Perguntas do paciente (340)
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Terapia é só para quem tem um problema emocional ou problemas na cabeça?
Terapia é só para quem tem um problema emocional ou problemas na cabeça?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia não é apenas para quem está passando por um problema emocional ou “tem algo na cabeça”.
Na psicanálise, o trabalho não se limita ao sofrimento; ele também se volta para o autoconhecimento, para compreender melhor os próprios desejos, repetições e modos de se relacionar.
Muitas pessoas buscam análise para olhar com mais profundidade para a própria vida, mesmo sem estar em crise.
O espaço analítico é um lugar para pensar sobre si, suas escolhas e suas experiências, permitindo que algo novo possa surgir na relação consigo e com o mundo.
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É normal se sentir estranho depois da terapia? As vezes me sinto assim
É normal se sentir estranho depois da terapia? As vezes me sinto assim
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode ocorrer uma sensação de se sentir um pouco diferente ou até estranho depois da terapia.
Na psicanálise, a fala pode tocar em conteúdos que estavam guardados, despertando sentimentos, lembranças ou reflexões que continuam trabalhando em você mesmo após a sessão.
Essas sensações fazem parte do processo; é como se algo começasse a se movimentar internamente.
Com o tempo, esses momentos ajudam a construir uma compreensão mais profunda sobre si mesmo e sobre o que se passa no seu mundo interno.
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Preciso falar o tempo todo nas sessões de terapia?
Preciso falar o tempo todo nas sessões de terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é necessário falar o tempo todo durante as sessões.
Na psicanálise, o ritmo e o silêncio também fazem parte do processo. Há momentos em que o silêncio permite que algo novo apareça: um pensamento, uma lembrança, uma emoção.
O mais importante é que você se sinta à vontade para falar (ou silenciar) conforme o que fizer sentido naquele momento. O trabalho analítico acontece justamente nesse espaço de escuta, onde cada palavra (ou pausa) tem valor.
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Posso conversar sobre qualquer assunto na terapia?
Posso conversar sobre qualquer assunto na terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, você pode falar sobre qualquer assunto na terapia.
Na psicanálise, trabalhamos com o que chamamos de associação livre; um convite para que você fale tudo o que vier à mente, sem censura ou julgamento, mesmo que pareça sem sentido ou distante do tema inicial.
É justamente nesse movimento espontâneo da fala que surgem novas compreensões sobre si mesmo. O espaço analítico existe para acolher tudo o que você traz: pensamentos, lembranças, sentimentos e silêncios; cada um com seu valor singular no processo.
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Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo u
Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo um quadro de que como se o mundo não fosse real e nem eu. Não é como minhas crises anteriores onde eu tinha sintomas físicos muito fortes como: falta de ar, visão escurecendo, palpitações fortes e tontura, hoje eu não sinto nada disso apenas uma leve sensação de que o corpo está pesado e dormente mas não chega a estar. Eu tenho medo da morte súbita e isso vem afetando minha percepção das coisas, eu tento me confortar com meus exames que estão normais e minha idade que não se adequa a maioria dos casos de morte súbita, mas mesmo minha mente sossegando um pouco ainda fico com a impressão no fundo de que vou morrer amanhã ou daqui a pouco. Estou me cuidando apesar de tudo, comendo, dormindo, andando mesmo que pareça estranho fazer tudo isso e passando no psicólogo e logo no psiquiatra para fazer acompanhamento com medicação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve revela um momento de intensa ansiedade, que agora se manifesta de outro modo. Na psicanálise, entendemos que essas vivências têm um sentido que pode ser descoberto aos poucos, pela fala e pela escuta.
É importante que você já esteja se cuidando e buscando acompanhamento. O processo terapêutico pode ajudá-la a compreender melhor esses sentimentos e a retomar uma sensação de presença e segurança em si.
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Olá! Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei
Olá!
Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei me expressar e quando eu fico sobre pressão geralmente começo a chorar sem para, meu parceiro acha que prefiro ignorar ele ou que eu não tem o que dizer, mas na verdade minha mente fica a mil, mas não consigo tira da mente e passa pra ele e isso me mata por dentro. Como que faço para não ter dificuldade em querer conversar, nem fugir, nem ignorar a situação e não ficar na defensiva? tenho muito a falar mas sinto um bloqueio na hora principalmente quando sou pressionada a ter uma conversa seria.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece revelar um conflito entre o desejo de se expressar e algo interno que bloqueia essa fala, especialmente diante da pressão. Na psicanálise, entendemos que o choro e o bloqueio podem ser formas pelas quais o inconsciente se manifesta quando as palavras ainda não encontram espaço.
Em uma análise, é possível compreender de onde vem essa dificuldade e construir, aos poucos, uma maneira mais livre e autêntica de se comunicar. Com o outro e consigo mesma.
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Estou há 7 meses tentando tomar uma decisão e não consigo. Isso está me impedindo de fazer coisas si
Estou há 7 meses tentando tomar uma decisão e não consigo. Isso está me impedindo de fazer coisas simples como estudar. Me sinto triste e quando tomo uma quase decisão, começo a pensar e me sinto envergonhada e culpada pela escolha. Como posso melhorar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é comum: a dificuldade de decidir gera ansiedade, tristeza e culpa. Na psicanálise, isso pode refletir um conflito interno entre desejos e medos. Sentir vergonha ou culpa é natural quando internalizamos julgamentos sobre nossas escolhas.
Alguns caminhos: refletir sobre seus próprios desejos sem se julgar, aceitar que não existe decisão “perfeita” e explorar esses sentimentos com um psicanalista ou terapeuta. Esse processo ajuda a entender melhor suas escolhas e agir com mais autonomia.
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Olá tenho alguns medos, medo de engolir comprimido, tenho medo de ficar preso, fico ansiosa, meu cor
Olá tenho alguns medos, medo de engolir comprimido, tenho medo de ficar preso, fico ansiosa, meu corpo pode reagir a minha ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve é compreensível: medos e ansiedades podem gerar reações físicas e mentais que parecem fora do nosso controle. Na psicanálise, essas sensações podem estar relacionadas a conflitos internos ou experiências passadas que se manifestam no corpo.
Sim, o corpo reage à ansiedade: é comum sentir tensão, coração acelerado, dificuldade de engolir ou até sensação de aperto, porque mente e corpo estão intimamente ligados. Reconhecer essas sensações sem se julgar e buscar formas de expressar ou compreender seus medos pode ajudar a reduzir o impacto físico.
Conversar com um profissional cria um espaço seguro para explorar esses medos, entender suas origens e aprender a lidar melhor com as reações do corpo.
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O que fazer se o relacionamento se torna tóxico? .
O que fazer se o relacionamento se torna tóxico? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando um relacionamento se torna tóxico, é importante, antes de qualquer decisão imediata, buscar compreender o que está acontecendo; não apenas no outro, mas também em si mesmo dentro dessa relação.
Na perspectiva psicanalítica, um vínculo tóxico costuma revelar algo da nossa própria história afetiva, de como aprendemos a amar, a depender e a nos proteger. Por isso, mais do que simplesmente “sair” ou “ficar”, é essencial investigar o sentido que esse laço tem para você.
O acompanhamento com um profissional pode ajudar a reconhecer os padrões que se repetem, os limites que foram ultrapassados e o que mantém o sofrimento em curso. Esse processo de escuta e elaboração pode abrir espaço para escolhas mais conscientes e relações mais saudáveis: consigo e com o outro.
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Quando a hiperfixação pode ser um problema de saúde mental?
Quando a hiperfixação pode ser um problema de saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A hiperfixação, em si, não é necessariamente um problema. Todos nós podemos nos envolver intensamente com algo que desperta interesse, prazer ou curiosidade. Ela passa a gerar sofrimento quando ocupa um lugar central na vida psíquica, limitando outras áreas; como o convívio social, o descanso, o trabalho ou o cuidado de si.
Do ponto de vista psicanalítico, é importante perguntar o que está em jogo nessa fixação: o que ela busca sustentar, compensar ou evitar? Às vezes, a hiperfixação pode funcionar como uma forma de lidar com a angústia, o vazio ou o excesso de exigências internas.
Na análise, esse fenômeno é acolhido como um modo singular de expressão do sujeito; algo que merece ser escutado e compreendido, mais do que controlado.
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Nunca senti nenhum tipo de amor por ninguém. É normal isso?
Nunca senti nenhum tipo de amor por ninguém. É normal isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você traz é uma questão profunda e muito humana. Na Psicanálise, entendemos que cada pessoa tem uma história única de como aprendeu (ou não pôde aprender) a se vincular e a sentir amor. Às vezes, experiências de vida, modos de defesa emocional ou vivências precoces podem dificultar o acesso a certos sentimentos.
Não se trata de algo “anormal”, mas de algo que merece ser escutado com atenção, pois costuma dizer muito sobre a forma como cada um se constituiu e se relaciona consigo mesmo e com o outro.
Um processo analítico pode ser um espaço importante para explorar isso, com calma e sem julgamentos, permitindo que esses afetos possam, aos poucos, ganhar sentido e forma.
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Como autocobrança pode afetar a saúde emocional? .
Como autocobrança pode afetar a saúde emocional? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A autocobrança excessiva pode gerar ansiedade, culpa e uma sensação constante de não ser suficiente. Quando a pessoa se cobra demais, perde o contato com seus próprios limites e desejos, vivendo sob uma pressão interna constante. Na psicanálise, buscamos compreender a origem dessa exigência interna e ajudá-la a desenvolver uma relação mais acolhedora consigo mesma.
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Como identificar que estou me cobrando excessivamente?
Como identificar que estou me cobrando excessivamente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A autocobrança excessiva costuma se manifestar quando a pessoa vive sob a sensação de que nunca faz o suficiente, mesmo diante de esforço e conquistas. Há uma voz interna que exige mais, que critica, que impede o descanso ou o reconhecimento do próprio limite.
Na psicanálise, entendemos que essa cobrança tem relação com ideais muito rígidos que o sujeito constrói ao longo da vida, muitas vezes ligados a expectativas externas: de perfeição, sucesso ou aprovação. O sofrimento surge quando esses ideais tomam o lugar do desejo e passam a ditar o modo de viver.
Perceber-se sempre em dívida consigo mesmo, sentir culpa ao descansar ou dificuldade em lidar com o erro podem ser sinais desse movimento. Em análise, é possível falar sobre essas exigências, compreender de onde elas vêm e dar espaço para uma relação mais possível e menos punitiva consigo mesmo.
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Como o perfeccionismo e a autocobrança podem prejudicar a saúde mental?
Como o perfeccionismo e a autocobrança podem prejudicar a saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O perfeccionismo e a autocobrança, quando excessivos, podem gerar um constante sentimento de inadequação e culpa, mesmo diante de conquistas e esforços. Muitas vezes, estão ligados a ideais muito rígidos de como “deveríamos ser”. Ideais que nem sempre correspondem ao nosso desejo, mas a expectativas externas, internalizadas ao longo da vida.
Na psicanálise, compreendemos que esses movimentos de cobrança e busca por perfeição dizem de algo mais profundo: de como o sujeito tenta responder a um ideal de amor, reconhecimento ou pertencimento. O sofrimento aparece justamente quando essa tentativa se torna um modo de viver, deixando pouco espaço para o erro, o descanso e a espontaneidade.
O trabalho analítico possibilita um espaço de fala e escuta para que o sujeito possa reconhecer esses padrões, compreender sua origem e, quem sabe, abrir novas formas de se relacionar consigo mesmo; menos pautadas pela exigência e mais próximas do próprio desejo.
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Como a autocobrança excessiva afeta a saúde psicológica?
Como a autocobrança excessiva afeta a saúde psicológica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A autocobrança excessiva costuma estar ligada a ideais muito rígidos de perfeição e a uma necessidade constante de corresponder a expectativas próprias ou internalizadas de figuras importantes da vida, como pais, professores ou modelos sociais.
Quando a pessoa se cobra demais, ela se coloca em uma posição de constante vigilância e insatisfação, o que pode gerar ansiedade, culpa, baixa autoestima e esgotamento emocional. A mente vive em um estado de “nunca ser suficiente”, e isso pode comprometer o prazer, a espontaneidade e a capacidade de se reconhecer nas próprias conquistas.
Na psicanálise, buscamos compreender de onde nasce essa voz interna tão exigente, que muitas vezes ecoa demandas antigas, inconscientes. O trabalho analítico permite que o sujeito reconheça essas dinâmicas e construa uma relação mais gentil consigo mesmo, abrindo espaço para o desejo e para uma vida com mais autenticidade.
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Como a busca por sentido se manifesta no contexto do bullying?
Como a busca por sentido se manifesta no contexto do bullying?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A busca por sentido está presente em toda experiência humana, inclusive nas situações de dor, como o bullying. Na perspectiva psicanalítica, o sofrimento vivido nesse contexto não se resume apenas ao que acontece “de fora”, mas também à forma como cada sujeito é afetado e tenta compreender o que isso representa em sua história.
O bullying pode tocar feridas profundas relacionadas à autoestima, à aceitação e ao pertencimento. Diante disso, muitas vezes a pessoa busca entender “por que comigo?”, “o que há em mim que desperta isso? Essas perguntas expressam justamente essa tentativa de encontrar um sentido para o que se vive.
No processo analítico, o objetivo não é dar respostas prontas, mas criar um espaço em que o sujeito possa elaborar essas experiências e construir, pouco a pouco, um novo significado para si e para sua própria história.
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Como o trauma do bullying se manifesta na vida adulta ?
Como o trauma do bullying se manifesta na vida adulta ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O trauma do bullying pode se manifestar na vida adulta em forma de insegurança, baixa autoestima, medo do julgamento e dificuldades nos relacionamentos. Muitas vezes, a pessoa revive sentimentos de exclusão ou inadequação em diferentes situações. A psicanálise ajuda a compreender essas marcas e elaborar o trauma, possibilitando novas formas de lidar com a própria história e construir relações mais saudáveis.
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Quais são os sentimentos e consequências para quem sofre bullying?
Quais são os sentimentos e consequências para quem sofre bullying?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O bullying pode gerar sentimentos de vergonha, culpa, medo e desvalorização, afetando a autoestima e as relações sociais. As consequências podem se prolongar no tempo, levando a ansiedade, depressão ou isolamento. Na psicanálise, oferecemos um espaço de escuta e acolhimento para que a pessoa possa elaborar essa dor e ressignificar sua experiência, fortalecendo sua subjetividade.
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Quais são os benefícios de uma vida autêntica? .
Quais são os benefícios de uma vida autêntica? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Viver de forma autêntica significa estar mais próximo do que realmente se deseja e sente, em vez de apenas corresponder às expectativas externas. Os benefícios são muitos: maior bem-estar emocional, mais clareza nas escolhas, relações mais verdadeiras e uma sensação de coerência interna.
Na psicanálise, entendemos que buscar a autenticidade é um processo de autoconhecimento: reconhecer desejos, limites e conflitos, para poder assumir uma posição mais própria diante da vida. Isso fortalece a autoestima, favorece a saúde psíquica e abre espaço para experiências mais significativas.
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Precisamos realmente dos outros para ter uma existência autêntica ou é sempre melhor estar sozinho d
Precisamos realmente dos outros para ter uma existência autêntica ou é sempre melhor estar sozinho do que se relacionar com alguém?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A nossa existência se constitui sempre na relação com o outro. Desde o nascimento, é no olhar e na palavra do outro que vamos nos reconhecendo e construindo quem somos. Isso não significa que estar só seja negativo; a solidão pode ser um espaço importante de encontro consigo mesmo. No entanto, uma vida totalmente isolada tende a empobrecer nossas possibilidades de subjetivação.
O desafio é encontrar um equilíbrio: poder estar com os outros sem se perder de si, e estar consigo sem abrir mão da riqueza que o vínculo humano oferece. Na psicanálise, trabalhamos justamente nesse ponto: compreender como cada um se relaciona, consigo e com os outros, para que seja possível viver de forma mais autêntica.
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Perguntas frequentes
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