Perguntas do paciente (3614)

  • Olá boa noite meu Bebê de 6 meses tem apresentado espasmos tipo mordendo tô com medo. Qual especialista devo procurar?

    Olá boa noite meu Bebê de 6 meses tem apresentado espasmos tipo mordendo tô com medo. Qual especialista devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação e ela é absolutamente legítima. Ver um bebê de 6 meses apresentar movimentos estranhos, especialmente espasmos com aspecto de “mordedura”, assusta qualquer pai ou mãe atentos à saúde do filho.

    Esses movimentos nunca devem ser ignorados. Em lactentes, espasmos podem ter várias causas, desde situações benignas até quadros neurológicos ou metabólicos que exigem investigação imediata. Quando há repetição, rigidez, movimentos involuntários da boca ou mandíbula, contrações súbitas ou comportamentos motores que não parecem voluntários, o primeiro especialista a ser procurado é o neuropediatra. É esse profissional que avalia se estamos diante de espasmos não epilépticos, crises epilépticas, distúrbios do movimento ou sinais de doenças sistêmicas.

    Em alguns casos mais raros, espasmos com padrão de mordedura podem estar associados a erros inatos do metabolismo, como alterações no metabolismo do ácido úrico, a exemplo da Síndrome de Lesch-Nyhan. Trata-se de uma condição genética grave, que costuma se manifestar precocemente e pode cursar com alterações neurológicas importantes. Não estou dizendo que seja esse o diagnóstico do seu bebê, mas reforço que essa possibilidade existe e precisa ser descartada com critério, por meio de avaliação clínica cuidadosa e exames específicos solicitados pelo especialista.

    O tempo, aqui, faz diferença. Quanto mais cedo a criança é avaliada, maiores são as chances de identificar a causa e iniciar o acompanhamento adequado, evitando prejuízos ao desenvolvimento neurológico. Se possível, tente observar e registrar quando esses espasmos ocorrem, quanto tempo duram, se há mudança de cor da pele, olhar parado ou choro após os episódios. Essas informações ajudam muito na consulta.

    Hoje, uma teleconsulta permite iniciar esse cuidado de forma rápida, segura e eficaz. É possível fazer uma avaliação inicial detalhada, orientar exames, definir a urgência do caso e esclarecer dúvidas sem expor seu bebê a riscos desnecessários. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma forma concreta de proteger você e sua família. Além disso, evita deslocamentos, salas de espera e perda de tempo que poderia ser investido no seu trabalho ou nos estudos.

    A Telemedicina também permite buscar uma segunda opinião médica de maneira conveniente, discreta e confiável, com acesso a profissionais experientes e bem avaliados. Plataformas como a Doctoralia destacam médicos com alto índice de satisfação e excelência em atendimento, facilitando uma escolha segura. Mesmo que você ainda esteja no início dessa jornada e precise apenas de Atenção Primária à Saúde, esse acompanhamento já pode e deve começar agora.

    Se achar oportuno, posso orientar você em uma teleconsulta, ajudando a organizar os próximos passos e reduzir essa angústia. E, mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil, conhecer meus conteúdos e manter nosso contato. Informação correta e cuidado precoce fazem toda a diferença quando se trata da saúde de um bebê.


  • O neuleptil é um remédio que serve para autista com transtorno do sono e muito agitado e imperativo?

    O neuleptil é um remédio que serve para autista com transtorno do sono e muito agitado e imperativo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, especialmente quando o sono não vem e a agitação parece não ter fim, afetando a pessoa e toda a família.

    O Neuleptil é o nome comercial da propericiazina, um medicamento da classe dos antipsicóticos antigos. Ele não foi criado especificamente para o autismo, mas ao longo dos anos passou a ser usado, em situações bem selecionadas, para ajudar a controlar quadros de agitação intensa, irritabilidade importante, impulsividade e, em alguns casos, dificuldades graves para dormir. Em pessoas com transtorno do espectro autista, pode ser considerado quando há comportamento muito desorganizado, crises frequentes, agressividade ou hiperatividade que não responde a medidas comportamentais e ajustes de rotina.

    É importante esclarecer um ponto central: o Neuleptil não “trata o autismo”. Ele atua apenas sobre sintomas associados, como a agitação excessiva e a dificuldade para iniciar ou manter o sono. O efeito sedativo pode facilitar o descanso noturno, mas isso não significa que seja a melhor ou a primeira opção para todos. Cada organismo reage de forma diferente, e os efeitos colaterais existem. Entre eles estão sonolência excessiva durante o dia, rigidez muscular, lentificação, alterações de movimento e, em uso prolongado ou doses inadequadas, riscos neurológicos mais relevantes. Por isso, não é um medicamento para ser usado por conta própria nem ajustado sem acompanhamento médico.

    Hoje sabemos que muitos quadros de agitação e distúrbios do sono no autismo melhoram com intervenções não medicamentosas, organização da rotina, higiene do sono, manejo ambiental e, quando necessário, medicamentos mais modernos e com perfil de segurança mais favorável. A decisão de usar o Neuleptil precisa levar em conta idade, peso, intensidade dos sintomas, outras condições clínicas e o que já foi tentado antes.

    Numa teleconsulta, é possível avaliar com cuidado o padrão de sono, o nível de agitação, os gatilhos do comportamento e discutir se esse medicamento faz sentido ou se existem alternativas mais adequadas para o momento. A Telemedicina permite, inclusive, teleconsultas de segunda opinião de forma prática, rápida, segura e discreta, com médicos experientes e bem avaliados. Plataformas como a Doctoralia facilitam a escolha de profissionais com alto índice de satisfação dos pacientes.

    Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma das formas mais eficazes de proteger você e sua família. Evita deslocamentos desnecessários, salas de espera cheias e perda de tempo, além de permitir que você invista sua energia no trabalho, no estudo e no cuidado diário. Não ficar de fora da transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, é hoje uma decisão prática e segura.

    Mesmo que você não precise de acompanhamento imediato, vale a pena conhecer meu perfil, acessar conteúdos informativos e manter o contato. A orientação médica, especialmente no início da jornada e no cuidado primário da saúde, pode fazer muita diferença quando feita no momento certo.


  • Minha bebê fez um ano e 3 meses , não engatinhou . Arrasta vira .. do senta se segurar em algo pra.l

    Minha bebê fez um ano e 3 meses , não engatinhou . Arrasta vira .. do senta se segurar em algo pra.levantar. aponta , fala 4 palavras .. mas não anda .. só fica de joelhinhos nas coisas e começou isso só agora. Com a fisio melhorou mais ainda não anda nem fica de pé.
    Estou muito preocupada. Qual especialista devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque quando se trata do desenvolvimento de um bebê, cada pequena diferença no tempo esperado gera ansiedade — e isso é absolutamente humano.

    Com um ano e três meses, muitos bebês já estão andando, mas existe uma variação grande do que chamamos de desenvolvimento motor típico. Algumas crianças engatinham cedo, outras pulam essa fase; algumas andam antes de um ano, outras só depois dos 15 ou até 18 meses. O que merece atenção, no seu relato, não é apenas o fato de ela ainda não andar, mas o conjunto dos marcos motores e a forma como eles estão acontecendo.

    Sua bebê senta, se desloca arrastando, gira o corpo, aponta, compreende, fala algumas palavras e demonstra intenção comunicativa. Esses são sinais positivos. Por outro lado, o fato de não ter engatinhado, apresentar preferência por ficar de joelhos apoiada nos móveis, ter iniciado recentemente a tentativa de se colocar em pé e precisar de apoio constante indica que o desenvolvimento motor grosso está mais lento do que o esperado para a idade. O bom sinal é que, com a fisioterapia, já houve melhora. Isso mostra que o sistema nervoso responde ao estímulo, o que é fundamental.

    Nessa situação, o especialista mais indicado para avaliar sua filha é o neuropediatra. É esse profissional que analisa, de forma integrada, o desenvolvimento motor, neurológico, cognitivo e sensorial da criança. O neuropediatra não olha apenas se a criança anda ou não; ele observa o tônus muscular, a coordenação, o equilíbrio, os reflexos, a postura, a simetria dos movimentos e a progressão das aquisições ao longo do tempo. Também avalia se estamos diante de uma variação do desenvolvimento normal, de um atraso motor isolado ou se existe alguma condição neurológica ou neuromotora que precise de investigação mais detalhada.

    Na maioria dos casos semelhantes ao que você descreve, trata-se de um atraso motor benigno, que melhora com acompanhamento adequado, fisioterapia bem orientada e estímulos corretos no dia a dia. Em outros casos, mais raros, pode ser necessário investigar causas como alterações do tônus, imaturidade neuromotora, questões ortopédicas ou neurológicas específicas. O papel do neuropediatra é justamente diferenciar essas situações e orientar com segurança, sem alarmismo, mas sem negligenciar sinais importantes.

    É essencial reforçar que você está fazendo a coisa certa ao se preocupar e buscar ajuda. O maior erro, nesses casos, é “esperar para ver” sem acompanhamento especializado. Desenvolvimento infantil não se acelera com pressão, mas se favorece com estímulo adequado, diagnóstico correto e tempo.

    Em uma teleconsulta é possível fazer uma avaliação inicial muito completa, analisar a história do desenvolvimento, observar vídeos da sua bebê se movimentando, revisar o que já foi feito na fisioterapia e orientar os próximos passos. A Telemedicina hoje permite inclusive consultas de segunda opinião, de forma rápida, segura e discreta, com alguns dos médicos mais bem avaliados da plataforma Doctoralia, que prioriza profissionais com alto índice de satisfação e qualidade no atendimento.

    Vivemos um período em que doenças infectocontagiosas como COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras infecções respiratórias ainda representam risco real, especialmente para crianças pequenas. O atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos desnecessários, salas de espera e perda de tempo, além de permitir que você invista esse tempo no seu trabalho, nos estudos ou no cuidado com sua filha. A Telemedicina é parte da Transformação Digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, e já faz parte da Atenção Primária moderna.

    Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta, ajudando a organizar essa investigação inicial, alinhar o acompanhamento com a fisioterapia e esclarecer suas dúvidas com calma e clareza. Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo que visite meu perfil, conheça meus conteúdos e guarde nosso contato. Ter acesso a uma segunda opinião confiável faz diferença ao longo da jornada de cuidado com seu filho.


  • Boa noite minha filha vomitou assim que tomou o remédio o que devo fazer posso repetir a dose

    Boa noite minha filha vomitou assim que tomou o remédio o que devo fazer
    posso repetir a dose

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando uma criança com epilepsia vomita logo após tomar o medicamento, é natural ficar insegura, porque esse remédio não é opcional: ele mantém as crises sob controle.

    A primeira coisa a considerar é o tempo entre a tomada e o vômito. Se o vômito ocorreu poucos minutos depois, em geral até cerca de 10 a 15 minutos, há grande chance de o remédio não ter sido absorvido. Nessas situações, especialmente se o comprimido ou parte dele, ou o xarope colorido, foi visto no vômito, costuma ser seguro repetir a dose. Já quando o vômito acontece após mais tempo, acima de 20 a 30 minutos, normalmente o medicamento já começou a ser absorvido, e repetir a dose pode levar a uma quantidade excessiva no organismo.

    Também faz diferença a forma do remédio. Soluções líquidas e xaropes são absorvidos mais rapidamente do que comprimidos. Medicamentos de liberação prolongada não devem ser repetidos sem orientação médica, mesmo que o vômito tenha sido precoce. Por isso, quando não há certeza, o mais prudente é não repetir automaticamente a dose e buscar orientação.

    Se sua filha continuar vomitando, não conseguir manter o remédio no estômago, apresentar sonolência excessiva, comportamento diferente do habitual ou se houver qualquer crise convulsiva, a avaliação médica deve ser imediata. Em quadros de vômitos repetidos, o controle da epilepsia pode ficar comprometido, e às vezes é necessário ajustar temporariamente a medicação ou tratar a causa do vômito.

    Em uma teleconsulta é possível avaliar esses detalhes com calma, orientar de forma individualizada e acompanhar de perto, inclusive como segunda opinião, de maneira conveniente, rápida, segura e discreta. Plataformas como a Doctoralia ajudam você a escolher médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação, o que faz diferença nesse tipo de decisão sensível.

    Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online por Telemedicina é a forma mais eficaz de proteger você e sua família. Você evita deslocamentos, salas de espera, economiza tempo e consegue investir melhor no trabalho ou nos estudos, sem abrir mão de cuidado médico qualificado. Não fique fora da transformação digital e da revolução da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.

    Mesmo que você não precise de mim agora, vale a pena visitar meu perfil, conhecer meus conteúdos e guardar o contato. A telemedicina permite orientar famílias desde o início da jornada, oferecendo atenção primária em saúde com responsabilidade e proximidade, quando mais importa: no momento da dúvida.


  • Olá boa noite,o médico neuropediatra do meu filho passou risperidona para ele ,ele te 3 anos e 3 mes

    Olá boa noite,o médico neuropediatra do meu filho passou risperidona para ele ,ele te 3 anos e 3 meses devido ao comportamento de agitação,mas notei que ele está com o apetite aumentado e ganhando peso .O que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque ver uma criança tão pequena mudar o apetite e ganhar peso rapidamente assusta qualquer pai ou mãe.

    A risperidona é um medicamento bastante utilizado em neuropediatria para ajudar no controle da agitação, irritabilidade e comportamentos difíceis, especialmente quando eles estão interferindo no desenvolvimento da criança ou na convivência familiar. O problema é que um dos efeitos colaterais mais conhecidos desse remédio é justamente o aumento do apetite, que pode levar ao ganho de peso em pouco tempo. Isso não significa que o medicamento esteja “fazendo mal” no sentido imediato, mas indica que o organismo do seu filho está respondendo a ele.

    Em uma criança de 3 anos e 3 meses, esse ponto merece atenção redobrada. O ganho de peso excessivo nessa fase pode trazer consequências metabólicas no médio e longo prazo, como alterações hormonais e maior risco de resistência à insulina. Por isso, esse efeito não deve ser ignorado nem “esperado passar sozinho”.

    O que você não deve fazer é suspender a medicação por conta própria ou reduzir a dose sem orientação médica. A retirada abrupta pode provocar piora importante do comportamento, irritabilidade intensa e até sintomas físicos. O caminho correto é conversar com o médico que prescreveu a risperidona e relatar exatamente o que você observou: aumento do apetite, mudança no padrão alimentar e ganho de peso. Em muitos casos, é possível ajustar a dose, rever o horário de administração, discutir alternativas terapêuticas ou até avaliar se o momento clínico ainda justifica o uso do medicamento.

    Também é fundamental observar se o acompanhamento não está focado apenas no remédio. Para crianças pequenas com agitação, intervenções comportamentais, orientação familiar, rotina estruturada e terapias adequadas costumam ter impacto tão grande quanto — ou até maior — do que a medicação. O remédio, quando indicado, deve ser parte de um plano, não a única estratégia.

    Esse tipo de decisão exige uma conversa cuidadosa, com tempo para esclarecer dúvidas e pesar riscos e benefícios. Em uma teleconsulta, isso é totalmente possível. A Telemedicina hoje permite acompanhamento de qualidade, segunda opinião médica e ajustes terapêuticos de forma prática, rápida, segura e discreta. Plataformas como a Doctoralia facilitam a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e altos índices de satisfação.

    Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas mais virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma das formas mais eficazes de proteger você e sua família. Você evita deslocamentos, salas de espera, economiza tempo e pode investir melhor na sua rotina de trabalho ou estudo. Não ficar de fora da Transformação Digital e da revolução da Saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial é, hoje, uma decisão prática e responsável.

    Inclusive, posso orientar você em uma teleconsulta, especialmente neste início de jornada, quando a Atenção Primária à Saúde faz toda a diferença. Mesmo que você não precise de mim agora, vale visitar meu perfil, conhecer meus conteúdos e guardar o contato. A Telemedicina permite acesso conveniente a médicos experientes, inclusive para segunda opinião, ajudando você a tomar decisões mais seguras sobre a saúde do seu filho.


  • Minha filha tem 3 anos e 8 meses e posso contar nos dedos quantas noites inteiras ela dormiu. Já fiz

    Minha filha tem 3 anos e 8 meses e posso contar nos dedos quantas noites inteiras ela dormiu. Já fizemos consultas com Neurologista, que indicou acompanhamento psicológico e não adiantou nada. Todos os profissionais consultados dizem que não é possível fazer diagnóstico de sdah ou tdah ou tod nessa idade e ninguém propõe uma solução para nosso problema. Ela não é exposta a telas, alimentação saudável, suplementa ferro e vitamina D. Estamos exaustos sem nenhuma orientação do que fazer e a maior preocupação é com o desenvolvimento dela, pois sabemos que vários hormônios estão ligados diretamente a qualidade do sono que ela nunca teve.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo o cansaço e a angústia de quem convive há anos com noites mal dormidas. Privação de sono prolongada desgasta os pais, fragiliza a rotina familiar e levanta medos legítimos sobre o desenvolvimento da criança. Essa preocupação faz sentido, mas é importante colocar o problema no lugar certo para que ele possa ser enfrentado com eficácia.

    Uma criança de 3 anos e 8 meses que nunca consolidou o sono noturno não é, automaticamente, uma criança com TDAH, TOD ou qualquer outro transtorno psiquiátrico. Os profissionais estão corretos ao afirmar que esses diagnósticos não são feitos com segurança nessa idade. O erro começa quando essa constatação vira paralisia clínica, como se nada pudesse ser feito. Pode, sim, e deve.

    Antes de pensar em rótulos ou medicação, é fundamental entender que a imensa maioria dos distúrbios de sono nessa faixa etária é comportamental e relacional. Sono não é apenas biologia; é aprendizado. Dormir bem é uma habilidade construída, e quem ensina isso não é o remédio, é o adulto que cuida. Quando essa aprendizagem falha, o sono não se organiza, mesmo com alimentação adequada, ausência de telas e suplementação correta, como vocês já fazem.

    O que costuma faltar nesses casos não é exame, nem remédio, nem diagnóstico psiquiátrico precoce. Falta método. Falta orientação técnica consistente para os pais. Falta alguém que avalie a criança, mas principalmente a dinâmica familiar em torno do sono. Por isso, faz muito mais sentido investir em uma avaliação neuropsicológica bem conduzida, que permita compreender o perfil de autorregulação da criança, suas respostas emocionais, sensoriais e comportamentais, e como ela lida com transições, frustrações e limites. Isso orienta intervenções reais, não suposições.

    Também é preciso dizer com clareza: a internet está cheia de consultoras de sono e psicólogas que trabalham com sono infantil, muitas delas focadas justamente no treinamento parental. Em grande parte das famílias, esse é o ponto central do problema. Não se trata de culpa, mas de aprendizado. Pais exaustos tendem, sem perceber, a reforçar padrões que mantêm o sono fragmentado. Ajustar isso exige acompanhamento, constância e orientação profissional baseada em ciência, não fórmulas mágicas.

    A tentativa de medicalizar algo que ainda não foi verdadeiramente trabalhado no campo comportamental costuma atrasar a solução e aumentar a frustração. Hormônios ligados ao crescimento e ao desenvolvimento, como vocês mencionam, dependem de sono de qualidade, sim, mas esse sono não virá enquanto o cérebro da criança não aprender a entrar, manter e retomar o estado de dormir de forma autônoma. Isso se ensina.

    Nada disso significa minimizar o sofrimento da família. Pelo contrário. Significa direcionar energia para o que realmente funciona. Com acompanhamento adequado, é possível reorganizar o sono, melhorar o comportamento diurno, reduzir irritabilidade e proteger o desenvolvimento global da criança.

    Em uma teleconsulta, é possível fazer esse acompanhamento de forma detalhada, ouvir a história com calma, orientar passo a passo e ajustar as estratégias conforme a resposta da família. Plataformas como a Doctoralia facilitam a escolha de médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família. Você economiza tempo, evita deslocamentos desnecessários e salas de espera, e investe melhor sua energia no trabalho, no estudo e no cuidado com quem importa.

    A Telemedicina hoje permite, inclusive, teleconsultas de segunda opinião, de maneira rápida, segura e discreta, com médicos bem avaliados e experientes. Se desejar, basta acessar o perfil. Mesmo que não seja agora, vale visitar, acompanhar os conteúdos e manter o contato. Cuidar do sono da sua filha é possível, e o primeiro passo é parar de procurar um diagnóstico que ainda não cabe e começar um tratamento que realmente faça diferença.


  • Bebê nasceu com PC 35cm, 4 meses e já está 43cm, normal?

    Bebê nasceu com PC 35cm, 4 meses e já está 43cm, normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo a sua preocupação, especialmente quando se fala em cabeça do bebê, um tema que costuma assustar qualquer pai ou mãe atentos.

    Um perímetro cefálico de 35 cm ao nascer está dentro da normalidade para um recém-nascido a termo. Chegar a 43 cm aos 4 meses também pode ser normal, desde que esse crescimento tenha ocorrido de forma progressiva e proporcional. Nos primeiros meses de vida, o cérebro cresce muito rápido, e o crânio acompanha esse crescimento. Em média, o perímetro cefálico aumenta cerca de 2 cm por mês nos três primeiros meses e, depois disso, aproximadamente 1 cm por mês até o sexto mês. Portanto, quando olhamos apenas os números isolados, eles não indicam, por si só, que “o crânio vai explodir”.

    O que realmente importa não é um valor único, mas a curva de crescimento. O pediatra avalia se a medida está acompanhando as curvas de referência, se houve algum salto abrupto entre consultas e se o desenvolvimento do bebê está adequado. Também entram nessa análise outros dados: se o bebê está ativo, mamando bem, se sustenta a cabeça, se interage, se não apresenta vômitos frequentes, irritabilidade excessiva ou atraso no desenvolvimento. Na ausência desses sinais de alerta, o mais comum é estarmos diante de um crescimento normal.

    Quando há crescimento acelerado demais ou desproporcional, o médico pensa em diagnósticos específicos, como hidrocefalia ou outras condições neurológicas, mas isso não se conclui apenas olhando uma fita métrica. É a história clínica, o exame físico e, quando necessário, exames complementares que definem o quadro. Alarmismo não ajuda; acompanhamento regular, sim.

    Em uma teleconsulta é perfeitamente possível analisar essas informações com cuidado, revisar as medidas anteriores, observar o desenvolvimento do bebê e orientar se há necessidade de investigação ou apenas seguimento. Plataformas como a Doctoralia facilitam esse processo ao permitir que você escolha médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada, inclusive para segunda opinião, de forma rápida, segura e discreta.

    Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma forma eficaz de proteger você e sua família. Evita deslocamentos, salas de espera, economiza tempo e permite que você invista no seu trabalho ou estudo, sem abrir mão de um cuidado médico responsável. A Telemedicina faz parte da transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, e já é realidade na atenção primária.

    Posso, inclusive, te orientar em uma teleconsulta, esclarecendo dúvidas e ajudando a definir os próximos passos, mesmo que seja apenas para tranquilizar. Ainda que você não precise desse apoio agora, vale a pena visitar meu perfil, conhecer os conteúdos e manter o contato salvo. Informação correta, no momento certo, costuma ser o melhor remédio para a ansiedade.


  • Estou muito triste, meu bebê de 1 ano e 4 meses teve a 30 dias 1 convulsão febril, passamos com a ne

    Estou muito triste, meu bebê de 1 ano e 4 meses teve a 30 dias 1 convulsão febril, passamos com a neoro e por desencargo ela pediu RM e hoje saiu o exame constando “ Lesões tipo gliose/ encefalomalácia, sequelares, na substância branca profunda dos lobos frontais e parietais”
    Devido ao final do ano só temos retorno ano que vem!
    Meu bebê é tão saudável, super inteligente, não fala tudo mais está dentro do esperado da idade, feliz.. é normal constar esse resultado diante da convulsão ser recente ? Ou não está ligado ? Quando ele tinha 5 meses caiu da cama, pode estar relacionado ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua angústia. Ler um laudo desses, ainda mais quando se trata de um bebê saudável, ativo e feliz, é assustador mesmo. É natural que a cabeça vá direto para o pior cenário, mas é importante colocar essas informações no devido contexto médico.

    Convulsão febril é um evento relativamente comum na infância, especialmente entre 6 meses e 5 anos. Na imensa maioria dos casos, ela é benigna, não deixa sequelas e não provoca lesões estruturais no cérebro. Uma convulsão febril simples, isolada, como a que você descreve, não costuma causar gliose nem encefalomalácia. Essas alterações que aparecem na ressonância não surgem em questão de dias ou semanas após uma convulsão. Elas indicam algo antigo, já cicatrizado, que ocorreu em outro momento da vida.

    Gliose e encefalomalácia são termos técnicos para dizer que houve, no passado, uma pequena agressão ao tecido cerebral, seguida de um processo de cicatrização. Muitas vezes isso acontece ainda na gestação, no parto ou nos primeiros meses de vida, sem dar qualquer sinal clínico evidente. Em muitos casos, a criança cresce normalmente, se desenvolve bem, anda, brinca, entende, aprende, fala dentro do esperado e ninguém jamais suspeitaria de nada se não fosse um exame de imagem feito por outro motivo.

    O fato de seu filho ser descrito como saudável, inteligente, ativo, feliz e com desenvolvimento compatível com a idade é um dado clínico muito forte a favor de um bom prognóstico. Em neurologia infantil, o exame mais importante é a criança na sua frente, não o papel do laudo. Exames complementam, não definem sozinhos.

    Quanto à queda da cama aos 5 meses, esse é um medo muito comum entre os pais. Quedas leves, sem perda de consciência, sem convulsão na época, sem internação ou sinais neurológicos importantes logo após, raramente causam esse tipo de alteração profunda na substância branca. Lesões traumáticas capazes de gerar encefalomalácia costumam vir acompanhadas de quadros graves no momento do trauma, o que claramente não foi o caso. Portanto, pela descrição, é pouco provável que essa queda explique o achado da ressonância.

    Também não é esperado que uma convulsão febril recente “apareça” na ressonância como gliose ou encefalomalácia. Esses achados não se formam em 30 dias. Eles falam de passado, não de um evento agudo recente.

    Entendo a aflição de ter que esperar o retorno com a neurologista, ainda mais nessa época do ano. Mas, com os dados que você trouxe, não há sinais de urgência ou de algo incompatível com uma infância normal. O mais provável é que a médica vá correlacionar o exame com o excelente desenvolvimento do seu filho e, muitas vezes, apenas acompanhar.

    Em uma teleconsulta é possível analisar o laudo com calma, ouvir toda a história desde a gestação, o parto e o desenvolvimento, explicar cada termo do exame e orientar os próximos passos com mais tranquilidade. Hoje a Telemedicina permite, inclusive, teleconsultas de segunda opinião de forma conveniente, rápida, segura e discreta, com médicos experientes e bem avaliados. Plataformas como a Doctoralia ajudam você a escolher profissionais com alto índice de satisfação e qualidade no atendimento.

    Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária como o H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma forma eficaz de proteger você e sua família. Evita deslocamentos, salas de espera, perda de tempo e permite que você invista sua energia no que realmente importa: cuidar do seu filho e de você. A saúde está passando por uma transformação digital profunda, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, e a Telemedicina faz parte dessa nova realidade.

    Mesmo que você não precise de mim neste momento, vale visitar meu perfil, conhecer meus conteúdos e manter o contato salvo. Se desejar, posso te orientar em uma teleconsulta, esclarecer suas dúvidas com calma e ajudar nesse início de jornada, que faz parte da Atenção Primária à Saúde e do cuidado responsável com quem mais importa para você.


  • Meu filho tem 10 anos, estamos fazendo tratamento para epilepsia já tem quase 6 meses, já tentamos v

    Meu filho tem 10 anos, estamos fazendo tratamento para epilepsia já tem quase 6 meses, já tentamos vários remédios, trileptal, Étira, Depakene, Depakote e clonaram. Os dois últimos são os que ele estava tomando no momento, mas infelizmente ainda continua tendo crises. Na última consulta a neuropediatra me perguntou qual desses medicamentos meu filho ficou mais tempo sem crises, e depois de analisar identificamos que o trileptal foi o que mais controlou as crises, que voltaram após aumentar a dose pelo médico. Enfim, as crises do meu filho pode ter voltado devido o aumento da dose? Será que a dose anterior não era a dose certa? Isso pode acontecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Ver um filho seguir tendo crises, apesar de tratamento e ajustes, é angustiante e desgastante para qualquer família.

    Sim, o que você descreve pode acontecer. Em epilepsia, nem sempre “mais remédio” significa “mais controle”. Alguns medicamentos têm uma janela terapêutica: uma faixa de dose em que funcionam melhor. Abaixo disso, não controlam; acima, podem perder eficácia ou até facilitar o reaparecimento das crises. Isso não é erro, nem descuido. Faz parte da complexidade do cérebro e da própria epilepsia.

    A oxcarbazepina, por exemplo, pode controlar bem as crises em determinada dose e, em alguns pacientes, o aumento além desse ponto não traz benefício adicional. Em situações mais raras, o excesso pode alterar a excitabilidade cerebral ou provocar efeitos adversos que, indiretamente, favorecem novas crises. Cada criança reage de um jeito, e o que funciona para uma pode não funcionar para outra.

    Outro ponto importante é que o cérebro da criança está em desenvolvimento. Isso muda a forma como o organismo absorve, distribui e elimina os medicamentos. Além disso, associações entre remédios, variações no sono, estresse, crescimento rápido, infecções e até mudanças hormonais podem interferir no controle das crises, mesmo quando a medicação parece adequada.

    Por isso, a pergunta da neuropediatra foi muito bem colocada. Identificar o período em que seu filho ficou mais tempo sem crises ajuda a entender qual droga e qual dose se aproximaram mais do equilíbrio ideal. Em muitos casos, a melhor conduta não é seguir subindo a dose, mas ajustar com mais cautela, reduzir para a dose anterior, rever combinações, confirmar o tipo de epilepsia, reavaliar o eletroencefalograma e, se necessário, discutir outras estratégias de tratamento.

    Nada disso significa que o caso seja grave ou sem solução. Significa apenas que o tratamento da epilepsia exige observação cuidadosa, paciência e decisões individualizadas, sempre baseadas na resposta real da criança, e não apenas no que está escrito na bula.

    Em uma teleconsulta, é possível analisar com calma toda essa trajetória, revisar exames, doses, horários, efeitos colaterais e esclarecer dúvidas com profundidade. Hoje, a Telemedicina permite inclusive consultas de segunda opinião, de forma prática, segura e discreta, com médicos experientes e bem avaliados. Plataformas como a Doctoralia ajudam a escolher profissionais com alto índice de satisfação e reconhecimento pelos pacientes.

    Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma forma eficaz de proteger você e sua família. Evita deslocamentos, salas de espera, economiza tempo e permite que você invista no que realmente importa: seu trabalho, seus estudos e o cuidado com seu filho. A saúde já entrou de vez na era da Transformação Digital, da Web 4.0 e da Inteligência Artificial, e isso está a favor do paciente.

    Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer meus conteúdos e guardar o contato. A Telemedicina é uma ferramenta valiosa para quem está no início da jornada ou precisa de orientação em Atenção Primária à Saúde, acompanhamento contínuo ou uma segunda opinião bem fundamentada.


  • Criança de 6 anos, TDH, tomando ritalina para ajudar a se concentrar em sala de aula,começou com o u

    Criança de 6 anos, TDH, tomando ritalina para ajudar a se concentrar em sala de aula,começou com o uso a 8 semanas, criança está apático em sala de aula. Não está tendo resultado como esperávamos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação ao ver uma criança de apenas 6 anos mais apática em sala de aula, especialmente quando o objetivo do tratamento era exatamente o oposto: favorecer atenção, participação e aprendizado.

    O metilfenidato, conhecido comercialmente como Ritalina, é um medicamento amplamente utilizado no tratamento do TDAH e, quando bem indicado e ajustado, costuma trazer bons resultados. No entanto, ele não é um remédio neutro. Atua diretamente no sistema nervoso central e pode, sim, provocar efeitos colaterais, principalmente nas primeiras semanas ou quando a dose não está adequada ao perfil da criança.

    Apatia não é um efeito desejado. Quando uma criança fica excessivamente quieta, “desligada”, menos espontânea ou emocionalmente retraída, isso acende um sinal de alerta. Pode indicar dose acima do necessário, horário inadequado de uso, sensibilidade individual ao medicamento ou até um diagnóstico que precisa ser melhor refinado. Nem toda dificuldade de atenção é exclusivamente TDAH, e nem toda criança com TDAH responde da mesma forma ao mesmo remédio.

    Outro ponto importante é o tempo. Após oito semanas de uso, já é esperado algum benefício funcional claro. Se isso não aconteceu, insistir sem reavaliar não faz sentido. O tratamento do TDAH não é apenas prescrever um comprimido. Ele exige acompanhamento próximo, escuta da família, observação da escola e, muitas vezes, ajustes finos que fazem toda a diferença entre uma criança mais funcional e uma criança apenas “contida”.

    Também é fundamental lembrar que o medicamento não substitui intervenções pedagógicas, organização da rotina, orientação à escola e, em muitos casos, acompanhamento psicoterápico ou psicopedagógico. Quando o foco fica apenas no remédio, os resultados tendem a ser frustrantes.

    Esse é exatamente o tipo de situação em que uma reavaliação médica cuidadosa é necessária. Em uma teleconsulta, é possível conversar com calma, entender como essa criança era antes do tratamento, como está agora, qual dose está sendo usada, em que horário, quais mudanças foram percebidas em casa e na escola, e decidir com segurança os próximos passos. Muitas vezes, pequenos ajustes resolvem o problema. Em outras, é preciso mudar a estratégia.

    Hoje, a Telemedicina permite esse acompanhamento de forma conveniente, rápida, segura e discreta, inclusive para segunda opinião médica. Plataformas como a Doctoralia ajudam você a escolher médicos com perfil campeão em atendimentos e alta satisfação dos pacientes, o que traz mais confiança nesse processo.

    Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma forma concreta de proteger você e sua família. Evita deslocamentos desnecessários, salas de espera cheias, economiza tempo e permite que você invista no que realmente importa: trabalho, estudo e qualidade de vida. A saúde está passando por uma transformação digital profunda, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, e ficar de fora disso hoje já não faz sentido.

    Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta, já que esse tipo de avaliação faz parte da Atenção Primária à Saúde e é uma responsabilidade de todo médico comprometido com o cuidado adequado desde o início da jornada do paciente. Mesmo que você não precise de mim agora, vale a pena visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar nosso contato. Informação de qualidade e acompanhamento correto fazem diferença, especialmente quando se trata do desenvolvimento de uma criança.


  • Uma adolescente usou roucutan para acne,depois de anos engravidou mas a bb nas com hidrocefalia,pode

    Uma adolescente usou roucutan para acne,depois de anos engravidou mas a bb nas com hidrocefalia,pode ter relação com o remédio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo a sua preocupação. Quando nasce um bebê com uma condição grave como a hidrocefalia, é natural procurar uma explicação clara, concreta, algo que ajude a dar sentido ao que aconteceu.

    O Roacutan, cujo nome técnico é isotretinoína, é um medicamento muito eficaz para acne grave, mas também é um dos fármacos mais conhecidos por causar malformações fetais. Isso é um fato bem estabelecido pela Medicina. O ponto central, porém, é o tempo. A isotretinoína só oferece risco ao bebê se a gravidez ocorrer durante o uso do medicamento ou logo após o término do tratamento, geralmente dentro de um intervalo de semanas. Por isso existem regras rígidas: teste de gravidez antes, durante e após o tratamento, além da exigência de métodos contraceptivos.

    Anos depois do uso, o medicamento já foi completamente eliminado do organismo. Ele não fica “guardado” no corpo, não altera o material genético e não produz efeitos tardios capazes de afetar uma gestação futura. Do ponto de vista científico, não há evidência de que o uso de Roacutan no passado distante tenha qualquer relação com malformações em uma gravidez ocorrida anos depois.

    A hidrocefalia pode ter muitas causas. Pode estar associada a infecções durante a gestação, alterações do desenvolvimento do sistema nervoso, problemas genéticos, complicações do parto ou, em alguns casos, surgir sem que se identifique um fator único e bem definido. Em boa parte das situações, infelizmente, não existe um culpado claro. Isso não significa falha dos pais ou erro de alguma conduta passada.

    É importante que essa família receba orientação adequada, tanto para compreender melhor a causa provável do quadro quanto para planejar o acompanhamento da criança e, se houver desejo de novas gestações, avaliar riscos futuros com mais tranquilidade. Uma conversa cuidadosa com um médico, analisando exames, histórico gestacional e antecedentes familiares, costuma trazer mais respostas do que suposições isoladas.

    Em uma teleconsulta é possível fazer esse acompanhamento de forma detalhada, tirar dúvidas com calma e, inclusive, obter uma segunda opinião médica, algo que hoje a Telemedicina permite de maneira conveniente, rápida, segura e discreta. Plataformas como a Doctoralia ajudam a identificar médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada.

    Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma das formas mais eficazes de proteger você e sua família. Evita deslocamentos desnecessários, salas de espera cheias, economiza tempo e permite que você invista melhor sua energia no trabalho, no estudo e na sua saúde. Não ficar de fora da transformação digital e da revolução da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial é, hoje, uma escolha consciente.

    Mesmo que você não precise de mim neste momento, vale a pena conhecer meu perfil, acompanhar meus conteúdos e guardar o contato. A Telemedicina é uma ferramenta legítima da Atenção Primária à Saúde e pode ajudar muito no início da jornada de quem busca informação confiável, orientação médica e decisões mais seguras.


  • Foi receitado para o meu filho de 11 anos o atentah de 10mg, para o TDAH, porém os exames ainda não

    Foi receitado para o meu filho de 11 anos o atentah de 10mg, para o TDAH, porém os exames ainda não foram feitos, só temos os relatórios da escola e da psicóloga detalhando as comorbidades que se assemelham ao TDAH e a psicóloga tem suspeitas. Mas o neuro já receitou e confesso que estou com medo de dar a medicação, ele explicou que não vicia, mas fico com medo de efeitos colaterais e pelo fato dos exames como f300 ainda não ter sido feito. É seguro para criança? Tem muito efeito colateral? O que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação. Decidir iniciar uma medicação no filho nunca é simples, especialmente quando ainda existem dúvidas sobre o diagnóstico. Esse receio é legítimo e merece uma explicação clara, sem atalhos.

    A atomoxetina, princípio ativo do Atentah, é um medicamento aprovado para uso em crianças e adolescentes com TDAH há muitos anos. Diferente dos estimulantes clássicos, ela não causa dependência, não provoca euforia e não está associada a vício. Atua regulando neurotransmissores ligados à atenção, ao controle do impulso e à organização do pensamento. Por isso, costuma ser escolhida quando há comorbidades emocionais, ansiedade, dificuldades comportamentais ou quando a família prefere evitar estimulantes.

    Os efeitos colaterais existem, como em qualquer medicamento, mas na maioria das crianças são leves e transitórios. Os mais comuns são redução do apetite, dor abdominal, náusea, sonolência ou, em alguns casos, irritabilidade inicial. Geralmente aparecem nas primeiras semanas e tendem a diminuir conforme o organismo se adapta. Efeitos graves são raros quando a prescrição é feita corretamente e com acompanhamento médico. A dose de 10 mg é baixa e costuma ser usada justamente para testar tolerância e adaptação.

    Sobre os exames, é importante esclarecer um ponto fundamental: o P300 não confirma nem exclui TDAH. Esse exame não é recomendado como critério diagnóstico nas diretrizes atuais e, na prática clínica, tem pouca utilidade. O diagnóstico adequado se baseia na história clínica detalhada, nos relatos da escola, da família, na observação do comportamento e, quando possível, em uma avaliação neuropsicológica formal. Esse sim é o padrão mais completo para confirmar o diagnóstico e mapear comorbidades.

    Existe ainda um dado clínico muito relevante: a resposta terapêutica. Quando uma criança apresenta melhora consistente da atenção, da autorregulação e do funcionamento escolar e emocional após o uso adequado da medicação, isso reforça fortemente o diagnóstico de TDAH. Não substitui a avaliação neuropsicológica, mas é um elemento clínico válido e amplamente utilizado na prática médica.

    O que você pode fazer agora é exatamente o que já está fazendo: buscar informação, manter acompanhamento e não tomar decisões sozinho. Se optar por iniciar a medicação, faça isso com observação cuidadosa, comunicação com a escola e retorno médico programado. Se surgirem efeitos indesejáveis, a medicação pode ser ajustada ou suspensa com segurança. Nada é definitivo nem irreversível.

    Em uma teleconsulta é possível avaliar todo esse contexto com calma, revisar relatórios, orientar sobre sinais de alerta, ajustar doses e tirar dúvidas de forma contínua. Plataformas como a Doctoralia facilitam esse processo ao permitir a escolha de médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família. Você evita deslocamentos, salas de espera, economiza tempo e consegue integrar o cuidado médico à sua rotina de trabalho e estudo.

    A Telemedicina hoje permite, inclusive, consultas de segunda opinião de maneira rápida, segura e discreta, com médicos altamente recomendados. Isso faz parte da transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial, que já está mudando a forma como acompanhamos pacientes desde os primeiros passos da atenção primária. Mesmo que você não precise de mim neste momento, vale a pena visitar meu perfil, conhecer meus conteúdos e manter esse contato. Informação de qualidade, no tempo certo, faz toda a diferença.


  • Levei meu filho, 11 anos, ao neurologista, levei tbm relatório da escola e da psicóloga, ambos relat

    Levei meu filho, 11 anos, ao neurologista, levei tbm relatório da escola e da psicóloga, ambos relatando desconfiança de TDAH. O Neu solicitou f300 e eletroencefalograma, mas não passou avaliação neuropsicológica. Receitou atentah, disse que se ele realmente tivesse TDAH iria melhorar na concentração, ansiedade, em alguns sintomas do tdah,Caso contrário, ele não iria ter melhoras significa com a medicação.Isso realmente procede?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua dúvida e a insegurança que essa situação provoca. Quando falamos de TDAH, é comum que pais fiquem confusos diante de exames pedidos, opiniões diferentes e decisões que parecem apressadas.

    O que o neurologista explicou está parcialmente correto, mas precisa de alguns ajustes importantes para que você tenha uma visão mais segura. A melhora clínica com a atomoxetina pode, sim, reforçar a hipótese de TDAH, porque esse medicamento atua em circuitos cerebrais diretamente envolvidos na atenção, no controle da impulsividade e na regulação emocional. Quando uma criança apresenta melhora consistente da concentração, redução da ansiedade associada, melhor organização e menos prejuízo funcional, isso fortalece o raciocínio diagnóstico. Na prática médica, essa resposta terapêutica é um dado clínico relevante.

    No entanto, isso não significa que a resposta ao medicamento, isoladamente, seja um “teste diagnóstico” definitivo. Crianças sem TDAH podem apresentar alguma melhora subjetiva em ansiedade ou comportamento, especialmente quando há expectativas positivas, mudanças de rotina ou acompanhamento mais próximo. Por isso, a resposta ao tratamento ajuda, mas não substitui uma avaliação adequada.

    Sobre os exames solicitados, é importante esclarecer com franqueza. O P300 não é considerado um exame confiável para diagnosticar TDAH. Ele não faz parte das diretrizes nacionais nem internacionais e, na prática, raramente muda a conduta. O eletroencefalograma também não confirma nem exclui TDAH; costuma ser solicitado apenas quando há suspeita de epilepsia, crises convulsivas ou alterações neurológicas específicas. Para TDAH, esses exames não são determinantes.

    O padrão mais sólido para diagnóstico é a avaliação clínica detalhada associada a uma avaliação neuropsicológica formal. Essa avaliação não serve apenas para “dar um nome” ao problema, mas para entender o perfil cognitivo da criança, identificar comorbidades, diferenciar TDAH de ansiedade, dificuldades de aprendizagem, transtornos emocionais ou imaturidade do desenvolvimento, e orientar melhor o tratamento.

    A atomoxetina é um medicamento seguro para crianças quando bem indicado, não causa dependência e costuma ser escolhida justamente quando há ansiedade associada, como parece ser o caso do seu filho. Os efeitos colaterais existem, mas em geral são leves e transitórios, especialmente em doses iniciais baixas. O acompanhamento próximo é o que garante segurança.

    Portanto, a lógica explicada pelo neurologista não está errada, mas é incompleta. A melhora com a medicação apoia o diagnóstico, mas não dispensa uma avaliação neuropsicológica bem feita, nem substitui o acompanhamento clínico cuidadoso ao longo do tempo. Você não está errada em questionar, nem exagerando ao querer entender melhor antes de seguir adiante.

    Em uma teleconsulta é possível analisar com calma os relatórios da escola, da psicóloga, revisar a conduta médica, esclarecer riscos, benefícios e discutir a real necessidade da avaliação neuropsicológica. Plataformas como a Doctoralia permitem escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é a forma mais segura de proteger você e sua família. Você evita deslocamentos, salas de espera, ganha tempo e investe no que realmente importa.

    A Telemedicina hoje permite inclusive consultas de segunda opinião de maneira rápida, segura e discreta, com acesso aos profissionais mais bem avaliados da plataforma. Se desejar, basta acessar o perfil. Mesmo que você não precise agora, recomendo conhecer meus conteúdos e manter esse contato. Informação clara, no momento certo, muda completamente a forma de cuidar da saúde do seu filho.


  • O que vcs acham sobre risperidona para um bebe de 1 ano e 5 meses? Autista nível 3 Ela nao tem cri

    O que vcs acham sobre risperidona para um bebe de 1 ano e 5 meses? Autista nível 3
    Ela nao tem crises, só apresenta muitas estereotipias, é inquieta, e nao tem foco, e nao da função a brinquedos

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo a angústia que essa situação provoca. Quando falamos de uma criança tão pequena, com apenas 1 ano e 5 meses, qualquer decisão sobre medicação merece cautela extrema. Nessa idade, o cérebro está em pleno desenvolvimento, formando conexões que vão influenciar toda a vida futura. Por isso, a indicação de risperidona — um antipsicótico — precisa ser muito bem fundamentada, baseada em sintomas que realmente coloquem a criança em sofrimento significativo ou risco, como agressividade intensa, automutilação, irritabilidade grave ou crises de difícil manejo.

    Pelo que você descreve, sua filha não apresenta crises severas, nem comportamentos perigosos. O que vemos são estereotipias, inquietação, pouco foco e ausência de função lúdica nos brinquedos. Esses sinais podem aparecer em crianças com suspeita ou diagnóstico inicial de autismo, mas, isoladamente, raramente justificam o uso de risperidona nessa faixa etária. A evidência científica disponível aponta que esse medicamento só é estudado e recomendado acima dos 5 anos, quando há sintomas disruptivos importantes. Antes disso, o risco de efeitos colaterais supera de longe qualquer possível ganho.

    Um diagnóstico de autismo aos 1 ano e meio pode estar correto em alguns casos, mas exige critérios muito bem estabelecidos, avaliação multiprofissional e acompanhamento contínuo. Muitas estereotipias nessa idade podem melhorar com intervenção precoce, terapia adequada, ajustes ambientais e orientação familiar. O foco não deve ser “medicar para ver se melhora”, e sim criar condições de estimulação, comunicação, previsibilidade e desenvolvimento. É isso que muda trajetórias.

    O uso precoce de risperidona também não reduz estereotipias nem melhora foco ou função dos brinquedos. Esses sintomas respondem muito melhor a intervenção comportamental estruturada, terapia ocupacional com integração sensorial, fonoaudiologia e um plano individualizado de desenvolvimento. A pressa em medicar pode dar a impressão de que estamos “fazendo algo”, mas, na prática, pode atrapalhar mais do que ajudar.

    Uma teleconsulta é um espaço seguro para discutir esse quadro com calma, revisar o diagnóstico, entender o que realmente está acontecendo e definir o melhor plano terapêutico. Na Doctoralia, médicos com alta satisfação dos pacientes conseguem orientar você com mais precisão. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovirus B19, variantes gripais e outras infecções, o atendimento online mantém sua família protegida, evita deslocamentos e otimiza seu tempo para o que importa. A Telemedicina hoje é parte essencial da Transformação Digital da Saúde, e permite inclusive segundas opiniões rápidas, discretas e confiáveis.

    Se desejar aprofundar o caso, posso te orientar em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer na Atenção Primária à Saúde de uma criança em início de jornada. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato.


  • Meu filho está tomando depakene a um mês, começou com 1/2 comprimido e na 4 semana pulou para 1 cp ,

    Meu filho está tomando depakene a um mês, começou com 1/2 comprimido e na 4 semana pulou para 1 cp , porém desde o primeiro dia teve enjoos nojo das comidas (inclusive das preferidas), e vômitos frequentes. Pode realmente ser do remédio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque ver um filho perder o apetite, sentir enjoo e vomitar com frequência mexe com qualquer pai ou mãe. O valproato de sódio, conhecido como Depakene, é um medicamento eficaz, muito usado no controle de crises epilépticas e alguns transtornos do humor, mas pode provocar efeitos gastrointestinais, especialmente no início do tratamento ou após aumento da dose. Náuseas, vômitos e aversão aos alimentos são descritos e podem surgir logo nos primeiros dias. Em alguns casos, esses efeitos diminuem conforme o organismo se adapta; em outros, persistem e precisam de intervenção médica.

    Como você relatou que os sintomas começaram desde o primeiro dia e pioraram com o aumento da dose, existe, sim, uma possibilidade concreta de que estejam relacionados ao medicamento. Isso não significa necessariamente que o tratamento precise ser interrompido, mas é sinal de que a situação deve ser avaliada com cuidado. Às vezes, ajustar a dose, mudar o horário da medicação ou até trocar a formulação já ajuda bastante. Em outras situações, é preciso considerar outro anticonvulsivante, especialmente se os efeitos colaterais estiverem comprometendo o bem-estar da criança.

    Não espere isso passar sozinho. Enjoo persistente e vômitos frequentes podem levar à desidratação, perda de peso e piora geral da condição clínica. O mais seguro é revisar o caso em consulta, analisando o histórico completo, o motivo do uso do medicamento, o peso atual da criança, o esquema de doses e a presença de outros sintomas como dor abdominal, sonolência ou alteração no comportamento.

    Em uma teleconsulta é possível conduzir esse acompanhamento com segurança, orientar ajustes iniciais e esclarecer dúvidas sem que você precise expor sua família a riscos desnecessários. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e tantas outras infecções circulando, o atendimento online por Telemedicina protege você e seu filho, evita deslocamentos, reduz o tempo perdido em trânsito e salas de espera e permite que você invista sua energia no que importa. A plataforma Doctoralia recomenda médicos com alta satisfação e experiência, o que facilita encontrar profissionais confiáveis. A Telemedicina também permite obter uma segunda opinião de maneira rápida, discreta e segura, com acesso aos especialistas mais bem avaliados. Caso deseje, posso orientar você em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer na fase inicial da jornada do paciente. Mesmo que não precise de mim agora, visite meu perfil, conheça minhas redes e guarde o contato.


  • Dei uma dose de depakene pra minha filha de 2 anos por engano ao invés de da un xarope pra tosse por

    Dei uma dose de depakene pra minha filha de 2 anos por engano ao invés de da un xarope pra tosse porque frascos São parecidos. O que fazer? Devo levá-la ao médico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua angústia. Quando percebemos que demos a medicação errada a uma criança tão pequena, o coração dispara e a cabeça se enche de cenários assustadores. Vamos por partes, com calma e clareza.

    O Depakene é um anticonvulsivante à base de ácido valpróico. Em uma dose única e pequena, como costuma ser o caso de um engano isolado, muitas crianças não apresentam sintomas graves. Mesmo assim, é uma substância que merece atenção. O mais importante agora é observar sua filha de perto. Sinais como sonolência excessiva, queda de energia além do normal, vômitos, tremores, dificuldade para manter-se acordada ou alterações respiratórias exigem avaliação médica imediata. Se notar qualquer um deles, procure um serviço de urgência sem hesitar.

    Se ela estiver bem, acordada, ativa e sem alterações, ainda assim vale ligar para um serviço de toxicologia (como o CEATOX da sua região), porque eles orientam de acordo com o peso da criança e a quantidade exata ingerida. Essa informação ajuda a definir se a conduta é apenas observação em casa ou se é mais prudente uma ida ao pronto atendimento para exames. Não ofereça outros medicamentos para “compensar” o erro. Apenas mantenha hidratação e vigilância.

    Muitos pais passam por situações como essa. Os frascos realmente podem ser parecidos, e a rotina cansativa facilita esse tipo de confusão. Assim que possível, organize os medicamentos em locais separados e use etiquetas maiores para evitar novos sustos.

    Em uma teleconsulta é possível avaliar melhor o caso, orientar a conduta com base no peso da sua filha e tirar dúvidas específicas. A Doctoralia recomenda médicos com alto índice de satisfação justamente para dar segurança ao paciente. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes da gripe aviária H5N1 e outras infecções, o atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos desnecessários e permite que você invista seu tempo em trabalho ou estudo. A Telemedicina já faz parte da transformação digital da Saúde na Web 4.0 e da Inteligência Artificial, e pode te ajudar desde a Atenção Primária até a segunda opinião médica de forma rápida, segura e discreta.

    Se sentir que precisa de uma avaliação mais individualizada, basta acessar meu perfil. Estou à disposição para orientar e acompanhar.


  • Minha filha tem 14 anos e tá com dor de cabeça e dormência no braço esquerdo e perna e fez a ressonâ

    Minha filha tem 14 anos e tá com dor de cabeça e dormência no braço esquerdo e perna e fez a ressonância e o ecocardiograma transtoracica e o ecocardiograma, exames de sangue e o Eletroencefalograma mais não deu nada e o neuro receitou remédio para epilepsia e tou muito assustada pq segundo ele não deu nada nos exames mais ia passar esse remédio pq ele não sabia se era enxaqueca ou uma suposta crise epilético eu tou sem saber o que fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando uma adolescente apresenta dor de cabeça acompanhada de dormência no braço e na perna, é natural que a família tema o pior. Você fez o que precisava: procurou atendimento, realizou os exames recomendados e buscou orientação especializada. Quando todos os exames de imagem, elétricos e laboratoriais vêm normais, isso costuma indicar que não há lesão estrutural no cérebro ou no coração. O desafio passa a ser interpretar os sintomas em si, porque algumas condições funcionais — como certos tipos de enxaqueca ou crises epilépticas sutis — não deixam marcas nos exames realizados entre as crises.

    É importante saber que muitos medicamentos usados na epilepsia também são eficazes para enxaquecas mais difíceis de controlar. Divalproato e topiramato são exemplos clássicos: modulam a excitabilidade do cérebro e podem ajudar tanto a prevenir crises epilépticas quanto a reduzir a frequência e a intensidade das enxaquecas. Por isso, mesmo com exames normais, alguns neurologistas optam por iniciar uma medicação preventiva. Não significa que sua filha “tenha epilepsia”, mas sim que o médico preferiu adotar uma estratégia de proteção enquanto observa a evolução clínica. Em adolescentes, esse tipo de decisão é relativamente comum quando o quadro ainda não está bem definido, mas os sintomas atrapalham a qualidade de vida.

    O que pode ajudar agora é retomar a conversa com o neurologista, esclarecer o objetivo exato do medicamento e combinar um período de observação. Pergunte como identificar se o remédio está trazendo benefício e quais sinais devem motivar novo contato médico. Se, ainda assim, permanecer a dúvida, buscar uma segunda opinião é totalmente legítimo e, muitas vezes, traz serenidade à família. O mais importante é não interromper ou iniciar medicação por conta própria.

    Em uma teleconsulta é possível acompanhar o caso com calma, revisar todos os exames, orientar ajustes e tirar suas dúvidas com segurança. Plataformas como a Doctoralia ajudam a escolher profissionais bem avaliados, experientes e preparados para esse tipo de situação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, cepas agressivas de gripe aviária H5N1 e outras doenças transmissíveis, o atendimento online mantém você e sua família protegidos, evita deslocamentos desnecessários, poupa tempo e permite que você continue trabalhando ou estudando. A Telemedicina faz parte da transformação digital da saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial, oferecendo conforto, agilidade e privacidade para quem precisa de orientação especializada. Posso acompanhar sua filha em teleconsulta, como qualquer médico deve fazer no início da jornada do paciente em Atenção Primária. Mesmo que não precise de mim agora, vale conhecer meu perfil e minhas redes sociais e manter o contato guardado para quando achar necessário.


  • Meu filho tem 8 anos, é muito inteligente e amoroso, tem a linguagem 100% preservada, mas tem muita

    Meu filho tem 8 anos, é muito inteligente e amoroso, tem a linguagem 100% preservada, mas tem muita sensibilidade auditiva (comprei fones para ele), quando está muito feliz balança as mãos, não gosta de pisar na grama, diz que sente agonia e tem seletividade alimentar também. Todos os amiguinhos da escola adoram ele, ele não é de ter conversas espontaneas, aquela criança super pra frente sabe, mas responde bem e com muita educação. As vezes fico pensando se ele pode ter tea daqueles leves, mas ao mesmo tempo ele me parece tao como os outros, tirando os detalhes que falei

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque quando percebemos alguns comportamentos diferentes nos nossos filhos o coração aperta e a cabeça começa a fazer perguntas que não querem calar. Seu relato descreve um menino carinhoso, inteligente, com boa linguagem e aceito pelos colegas, mas com algumas particularidades sensoriais e comportamentais que merecem atenção.

    A sensibilidade auditiva, a seletividade alimentar, o incômodo ao pisar em determinadas texturas como a grama e o balançar das mãos quando está muito feliz são sinais que podem aparecer em crianças dentro do desenvolvimento típico, mas também podem fazer parte do espectro autista, especialmente nas formas mais leves. Nessas situações, o que costuma diferenciar é o impacto no dia a dia e a forma como a criança lida com a comunicação social. Seu filho responde bem, é educado e querido pelos colegas, o que é um ponto muito positivo. Por outro lado, a dificuldade em iniciar conversas espontâneas e a presença de comportamentos ligados à autorregulação sensorial levantam uma dúvida legítima.

    O autismo não é definido por um único comportamento, e sim por um conjunto de características persistentes que aparecem na interação social, na comunicação e nos padrões sensoriais e comportamentais. Existem crianças com autismo leve que passam despercebidas por muito tempo, justamente porque compensam bem na escola e têm boa linguagem. Outras apenas apresentam traços isolados, sem preencher critérios diagnósticos. Por isso, a avaliação cuidadosa é tão importante. Ela não serve para rotular, mas para orientar. Se houver alguma necessidade de acompanhamento, quanto mais cedo soubermos, melhor.

    Independentemente de rótulos, seu filho demonstra sinais de sensibilidade sensorial que podem ser trabalhados com orientação adequada. Muitas intervenções simples ajudam a aliviar esses desconfortos e a favorecer o bem-estar no dia a dia. A seletividade alimentar também pode ser parte de um perfil sensorial mais rígido e costuma melhorar com estratégias específicas. O importante é olhar para ele como um todo: um menino amado, funcional, mas que talvez precise de pequenos ajustes e apoios.

    Em uma teleconsulta é possível avaliar seu relato com mais profundidade, entender o contexto escolar e familiar e orientar próximos passos com segurança. Hoje, plataformas como a Doctoralia recomendam profissionais com alto índice de satisfação justamente para facilitar essa escolha. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e outras infecções, o atendimento por Telemedicina mantém você e sua família protegidos. Você evita deslocamentos, não perde horas em trânsito ou salas de espera e ganha tempo para trabalhar ou estudar. A transformação digital da Saúde já está acontecendo, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, e participar dela traz conforto e segurança.

    Posso te orientar em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer quando o paciente está no início da sua jornada e precisa de Atenção Primária para esclarecer dúvidas. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil e redes sociais e guarde meu contato. Se desejar uma segunda opinião de forma rápida, segura e discreta, a Telemedicina permite isso com facilidade. Basta acessar o perfil do profissional que escolher.


  • Meu filho teve convulsão devido ao risoeridona, foram feitos diversos exames , até de DNA para ver s

    Meu filho teve convulsão devido ao risoeridona, foram feitos diversos exames , até de DNA para ver se era epilético e deu tudo negativo! Ainda continua usando depakene para fazer o tratamento certinho, porém a neuro quer colocar atthenta para o tdah dele, porém vi na bula que pode causar convulsão em casos raros (assim como risperidona) to entre a cruz e a espada! Na quero ver meu filho daquele estado em que vi

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque ver um filho convulsionar é uma das experiências mais angustiantes que um pai pode enfrentar. Quando isso acontece após o início de um remédio, é natural ligar imediatamente uma coisa à outra. Mas, no caso da risperidona, mesmo que ela possa, em situações raras, baixar o limiar convulsivo, um único episódio não permite afirmar que foi ela a causa. Muitas crianças apresentam uma convulsão isolada ao longo da vida sem que isso represente epilepsia. Os exames, inclusive o estudo genético, serviram exatamente para afastar causas estruturais ou hereditárias, e isso traz uma boa notícia: não há sinais de epilepsia até o momento.

    Seu filho segue usando o Depakene como medida de proteção e estabilização elétrica cerebral, o que reduz ainda mais o risco de recorrência. Agora surge a questão do TDAH, e a proposta de usar Atthenta. A bula menciona risco de convulsão, mas isso é diferente de dizer que o remédio causará uma convulsão. É um aviso baseado em eventos raros, muitos deles ocorridos em pessoas sem diagnóstico claro ou com múltiplos fatores associados. Na prática clínica, estimulantes são amplamente usados em crianças com histórico de convulsão única, principalmente quando estão medicadas com anticonvulsivante. O Depakene oferece uma margem de segurança adicional para o uso do Atthenta.

    Quando o TDAH não é tratado, a criança costuma sofrer mais com impulsividade, desatenção, dificuldades acadêmicas e emocionais. Isso também impacta a família inteira. Se o neurologista, conhecendo todo o histórico, avaliou que o benefício supera o risco, essa opinião tem base na experiência científica acumulada. A decisão nunca é automática, mas ponderada. Você não está entre a cruz e a espada; está diante de uma escolha que pode ser feita com cautela, monitoramento e segurança. O início da medicação pode ser gradual, com observação atenta dos primeiros dias e acompanhamento próximo. Caso qualquer sinal estranho apareça, a conduta é reavaliada rapidamente.

    Uma teleconsulta permite esclarecer cada ponto com calma, revisar resultados, discutir alternativas e tomar uma decisão segura e consciente. A plataforma Doctoralia destaca profissionais com elevada satisfação dos pacientes, o que facilita escolher médicos experientes em casos como o do seu filho. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovirus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e outras infecções, o atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos e salas de espera e poupa tempo para o trabalho ou estudo. A Telemedicina é parte da revolução da Saúde na Web 4.0, apoiada pela Inteligência Artificial. Posso te orientar em teleconsulta sempre que precisar, inclusive como segunda opinião, de forma rápida, segura e discreta. Mesmo que não precise agora, vale visitar meu perfil, conhecer minhas redes e guardar meu contato.


  • Minha neta toma keppra de 12 em 12 horas e o medico disse que ela pode tomar uma dose extra caso ten

    Minha neta toma keppra de 12 em 12 horas e o medico disse que ela pode tomar uma dose extra caso tenha convulsão.porem nao sei se isso faz mal

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque lidar com convulsões em uma criança nunca é simples e cada orientação médica precisa fazer sentido para a família. O levetiracetam, conhecido como Keppra, é um dos anticonvulsivantes mais usados hoje pela boa eficácia e pela segurança em crianças. Quando o médico orienta que uma dose extra pode ser administrada após uma convulsão, ele se baseia justamente nesse perfil de segurança. Em situações específicas, a dose adicional ajuda a evitar que novas crises ocorram em sequência, algo que chamamos de “agrupamento de crises”, comum em alguns tipos de epilepsia.

    Essa dose extra não é tomada todos os dias, mas apenas em episódios de crise. Quando ocorre de forma pontual, o organismo tolera bem, e os estudos mostram que o risco de efeitos adversos graves é muito baixo. O que pode acontecer, às vezes, é um pouco mais de sonolência, irritabilidade ou tontura nas horas seguintes. Mesmo assim, esses efeitos tendem a ser leves e passageiros. O mais importante é seguir exatamente a dose recomendada pelo médico, pois cada criança tem peso, histórico e tipo de crise diferentes. Nunca aumente a dose por conta própria, e, se a criança tiver mais de uma crise no mesmo dia, ou se algo parecer fora do padrão, procure orientação imediata.

    É compreensível o receio, mas a dose extra não é um “exagero”; é um recurso pensado para proteger a criança num momento crítico. Convulsões repetidas podem fazer mais mal que a própria medicação. Por isso, a recomendação costuma ser bem fundamentada e faz parte das estratégias modernas de controle das crises.

    Em uma teleconsulta é possível avaliar melhor o caso da sua neta, revisar doses e esclarecer cada detalhe com calma. A plataforma Doctoralia orienta escolher profissionais com alto índice de satisfação e experiência, garantindo segurança e qualidade. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e outras infecções, o atendimento online por Telemedicina é a forma mais segura para você e sua família. Você evita deslocamentos, reduz riscos desnecessários e aproveita melhor seu tempo de trabalho e estudo. A transformação digital e a Saúde 4.0 estão a seu favor, e a Inteligência Artificial vem ampliando ainda mais a precisão e a segurança desse cuidado. Posso te orientar em uma teleconsulta sempre que precisar, como qualquer médico deve fazer na Atenção Primária, especialmente no início da jornada do paciente. Mesmo que não precise de atendimento agora, vale visitar meu perfil e redes sociais e manter nosso contato. A Telemedicina também permite segundas opiniões de forma rápida, segura e discreta, com acesso aos médicos mais bem avaliados da plataforma. Caso deseje, basta clicar no perfil.


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