Perguntas do paciente (340)
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Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada po
Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada por motivos familiares ela pediu um tempo até o fim de Dezembro: a irmã surtou e a mãe está em briga constante com o padrasto dela. Estou tendo crises na empresa, muita falta de ar e choro e uma das crises sem querer acabei me abrindo com a gerente que eu estava namorando alguém da empresa, sem citar o nome. Minha namorada agora está chateada comigo. Eu a amo muito tenho medo de ter destruído a chance de recomeçar com ela. Como posso recuperar a confiança dela? Será que o relacionamento não tem mais salvação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você está passando por uma crise emocional forte porque o vínculo com ela é muito importante para você. A ansiedade e os desabafos podem refletir medos profundos de abandono ou insegurança.
Recuperar a confiança não é só com gestos externos, mas exigirá diálogo sincero e também uma reflexão sobre o que esses medos significam para você. Pode haver padrões inconscientes (como insegurança ou dependência emocional) por trás disso. A psicanálise ajuda exatamente nisso: entender suas angústias internas, onde elas vêm, para que você possa se relacionar de forma mais equilibrada.
Procurar um acompanhamento terapêutico pode te dar um espaço seguro para elaborar tudo isso, e a partir daí, construir novas formas de se relacionar, com mais confiança e autenticidade.
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Não me sinto plenamente amada, quando tenho alguma discussão em casa, ou minha mãe briga comigo e di
Não me sinto plenamente amada, quando tenho alguma discussão em casa, ou minha mãe briga comigo e discutimos, o primeiro pensamento que passa na minha cabeça é que não sou tô amada por ela, ela só briga comigo, ela só faz isso comigo. Com outras pessoas tenho a sensação de estar incomodando, me chamam de dramática mas esses sentimentos são difíceis de sair da minha mente. Isso é comum?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum que discussões com pessoas importantes, como a mãe, despertem sentimentos intensos e até a sensação de não ser amada. Muitas vezes, essas reações vêm de experiências emocionais mais antigas e acabam se repetindo nas relações atuais, como quando você sente que está incomodando os outros.
Esses sentimentos não são “drama”; eles merecem ser escutados e compreendidos. A psicanálise pode ajudar a entender por que essas ideias surgem tão rápido e tão fortes, e a construir formas mais seguras de se relacionar. Estou à disposição para te acompanhar nesse processo.
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Eu estou em um relacionamento de 8 meses, estávamos muito felizes, de repente na última semana ela p
Eu estou em um relacionamento de 8 meses, estávamos muito felizes, de repente na última semana ela pediu para " dar um tempo" alegando problemas familiares: a irmã está depressiva e a mãe em briga constante com o padrasto dela. Falei para passarmos juntos pelos obstáculos, mas mesmo assim ela preferiu passar sozinha. Fiquei muito magoado com toda a situação, já que já estávamos fazendo planos para o futuro. Fiquei muito mal: estou dois dias sem dormir, choro muito, pois a amo muito. O que devo fazer? Devo dar o tempo que ela pediu? Ou devo deixá-la ir?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo o quanto essa situação está sendo dolorosa. Quando alguém que amamos se afasta, é natural que sentimentos de angústia e insegurança surjam. O “tempo” que ela pediu pode estar ligado às dificuldades familiares e à necessidade de se reorganizar emocionalmente. Tente respeitar esse espaço, mas sem se abandonar. Cuide de si e, se o sofrimento estiver intenso, busque apoio terapêutico para elaborar o que essa separação desperta em você. Cuidar de si também é uma forma de cuidar das relações.
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Aconteceu algumas na minha vida ultimamente que tem me deixado bem emotivo e com uma vontade de semp
Aconteceu algumas na minha vida ultimamente que tem me deixado bem emotivo e com uma vontade de sempre desabafar; acham que deveria conversar com o meu analista para aumentar a frequência das sessões, por exemplo, mais de uma sessão por semana? E isso seria proveitoso para o meu tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É natural que, em momentos de maior intensidade emocional, surja o desejo de falar mais e elaborar o que está acontecendo. A psicanálise oferece justamente esse espaço de escuta e simbolização do que nos atravessa. Conversar com o seu analista sobre a possibilidade de aumentar a frequência das sessões pode ser muito útil, pois o próprio ritmo do processo também faz parte do tratamento. Esse tema pode ser abordado na sessão, para que juntos encontrem a frequência mais adequada ao seu momento atual.
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Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesm
Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesmo tendo inúmeras brigas diárias
O pior, sou eu quem procuro e ainda ele me humilha por isso, mas eu não sei como agir e nem como sair desse ciclo que já se repetiu por várias vezes, ele também sempre volta
Eu reconheço, que estou errado, que isso não pode continuar, mas não consigo sair disso
É muito dolorido e vergonhoso, muitas vezes eu acho que nunca vou sair disso e que parece o novo jeito de estar neste relacionamento
Ninguém nem imagina que vivemos issoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece envolver um ciclo de sofrimento difícil de romper. Às vezes, repetimos situações dolorosas sem entender bem o porquê; há algo inconsciente que nos mantém nelas. A psicanálise pode ajudar a compreender o que sustenta esse vínculo e abrir espaço para novas formas de se relacionar, com menos dor e mais consciência.
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Depois de comemorar 9 anos casados, na mesma semana descobri que meu marido estava se masturbando e
Depois de comemorar 9 anos casados, na mesma semana descobri que meu marido estava se masturbando e vendo pornografia. Quando o confrontei ele disse que estava tentando parar, mas já vinha fazendo isso a mais o menos 8 meses. A pior sensação do mundo é ser traída, e dessa maneira pior ainda. Estou tentando seguir em frente, mas há dias em que penso que vamos conseguir superar, mas olho pra ele e vejo o mesmo cara que estava me traindo dessa forma e me dizendo que me amava, e aí já não quero superar, quero distancia dele! É um misto de sentimentos, culpa, incapacidade, me sinto humilhada, desprezada, me sinto um lixo. Ele não gosta de conversar sobre o assunto, não tenho uma pessoa de confiança pra conversar e não sei o que fazer!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você relata traz à tona uma dor muito profunda, marcada por sentimentos de traição, confusão e desvalorização. Situações assim abalam não só o vínculo com o outro, mas também a relação que temos conosco mesmos. Na psicanálise, buscamos compreender o que esse acontecimento desperta internamente: as feridas, as inseguranças e os sentidos que ele revela sobre o amor, o desejo e a confiança.
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Comecei um namoro a poucas semanas. Sabia desde o inicio que ela tinha um filho, no entanto, não era
Comecei um namoro a poucas semanas. Sabia desde o inicio que ela tinha um filho, no entanto, não era um problema pra mim. Quando percebi que estava apaixonado e que iria pedi-la em namoro, um diabinho na minha cabeça fez procurar fotos dela com o ex. E achei. Aniversário, eventos escolares do filho, etc. Foi como se algo me mordesse, virou um pensamento obsessivo, as vezes insuportável. Falei com ela, aliviou um pouco. Quero pensar positivo: que é por que ainda não conheço a família, o filho, ou seja, que ainda não faço parte concretamente da vida dela, e que portanto minha cabeça trabalha livre, fantasiando.Mas tenho medo de não passar e, no desespero, jogar tudo isso fora.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é uma vivência bastante humana: o encontro entre o desejo e a angústia. Quando nos aproximamos afetivamente de alguém, entramos também em contato com partes nossas que estavam adormecidas: o medo de não sermos escolhidos, o confronto com a história anterior do outro, a sensação de exclusão. Esses sentimentos podem despertar pensamentos repetitivos, quase como uma tentativa da mente de controlar algo que, na realidade, escapa ao nosso domínio.
Você mesmo percebe algo importante: ainda está se aproximando de um espaço da vida dela que já existia antes de você, e isso pode mobilizar fantasias, inseguranças e comparações. Em psicanálise, mais do que eliminar o incômodo, procuramos compreender o que ele revela. O que essa dor diz sobre o seu modo de amar, sobre as suas experiências anteriores e sobre o que significa, para você, “fazer parte” da vida de alguém.
Um processo analítico pode ajudá-lo a dar sentido a esses sentimentos, transformando essa angústia em algo compreensível e mais leve de sustentar.
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Comecei um namoro a poucas semanas. Sabia desde o inicio que ela tinha um filho, no entanto, não era
Comecei um namoro a poucas semanas. Sabia desde o inicio que ela tinha um filho, no entanto, não era um problema pra mim. Quando percebi que estava apaixonado e que iria pedi-la em namoro, um diabinho na minha cabeça fez procurar fotos dela com o ex. E achei. Aniversário, eventos escolares do filho, etc. Foi como se algo me mordesse, virou um pensamento obsessivo, as vezes insuportável. Falei com ela, aliviou um pouco. Quero pensar positivo: que é por que ainda não conheço a família, o filho, ou seja, que ainda não faço parte concretamente da vida dela, e que portanto minha cabeça trabalha livre, fantasiando.Mas tenho medo de não passar e, no desespero, jogar tudo isso fora.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve mostra o quanto o início de um relacionamento pode despertar não apenas o encantamento, mas também inseguranças e fantasias profundas. Quando algo em nós sente que ainda não ocupa um lugar definido na vida do outro, é comum que surjam pensamentos intrusivos ou comparações com o passado.
Na psicanálise, entendemos que essas imagens do “ex” não falam apenas da outra pessoa, mas também de algo em nós: do medo de não ser suficiente, de não ser escolhido, de reviver antigas experiências de exclusão ou rejeição. O que hoje aparece como um “pensamento obsessivo” pode, na verdade, ser um convite para compreender de onde vem essa dor e o que ela representa na sua história afetiva.
Falar sobre isso em análise ajuda a transformar a angústia em compreensão, permitindo que o vínculo atual se construa de forma mais livre, sem que o passado (seu ou do outro) ocupe o centro da relação.
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Como lidar com um término? Namoro há quase 4 anos, foi um relacionamento tóxico de altos e baixos,
Como lidar com um término?
Namoro há quase 4 anos, foi um relacionamento tóxico de altos e baixos, mas eu amava ele e foi nosso primeiro relacionamento. Aconteceu ontem, infelizmente ele não parece sentir tanto a minha falta, conversar comigo não parecia fazer tanta diferença assim. Enfim, eu acredito ter uma dependência emocional, nós nos submetemos a situações que não deveríamos. Acho que preciso de ajuda pra lidar com o término e com esse apego emocional que tenho nas pessoas, me sinto destruída.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um término, especialmente de um vínculo intenso e prolongado, costuma tocar partes muito sensíveis de nós; não apenas a perda da pessoa, mas também o vazio que surge quando algo que organizava nossa vida deixa de existir. É natural que venha a sensação de estar “destruída”; há um luto em curso, e o sofrimento faz parte desse processo.
Quando existe uma relação marcada por dependência emocional, o desafio não é apenas se afastar do outro, mas reencontrar a si mesma; descobrir quem você é para além desse vínculo. Em análise, buscamos compreender o que esse relacionamento representava, o que se repetia nele e o que em você ainda busca ser reconhecido ou amado dessa forma.
Com o tempo e o cuidado, é possível transformar a dor da perda em um movimento de autoconhecimento e reconstrução interna. Procurar ajuda é um passo importante, e já mostra o desejo de cuidar de si e de entender o que se passa mais profundamente.
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A ansiedade social me deixa muito irritada na rua, e em meio de pessoas, como enfrentar com calma?
A ansiedade social me deixa muito irritada na rua, e em meio de pessoas, como enfrentar com calma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade social costuma surgir quando o olhar do outro é vivido como algo ameaçador, como se estivéssemos constantemente sendo avaliados ou julgados. Essa sensação pode despertar irritação, pois é uma forma de defesa diante do desconforto e da exposição.
Um primeiro passo é tentar observar o que, exatamente, se torna tão difícil nesses momentos. O que essa presença do outro desperta em você? Em análise, trabalhamos para dar sentido a essas emoções, transformando o incômodo em compreensão de si. Com o tempo, o que hoje aparece como irritação pode se tornar uma oportunidade de autoconhecimento e maior liberdade interna diante do outro.
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É normal um casal com 60 anos de idade ter ficado 20 anos sem fazer sexo?
É normal um casal com 60 anos de idade ter ficado 20 anos sem fazer sexo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode acontecer. A sexualidade não tem uma regra fixa, e ao longo dos anos ela pode se transformar; às vezes de modo silencioso, acompanhando mudanças físicas, emocionais ou na dinâmica do casal. Em alguns casos, a ausência de relações sexuais não significa falta de afeto, mas uma reorganização do vínculo. Em outros, pode expressar conflitos não ditos ou um distanciamento que se instalou com o tempo.
Na psicanálise, interessa compreender o sentido que essa ausência tem para cada um: o que ela representa, o que é vivido em silêncio, e se há desejo de resgatar algo. Cada casal cria o seu modo singular de viver a intimidade.
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Qual a diferença entre um pensamento intrusivo normal e um obsessivo?
Qual a diferença entre um pensamento intrusivo normal e um obsessivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pensamentos intrusivos são ideias que surgem sem que a pessoa queira, mas que logo passam. Já os pensamentos obsessivos se repetem de forma insistente, geram ansiedade e parecem fugir ao controle. Na psicanálise, entendemos que eles expressam um conflito inconsciente que retorna à consciência, e o tratamento busca dar sentido a isso para aliviar o sofrimento.
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A ruminação mental é considerada uma compulsão? .
A ruminação mental é considerada uma compulsão? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ruminação mental pode ser entendida como uma forma de repetição do pensamento, mas nem sempre é uma compulsão. Na psicanálise, a repetição é vista como um modo inconsciente de tentar elaborar algo não resolvido. Quando a ruminação se torna excessiva e causa sofrimento, ela pode ter uma função semelhante à da compulsão: uma tentativa de controlar a angústia por meio do pensamento. O trabalho analítico busca compreender o sentido dessa repetição e o que ela procura expressar.
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tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu co
tenho problemas com meu pai desde que me entendo por gente, e toda vez que tento falar com ele eu começo a chorar e simplesmente não consigo parar, por mais que eu queira. consigo falar sobre com qualquer pessoa menos com ele. sinto que cada vez mais isso vai ficando maior pois não consigo colocar pra fora na frente dele, tem algo que possa me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve mostra o quanto essa relação com seu pai está carregada de sentimentos profundos que talvez nunca tenham encontrado espaço para serem expressos. O choro que surge diante dele não é fraqueza; é o corpo tentando dizer aquilo que as palavras ainda não conseguem.
Na psicanálise, entendemos que algumas emoções ficam “presas” quando não puderam ser escutadas ou simbolizadas no passado. Falar sobre isso em um processo terapêutico pode ajudá-lo a compreender o que se repete nesse vínculo, dar sentido a essa dor e, pouco a pouco, possibilitar que a palavra tome o lugar do choro.
O caminho não é conter a emoção, mas entender o que ela quer comunicar. Esse é um trabalho possível e transformador quando feito em análise.
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É normal de sentir tão triste com a maldade humana a ponto de não querer mais viver? eu não sei como
É normal de sentir tão triste com a maldade humana a ponto de não querer mais viver? eu não sei como as outras pessoas conseguem ser felizes mesmo sabendo de tudo que acontece no mundo, porque mesmo que não me afete, eu me sinto bem triste e sem esperanças. Eu realmente não quero estar perto de ninguém, as pessoas me deixam com nojo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, entendo o quanto pode ser difícil sentir tanta tristeza diante da maldade humana. Às vezes, essa dor revela um conflito interno e uma profunda sensibilidade diante do mundo. Falar sobre isso em um espaço de escuta, como a psicanálise, pode ajudar a compreender o que está por trás desse sofrimento e a reencontrar algum sentido.
Se em algum momento você pensar em não querer mais viver, procure ajuda imediatamente. O CVV (188) está disponível 24h para ouvir você.
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Como superar uma ex que começou a namorar a pouco tempo, porém trabalhamos juntos de segunda a sexta
Como superar uma ex que começou a namorar a pouco tempo, porém trabalhamos juntos de segunda a sexta e aos domingos acabamos nos vendo nos cultos da igreja , obs: nossas ideias não batiam sempre e o relacionamento em si foi muito conturbado , muitas brigas e muitos términos por parte dela, por motivos bobos do dia a dia , exemplo se eu não fizesse algo em específico que ela queria ela já falava em terminar sem se importar com o que eu sentia e dias depois aparecia como se o fato dela ter terminado comigo não fosse pra valer e dizia vem aqui em casa ,como se nós tivéssemos algo ainda ! E eu acabava cedendo a todas as vezes em que ela terminava , até que um dia chegou em que ela terminou comigo mais uma vez e eu dei um basta e não voltei , tentei seguir minha vida , mas acabei voltando a falar com ela por que trabalhamos juntos e temos uma rotina , voltamos a ficar de vez em quando , e no tempo em que só ficávamos eu não percebi nenhuma mudança que fizesse reacender a vontade de voltar e namorar noivar e casar ! Porém ela agora arrumou outra pessoa e eu estou sofrendo com isso! Não gostaria de se sentir mais essa angústia ,como superar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Superar um término é sempre desafiador, especialmente quando há convivência constante. O que você descreve mostra um vínculo marcado por idas e vindas, onde o desejo e a dor se misturavam. Mesmo sabendo que a relação era conturbada, uma parte de você ainda buscava reconhecimento e afeto nessa história; e é isso que torna o desligamento tão difícil.
Na psicanálise, entendemos que o sofrimento não vem apenas da perda da pessoa, mas do significado que ela teve para você. Elaborar essa perda é um processo: exige tempo, autocompreensão e um espaço onde você possa falar sobre o que sente, sem julgamentos.
A terapia pode ajudá-lo a compreender por que essa relação ainda o afeta, a identificar o que se repete nas suas escolhas afetivas e, assim, transformar a dor em amadurecimento emocional. Superar não é esquecer, mas entender o que essa história revela sobre você e seguir mais consciente e fortalecido.
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Eu costumo fantasiar a todo momento coisas trágicas sobre mim. Tipo, o dia todo e antes de dormir cr
Eu costumo fantasiar a todo momento coisas trágicas sobre mim. Tipo, o dia todo e antes de dormir crio histórias falsas sobre mim onde em todas elas eu sofro de todas as maneiras possíveis, seja abandono familiar, bullying, doenças, espancamento, feridas, e essas coisas, e sempre que a história se encaminha pra um final feliz eu encerro, nunca consigo terminar elas. Não sei pq faço isso, não é como se eu quisesse passar por isso de verdade, mas sempre crio essas fantasias onde eu sempre tenho uma vida trágica, a ponto de realmente chorar, mas no final sinto um tipo de alívio. O que pode ser isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece revelar um funcionamento psíquico em que a dor e o sofrimento são usados, inconscientemente, como forma de elaboração emocional. Fantasiar situações trágicas, mesmo sem desejar vivê-las de fato, pode ser uma maneira de dar expressão simbólica a sentimentos reprimidos, como tristeza, solidão ou desamparo.
Na psicanálise, compreendemos que a mente cria essas histórias não por “vontade de sofrer”, mas como uma tentativa de representar algo que ainda não pôde ser dito ou elaborado. O alívio que você sente ao final dessas fantasias indica que, de algum modo, elas funcionam como uma descarga emocional.
Um processo analítico pode ajudá-lo a compreender o que essas narrativas expressam sobre sua história interna. Quais afetos e experiências estão sendo dramatizados nessas cenas. A partir disso, é possível transformar o sofrimento em compreensão e encontrar formas mais livres e conscientes de lidar com o que sente.
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Como curar uma ferida de ser rejeitado por uma ex ? Eu e minha ex terminamos mas porém eu e ela tive
Como curar uma ferida de ser rejeitado por uma ex ? Eu e minha ex terminamos mas porém eu e ela tivemos várias recaídas , mas meu racional me dizia que não valia a pena voltar, nossas ideias de futuro não se enquadrava( ela queria que eu aceitasse morar no porão da casa dela onde é o único espaço que daria para construir algo , se fosse para comprar um apê ou alugar algo ela disse que eu que teria que me virar sozinho por que já que tinha o porão da casa dela e eu não quis ir então eu que me virasse ,certa vez ela ameaçou terminar comigo por que eu disse que não iria na casa dela naquele dia por que eu estava cansado ,eu trabalhava e fazia faculdade, e ela disse que se caso eu não fosse ela terminaria e depois de terminar eu perguntei se ela se arrependia de ter ameaçado tá tas vezes terminar comigo se ela estava certa , e ela disse que estava certa si. Por que eu deveria dar mais prioridade a ela e disse que não se arrependia e dentre outras coisas que não concordamos ,porém paramos de ficar e ela começou a namorar com outra pessoa e eu implorei pra voltar e disse que aceitaria o que ela me propôs e que me doaria mais no relacionamento para ela enfim me aceitar de volta , estou sofrendo com isso tudo as vezes me pego angustiado mesmo sabendo lá no fundo que se eu realmente estivesse com ela não iríamos tão longe assim haja vista que ela não queria mudança alguma eu quero que essa dor passe.obs: trabalhamos no mesmo trabalho o pai dela e nosso chefe e frequentamos a mesma igreja ao qual ela irá começar a levá-lo , como esquecer como me curar disso tudo ??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A dor da rejeição costuma tocar feridas profundas ligadas à necessidade de ser aceito e reconhecido. Mesmo quando sabemos racionalmente que a relação não nos faz bem, o emocional pode continuar preso à esperança de reparação. Nesse caso, o sofrimento não vem apenas do fim, mas do que essa história representa internamente.
Buscar um espaço terapêutico pode ajudá-lo a compreender o que essa relação despertou em você e a transformar a dor em autoconhecimento. Curar-se não é esquecer o outro, mas entender o que em você ficou ferido e aprender a seguir mais inteiro.
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Como saber se o que eu sinto é amor ou somente apego aos momentos bons que o relacionamento tinha ?
Como saber se o que eu sinto é amor ou somente apego aos momentos bons que o relacionamento tinha ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Distinguir amor de apego nem sempre é simples.
Na psicanálise, compreendemos que o amor envolve também nossas histórias, faltas e idealizações; por isso, às vezes o que sentimos pode estar mais ligado à memória dos bons momentos ou ao desejo de não perder o que aquela relação representava.
O apego pode surgir como uma forma de manter viva uma parte de nós que existia naquele vínculo.
A análise oferece um espaço para olhar com mais profundidade para esses sentimentos e compreender o que, de fato, está sendo buscado nesse amor: a pessoa, a lembrança ou algo que ela simboliza em sua história.
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Eu e minha ex ficamos 1 ano e 4 meses ,porém no namoro eu não conseguir enxergar o nosso relacioname
Eu e minha ex ficamos 1 ano e 4 meses ,porém no namoro eu não conseguir enxergar o nosso relacionamento indo para frente no quesito casamento ! Porém depois de terminar ficamos 2 anos tendo recaídas , logo após os dois anos ela se afastou e disse que estava conhecendo outro pessoa , depois de saber disso eu fiquei extremamente chateado e comecei a fazer o que eu nunca achei que iria fazer , comecei a mandar mensagem implorando para voltar , prometi até casamento, como explicar esse sentimento de querer voltar para uma pessoa que lá no fundo eu não a amo ! Mas gostaria de tentar novamente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Situações como essa são mais comuns do que parecem. Às vezes, o término faz surgir sentimentos que não estavam claros durante o relacionamento.
Na psicanálise, entendemos que o desejo nem sempre segue a lógica racional; ele pode estar ligado a faltas, repetições e vínculos inconscientes que nos levam a buscar novamente algo que, ao mesmo tempo, parece não nos satisfazer.
Esse movimento de querer voltar, mesmo sem ter certeza do amor, pode revelar algo sobre a dificuldade de lidar com a perda, o vazio ou a sensação de rejeição.
A análise oferece um espaço para compreender o que, de fato, está em jogo nesse desejo; se é a pessoa, a história, ou algo mais profundo que se repete em suas relações.
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Perguntas frequentes
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Olá. Atualmente uso Vortioxetina 20mg, Venvanse 50mg e Aripiprazol 0,5mg. Tenho sentido que minha an
Olá! Primeiramente sobre a ansiedade. Embora a vortioxetina seja eficaz para…