Perguntas do paciente (325)
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Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e
Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e com as mãos geladas,será que tenho que fazer algum desbloqueio emocional, pois minha vida desde a infância não foi normal igual de outras pessoas, tenho muitos traumas e já tive ansiedade e depressão.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. O que você descreve é muito compatível com ansiedade de desempenho e ativação do sistema de ameaça, especialmente em situações de responsabilidade e exposição, como a função que você exerce na pastoral. Mãos geladas, nervosismo constante e sensação de não conseguir “ficar normal” são respostas fisiológicas comuns da ansiedade, e não indicam fraqueza espiritual nem falta de preparo.
Experiências adversas na infância e traumas podem deixar o sistema emocional mais sensível ao estresse ao longo da vida. Isso faz com que situações atuais de responsabilidade ativem respostas corporais intensas, mesmo quando não há perigo real.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é altamente indicada nesses casos. Ela ajuda a compreender a ligação entre história de vida, pensamentos automáticos (“vou falhar”, “esperam muito de mim”), reações físicas e comportamentos de evitação ou sofrimento. Também trabalha estratégias práticas de regulação da ansiedade, como manejo da ativação corporal, exposição gradual às situações temidas e fortalecimento da autoconfiança. Quando há traumas prévios, a TCC pode ser integrada a abordagens contextuais focadas em segurança emocional e aceitação.
O mais importante é entender que seu corpo não está “quebrado”; ele está reagindo a partir de aprendizados antigos. Com acompanhamento psicológico adequado, é possível reduzir significativamente esses sintomas e exercer suas atividades com mais tranquilidade e presença.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
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Quais são os sintomas da hipersensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB
Quais são os sintomas da hipersensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. A hipersensibilidade sensorial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) refere-se a uma reatividade aumentada a estímulos sensoriais, como sons, luzes, cheiros, texturas ou contato físico. Embora não seja um critério diagnóstico formal, estudos mostram que muitas pessoas com TPB apresentam maior sensibilidade do sistema emocional e sensorial, o que contribui para sobrecarga, irritabilidade e reações intensas.
Os sintomas mais comuns incluem incômodo excessivo com barulhos, luzes fortes ou ambientes muito estimulantes, sensação de esgotamento rápido em locais cheios, irritabilidade ou explosões emocionais após exposição sensorial intensa, dificuldade com contato físico inesperado e maior vulnerabilidade ao estresse. Essa sensibilidade costuma se intensificar em períodos de tensão emocional ou conflitos interpessoais.
Na TCC e, especialmente, na Terapia Comportamental Dialética (DBT), o tratamento foca em aumentar a consciência dos gatilhos sensoriais, desenvolver estratégias de autorregulação e reduzir a resposta emocional automática. Revisões sistemáticas indicam que o treino de regulação emocional e habilidades de atenção plena ajuda a diminuir a sobrecarga sensorial e melhora o funcionamento diário.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
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Saí do meu primeiro relacionamento tem quase 1 mês, durou 8 meses. Eu tenho 29 anos, estou com um ce
Saí do meu primeiro relacionamento tem quase 1 mês, durou 8 meses. Eu tenho 29 anos, estou com um certo medo de não encontrar um novo amor ou a pessoa certa nunca aparecer. Esse medo é normal depois de um término? Ao mesmo tempo vejo que finalmente superei a minha ex. Sou muito caseiro e introvertido, como posso mudar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. Sim, esse medo é bastante comum após o término de um relacionamento, especialmente quando foi significativo e recente. Mesmo quando a pessoa já percebe que superou o vínculo anterior, é natural surgir a insegurança sobre o futuro afetivo, pois o término costuma ativar crenças ligadas a escassez, tempo e valor pessoal, principalmente em adultos que se descrevem como mais introvertidos ou caseiros.
A psicologia baseada em evidências mostra que esses pensamentos fazem parte do processo de adaptação emocional após uma perda relacional e não significam, por si só, que algo esteja errado ou que o futuro esteja comprometido. Na TCC, trabalha-se a identificação de pensamentos automáticos como “posso ficar sozinho para sempre” ou “não sou do tipo de pessoa que encontra alguém”, ajudando a questioná-los e substituí-los por interpretações mais realistas e funcionais.
Sobre ser mais caseiro e introvertido, é importante diferenciar traço de personalidade de padrão evitativo. Introversão não é um problema e não precisa ser “corrigida”. O foco terapêutico, quando necessário, é ampliar repertórios comportamentais de forma gradual e coerente com seus valores, por exemplo, aumentar interações sociais significativas, testar novos contextos com baixo custo emocional e reduzir a evitação mantida pelo medo. Evidências mostram que pequenas mudanças comportamentais consistentes são mais eficazes do que tentativas bruscas de mudança.
Esse é um momento adequado para olhar para si com menos pressão e mais curiosidade, permitindo que novas experiências ocorram no seu ritmo, sem que o medo dite decisões. Qualquer dúvida estou á disposição, conte comigo!
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Como a família de um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser envolvida no
Como a família de um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser envolvida no tratamento psicoterápico e medicamentoso ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. A família pode ter um papel muito importante no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) quando é envolvida de forma estruturada, orientada e baseada em evidências. O objetivo não é responsabilizar a família pelo transtorno, mas ajudá-la a compreender o funcionamento emocional do paciente e a responder de maneira mais eficaz às crises e à instabilidade emocional.
Na psicoterapia, especialmente em abordagens da Terapia Cognitivo-Comportamental e da Terapia Comportamental Dialética (DBT), a família pode ser incluída por meio de psicoeducação, aprendendo sobre o TPB, a função dos comportamentos impulsivos e as dificuldades de regulação emocional. Programas baseados em evidências mostram que ensinar familiares a validar emoções, estabelecer limites claros e reduzir respostas críticas ou punitivas diminui conflitos e recaídas.
Também podem ser trabalhadas habilidades específicas com a família, como comunicação assertiva, manejo de crises e resolução de problemas. Revisões sistemáticas indicam que intervenções familiares associadas ao tratamento individual melhoram adesão à psicoterapia e reduzem hospitalizações.
No tratamento medicamentoso, a família pode colaborar observando efeitos colaterais, adesão ao uso correto da medicação e mudanças de comportamento, sempre em articulação com o psiquiatra responsável.
Quando a família recebe orientação adequada, ela deixa de atuar de forma reativa e passa a ser um fator de proteção no processo terapêutico.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
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O viés emocional faz com que a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se sinta semp
O viés emocional faz com que a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se sinta sempre infeliz?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. O viés emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não faz com que a pessoa se sinta sempre infeliz, mas contribui para que as emoções sejam vivenciadas de forma mais intensa, rápida e instável. Pessoas com TPB tendem a apresentar um viés de processamento emocional que amplifica experiências negativas, aumenta a sensibilidade à rejeição e dificulta a recuperação emocional após frustrações ou conflitos.
Isso significa que momentos de alegria, vínculo e satisfação existem, mas costumam ser menos duradouros e facilmente interrompidos por mudanças internas ou externas. A literatura baseada em evidências mostra que essa instabilidade emocional está relacionada a dificuldades na regulação das emoções, e não à ausência de experiências positivas.
Na TCC e, especialmente, na Terapia Comportamental Dialética (DBT), o tratamento foca em reduzir esse viés por meio do treino de regulação emocional, atenção plena e habilidades interpessoais. Meta-análises e diretrizes clínicas indicam que essas intervenções diminuem a intensidade das reações emocionais e aumentam a capacidade de experimentar emoções positivas de forma mais estável ao longo do tempo.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
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Eu terminei com minha ex 1 ano atrás, voltamos a nos falar alguns meses depois, mas eu não queria um
Eu terminei com minha ex 1 ano atrás, voltamos a nos falar alguns meses depois, mas eu não queria um namoro então ela foi embora, o que é justo. Recentemente ela voltou, disse que queria voltar, mas foi sincera logo de início e me disse que ficou com algumas pessoas. Gosto dela, quero voltar com ela, mas não sei se consigo lidar com isso, pois eu não tentei ficar com ninguém desde que terminamos mesmo tendo oportunidades, e agora descubro que ela ficou.
Minha dúvida é qual profissional procuro, considerando que preciso resolver o motivo de eu terminar (muito medo de apego, intimidade) e lidar com o fato de que ela ficou com outros (que eu sei que não é traição por parte dela, mas ainda me magoa por eu ter me mantido "fiel" mesmo sendo uma escolha exclusiva minha, mas não consigo deixar de lado esse sentimento). Ambos temos 20 anos.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. O que você descreve envolve dois eixos importantes e legítimos de cuidado psicológico: dificuldades com apego e intimidade, e manejo de emoções como ciúme, comparação e dor emocional diante de escolhas diferentes após o término. Para esse conjunto de questões, o profissional mais indicado é um psicólogo, preferencialmente com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e, se possível, com integração de abordagens contextuais.
A psicologia baseada em evidências mostra que a TCC é eficaz para trabalhar medo de apego, evitação de intimidade e crenças centrais sobre relacionamentos, como medo de perder autonomia, de se machucar ou de depender emocionalmente. Esses padrões costumam influenciar decisões de afastamento mesmo quando há afeto, como parece ter ocorrido no término inicial.
Ao mesmo tempo, a TCC também é indicada para lidar com o sofrimento atual relacionado ao fato de ela ter se envolvido com outras pessoas. Embora você reconheça racionalmente que não houve traição, a dor emocional persiste porque há pensamentos automáticos ligados a comparação, justiça emocional e expectativas internas (“eu me mantive fiel”, “isso diz algo sobre mim ou sobre o vínculo”). O foco terapêutico não é invalidar esse sentimento, mas ajudá-lo a compreendê-lo, flexibilizar interpretações rígidas e desenvolver maior tolerância à ambivalência emocional.
Revisões sistemáticas e diretrizes da APA indicam que intervenções cognitivas e comportamentais ajudam jovens adultos a tomar decisões relacionais mais alinhadas a valores pessoais, sem agir apenas por medo ou culpa, e a diferenciar sofrimento emocional de incompatibilidade real. A terapia também pode ajudá-lo a avaliar, com mais clareza, se você deseja retomar esse relacionamento agora e em que condições emocionais isso seria saudável para você.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
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O que é a "sensação de vazio" mencionada no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como se c
O que é a "sensação de vazio" mencionada no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como se conecta à invalidação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. A “sensação de vazio” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) refere-se a uma experiência subjetiva persistente de falta de sentido, desconexão emocional ou ausência de identidade interna. Não se trata apenas de tristeza, mas de um sentimento profundo de não se sentir completo, reconhecido ou emocionalmente preenchido, mesmo quando tudo parece estar bem externamente.
A psicologia baseada em evidências mostra que essa sensação está fortemente ligada a experiências repetidas de invalidação emocional, especialmente ao longo do desenvolvimento. Ambientes invalidantes tendem a minimizar, punir ou ignorar emoções, o que dificulta que a pessoa aprenda a reconhecer, nomear e regular seus próprios estados emocionais. Com o tempo, isso pode levar a uma sensação crônica de vazio e confusão sobre quem se é e o que se sente.
Na TCC e, de forma mais específica, na Terapia Comportamental Dialética (DBT), o tratamento trabalha essa conexão por meio da validação emocional, do fortalecimento da identidade e do desenvolvimento de habilidades de regulação emocional e atenção plena. Estudos e revisões sistemáticas indicam que essas intervenções reduzem a intensidade do vazio subjetivo e aumentam a sensação de coerência interna e propósito.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
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Como funciona o tratamento psicoterapico para quem sofreu invalidação crônica?
Como funciona o tratamento psicoterapico para quem sofreu invalidação crônica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. O tratamento psicoterapêutico para pessoas que sofreram invalidação crônica, algo muito comum no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), tem como objetivo central ajudar o paciente a reconstruir a relação com as próprias emoções, pensamentos e necessidades. A invalidação crônica ocorre quando, ao longo do desenvolvimento, emoções foram minimizadas, punidas ou ignoradas, o que dificulta reconhecer, confiar e regular o que se sente.
Na psicoterapia baseada em evidências, especialmente na Terapia Cognitivo-Comportamental e na Terapia Comportamental Dialética (DBT), o primeiro passo é a validação emocional. O terapeuta ajuda o paciente a compreender que suas emoções fazem sentido dentro da sua história, mesmo que os comportamentos associados a elas precisem ser ajustados. Isso reduz culpa, vergonha e autocrítica, que costumam manter o sofrimento.
Em seguida, o tratamento trabalha o desenvolvimento de habilidades de regulação emocional, tolerância ao estresse e consciência emocional. A literatura científica mostra que aprender a identificar emoções, nomeá-las e responder a elas de forma mais funcional diminui impulsividade, reatividade e sensação de vazio. Também são abordadas crenças centrais formadas a partir da invalidação, como a ideia de que “sentir é errado” ou “ninguém vai me compreender”.
Revisões sistemáticas e diretrizes da APA indicam que intervenções baseadas em TCC e DBT reduzem significativamente sintomas associados ao TPB, melhoram funcionamento interpessoal e aumentam estabilidade emocional ao longo do tempo. O processo é gradual, estruturado e focado em construir segurança emocional interna.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
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Qual é a terapia mais indicada pra mim? Eu tenho 18 anos, lido desde a pré-adolescência com um padrã
Qual é a terapia mais indicada pra mim? Eu tenho 18 anos, lido desde a pré-adolescência com um padrão de resposta neurofísica que interrompe a minha espontaneidade em situações que exigem minha atenção plena no momento e esforço mental. Atrapalha muito a minha vida social e acadêmica.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Pelo que você descreve, esse padrão que “trava” sua espontaneidade em situações que exigem foco, presença e esforço mental é algo que vem te acompanhando há muitos anos e realmente pode impactar muito a vida social e acadêmica.
A terapia mais indicada, de forma geral, para esse tipo de funcionamento é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), especialmente em suas versões mais atuais e baseadas em evidências. A TCC trabalha diretamente com:
– a identificação do que acontece no seu corpo nesses momentos (resposta neurofisiológica),
– o padrão de pensamentos automáticos que te bloqueia,
– e o treino de novas respostas comportamentais mais flexíveis.
Além disso, pode ser muito útil uma abordagem dentro da TCC focada em regulação emocional e habilidades de enfrentamento, como ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso), DBT (Terapia Comportamental Dialética) ou protocolos voltados para ansiedade de desempenho e atenção plena.
Essas terapias ajudam você a retomar a espontaneidade, lidar melhor com situações de pressão, entender por que seu corpo reage desse jeito e treinar, passo a passo, respostas novas e mais funcionais. Espero ter ajudado! Pode contar comigo, caso queira saber mais sobre!
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Preciso de orientação sobre como ajudar meu pai, que desenvolveu consumo excessivo de álcool nos últ
Preciso de orientação sobre como ajudar meu pai, que desenvolveu consumo excessivo de álcool nos últimos anos. Ele passou a beber diariamente e, quando misturando bebida destilada, fica agressivo verbalmente e no dia seguinte não lembra do que aconteceu. Sempre que eu e meu irmão tentamos conversar com ele sobre diminuir ou buscar ajuda, ele reage com irritação. Existe alguma forma adequada de realizarmos uma intervenção familiar ou de abordar esse assunto sem piorar a situação? Qual seria o melhor caminho para incentivar que ele busque ajuda profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. Primeiro gostaria de escrever que, sinto muito que você e seu irmão estejam vivendo isso, lidar com o alcoolismo de um pai é emocionalmente desgastante e exige muito cuidado. Vou te orientar de forma prática, mas também de forma humana, porque esse tipo de situação mexe bastante!
O que está acontecendo, pelo que você descreve, seu pai apresenta:
padrão de uso diário, episódios de amnésia alcoólica (“apagões”),mudança de comportamento com agressividade, negação e irritabilidade quando confrontado.
Esses são sinais compatíveis com transtorno por uso de álcool, não “frescura” nem “falta de vontade”.
O cérebro realmente passa a funcionar de outro jeito.
Conversar do jeito certo ajuda muito, mas requer estratégia
Intervenções familiares só funcionam quando são planejadas, calmas e evitam confronto direto.
O que NÃO funciona
- Falar quando ele está bêbado ou de ressaca
- Fazer sermão, bronca, acusações
- Enquadrar: "Você precisa parar", "Você tá se destruindo"
- Colocar ele na parede
- Disputar com a negação dele
O que costuma funciona melhor
- Escolher o momento certo
- Só converse quando ele estiver sóbrio, descansado e receptivo.
- Nunca no meio ou após consumo.
- Focar no impacto e em sentimentos, não no comportamento
Exemplo:
"Pai, eu fico preocupada quando você bebe e no dia seguinte não lembra. Isso me assusta, porque eu te amo e quero você bem."
Isso diminui a defensividade.
Evite frases que provoquem reação de ataque
Evite “você sempre”, “você nunca”, “você precisa”.
Prefira “eu percebo”, “eu sinto”, “me preocupa”.
Traga fatos específicos, não julgamentos
“Ontem você ficou confuso e irritado, e mais tarde disse que não lembrava. Isso tem acontecido com mais frequência.”
Ofereça apoio, não imposição
“Se você topar conversar com um médico ou psicólogo, eu posso marcar, te levar ou só estar junto. Você não precisa fazer isso sozinho.”
Quando vale tentar uma intervenção familiar organizada?
Se a negação é muito forte, é possível planejar uma conversa com:
você e seu irmão (apenas quem ele respeita e com quem se sente seguro)
um tom calmo, firme e amoroso
limites claros (não ameaças)
Exemplo de limite saudável:
“Pai, quando você mistura bebida destilada e fica agressivo, nós vamos encerrar a conversa e sair do ambiente. Não é punição, é proteção.”
Limite NÃO é controle. É autocuidado.
O que realmente ajuda alguém a buscar tratamento
Pessoas com dependência raramente procuram ajuda porque alguém mandou. Elas procuram quando percebem impacto real em algo importante pra elas.
Então a meta da família não é forçar, mas plantar dúvida no padrão atual.
Alguns passos que aumentam a chance de mudança:
- Propor avaliação médica (não “tratamento de alcoolismo” diretamente)
A partir disso, um psiquiatra pode abordar o uso de álcool de modo mais técnico e menos emocional.
Espero ter ajudado um pouco e conte comigo caso queira saber mais. Abraços!
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Como identificar que um relacionamento está prejudicando minha saúde emocional e quando é indicado b
Como identificar que um relacionamento está prejudicando minha saúde emocional e quando é indicado buscar ajuda profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, tudo bem? É muito comum demorar para perceber que um relacionamento está afetando a saúde emocional, porque a gente vai normalizando pequenas coisas no dia a dia. Alguns sinais importantes para ficar atento(a) são: sentir-se constantemente ansioso(a), tenso(a) ou inseguro(a); ter medo de desagradar; se culpar por tudo; viver em alerta para evitar conflitos; ou perceber que sua autoestima vem piorando com o tempo.
Também é um alerta quando você deixa de fazer coisas que gosta, se afasta de amigos, perde energia, dorme pior ou sente que está sempre pisando em ovos. Relações saudáveis não deixam a gente esgotado(a), diminuído(a) ou com medo.
Buscar ajuda profissional é indicado quando esses sinais começam a afetar sua rotina, sua saúde mental ou quando você já tentou conversar e nada muda. A terapia te ajuda a entender o que está acontecendo, fortalecer limites e decidir caminhos mais seguros pra você.
Espero ter ajudado e pode contar comigo!
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Quais sintomas ajudam a diferenciar burnout de estresse comum no trabalho e quando é recomendável se
Quais sintomas ajudam a diferenciar burnout de estresse comum no trabalho e quando é recomendável se afastar para recuperação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Essa é uma dúvida importante, porque burnout e estresse comum realmente se confundem, mas têm diferenças claras.
No estresse comum, você sente pressão, cansaço e irritação, mas ainda consegue se recuperar com descanso, fim de semana tranquilo ou pequenas mudanças na rotina. Seu corpo e sua mente “voltam ao normal”.
Já o burnout é um estado de exaustão profunda, que não melhora com descanso simples. Os sinais mais comuns incluem:
– sensação de estar esgotado(a) o tempo todo
– perda total de energia e motivação
– queda no desempenho mesmo tentando se esforçar
– cinismo, impaciência ou irritabilidade exagerada
– dificuldade de concentração e lapsos de memória
– alterações importantes no sono e no apetite
– sensação de distanciamento emocional, como se você estivesse no automático
– dores físicas frequentes (cabeça, costas, estômago)
O ponto-chave é perceber que o burnout não é só “cansaço”, mas um colapso emocional e físico causado por sobrecarga prolongada.
Sobre afastamento, ele é recomendado quando:
– você não consegue mais cumprir as demandas básicas do trabalho
– os sintomas estão intensos a ponto de prejudicar sua saúde
– há risco de agravamento, como crises de ansiedade ou choro frequente
– você já tentou mudanças e mesmo assim se sente no limite
– um profissional identifica que seu corpo precisa de pausa real para se recuperar
Burnout é sério, mas tem tratamento ,com cuidado, limites e apoio profissional, você consegue recuperar sua energia e seu bem-estar.
Espero ter ajudado e pode contar comigo!
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Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especia
Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, tudo bem? Tristeza faz parte da vida e geralmente vem e vai, relacionada a acontecimentos específicos, como perdas ou frustrações, e tende a melhorar com descanso, apoio de pessoas próximas e atividades que você gosta.
A depressão, por outro lado, se mantém por semanas ou meses e interfere na sua rotina. Alguns sinais de alerta são: perda de interesse ou prazer em coisas que antes você gostava, mudanças no sono ou apetite, fadiga constante, dificuldade de concentração, sentimentos intensos de culpa ou inutilidade, isolamento social e pensamentos recorrentes sobre morte ou não querer mais viver.
Quando esses sintomas persistem, mesmo sem motivo aparente, ou estão prejudicando seu dia a dia, é hora de buscar acompanhamento profissional. A psicoterapia ajuda a lidar com os pensamentos e emoções, e, se necessário, a avaliação psiquiátrica pode complementar com medicação. Espero ter ajudado! Abraços
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Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem
Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem ter uma crise de pânico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, tudo bem? É muito comum achar que só precisa procurar ajuda quando a ansiedade vira uma crise de pânico, mas existem vários sinais importantes que mostram que vale buscar acompanhamento antes disso.
Alguns deles são:
– ansiedade quase diária, mesmo sem motivo claro
– preocupação excessiva que atrapalha foco, sono ou rotina
– tensão constante no corpo, dores, desconfortos ou sensação de alerta
– evitar situações por medo de se sentir mal
– pensamentos acelerados, catastróficos ou difíceis de controlar
– sensação de estar sempre “no limite”, irritabilidade ou cansaço extremo
– dificuldade em relaxar ou sentir prazer nas coisas
– mudanças no apetite, no sono ou na produtividade por causa da ansiedade
Mesmo sem crise de pânico, esses sinais mostram que seu corpo e sua mente já estão sobrecarregados. Procurar ajuda cedo facilita muito o tratamento e evita que o quadro se intensifique.
Espero ter ajudado pode contar comigo!
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Como sei que estou trabalhando demais? Quais sintomas devo me atentar?
Como sei que estou trabalhando demais? Quais sintomas devo me atentar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, tudo bem? Trabalhar demais costuma dar sinais antes do corpo “travar”, e reconhecer isso cedo é muito importante. Alguns sintomas que merecem atenção são: cansaço constante mesmo dormindo bem, dificuldade de se concentrar, irritabilidade, sensação de estar sempre atrasado(a), perda de prazer nas coisas que antes te faziam bem e aquela sensação de estar funcionando no “modo automático”.
Outros sinais incluem dores de cabeça frequentes, tensão muscular, alterações no sono, lapsos de memória, esquecimento de tarefas simples e uma dificuldade crescente de desligar do trabalho mesmo nos momentos de descanso. Também vale observar se você está se isolando, deixando de ver pessoas ou abandonando hábitos que te equilibravam.
Esses sintomas indicam que o seu corpo está pedindo pausa e que talvez seja hora de reorganizar seus limites e sua rotina.
Espero ter ajudado e pode contar comigo, caso queira saber mais sobre!
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Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?
Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Essa dúvida é super comum. A resposta é: não é obrigatório passar nos dois, mas muitas vezes é o melhor caminho.
A psicoterapia, especialmente com TCC , ajuda a trabalhar os pensamentos, comportamentos e gatilhos que alimentam a ansiedade. Já o psiquiatra avalia se há necessidade de medicação, principalmente quando os sintomas estão muito intensos, durando há muito tempo ou prejudicando sua rotina.
Muita gente melhora só com psicoterapia; outras precisam do suporte combinado. O essencial é começar por onde você se sentir mais confortável e ir ajustando conforme sua necessidade.
Espero ter ajudado e pode contar comigo.
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Olá suspeito ter TOC, tenho todos praticamente todos os sintomas mania, pensamentos obssesivos e int
Olá suspeito ter TOC, tenho todos praticamente todos os sintomas mania, pensamentos obssesivos e intrusivos, medo de que se não fizer determinada coisa de um jeito especifico algo ruim irá acontecer, ansiedade constante queria saber se devo primeiro buscar um psiquiatra ou um psicologo, e como melhora esses sintomas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, tudo bem? Os sintomas que você descreve realmente são compatíveis com o funcionamento do TOC, especialmente essa combinação de pensamentos intrusivos, rituais, sensação de “preciso fazer assim senão algo ruim acontece” e ansiedade constante.
Você não precisa descobrir tudo sozinho(a). O caminho ideal é começar com um psicólogo especializado em TCC, porque é a abordagem mais recomendada para TOC. A TCC vai te ajudar a entender o ciclo obsessão–ansiedade–compulsão e trabalhar técnicas como exposição e prevenção de resposta, que são as que mais reduzem os sintomas.
Mas também é muito válido buscar um psiquiatra, principalmente se os sintomas estão te atrapalhando no dia a dia ou causando muito sofrimento. Psicoterapia e psiquiatria não competem elas se complementam. Muitas pessoas com TOC melhoram muito mais rápido quando fazem acompanhamento combinado.
Quanto à melhora, ela acontece quando você aprende a:
– identificar pensamentos intrusivos como “pensamentos, não fatos”;
– reduzir os rituais e comportamentos de segurança aos poucos;
– enfrentar a ansiedade de forma gradual e guiada;
– trabalhar crenças que alimentam o ciclo do TOC.
Com tratamento adequado, os sintomas realmente diminuem e você volta a ter qualidade de vida. Você não está sozinho(a) nisso e tem caminho pra melhorar. Conte comigo!
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Tenho muito medo de me posicionar, principalmente no ambiente de trabalho, fico tão nervosa quando p
Tenho muito medo de me posicionar, principalmente no ambiente de trabalho, fico tão nervosa quando preciso falar alguma coisa para as minhas chefes, ou quando não posso fazer alguma coisa, eu começo a tremer e sinto que meus batimentos aceleram, e geralmente não consigo falar o que penso, também costumo me arrepender das coisas que falo ou da maneira como falo, me sinto insegura, e sempre penso em não ser boa o suficiente, de ser demitida, ou de ter que lidar com alguém me tratando de forma diferente por esse motivo, prefiro que os outros decidam por mim, e acabo aceitando mas depois me sinto mal, tenho TOC e tomo medicação a mais de 10 anos
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Dá pra sentir o quanto isso tem te desgastado, esse medo de se posicionar não é “frescura”, é um padrão que vai se reforçando com ansiedade, insegurança e um histórico emocional que você já carrega há muito tempo.
O que você descreve: tremer, coração acelerado, travar na hora de falar, se arrepender depois, medo constante de ser mal interpretada ou demitida ,é muito comum em pessoas que têm ansiedade social, autocrítica elevada e também em quem convive com TOC há muitos anos. O TOC costuma aumentar a sensação de responsabilidade exagerada e o medo de errar, o que deixa qualquer situação de exposição ainda mais difícil.
Quero te dizer com carinho: isso não significa que você é fraca ou incapaz, significa que seu corpo reage com muito medo a situações em que você precisa se mostrar, e aí a tendência é evitar, se calar ou aceitar tudo só pra não correr riscos. Só que depois vem a culpa e a sensação de injustiça consigo mesma.
O caminho pra melhorar existe, e passa por:
– trabalhar esses pensamentos automáticos (“vou ser demitida”, “não sou boa o suficiente”)
– praticar posicionamentos pequenos e graduais, pra seu corpo aprender que não é perigoso
– técnicas de regulação fisiológica pra diminuir tremor, falta de ar e coração acelerado
– revisar, na terapia, crenças relacionadas a erro, controle e responsabilidade
– ajustar a medicação, se necessário, com o psiquiatra, já que você usa há muitos anos
Você não precisa enfrentar isso sozinha nem carregar esse medo todo. Com acompanhamento certo, você consegue falar de um jeito mais seguro, firme e leve, sem sentir que está em risco o tempo todo.
Espero ter ajudado e pode contar comigo.
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Peguei meu filho de 14 anos em um jogo de discorde tendo uma bate papo com alguém do sexo masculino
Peguei meu filho de 14 anos em um jogo de discorde tendo uma bate papo com alguém do sexo masculino assunto de punho sexual, com muitos palavrões, não sei o que fazer .
Recolhi o celular dele por medo de ser um pedófilo do outro lado .RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde. Entendo a preocupação e o impacto emocional de encontrar esse tipo de conversa, especialmente pela idade do seu filho. Sua reação de proteger e recolher o celular faz sentido diante do medo de exposição a riscos, inclusive de possíveis aliciadores. Ao mesmo tempo, é importante conduzir a situação com firmeza, cuidado emocional e orientação clara, para que ele compreenda o risco sem sentir que precisa esconder ainda mais o que acontece online.
Alguns passos costumam ajudar:
Primeiro, converse com ele de forma calma e aberta, priorizando entender o que aconteceu. Crianças e adolescentes tendem a explorar a sexualidade e a testar limites, mas eles nem sempre avaliam riscos. O objetivo é criar um ambiente seguro para que ele fale, sem agressividade ou vergonha. A literatura em desenvolvimento adolescente mostra que conversas acolhedoras aumentam a chance de ele revelar detalhes importantes.
Segundo, explique os riscos reais de conversas online com desconhecidos, especialmente quando envolvem conteúdo sexual. A psicoeducação é uma ferramenta central da TCC, e no contexto parental ajuda o adolescente a compreender consequências e desenvolver habilidades de julgamento e autocontrole.
Terceiro, defina limites claros de uso do celular e da internet. Estudos sobre comportamento adolescente mostram que supervisão consistente, combinada com diálogo, é mais eficaz do que proibição rígida. Pode ser necessário revisar configurações de privacidade, senhas, histórico de uso e instalar ferramentas de segurança, sempre deixando claro que isso é para proteção, não punição.
Quarto, observe sinais de mudança de comportamento, como isolamento, irritabilidade, medo, ansiedade ou segredos excessivos. Se houver qualquer suspeita de que ele foi alvo de um adulto, procure orientação profissional especializada em proteção infantojuvenil.
Por fim, se você sentir que a situação trouxe muito estresse, culpa ou insegurança na forma de conduzir a parentalidade, um acompanhamento psicológico pode ajudar você e seu filho a lidarem com essa fase e fortalecerem comunicação e limites saudáveis.
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso. Abraços
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Interrompi a terapia e quero retomar. Preciso “começar do zero”?
Interrompi a terapia e quero retomar. Preciso “começar do zero”?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi, tudo bem? Que bom que você está pensando em retomar, isso já mostra cuidado consigo. E não, você não precisa “começar do zero”. Quando voltamos para a terapia depois de uma pausa, o processo continua de onde parou, só que com um olhar atualizado sobre o que mudou nesse intervalo.
O terapeuta vai revisitar pontos importantes, entender como você está hoje e ajustar o trabalho às suas necessidades atuais. Mas nada do que você já construiu se perde; pelo contrário, vira base para o próximo passo. Retomar é um movimento natural e muito comum, e pode até ser mais produtivo porque você já chega sabendo o que funciona e o que precisa.
Espero ter ajudado e que pode contar comigo.
Perguntas frequentes
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Eu já tomo duloxetina para fibromialgia.eu posso também tomar fluoxetina?
Olá, normalmente não é indicada e nem traz benefício adicional essa associação.…