Perguntas do paciente (98)
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Como a neuroplasticidade relaciona-se com o sucesso da psicoterapia?
Como a neuroplasticidade relaciona-se com o sucesso da psicoterapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Tudo bem?
Pergunta bem interessante e farei uma associação da neuroplasticidade com a teoria junguiana.
A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de se reorganizar e formar novas conexões neuronais ao longo da vida, em que podemos ver conteúdos que tragam prováveis sucesso na psicoterapia.
Na teoria junguiana trabalha-se com o processo de individuação, isto é, um processo de autoconhecimento e integração das vivências, experiências que visam o desenvolvimento da pessoa em si e na comunidade.
A neuroplasticidade permite e facilita novos padrões de pensamento e comportamento, o que se associa numa forma diretamente proporcional com novos símbolos, sonhos que podem ser integrados numa forma mais qualitativa, com a ressignificação de experiências traumáticas e a integração de conteúdos reprimidos (dissolução dos complexos).
Assim, a neuroplasticidade é uma proposta de base biológica que pode trazer mudanças e interações recíprocas muito construtivas com a psicoterapia junguiana.
Ao trabalhar com os símbolos, os arquétipos, as vivências do cotidiano e processos de individuação, a abordagem de Jung estimula a reorganização cerebral, facilitando o processo terapêutico e o desenvolvimento de uma psique mais integrada.
Em casos de mais dúvidas, estou em plena disponibilidade e faço um convite para uma consulta inicial através do botão agendar uma consulta do Doctoralia e um possível processo terapêutico.
Muito obrigado e até a próxima!
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Qual a melhor forma de lidar com a rejeição? .
Qual a melhor forma de lidar com a rejeição? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Como estás?
A rejeição é um ato das relações humanas que, infelizmente, tem certa frequência de acontecimentos e é profundamente humano buscar respostas para a dor da rejeição. O fato de você trazer essa questão já é, em si, um primeiro e corajoso passo para lidar com ela, para acolher tudo o que está sentindo.
A rejeição machuca porque toca em algo muito fundamental em nós e é, na interpretação psicanalítica, uma ferida narcísica, um lugar que tal ação nos torna vulneráveis, que questionam os nossos valores e a capacidade de ser amados e aceitos.
Vejo como possibilidades de intervenções iniciais algo de muita importância: não lutar contra a dor, mas permitir-se senti-la, buscar o motivo e o que ecoa em nós quando tal fato ocorre. A rejeição não é um evento a ser contornado rapidamente, mas uma experiência a ser elaborada, ressignificada e assimilada em nossa história de vida integral.
Outra possibilidade de interpretação é sobre o movimento da rejeição em que, muitas vezes, esta fala mais dos desejos, histórias, medos e conflitos internos de quem rejeita, dos seus valores pessoais e éticos.
Esta possibilidade nasce do ponto de que a pessoa pode nos rejeitar porque nós a lembramos de algo que ela não elaborou, de que nossa presença e ações trazem elementos de insegurança dela, ou simplesmente porque não atendemos a uma expectativa específica que ela carregava.
Aqui, é elementar identificar, separar e investigar o significado que você atribuiu àquela relação ou aceitação, num convite a perguntar "O que aquela pessoa ou aquele grupo representava para mim?" " O que se viveu ali que foi interpretado como rejeição?"
Muitas vezes, buscamos no outro a confirmação de algo que desejamos para nós mesmos. A dor intensa pode sinalizar que você depositou no outro muita energia, expectativas que são suas e que não se observou o outro, o diferente que existe na outra pessoa, a qual vivenciou a experiência de outra maneira.
Temos aqui a função de espelho que confirmaria seu sucesso projetivo, seu talento ou sua capacidade de ser amado mas, embasada apenas na sua interpretação, na vivência única do fato.
Compreender essa projeção ajuda a recolher essa expectativa de volta para si mesmo, tornando-se menos dependente da validação externa.
Trouxe aqui uma pincelada sobre o fenômeno de rejeição que se busca num processo terapêutico inicial, com o permitir-se sentir a mágoa, a raiva, a tristeza, sem julgamento, num ambiente especializado para que isso ocorra com segurança, numa análise objetiva dos fatos.
Ser rejeitado é uma experiência universal.
Não é um sinal de que há algo fundamentalmente errado com você, mas um sinal de que você é humano e se coloca no mundo, com riscos inerentes de uma vida real.
Fico à disposição para conversarmos e, se sentir com disponibilidade para elaborarmos com muito mais riqueza o assunto, entrem em contato via o site ou contato direto comigo na minha página no Doctoralia.
Espero ter auxiliado e até mais!
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A tecnologia digital pode ser usada para promover o autocuidado das pessoas ?
A tecnologia digital pode ser usada para promover o autocuidado das pessoas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi!Tudo bem?
Está aí uma pergunta que é de essencial importância na nossa realidade de vida e nos ambiente terapêuticos. Trarei aqui uma interpretação psicanalítica.
Sob uma perspectiva que leva em conta a profundidade da psique humana, podemos pensar que a tecnologia digital, como qualquer expressão da criatividade humana, carrega uma dualidade intrínseca.
Ela não é inerentemente boa ou má; mas atua a partir da função, sentidos a ela fornecidos, que reflete e amplia aquilo que já carregamos dentro de nós.
Vejo que a tecnologia digital pode ser usada para auxiliar a promover uma versão específica de autocuidado mas, no meu ver, de forma como uma introdução e auxiliar num possível processo de autocuidado.
Ela oferece alívios sintomáticos imediatos, mas pode, paradoxalmente, obstruir o caminho para uma elaboração psíquica mais profunda. Pode-se parar e deixar de trabalhar um ponto de suma importância no desenvolvimento da psique, retendo se a uma falta de interação com o outro que pode ser muito mais profundo e impactante.
Como a tecnologia funciona num aspecto estruturado e mensurável, vejo limitações numa busca limitada a razão lógico-dedutiva. Uma ilustração seria de que ao invés de elaborar se um processo de a angústia subjacente, por exemplo, o sujeito se engaja em um ritual obsessivo de auto-otimização, com resultados de que o cuidado de si pode se transformar em mais uma demanda superegóica, com deveres e obigações introjetadas, "Você deve meditar por 10 minutos", "você *deve* atingir 10.000 passos", "Você deve rastrear e controlar o seu humor", negando numa supercialidade os reais motivos que criaram a angústia, não olhando para esta de uma forma profunda e analítica que esta merece.
O superego, que já é internalizado e nos policia como referencial de ideal, ganha uma voz digital externa e constante, potencialmente aumentando a culpa e a sensação de inadequação quando as metas não são atingidas.
Outro ponto é o acesso ao inconsciente. Este, por definição, é inacessível à consciência direta e à quantificação. Vemos a sua existência através de suas manifestações, como os atos falhos, sonhos, chistes e sintomas, em que a tentativa de mapear o self através de dados pode ser uma forma de resistência, uma fuga da complexidade desorganizada e assustadora do inconsciente para a aparente ordem e previsibilidade dos gráficos e números.
Isto é, pode levar o sujeito numa relação com uma imagem de si mesmo e não com sua realidade psíquica conflituosa.
Sob um viés psicanalítico, a tecnologia digital não promove o autocuidado de forma direta, mas sim pode trazer imediato alívio de sintomas de ansiedade, tédio, solidão mas, podem servir como *tapas-buracos* que impedem a investigação das causas profundas.
Aqui, tem um outro perigo enorme: Reforçar defesas egóicas como a racionalização e a obsessão por controle em detrimento do contato com o inconsciente.
Para encerrar, jamais desprezaria totalmente a tecnologia, em que a vejo como um primeiro passo para pessoas que de outra forma não buscariam ajuda.
Pode servir como um objeto de contenção suficiente e basal para que o sujeito posteriormente busque uma análise ou terapia mais profundas, usando os conteúdos de reflexão gerados pelas tecnologias em geral e associá-las com críticas, reflexões mais qualitativas deste material, com associações e interpretações em conjunto com um profissional da área de saúde.
A tecnologia digital para o autocuidado é como um remédio sintomático, que age no sintoma mas, não diagnostica, não trata e analisa o que está causando.
Na atividade psicanalítica é menos sobre gerenciar sintomas e mais sobre se aventurar na escuridão do próprio desejo e conflito para, só então, encontrar uma forma mais autêntica e menos sintomática de viver.
Para vivenciarmos este e outros temas de conteúdos que te tragam questionamentos, ações imobilizadoras, convido para termos conversas e, quem sabe, um encontro psicanalítico que auxilie no seu processo de desenvolvimento e saúde mental.F
ico à disposição e, qualquer dúvida, entre em contato via site Doctoralia ou diretamente comigo nos meus contatos.
Até logo e sucesso!
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Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao
Olá, nunca gostei de me socializar e fico desconfortável na presença de pessoas, ultimamente quando tenho contato com pessoas nao consigo me comunicar bem e quando estou fora de casa fico agoniada andando de um lado pro outro e com muita ansiedade, aprece que estou surtando. As vezes corro pro banheiro do meu trabalho sento no chão tampo os ouvidos e só quero chorar, nao gosto de visitas e quando estou em casa faço de tudo pra abafar sons. Nao tenho energia pra nada (sempre fui assim) e quando tenho energia quero fazer tudo de uma vez e acabo nao fazendo nada. Já marquei varias consultas vom psicólogos, quando chega na hora da consulta ...Quem disse que tenho coragem de aparecer, simplesmente invento alguma desculpa e não vou, fico com medo ansiosa, sei lá. Queria muito me resolver...Nao sei o que faço.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como está?
Obrigado pela oportunidade de poder estar presente contigo nessa dúvida.
Vejo que a presente demanda necessita de cuidados bem específicos.
Sinto na sua descrição um sofrimento psíquico intenso, com traços que podem trazer características como angústia de desamparo, defesas contra o contato social e a presença de repetições que trazem os sintomas de sofrimentos.
A reação de "agonia" e necessidade de fugir (como correr para o banheiro) pode indicar que o contato com as outras pessoas desencadeia uma angústia primitiva, sem palavras, relacionadas a experiências muito precoces. Assim como o tamponar os ouvidos e o choro sugerem um retraimento de autopreservação, para tentar se proteger de uma percepção de excesso de estímulos que sente como invasivos.
Ao mencionar o não marcar consulta e não comparecer. Pode ser um ato falho manifesto, com um desejo de mudança (marcar) mas, há também um medo inconsciente do que pode emergir nesse encontro com o psicólogo, um novo que está fora de uma possível percepção de controle, que traz um possível risco de "desmoronar", uma resistência contra reviver, na terapia, experiências de abandono, julgamento ou invasão.
Você já deu o primeiro passo ao escrever o seu sofrimento, registre para ti em escrita e numa possível demonstração para um profissional.
Colocar no papel o que não se consegue falar pode auxiliar a reduz a ansiedade.
O próximo passo pode ser o permitir que alguém testemunhe isso aos poucos, no seu ritmo, flexível.
Fico à disposição para conversarmos sobre isso.
Te convido para uma consulta inicial e possível desdobramento de um processo terapêutico.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Um grande abraço, estou sempre à disposição e espero ter auxiliado!
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Como surgem as doenças crônicas mentais ? .
Como surgem as doenças crônicas mentais ? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Tudo bem?
É compreensível que você queira entender as origens das doenças mentais crônicas e essa busca por compreensão já é, em si, um movimento importante de cuidado consigo mesmo ou com alguém próximo. Um movimento saudável muito construtivo. Vamos lá!
Na visão psicanalítica, que eu trabalho, as doenças mentais crônicas não surgem de uma causa única, mas sim de uma rede complexa de fatores, dentre os quais pautarei alguns.
Primeiro, na psicanálise há uma busca de compreensão de que a nossa mente é profundamente influenciada por experiências muito precoces, muitas vezes anteriores à nossa capacidade de articular palavras para descrevê-las, isto é, vivemos desde a mais tenra idade conflitos, dores emocionais, perdas ou modos específicos de relacionamento já na primeira infância, as quais podem deixar marcas inconscientes, ainda não capazes de serem compreendidas, conscientizadas.
Essas marcas não se diluem; em que elas podem, ao longo da vida, encontrar formas de expressão através do corpo e da mente, às vezes se configurando como o que chamamos de uma condição crônica. Os famosos sintomas em psicanálise.
É como se o sofrimento, sem encontrar palavras para ser dito, encontrasse uma via alternativa para se manifestar.
Outro ponto que se trabalha em psicanálise, é a nossa constituição genética, a constituição biológica e a herança familiar, em que algumas pessoas nascem com uma predisposição genética ou uma configuração neurobiológica que as torna mais vulneráveis.
Aqui, um ponto muito importante: a psicanálise não ignora isso, mas acrescenta um olhar importante de que o herdado biológico está em constante interação com o que é psiquicamente herdado, ou seja, os segredos familiares, as histórias, os traumas não elaborados pelos nossos antepassados, os modos de funcionamento emocional da família também nos influenciam e podem contribuir para a formação de uma estrutura psíquica resultante traumática destas interações.
Como continuação destas interações, entram agora as histórias pessoais dos indivíduos. Na existências pessoais ocorrem situações que podem ser gatilhos, uma predisposição silenciosa que pode se tornar uma condição crônica por traumas vividos na historicidade da pessoa, uma perda significativa, um período de grande stress, uma mudança brusca ou uma relação profundamente conflituosa. Consequentemente, pode se abrir uma porta, um trauma de muito sofrimento que são explicitados nos sintomas crônicos.
Assim, o que buscamos através do processo psicanalítico é oferecer um espaço para acolher essa dor, escutar suas manifestações personalizadas e encontrar novas formas de viver com ela, com ressignificações das experiências, a diminuição do seu sofrimento, dinamizando a sua liberdade e seu prazer de viver.
Você gostaria de aprofundar o tema? Faço um convite, desde já, para um encontro inicial. A partir deste, podemos elaborar juntos até um processo psicanalítico , com conversas sobre o tema e outros que te constituem.
Entre em contato através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Espero ter prestado um serviço. Fico à disposição e abraços!
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Meu marido não me beija mais e principalmente na hora da relação não tem beijos. Pra mim é um balde
Meu marido não me beija mais e principalmente na hora da relação não tem beijos.
Pra mim é um balde de água fria.
O tesão não é o mesmo …..
O que faço?
As vezes cobro coisas básicas e me sinto malRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como está?
Obrigado pela oportunidade de estar presente contigo neste questionamento.
Apresento uma reflexão que podemos trabalhar num possível futuro terapêutico.
Vejo que você está enfrentando uma situação dolorosa e que ocorre em grande frequência nos relacionamentos, onde a falta de gestos de afetos físicos, como beijos descritos por você, podem trazer dúvidas e sofrimentos que podem prejudicar a conexão emocional e sexual.
Na análise Junguiana, vemos tais fenômenos como manifestações dos aspectos conscientes, tanto quanto os inconscientes do relacionamento, dentro os quais trarei alguns exemplos e pontos que podemos trabalhar.
A ausência de beijos, pode ser aspectos simbólicos de união, de conexão do casal. Como vocês estão no cotidiano? Quais ações você associa a ausência dos beijos? O que tem ocorrido para tal diminuição da frequência dos beijos?
Vejo também a possibilidade de divergências de aspectos de anima e animus do casal, isto é, a desarmonia causada por alguma vivência de desconexão entre vocês, em que a ausência de beijos pode indicar um desequilíbrio na dinâmica inconsciente.
Tem aspectos de projeções em dúvidas vividas entre ambos, assim como a manifestação de sentimentos reprimidos? Aqui, podem ser aspectos de sombra do relacionamento que não estão integrados entre vocês, está em falta.
Seria interessante conversar sobre essa falta com o parceiro.
Aconteceram divergências? Mágoas ou desilusões que não foram expressas? Trabalhadas num diálogo construtivo?
Projeções de expectativas não verbalizadas? "Se ele me amasse, beijaria sem eu pedir".
Rotina não desejada? Motivos da não proatividade de mudanças de rotina podem ser sinais de desconexões.
Nesse caso, terapia de casal ou individual (para ambos) poderia ajudar a trazer à tona esses aspectos.
Vocês merecem sentir-se desejados e amados na plenitude, numa possível reciprocidade, em que, às vezes, a crise pode ser o chamado para uma relação mais profunda – consigo mesma e com ele.
Vejo repressões, anulações das ações da energia psíquica numa forma ativa, as quais podem trabalhadas e recolocadas em movimento através de um processo terapêutico.
Se tiver mais dúvidas, fico à disposição e faço, desde já, um convite para uma consulta inicial através do botão agendar uma consulta do Doctoralia e um possível processo terapêutico.
Espero ter auxiliado e fique bem!
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Como identificar relacionamento abusivo ?
Como identificar relacionamento abusivo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um relacionamento abusivo vai além das brigas. É sobre relação de poder abusivo e submisso, não amor. Se algo soa errado e constante, confie no seu instinto.
Identificar um relacionamento abusivo pode ser difícil, pois muitas vezes começa sutil, em que é necessário ficar muito atenta a sinais como, por exemplo, desrespeito, críticas constantes, humilhações e xingamentos.
Surgem o controle excessivo, possessivo e abusivo, com ações de querer controlar sua rotina, amizades, redes sociais ou dinheiro. Outra característica muito comum é o isolamento, com tentativas de afastar as pessoas próximas como amigos e família.
Infelizmente, há um sentimento muito forte de culpa, em que o abusador capta isso com muita destreza e usa a seu favor no processo de abusar de outro(a)..
Se você se sente diminuída(o), com medo ou anulada(o), é um forte indicativo de que você vive um relacionamento abusivo. Sua sensação de mal-estar é válida e um sinal importante.
Para finalizarmos, um relacionamento saudável traz paz e parceria. O abusivo, cansaço, medo, ciúmes exagerados, chantagens, mentiras e desvalorização.
O mais importante é se te desperta sentimentos de que você não se sente mais você mesma(o), se está sempre ansiosa(o) ou com medo de "provocar" uma briga, é hora de refletir.
Buscar informação é o primeiro passo, e você já está fazendo isso. Converse com alguém de confiança e procure auxílio profissional e jurídico, pois é uma situação de vida muito grave, em que você pode estar em risco de vida.
Espero que ajude, fico à disposição e cuide se!
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A Terapia junguiana restabelecer o equilíbrio emocional a partir do inconsciente ?
A Terapia junguiana restabelecer o equilíbrio emocional a partir do inconsciente ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como estás?
Então, na abordagem junguiana, na terapia junguiana (psicologia analítica) busca se restabelecer o equilíbrio emocional, as observações de vivências sociais, com o trabalho com o inconsciente pessoal e de suas interligações com o Inconsciente pessoais de tereiros e com o incosnciente coletivo.
Assim, busca se o processo de individação, evolução da pessoa na sua integralidade em si e na interação com ambiente.
Para tal, usa se de conteúdos dos arquétipos, que são vivenciados através de assosciações históricas, sociais, mitológicas , para enriquecer as vivências do cliente e facilitando o processo de individuação.
Fico à disposição e te convido para uma consulta através de reservas pelo site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Até logo e ótimo dia!
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Como a Junguiana trabalha com traumas de um paciente adulto ?
Como a Junguiana trabalha com traumas de um paciente adulto ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como está?
Primeiro, obrigado pela oportunidade de poder estar presente contigo nessa dúvida.
A análise Junguiana trabalha pontos que abordam os traumas de um paciente adulto de maneira profunda e simbólica, com a busca de integrar aspectos conscientes e inconscientes, isto é, a interagir o processo de análise que visa desfazer os laços dos complexos (situações de questionamentos, traumas e sofrimentos) e posterior desenvolvimento do cliente com base na exploração do Inconsciente Pessoal e Coletivo e objetivar o processo de individuação (evolução existencial da pessoa).
Busca se, assim, a busca de compreensão do trauma no presente, com a probabilidade de cura do tema trabalhado e na criação de novas referências, significados para a vida do cliente.
Fico à disposição para conversarmos sobre isso.
Te convido para uma consulta inicial e possível desdobramento de um processo terapêutico.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Um grande abraço, estou sempre à disposição e espero ter auxiliado!
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Qual a diferença entre antissocial e introvertido?
Qual a diferença entre antissocial e introvertido?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como estás?
Então, Na abordagem junguiana, a diferença entre antissocial e introvertido é significativa e está embasada na teoria dos tipos psicológicos de Carl Jung.
Isto é, para Jung, o equilíbrio entre extroversão e introversão é essencial para a individuação (processo de autoconhecimento e integração psíquica).
O comportamento antissocial patológico é observado como um desequilíbrio intenso, de alta variação, com possibilidade de ligação a vivências traumáticas e com dificuladades de integrações de traços do conteúdo da sombra.
Fico à disposição e te convido para uma consulta através de reservas pelo site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Até logo e ótimo dia!
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Qual a diferença entre neurose fóbica e histérica?
Qual a diferença entre neurose fóbica e histérica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como está?
Primeiro, obrigado pela oportunidade de poder estar presente contigo nessa dúvida.
Na psicanálise freudiana, temos difeentes formas de abordar as neuroses, em que são as trrês grandes principais, a neurose fóbica, a neurose histérica e a neurose obsessiva.
A diferença entre as duas primeiras está principalmente nos mecanismos de defesa predominantes e na forma como o conflito psíquico se manifesta.
Na neurose fóbica há o deslocamento da angústia para um objeto externo (fobia), enquanto a neurose histérica trabalha com mecanismos de recalques, em que há uma conversão do conflito em sintomas psicossomáticos e/ou manifestações emocionais intensas.
Nas duas ocorrências, são respostas a uma percepção de desejos inconscientes abordados como ameaçadores, cujos os mecanismos de defesa e as manifestações sintomáticas são bem diferentes.
Fico à disposição para conversarmos sobre isso.
Te convido para uma consulta inicial e possível desdobramento de um processo terapêutico.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Um grande abraço, estou sempre à disposição e espero ter auxiliado!
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O que falar na terapia psicanalítica? .
O que falar na terapia psicanalítica? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como está?
Pergunta interessante, que norteia muitas dúvidas que sempre acompanho.
Obrigado pela oportunidade de poder estar presente contigo nessa dúvida.
Na terapia psicanalítica objetiva se explorar seus pensamentos, sentimentos, emoções, memórias e sonhos de forma livre e aberta, sem um roteiro pré-definido.
Como sempre converso com os cliente: a terapia é sua.
Ritmo, desejos do que trabalhar é de acordo com o desejo de trazer sentimentos, períodos de tempo, a demanda da pessoa.
Com o desenvolver do processo terapêutico, elabora se um linha de exploração de memórias, sentimentos vividos, conflitos, experiências passadas, relacionamentos interpessoais, preocupações que orbitam as vivências da pessoa.
Assim, vive se com o profissional tais experiências (transferência) de confiança, irritação, resistência, que o profissional capacitado viverá contigo e serão trabalhados no processo.
Fato muito importante é ter liberdade, não se preocupar em falar o "correto" mas, sim os sentimentos reais que permeiam a sua realidade, espontaneidade.
Assim, é uma introdução do possível processo que podemos trabalhar num futuro e fico à disposição para conversarmos sobre isso.
Te convido para uma consulta inicial e possível desdobramento de um processo terapêutico.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Um grande abraço, estou sempre à disposição e espero ter auxiliado!
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Quais são as regras da técnica psicanalítica? .
Quais são as regras da técnica psicanalítica? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!Como está?Primeiramente, fico grato pela oportunidade de estar presente contigo nesse questionamento.A teoria psicanalítica tem conceitos básicos no momento em que se realiza a intervenção via consultas em psicanálise.Primeiramente, observa se traços da presença de possíveis conflitos entre as experiências vividas e entre o princípio do prazer e a realidade, isto é, as percepções próprias do indivíduo e das suas relações com a realidade compartilhada, as quais sempre geram divergências, questionamentos que podem gerar imobilizações de aspectos da vida cotidiana, assim como neuroses (imobilizações psíquicas).Para colocar esse conteúdo em ação, utiliza se técnicas de associação livre, em que o paciente é incentivado a se expressar, sem censuras, sentimentos, memórias e fantasias, as quais localizarão o analista a realizar as suas intervenções de forma aberta e receptiva (atenção flutuante) e captar padrões inconscientes no discurso do paciente, com neutralidade.Com esses conteúdos, realiza se no setting terapêutico (local, horários estabelecidos com segurança para a revelação dos conteúdos dos pacientes) o processo de interpretações dos conteúdos trazidos pelo paciente, com hipóteses, significados do inconsciente, com falas, conteúdos, sonhos, lapsos e resistências (conteúdos de sofrimento, traumas e recalques).Tais conteúdos são captados pelo analista através da fala e dos sentimentos que o discurso é trazido (transferência), em que se utiliza esses conteúdos, elabora os mesmos numa devolutiva com falas, insights e contribuições para promover a saúde psíquica do paciente.Essa descrição é um princípio básico das intervenções baseadas em psicanálise, em que me coloco à disposição para elaborarmos tais demandas, com um convite para uma consulta inicial e possível desdobramento de um processo terapêutico.Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.Um grande abraço, estou sempre à disposição e espero ter auxiliado.
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Qual é o foco da psicanálise? .
Qual é o foco da psicanálise? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como estás?
Então, o foco da psicanálise freudiana é centrado na investigação e análise do inconsciente e a resolução de conflitos psíquicos (traumas, neuroses), os quais são vividos no bloqueio, repetições e na dinâmica entre pulsões, defesas e experiências passadas da história do cliente, especialmente com conteúdos psíquicos da infância.
Com estes conteúdos em mãos, busca se a cura dos sintomas e traumas, as ressignificações dos mesmos que facilitem a elaboração e conscientização das vivências (insight + mudança).
Busca se, assim, a transformação de neuroses em autoconhecimento, evolução da personalidade e estrutura psíquica.
Qualquer dúvida, fico à disposição e te convido para uma consulta através de reservas pelo site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Até logo e ótimo dia!
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O que é o ID, o ego e superego? .
O que é o ID, o ego e superego? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!Como está?Primeiramente, fico grato pela oportunidade de estar presente contigo nesse questionamento.A teoria psicanalítica constitui se destes três grandes pilares descritos na pergunta, isto é, ID, EGO E SUPEREGO, como conceitos que se explica a estrutura da psique humana e, posteriormente, em que se realiza a intervenção via consultas em psicanálise.Primeiramente, o ID é descrito como uma parte mais primitiva, inconsciente da mente humana e é regido pelo princípio do prazer, isto é, busca sempre a gratificação, a realização dos desejos e impulsos psíquicos e biológicos (fome, sexo, agressão) numa forma mais imediata o possível.Posteriormente, temos o EGO, em que é a parte racional, consciente e regida pelo princípio de realidade, isto é, leva em consideração a realidade compartilhada e é a responsável por intermediar as relação do ID e Superego com a realidade. Num modo mais simples, é o negociador entre as exigências dos desejos do ID, assim como as exigências do SUPEREGO e satisfazer as próprias necessidades nas vivências.Para finalizar, temos o SUPERego. Temos aqui a internalização dos conteúdos morais, sociais que constituem a nossa realidade compartilhada.O Superego é o responsável em cobrar o Ego para que este realize as suas potencialidades mas, de uma forma que respeite as interações sociais, isto é, é um "juiz", que cobra o ego em suas ações e que o pune este no momento em que realiza ações parciais e não satisfatórias para o superego, com sentimentos de culpa, impotências, como exemplo.Assim, trago princípios básicos sobre a teoria psicanalítica, em que me coloco em plena disponibilidade para desenvolvermos um possível processo terapêutico e um convite para uma consulta inicial e um possível processo terapêutico.Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.Abraços, estou sempre à disposição e espero ter auxiliado.
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Olá! Gostaria de saber qual seria o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da r
Olá! Gostaria de saber qual seria o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da repressão - ou não realização - de desejos sexuais na nossa vida (como desejo de se relacionar com pessoa do mesmo gênero)? Pode nos trazer sofrimentos que, para quem não intende assunto, não teria a ver com essa temática? Também gostaria de intender as consequências da repressão desta sexualidade desde a infância, seja por si próprio ou influencia da família. Desde já agradeço.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como está?
Obrigado pela pergunta e pela oportunidade de responder a este questionamento. Apresento uma reflexão na abordagem da psicologia Junguiana.
Sob tal perspectiva, vejo a repressão ou não realização de desejos sexuais, como algum impeditivo, um bloqueio do desenvolvimento psíquico, em que a sexualidade é uma das expressões fundamentais da energia psíquica, um acionador das atividades humanas.
Em Jung, a sexualidade não é apenas uma manifestação do aspecto biológico, mas sim uma manifestação, uma expressão do Self. Na repressão sexual, dos desejos sexuais - por questões morais, históricas - esta ligação da energia são relegados à sombra, isto é, aspectos da nossa psique que negamos em nós mesmos.
Assim, como esta energia ainda existe, a mesma buscará se manifestar de formas indiretas, tais como ansiedades, depressões, sentimentos de culpa e projeções de traços reprimidos, até mesmo de ações compulsivas como forma de aliviar a repressão e agir no mundo.
Tais ações visarão reposicionar a energia vivida como inadequadas, com um reestabelecimento de uma conexão psíquica e física saudável, um reposicionamento de presença existencial, autopercepção de visão de mundo e do que fazer neste de forma saudável e construtiva.
Como sente e desde quando tem tais repressões? São realizadas por quais motivos? Vivências de repressões na infância?Tem sensações de vazio e autenticidade? Percepções de dissociações?Dificuldade de relacionamentos?
Ao responder tais perguntas com alguns "Sim" vemos repressões, anulações das ações da energia psíquica numa forma ativa, as quais tem que ser trabalhadas e recolocadas em movimento através de um processo terapêutico, com o objetivo de ressignificar as referências de vida numa forma construtiva.
Se tiver mais dúvidas, fico à disposição e faço, desde já, um convite para uma consulta inicial através do botão agendar uma consulta do Doctorialia e um possível processo terapêutico.
Espero ter auxiliado e fique bem!
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Desejaria de saber qual é a diferença do psicólogo e do psiquiatra?
Desejaria de saber qual é a diferença do psicólogo e do psiquiatra?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Dúvida muito comum e essencial ser esclarecida para que você possa ter as suas necessidades atendidas.
A principal diferença está na formação académica e, consequentemente, na abordagem que cada profissional utiliza para tratar os problemas de saúde mental.
O psicólogo tem formação em Psicologia, uma licenciatura de 4 a 5 anos, com o foco da formação no comportamento humano, emoções, processos mentais, desenvolvimento da personalidade e relações interpessoais.
Como abordagem de trabalho, foca se na psicoterapia, baseada em conversas estruturadas. O psicólogo ajuda o paciente a compreender os seus pensamentos, sentimentos e comportamentos, a desenvolver estratégias de coping, formas de lidar com os problemas e a promover mudanças positivas. Utiliza técnicas baseadas em correntes psicológicas, como a psicologia cognitivo-comportamental, psicanálise, humanista, entre outras.
Não pode prescrever medicações.
Na psiquiatra, a formação Académica é em Medicina, 6 anos, seguida de uma especialização em Psiquiatria, cerca de 4 a 5 anos.
O foco da formação está na biologia, na neuroquímica do cérebro e no diagnóstico de doenças mentais, em que a abordagem principal é o diagnóstico médico de transtornos mentais e o tratamento farmacológico, a prescrição de medicamentos como antidepressivos, ansiolíticos, antipsicóticos.
A sua abordagem é fundamentalmente biológica e médica, em que vê a doença mental como um desequilíbrio químico ou funcional do cérebro.
O tratamento visa estabilizar os sintomas através da medicação, em que é essencial para condições mais graves como esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão maior severa, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) grave.
Algo que sou completamente a favor e até mais eficaz, quando necessário, é a combinação das duas especialidades, numa visão, abordagem colaborativa e muito comum:
Fico à disposição para novas dúvidas e, se decidir em realizar uma psicoterapia, me coloco em pleno acesso através do botão marcar consulta no meu perfil.
Até mais!
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E normal eu não gostar de ter conta físico com minha mãe?
E normal eu não gostar de ter conta físico com minha mãe?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Como estás?
Vejo que você está numa situação que traz um questionamento que é abordado como um ato "fora do normativo", em que você se coloca como uma pessoal "diferente" mas, com observações muito válidas para elaborarmos juntos.
O contato físico com sua mãe gerar desconforto, pode ser um sinal de que seu inconsciente está demarcando limites para fortalecer sua identidade separada dela, isto é, a priorização do seu processo de individuação, em que Jung traz esse ponto como uma necessidade de autonomia e manifestação de seu ser numa maior liberdade.
Aqui, vemos que a sua experiência com a sua mãe real, ativa pode ser um aspecto negativo do arquétipo da grande mãe, o qual tem dois lados, o acolhedor e o devorador. O segundo parece dominante e é vivido como uma necessidade de afastamento nesta abordagem.
Compreendo como a convivência pode ser difícil sem um contato. Sentir-se em questionamento é também é uma situação de angústia mas, também é um movimento ativo de ação, em que a dúvida já é um movimento de ação psíquica.
Há ressentimentos? Conflitos não resolvidos? Este aspecto manifesto na resistência ao toque, em que o corpo carrega memórias da vida, da consciência que não são significados e realiza se no afastamento.
Como é o relacionamento com a sua mãe? Próximo? Distante? Intenso? Construtivo ou não?Houve alguma dinâmica disfuncional na infância?
Outro ponto: não é uma manifestação patológica não gostar do toque físico com a sua mãe. Pode ser um estilo de personalidade como, por exemplo, uma personalidade introvertida, que valoriza as vivências intrasubjetivas, com espaços externos claramente determinados.
Jung valorizava a singularidade e entender o que esse sentimento revela sobre sua jornada psíquica.
Observe se sem julgamento, anote quando o desconforto aparece. Há situações específicas? Como são as interações com sua mãe? Desenhe, escreva, medite sobre "mãe". O que surge? Uma figura amorosa? Uma figura opressora?
Se tiver mais dúvidas, elaborações, estou à disposição e faço, desde já, um convite para uma consulta inicial através do botão agendar uma consulta do Doctoralia e um possível processo terapêutico.
Espero ter auxiliado e fique bem!
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posso ter ansiedade sem ter a crise de ansiedade? ou só sei que tenho se tiver a crise?
posso ter ansiedade sem ter a crise de ansiedade? ou só sei que tenho se tiver a crise?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá.
Sim, você pode ter ansiedade sem vivenciar a crise aguda. A crise é apenas a erupção visível de algo que já habitava em você nas profundezas da sua constituição psíquica, baseada num mecanismo de recalque de sentimentos e vivências que foram experienciadas como traumáticas, de sofrimento e dúvidas.
Do ponto de vista junguiano, o qual trabalho, a ansiedade constante, mesmo sem o pico da crise, é um sinal legítimo de que há uma tensão entre o ego e conteúdos inconscientes que buscam ser reconhecidos e vistos como ameaça a constituição do ego.
Não é necessário esperar a crise para validar o que você sente. Se a ansiedade está presente no seu dia a dia e traz uma percepção de constante atenção tensional, uma hipervigilância ou um aperto no peito, isso já é motivo para acolher e investigar.
Você não precisa da tempestade para saber que o céu está carregado. Seu mal-estar silencioso já é um chamado à atenção e ao cuidado.
Assim, fico à disposição para desenvolvermos tais sentimentos, num ambiente terapêutico de segurança, respeito e ética.
Fique bem!
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É normal ficar tenso? Ficar estressado todo tempo? Ficar preocupada? Fica ansioso
É normal ficar tenso? Ficar estressado todo tempo? Ficar preocupada? Fica ansioso
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Tem uma certa normalidade mas, não é natural permanecer assim por muito tempo.
Do ponto de vista junguiano, em que trabalho, essa tensão constante é um sinal claro de que sua psique está tentando compensar algo que está sendo negligenciado.
A ansiedade e o estresse contínuos são a forma que sua alma, estrutura psíquica encontra para dizer que uma parte sua está se sentindo ameaçada, sobrecarregada ou dividida entre quem você é e quem você está tentando ser, num modo que traz muitas dúvidas, inseguranças, cobranças e modos de agir que te deixam paralizado.
Uma reflexão inicial que eu trago é tentar realizar perguntas como, por exemplo, "O que essa tensão está tentando proteger?", "Ou qual parte sua está pedindo socorro?"
Vejo que é um bom momento de aproveitar essa reflexão e olhar para isso com cuidado. Ficar no modo alerta o tempo todo não é sustentável.
Coloco-me à disposição para refletirmos sobre isso numa possível terapia analítica.
Entre em contato e fique bem.
Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
A associação entre isotretinoína (Roacutan) e lítio não deve ser feita sem…