Perguntas do paciente (3614)

  • Minha bebe de 1e 6 meses brinca muito com letras do alfabeto e numeros , conhece todas as letras e o

    Minha bebe de 1e 6 meses brinca muito com letras do alfabeto e numeros , conhece todas as letras e os números ate 10. Mas percebi que por ela ja saber, nao demonstra mais tanto interesse, eu fico sem saber o que fazer pra evitar que ela fique entediada, nao sei qual o próximo passo, nao esperava que ela fosse aprender tao rápido

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua inquietação, porque quando uma criança aprende tão rápido, parece que o mundo dela anda alguns passos à frente do nosso. É natural sentir esse misto de admiração e incerteza sobre como continuar estimulando sem pressionar, sem exagerar e sem deixar que o tédio apareça.

    O que você descreve é comum em crianças que dominam uma habilidade cedo: depois que entendem “como funciona”, perdem o encanto inicial e buscam novidades. Isso não significa desinteresse, muito menos problema. Significa apenas que o cérebro dela está pedindo novos desafios — e isso é ótimo.

    Aos 1 ano e 6 meses, o próximo passo não é “avançar para conteúdos acadêmicos mais complexos”, mas ampliar o repertório de experiências. Ela já domina letras e números porque você ofereceu estímulos ricos. Agora, vale investir em outras áreas que são igualmente importantes para o desenvolvimento global.

    Brincadeiras simbólicas ajudam muito. Cozinhar de mentirinha, cuidar de bonecas, faz-de-conta simples, imitar cenas do cotidiano. A imaginação ainda está começando a florescer, e quanto mais ela experimentar, mais forte será sua capacidade de linguagem, criatividade e vínculo social.

    Explorar música é outro caminho. Cantar, bater palmas, repetir ritmos, usar instrumentos simples. A musicalidade ativa áreas diferentes do cérebro e mantém a criança engajada.

    Brincadeiras motoras também são essenciais. Subir, descer, empurrar, puxar, construir, derrubar. Crianças muito aceleradas cognitivamente às vezes deixam o corpo “em segundo plano”, e o movimento ajuda a equilibrar tudo.

    Oferecer desafios leves é uma boa estratégia. Quebra-cabeças maiores, blocos mais complexos, livros com texturas, histórias mais longas, atividades de encaixe e classificação. O importante é que ela tenha variedade e que você acompanhe sem transformar cada momento em “aprendizado obrigatório”.

    O mais saudável é seguir o interesse dela. Se letras e números diminuíram de graça agora, tudo bem. Daqui a pouco ela pode voltar a procurá-los naturalmente. O desenvolvimento infantil não é linear; é feito de ciclos.

    Se você sentir dificuldade em entender o ritmo dela ou quiser orientar melhor os próximos estímulos, uma teleconsulta pode ajudar muito. É possível avaliar o comportamento global da sua filha, tirar dúvidas sobre altas habilidades, hiperlexia ou apenas desenvolvimento acelerado, e planejar formas de estimular sem sobrecarregar. A Doctoralia facilita essa escolha ao destacar médicos com histórico de excelência e alta satisfação nos atendimentos.

    Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras infecções, o atendimento online por Telemedicina mantém sua família segura, poupa deslocamentos e evita salas de espera desnecessárias. A transformação digital da Saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, permite que você receba orientação qualificada sem sair de casa. Posso acompanhar você em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer quando a família está no início dessa jornada. Mesmo que não precise de mim agora, vale conhecer meu perfil e guardar o contato.

    Hoje a Telemedicina permite também consultas de segunda opinião, de forma rápida, segura e discreta, com acesso aos profissionais mais recomendados. Se quiser orientação mais detalhada sobre os próximos passos da sua filha, basta clicar no perfil.


  • Meu filho tem autismo, e o médico passou 0,25 ml durante 10 dias, e após 0,25 ml de 12 em 12 horas.

    Meu filho tem autismo, e o médico passou 0,25 ml durante 10 dias, e após 0,25 ml de 12 em 12 horas. Comecei a etapa de duas vezes ao dia, e meu filho está muito sonolento, só quer ficar deitadinho. Hoje dia 30 de novembro faz 3 dias que comecei essa etapa. É normal ele está assim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque quando vemos uma mudança tão rápida no comportamento de uma criança, especialmente uma criança com autismo, é natural que o coração aperte. A sonolência excessiva após o início ou aumento de uma medicação é um dos efeitos mais comuns que observamos na prática clínica. Isso acontece porque muitas das substâncias usadas para ajudar na regulação do comportamento, da ansiedade ou da irritabilidade têm ação no sistema nervoso central, deixando a criança mais lenta, menos ativa e com maior necessidade de repouso nos primeiros dias.

    Quando a dose passa de uma vez ao dia para duas, o organismo recebe uma carga maior da substância, e é exatamente nessa transição que essa sonolência costuma aparecer. Em muitos casos, o corpo se adapta com o passar dos dias, e o efeito sedativo diminui. No entanto, há um limite entre o esperado e o exagerado. Se seu filho está praticamente só deitado, pouco responsivo, sem interesse nas atividades que normalmente chamam sua atenção, vale acender o sinal amarelo. O ideal é que a medicação ajude, não que apague a criança.

    O mais seguro é entrar em contato com o médico que prescreveu para relatar a intensidade da sonolência. Ele conhece a história clínica, o peso do seu filho, o motivo exato da indicação e pode ajustar a dose, fazer uma redução temporária ou até trocar o medicamento, se necessário. Em algumas situações, uma dose um pouco menor já reduz esse efeito e mantém o benefício terapêutico.

    Uma teleconsulta pode oferecer esse acompanhamento com tranquilidade e rapidez. Em plataformas como a Doctoralia, muitos médicos têm perfil campeão de atendimento e alta satisfação dos pacientes. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes agressivas de gripe aviária H5N1 e outras infecções, o cuidado online mantém você e sua família protegidos, evita deslocamentos, economiza tempo e permite que você continue suas atividades sem interrupção. A Telemedicina evoluiu muito; hoje garante segurança, precisão e sigilo, inclusive para obter uma segunda opinião médica. Posso te orientar em uma teleconsulta sempre que precisar, especialmente nesse começo da jornada, quando cada ajuste faz diferença. Mesmo que não precise de mim agora, vale conhecer meu perfil e redes sociais e guardar o contato para quando surgir alguma dúvida ou preocupação futura.


  • Meu Filho Tem 5 Anos Vai começar o Uso de Valproato, ele pesa 35 kg , médico passou 11 ml de 12/12 ,

    Meu Filho Tem 5 Anos Vai começar o Uso de Valproato, ele pesa 35 kg , médico passou 11 ml de 12/12 , só que ele toma risperidona 1.5 ml de 12/12 ser que pode fazer mal ? Qual melhor horário devo da a ele ....

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua preocupação, porque iniciar um novo medicamento em uma criança sempre gera receio, ainda mais quando já existe outra medicação em uso. O valproato é um fármaco importante no controle de crises epilépticas e alterações de humor, mas exige cuidado na introdução. Para um menino de 5 anos com 35 kg, a dose que você descreveu está um pouco mais alta do que a maioria dos esquemas costuma recomendar no início. Muitos médicos preferem começar devagar e ajustar conforme a resposta clínica e os níveis sanguíneos da medicação. Isso não significa que esteja errado, mas sim que vale a pena conversar diretamente com quem prescreveu para entender o raciocínio clínico e alinhar expectativas.

    Sobre o uso simultâneo com a risperidona, as duas medicações podem ser associadas quando há indicação. Elas não se “anulam” nem se tornam automaticamente perigosas juntas, mas a combinação aumenta a necessidade de observar o comportamento da criança, o nível de alerta, o apetite e possíveis sinais de sonolência exagerada. Esse monitoramento ajuda a ajustar as doses caso algum efeito indesejado apareça.

    Quanto aos horários, tanto o valproato quanto a risperidona costumam ser administrados divididos em duas tomadas diárias. Em geral, muitos médicos preferem iniciar o valproato com uma dose pela manhã e outra à noite, sempre após as refeições, porque isso reduz náuseas e desconforto gástrico. Entretanto, o melhor horário é aquele que garante regularidade. Crianças se beneficiam muito de rotina. Se a risperidona já está organizada em horários fixos, tente encaixar o valproato nos mesmos intervalos, facilitando o manejo e reduzindo esquecimentos.

    Ajustes finos dependem do objetivo do tratamento, do quadro clínico do seu filho e da estratégia do médico que acompanha. Em uma teleconsulta é possível revisar detalhes, esclarecer dúvidas, avaliar segurança, orientar sinais de alerta e ajudar você a se sentir mais seguro nesse início. A plataforma Doctoralia recomenda médicos com alto índice de satisfação e excelência em atendimento. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas agressivas de gripe aviária H5N1 e outras infecções, o cuidado online protege você e sua família, poupa tempo, evita trânsito e salas de espera, além de fazer parte da transformação digital da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. A telemedicina permite segunda opinião de forma rápida, segura e discreta com profissionais experientes. Caso deseje, posso orientar você em uma teleconsulta, assim como qualquer médico deve fazer no início da jornada de cuidado. Mesmo que não precise agora, vale visitar meu perfil e redes sociais e manter nosso contato.


  • Oi minha filha está fazendo uso do etoxin e do depakene ,posso administrado eles no mesmo horário ?

    Oi minha filha está fazendo uso do etoxin e do depakene ,posso administrado eles no mesmo horário ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque quando falamos de medicamentos para epilepsia, especialmente em crianças, qualquer dúvida sobre horário e combinação merece uma resposta clara e segura. A etossuximida (Etoxin) e o valproato de sódio (Depakene) são fármacos usados juntos com frequência no tratamento de ausências e outras crises generalizadas. Eles não têm uma interação que impeça o uso no mesmo horário. A combinação é, inclusive, bastante estudada e aceita na prática clínica. O mais importante é manter regularidade, evitar esquecimentos e seguir exatamente a prescrição do neurologista da sua filha.

    Ainda assim, cada organismo reage de um jeito. Alguns pacientes toleram melhor quando tomam juntos; outros se sentem melhor com uma pequena defasagem entre as doses. O critério clínico costuma levar em conta efeitos adversos, como náuseas, sonolência ou irritabilidade. Caso perceba qualquer mudança de comportamento, aumento de crises, perda de apetite ou alteração no humor, avise o médico responsável. A monitorização periódica com exames de sangue também é essencial, porque o valproato pode influenciar funções hepáticas e a contagem de plaquetas, enquanto a etossuximida pode causar efeitos gastrointestinais em alguns casos.

    Uma teleconsulta pode ajudar muito nesse processo. Acompanhamos a resposta ao tratamento, ajustamos horários, esclarecemos dúvidas e orientamos sinais de alerta, tudo sem que você precise se deslocar. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes agressivas de influenza H5N1 e outras infecções que circulam com facilidade, o atendimento online por Telemedicina mantém você e sua família protegidos. Você economiza tempo, evita trânsito e salas de espera e investe na sua rotina com mais tranquilidade. A plataforma Doctoralia destaca médicos com alta satisfação e desempenho, facilitando a escolha de profissionais experientes para segunda opinião ou acompanhamento contínuo. Se sentir necessidade, posso orientar sua família em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer no início da jornada de cuidado. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar nosso contato.


  • ha bebe de 1 ano e 6 meses sabe o alfabeto, os números de 1 a 10, as formas geometricas, as vogais,

    ha bebe de 1 ano e 6 meses sabe o alfabeto, os números de 1 a 10, as formas geometricas, as vogais, cores , as partes do corpo humano, quando pergunto fala os nomes dos personagens da história que leio para ela. Sempre estimulo usando brinquedos, peças de montar letras e numeros... Ela é bem sociável, adora passear, gosta de brincar com crianças maiores... será se criancas dessa idade sao assim mesmo? Sou mãe de primeira viajem rsrsrsrs

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo seu espanto, porque quando somos mães ou pais de primeira viagem cada descoberta parece um mundo novo — e quando a criança avança tão rápido, o coração fica dividido entre orgulho e dúvida. A verdade é que o que você descreve é bem acima do esperado para 1 ano e 6 meses. Conhecer letras, números, cores, formas, nomear partes do corpo, identificar personagens… tudo isso indica uma capacidade de memória e atenção incomuns para a idade.

    Ao mesmo tempo, há um ponto muito importante no seu relato: sua filha é sociável, gosta de brincar, procura outras crianças, se diverte nas interações. Esse componente social costuma ser um marcador de desenvolvimento global saudável. Crianças com dificuldades importantes de interação geralmente mostram sinais desde cedo, como evitar contato visual, não compartilhar interesses ou manter uma rotina muito rígida. Como você descreve justamente o contrário — uma menina curiosa, ativa, comunicativa e sociável — isso sugere que essas habilidades avançadas podem ser parte de um desenvolvimento acelerado, possivelmente ligado a altas habilidades.

    É natural pensar em hiperlexia quando uma criança tão pequena se interessa por letras e números. A hiperlexia pode aparecer em crianças muito inteligentes, que simplesmente têm muita facilidade com símbolos. Mas também pode surgir associada ao espectro do autismo. A diferença está no conjunto. Quando a linguagem social, a curiosidade pelo outro e as brincadeiras compartilhadas estão preservadas, o mais comum é que a criança esteja apenas demonstrando um desenvolvimento precoce, não um problema.

    Seu papel tem sido essencial. A forma como você estimula, brinca, lê histórias e oferece materiais que despertam a imaginação contribui muito para esse avanço. Crianças pequenas aprendem rápido quando têm oportunidades ricas de exploração e quando os pais participam ativamente das descobertas.

    Mesmo assim, quando há dúvidas — especialmente na primeira infância — uma avaliação profissional tranquila e cuidadosa ajuda a orientar melhor o que é esperado, o que é apenas avançado e o que merece monitoramento. Em uma teleconsulta é possível analisar o comportamento global da sua filha, orientar novos estímulos e tirar todas as dúvidas com calma. A plataforma Doctoralia indica médicos com alto índice de satisfação e experiência sólida, o que facilita bastante essa escolha. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras infecções circulantes, o atendimento online por Telemedicina mantém você e sua família protegidos, evita deslocamentos e perda de tempo em trânsito e salas de espera, além de permitir que você invista seu tempo no que importa. Essa é uma das grandes transformações da Saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial.

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  • Meu filho tem tiques o neuropediatra receitou risperidona está indo pra quarta semana de medicação 0

    Meu filho tem tiques o neuropediatra receitou risperidona está indo pra quarta semana de medicação 0,5ml na segunda semana observei uma melhora, porém da terceira semana pra cá piorou muito é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, sobretudo quando se trata do comportamento do seu filho e de uma medicação que deveria ajudá-lo. A relação entre tiques e risperidona pode mesmo gerar dúvidas, porque a evolução nem sempre é linear. A risperidona costuma ajudar na redução de tiques e de comportamentos associados, mas cada organismo reage de modo diferente. É possível observar uma melhora inicial seguida de um período de oscilações. Isso acontece porque o sistema nervoso ainda está se ajustando ao medicamento, e a resposta final só costuma ficar mais clara após algumas semanas, às vezes até depois da quarta ou quinta semana.

    Quando a piora aparece de forma mais marcada, como você descreve, vale atenção. Pode ser uma oscilação temporária, mas também pode indicar que a dose está baixa demais, alta demais para aquele momento, ou que seu filho é sensível ao remédio. Algumas crianças ficam mais agitadas, mais impulsivas ou com os tiques acentuados durante o período de adaptação. Não é comum, mas pode acontecer. O mais importante agora é comunicar ao neuropediatra o que observou. A decisão de ajustar dose, reduzir, trocar ou manter só deve ser feita com acompanhamento médico, porque mudanças bruscas podem trazer ainda mais instabilidade.

    Enquanto isso, observe padrões: se os tiques aumentam em momentos de ansiedade, cansaço, atividades específicas ou antes de dormir. Esses detalhes ajudam muito na reavaliação. Tiques têm um curso natural irregular, com fases de melhora e piora que nem sempre dependem exclusivamente do remédio. Por isso, o olhar clínico contínuo é fundamental.

    Em uma teleconsulta é possível acompanhar essa evolução de perto, orientar ajustes, entender melhor o comportamento do seu filho e esclarecer todas as dúvidas. Hoje, plataformas como a Doctoralia facilitam escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência em casos semelhantes. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e tantas outras infecções circulando, o atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos e salas de espera e ainda economiza tempo para investir no trabalho e nos estudos. A Telemedicina é uma porta segura, moderna e eficaz da Saúde Digital na Web 4.0, potencializada pela Inteligência Artificial. Posso te orientar em teleconsulta como médico de primeira escuta e segunda opinião, algo plenamente recomendado para pacientes no início da jornada de cuidado. Mesmo que agora não precise de atendimento imediato, vale visitar meu perfil, acompanhar minhas redes e guardar meu contato.

    A Telemedicina permite obter uma segunda opinião de forma rápida, discreta e segura com profissionais experientes. Caso tenha interesse, basta acessar meu perfil. Estou à disposição para ajudar você e seu filho nesse processo com tranquilidade e precisão.


  • Minha bebe de 1 ano e 5 meses ja sabe o alfabeto, os números de 1 a 10, as formas geometricas, as vo

    Minha bebe de 1 ano e 5 meses ja sabe o alfabeto, os números de 1 a 10, as formas geometricas, as vogais, cores , as partes do corpo humano, quando pergunto fala os nomes dos personagens da história que leio para ela. Sempre estimulo usando brinquedos, peças de montar , de encaixar ...
    Confesso que me assusto com tudo isso e me pergunto se é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque ver uma criança tão pequena demonstrar habilidades acima do esperado mexe mesmo com qualquer mãe ou pai. O desenvolvimento infantil não segue uma linha reta, e algumas crianças avançam muito rápido em áreas específicas, especialmente quando recebem estímulos ricos como leitura diária, brincadeiras estruturadas e interação constante com adultos atentos, como é o seu caso.

    Quando uma criança de 1 ano e 5 meses reconhece letras, números, formas, cores e personagens, estamos diante de algo realmente incomum para a idade. Isso não significa, por si só, que exista um problema. Algumas crianças apresentam uma curiosidade intensa, aprendem com enorme facilidade e memorizam com rapidez surpreendente. Esse perfil pode fazer parte das chamadas altas habilidades ou superdotação, que muitas vezes aparecem cedo por meio de linguagem avançada, interesse incomum por símbolos e grande atenção aos detalhes.

    Por outro lado, é importante mencionar que, em algumas crianças, habilidades precoces de leitura ou identificação de símbolos podem fazer parte do fenômeno chamado hiperlexia. A hiperlexia não é uma doença, mas pode aparecer em dois caminhos diferentes. Em um deles, a criança é apenas muito avançada para a idade e continua se desenvolvendo bem em todas as áreas. No outro, a hiperlexia pode surgir como um sinal precoce de que algo na comunicação social precisa ser observado com mais cuidado, especialmente no espectro do autismo. Isso não quer dizer que sua filha tenha autismo, mas indica que vale prestar atenção em alguns pontos: troca de olhares, brincadeiras compartilhadas, comunicação espontânea, interesse em pessoas, flexibilidade nas rotinas, expressão emocional. Quando tudo isso evolui bem, as habilidades avançadas tendem a ser apenas parte de um desenvolvimento singular e positivo.

    O mais importante é olhar o conjunto, não apenas as habilidades cognitivas. Uma criança que interage bem, brinca de forma variada, busca contato, responde ao nome, aponta para mostrar coisas e divide interesses com os pais costuma estar no caminho esperado, mesmo quando aprende muito rápido. Mas, se notar rigidez, dificuldade de interação ou preferência exagerada por atividades repetitivas, vale uma avaliação mais detalhada para afastar dúvidas e orientar melhor os estímulos.

    Em situações como a sua, uma teleconsulta ajuda a entender o comportamento global da criança, esclarecer se as habilidades fazem parte de um desenvolvimento avançado ou se existe algum sinal que merece acompanhamento. A plataforma Doctoralia facilita essa escolha ao destacar profissionais com histórico sólido de atendimento e alta satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovirus B19, variantes de gripe aviária H5N1 e outras infecções circulando, o atendimento online por Telemedicina protege você e sua família, evita deslocamentos desnecessários e permite que você dedique seu tempo ao trabalho e à rotina da sua casa. A revolução digital da Saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, tornou esse cuidado mais seguro e eficiente, e posso orientar você em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer na Atenção Primária quando a família está no início da jornada. Mesmo que não precise de mim agora, vale conhecer meu perfil e redes sociais e guardar o contato.

    Hoje a Telemedicina permite teleconsultas de segunda opinião de maneira rápida, segura, discreta e com acesso aos profissionais mais recomendados. Caso deseje esclarecer melhor o desenvolvimento da sua filha, basta clicar no perfil e agendar.


  • Criança 3 anos ,médica passou aripripazol 0,25 é normal ter agitação?Qual o tempo para se adaptar a

    Criança 3 anos ,médica passou aripripazol 0,25 é normal ter agitação?Qual o tempo para se adaptar a medicação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Quando começamos um medicamento em uma criança pequena, qualquer mudança no comportamento deixa a família em alerta. O aripiprazol, mesmo em doses muito baixas como 0,25 ml, pode provocar agitação no início do tratamento. Isso acontece porque o cérebro leva um tempo para se adaptar ao novo equilíbrio de neurotransmissores. Em alguns casos, a criança fica mais inquieta, dorme pior ou demonstra irritabilidade nos primeiros dias.

    Essas reações iniciais costumam diminuir conforme o organismo se ajusta. O período de adaptação geralmente varia de alguns dias até duas ou três semanas, dependendo da sensibilidade da criança, do motivo da prescrição e da resposta individual ao medicamento. Se a agitação for muito intensa, persistente ou vier acompanhada de perda de apetite importante, sonolência excessiva ou mudança brusca de comportamento, é fundamental comunicar o médico que acompanha o caso. Às vezes é preciso ajustar a dose, mudar o horário da medicação ou reavaliar a estratégia terapêutica.

    Uma avaliação mais cuidadosa em teleconsulta permite entender melhor o contexto, revisar sintomas, analisar se o medicamento continua indicado e orientar com segurança. A plataforma Doctoralia incentiva que os pacientes escolham médicos com alto índice de satisfação e experiência em atendimentos online, justamente porque, em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e outras infecções circulantes, o cuidado virtual oferece proteção a você e à sua família. Evita deslocamentos desnecessários, reduz tempo perdido em trânsito e salas de espera e permite que você concentre sua energia no trabalho e nos estudos. A Telemedicina é parte da transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, e hoje possibilita consultas, segunda opinião e acompanhamento especializado de forma rápida, segura e discreta.

    Se desejar, posso orientar você em uma teleconsulta. Qualquer médico preparado pode e deve ajudar o paciente no início dessa jornada e garantir atenção primária de qualidade. Mesmo que agora não precise de atendimento imediato, vale visitar meu perfil, conhecer meus canais e guardar meu contato. Quando quiser um acompanhamento mais aprofundado ou uma segunda opinião, basta acessar o perfil na plataforma.


  • Dr. Tenho uma filha de 2 anos e 4 meses com displasia no nervo óptico. Posso ter outro filho. Toma i

    Dr. Tenho uma filha de 2 anos e 4 meses com displasia no nervo óptico. Posso ter outro filho. Toma injecao do hormônio. E hipotireoidismo.Na minha família não tem nenhum caso assim. A neuro disse que poderia ser, simplesmente um acontecimento. Porém tenho medo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, sobretudo quando a saúde de um filho é colocada em primeiro plano e o medo do desconhecido pesa mais do que qualquer explicação médica. A Displasia Septo-Óptica realmente assusta no início, porque envolve estruturas delicadas do cérebro e costuma vir acompanhada de alterações hormonais, como a deficiência de hormônio do crescimento e o hipotireoidismo que você mencionou. Mas é importante esclarecer algo que costuma aliviar muitas famílias: na maioria dos casos, essa condição não é hereditária. Surge como um evento isolado no desenvolvimento embrionário, sem relação com histórico familiar prévio.

    Os estudos mostram que, na grande parte das situações, não existe risco elevado de recorrência em uma próxima gestação. Isso significa que ter outro filho é algo possível e, do ponto de vista médico, não costuma haver contraindicação. É compreensível que o medo fale mais alto, especialmente quando você vê sua filha enfrentando injeções e acompanhamentos contínuos. Mas medo não é método diagnóstico. E, com franqueza, quando você escolhe não conversar abertamente com o médico que acompanha sua filha e busca respostas aleatórias na internet, coloca-se numa posição frágil. É como decidir o futuro da família no cara ou coroa — e você merece muito mais segurança do que isso.

    O caminho responsável começa com um acompanhamento adequado. Uma consulta com um neuropediatra ou endocrinologista pediátrico experiente pode revisar o caso da sua filha, explicar os fatores de risco reais e orientar sobre exames pré-concepcionais. Nada disso substitui o diálogo direto, mas oferece previsibilidade e reduz a angústia. A medicina moderna permite planejar melhor e viver esse processo com mais serenidade.

    Se quiser compreender cada passo e ter uma orientação cuidadosa, uma teleconsulta pode ajudar muito. É um ambiente seguro para tirar dúvidas, revisar exames, conversar sobre planejamento familiar e receber uma segunda opinião com calma, rapidez e privacidade. Plataformas como a Doctoralia facilitam essa escolha, permitindo encontrar médicos bem avaliados, com alto índice de satisfação, especialmente importantes em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes agressivas de gripe aviária H5N1 e outras infecções que ainda circulam. A telemedicina protege você e sua família, evita deslocamentos, economiza tempo e mantém seu foco no que importa.

    A transformação digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, está aí exatamente para isso: permitir decisões mais seguras, orientar quem está no início da jornada e facilitar o acesso à Atenção Primária. Caso queira, posso orientá-la em uma teleconsulta — algo que qualquer médico comprometido com o bem-estar do paciente deve oferecer. Mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer minhas redes e guardar o contato para quando sentir necessidade. A segunda opinião por telemedicina é rápida, discreta e confiável. Basta acessar o perfil e agendar.


  • Meu filho tem 4 anos, 120 cm e 27 kg. Ele faz acompanhamento com fonoaudióloga e psicólogo por quest

    Meu filho tem 4 anos, 120 cm e 27 kg. Ele faz acompanhamento com fonoaudióloga e psicólogo por questões de atenção e impulsividade, mas ainda não tem diagnóstico definido. Gostaria de entender se o ômega 3 é considerado seguro e benéfico para crianças nessa idade, especialmente no apoio à concentração e imperatividade.

    Gostaria de orientações gerais para conversar com o profissional que o acompanha.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação com o desenvolvimento e o bem-estar do seu filho. Quando lidamos com atenção, impulsividade e questões ligadas ao comportamento, é natural que os pais busquem alternativas que possam ajudar. O ômega-3 ganhou fama como uma espécie de suplemento “universal”, mas é importante separar expectativa de evidência científica. Hoje sabemos que, apesar de muito divulgado, ele não mostrou benefício consistente para melhorar atenção, impulsividade ou desempenho cognitivo em crianças. Os estudos mais robustos apontam resultados frágeis ou inexistentes. Não faz diferença prática no dia a dia da criança, e por isso não o recomendo como estratégia terapêutica. Pode até ser usado como placebo — porque é, de fato, inofensivo em doses regulares — mas existem opções mais acessíveis e com melhor respaldo clínico quando realmente há indicação.

    O mais importante é conversar com a equipe que acompanha seu filho. Pergunte quais são as hipóteses diagnósticas em avaliação, quais habilidades estão sendo estimuladas nas sessões e como você pode reforçar essas condutas em casa. Vale discutir se existe necessidade de investigar transtornos como TDAH ou dificuldades no desenvolvimento da linguagem, sempre com critério. Peça orientações específicas sobre rotina, sono, comportamento e atividades estruturadas, porque essas medidas têm impacto real e duradouro. Se houver dúvida sobre suplementação, solicite que o profissional explique claramente o que tem evidência, o que não tem e por quê. Profissionais comprometidos fazem questão desse diálogo.

    Em uma teleconsulta é possível aprofundar essa conversa, entender o contexto familiar, revisar os sinais que seu filho apresenta e orientar com precisão. A plataforma Doctoralia recomenda profissionais com alto índice de satisfação e experiência, o que facilita essa escolha. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, variantes agressivas da gripe aviária H5N1 e outras infecções circulando, o atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos desnecessários, reduz exposição e otimiza seu tempo para o que realmente importa. Vivemos a era da Saúde Digital, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, e a telemedicina se tornou a forma mais segura, eficiente e moderna de cuidar da saúde. Caso deseje uma avaliação de segunda opinião, a teleconsulta permite isso de modo rápido, seguro e discreto. Se achar útil, visite meu perfil, acompanhe minhas redes e guarde meu contato. Estou à disposição para ajudar no início dessa jornada e na Atenção Primária à Saúde do seu filho.


  • Boa noite mim chamo Angela tenho uma filha de 8 anos de idade ,diagnosticada a transtorno de deficit

    Boa noite mim chamo Angela tenho uma filha de 8 anos de idade ,diagnosticada a transtorno de deficit de atenção e hiperatividade (TDAH) agora ela vem apresentando sintomas de não poder ver nada fora do lugar que logo se irritar.
    Nesse caso o que devo fazer é que situação devo tomar....

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, Angela. Quando uma criança com diagnóstico de TDAH começa a reagir com irritação diante de objetos fora do lugar, isso pode sinalizar uma sensibilidade maior à organização, à previsibilidade do ambiente ou até mesmo uma sobrecarga emocional que ela ainda não consegue explicar com palavras. Crianças nessa idade, sobretudo quando já convivem com impulsividade, distração e dificuldade de autorregulação, podem desenvolver comportamentos rígidos como forma de tentar controlar o que sentem internamente.

    É importante observar a frequência, a intensidade e o impacto desse incômodo no dia a dia. Muitas vezes, o que parece apenas “mania” pode ser um pedido silencioso de ajuda para lidar com ansiedade, excesso de estímulos, sensação de descontrole ou até dificuldades sensoriais. O cérebro de uma criança com TDAH funciona em velocidade diferente: quando o ambiente foge do que ela espera, a irritação aparece como uma resposta automática. Isso não significa frescura, e sim uma dificuldade genuína de modular emoções.

    O primeiro passo é acolher. Evite corrigir no momento da irritação. Quando ela estiver calma, converse de forma simples, pergunte o que ela sente quando vê algo fora do lugar e tente identificar se há padrões. Ao mesmo tempo, procure apoio profissional. Fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais ajudam muito nesses casos, porque conseguem avaliar se há questões sensoriais, ansiedade associada, dificuldades de rotina ou até sinais leves de rigidez comportamental que merecem acompanhamento. Nenhum desses sinais significa que ela tenha outro transtorno; significa apenas que o comportamento precisa ser compreendido e guiado com cuidado.

    Em uma teleconsulta é possível aprofundar esses aspectos, revisar o diagnóstico, avaliar fatores emocionais e planejar intervenções práticas e personalizadas para sua filha. A plataforma Doctoralia ajuda a encontrar médicos com alto nível de satisfação e experiência em atendimentos pediátricos e comportamentais. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, novas cepas da gripe aviária H5N1 e outras doenças circulando, a Telemedicina mantém você e sua família seguras, evita deslocamentos desnecessários, economiza tempo e permite que você continue sua rotina sem interrupções. A saúde já entrou na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial, e o atendimento online oferece sigilo, rapidez e conforto desde os primeiros passos da jornada do paciente.

    Se desejar, posso orientar você em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer no cuidado primário. Mesmo que não precise agora, visite meu perfil, conheça minhas redes e guarde meu contato. Teleconsultas de segunda opinião são uma forma prática e confiável de tirar dúvidas com profissionais bem avaliados, e você pode acessar isso com um clique sempre que precisar.


  • Boa noite, me chamo Gabriele tenho um filho autista nível 3 de suporte não verbal . Ele toma neolept

    Boa noite, me chamo Gabriele tenho um filho autista nível 3 de suporte não verbal . Ele toma neoleptil 4% a alguns anos e venho percebendo que quando ele toma entope logo o nariz. Isso é grave? Ele tomava neolepil de 1%, mas não estava fazendo mas efeito e o neuro mudou para neolépil de 4%. Meu filho tem 5 anos, e toma neolepil desde que descobri que ele é autista Severo e tinha transtorno no sono.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua dúvida. O Neuleptil, que tem como princípio ativo a periciazina, realmente pode causar alterações nas secreções do nariz e da boca. Nada muito dramático na maioria das crianças, mas perceptível para quem cuida. Esse entupimento logo após a dose costuma vir de um pequeno efeito anticolinérgico do remédio, que pode deixar o muco mais espesso e causar sensação de bloqueio nasal. Quando a concentração aumenta, como aconteceu na passagem do 1% para o 4%, o organismo sente com mais intensidade até se adaptar.

    Em geral, isso não representa risco imediato, desde que ele continue respirando confortavelmente ao longo do dia, sem esforço, sem roncos exagerados, sem pausas durante o sono e sem aquela sonolência que foge ao padrão dele. O problema maior seria notar respiração pesada, peito afundando, cor arroxeada nos lábios ou uma sedação tão forte que ele dificilmente reage. Aí a situação muda de figura e a avaliação médica deve ser feita sem demora.

    Também é possível que o Neuleptil esteja apenas evidenciando uma condição prévia, como rinite, alergia ou adenoide aumentada. Crianças pequenas, especialmente as que não se comunicam verbalmente, dão sinais discretos. Você, que o acompanha de perto, percebe nuances que fazem diferença. Quando a medicação entra, ela pode funcionar como um “refletor”, iluminando algo que já estava ali por trás.

    O importante agora é relatar essa mudança ao neuropediatra. Trocas de dose, mesmo quando necessárias, pedem revisão, porque o equilíbrio entre benefício e efeito colateral é delicado. Às vezes basta ajustar o horário, reduzir alguns miligramas ou testar uma alternativa que traga a mesma melhora com menos desconforto.

    Uma teleconsulta com um neuropediatra bem avaliado na plataforma Doctoralia pode ajudar muito nesse momento. É possível revisar o histórico, entender o padrão desse entupimento e definir o ajuste mais seguro. Além disso, a telemedicina mantém sua família protegida num cenário em que COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, variantes da gripe aviária H5N1 e outras infecções circulam com facilidade. Você economiza tempo, foge de trajetos cansativos e salas de espera, e acompanha a transformação digital que já revolucionou o cuidado em saúde. Também posso te orientar numa teleconsulta, como qualquer médico deve fazer no início da jornada de atendimento. Mesmo que não seja agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer minhas redes e guardar nosso contato para quando precisar.


  • Olá , minha filha de 1 anos e meio acabou de fazer uma RM do crânio, a pedido do neuro, que esta há

    Olá , minha filha de 1 anos e meio acabou de fazer uma RM do crânio, a pedido do neuro, que esta há investiga-la sobre autismo, e nesse exame, apareceu 3 cavernomas/ malformação vascular ( 3 focos de sucesceptibilidade magnética) o quão isso pode ser perigoso para ela? E quais medidas devem ser tomadas de antemão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação diante de um achado inesperado na ressonância da sua filha. Quando vemos termos como “cavernoma”, “malformação vascular” ou “angioma venoso”, é natural imaginar algo grave, mas é importante colocar esses resultados em perspectiva para aliviar parte da angústia.

    Os cavernomas são pequenos agrupamentos anormais de vasos sanguíneos dentro do cérebro. Muitas pessoas convivem com um ou mais deles durante toda a vida sem apresentar sintomas. Em crianças, esses achados costumam vir à tona porque a ressonância é feita por outro motivo, como no caso da investigação do desenvolvimento. A presença de “focos de susceptibilidade magnética” significa que o exame identificou pequenos pontos sugestivos dessas formações vasculares, mas não indica sangramento ativo nem doença agressiva.

    O principal risco associado aos cavernomas é a possibilidade, geralmente baixa, de pequenos sangramentos. Quando ocorrem, tendem a se manifestar com sintomas neurológicos agudos. A grande maioria permanece estável por muitos anos. Em uma criança sem sintomas, a conduta costuma ser conservadora: acompanhamento com neurologista e, eventualmente, uma repetição do exame após um tempo para avaliar se há mudança no padrão. Cirurgia só é indicada em situações muito específicas, como sangramentos repetidos ou sintomas importantes. Não há relação direta entre cavernomas e autismo, portanto são questões distintas.

    A medida mais importante agora é manter o acompanhamento com o neuropediatra, que fará a integração desses achados com o quadro clínico. Observar o comportamento da criança, seu desenvolvimento e qualquer mudança neurológica ajuda a guiar decisões. Fora isso, não existe remédio preventivo ou intervenção antecipada que altere o curso natural dos cavernomas assintomáticos.

    Em uma teleconsulta é possível revisar o exame com calma, analisar as imagens e discutir cada detalhe, permitindo um acompanhamento mais próximo. A Doctoralia recomenda escolher médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, variantes da gripe aviária H5N1 e outras infecções, a telemedicina mantém você e sua família seguros, evita deslocamentos e salas de espera, economiza tempo e permite que você se dedique ao trabalho ou aos estudos. A transformação digital e a revolução da saúde com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial tornaram possível cuidar da saúde com conveniência, privacidade e precisão. Posso te orientar em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer no início da jornada de cuidados. Mesmo que não precise agora, vale visitar meu perfil e redes sociais e guardar o contato.

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  • Meu bebê de 5 meses tá com perímetro cefalico 48,o pediatra pediu uma tomografia apareceu redução en

    Meu bebê de 5 meses tá com perímetro cefalico 48,o pediatra pediu uma tomografia apareceu redução encefálica difusa o que é isso? preciso me preocupar já q o pediatra disse que o desenvolvimento do meu filho tá 100 por cento e os reflexos tbm

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque nada deixa um pai ou uma mãe mais aflito do que receber um resultado de exame que parece assustador. Vamos por partes para deixar tudo claro. Um perímetro cefálico de 48 cm aos 5 meses está acima do esperado para a idade, e isso faz o pediatra investigar causas que possam explicar esse crescimento acelerado da cabeça. A tomografia que descreveu “redução encefálica difusa” levanta duas possibilidades principais: ou o exame não traduziu exatamente o que está acontecendo, ou há algum processo ocupando espaço dentro do crânio, como aumento de líquido, que “empurra” o cérebro para as bordas e dá a falsa impressão de perda de tecido. Muitas vezes, isso acontece em quadros de hidrocefalia ou coleções líquidas. São situações que precisam de confirmação cuidadosa.

    O fato de o desenvolvimento do seu bebê estar ótimo e os reflexos preservados é um sinal muito positivo. O exame clínico é sempre o que mais importa nessa idade. Porém, quando há aumento do perímetro da cabeça acompanhado de um achado tomográfico duvidoso, o passo mais seguro é procurar rapidamente um neurocirurgião pediátrico para avaliação presencial. Esse especialista consegue correlacionar medidas, examinar a moleira, analisar o padrão de crescimento da cabeça e decidir se há risco de hidrocefalia ou outra condição que exija tratamento. Hidrocefalia é séria e pode descompensar de forma rápida, por isso não vale a pena esperar. Na maior parte dos casos, a avaliação confirma que o bebê está bem, mas é essencial ter essa segurança.

    Em situações como essa, uma teleconsulta pode ajudar muito na orientação inicial, na explicação dos achados, na revisão dos exames e no encaminhamento mais rápido. A plataforma Doctoralia facilita encontrar médicos com excelente reputação e alto índice de satisfação, o que diminui a ansiedade de escolher o profissional adequado. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, novas cepas de gripe aviária H5N1 e outras infecções circulando, o atendimento online mantém você e sua família protegidos, sem filas, sem deslocamento e sem exposição desnecessária. Você ganha tempo, mantém sua rotina de trabalho ou estudo e aproveita os avanços da Telemedicina, que hoje faz parte da transformação digital da Saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial.

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  • Minha filha de 12 anos toma pregabalina e duloxetina,ela pode tomar musculare quando tiver com crise

    Minha filha de 12 anos toma pregabalina e duloxetina,ela pode tomar musculare quando tiver com crise de dor ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque quando vemos um filho com dor queremos aliviar o sofrimento dele o mais rápido possível. A combinação de medicamentos, porém, exige cuidado para evitar efeitos indesejáveis, principalmente em crianças e adolescentes.

    A pregabalina e a duloxetina atuam no sistema nervoso central. A ciclobenzaprina, presente no Musculare, também age nesse mesmo sistema e pode potencializar sonolência, tontura, diminuição de reflexos e, em alguns casos, aumentar o risco de alterações no ritmo cardíaco. Em adultos, essas associações às vezes são feitas com acompanhamento rigoroso. Em uma adolescente de 12 anos, o cuidado deve ser redobrado, porque o organismo ainda está em desenvolvimento e responde de forma diferente.

    Outro ponto importante é entender a causa da dor. Muitas vezes buscamos um relaxante muscular como solução rápida, mas dores recorrentes nesse contexto merecem avaliação para ajustar a pregabalina, a duloxetina ou até considerar outras alternativas mais seguras. Mesmo quando o remédio parece inofensivo, a interação entre eles pode trazer mais riscos do que benefícios.

    Se sua filha estiver em crise de dor, o ideal é que o médico que acompanha o caso avalie antes de adicionar a ciclobenzaprina. Em alguns quadros ela não é recomendada para menores de 15 anos, justamente pelo potencial de efeitos adversos. Em muitos cenários, é possível controlar a dor com ajustes na medicação principal ou estratégias complementares, sem precisar recorrer ao Musculare.

    Em uma teleconsulta é possível orientar com precisão, revisar o histórico, avaliar o tipo de dor, ajustar doses e indicar alternativas seguras. A plataforma Doctoralia ajuda a encontrar médicos com alta satisfação e experiência comprovada. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, variantes agressivas de gripe aviária H5N1 e outras infecções, o atendimento online por Telemedicina mantém você e sua família protegidos, evita deslocamentos desnecessários e permite que você preserve seu tempo para o que importa. A saúde está vivendo uma transformação digital impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Não fique de fora dessa evolução. Se desejar, posso te orientar diretamente em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer na atenção primária à saúde. Mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o nosso contato.


  • Meu filho de 3 anos a 10 mês atrás teve uma. Convulsão febril ,com oito dia fiz um EEG nele onde deu

    Meu filho de 3 anos a 10 mês atrás teve uma. Convulsão febril ,com oito dia fiz um EEG nele onde deu alteração,levei na neuro onde a mesma mandou fazer uso do Depakene para prevenir as convulsão,com três mês de uso. Eu repetir o EEG deu normal ,porém esse mês ele teve uma febre alta ,e crupe viral e chegou a convulsionar,mesmo usado o depakene e normal ter convulsão febril ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, porque ver um filho convulsionar é uma das experiências mais angustiantes que os pais podem viver. A convulsão febril, apesar de assustar, segue um padrão conhecido da medicina e costuma acontecer em crianças pequenas quando a febre sobe de repente, especialmente durante infecções virais mais intensas, como o crupe.

    Mesmo usando Depakene, ainda é possível que uma convulsão febril aconteça. Esse medicamento ajuda a reduzir a chance de novas crises, mas não impede completamente quando há um pico febril muito rápido ou uma infecção mais agressiva. O fato de o EEG ter normalizado após alguns meses é um sinal positivo. Mostra que o cérebro não mantém atividade elétrica sugestiva de epilepsia. A convulsão febril, por si só, não transforma a criança em epiléptica, e muitas apresentam EEG totalmente normal entre as crises.

    O mais importante agora é acompanhar a evolução dessa febre recente e observar como ele se recupera do episódio. Em muitos casos, crises febris recorrentes acontecem até cerca de 5 a 6 anos e não deixam sequelas. Quando a criança já está em tratamento com anticonvulsivante e tem uma nova crise, o especialista normalmente avalia se a dose está adequada para o peso atual, já que crianças crescem rápido, e o remédio pode precisar de ajuste. Também se analisa se realmente vale a pena manter o Depakene ou se a crise faz parte do comportamento esperado das convulsões febris, que podem ocorrer mesmo com EEG normal.

    Uma teleconsulta pode ajudar muito a organizar essas informações, revisar exames, verificar sintomas associados, orientar sobre como agir nos próximos episódios de febre e definir se o esquema atual é mesmo o ideal. Plataformas como a Doctoralia facilitam esse processo e destacam médicos bem avaliados e experientes, o que aumenta a segurança na escolha. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, variantes da gripe aviária H5N1 e outros vírus circulando com facilidade, o atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos desnecessários, reduz exposição a ambientes fechados e permite que você aproveite melhor seu tempo.

    A Telemedicina hoje permite segunda opinião de forma rápida, segura, discreta e com especialistas qualificados. Caso queira, posso te orientar em teleconsulta nessa fase inicial, oferecendo o cuidado primário adequado e esclarecendo cada passo. Mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil e guardar meu contato. É um apoio importante para momentos como este, em que a dúvida pesa e a saúde do seu filho merece atenção cuidadosa.


  • Meu filho começou fazendo o uso da resperidona pois tava tendo muitos pesadelos insônia ficando muit

    Meu filho começou fazendo o uso da resperidona pois tava tendo muitos pesadelos insônia ficando muito nervoso
    A médica trocou por neuleptil mais ele continua ajitado com insônia não sabemos mais o que fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação — ver um filho agitado, sem dormir bem e com mudanças de comportamento é angustiante para qualquer família. O Neuleptil (periciazina) é um antipsicótico da mesma classe da risperidona, mas com um perfil diferente. Ele age sobre o sistema nervoso central ajudando a reduzir a irritabilidade, a agitação e os sintomas de ansiedade. No entanto, cada organismo responde de um modo distinto, especialmente em crianças, nas quais a sensibilidade aos efeitos colaterais costuma ser maior.

    O fato de ele continuar agitado e com insônia pode indicar que a dose ainda não está ajustada, que o organismo precisa de mais tempo para se adaptar, ou até que esse medicamento não seja o mais adequado para o caso dele. Alguns pacientes têm reações paradoxais — ou seja, em vez de ficarem mais calmos, podem apresentar aumento da agitação ou dificuldade para dormir. Além disso, é essencial avaliar se há outros fatores interferindo, como ansiedade, problemas de rotina, uso de telas à noite, cafeína, ou condições neurológicas e psiquiátricas associadas.

    Nessas situações, o acompanhamento próximo é fundamental. É importante conversar novamente com a médica para revisar a prescrição, relatar as mudanças observadas e, se necessário, ajustar o tratamento. Nunca se deve interromper o uso do Neuleptil ou de qualquer psicotrópico de forma abrupta, pois isso pode piorar os sintomas.

    Hoje, uma teleconsulta pode oferecer esse acompanhamento de maneira segura e eficiente. Plataformas como a Doctoralia permitem escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência em casos semelhantes. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras infecções, o atendimento online é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família. Você economiza tempo, evita deslocamentos e se mantém protegido, participando da transformação digital e da revolução da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.

    Se desejar, posso te orientar em uma teleconsulta — inclusive para uma segunda opinião médica — de modo rápido, seguro e discreto. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e guardar o nosso contato para quando desejar um acompanhamento mais próximo.


  • Bom dia! Minha filha foi diagnosticada com hipomelanose de Ito com 14 anos já fez cirurgia de catara

    Bom dia! Minha filha foi diagnosticada com hipomelanose de Ito com 14 anos já fez cirurgia de catarata congênita e faz controle da pressão artérial por conta de uma estenose renal. A hipomelanose de Ito pode ter causado essa estenose renal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, e é perfeitamente natural buscar uma explicação para como diferentes condições de saúde podem se relacionar entre si. A hipomelanose de Ito é uma condição genética rara, caracterizada por alterações na pigmentação da pele e, em alguns casos, por manifestações neurológicas, oculares e sistêmicas. Ela não é uma doença única, mas sim uma síndrome que pode envolver múltiplos órgãos, dependendo do tipo e da extensão da alteração genética envolvida.

    Nos rins, a hipomelanose de Ito pode, em raros casos, associar-se a malformações estruturais, como duplicação de pelve renal, assimetria ou, mais raramente, anomalias vasculares. Entretanto, a estenose da artéria renal — que é o estreitamento da artéria que leva sangue ao rim — costuma ter outras causas mais conhecidas, como alterações congênitas isoladas (malformações de origem embrionária), fibrose da parede arterial, ou processos inflamatórios e displásicos. Embora não se possa excluir completamente uma relação indireta entre as duas condições, ela é pouco provável.

    O mais importante é que o acompanhamento seja contínuo, com controle rigoroso da pressão arterial e da função renal. Esse cuidado evita danos progressivos aos rins e reduz os riscos cardiovasculares. O acompanhamento com nefrologista pediátrico e geneticista é essencial para monitorar possíveis implicações da síndrome e avaliar se há outros órgãos afetados.

    Em uma teleconsulta é possível discutir esses resultados com calma, revisar exames anteriores e entender melhor se há algum elo causal ou apenas coincidência clínica. A plataforma Doctoralia facilita encontrar médicos com alto índice de satisfação e experiência em casos complexos como esse. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e cepas virulentas da gripe aviária H5N1, a Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde, protegendo você e sua família. Além de evitar deslocamentos e salas de espera, você ganha tempo e mantém a continuidade dos cuidados médicos.

    Aproveite os benefícios da Transformação Digital e da revolução da Saúde promovida pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Mesmo que não precise de atendimento imediato, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e manter nosso contato. Caso queira, posso te orientar em uma teleconsulta — algo que qualquer médico pode e deve fazer, principalmente na Atenção Primária à Saúde e na orientação em casos complexos como o da sua filha.


  • Olá, minha filha começou tomar Depakene para crise de ausência, no quinto dia já não teve mais. Mas

    Olá, minha filha começou tomar Depakene para crise de ausência, no quinto dia já não teve mais.
    Mas no vigésimo quarto dia teve novamente as crises tendo mais quatro dias seguidos e agora faz três dias que não teve mais isso é normal? Por estar no início do tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, e ela é absolutamente válida. O início do tratamento com o divalproato de sódio (Depakote ou Depakene) costuma ser um período de adaptação — tanto para o organismo quanto para o sistema nervoso. Esse medicamento é utilizado para estabilizar a atividade elétrica do cérebro, reduzindo as crises epilépticas, inclusive as chamadas “crises de ausência”, que são aquelas pequenas pausas súbitas na consciência.

    Nos primeiros dias, é comum observar melhora rápida, mas o desaparecimento das crises não significa que o cérebro já esteja totalmente estabilizado. O equilíbrio das doses e o efeito sustentado do medicamento podem levar algumas semanas. Por isso, o reaparecimento das crises após alguns dias de controle não é incomum. Pode estar relacionado ao ajuste natural do organismo, à necessidade de ajustar a dosagem, à variação nos níveis do remédio no sangue ou até a fatores como sono, alimentação, estresse e crescimento da criança.

    O mais importante é manter o uso diário exatamente como o médico prescreveu e não interromper ou modificar a dose por conta própria. O controle das crises costuma se firmar com o tempo e acompanhamento médico. É fundamental que o médico assistente seja informado sobre essas recorrências, pois ele poderá avaliar se há necessidade de ajustar a dose, pedir exames de sangue para verificar o nível do medicamento, ou apenas observar a evolução clínica.

    Em uma teleconsulta é possível fazer esse acompanhamento de maneira segura e tirar todas as suas dúvidas. A plataforma Doctoralia recomenda médicos com perfil campeão em atendimentos e alto índice de satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, o atendimento online por Telemedicina é a melhor forma de proteger você e sua família. Além de evitar deslocamentos e salas de espera, você economiza tempo e investe em seu bem-estar. A Telemedicina é parte da revolução da Saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial — e já permite consultas, acompanhamentos e até segundas opiniões médicas com praticidade e total segurança.

    Inclusive, posso orientá-lo em uma teleconsulta — algo que qualquer médico pode e deve fazer para pacientes no início da jornada de cuidado, garantindo uma Atenção Primária adequada. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, e guardar o nosso contato. A Telemedicina permite acesso rápido, discreto e seguro aos melhores especialistas. Se desejar, basta clicar no perfil e agendar.


  • Minha filha toma concerta 18mg a mais de 6 meses, e ela tem períodos que sente muito mal, como dor d

    Minha filha toma concerta 18mg a mais de 6 meses, e ela tem períodos que sente muito mal, como dor de estômago, náusea..... o que falam é que no início da mal estar... mas como ja faz mais de 6 meses quero saber se é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, e ela é bastante comum entre pais que acompanham o uso do metilfenidato (Concerta) em seus filhos. O metilfenidato é um estimulante do sistema nervoso central indicado para o tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Em geral, os efeitos colaterais como dor de estômago, náusea e perda de apetite costumam surgir nas primeiras semanas de uso, até que o organismo se adapte à medicação. No entanto, quando esses sintomas persistem por meses, como no caso da sua filha, é um sinal de que algo merece ser reavaliado.

    Esses desconfortos podem estar relacionados à dose, ao horário da administração ou até mesmo à forma como o medicamento é tomado — por exemplo, em jejum, o que costuma irritar mais o estômago. Há também variações individuais no metabolismo e na absorção do remédio. Algumas pessoas toleram melhor outras formulações do metilfenidato ou até medicamentos de ação mais curta. Nenhum tratamento deve causar sofrimento contínuo; o equilíbrio entre eficácia e tolerabilidade é essencial.

    É importante que o médico que prescreveu o Concerta seja informado desses sintomas. Ele poderá ajustar a dose, modificar o horário de uso ou avaliar alternativas terapêuticas. Nunca interrompa ou mude o remédio por conta própria, pois isso pode afetar o controle dos sintomas de atenção e impulsividade.

    Hoje, é perfeitamente possível fazer essa reavaliação com segurança e conforto por meio de uma teleconsulta. Esse tipo de atendimento permite discutir os efeitos adversos, revisar a medicação e receber orientações detalhadas sem sair de casa. A plataforma Doctoralia, por exemplo, ajuda você a encontrar médicos com excelente histórico de atendimento e satisfação dos pacientes.

    Em tempos de COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, novas cepas da gripe aviária H5N1 e outras doenças transmissíveis, a Telemedicina é a maneira mais segura de cuidar da saúde da sua família. Você evita deslocamentos, ganha tempo e investe em bem-estar e produtividade. A Medicina Digital faz parte da revolução da Saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial — e está à disposição para oferecer um acompanhamento humano, responsável e eficiente.

    Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta para revisar o caso da sua filha e definir o melhor caminho. Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar nosso contato. A Telemedicina é um avanço que veio para facilitar sua vida e proteger quem você ama.


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Perguntas frequentes

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