Perguntas do paciente (3614)
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Dr.Tenho um filho autista não verbal, está entre nível 2 e 3, faz uso da Risperidona porém, ele está
Dr.Tenho um filho autista não verbal, está entre nível 2 e 3, faz uso da Risperidona porém, ele está crescendo e cada vez com ele o aumento do remédio.
Ainda assim continua muito ansioso e agitado.
Há um tempo penso em substituir a Risperidona pelo Canabidiol.
Qual sua opinião?
Lembrando que ele faz todas as terapias ABA.
OBRIGADO.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. É muito comum que pais de crianças autistas sintam insegurança diante do uso contínuo de medicações como a risperidona, especialmente quando percebem a necessidade de aumentar a dose com o crescimento da criança. A risperidona é um antipsicótico atípico amplamente utilizado no manejo da irritabilidade, agitação e comportamentos agressivos em crianças com Transtorno do Espectro Autista. Ela atua sobre os receptores de dopamina e serotonina, ajudando a reduzir impulsividade e crises, mas também pode causar efeitos colaterais — sonolência, aumento de apetite, ganho de peso e, em alguns casos, alterações hormonais.
O canabidiol, por sua vez, é uma substância derivada da Cannabis sativa, sem efeito psicoativo, que vem sendo estudada em várias condições neurológicas, incluindo o autismo. Seus possíveis benefícios envolvem redução de ansiedade, melhora do sono e, em alguns casos, diminuição de comportamentos estereotipados. No entanto, o canabidiol não substitui a risperidona de forma direta, pois atua em vias neurológicas diferentes e não tem a mesma potência para controlar irritabilidade severa ou agressividade. Na maioria dos casos, quando o canabidiol é introduzido, ele é usado em associação à risperidona, e não em substituição imediata. O processo de “desprescrição” de um antipsicótico deve ser feito com extrema cautela, sob supervisão médica rigorosa, pois a retirada abrupta pode piorar o quadro comportamental.
É importante lembrar que cada organismo responde de modo particular. O ideal é que essa decisão seja tomada com base em avaliação médica detalhada, considerando o histórico do seu filho, as respostas às terapias comportamentais (como a ABA), os efeitos adversos da risperidona e as metas terapêuticas a longo prazo. Existem diferentes formulações de canabidiol, com pureza e concentrações variáveis, e o uso deve ser sempre orientado por um médico experiente, com prescrição individualizada e acompanhamento laboratorial.
Em uma teleconsulta é possível discutir todas essas possibilidades de forma segura e detalhada, avaliar exames, revisar a evolução terapêutica e decidir o melhor caminho. Plataformas como a Doctoralia indicam médicos com alto índice de satisfação e excelência no atendimento. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras infecções emergentes, o atendimento online por Telemedicina é a maneira mais segura de proteger você e sua família. Além disso, economiza tempo, evita deslocamentos e permite investir sua energia em trabalho e estudos. A transformação digital na saúde — impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial — tornou o cuidado médico mais acessível, humano e eficiente. Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta, como parte da Atenção Primária à Saúde, para ajudar nesse processo de decisão. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, e guardar nosso contato para futuras orientações.
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Boa noite. Médico da minha filha prescreveu imipramina 25 mg para minha filha de 11 anos autista ní
Boa noite.
Médico da minha filha prescreveu imipramina 25 mg para minha filha de 11 anos autista nível 2 de suporte.
Minha queixa para ele foi qui precisava que ela tivesse mais concentração na escola pq já tentamos ritalina e Atentah e não deu certo.
Segundo ele essa medicação vai ajudar ela se concentrar na escola.
Porém não me senti segura , já pesquisei em vários lugares e não encontrei nada falando sobre isso.
Alguém poderia me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação — é natural querer segurança ao iniciar um tratamento medicamentoso, ainda mais quando se trata de uma criança com autismo. A imipramina é um antidepressivo tricíclico tradicionalmente usado em quadros de depressão, enurese noturna e, em alguns casos, ansiedade. Ela atua modulando neurotransmissores como a serotonina e a noradrenalina, o que pode, indiretamente, influenciar a atenção e o comportamento em algumas situações clínicas. No entanto, seu uso para melhorar a concentração em crianças com autismo não é considerado uma indicação clássica ou de primeira escolha.
É provável que o médico tenha buscado uma alternativa após as tentativas com estimulantes (como Ritalina e Atentah) não terem apresentado bons resultados. Em certos casos específicos, alguns profissionais recorrem a antidepressivos tricíclicos para ajudar a equilibrar aspectos de humor, impulsividade ou irritabilidade, o que pode secundariamente melhorar a atenção. Ainda assim, é importante ter cautela, pois essa medicação pode provocar efeitos adversos, como sonolência, constipação, boca seca e, em doses elevadas, alterações cardíacas.
O ideal é que o tratamento seja acompanhado de perto, com avaliação regular dos efeitos e da tolerância. É válido conversar novamente com o médico que prescreveu, esclarecer os objetivos da medicação e discutir outras opções farmacológicas e terapêuticas que possam ajudar na concentração e regulação comportamental — como intervenções fonoaudiológicas, psicopedagógicas e psicoterápicas adaptadas ao perfil do autismo.
Em uma teleconsulta, é possível revisar o caso com calma, discutir alternativas de forma segura e tirar todas as suas dúvidas. Plataformas como o Doctoralia ajudam você a escolher médicos com alto índice de satisfação e perfil campeão em atendimentos online. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, novas cepas de gripe aviária (H5N1) e outras doenças transmissíveis, a telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde sem se expor a riscos desnecessários. Você economiza tempo, evita deslocamentos e pode ser atendida do conforto de casa. A transformação digital e a Inteligência Artificial estão revolucionando a saúde — e participar dessa mudança é também investir na sua segurança e bem-estar.
Caso deseje, posso te orientar em uma teleconsulta, como qualquer médico pode e deve fazer na atenção primária à saúde, especialmente em fases iniciais do tratamento. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar nosso contato. Hoje, a segunda opinião médica online é uma realidade: prática, segura e discreta — e pode fazer toda a diferença para você e sua filha.
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Quanto tempo leva para passar o efeito colateral da rispiridona? No caso da minha filha diarréia.
Quanto tempo leva para passar o efeito colateral da rispiridona? No caso da minha filha diarréia.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação — ver um filho apresentar uma reação adversa a um medicamento sempre causa apreensão. A risperidona é um antipsicótico utilizado em diversas condições neurológicas e psiquiátricas, inclusive em crianças, e pode provocar efeitos colaterais como sonolência, aumento de apetite, alterações hormonais e, em alguns casos, sintomas gastrointestinais, como diarreia.
Esse tipo de reação costuma surgir nos primeiros dias ou semanas de uso, enquanto o organismo ainda se adapta à medicação. Quando o remédio é suspenso ou ajustado, o efeito colateral tende a desaparecer gradualmente, geralmente em um período de 24 a 72 horas — mas isso pode variar de acordo com a dose, o tempo de uso e o metabolismo individual da criança. Caso a diarreia persista por mais de três dias após a suspensão, se intensifique, ou venha acompanhada de desidratação, febre ou dor abdominal, é fundamental procurar orientação médica imediata.
Vale lembrar que a risperidona não deve ser interrompida de forma abrupta, pois isso pode causar outros sintomas indesejados. A decisão sobre manter, reduzir ou trocar o medicamento precisa sempre ser feita com acompanhamento profissional.
Hoje, uma teleconsulta é a maneira mais segura e prática de esclarecer essas dúvidas e avaliar a melhor conduta para o caso da sua filha. A plataforma Doctoralia facilita esse processo, permitindo escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, o atendimento online por Telemedicina protege você e sua família, evitando deslocamentos, salas de espera e riscos desnecessários.
Além disso, a Telemedicina permite consultas de segunda opinião de forma rápida, discreta e segura, com especialistas de diferentes áreas. Posso te orientar em uma teleconsulta, mesmo que seja apenas para os primeiros passos no cuidado da saúde da sua filha. Recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o nosso contato. A transformação digital da saúde já é uma realidade, e participar dela é investir na sua tranquilidade e no bem-estar da sua família.
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Tenho um casal de gêmeos de 10 anos e uma menininha de 6 anos. Meu filho de 10 costuma brincar muito
Tenho um casal de gêmeos de 10 anos e uma menininha de 6 anos. Meu filho de 10 costuma brincar muito com a pequena de 6, a gêmea dele já não curte mais tanto brincar como antes e esses dias eu estava observando. Ele passa horas organizando os brinquedos e coisas com as quais vai brincar, montando cenários pra só então brincar e muitas vezes acaba nem brincando muito porque o dia vai embora nisso. A gêmea dele disse que esse é um dos motivos pelos quais ela não gosta muito de brincar com ele. E embora a pequena goste de ajudar ele a montar tudo, vejo que às vezes ela queria fazer outra coisa. Às vezes ela me chama para brincar e eu vou. Mas o fato é que sinto que ele passa tanto tempo montando que na hora de brincar de fato, todos estão cansados. Isso pode sugerir algo que carece de investigação ou é só uma viagem da minha cabeça?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. É natural que, ao observar comportamentos tão singulares nos filhos, surjam dúvidas sobre o que é apenas um traço de personalidade e o que poderia sinalizar algo que mereça avaliação mais cuidadosa. O que você descreve — um menino que dedica longos períodos à preparação das brincadeiras, organizando cada detalhe com capricho, mas muitas vezes sem chegar a brincar de fato — pode ter várias explicações, e a maioria delas não é motivo de alarme imediato.
Algumas crianças têm um perfil mais perfeccionista e imaginativo. Elas se encantam com o processo de planejar, criar e organizar — o que, para elas, já é parte essencial da brincadeira. Essa característica costuma aparecer em crianças mais introspectivas, detalhistas e criativas. No entanto, quando o tempo gasto na preparação é excessivo a ponto de impedir o prazer da atividade em si, ou quando há resistência em mudar o que foi planejado, vale observar mais de perto.
Em alguns casos, esse padrão pode estar relacionado a traços de rigidez cognitiva, dificuldades de flexibilidade mental ou até características de espectro autista leve — especialmente se o comportamento vier acompanhado de insistência em rotinas, sensibilidade a mudanças, foco intenso em temas específicos ou dificuldade em compreender o ponto de vista dos outros durante as interações. Mas é importante frisar: um comportamento isolado, por si só, não define diagnóstico.
O mais recomendável é manter o olhar atento, sem rotular. Observe como ele reage quando alguém tenta brincar de forma diferente do planejado, como lida com frustrações e se esse padrão interfere na convivência familiar ou escolar. Se notar que ele sofre quando algo foge do seu controle, ou se a rigidez está prejudicando sua socialização, pode ser útil conversar com um neuropediatra ou psicólogo infantil para avaliar o desenvolvimento emocional e cognitivo.
Hoje, é possível fazer esse acompanhamento de maneira prática e segura através de uma teleconsulta, em que o profissional pode observar o comportamento relatado, orientar a família e sugerir os próximos passos. A plataforma Doctoralia recomenda médicos com perfis campeões em atendimento e satisfação, e esse tipo de consulta online garante conforto e segurança, especialmente em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas.
A Telemedicina é uma forma moderna e eficaz de cuidar da saúde da sua família, sem deslocamentos, salas de espera ou riscos desnecessários. É parte da revolução da Saúde Digital impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial, que permite diagnósticos, acompanhamentos e até segundas opiniões médicas com rapidez, privacidade e segurança. Caso queira, posso orientá-lo em uma teleconsulta para compreender melhor esse comportamento e indicar as medidas mais adequadas. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, e guardar o nosso contato para futuras dúvidas sobre o desenvolvimento infantil.
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Meu filho teve paralisia de Bell há 3 anos atrás. Hoje ele tem 12 anos. Fez fisioterapia por mais de
Meu filho teve paralisia de Bell há 3 anos atrás. Hoje ele tem 12 anos. Fez fisioterapia por mais de um ano, acupuntura, mas ficaram algumas sequelas. Ainda tem alguma esperança de melhora, com retorno da fisioterapia, ou alguma cirurgia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. A paralisia de Bell, embora tenha boa taxa de recuperação, pode deixar sequelas quando os nervos faciais não se regeneram completamente. Esse processo depende de vários fatores: idade, extensão da lesão inicial, tempo até o início do tratamento e resposta individual à fisioterapia. Depois de três anos, o que chamamos de “janela de regeneração nervosa” já passou, o que torna menos provável uma recuperação espontânea significativa. No entanto, isso não significa que não haja nada mais a fazer.
Retomar a fisioterapia pode ajudar, especialmente se for voltada para o reaprendizado motor e o controle fino dos músculos faciais, com técnicas de espelho e estímulos direcionados. O objetivo não seria apenas “curar” o nervo, mas reeducar os músculos e melhorar a simetria e coordenação dos movimentos. Alguns centros utilizam também estimulação elétrica funcional, toxina botulínica em pontos específicos para corrigir desequilíbrios e até terapia com realidade aumentada.
Quanto à cirurgia, existem opções reparadoras — como a neurorrafia, enxertos nervosos ou transferências musculares — indicadas apenas em casos específicos e após avaliação detalhada com eletroneuromiografia e exames de imagem de alta resolução. Esses procedimentos buscam restaurar parte da função ou o equilíbrio facial, mas exigem acompanhamento com especialistas em cirurgia plástica reparadora ou neurocirurgia periférica.
Em uma teleconsulta é possível discutir esses caminhos com calma, revisar exames, orientar sobre novas abordagens e até encaminhar para os centros mais adequados, sem que você precise sair de casa. A plataforma Doctoralia facilita essa escolha, destacando médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas da gripe aviária H5N1 e outras infecções emergentes, a Telemedicina é o modo mais seguro e moderno de cuidar da saúde da sua família. Você economiza tempo, evita deslocamentos e mantém sua rotina de trabalho ou estudos.
A medicina digital faz parte da transformação da Saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial. Se desejar, posso te orientar por teleconsulta, como médico de atenção primária e segunda opinião. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o nosso contato para quando quiser dar o próximo passo nesse acompanhamento.
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Autista não verbal 4a10m começou com aripiprazol ha 14 dias começou a ter mais estereotipias como da
Autista não verbal 4a10m começou com aripiprazol ha 14 dias começou a ter mais estereotipias como dar tapa na cara e cabeça o dia inteiro, e insônia todos os dias, acorda as 3 da manha. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. O aripiprazol é um medicamento usado com frequência em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) para ajudar na redução de irritabilidade, agressividade e crises de autoagressão. Porém, como qualquer remédio que atua no sistema nervoso central, ele pode causar reações inesperadas — especialmente nas primeiras semanas de uso.
Em alguns casos, o aripiprazol pode provocar aumento da agitação, movimentos repetitivos (estereotipias), insônia e inquietação. Isso acontece porque, no início do tratamento, o cérebro ainda está se adaptando à nova regulação dos receptores de dopamina e serotonina. Em outras palavras, é uma resposta paradoxal, onde o remédio que deveria acalmar pode, em alguns pacientes, causar o efeito oposto.
Esses sintomas, especialmente o aumento das estereotipias e a dificuldade para dormir, não devem ser ignorados. Eles indicam que a dose pode estar alta para o momento, ou que o organismo da criança está reagindo de forma sensível ao medicamento. É fundamental que o médico que prescreveu o aripiprazol seja informado o quanto antes. Ele poderá ajustar a dose, espaçar a administração ou até suspender o uso temporariamente, dependendo da avaliação clínica.
Jamais interrompa o medicamento por conta própria, pois isso também pode causar efeitos de abstinência e piorar o comportamento. O mais importante é garantir que essa avaliação seja feita de modo individualizado, considerando o histórico, peso, sensibilidade neurológica e outras medicações em uso.
Em uma teleconsulta é possível fazer esse acompanhamento de forma segura e detalhada, além de tirar dúvidas sobre a resposta ao tratamento e planejar os próximos passos. A plataforma Doctoralia recomenda profissionais com alto índice de satisfação e experiência em casos como o do seu filho.
Lembre-se: em tempos de COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, novas cepas da gripe aviária H5N1 e outras doenças transmissíveis, o atendimento online por Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da sua família. Você economiza tempo, evita deslocamentos e mantém a continuidade do tratamento no conforto da sua casa.
Vivemos a era da Transformação Digital em Saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. A Telemedicina permite consultas, revisões e até segundas opiniões de maneira prática, rápida e confidencial, com acesso aos melhores especialistas. Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta — algo que todo médico pode e deve oferecer como parte da Atenção Primária à Saúde. Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, e guardar o contato para futuras orientações.
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Boa noite minha filha de 2 anos e 9 meses toma depakene de 500 MG/ 5 ml , 2,5 ml de 12 em 12 horas s
Boa noite minha filha de 2 anos e 9 meses toma depakene de 500 MG/ 5 ml , 2,5 ml de 12 em 12 horas so que a segunda dose do dia ela acabou toma do 2 vezes seguida com o intervaloo de 5 minutos de uma para outra pode dar alguma alguma problema ? Eu tinha dado e logo em seguida meu esposo foi e deu tbm podem me formar por favor
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação — é natural ficar apreensivo quando uma criança toma uma dose repetida de um medicamento por engano, especialmente se for algo como o Depakene, que é uma medicação de uso contínuo e controlado.
O Depakene (valproato de sódio) é usado principalmente para tratar epilepsia e algumas alterações do humor. Quando uma dose é duplicada acidentalmente — como no caso da sua filha, que tomou duas doses de 2,5 ml com poucos minutos de intervalo —, na maioria das vezes não causa intoxicação grave, mas exige atenção e observação.
O risco depende da dose total ingerida e do peso da criança. Em geral, a dose terapêutica costuma ter uma margem de segurança relativamente ampla. Nessa situação, o mais importante é não administrar a próxima dose antes do horário previsto e observar se ela apresenta sonolência excessiva, tontura, enjoo, vômitos, tremores ou irritabilidade fora do habitual. Se qualquer um desses sinais aparecer, é prudente procurar um serviço de pronto atendimento para avaliação.
Se possível, entre em contato com o pediatra que acompanha o tratamento ou com o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CEATOX) da sua região, que pode orientar com base no peso da criança e na quantidade exata ingerida.
Em situações como essa, é importante redobrar os cuidados com o controle da medicação. Um bom hábito é anotar o horário das doses e quem administrou — isso evita repetições acidentais.
Atualmente, é possível receber orientação médica de forma rápida e segura através de uma teleconsulta, onde o profissional pode avaliar o caso com calma, orientar sobre os sinais de alerta e indicar se há necessidade de exame ou atendimento presencial. A Doctoralia recomenda médicos com alto índice de satisfação e perfil campeão em atendimentos online, o que garante qualidade e segurança.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e novas cepas de gripe aviária H5N1, o atendimento por Telemedicina é a maneira mais segura de cuidar da saúde da sua família, evitando deslocamentos, salas de espera e possíveis exposições. Você ganha tempo, protege quem ama e participa da revolução digital da saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.
Posso te orientar em uma teleconsulta, inclusive como médico de Atenção Primária, ajudando desde o início dessa jornada. Mesmo que agora não precise de atendimento imediato, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, e guardar o nosso contato. A Telemedicina também permite consultas de segunda opinião médica, com praticidade, segurança e discrição — basta clicar no perfil do profissional desejado e agendar.
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Autista não verbal (4a11m). Usou risperidona 1 ano — pouca melhora, muita constipação e insônia ocas
Autista não verbal (4a11m). Usou risperidona 1 ano — pouca melhora, muita constipação e insônia ocasional. Após alguns meses começou a ter medo (não ficava sozinho, olhava pra trás); depois de suspender, o medo sumiu. Tentou canabidiol 1 mês e ficou mais agitado.
Agora com aripiprazol (11 dias, manhã) + atensina (noite), o medo voltou logo nos primeiros dias, a insônia voltou (acorda todo dia às 3h) e a autoagressividade continua: se morde, dá joelhadas no chão, cabeçadas na parede, e surgiram novas estereotipias (tapas no rosto e bater a mão na cabeça o dia todo).
Pode ser reação ao aripiprazol? O que seria mais indicado: ajustar dose, trocar ou suspender o medicamento?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. É angustiante ver uma criança autista reagindo mal a um tratamento que deveria trazer alívio. O que você descreve — medo intenso, insônia com despertar fixo às três da manhã, aumento de autoagressividade e novas estereotipias após iniciar o aripiprazol — pode sim ser uma reação adversa ao medicamento. Embora o aripiprazol seja usado com frequência em casos de Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente para irritabilidade e agitação, nem todas as crianças respondem da mesma forma.
O aripiprazol age modulando a dopamina e a serotonina, neurotransmissores ligados ao controle do humor, sono e comportamento. Em algumas pessoas, especialmente nas primeiras semanas, essa ação pode gerar um efeito paradoxal: em vez de acalmar, causa mais inquietação, ansiedade, distúrbios do sono e até aumento das estereotipias. Quando isso acontece de forma persistente ou intensa, é sinal de que o cérebro da criança está reagindo de forma desfavorável ao fármaco.
A combinação com a atensina também merece atenção. Embora ela seja indicada para reduzir impulsividade e facilitar o sono, pode interagir com o aripiprazol e alterar o equilíbrio do sistema nervoso, intensificando a ansiedade ou a agitação em alguns casos. Além disso, há crianças que apresentam uma sensibilidade particular aos efeitos da dopamina e da serotonina, o que explica por que um mesmo medicamento pode ajudar algumas e causar desconforto em outras.
Quando há piora evidente — principalmente medo, insônia diária e autoagressividade —, não é recomendado insistir por muito tempo. Esses sinais indicam que a adaptação está sendo ruim. A conduta mais segura é conversar o quanto antes com o médico que acompanha o caso. Ele poderá reduzir a dose, ajustar o horário de uso ou suspender o remédio de forma gradual, evitando efeitos de abstinência.
Uma teleconsulta é uma excelente forma de fazer essa reavaliação com segurança e rapidez. O profissional pode analisar o histórico, revisar as combinações e planejar novas estratégias de tratamento, inclusive terapias complementares. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com alto índice de satisfação e experiência em autismo, inclusive para segundas opiniões, de forma prática, segura e confidencial.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, novas cepas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, o atendimento online por Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da sua família. Você economiza tempo, evita deslocamentos e mantém a continuidade do tratamento no conforto de casa.
A Telemedicina faz parte da transformação digital da saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial, permitindo acesso rápido e confiável aos melhores especialistas. Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta — algo que todo médico pode e deve oferecer a quem está no início dessa jornada e precisa de atenção primária à saúde. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o contato. Isso pode ser importante no momento certo.
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Tem alguma contra indicação tomar citalopram com respiritona,meu neto tem TEA 9 ano de idade pois an
Tem alguma contra indicação tomar citalopram com respiritona,meu neto tem TEA 9 ano de idade pois antes tomava neulepetil de 4% com citalopram
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação com o uso combinado de medicamentos no tratamento do seu neto. O Citalopram e a Risperidona são fármacos que, quando usados juntos, podem trazer bons resultados em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), desde que o tratamento seja bem acompanhado por um médico. O Citalopram é um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina, geralmente utilizado para ansiedade e sintomas depressivos. Já a Risperidona é um antipsicótico atípico, eficaz para reduzir irritabilidade, agressividade, impulsividade e crises de agitação que podem ocorrer em alguns quadros de TEA.
Não há uma contraindicação absoluta entre esses dois medicamentos, mas a associação exige cuidado. A principal preocupação está nas possíveis interações que podem aumentar o risco de efeitos colaterais como sonolência excessiva, ganho de peso, tremores, alterações na pressão ou nos batimentos cardíacos, especialmente se as doses forem altas. Por isso, é essencial que o uso conjunto seja prescrito e ajustado por um neuropediatra ou psiquiatra infantil, com acompanhamento regular e observação clínica atenta — principalmente nas primeiras semanas após a mudança do tratamento.
O fato de ele ter usado Neuleptil (periciazina) anteriormente indica que já houve tentativa de controlar sintomas comportamentais, mas cada criança reage de modo diferente. O importante é não interromper ou trocar medicações sem orientação médica, pois isso pode desestabilizar o quadro.
Em uma teleconsulta, é possível discutir o histórico completo, rever os motivos da troca e ajustar as doses de forma segura. A plataforma Doctoralia recomenda médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada, o que garante mais segurança para sua decisão. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras infecções, o atendimento por Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família. Além disso, você economiza tempo, evita deslocamentos e pode investir suas horas em trabalho ou estudo.
Não fique fora da Transformação Digital e da revolução da Saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Caso deseje, posso acompanhá-lo em uma teleconsulta, oferecendo uma segunda opinião médica, de forma rápida, segura e discreta — algo que a Telemedicina hoje permite com os melhores especialistas do país. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil e guardar nosso contato para futuras orientações.
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Olá . Minha filha de 3 anos faz uso de depakene, fenobarbital e risperidona. As 19h eu dou o feno
Olá .
Minha filha de 3 anos faz uso de depakene, fenobarbital e risperidona.
As 19h eu dou o fenobarbital, quanto tempo eu espero pra dar o depakene? E quanto tempo pro risperidona?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, especialmente quando se trata de administrar vários medicamentos em uma criança pequena. O Depakene (ácido valproico), o Fenobarbital e a Risperidona são fármacos com efeitos importantes sobre o sistema nervoso central e, por isso, merecem atenção redobrada no horário e na forma de uso.
O Fenobarbital, dado às 19h, é um anticonvulsivante e sedativo que tende a provocar sonolência. O Depakene também é um anticonvulsivante, mas pode interferir na metabolização do Fenobarbital, aumentando sua concentração no sangue quando tomados juntos. Por esse motivo, recomenda-se dar um intervalo de pelo menos 30 a 60 minutos entre eles. Assim, se o Fenobarbital for administrado às 19h, o Depakene pode ser dado por volta das 19h30.
Já a Risperidona, um antipsicótico usado para controlar irritabilidade, agitação e alterações de comportamento, também atua no sistema nervoso central e pode potencializar a sedação provocada pelo Fenobarbital. Por segurança, o ideal é esperar pelo menos mais 30 a 60 minutos após o Depakene, ou seja, cerca de 20h a 20h30. Isso permite que os medicamentos sejam absorvidos de forma mais previsível e evita sobreposição de picos de ação.
De toda forma, é fundamental confirmar esses horários com o médico que acompanha sua filha, pois cada criança tem particularidades clínicas e metabólicas, e o ajuste deve ser individualizado.
Em uma teleconsulta, é possível revisar todo o esquema de medicação, avaliar os horários ideais e esclarecer outras dúvidas com segurança e conveniência. A plataforma Doctoralia ajuda a escolher médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação, garantindo um cuidado mais humanizado e eficiente.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, o atendimento online por Telemedicina mantém você e sua família protegidos, sem deslocamentos, filas ou salas de espera. É uma forma moderna e segura de cuidar da saúde, aproveitando os avanços da Web 4.0 e da Inteligência Artificial (IA).
Posso te orientar em uma teleconsulta, seja para ajustar a rotina de medicação da sua filha ou acompanhar seu caso mais de perto. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o contato. Atualmente, a Telemedicina permite consultas de segunda opinião, de modo conveniente, rápido e discreto, com médicos altamente qualificados — basta clicar no perfil e escolher o profissional ideal.
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Boa tarde eu tomava injeção trimestral a um ano e dia 22 /10 teria que tomala só que no dia 22/09 co
Boa tarde eu tomava injeção trimestral a um ano e dia 22 /10 teria que tomala só que no dia 22/09 comecei com ciclo 21 e tomei ele por uma semana ,aí quando foi dia 04/10 minha menstruação desceu e foi embora dia 08/10 e tiver relação desprotegida nos dias 21,23,25 do mês passado e tive tbm dia 02,03 desses mês e tô tomando acido fólico tô sentindo dor no estômago e tive tontura 2 dias será possível uma gravidez?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você usava a injeção trimestral há um ano e a próxima dose estava prevista para o dia 22 de outubro. Essa injeção costuma manter o efeito por cerca de 90 dias, mas após esse tempo, ela vai perdendo a eficácia aos poucos. Ou seja, se você não tomou a dose de outubro, já estava com uma proteção reduzida.
No dia 22 de setembro, você começou a tomar o Ciclo 21, mas só usou por uma semana. Esse tipo de anticoncepcional leva pelo menos sete dias para começar a proteger de forma eficaz, e o ideal é que seja iniciado no primeiro dia da menstruação. Como você usou por pouco tempo e sem seguir o ciclo completo, a proteção não foi garantida.
Sua menstruação desceu no dia 4 de outubro e foi embora no dia 8. Depois disso, você teve relações desprotegidas nos dias 21, 23 e 25 de setembro, e também nos dias 2 e 3 de outubro. Esses dias podem sim estar dentro da sua janela fértil, considerando que seu ciclo estava desregulado por conta da troca de métodos.
Agora você está sentindo tontura, dor no estômago e está tomando ácido fólico, o que é ótimo caso esteja grávida ou tentando engravidar. Esses sintomas podem ser sim sinais iniciais de gravidez, mas também podem ser consequência das alterações hormonais causadas pela suspensão da injeção e uso irregular do Ciclo 21.
Há possibilidade de gravidez, sim. O mais indicado agora é fazer um teste de farmácia, preferencialmente com a primeira urina da manhã, já que você teve relações há mais de 14 dias. Se der negativo, mas os sintomas continuarem ou a menstruação atrasar, vale repetir o teste em alguns dias ou fazer um exame de sangue, o beta hCG, que é mais preciso.
Evite iniciar ou parar métodos anticoncepcionais sem orientação, porque isso aumenta o risco de falhas e desequilíbrios hormonais. Se estiver tentando evitar gravidez ou quiser engravidar de forma segura, o ideal é conversar com um profissional.
E para garantir um acompanhamento adequado e tirar dúvidas específicas do seu caso, recomendo muito que faça uma teleconsulta com um ginecologista bem avaliado na plataforma Doctoralia. Isso vai te ajudar a entender melhor seu corpo e fazer escolhas mais seguras.
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Meu filho de 1e 10meses não inicia interação social com criança da idade dele , isso , foi a escola
Meu filho de 1e 10meses não inicia interação social com criança da idade dele , isso , foi a escola que percebeu ,ele é filho único,e o único bebê que tem a Faixa de idade dele é um primo que ele vê uma vez no mês ,ele gosta de números e letras ,ele brinca de forma lúdica com brinquedos ,brinca de faz de conta, sabe pra que serve o sapato e escova de dente ,sabe comer usando a colher ,atende qdo é chamado, mantém contato visual ,porém a preocupação da professora está em ele saber contar até 3 ,interesse em letras e numerais! A pediatra dele acha q ele não tem nenhum transtorno pois fala q o desenvolvimento global dele está dentro do esperado. A única coisa q me incomodava era a questão da fala ,por dizer poucas palavras,mas a partir de 1 e 9 ele começou a falar mais palavras e tem aumentado semanalmente . Devo me preocupar com o que a professora disse e acha dele???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação — é natural que os pais fiquem atentos a cada detalhe do desenvolvimento dos filhos, especialmente quando recebem observações da escola. No seu caso, os sinais que você descreve são, em sua maioria, tranquilizadores. Seu filho demonstra interesse pelo mundo ao redor, mantém contato visual, brinca de faz de conta, compreende o uso dos objetos, responde quando é chamado e vem ampliando o vocabulário — tudo isso indica um desenvolvimento dentro dos marcos esperados para a idade.
O fato de ele se interessar por letras e números não é motivo de preocupação; muitas crianças têm fases em que certos temas despertam mais curiosidade, e isso pode até refletir uma facilidade para aprendizagem futura. O ponto levantado pela professora, de que ele ainda não interage tanto com os colegas, deve ser visto mais como uma oportunidade de observação do que como um sinal de alerta. Crianças de menos de dois anos ainda estão aprendendo a dividir o espaço e a atenção. O comportamento social nessa fase varia muito — especialmente em filhos únicos, que têm menos contato diário com outras crianças.
O avanço recente na fala é um ótimo sinal, pois mostra que o cérebro dele está amadurecendo e a linguagem está se expandindo. A cada mês, esse progresso tende a ser mais evidente. Claro, é importante continuar estimulando-o com conversas, leitura de livros infantis e brincadeiras que envolvam troca — isso ajuda tanto na fala quanto na socialização.
Em uma teleconsulta é possível acompanhar de perto a evolução, avaliar o desenvolvimento de forma individualizada e esclarecer todas as suas dúvidas. Plataformas como a Doctoralia permitem escolher médicos com histórico de excelência em atendimento e satisfação dos pacientes. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes da gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, o atendimento online por Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde de sua família. Você economiza tempo, evita deslocamentos e salas de espera, e aproveita o melhor da transformação digital e da revolução da saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial.
Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta — algo que qualquer médico pode e deve fazer quando o paciente está iniciando sua jornada e precisa de Atenção Primária à Saúde. Mesmo que agora não precise de mim, recomendo visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato para futuras orientações. A Telemedicina também permite consultas de segunda opinião de maneira rápida, segura e confidencial, com acesso aos melhores profissionais da plataforma. Se desejar, basta clicar no perfil.
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Minha filha tem 6 anos e é autista. Está tomando aripiprazol 1mg, 5ml. Fiz os exames dela e o TGO de
Minha filha tem 6 anos e é autista. Está tomando aripiprazol 1mg, 5ml. Fiz os exames dela e o TGO deu alto. Devo parar o remédio até a consulta com a neuro ,que vai acontecer no mês de dezembro?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação — é natural ficar apreensivo quando um exame mostra algo fora do esperado, especialmente quando envolve uma criança e o uso de um medicamento controlado. O aripiprazol é um antipsicótico de uso relativamente seguro e frequentemente prescrito para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) que apresentam irritabilidade, agitação ou comportamentos autoagressivos. Ele é metabolizado pelo fígado, o que explica a necessidade de monitorar enzimas hepáticas, como o TGO (AST) e o TGP (ALT), durante o tratamento.
Quando apenas o TGO aparece discretamente elevado, é importante manter a calma. Essa alteração pode ter várias causas: infecções virais recentes (inclusive resfriados e gripes comuns), uso de outros medicamentos ou suplementos, esforço físico intenso, até jejum prolongado. O aripiprazol, por si só, raramente causa lesão hepática significativa, mas pode contribuir para pequenas elevações em alguns casos.
Por isso, não é recomendável suspender o remédio por conta própria antes da avaliação médica. A interrupção abrupta pode levar à volta de sintomas comportamentais importantes. O ideal é manter o uso até que a neuropediatra possa analisar o conjunto completo dos exames — TGO, TGP, bilirrubinas, gama-GT e outros parâmetros — e decidir, com base nisso, se o ajuste da dose ou troca da medicação é realmente necessário.
Enquanto aguarda a consulta, garanta que sua filha esteja bem hidratada, alimentando-se adequadamente e evitando outros medicamentos sem orientação. Caso surjam sinais como icterícia (olhos amarelados), urina escura, cansaço excessivo ou dor abdominal, procure atendimento médico imediato.
Hoje, a telemedicina permite esse tipo de acompanhamento de forma rápida, segura e sem exposição a riscos desnecessários. Em uma teleconsulta, é possível revisar os exames, orientar os próximos passos e até emitir encaminhamentos, sem sair de casa. A plataforma Doctoralia ajuda a encontrar médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada em atendimentos online.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, o atendimento por telemedicina é a maneira mais segura de cuidar da saúde da sua família. Você evita deslocamentos, economiza tempo e participa da revolução da Saúde Digital impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial.
Inclusive, posso te orientar em uma teleconsulta, se desejar uma segunda opinião médica antes da próxima avaliação presencial. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar meu contato. A telemedicina é uma ferramenta moderna, prática e humana — exatamente o que precisamos quando o cuidado não pode esperar.
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Meu filho tem 07 anos tem o laudo TOD, ele toma risperidona 2mg + imipramina, ele toma um de cada pe
Meu filho tem 07 anos tem o laudo TOD, ele toma risperidona 2mg + imipramina, ele toma um de cada pela manhã e outro a noite.
Depois de um mês tomando imipramina notei ele muito agressivo, irritado, mas ansioso.
Estou muito preocupada como ele está.
O que fazer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando uma criança com diagnóstico de Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD) começa a apresentar piora de comportamento, especialmente irritabilidade, agressividade e ansiedade após o início de uma medicação, é importante observar atentamente a relação temporal entre o uso do remédio e as mudanças no comportamento. No seu caso, a imipramina pode estar contribuindo para esses sintomas. Embora seja um antidepressivo útil em algumas situações, pode causar agitação, insônia, aumento da ansiedade ou comportamento impulsivo em certas crianças — especialmente quando associada a outras medicações, como a risperidona.
A risperidona, por sua vez, costuma ajudar na redução da irritabilidade e impulsividade, mas sua ação pode ser afetada pela presença de outro medicamento, por dose inadequada ou até por questões metabólicas individuais. Cada organismo reage de forma diferente, e o equilíbrio entre benefícios e efeitos colaterais precisa ser reavaliado periodicamente.
O ideal é não ajustar nem suspender nenhum dos medicamentos por conta própria. O passo mais seguro é entrar em contato com o médico prescritor o quanto antes. Ele poderá avaliar se a imipramina deve ser reduzida, substituída ou retirada, além de verificar se há outras causas contribuindo para essa irritabilidade, como privação de sono, sobrecarga emocional ou fatores ambientais.
Em uma teleconsulta é possível discutir esses sintomas com calma, revisar a medicação e receber orientações específicas para seu filho, de modo rápido, seguro e confortável. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com excelente histórico de atendimentos e satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, a telemedicina é a maneira mais segura de proteger você e sua família. Além disso, você economiza tempo, evita deslocamentos e pode investir esse tempo em seu trabalho ou estudo.
Não fique fora da transformação digital e da revolução da Saúde proporcionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Posso te orientar em uma teleconsulta, já que este é um cuidado que qualquer médico deve oferecer ao paciente que inicia sua jornada e precisa de atenção primária à saúde. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar nosso contato.
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Boa noite! Meu neto sofre de TDAH e todo, está sendo medicado com neileptil , toma 7 gotas de manhã
Boa noite! Meu neto sofre de TDAH e todo, está sendo medicado com neileptil , toma 7 gotas de manhã e 11 gotas a noite, ele tem 6 anos e ultimamente anda muito agitado, briga na escola, esquece das coisas, até mesmo coisas que ele acabou de fazer. Isso e normal?
A dosagem do remédio está certa.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação com o comportamento do seu neto. O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição que exige acompanhamento contínuo e individualizado, principalmente em crianças pequenas, porque cada organismo reage de forma diferente às medicações e aos estímulos do ambiente.
O Neuleptil (periciazina) é um antipsicótico leve usado em alguns casos para controlar agitação e impulsividade, mas não é o tratamento de primeira escolha para o TDAH. Em geral, o manejo envolve estimulantes (como metilfenidato) ou não estimulantes específicos para o transtorno, associados a terapia comportamental e orientações familiares e escolares. A dose ideal do Neuleptil depende do peso da criança, da resposta clínica e dos efeitos colaterais observados, e só pode ser ajustada pelo médico que o acompanha.
Os sintomas que você descreve — agitação aumentada, brigas, esquecimentos frequentes — podem indicar que a dose atual não está adequada, que a medicação não está surtindo o efeito esperado ou mesmo que está causando efeitos paradoxais (ou seja, piorando a agitação). Também é possível que haja outro fator interferindo, como mudanças na rotina, sono inadequado, conflitos na escola ou ansiedade.
Por isso, o mais seguro é conversar com o pediatra ou neuropediatra que prescreveu o medicamento, levando um relato detalhado do comportamento recente da criança e informando o horário exato e a dose das gotas. Nunca ajuste a dose por conta própria. A medicação precisa ser avaliada dentro de um plano de acompanhamento, que inclui observação clínica, ambiente escolar e intervenções comportamentais.
Em uma teleconsulta, é possível revisar o caso com calma, orientar os responsáveis sobre sinais de alerta e discutir alternativas terapêuticas de forma segura e prática. Plataformas como a Doctoralia recomendam médicos com alta taxa de satisfação e experiência comprovada em atendimentos online. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, variantes do H5N1 e outras doenças infecciosas, o acompanhamento por Telemedicina é a maneira mais segura de proteger você e sua família, economizando tempo e evitando deslocamentos desnecessários.
A transformação digital na Saúde — impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial — permite que qualquer pessoa tenha acesso rápido, discreto e eficiente à atenção médica primária e até a segundas opiniões especializadas. Inclusive, posso te orientar pessoalmente em uma teleconsulta. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o contato. A Telemedicina veio para aproximar o cuidado, não para afastá-lo.
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Minha filha ela faz uso de fenitoína,só que ela reclama que as vezes fica com a visão dupla ,ele ver
Minha filha ela faz uso de fenitoína,só que ela reclama que as vezes fica com a visão dupla ,ele ver duas pessoas,será que tem haver com o remédio
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. A visão dupla (diplopia) que sua filha relata pode, sim, ter relação com o uso da fenitoína. Esse medicamento, utilizado no controle de crises epilépticas, pode causar efeitos colaterais neurológicos quando as doses estão elevadas ou o organismo acumula a substância com o uso prolongado. Entre esses efeitos estão tontura, desequilíbrio, visão borrada e visão dupla.
A fenitoína é uma medicação antiga e eficaz, mas apresenta limitações importantes. O uso por períodos longos costuma trazer efeitos indesejáveis, especialmente em crianças e adolescentes, pois interfere em processos metabólicos e pode gerar toxicidade hepática, alterações na gengiva e até impacto na coordenação motora e na cognição. Hoje, existem anticonvulsivantes mais modernos e seguros, com melhor tolerabilidade e menos efeitos colaterais.
É essencial que o médico responsável avalie a dose, o tempo de uso e o nível sérico da fenitoína no sangue. A visão dupla é um sinal que merece atenção imediata, pois pode indicar que o organismo está recebendo mais do que o necessário. Não se deve suspender ou trocar o medicamento por conta própria, pois isso pode desencadear crises.
Em uma teleconsulta, é possível discutir detalhadamente o caso, revisar o tratamento e planejar, se for o caso, a transição para outra medicação de forma segura. Plataformas como a Doctoralia orientam a escolha de médicos com alto índice de satisfação e excelência em atendimentos.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária (H5N1) e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online por Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família. Você economiza tempo, evita deslocamentos e ambientes de espera, e aproveita melhor o dia para suas atividades. A Telemedicina representa a Transformação Digital da saúde na era da Web 4.0 e da Inteligência Artificial — uma verdadeira revolução no modo de cuidar das pessoas.
Inclusive, posso te orientar pessoalmente em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer ao acompanhar pacientes no início de sua jornada de cuidado e atenção primária à saúde. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o nosso contato.
Atualmente, a Telemedicina também permite consultas de segunda opinião, de forma rápida, segura e discreta, com os melhores especialistas disponíveis na plataforma. Caso tenha interesse, basta clicar no perfil e agendar seu atendimento.
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O que devo fazer meu filho tomou as 4 gotas diretamente na língua. Tô desesperada me ajuda. Ele tem
O que devo fazer meu filho tomou as 4 gotas diretamente na língua. Tô desesperada me ajuda. Ele tem 9 anos
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a sua aflição. Ver o filho tomar um remédio por conta própria é uma situação que realmente assusta. O Neuleptil, ou periciazina, é um medicamento usado para controlar agitação, irritabilidade e alguns distúrbios de comportamento. Ele precisa ser administrado com orientação médica e na dose certa, pois cada organismo reage de maneira diferente, especialmente em crianças.
Se o seu filho não costuma usar o Neuleptil, observe com atenção como ele vai reagir nas próximas horas. É importante ficar atento a sinais como sonolência excessiva, tontura, rigidez muscular, tremores, batimentos cardíacos acelerados ou respiração alterada. Caso perceba qualquer um desses sintomas, procure um serviço de emergência o quanto antes e leve o frasco do medicamento para que os profissionais possam avaliar corretamente.
Se ele já faz uso do Neuleptil e apenas tomou a dose antes da hora ou de uma forma diferente, geralmente não há motivo para pânico. Nessa situação, mantenha-o sob observação, evite oferecer outros medicamentos e não o deixe dormir sozinho até ter certeza de que está bem.
Hoje, é possível receber esse tipo de orientação de forma prática e segura por teleconsulta. Assim, um médico pode avaliar o caso com calma, revisar o histórico do seu filho e indicar a melhor conduta, tudo sem que você precise sair de casa. A plataforma Doctoralia, por exemplo, permite encontrar médicos experientes e bem avaliados que oferecem esse tipo de atendimento com segurança e acolhimento.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, o atendimento online é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família. Além disso, evita deslocamentos, reduz o tempo perdido em filas e salas de espera e permite que você use esse tempo para o que realmente importa.
A Telemedicina é parte da Transformação Digital da Saúde, impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Ela representa uma revolução na forma de cuidar das pessoas, com mais agilidade, conforto e privacidade. Caso queira, posso te orientar em uma teleconsulta, que é um passo importante para quem busca atenção primária de qualidade e deseja esclarecer dúvidas com segurança. Mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar meu contato para quando for necessário.
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Qual melhor horário para ministrar o risperidona a noite em uma criança de 6 anos 0,5 mg?
Qual melhor horário para ministrar o risperidona a noite em uma criança de 6 anos 0,5 mg?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação — é natural querer administrar corretamente o remédio do seu filho e evitar qualquer erro no horário. A risperidona é um antipsicótico que, em doses baixas como 0,5 mg, costuma ser bem tolerado e tem efeito predominantemente calmante à noite, o que ajuda na regulação do sono e do comportamento.
Em geral, o melhor horário para oferecer a risperidona à noite é cerca de 30 a 60 minutos antes de dormir. Esse intervalo permite que o medicamento comece a agir enquanto a criança se prepara para dormir, reduzindo possíveis efeitos como sonolência durante o dia ou lentidão ao acordar. Se o medicamento estiver causando muito sono pela manhã, é um sinal de que talvez o horário ou a dose precisem ser ajustados.
A absorção da risperidona não depende de estar em jejum, portanto pode ser dada após o jantar, o que também ajuda a evitar desconforto gástrico. Já se a criança apresentar insônia, agitação noturna ou despertares frequentes, o ideal é conversar com o médico, pois nesses casos pode haver necessidade de rever o esquema ou o horário de administração.
Em uma teleconsulta é possível avaliar melhor o comportamento da criança, revisar o histórico de uso do medicamento e tirar todas as dúvidas com segurança. A plataforma Doctoralia orienta a escolha de médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação, o que garante qualidade e confiança no cuidado.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, novas cepas da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, a Telemedicina é a forma mais segura e moderna de cuidar da saúde, evitando deslocamentos, salas de espera e exposição desnecessária. Você economiza tempo, preserva sua rotina e investe na sua tranquilidade.
A Telemedicina permite inclusive teleconsultas de segunda opinião, com médicos experientes e altamente recomendados, de modo rápido, discreto e seguro. Caso se interesse, basta clicar no perfil. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o nosso contato — posso te orientar em uma teleconsulta, especialmente neste início de jornada de cuidado e atenção primária à saúde.
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Meu filho é muito agitado, a medida passou Depakeme. Mais ele não é agressivo, não é irritado. Ele é
Meu filho é muito agitado, a medida passou Depakeme. Mais ele não é agressivo, não é irritado. Ele é carinhoso.
Estou com medo de darRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque ninguém quer medicar um filho sem ter certeza de que aquilo é o melhor para ele. O Depakene (ácido valproico) não é um remédio indicado para “agitação” em crianças. Ele é usado principalmente para tratar epilepsia e, em alguns casos selecionados, transtorno bipolar e prevenção de enxaqueca. Quando a queixa principal é inquietação, sem agressividade, sem irritabilidade persistente e num menino carinhoso, essa escolha merece ser reavaliada.
Antes de começar qualquer tratamento, vale esclarecer com a médica qual foi o diagnóstico que ela teve em mente ao prescrever. Houve suspeita de crises epilépticas, desatenção grave, alterações de humor ou apenas inquietação do dia a dia? Se o objetivo foi “acalmar”, o valproato não é a primeira opção. Agitação infantil costuma ter múltiplas causas: sono ruim, excesso de telas, rotina desorganizada, ansiedade, TDAH, questões sensoriais, entre outras. O caminho mais seguro é entender a causa, ajustar hábitos e, se necessário, usar terapias comportamentais; quando há indicação de remédio, existem alternativas com melhor evidência para cada quadro específico.
Se vocês já iniciaram o Depakene, não interrompam por conta própria. Conversem com a médica prescritora e busquem uma segunda opinião com neuropediatra ou psiquiatra infantil. O valproato exige acompanhamento com exames de sangue periódicos (fígado e plaquetas) e atenção a sinais de alerta como vômitos repetidos, dor abdominal forte, sonolência excessiva, pele ou olhos amarelados, confusão ou sangramentos fáceis. Esses efeitos não são comuns, mas precisam ser conhecidos por quem usa a medicação. Se a receita foi dada sem um diagnóstico claro, sem plano de seguimento e sem explicação de riscos e benefícios, é mais um motivo para rever a conduta.
Enquanto aguarda a nova avaliação, organize o básico que faz diferença: horário regular para dormir, rotina previsível, tempo de tela bem limitado, oportunidades diárias de gasto de energia com brincadeiras ativas e regras simples, ditas com calma e repetidas com consistência. Se houver suspeita de TDAH, uma avaliação estruturada pode confirmar ou afastar o diagnóstico e orientar melhor o tratamento. Quando há autismo ou ansiedade, o foco muda; em cada condição existem abordagens específicas com melhor benefício e segurança do que “medicar para acalmar”.
Posso acompanhar você em teleconsulta para revisar a história, checar diagnósticos prováveis, orientar exames e desenhar um plano que respeite o perfil do seu filho. A Doctoralia recomenda procurar médicos com histórico campeão de atendimentos e alta satisfação dos pacientes; essa curadoria ajuda a encontrar profissionais experientes. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas de gripe aviária H5N1 e outras infecções, a Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da sua saúde e da sua família: você economiza tempo, evita trânsito e salas de espera e investe no trabalho ou estudo. Não fique de fora da Transformação Digital e da revolução da Saúde com Web 4.0 e Inteligência Artificial. Inclusive, posso orientar você em uma teleconsulta de segunda opinião — prática rápida, segura, discreta e hoje amplamente disponível com profissionais muito bem avaliados nesta plataforma. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar nosso contato para quando julgar necessário.
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Meu filho iniciou a carbamazepina com 5ml por uma semana e agora esta de 5ml de 12 em 12, porém esta
Meu filho iniciou a carbamazepina com 5ml por uma semana e agora esta de 5ml de 12 em 12, porém esta muito sonolento, e os olhos vermelhos. Ele iniciou esse medicamento para associar com levetiracetam 7ml de 12em12. Estou preocupada com os efeitos colaterais graves dessa medicação como a sindrome de Steven jhonson. Qual a melhor orientação nesse caso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque quando falamos em carbamazepina, não podemos esquecer que ela é um dos medicamentos mais associados às chamadas farmacodermias, que são reações adversas na pele causadas por drogas. Essas reações vão desde manifestações mais leves, como erupções cutâneas discretas, até formas graves e potencialmente fatais, como a síndrome de Stevens-Johnson, que representa a ponta mais extrema desse espectro. Entre esses dois polos, existem várias possibilidades intermediárias, como exantemas máculo-papulares, urticária, erupções fixas e outras reações cutâneas que também precisam de atenção.
A sonolência intensa pode ser um efeito colateral comum da carbamazepina, mas a vermelhidão ocular associada deve ser levada a sério. Esse pode ser um sinal precoce de uma farmacodermia, ainda que não necessariamente da forma mais grave. O início de uma reação adversa na pele pode se apresentar apenas com sintomas aparentemente simples, como vermelhidão nos olhos ou nas mucosas, que progridem nos dias seguintes para lesões maiores. Por isso, não é possível prever se o quadro vai estacionar numa forma leve ou evoluir para algo mais grave. O ponto central é não ignorar os sinais iniciais.
O mais adequado neste momento é interromper a automonitorização passiva e buscar imediatamente contato com o médico responsável. Ele poderá avaliar a relação temporal entre o início da carbamazepina e os sintomas, decidir se deve reduzir ou suspender a medicação e indicar exames laboratoriais para descartar complicações. Em caso de aparecimento de manchas na pele, bolhas, descamação ou lesões na boca, deve-se suspender a droga de imediato e procurar um pronto-atendimento.
Hoje, por Telemedicina, é possível discutir esses sintomas de forma segura e rápida, inclusive mostrando as alterações ao médico em vídeo. Assim, evita-se a exposição desnecessária em salas de espera, algo ainda mais importante em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras infecções que circulam. Plataformas como a Doctoralia permitem escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência em casos semelhantes, garantindo segurança para você e seu filho. Essa é a revolução da saúde na Web 4.0, aliada à Inteligência Artificial: oferecer acesso ágil, discreto e confiável a uma segunda opinião médica.
Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais, guardar esse contato e considerar uma teleconsulta para tirar dúvidas e planejar os próximos passos com tranquilidade. A Telemedicina hoje já é a forma mais conveniente, rápida e segura de cuidar da saúde da sua família.
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
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