — a teleconsulta se tornou uma forma moderna de cuidar da saúde com mais segurança para você e sua família.

    A transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, já permite acompanhamento médico eficiente à distância, especialmente para orientações iniciais e acompanhamento em Atenção Primária. Em uma teleconsulta é possível esclarecer dúvidas sobre medicações, ajustar rotinas de tratamento e orientar os próximos passos com tranquilidade.

    Caso deseje, também posso ajudar em uma avaliação por teleconsulta. Mesmo que não precise agora, vale a pena visitar meu perfil, conhecer as orientações disponíveis e guardar o contato. A própria Telemedicina permite buscar segunda opinião de forma conveniente e rápida, com acesso a diversos médicos experientes desta plataforma. Se tiver interesse, basta acessar o perfil do especialista.


  • Bom dia! minha filha fez um blood patch tem 1 mês para fechar uma fístula liquorica na região sacr

    Bom dia!
    minha filha fez um blood patch tem 1 mês para fechar uma fístula liquorica na região sacral.
    Ela ainda sente dores, isso é normal ?
    caso não tenha fechado, qual próximo passo a ser dado ?
    estou muito apreensiva

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua apreensão. Quando uma pessoa faz um blood patch para tentar fechar uma fístula liquórica, o esperado é que, com o passar dos dias, os sintomas ligados ao vazamento diminuam e a dor local também vá cedendo. Uma dor na região lombossacra pode acontecer depois do procedimento, porque há irritação dos tecidos e tensão muscular ao redor. Em geral, melhora progressivamente. Quando a dor persiste por um mês, merece reavaliação, não porque “certamente deu errado”, mas porque é preciso separar o que é desconforto residual do procedimento do que pode ser sinal de que o vazamento ainda está ativo ou de outra complicação.

    O ponto principal é entender como é essa dor e se ela vem acompanhada de sinais típicos de fístula em atividade. O sintoma mais característico de perda de líquor é a dor de cabeça que piora quando a pessoa fica em pé e melhora ao deitar, muitas vezes com náuseas, tontura, sensibilidade à luz, zumbido ou sensação de ouvido tampado. Em vazamentos na coluna, alguns pacientes têm também dor nas costas, rigidez, mal-estar. Se a sua filha não tem mais esse padrão de dor de cabeça “postural” e está apenas com dor local na região sacral, pode ser algo inflamatório ou muscular, mas ainda assim vale examinar e, muitas vezes, pedir imagem para ter segurança.

    Agora, se a dor está piorando em vez de melhorar, se apareceu febre, vermelhidão, calor ou inchaço no local, se houve fraqueza, dormência, dor descendo para as pernas, alteração para urinar ou evacuar, ou se ela voltou a ter dor de cabeça forte com padrão postural, isso não é para “esperar mais um pouco”: é motivo para contato rápido com o serviço que fez o procedimento ou avaliação presencial, porque essas pistas mudam a urgência e o tipo de conduta.

    Caso a fístula não tenha fechado, o “próximo passo” costuma seguir uma lógica. Primeiro, confirmar se ainda existe vazamento e tentar localizar melhor a área com exames como ressonância (às vezes com contraste) e, em situações selecionadas, mielografia por tomografia. Confirmado o vazamento, uma conduta comum é repetir o blood patch, de preferência mais direcionado ao ponto suspeito. Em alguns casos, pode-se considerar cola de fibrina (um “selante”) guiada por imagem. Quando há um defeito anatômico que não responde a medidas conservadoras, ou quando o vazamento é persistente, entra em cena a avaliação neurocirúrgica para reparo. Isso tudo precisa ser individualizado: idade da sua filha, causa da fístula, exame neurológico, achados de imagem e intensidade dos sintomas.

    O que eu faria no seu lugar, de modo prático e seguro, é não ficar só na dúvida. Um mês é tempo suficiente para justificar uma reavaliação organizada com quem acompanha o caso (anestesiologia da dor, neurologia, neurocirurgia, conforme o serviço). Muitas vezes, uma conversa bem dirigida e um exame clínico já orientam se estamos diante de recuperação lenta, dor residual do procedimento ou sinais de persistência da fístula.

    Se você quiser, uma teleconsulta ajuda muito a reconstruir a história com calma, revisar exames, entender exatamente o padrão da dor e definir quais sinais exigem urgência e quais permitem planejamento. A própria plataforma Doctoralia costuma destacar profissionais com alta satisfação em atendimentos, o que facilita encontrar médicos bem avaliados para segunda opinião. E, em tempos de COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas de gripe aviária H5N1 e outras infecções transmissíveis, o atendimento online reduz exposição desnecessária, preserva sua rotina, evita deslocamentos e salas de espera e permite investir esse tempo no trabalho ou estudo — sem abrir mão do cuidado. Quando há sinais de alerta ou necessidade de exame físico e procedimentos, a consulta presencial entra como complemento, não como concorrente. A Telemedicina hoje também permite segunda opinião de forma conveniente, rápida, segura e discreta, com acesso a uma diversidade de médicos, inclusive os mais recomendados na plataforma; se tiver interesse, basta clicar no perfil, e mesmo que você não precise agora, vale visitar o perfil, ver os conteúdos e guardar o contato.


  • Meu filho tem 3 anos e 4 meses ele início respiridona peso 16 kilos o médico prescreveu 0,5 ml uma v

    Meu filho tem 3 anos e 4 meses ele início respiridona peso 16 kilos o médico prescreveu 0,5 ml uma vez a noite fiquei com resistência e medo quanto a dosagem será que é normal essa dose

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando um médico prescreve um medicamento para uma criança pequena, especialmente um remédio que atua no cérebro, é natural que os pais fiquem inseguros e queiram confirmar se a dose é realmente adequada.

    A risperidona é um medicamento bastante utilizado no tratamento de crianças com transtorno do espectro autista quando existem sintomas que causam sofrimento ou prejuízo importante no dia a dia, como irritabilidade intensa, agressividade, crises de agitação, autoagressão ou grande dificuldade de controle emocional. Ela não trata o autismo em si, mas ajuda a reduzir esses comportamentos e a melhorar a qualidade de vida da criança e da família.

    Em relação à dose, de forma geral, as crianças costumam iniciar com doses baixas e o médico ajusta gradualmente conforme a resposta clínica. Em muitos casos, a dose inicial costuma ficar entre 0,25 mg e 0,5 mg por dia, especialmente em crianças pequenas. Quando a prescrição vem em solução oral, 0,5 ml frequentemente corresponde a cerca de 0,5 mg do medicamento, dependendo da concentração da fórmula utilizada. Para uma criança de 3 anos e 4 meses com 16 kg, essa dose inicial costuma estar dentro da faixa habitualmente usada na prática clínica.

    Isso não significa que todas as crianças precisam da mesma quantidade. Cada caso é individual. O médico considera peso, idade, intensidade dos sintomas, histórico da criança e a resposta ao tratamento. Por isso, muitas vezes a medicação começa em uma dose baixa, administrada à noite, justamente para observar tolerância e possíveis efeitos como sonolência.

    Os efeitos colaterais mais comuns no início podem incluir sono, aumento do apetite, leve irritabilidade ou, em alguns casos, inquietação. A maioria das crianças tolera bem quando o medicamento é introduzido de forma gradual e acompanhado de perto pelo médico. Se aparecerem mudanças importantes no comportamento, rigidez muscular, sonolência excessiva ou qualquer reação que preocupe a família, o ideal é avisar o profissional que prescreveu para reavaliar.

    A sua atitude de questionar a dose e buscar entender o tratamento mostra cuidado com seu filho. Sempre que houver dúvida, o melhor caminho é conversar diretamente com o médico que acompanha a criança, porque ele conhece o caso em detalhes e pode explicar o motivo da escolha da dose.

    Hoje, a telemedicina facilita muito esse acompanhamento. Em uma teleconsulta é possível revisar a prescrição, discutir a evolução da criança, esclarecer dúvidas sobre dose, efeitos colaterais e até decidir se há necessidade de ajustes. Plataformas como a Doctoralia permitem escolher médicos com excelente histórico de atendimentos e alta satisfação dos pacientes, inclusive para segunda opinião médica.

    Além disso, em um momento em que convivemos com diversas doenças infectocontagiosas — como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), parvovírus B19 e cepas virulentas de gripe aviária como H5N1 — o atendimento online se tornou uma alternativa segura e prática. A telemedicina evita deslocamentos, reduz exposição em salas de espera, economiza tempo e permite que você cuide da saúde da sua família com conforto e discrição.

    A transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, já faz parte da rotina médica. Caso deseje, também posso orientar você em uma teleconsulta inicial para analisar melhor o caso, revisar a medicação e tirar outras dúvidas. Mesmo que não precise neste momento, vale a pena visitar o perfil profissional e guardar o contato. A telemedicina hoje permite consultas e também segundas opiniões médicas de forma rápida, segura e conveniente, com alguns dos profissionais mais bem avaliados da plataforma. Se houver interesse, basta acessar o perfil e agendar.


  • Meu filho toma 1 ml de respidona, hoje eu dei 1 ml e meu marido deu 1 ml, tomar 2 ml em 2 horas , o

    Meu filho toma 1 ml de respidona, hoje eu dei 1 ml e meu marido deu 1 ml, tomar 2 ml em 2 horas , o que fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Situações como essa acontecem com mais frequência do que imaginamos dentro de casa, especialmente quando mais de um cuidador administra a medicação sem saber que o outro já ofereceu a dose.

    A risperidona (provavelmente o medicamento ao qual você se refere como “respidona”) é um remédio usado com frequência em crianças para controlar irritabilidade, agitação, impulsividade ou alguns sintomas associados a transtornos do desenvolvimento. Quando ocorre uma dose duplicada acidental, como no caso de 1 ml administrado duas vezes em um intervalo curto, na maioria das situações não se trata de uma emergência grave, principalmente se a dose habitual da criança estiver dentro da faixa terapêutica prescrita pelo médico.

    O mais importante agora é observar a criança. Alguns efeitos podem aparecer quando a dose fica um pouco acima do habitual. Os mais comuns são sonolência mais intensa, moleza no corpo, tontura, fala mais lenta, irritabilidade ou, em alguns casos, queda da pressão que pode causar sensação de fraqueza. Em geral, esses sintomas são transitórios e desaparecem conforme o organismo metaboliza o medicamento.

    Se a criança estiver apenas mais sonolenta, mas acorda quando chamada, respira normalmente e mantém comportamento tranquilo, o mais seguro costuma ser apenas observar e não repetir a próxima dose no horário habitual sem orientação médica. Em muitos casos o médico orienta apenas ajustar o horário da próxima administração.

    Procure atendimento médico imediato se surgirem sinais como dificuldade para acordar a criança, respiração diferente do normal, vômitos repetidos, rigidez muscular importante, tremores intensos ou qualquer alteração que cause estranhamento. Esses quadros são raros, mas merecem avaliação.

    Também vale a pena combinar entre os cuidadores uma estratégia simples para evitar novas duplicações. Muitas famílias usam um quadro de controle, anotação no celular ou deixam o frasco em um local específico após a dose ter sido administrada.

    Uma teleconsulta pode ajudar muito nesse momento para avaliar melhor a dose que seu filho utiliza, o peso da criança, o horário das medicações e orientar com segurança sobre como proceder nas próximas horas. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos com excelente histórico de atendimento e satisfação dos pacientes, facilitando uma segunda opinião rápida e segura.

    Em tempos em que convivemos com COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas preocupantes de gripe aviária como H5N1 e outras doenças transmissíveis, a telemedicina tornou-se uma forma inteligente de cuidar da saúde sem se expor a ambientes cheios, salas de espera ou deslocamentos desnecessários. Você protege sua família, economiza tempo e recebe orientação médica qualificada diretamente de casa.

    A telemedicina hoje permite inclusive consultas de segunda opinião com diferentes especialistas de maneira rápida, discreta e segura. Caso ache útil, você pode acessar o perfil médico na plataforma, conhecer as avaliações de outros pacientes e agendar uma orientação. Mesmo que não precise agora, vale a pena guardar esse contato e acompanhar as redes profissionais para ter informação confiável sempre à mão.


  • Olá, tenho um filho de 3 anos e 7 meses, que tá com atraso na fala, ele só fala palavras soltas, aín

    Olá, tenho um filho de 3 anos e 7 meses, que tá com atraso na fala, ele só fala palavras soltas, aínda não forma frases, ele teve asfixia neonatal ao nascer, esse pode ser o motivo do atraso na fala dele?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação. Quando uma criança se aproxima dos quatro anos e ainda fala apenas palavras isoladas, sem formar frases simples, é natural que os pais se perguntem se algo no início da vida pode estar relacionado com esse atraso.

    A asfixia neonatal, que ocorre quando o bebê recebe menos oxigênio do que o necessário no momento do nascimento, pode sim estar associada a alterações no desenvolvimento neurológico em alguns casos. O cérebro do recém-nascido é muito sensível à falta de oxigênio, e dependendo da intensidade e da duração desse episódio, podem surgir repercussões mais tarde no desenvolvimento motor, cognitivo ou na linguagem. No entanto, é importante dizer com clareza: nem toda criança que teve asfixia ao nascer apresentará atraso na fala. Muitas evoluem normalmente.

    Quando um menino de 3 anos e 7 meses ainda não forma frases, o médico costuma investigar algumas possibilidades. Uma delas é o atraso simples de linguagem, que pode ocorrer em crianças que demoram um pouco mais para organizar a fala, mas que depois alcançam os colegas. Outra possibilidade é um transtorno motor da fala, como a apraxia de fala infantil, em que a criança tem dificuldade para coordenar os movimentos necessários para produzir palavras.

    Também é importante avaliar a audição. Crianças que escutam mal, mesmo que seja de forma parcial, podem ter dificuldade para desenvolver a linguagem. Muitas vezes os pais não percebem imediatamente uma perda auditiva leve ou moderada, mas ela pode interferir bastante na aquisição da fala.

    Outra investigação que o pediatra ou neuropediatra costuma fazer envolve o desenvolvimento global da criança. Em alguns casos, atraso de linguagem pode aparecer junto com outras condições do neurodesenvolvimento, como transtorno do espectro autista, deficiência intelectual ou até manifestações leves de paralisia cerebral decorrentes de eventos ao nascimento. Por isso a avaliação não se limita apenas à fala: observa-se o comportamento social, o brincar, o contato visual, a compreensão da linguagem e o desenvolvimento motor.

    Também é fundamental saber se ele entende bem o que é dito. Muitas crianças com atraso de fala compreendem frases, obedecem comandos simples e se comunicam por gestos. Esse detalhe ajuda muito o médico a direcionar o diagnóstico.

    De modo geral, diante de um quadro como o que você descreve, a recomendação é fazer uma avaliação mais detalhada com pediatra do desenvolvimento, neuropediatra ou fonoaudiólogo. Esses profissionais analisam o histórico do nascimento, o desenvolvimento da criança e podem solicitar exames quando necessário, como teste auditivo ou avaliações do desenvolvimento. Quanto mais cedo essa investigação acontece, maiores são as chances de estimular a criança da forma correta e favorecer o progresso da linguagem.

    Muitas crianças nessa idade apresentam melhora significativa quando recebem acompanhamento fonoaudiológico precoce. O cérebro infantil tem grande capacidade de adaptação, especialmente nos primeiros anos de vida.

    Uma teleconsulta pode ajudar bastante nesse momento inicial. Nela é possível revisar toda a história do nascimento, entender melhor como está o desenvolvimento do seu filho, orientar os próximos passos da investigação e esclarecer dúvidas com calma. Plataformas médicas como a Doctoralia permitem escolher profissionais com alto índice de satisfação dos pacientes e experiência comprovada em atendimento.

    Em tempos de circulação de diversas doenças infecciosas, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e cepas virulentas de gripe aviária como H5N1, o atendimento por telemedicina se tornou uma forma segura de cuidar da saúde. Você evita deslocamentos, salas de espera cheias e ainda economiza tempo para dedicar ao trabalho, aos estudos ou à própria família.

    A telemedicina também possibilita obter uma segunda opinião médica de forma rápida, discreta e conveniente, inclusive com especialistas bem avaliados nesta plataforma. Se desejar, posso orientar você em uma teleconsulta, avaliando melhor a situação do seu filho e ajudando a definir os próximos passos. Mesmo que não precise neste momento, vale a pena visitar meu perfil, conhecer as orientações disponíveis e guardar o contato. A saúde também está passando por uma grande transformação digital impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, e esse tipo de cuidado à distância já faz parte da nova realidade da medicina.


  • Eu tive um bebê prematuro com diagnóstico de holoprosrfaliaAlobar ele nasceu sem nenhuma má formação

    Eu tive um bebê prematuro com diagnóstico de holoprosrfaliaAlobar ele nasceu sem nenhuma má formação gostaria de saber se ele pode desenvolver alguma sequelas

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo a sua angústia. Receber o diagnóstico de holoprosencefalia alobar em um filho é algo que abala qualquer família, mesmo quando, externamente, o bebê não apresenta malformações visíveis.

    A holoprosencefalia alobar é a forma mais grave desse espectro de alterações do desenvolvimento cerebral. O que define o quadro não é a aparência externa do bebê, mas a forma como o cérebro se formou durante a gestação. Nessa condição, os hemisférios cerebrais não se separaram adequadamente. Isso compromete funções neurológicas essenciais, muitas vezes de maneira profunda e irreversível.

    É possível que, ao nascer, o bebê não apresente malformações faciais ou corporais evidentes. No entanto, as alterações estruturais cerebrais costumam determinar um prognóstico reservado. As sequelas podem incluir atraso global do desenvolvimento, dificuldades motoras importantes, alterações no tônus muscular, crises convulsivas, dificuldades de alimentação, problemas respiratórios e comprometimento do nível de consciência. Cada criança evolui de forma própria, mas, na forma alobar, o prognóstico costuma ser bastante sombrio.

    É importante dizer com clareza: não se trata de algo que possa “aparecer” mais tarde como surpresa. As alterações já estão presentes desde a formação do cérebro. O que acontece ao longo do tempo é a manifestação clínica dessas limitações, à medida que se espera que o desenvolvimento aconteça.

    Nesses casos, o foco costuma ser o cuidado paliativo. Paliação não significa desistir. Significa priorizar conforto, dignidade e qualidade de vida, evitando intervenções desproporcionais que tragam sofrimento sem benefício real. Uma equipe multiprofissional experiente pode ajudar muito nesse processo, oferecendo suporte médico, emocional e social para a família.

    Se você ainda não teve uma conversa detalhada com um neuropediatra ou com a equipe responsável, vale buscar essa orientação. Entender exatamente o grau de comprometimento cerebral nos exames de imagem ajuda a alinhar expectativas e decisões futuras.

    Hoje, a Telemedicina permite que você tenha acesso a uma segunda opinião de forma rápida, segura e discreta. Em uma teleconsulta é possível analisar exames, discutir o prognóstico com calma e esclarecer dúvidas que muitas vezes ficam reprimidas na consulta presencial. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e alto índice de satisfação, o que traz mais segurança na decisão.

    Vivemos um período em que COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas continuam circulando. O atendimento online reduz deslocamentos, evita salas de espera e protege você e sua família de exposições desnecessárias. Além disso, economiza tempo e permite que você mantenha sua rotina de trabalho ou estudos. Essa é a transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, ampliando o acesso e a qualidade do cuidado.

    Posso orientá-la em uma teleconsulta, especialmente neste momento inicial, em que informações claras fazem toda a diferença. Mesmo que você não precise agora, recomendo visitar meu perfil na plataforma e nas redes sociais e guardar o contato. A Telemedicina oferece segunda opinião com diversidade de especialistas, inclusive os mais bem avaliados. Se desejar, basta acessar o perfil e agendar.


  • Minha filha de 13 anos foi indicada para fazer uma avaliação neuropsicológica para TEA,foram program

    Minha filha de 13 anos foi indicada para fazer uma avaliação neuropsicológica para TEA,foram programada 4 sessões,mas na 3 a neuropsicologa já disse que faria o laudo.
    Apesar de ser um lugar específico e com excelentes profissionais eu fiquei na dúvida se só 3 sessões foram realmente suficiente para essa avaliação. Respondi a todos os questionários. Tô com medo dela ter um diagnóstico inadequado por falta das sessões . Alguém pode me ajudar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação. Quando se fala em diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), é natural que os pais temam que algo seja feito com pressa ou sem a profundidade necessária. Afinal, trata-se de uma avaliação que pode influenciar muitas decisões futuras na vida de uma criança ou adolescente.

    É importante saber que o número de sessões, por si só, não determina a qualidade de uma avaliação neuropsicológica. Existem profissionais que seguem protocolos rígidos, com várias etapas distribuídas ao longo de muitas consultas. Outros conseguem chegar a uma conclusão mais cedo porque os sinais clínicos e comportamentais são bastante evidentes desde o início. Em adolescentes, especialmente quando as características do espectro são claras — como padrões de comunicação, interação social, interesses restritos ou formas específicas de pensar — um especialista experiente pode levantar hipóteses diagnósticas ainda nas primeiras entrevistas.

    A avaliação neuropsicológica não depende apenas do tempo de consulta. Ela envolve a análise de diversos elementos: entrevista clínica, observação direta do comportamento, testes padronizados, histórico de desenvolvimento, questionários respondidos pelos pais e, muitas vezes, informações da escola. Se esses dados já estavam suficientemente claros nas primeiras sessões, é possível que a profissional tenha reunido material suficiente para elaborar o laudo antes da quarta sessão prevista.

    Isso não significa, necessariamente, que houve superficialidade. Em alguns casos, prolongar artificialmente o processo não acrescenta informações relevantes. O diagnóstico, quando bem conduzido, baseia-se mais na qualidade da avaliação do que na quantidade de encontros.

    Mesmo assim, o sentimento de dúvida dos pais merece respeito. O diagnóstico de TEA não se baseia apenas em um teste isolado; ele resulta de uma análise clínica abrangente. Se algo ainda gera insegurança, buscar uma segunda opinião é uma atitude absolutamente legítima. Outro especialista pode revisar o caso, conversar com vocês e com a adolescente, analisar os questionários e confirmar ou não as conclusões iniciais. Na medicina, esse processo de segunda opinião é comum e ajuda muitas famílias a se sentirem mais seguras.

    Vale lembrar que, caso exista realmente um quadro dentro do espectro, ele não aparece ou desaparece por causa do número de sessões. O que muda é apenas a compreensão do quadro e a orientação adequada para o desenvolvimento da jovem. O objetivo do diagnóstico não é rotular, mas abrir caminhos para intervenções, estratégias educacionais e apoio emocional.

    Hoje também é possível discutir esse tipo de situação com especialistas por telemedicina. Em uma teleconsulta, você pode apresentar os relatórios, esclarecer dúvidas sobre o processo diagnóstico e receber orientação segura antes mesmo de tomar novas decisões. A própria plataforma Doctoralia reúne médicos com grande experiência, alto índice de satisfação dos pacientes e histórico sólido de atendimentos.

    Além da comodidade, o atendimento online protege você e sua família em um momento em que ainda convivemos com diversas doenças infectocontagiosas, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e cepas virulentas de gripe aviária H5N1. A telemedicina evita deslocamentos, salas de espera e exposição desnecessária, economiza tempo e permite investir melhor suas horas no trabalho, nos estudos e na própria família. Estamos vivendo uma transformação profunda na saúde com a Web 4.0 e a inteligência artificial, e a telemedicina faz parte dessa revolução.

    Inclusive, posso orientá-lo em uma teleconsulta para analisar melhor essa situação e ajudá-lo a entender o processo diagnóstico. Mesmo que você não precise de mim neste momento, vale a pena visitar meu perfil, conhecer meu trabalho, minhas redes sociais e guardar o contato para quando precisar.

    A telemedicina hoje permite consultas de segunda opinião de forma conveniente, rápida, segura e discreta, com acesso a diferentes especialistas — inclusive alguns dos médicos mais bem avaliados desta plataforma. Caso tenha interesse, basta clicar no perfil e conhecer as opções disponíveis.


  • Tenho um filho com autismo nivel 1 de suporte, ele tomava resperidona 1mg e o medico agora passou at

    Tenho um filho com autismo nivel 1 de suporte, ele tomava resperidona 1mg e o medico agora passou atendah 18mg para ele tomar também, os dois ao acordar, porém estou com receio, teria algum problema dar essa combinação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando um médico acrescenta uma nova medicação ao tratamento de uma criança, especialmente no caso do autismo, é natural que os pais fiquem receosos e queiram ter certeza de que estão fazendo a escolha mais segura.

    A combinação de risperidona com atomoxetina (Atentah) pode ser utilizada em algumas situações clínicas e, em geral, não é considerada uma associação proibida. Cada medicamento atua de maneira diferente no cérebro. A risperidona é um antipsicótico atípico frequentemente usado no transtorno do espectro autista para ajudar a reduzir irritabilidade, agressividade, impulsividade e crises comportamentais. Já a atomoxetina é um medicamento indicado principalmente para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), atuando no sistema de noradrenalina para melhorar atenção, controle da impulsividade e organização do comportamento.

    Muitas crianças com autismo também apresentam sintomas importantes de desatenção, hiperatividade ou impulsividade. Quando isso acontece, alguns médicos optam por associar medicamentos que tratem aspectos diferentes do funcionamento cerebral. Nesses casos, a risperidona pode continuar ajudando no controle comportamental, enquanto a atomoxetina é introduzida para melhorar atenção e autorregulação.

    Do ponto de vista farmacológico, não existe uma interação grave conhecida entre esses dois medicamentos que impeça o uso conjunto. Ainda assim, como qualquer tratamento, a associação exige acompanhamento médico cuidadoso. Nos primeiros dias ou semanas podem surgir efeitos como sonolência, redução do apetite, dor abdominal, irritabilidade ou alterações no sono. Na maioria das vezes esses efeitos são leves e transitórios, mas devem sempre ser observados pelos pais e comunicados ao médico responsável.

    Outro ponto importante é que a atomoxetina costuma ter um início de efeito gradual. Diferente de alguns estimulantes, ela pode levar algumas semanas para mostrar benefícios claros na atenção e no comportamento. Por isso, é comum que o médico mantenha acompanhamento próximo para avaliar se a dose está adequada e se o tratamento está trazendo melhora funcional para a criança.

    Se o seu filho já utilizava risperidona e estava estável, a introdução da atomoxetina geralmente é feita de forma cautelosa, com doses iniciais baixas, exatamente como parece ter sido prescrito no seu caso. Isso permite observar como o organismo da criança reage à nova medicação.

    Mesmo assim, cada criança é única. Idade, peso, sensibilidade individual aos medicamentos, presença de TDAH associado e características do comportamento influenciam muito a decisão terapêutica. Por isso, quando surgem dúvidas sobre a combinação de medicamentos, o melhor caminho é discutir diretamente com um médico que possa avaliar o caso completo.

    Em uma teleconsulta, é possível revisar a história clínica da criança, analisar os sintomas atuais, avaliar possíveis efeitos colaterais e orientar com mais segurança sobre o uso da risperidona associada à atomoxetina. A Telemedicina hoje permite consultas de segunda opinião de forma rápida, discreta e segura, com médicos experientes e bem avaliados na plataforma.

    Além da comodidade, o atendimento online evita deslocamentos, salas de espera cheias e exposição desnecessária a infecções. Em um cenário em que convivemos com COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária como H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, a telemedicina tornou-se uma forma moderna e segura de cuidar da saúde da família. Você economiza tempo, mantém a rotina da criança mais tranquila e participa da transformação digital da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.

    Caso queira aprofundar essa avaliação, posso orientá-lo em uma teleconsulta para analisar melhor o caso do seu filho e esclarecer todas as dúvidas sobre o tratamento. Mesmo que não precise agora, vale a pena visitar o perfil na plataforma Doctoralia, onde é possível encontrar médicos com alto índice de satisfação dos pacientes e marcar consultas de segunda opinião de maneira simples, rápida e segura. Guardar esse contato pode ser útil sempre que surgir uma nova dúvida na jornada de cuidado com a saúde da criança.


  • Meu filho tem 10 anos, o médico clínico geral tinha deixado respiridona, mais fiquei com medo de dar

    Meu filho tem 10 anos, o médico clínico geral tinha deixado respiridona, mais fiquei com medo de dar, fui no neurologista ele receitou pamelor 10 mg , um comprimido a noite para ajudar no sono e TDAH, criança pode usar pamelor?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando o assunto é medicação para um filho de 10 anos, o medo é natural. Nenhum pai ou mãe oferece um remédio com tranquilidade se não tiver segurança sobre a indicação.

    Vamos organizar as informações. O Pamelor é o nome comercial da nortriptilina, um antidepressivo tricíclico. Ele é utilizado principalmente em adultos para depressão, dor crônica e alguns distúrbios do sono. Não é uma medicação de primeira linha para Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças. Pode até ter algum efeito sobre sono ou ansiedade, mas não é a escolha habitual para tratar TDAH nessa faixa etária. Além disso, antidepressivos tricíclicos exigem cautela em crianças, inclusive com avaliação cardíaca prévia, porque podem alterar ritmo do coração.

    Já a risperidona é um antipsicótico atípico. Também não é a primeira medicação indicada para TDAH isolado. Os medicamentos mais usados como primeira escolha são os psicoestimulantes, como metilfenidato, ou a atomoxetina, dependendo do perfil da criança. A risperidona costuma ser utilizada quando há sintomas associados importantes, como agressividade intensa, irritabilidade grave, transtorno opositor desafiador ou quadros do espectro do autismo. Em determinadas situações clínicas, ela pode ser mais adequada do que um antidepressivo tricíclico.

    Se a dúvida é entre risperidona e Pamelor para uma criança de 10 anos com TDAH, a risperidona tende a ser mais coerente quando existe indicação comportamental clara. O Pamelor não é medicação padrão para TDAH infantil e, isoladamente, não trata os sintomas centrais do transtorno, como desatenção, impulsividade e hiperatividade.

    Outro ponto importante: tratar TDAH não é apenas prescrever um comprimido. É necessário avaliar diagnóstico com cuidado, investigar comorbidades, analisar desempenho escolar, rotina familiar e padrão de sono. Às vezes o problema principal é insônia secundária a uso de telas, ansiedade ou rotina desorganizada. Medicamento nenhum corrige isso sozinho.

    Antes de iniciar qualquer medicação, vale confirmar se o diagnóstico está bem estabelecido e qual é o objetivo do tratamento. Melhorar sono? Reduzir impulsividade? Controlar agressividade? Cada meta exige estratégia diferente. Em crianças, cada detalhe importa.

    Em uma teleconsulta é possível revisar o histórico completo, entender o comportamento do seu filho, analisar exames se existirem e definir a melhor conduta com segurança. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação, facilitando encontrar profissionais experientes em saúde mental infantil.

    Vivemos um período em que COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária como H5N1 e outras infecções circulam globalmente. A Telemedicina permite avaliação médica sem exposição desnecessária, protegendo você e sua família. Você evita deslocamentos, salas de espera e ainda ganha tempo para o trabalho e os estudos. Isso faz parte da transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.

    Hoje também é possível buscar segunda opinião de forma rápida, segura e discreta, com médicos altamente recomendados na própria plataforma. Se desejar, posso orientar você em teleconsulta, especialmente neste início de jornada, quando decisões bem fundamentadas fazem toda a diferença. Mesmo que não precise agora, vale visitar o perfil, conhecer o trabalho e manter o contato para quando precisar.


  • Tomo 3 medicamentos controlados com espaço de 1 hora de um para o outro e por conta disso acabo me e

    Tomo 3 medicamentos controlados com espaço de 1 hora de um para o outro e por conta disso acabo me esquecendo de tomar ou passo do horário
    Posso tomar um seguido do outro sem intervalos ?
    Os medicamentos sao: depakene, carbamazepina e risperidona

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando uma pessoa precisa tomar vários medicamentos ao longo do dia, especialmente remédios de uso contínuo e controlado, é comum surgir a dúvida sobre horários e intervalos entre eles.

    No caso dos medicamentos que você mencionou — Depakene (ácido valproico), carbamazepina e risperidona — todos atuam no sistema nervoso central e são frequentemente utilizados em condições neurológicas e psiquiátricas, como epilepsia, transtornos de humor, irritabilidade ou alterações comportamentais. Cada um tem um mecanismo de ação diferente, mas muitas vezes são prescritos em conjunto justamente porque se complementam no controle dos sintomas.

    De modo geral, esses medicamentos podem ser tomados próximos uns dos outros, inclusive no mesmo horário, desde que tenham sido prescritos pelo mesmo médico ou por médicos que conhecem todo o seu tratamento. Na prática clínica, não existe uma exigência obrigatória de intervalo de uma hora entre Depakene, carbamazepina e risperidona. Muitas pessoas tomam esses remédios juntos sem prejuízo para a absorção ou para a eficácia.

    O motivo pelo qual alguns profissionais sugerem intervalos entre medicamentos costuma ser apenas organizacional, para reduzir desconfortos gástricos ou para facilitar a observação de possíveis efeitos adversos. No entanto, quando o intervalo dificulta a adesão ao tratamento e aumenta o risco de esquecer doses, muitas vezes é mais seguro simplificar a rotina e tomar os medicamentos no mesmo horário.

    Outro ponto importante é que tanto o ácido valproico quanto a carbamazepina podem interagir no metabolismo hepático, o que pode exigir ajustes de dose ao longo do acompanhamento. Isso não depende do intervalo entre as tomadas, mas sim da forma como o organismo metaboliza essas substâncias. Por esse motivo, o seguimento médico periódico e, em alguns casos, exames laboratoriais de controle são fundamentais.

    Se você está se esquecendo de tomar as medicações por causa desses intervalos, vale a pena conversar com o médico que prescreveu o tratamento. Muitas vezes é possível reorganizar os horários, reduzir a complexidade da rotina ou até associar as tomadas em horários fixos, o que melhora muito a adesão e a segurança do tratamento.

    Em uma teleconsulta é possível analisar com calma sua rotina, revisar os horários das medicações, entender por que esses intervalos foram sugeridos e ajustar o esquema terapêutico de forma mais simples e segura. Plataformas como a Doctoralia facilitam encontrar médicos com alto índice de satisfação dos pacientes e grande experiência em atendimentos.

    Além disso, em tempos de circulação de vírus respiratórios e outras doenças infectocontagiosas — como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e cepas de gripe aviária como H5N1 — a telemedicina tornou-se uma forma segura e eficiente de receber orientação médica sem sair de casa. O atendimento online evita deslocamentos, salas de espera cheias e perda de tempo no trânsito. Você cuida da saúde com mais conforto e ainda ganha tempo para o trabalho ou para os estudos.

    A telemedicina também permite consultas de segunda opinião de forma rápida, discreta e conveniente, inclusive com médicos bem avaliados na própria plataforma. Caso tenha interesse, basta acessar o perfil do profissional e agendar. Mesmo que você não precise de atendimento agora, vale a pena visitar o perfil e guardar o contato para quando surgir alguma dúvida. A saúde está passando por uma transformação digital importante com a Web 4.0 e a inteligência artificial, e aproveitar esses recursos pode facilitar muito o cuidado com você e sua família.


  • Meu bebê tem 3 anos pesa 15 kilos, fiz exame e deu elepsia o médico neorologista indicou depakene 4

    Meu bebê tem 3 anos pesa 15 kilos, fiz exame e deu elepsia o médico neorologista indicou depakene 4 ml de 12/12 hrs. Mais estou com medo, dizem que criança não pode usar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando um médico prescreve um remédio para uma criança pequena, é natural que os pais sintam medo e busquem confirmação de que estão fazendo a escolha certa.

    O Depakene (valproato de sódio) é um medicamento anticonvulsivante bastante conhecido e utilizado há muitas décadas no tratamento da epilepsia em crianças e adultos. Apesar de muitas pessoas acreditarem que crianças não podem usar esse tipo de remédio, isso não corresponde à realidade médica. Na verdade, ele é um dos medicamentos mais estudados e frequentemente prescritos na neurologia infantil quando o diagnóstico de epilepsia é confirmado.

    A epilepsia ocorre quando há descargas elétricas anormais no cérebro. O papel do medicamento é estabilizar essas descargas e reduzir ou impedir que as crises aconteçam. Quando as crises não são tratadas, podem trazer riscos maiores para o desenvolvimento da criança, para a segurança durante as crises e até para o funcionamento do cérebro ao longo do tempo. Por isso, muitas vezes o tratamento medicamentoso é essencial.

    A dose que você mencionou — 4 ml a cada 12 horas para uma criança de 15 kg — está dentro de um padrão frequentemente utilizado na prática pediátrica. A dose correta é sempre calculada de acordo com o peso da criança, o tipo de epilepsia e a resposta ao tratamento. O neurologista infantil avalia todos esses fatores antes de indicar o medicamento.

    Como qualquer remédio, o valproato pode apresentar efeitos colaterais em alguns pacientes. Os mais comuns podem incluir sonolência, alterações gastrointestinais ou aumento do apetite. Em casos raros podem ocorrer alterações laboratoriais, motivo pelo qual o médico costuma acompanhar a criança com consultas e exames quando necessário. Esse acompanhamento é justamente o que garante segurança no tratamento.

    O ponto mais importante é que suspender ou evitar o medicamento por medo pode ser mais prejudicial do que utilizá-lo corretamente sob orientação médica. A epilepsia bem controlada permite que a criança se desenvolva, brinque e aprenda com mais segurança.

    Se ainda houver dúvidas, insegurança sobre a dose ou sobre o diagnóstico, conversar novamente com um especialista pode trazer mais tranquilidade. Hoje a telemedicina facilita muito esse processo. Em uma teleconsulta é possível revisar o caso, esclarecer dúvidas sobre o Depakene, entender melhor o tipo de epilepsia e acompanhar a evolução da criança de forma segura.

    A própria plataforma Doctoralia permite encontrar médicos com alto índice de satisfação dos pacientes, o que ajuda na escolha de profissionais experientes para uma segunda opinião. A telemedicina tornou-se uma forma conveniente, rápida e discreta de receber orientação médica qualificada sem sair de casa.

    Em tempos em que convivemos com COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19, variantes virulentas de influenza aviária como H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online se tornou uma alternativa segura para proteger você e sua família. Evita deslocamentos, salas de espera cheias e perda de tempo no trânsito, permitindo que você invista esse tempo em sua rotina de trabalho ou estudo enquanto recebe orientação médica.

    A transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, vem ampliando o acesso ao cuidado médico de qualidade. Inclusive, posso orientá-lo em uma teleconsulta para avaliar melhor a situação do seu filho, esclarecer suas dúvidas e ajudar no acompanhamento inicial da saúde da criança dentro do contexto da atenção primária.

    Mesmo que você não precise de mim neste momento, vale a pena visitar meu perfil, conhecer minhas redes sociais e guardar meu contato. Caso precise no futuro, a telemedicina permite buscar uma segunda opinião médica de forma prática, segura e com acesso a diversos profissionais experientes desta plataforma. Basta clicar no perfil para saber mais.


  • Olá, tudo bem? Gostaria de uma orientação sobre o sono do meu filho, de 1 ano e 10 meses. Desde

    Olá, tudo bem?
    Gostaria de uma orientação sobre o sono do meu filho, de 1 ano e 10 meses.

    Desde o nascimento ele sempre teve um sono muito ruim e fragmentado. Quando era recém-nascido, acordava a cada 30 minutos, muitas vezes durante a noite, e sempre com muita dificuldade para voltar a dormir. Houve uma leve melhora após o desmame, mas os despertares continuaram.

    Atualmente, ele ainda acorda em média 3 a 4 vezes por noite, mesmo com fralda adequada, ambiente escuro, silencioso, temperatura confortável e rotina de higiene do sono bem estabelecida. Ele acorda chorando intensamente, sem motivo aparente, e nada parece consolá-lo, nem colo, nem abraço, nem mamadeira. Após dormir novamente, desperta pouco tempo depois.

    O sono dele também é muito agitado e leve, com muitos movimentos, sobressaltos e inquietação durante a noite. Além disso, apresenta grande dificuldade para iniciar o sono noturno, demorando cerca de 40 a 50 minutos para dormir, mesmo com rotina estruturada. Tem dormido cada vez mais tarde.

    Diante desse histórico desde o nascimento, gostaria de saber se esse padrão pode indicar algum distúrbio do sono ou outra condição que mereça investigação, e se uma avaliação neuropediatra infantil seria indicada ou outra especialidade.

    Saúde ótima, atinge todos os marcos de desenvolvimento, suplementa tudo o que precisa.

    Agradeço desde já.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação. Quando uma criança pequena apresenta um sono tão fragmentado desde o nascimento, isso naturalmente gera cansaço e ansiedade na família. O sono infantil tem grande impacto no desenvolvimento da criança e também na qualidade de vida dos pais.

    Na idade do seu filho, por volta de 1 ano e 10 meses, o esperado é que a maioria das crianças consiga dormir períodos mais longos durante a noite. Despertares ocasionais ainda podem acontecer, mas acordar várias vezes todas as noites, com choro intenso e dificuldade para voltar a dormir, merece uma análise mais cuidadosa. Isso não significa necessariamente que exista uma doença, mas indica que o padrão de sono não está totalmente organizado.

    Em muitos casos, a causa está relacionada a fatores comportamentais ou à forma como o cérebro da criança aprendeu a iniciar e manter o sono. Mesmo quando os pais fazem tudo corretamente — ambiente escuro, silencioso, rotina previsível — algumas crianças continuam tendo dificuldade de consolidar o sono. Isso acontece porque o processo de adormecer envolve aprendizado neurológico e autorregulação. Quando esse mecanismo não se organiza bem, surgem despertares frequentes e sono muito leve, como você descreveu.

    Por esse motivo, antes de pensar em exames ou em diagnósticos médicos, uma medida bastante útil costuma ser procurar uma consultora de sono infantil experiente, de preferência alguém que possa avaliar a rotina da criança diretamente em casa. Esses profissionais observam detalhes que muitas vezes passam despercebidos: horários, estímulos, associação com o adormecer, padrões de vigília ao longo do dia e outros fatores que interferem na arquitetura do sono. Pequenos ajustes podem produzir mudanças significativas.

    Caso, mesmo com essas intervenções, o padrão de sono continue muito fragmentado, aí sim vale considerar uma avaliação médica mais específica. Um neuropediatra pode analisar o desenvolvimento neurológico, investigar possíveis distúrbios do sono da infância — como despertares confusionais, parasônias ou outras alterações — e verificar se existe algum fator fisiológico contribuindo para o problema. Em algumas situações raras, condições como refluxo persistente, apneia do sono ou alterações sensoriais também podem interferir no descanso noturno.

    O fato de você relatar que a saúde dele é boa, que o desenvolvimento está dentro dos marcos esperados e que ele recebe a suplementação adequada são pontos muito tranquilizadores. Na maioria das crianças com esse tipo de quadro, o problema acaba sendo funcional e relacionado à organização do sono, e não a uma doença neurológica.

    Mesmo assim, cada criança é única. Quando o sono ruim persiste por tanto tempo e causa sofrimento à criança e à família, vale a pena investigar com mais profundidade para encontrar a melhor estratégia.

    Uma teleconsulta pode ajudar bastante nesse processo. Durante a consulta é possível analisar a rotina completa do sono da criança, levantar hipóteses diagnósticas, orientar mudanças práticas e definir se há necessidade de avaliação presencial ou de outros profissionais. Plataformas como a Doctoralia permitem escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência em atendimento.

    Além disso, em tempos de circulação de diversas doenças infectocontagiosas — como COVID-19, MPOX (varíola do macaco), Parvovírus B19 e cepas virulentas da gripe aviária H5N1 — o atendimento por telemedicina se tornou uma forma segura e eficiente de cuidar da saúde da família. Você evita deslocamentos, salas de espera cheias e ganha tempo para dedicar ao trabalho, aos estudos e à própria família. Essa é uma das grandes transformações da saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial.

    A telemedicina também permite buscar uma segunda opinião médica de maneira rápida, discreta e conveniente, com acesso a profissionais altamente qualificados. Caso deseje, você pode conhecer meu perfil na plataforma, visitar minhas redes sociais e guardar o contato para quando precisar. Mesmo que não seja necessário agora, ter um médico de confiança acessível faz diferença ao longo da jornada de saúde da família.


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