Perguntas do paciente (8)

  • Olá. Não sinto prazer em fazer absolutamente nada na vida. Nada me causa prazer. Não sinto motivação

    Olá. Não sinto prazer em fazer absolutamente nada na vida. Nada me causa prazer. Não sinto motivação para nada. A melhor parte do meu dia é quando vou dormir (apesar de ter dificuldade de pegar no sono devido a ansiedade) e a pior parte é justamente quando acordo. Isso seria um possível quadro depressivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcus Vinicius Dos Santos Torres Junior

    Olá, boa tarde! Na perspectiva da psicologia analítica, os sintomas que você descreve, como falta de prazer, motivação e a presença de ansiedade, podem ser interpretados como indicativos de uma desarmonia ou desequilíbrio no psiquismo. Carl Jung, o fundador da psicologia analítica, considerava que a psique buscava a autorregulação e a busca por um estado de totalidade, que envolve a integração de todas as partes da personalidade.
    A perda de prazer e motivação pode sugerir uma desconexão com os aspectos pessoais que antes traziam satisfação e alegria. O desequilíbrio emocional pode estar relacionado a conteúdos inconscientes não resolvidos, que podem estar emergindo e afetando sua vivência diária. A ansiedade pode ser uma resposta emocional a esses conteúdos inconscientes, refletindo um desejo de resolver conflitos internos ou enfrentar questões não resolvidas.
    Nessa perspectiva, a busca por um sentido mais profundo e a integração das partes desconectadas da psique podem ser importantes para encontrar uma sensação renovada de prazer e motivação na vida. Sugiro que busque ajuda de um psicólogo.


  • Boa tarde, depois que me tornei mãe me sinto incapaz de trabalhar fora, é como se eu não fosse conse

    Boa tarde, depois que me tornei mãe me sinto incapaz de trabalhar fora, é como se eu não fosse conseguir exercer nenhuma atividade, como se eu não fosse saber fazer nada. Isso me causa uma sensação de nervoso e aceleramento. Possuo duas filhas a 1a eu trabalhava e voltei ao trabalho de forma normal a segunda eu saí do meu emprego e não me sinto capaz de voltar. Incapacidade, medo, nervoso tudo eu sinto. Fiz varias entrevistas mas acho que meu estado de nervos me atrapalharam. E minha cabeça só diz que eu não consigo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcus Vinicius Dos Santos Torres Junior

    Compreendo que, desde que se tornou mãe, você tem sentido uma grande dificuldade em trabalhar fora. Surge uma sensação de incapacidade e medo, acompanhados de nervosismo. Mesmo tendo retornado ao trabalho depois do nascimento da primeira filha, ao sair do emprego após o nascimento da segunda, você não se sente capaz de voltar a trabalhar. Esse sentimento de incapacidade e nervosismo têm interferido em suas entrevistas, e sua mente só diz que você não é capaz.

    Essa situação pode estar relacionada a conflitos emocionais e a um questionamento interno sobre seu papel de mãe e suas habilidades profissionais. É importante compreender que ser mãe traz mudanças significativas na vida, mas também é possível conciliar a maternidade com uma carreira profissional de maneira saudável.

    Eu recomendaria buscar ajuda profissional, como um psicólogo, para explorar esses conflitos internos, identificar pensamentos limitantes e desenvolver estratégias para lidar com o nervosismo e aumentar a confiança em suas habilidades. Eles poderão ajudá-la a encontrar um equilíbrio entre ser mãe e exercer uma atividade profissional, além de fornecer suporte emocional durante esse processo.

    Lembre-se de que cada pessoa tem sua própria jornada e é importante respeitar seu ritmo. Ao buscar o apoio adequado, você poderá trabalhar na superação desses desafios e encontrar um caminho que permita conciliar a maternidade com a realização pessoal e profissional.


  • Olá, meu nome é Vitoria tenho 19 anos quero compartilhar com vcs alguns problemas que a muito tempo

    Olá, meu nome é Vitoria tenho 19 anos quero compartilhar com vcs alguns problemas que a muito tempo venho enfrentando. Tenho muitas dificuldades em conversar com as pessoas, falar o que eu sinto ou o que se passa na minha cabeça, nos últimos dias eu venho tendo muitas crises de ansiedade, dificuldades em respirar, me sinto muito sensível. Meu humor varia muito, uma hora estou com raiva, outra feliz demais outra horas infeliz demais me sentindo incapaz e insuficiente, sinto muito cansaço, sono excessivo, penso demais e quase sempre não tenho ânimo pra fazer nada...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcus Vinicius Dos Santos Torres Junior

    Olá, Vitória. Agradeço por compartilhar seus problemas. Parece que você está enfrentando dificuldades de comunicação, variação de humor intensa, cansaço excessivo e falta de ânimo. Esses sintomas podem ser reflexo de uma desarmonia entre os aspectos conscientes e inconscientes da sua psique.
    Seria recomendável buscar um profissional, como um psicólogo ou terapeuta, que possa ajudar você a explorar e integrar os conteúdos do seu inconsciente. Por meio da análise dos sonhos, da expressão simbólica e da interpretação dos complexos, é possível compreender melhor os padrões emocionais e encontrar caminhos para o equilíbrio e o autodesenvolvimento.


  • Bom dia gostaria de saber se existe algum tratamento para pessoa que se irrita com qualquer coisa se

    Bom dia gostaria de saber se existe algum tratamento para pessoa que se irrita com qualquer coisa sem necessidade fica cheia de ódio capaz de fazer qualquer maldade conhece uma pessoa que vive cheia de ódio e tá sendo um perigo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcus Vinicius Dos Santos Torres Junior

    Olá, bom dia! Quando uma pessoa apresenta raiva excessiva, ódio intenso e pode agir de forma perigosa, é importante compreender que esses comportamentos podem estar relacionados a aspectos não reconhecidos ou não aceitos de sua personalidade.
    Para ajudar essa pessoa, um tratamento psicológico pode ser recomendado. Nesse tratamento, o objetivo é explorar e integrar esses aspectos não reconhecidos da personalidade. O profissional irá auxiliar a pessoa a compreender suas emoções, identificar o que desencadeia sua raiva e ódio exagerados e, aos poucos, aprender a lidar de forma mais saudável com essas emoções.
    Durante o processo terapêutico, também é possível analisar os sonhos, explorar situações e eventos que tenham impactado a vida da pessoa, bem como compreender como a cultura e a própria história de vida podem estar influenciando seu comportamento.


  • como controlar o nervosismo antes de falar em publico??

    como controlar o nervosismo antes de falar em publico??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcus Vinicius Dos Santos Torres Junior

    Olá. Bom dia! Para controlar o nervosismo antes de falar em público, é importante reconhecer e explorar os sentimentos e ansiedades subjacentes relacionados a essa situação. Na perspectiva da psicologia analítica, sugere-se que você tente identificar os medos e preocupações que podem estar emergindo do inconsciente, como o medo de ser julgado, de cometer erros ou de não ser bem recebido pela audiência. Ao trazer esses conteúdos para a consciência, você pode trabalhar em sua integração e enfrentamento. Praticar a fala em público e buscar apoio através da terapia pode ajudar na preparação emocional e na construção de confiança em si mesmo. Lembre-se de que o processo é gradual, e ao trabalhar no autoconhecimento e enfrentar os medos, você pode se tornar mais confiante e confortável ao falar em público.


  • Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algu

    Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algumas ocasiões festivas com amigos. Estou no período da menopausa e por vezes sinto vontade de me isolar. A leitura me distrai e muitas vezes exagero no tempo dedicado a ela.
    Isso é um problema neurológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcus Vinicius Dos Santos Torres Junior

    Boa tarde! Não sou um profissional médico, por isso não poderia dizer esses sintomas seriam da menopausa. No entanto, esses sintomas também podem ser influenciados por outros fatores, como estresse, ansiedade, depressão ou outros problemas emocionais. Não é possível determinar se é um problema neurológico apenas com base na descrição dos sintomas. É importante conversar com um médico ou profissional de saúde qualificado para uma avaliação adequada e obter um diagnóstico preciso. Também sugiro que procure um psicólogo para entender buscar um maior autoconhecimento.


  • Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de

    Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcus Vinicius Dos Santos Torres Junior

    Primeiramente, sinto muito que esteja passando por essa situação difícil. A terapia pode ser benéfica para explorar as origens dos sentimentos, identificar padrões negativos e encontrar maneiras de lidar com essas questões. Busque autoconhecimento, tente manter uma rotina saudável, praticar exercícios físicos, busque apoio social e tente cuidar da sua saúde geral. Se necessário, considere a medicação prescrita por um profissional médico. A jornada para a recuperação pode ser gradual, mas com o suporte adequado, é possível alcançar melhorias significativas em sua qualidade de vida.


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Marcus Vinicius Dos Santos Torres Junior

    Lamento saber que você está passando por momentos difíceis. Em relação ao seu tratamento com medicação, é importante lembrar que os medicamentos podem ser úteis para aliviar os sintomas, mas nem sempre são suficientes para resolver os problemas subjacentes. Pode ser que a medicação tenha sido eficaz no início, mas agora você está enfrentando uma nova situação desafiadora e sente que não está mais ajudando.
    Considerando suas experiências anteriores com terapeutas, entendo sua relutância em buscar terapia novamente. No entanto, é importante considerar que cada terapeuta é único, e a relação terapêutica é fundamental para um processo de cura eficaz. Encontrar um terapeuta com quem você se sinta confortável e confiante pode fazer uma grande diferença em sua jornada.
    A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar suas emoções, processar o que aconteceu com sua mãe e compreender as reações que isso desencadeou em você. O trabalho terapêutico pode ajudá-la a encontrar recursos internos para lidar com as dificuldades e a reconstruir um senso de estabilidade emocional.
    Eu encorajaria você a considerar dar uma nova chance à terapia, mesmo que seja uma experiência diferente das anteriores. Busque um terapeuta que trabalhe com abordagens que ressoem com você, e que possa fornecer o suporte necessário nesse momento desafiador.
    Lembre-se de que a cura e o crescimento pessoal exigem um esforço ativo. Esteja aberta para explorar novas possibilidades e buscar o apoio necessário para encontrar um caminho que lhe permita superar essas dificuldades e se sentir mais equilibrada emocionalmente.


Perguntas frequentes

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