Perguntas do paciente (1505)
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Tem alguns momentos onde estou bem, onde não há motivos para estar triste, mas de repente fico trist
Tem alguns momentos onde estou bem, onde não há motivos para estar triste, mas de repente fico triste. Também sinto falta dessa melancolia, desse vazio, mesmo que seja algo confuso para mim. Também fico desmotivado, cabisbaixo, sem ânimo pra fazer nada..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado a oscilações emocionais, sintomas depressivos ou ansiedade, mas é importante uma avaliação para entender melhor.
Essa sensação de tristeza que aparece sem motivo, vazio, falta de energia e desânimo pode indicar que algo emocional está precisando de atenção. A sensação de “sentir falta da melancolia” também pode acontecer quando esse estado se torna familiar ou parece fazer parte da identidade da pessoa.
Procure um psicólogo para compreender esses sentimentos e, se houver prejuízo na rotina ou sintomas persistentes, um psiquiatra pode avaliar também.
Observe há quanto tempo isso acontece, a frequência e se há alterações no sono, apetite, concentração ou pensamentos de desesperança.
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Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, s
Terminei um relacionamento de forma inesperada e estou me sentindo desolada, sem vontade de comer, só choro, perdi até a vontade de terminar a minha faculdade, me sinto rejeitada e descartada, e o que me deixa mais triste é que meu ex terminou e está seguindo muitas mulheres, isso está me deixando mais triste ainda, parece que a vida perdeu o sentido. Devo procurar ajuda de um profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é indicado procurar ajuda profissional. O término de um relacionamento pode causar um sofrimento intenso, mas quando há perda de apetite, choro frequente, falta de motivação, sensação de rejeição e perda de sentido na vida, é importante ter apoio.
Um psicólogo pode ajudar a elaborar o luto pelo fim do relacionamento, trabalhar autoestima e lidar com os pensamentos de rejeição. Um psiquiatra pode avaliar se os sintomas estão muito intensos ou se há necessidade de outro tipo de cuidado.
Se em algum momento surgir pensamento de não querer viver ou de se machucar, procure ajuda imediatamente (familiares, serviço de emergência ou o CVV 188). Você não precisa enfrentar isso sozinha.
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sou usuaria de sertralina 25 mg, mas com o tempo venho tendo pensamentos intrusivos com tudo todas a
sou usuaria de sertralina 25 mg, mas com o tempo venho tendo pensamentos intrusivos com tudo todas as horas, ate com quem amo,isso me deixa ansiosa e com medo de um surto, faço terapia e o medico aumentou minha dose de sertralina
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pensamentos intrusivos podem acontecer em quadros de ansiedade, especialmente quando há medo de perder o controle ou de que esses pensamentos tenham algum significado. Ter esses pensamentos não significa que você vai agir sobre eles ou que está “surtando”.
O aumento da sertralina pelo médico pode fazer parte do ajuste do tratamento, mas a resposta ao medicamento costuma levar algumas semanas e deve ser acompanhada pelo profissional.
Continue com a terapia e converse com seu médico sobre a intensidade dos pensamentos, efeitos da medicação e qualquer piora dos sintomas. Técnicas da TCC podem ajudar a reduzir o medo e a importância dada aos pensamentos intrusivos.
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Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse
Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse término? Nós namoramos por 10 meses, ele é mais novo do que eu. Eu sempre orei a Deus pedindo um homem de tal aparência, de tal jeito, de tal pensamento, e foi quando ele apareceu. Do jeito que eu sempre pedi. Na verdade, era o que eu achava. Começamos a namorar rápido demais, ele não me pediu em namoro de forma formal, em menos de um mês conversando ele já queria namorar e pediu pra eu escolher uma data. Estranhei, mas escolhi. Infelizmente, escolhi a data do meu aniversário. Traumático. Ele sempre foi muito carinhoso, cuidadoso, cuidava de mim nos mínimos detalhes, se preocupava comigo, se esforçava pra me deixar na parada todos os dias e buscar, mesmo tão tarde da noite. Me dava flores e presentes quase todos os dias. Sonhávamos em nos casar formar uma família, crescer juntos. Eu amo muito ele, foi meu primeiro namorado. Acho que eu tenho uma visão distorcida de relacionamento porque eu sinto que as coisas que ele fazia, por mais que sejam raras, é o mínimo. Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins, porque: Ele não deixava eu usar biquíni; Ele não deixava eu usar calça skinny, saias coladas (mesmo que sejam saias longas), short, e eu só podia usar blusa de gola alta; Ele me proibiu de escutar certas músicas; Ele não deixava eu ir para eventos cristãos porque tinha muita gente; Ele não deixava eu levantar a perna porque, de acordo com ele, era antiético; Ele não deixava eu tomar refrigerante; Ele não deixava eu ficar de costas para ninguém; Ele não deixava eu andar em pé no ônibus, mesmo o próximo demorando muito, ele ainda queria que eu esperasse, sabendo que eu moro longe e que estava ficando tarde; Ele não deixava quase ninguém chegar perto de mim: Ele não ligava para minha família e para os meus amigos, me fez me afastar de todos eles; Ele não deixava eu correr ou fazer academia; Ele nunca me compreendeu, sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis. Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo; Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder, sempre foi assim. Eu sempre cedi. Meu relacionamento foi baseado mais nisso, em ceder, com medo dele ficar triste. Teve momentos que eu me exaltava e falava coisas horríveis, mas é porque ele me colocava naquela situação, naquela humilhação, eu chorando e implorando, eu recorria a defensiva. E ele terminou comigo do nada, dizendo que não me amava mais, que tínhamos divergências familiares (sou de família humilde e ele de família rica). Ele disse que os pais queriam que ele ficasse ao lado de alguém de boa família, porque meus pais nao tem profissão. Além disso, disse que ele obedece os pais e se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes. Foi quando eu percebi que ele nunca me colocou na posição de prioridade, de escolha. Nunca lutou por mim, nunca teve consideração. Ele não me escolheu. E eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo, pra no final ele me largar como se eu fosse nada. Acho que ele nunca me amou. Isso não é amor. E é tão difícil essa situação porque eu quero superar ele mas sinto que nunca vou achar alguém como ele. Mesmo que ele tenha errado com essas exigências, ele também tinha qualidades que eu sempre busquei em alguém. E eu sinto que nunca mais vou achar. Faz um mês que ele terminou e eu choro todos os dias. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você relata, houve muito sofrimento, perda de autonomia e isolamento dentro dessa relação. Alguns comportamentos descritos (controlar roupas, amizades, atividades, impor regras, pressionar por fotos e fazer você ceder por medo de perder o relacionamento) podem ser sinais de uma dinâmica controladora e prejudicial.
O término também pode estar sendo vivido como um luto intenso, principalmente por ser seu primeiro relacionamento e por você ter investido sonhos, planos e parte da sua identidade nele. É comum, após o fim, a mente focar nos momentos bons e minimizar os momentos difíceis.
Alguns passos podem ajudar:
procure um psicólogo para trabalhar dependência emocional, autoestima e reconstrução da sua identidade;
retome aos poucos contatos com família, amigos e atividades que eram suas;
evite idealizar apenas a versão carinhosa dele, lembrando também como você se sentia nos momentos de controle e sofrimento;
permita-se viver o luto, sem interpretar a dor atual como prova de que nunca será feliz novamente.
O fato de você sentir que “nunca encontrará alguém como ele” é uma sensação comum após um vínculo intenso, mas não significa que seja verdade. Um relacionamento saudável deve incluir carinho, mas também respeito, liberdade, confiança e espaço para você continuar sendo quem é.
Como você mencionou que chora todos os dias e sente que perdeu muito de si, vale buscar apoio profissional. Se em algum momento vierem pensamentos de que não vale a pena viver ou de se machucar, procure ajuda imediatamente.
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É normal que a depressão só melhore
É normal que a depressão só melhore quando ficamos longe de alguma situação estressante?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode acontecer. A depressão pode ser influenciada por situações de estresse contínuo, e algumas pessoas percebem melhora quando se afastam de um ambiente, relação ou rotina que estava causando sofrimento.
Porém, isso não significa que toda depressão depende apenas da situação externa. Em alguns casos, os sintomas permanecem mesmo após a mudança, pois envolvem fatores emocionais, biológicos e padrões de pensamento.
É importante observar se a melhora é duradoura ou apenas um alívio temporário. A psicoterapia ajuda a entender os fatores envolvidos e desenvolver formas de lidar com situações difíceis. Em alguns casos, o acompanhamento com psiquiatra também é indicado.
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Bom dia! Gostaria de perguntar devido a uma questão da minha ansiedade, não consigo frequentar a fa
Bom dia!
Gostaria de perguntar devido a uma questão da minha ansiedade, não consigo frequentar a faculdade me dá muita agonia, não converso e me sinto inferior, tenho medo de apresentações... Isso acontece somente na faculdade, eu trabalho fora e não sinto isso.Comecei a faculdade de psicologia e acho que não condiz mais com o que eu quero.
Devo ir em um psicólogo ou psiquiatra ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! O que você relata parece estar relacionado a ansiedade social ou insegurança em situações específicas, já que no trabalho você consegue funcionar melhor.
O ideal é procurar primeiro um psicólogo, que pode ajudar com medo de apresentações, sentimentos de inferioridade, dificuldade de interação e também auxiliar na reflexão sobre a escolha do curso.
Um psiquiatra pode ser indicado se a ansiedade estiver muito intensa, causando grande prejuízo ou se houver necessidade de avaliar medicação.
Antes de decidir abandonar a faculdade, vale investigar se é falta de identificação com o curso ou se a ansiedade está dificultando sua adaptação.
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Boa tarde! Então eu cresci em Pernambuco e morei lá até os meus 7 anos de idade, e agora moro na cid
Boa tarde! Então eu cresci em Pernambuco e morei lá até os meus 7 anos de idade, e agora moro na cidade a 14 anos, recentemente fiz uma viagem pro lugar onde nasci porque minha família toda é de lá, aqui na cidade só mora eu minha e meu irmão somentes, e desde que eu voltei de viagem pra cidade eu me sinto muito abatido e solitario, as vezes sinto meu coração acelerar e fico pensando no lugar onde nasci, aqui na cidade não saio pra nenhum lugar e me sinto esquecido!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado a solidão, saudade e dificuldade de readaptação após uma experiência emocional marcante. A viagem pode ter despertado sentimentos de pertencimento, memórias afetivas e a sensação de estar distante das suas raízes.
A aceleração do coração e os pensamentos repetitivos sobre o lugar onde nasceu podem estar ligados à ansiedade, principalmente se vierem com preocupação e angústia.
Tente, aos poucos, criar novos vínculos e atividades na cidade onde mora. Um psicólogo pode ajudar a elaborar esses sentimentos, entender essa sensação de não pertencimento e trabalhar a adaptação emocional.
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Eu n aceito MT coisa de mim sabe Não aceito Me revolto demais
Eu n aceito MT coisa de mim sabe
Não aceito
Me revolto demaisRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dificuldade de aceitar a si mesmo pode gerar muita cobrança, revolta e sofrimento emocional. Muitas vezes isso está ligado à forma como a pessoa aprendeu a se enxergar e a lidar com suas próprias limitações.
A psicoterapia pode ajudar a desenvolver autoconhecimento, autocompaixão e uma relação mais saudável consigo mesmo. O primeiro passo é perceber esses padrões e entender de onde vem essa insatisfação.
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TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Em
TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Emocional, como ansiedade, medo da solidão, do abandono no fim de um relacionamento etc.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dificuldade de aceitar a si mesmo pode gerar muita cobrança, revolta e sofrimento emocional. Muitas vezes isso está ligado à forma como a pessoa aprendeu a se enxergar e a lidar com suas próprias limitações.
A psicoterapia pode ajudar a desenvolver autoconhecimento, autocompaixão e uma relação mais saudável consigo mesmo. O primeiro passo é perceber esses padrões e entender de onde vem essa insatisfação.
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Gostaria de saber pq eu nunca consigo chegar lá mesmo que esteja sentindo prazer, sempre aconteceu i
Gostaria de saber pq eu nunca consigo chegar lá mesmo que esteja sentindo prazer, sempre aconteceu isso, com todos os meus parceiros sexuais, e quando tento me tocar me sinto suja de alguma forma...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dificuldade em chegar ao orgasmo pode ter várias causas, como ansiedade, pressão para “conseguir”, insegurança, dificuldade de relaxar, questões emocionais ou experiências anteriores. O prazer pode existir, mas a mente pode permanecer em alerta, dificultando a resposta sexual.
A sensação de se sentir “suja” ao se tocar também merece atenção, pois pode estar relacionada a culpa, crenças aprendidas, vergonha ou conflitos com a própria sexualidade.
Um psicólogo (especialmente com abordagem em sexualidade ou terapia sexual) pode ajudar a compreender esses bloqueios. Se houver questões físicas ou hormonais, um ginecologista também pode avaliar.
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quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalm
quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalmente o foco que eu tinha antes de quere crescer não consigo mais fazer as coisas que eu gostava de fazer por exemplo empreende estou com a mente bloqueada as coisas que faço sempre com desmotivação .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você relata pode estar relacionado a estresse, ansiedade, esgotamento emocional ou sintomas depressivos. A perda de motivação, dificuldade de foco, isolamento e falta de prazer nas atividades que antes gostava merecem atenção.
Procure um psicólogo para entender o que está causando esse bloqueio emocional. Se os sintomas forem intensos ou persistentes, um psiquiatra também pode avaliar.
Também é importante observar há quanto tempo isso acontece e se houve mudanças recentes na sua vida, rotina ou emoções
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A ansiedade pode gerar sintomas permanentes, ou seja, que não diminuem/somem mesmo quando a pessoa n
A ansiedade pode gerar sintomas permanentes, ou seja, que não diminuem/somem mesmo quando a pessoa não está se sentindo ansiosa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade pode deixar sintomas persistentes, mesmo quando a pessoa não percebe estar ansiosa no momento.
Isso acontece porque o corpo pode permanecer em um estado de alerta, mantendo sintomas como tensão muscular, cansaço, alterações no sono, desconfortos físicos e dificuldade de concentração.
Porém, sintomas contínuos também podem ter outras causas, por isso é importante uma avaliação. Um psicólogo pode ajudar a investigar a relação com a ansiedade e um médico pode descartar causas físicas quando necessário.
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O que não fazer quando se tem ansiedade e depressão ?
O que não fazer quando se tem ansiedade e depressão ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando se convive com ansiedade e depressão, alguns comportamentos podem intensificar os sintomas. Em geral, é importante evitar:
Se isolar completamente, pois isso tende a aumentar a sensação de tristeza e desesperança.
Parar a medicação por conta própria, caso ela tenha sido prescrita.
Ignorar ou reprimir as emoções, em vez de buscar compreendê-las e expressá-las de forma saudável.
Usar álcool ou outras drogas para aliviar o sofrimento, pois podem piorar os sintomas.
Fazer cobranças excessivas ou se comparar constantemente com outras pessoas, o que costuma aumentar a culpa e a baixa autoestima.
Abandonar completamente a rotina, como deixar de dormir, se alimentar ou cuidar da higiene.
Acreditar que a melhora precisa acontecer rapidamente. O tratamento costuma ser gradual e cada pessoa tem seu próprio ritmo.
Buscar apoio psicológico, manter acompanhamento médico quando indicado e contar com uma rede de apoio são fatores que contribuem para a recuperação.
Se, em algum momento, surgirem pensamentos de que a vida não vale a pena ou de se machucar, é importante procurar ajuda imediatamente com um profissional de saúde ou um serviço de emergência. Isso é um sinal de que você merece apoio o quanto antes.
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Quando fico ansioso, fico com tremores e fraqueza no braço e perna esquerda. É normal?
Quando fico ansioso, fico com tremores e fraqueza no braço e perna esquerda. É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade pode causar sintomas físicos como tremores, sensação de fraqueza, tensão muscular, formigamento e sensação de pernas "moles". No entanto, quando esses sintomas aparecem apenas em um lado do corpo, como no braço e na perna esquerda, eles não devem ser atribuídos automaticamente à ansiedade.
É importante fazer uma avaliação médica para descartar outras causas, principalmente se:
os sintomas surgirem de forma súbita;
houver dificuldade para falar, sorrir ou andar;
ocorrer perda de força real ou dormência persistente;
os episódios forem intensos ou estiverem se repetindo.
Se a avaliação médica não identificar alterações, o psicólogo pode ajudar a investigar se a ansiedade está contribuindo para esses sintomas e trabalhar estratégias para reduzir seu impacto.
Em resumo: a ansiedade pode provocar manifestações físicas, mas fraqueza e tremores em apenas um lado do corpo merecem investigação médica antes de serem considerados apenas ansiedade.
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Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de
Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de passar mal, e ouvir sobre doenças é um gatilho para crise, achando que pode desenvolver essa doença a qualquer momento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso acontece porque a ansiedade coloca o cérebro em um estado de alerta constante, como se houvesse um perigo iminente. Nesse estado, a mente passa a interpretar sensações comuns do corpo e informações sobre doenças como possíveis ameaças.
Por isso, é comum que a pessoa:
fique mais atenta a qualquer sensação física (batimentos, tontura, dor, formigamento);
interprete sintomas comuns como sinal de uma doença grave;
sinta medo de passar mal ou morrer;
tenha crises ao ouvir falar sobre doenças, pois isso ativa o medo que já está presente.
Esse processo é chamado de ansiedade relacionada à saúde e pode fazer com que a preocupação aumente mesmo sem haver evidências de que exista uma doença.
É importante lembrar que sentir medo não significa que o perigo é real. A ansiedade tende a superestimar os riscos e subestimar a capacidade da pessoa de lidar com eles.
Com tratamento psicológico e, quando indicado, psiquiátrico, é possível aprender a reconhecer esses pensamentos, reduzir os gatilhos e recuperar a confiança no próprio corpo. O objetivo não é eliminar toda preocupação com a saúde, mas fazer com que ela volte a ser proporcional à realidade.
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Fui diagnosticada com crise de ansiedade, e tenho medo de ficar doente/passar mal, e fico nervosa qu
Fui diagnosticada com crise de ansiedade, e tenho medo de ficar doente/passar mal, e fico nervosa quando falam de alguma doença, achando que posso ter essa condição.
Este medo esta relacionado com a ansiedade?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, esse medo pode estar diretamente relacionado à ansiedade. Quando estamos ansiosos, o cérebro fica mais sensível a possíveis ameaças e passa a interpretar informações sobre doenças como se representassem um risco imediato para nós.
Por isso, é comum que a pessoa:
tenha medo excessivo de adoecer ou passar mal;
fique muito atenta às sensações do corpo;
associe sintomas comuns a doenças graves;
sinta aumento da ansiedade ao ouvir falar sobre doenças ou problemas de saúde.
Isso não significa que você esteja com a doença, mas que a ansiedade está aumentando a percepção de risco e levando a interpretações mais preocupantes do que a realidade costuma indicar.
Ainda assim, é importante que sintomas novos ou persistentes sejam avaliados por um médico. Depois que uma causa clínica é descartada, a psicoterapia ajuda a compreender esse medo e a desenvolver estratégias para que ele deixe de controlar sua vida. Com o tratamento adequado, esse tipo de preocupação costuma diminuir significativamente.
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Olá, eu tenho uma parceira que bebe desde nova, e atualmente elas está com 19 anos e senti q está se
Olá, eu tenho uma parceira que bebe desde nova, e atualmente elas está com 19 anos e senti q está sem controle da bebida. Ela já esteve pior em relação a bebida. Mas estava num momento da vida sem ligar pra nada então vivia bebendo sempre. Hj em dia, praticamente bebe só final de semana. Mas nas últimas semanas ela tem bebido após o trabalho. E ela tem ficado bem alcoolizada, como se o álcool estivesse pegando mais sabe. Bebendo pouco e já ficando alta.
Ela teve muitos problemas familiares. E eu acredito q ela sinta falta desses familiares e tem recorrido a bebida. E ela está me pedindo ajuda pra parar de beber, está se sentindo alcoólatra... Por onde eu começo? Oq posso fazer pra ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você já está ajudando bastante pelo fato de ela reconhecer que está perdendo o controle e pedir ajuda. O melhor começo é não tentar resolver isso apenas entre vocês.
Converse com ela sóbria, com acolhimento e sem julgamentos. Diga que você está ao lado dela e que não precisa enfrentar isso sozinha.
Incentive uma avaliação profissional com psicólogo(a), psiquiatra ou serviço especializado em álcool e outras drogas. Como ela tem 19 anos e o consumo começou cedo, vale buscar ajuda quanto antes.
Pergunte o que costuma acontecer antes de ela beber: tristeza, saudade, ansiedade, conflitos, solidão. Isso pode ajudar a entender a função que a bebida está cumprindo.
Como ela quer parar, vocês podem combinar estratégias para os próximos dias: evitar situações em que costuma beber, retirar álcool de casa e planejar atividades alternativas nos horários em que sente vontade.
Não a rotule como “alcoólatra”. O diagnóstico deve ser feito por um profissional. O importante é que o consumo está causando preocupação e ela quer mudar.
Se ela bebe todos os dias ou em grande quantidade, não é recomendado simplesmente interromper sozinha sem avaliação médica, pois a abstinência pode ser perigosa em algumas pessoas.
E lembre-se: você pode apoiá-la, mas não precisa assumir o papel de terapeuta ou responsável pela recuperação dela.
O fato de ela estar pedindo sua ajuda é uma oportunidade importante. Eu começaria com algo simples: “Eu não vou te julgar nem te abandonar nisso. Vamos procurar ajuda profissional juntas e descobrir o que está acontecendo.”
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Olá, sou diagnosticado com autismo grau leve e ansiedade social. Ultimamente não sinto motivação e n
Olá, sou diagnosticado com autismo grau leve e ansiedade social. Ultimamente não sinto motivação e nem energia para nada. Estive de férias em Julho e passei todos os dias, sem exceção, trancado no quarto deitado na cama, levantando apenas para fazer necessidades fisiológicas. Tomo os remédios escitalopram (que não sinto qualquer efeito) e Mirtazapina (esse fez efeito e melhorou minha insônia por um tempo, mas não sinto mais o mesmo efeito e fez eu ganhar muito peso). As vezes preciso apelar para Alprazolam ou Clonazepam para dormir.
Mas é isso, sinto zero energia ou motivação para fazer as coisas. Volto a trabalhar semana que vem e não fiz absolutamente nada em termos de lazer nas férias. É possível que, além do autismo e ansiedade social, eu tenha depressão?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível. A falta de energia, de motivação, a perda de interesse por atividades que antes poderiam trazer prazer e o isolamento prolongado podem ser sintomas de depressão. No entanto, esses sintomas também podem estar relacionados ao próprio autismo, à ansiedade, aos efeitos dos medicamentos ou a uma combinação desses fatores.
Por isso, não é possível concluir apenas pelos sintomas descritos. O mais importante é que você relate essas mudanças ao seu psiquiatra e ao seu psicólogo. Como você mencionou que o escitalopram não parece fazer efeito e que a mirtazapina já não tem o mesmo benefício, essa informação é muito relevante para reavaliar o tratamento.
O fato de ter passado as férias praticamente todo o tempo na cama e sem conseguir aproveitar momentos de lazer merece atenção e não deve ser encarado como "preguiça" ou falta de esforço. É um sinal de que seu sofrimento precisa ser melhor investigado.
Procure marcar uma consulta com seu psiquiatra o quanto antes para revisar o diagnóstico e a medicação. Se esses sintomas estiverem relacionados à depressão, existem tratamentos que podem ajudar. E, se em algum momento surgirem pensamentos de que a vida não vale a pena ou vontade de se machucar, procure ajuda imediatamente em um serviço de emergência ou entre em contato com um profissional de confiança.
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Meu namorado tem depressão e me afirmou que desistiu de viver, disse que um dia vai tirar a própria
Meu namorado tem depressão e me afirmou que desistiu de viver, disse que um dia vai tirar a própria vida. Ele não quer fazer terapia pois acredita que o tratamento apenas funciona em quem quer viver. O que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que seu namorado disse deve ser levado muito a sério. Quando alguém afirma que desistiu de viver e diz que pretende tirar a própria vida, isso indica um sofrimento intenso e a necessidade de ajuda profissional o quanto antes.
Você pode acolhê-lo sem julgamentos, dizendo que acredita no sofrimento dele e que ele não precisa enfrentar isso sozinho. Evite discutir ou tentar convencê-lo de que "vai passar", mas incentive-o a procurar um psiquiatra ou psicólogo, mesmo que ele esteja sem esperança. Muitas pessoas com depressão acreditam que o tratamento não vai funcionar, e isso faz parte da própria doença.
Se ele disser que tem um plano para se matar, que pretende fazer isso em breve ou se você acreditar que há um risco imediato, não o deixe sozinho. Procure envolver familiares ou pessoas de confiança e leve-o a um serviço de emergência ou acione o serviço de urgência da sua região.
Também é importante cuidar de você. Conviver com alguém nessa situação pode ser muito desgastante emocionalmente, e buscar orientação psicológica para si pode ajudar a lidar com esse momento.
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Crises de ansiedade e estresse causa dor nas costas e cansaço execivo?
Crises de ansiedade e estresse causa dor nas costas e cansaço execivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade e o estresse podem causar dor nas costas e sensação de cansaço intenso.
Durante períodos de ansiedade, o corpo permanece em estado de alerta, o que pode provocar:
tensão muscular, especialmente nas costas, pescoço e ombros;
fadiga, mesmo após descansar;
dificuldade para dormir ou sono de baixa qualidade;
sensação de esgotamento físico e mental.
No entanto, esses sintomas também podem estar relacionados a outras condições de saúde. Por isso, se a dor for intensa, persistente, vier acompanhada de febre, perda de força, alteração de sensibilidade ou se o cansaço for excessivo e durar várias semanas, é importante procurar um médico para uma avaliação.
Se, após a investigação médica, os sintomas estiverem relacionados à ansiedade, a psicoterapia, técnicas de relaxamento, atividade física regular e, quando indicado, tratamento medicamentoso podem ajudar a reduzir tanto a tensão muscular quanto o cansaço.
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Perguntas frequentes
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Toda vez que saio do banho fico me coçando, já tentei sabonete neutro, sabonete glicerinado, banho m
A coceira após o banho pode ter diferentes causas, mesmo quando você já utiliza…