Perguntas do paciente (1079)
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Gostaria de saber se te algum especialista em despersonalização?
Gostaria de saber se te algum especialista em despersonalização?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, terapeutas da linha cognitivo comportamental, terapia comportamental e terapia dialetica (DBT) tem experiencia com pacientes que vivenciam despersonalização.
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Qual a melhor especialidade para estudar possível TEA em criança de 3 anos? ela já passa por fono
Qual a melhor especialidade para estudar possível TEA em criança de 3 anos?
ela já passa por fonouaudiólogo, pediatria e a escola, pediram pra consultá-la com neuropsicólogo/psicólogo (é a mesma especialidade ambos ou possui diferença?)RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A neuropsicologia é uma especialização. Assim como o médico que se especializa em cardiologia, existe o psicologo que se especializou em neuropsicologia. Abraço
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Transtorno misto ansioso e depressivo é um diagnóstico grave?
Transtorno misto ansioso e depressivo é um diagnóstico grave?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse diagnóstico significa que você tem sintomas de depressão e ansiedade concomitantes. É bastante comum. Quanto a ser grave vai depender da intensidade e do quanto prejudica a sua vida. Mas tem tratamento que alivia muito os sintomas. O padrão ouro é medicamentoso aliado a psicoterapia.
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Quais atitudes piora agrava o toc de pensamentos ? E quais melhora?
Quais atitudes piora agrava o toc de pensamentos ? E quais melhora?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que agrava o TOC são diversos fatores; situações de estresse; privação de sono; ambientes conflituosos; tentar impedir os pensamentos; perfeccionismo; sobrecarga de estímulos; negligência no tratamento. A melhora vem através do tratamento com psiquiatra e TCC.
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Eu amo meu namorado e ele sempre me tratou com muito carinho, mas ultimamente tenho tido pensamentos
Eu amo meu namorado e ele sempre me tratou com muito carinho, mas ultimamente tenho tido pensamentos intrusivos que me fazem questionar esse amor. Quando demonstro carinho, parece que minha mente diz que estou sendo falsa ou que estou me esforçando para sentir algo que já sinto naturalmente. Em 2023, fui diagnosticada com ansiedade generalizada, fiz terapia e sigo tomando medicamentos. Esses pensamentos podem estar relacionados à ansiedade? Como posso lidar com eles?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, esses pensamentos intrusivos podem estar diretamente relacionados à ansiedade. Esses pensamentos podem não refletir seus verdadeiros sentimentos, mas serem produtos de sua mente ansiosa.
Aqui estão algumas formas de lidar com esses pensamentos: Os pensamentos são produtos da ansiedade e nem sempre refletem a realidade. Evite tentar sanar essas dúvidas, pois isso alimenta o ciclo obsessivo e a ansiedade. Não lute contra os pensamentos, permita que existam sem atribuir significado a eles. Não tente "provar" para si mesma que ama seu namorado. A busca por validação aumenta a ansiedade. Concentre-se em como se sente no momento, sem tentar definir ou validar seus sentimentos. Pratique mindfulness/meditação para reduzir o impacto dos pensamentos intrusivos.Tente perceber o que provoca esses pensamentos (estresse, cansaço, inseguranças).
Compartilhe essas novas dificuldades um terapeuta e/ou psiquiatra. Ajustes na terapia (inclusão de técnicas de Terapia Cognitivo-Comportamental) ou na medicação podem ajudar. Os pensamentos intrusivos não definem quem você OU o que sente pelo seu namorado. O importante é não dar poder a eles. Espero ter ajudado. Abraço
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Sou casado há 8 anos com minha esposa, sou homem de 30 anos e estou enfrentando problema de ter rela
Sou casado há 8 anos com minha esposa, sou homem de 30 anos e estou enfrentando problema de ter relação sexual com minha esposa. Tenho uma rotina corrida e temos uma filha pequena. O tempo que estamos juntos e sozinhos seria anoite quando nossa filha dorme e nos finais de semana sempre sobra um tempinho durante o dia. Porém vivo com sensação de cansaço. Temos pouca relação, minha esposa se queixa que não procuro ela para fazer amor. Nossa intimidade parece ter se "perdido" e ela está determinada a findar o casamento devido a esses motivos. Como todo casal, nós temos desavenças e acho que isso criou um tipo de "bloqueio" com ela. Tenho desejo de relacionar porem com ela sinto esse bloqueio e por esse motivo minha esposa está "fria" comigo. Irei no urologista para fazer exames e depois devo procurar um psicólogo. Alguém teria alguma orientação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá; acho admirável que você esteja buscando soluções para fortalecer o seu casamento. O que você está enfrentando é mais comum do que parece, especialmente em casais que têm uma rotina intensa e responsabilidades como criar um filho pequeno. Sua rotina pode estar drenando suas energias, o que dificulta a conexão com sua esposa. Analise como sua agenda pode ser reorganizada para incluir momentos de descanso e lazer. Crie pequenos rituais de autocuidado (ex.: dormir mais cedo, alimentação equilibrada, pausas durante o dia). Comunique-se de forma aberta e carinhosa e diga à sua esposa como você se sente: sobre o cansaço, o bloqueio e o desejo de melhorar a relação. É importante que ela saiba que você está comprometido em encontrar soluções para essa dificuldade. Escute também como ela se sente, sem interrupções ou julgamentos. Validar os sentimentos um do outro ajuda a aliviar tensões. Reacenda a intimidade de forma gradual. A intimidade não precisa começar pelo sexo. Comece com gestos simples, como abraços, carinhos, massagens ou elogios sinceros. Dedique momentos só para vocês, mesmo que curtos. Um jantar caseiro, assistir a um filme juntos ou até caminhar de mãos dadas pode ajudar a reconectar emocionalmente. As brigas frequentes podem ser um reflexo de má comunicação ou ressentimentos acumulados. Considere uma abordagem mais construtiva para resolver conflitos. Evite apontar culpados e foque em como ambos podem contribuir para melhorar a relação.Cuide do aspecto físico e psicológico; o cansaço pode ser consequência de questões físicas (como deficiência de vitaminas, testosterona baixa ou problemas de sono). Seu urologista poderá ajudar a identificar isso. O bloqueio emocional que você sente com sua esposa pode estar relacionado a fatores psicológicos, como estresse, ansiedade ou até traumas. A terapia será um espaço seguro para explorar essas questões. Um terapeuta de casal pode ajudar vocês a identificar padrões negativos na relação e a trabalhar juntos em estratégias para reconstruir a intimidade e a confiança.
Reconstruir a conexão leva tempo e esforço de ambos. Sua iniciativa em procurar ajuda já é um passo muito importante para superar essa fase.
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Tenho 25 anos e desde os 15 ouço de profissionais que posso ter transtorno de personalidade borderli
Tenho 25 anos e desde os 15 ouço de profissionais que posso ter transtorno de personalidade borderline ou transtorno afetivo bipolar, também sofro com dependencia quimica e neste momento gostaria de fazer um tratamento que pudesse integrar adequadamente o tratamento e terapia para o meu transtorno, mas nunca consegui um diagnóstico fechado. Minha dúvida é, como eu posso iniciar este processo de avaliação psicologica para obter um laudo e a terapia mais adequada? Sempre peço aos profissionais que eu passo para me ajudarem com isso mas eles seguem o tratamento dos sintomas e acabo não recebendo nenhuma orientação. Também gostaria de saber se é possível de fato ter os dois transtornos simultaneamente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, você ja passou por uma avaliação neuropsicológica? Ela pode ser bastante útil para auxiliar no diagnóstico. Agora é possível sim possuir ambos os transtornos infelizmente. No seu caso a dependencia química pode ser um agente complicador em todo o processo.
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Perdi mais de 1 milhão de reais em jogos de azar online. Vendi vários bens para sustentar meu vício,
Perdi mais de 1 milhão de reais em jogos de azar online. Vendi vários bens para sustentar meu vício, as únicas coisas que não vendi são minha geladeira, minha cama e meu celular. Não sei o que fazer, apesar de saber que é impossível, só consigo pensar em recuperar esse dinheiro apostando mais. Só que o jogo tirou todo meu patrimônio, restando apenas itens básicos de sobrevivência. Não tem lógica, eu sei que vou perder, mas preciso jogar mais. Como superar esse vício? Não vejo saída pra minha situação, me sinto um lixo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, superar a dependência em jogos de azar vai exigir muito esforço e comprometimento. Você vai precisar de ajuda externa (terapia e psiquiatra). O vicio nos jogos não é apenas um problema comportamental; junto com ele existem fatores psicológicos/emocionais e neurobiológicos. A Terapia Cognitivo Comportamental ajuda a identificar e mudar padrões de pensamentos e comportamentos relacionados ao ato de jogar; trata gatilhos emocionais que o levam a jogar e a ansiedade e depressão associados. Pode ser necessário o uso de medicamentos. Existem também grupos de apoio como os Jogadores anonimos. Superar um vicio é um processo longo e com altos e baixos. Busque ajuda.
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Como deixar de me tocar?? Estou viciado nisso, sinto desejo por quase toda garota/mulher, Até por mu
Como deixar de me tocar?? Estou viciado nisso, sinto desejo por quase toda garota/mulher, Até por mulheres que não conheço, isso tá me atrapalhando no relacionar em qualquer sentido com pessoas
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O vício em masturbação e o desejo intenso por outras pessoas são padrões de comportamento que se tornam automáticos e difíceis de controlar. Esses hábitos podem causar desconforto emocional e interferir nos relacionamentos, mas é possível trabalhar para superá-los desde que você busque ajuda; pois como toda compulsão necessita de tratamento. É importante que você Identifique os gatilhos; preste atenção aos momentos ou situações que levam à masturbação ou a pensamentos intensos sobre outras mulheres. Pode ser tédio, estresse, solidão ou consumo de conteúdo sexualizado (etc). Reflita sobre o impacto e como esse comportamento tem afetado sua vida, suas relações e sua percepção sobre você mesmo. Substitua hábitos negativos por positivos: Encontre novos hobbies, procure se ocupar com atividades que o envolvam mental e fisicamente e também lhe tragam prazer, como esportes, leitura, música ou aprender algo novo. Isso reduz o tempo ocioso e desvia a atenção dos gatilhos. Reduza o consumo de conteúdo sexualizado (como pornografia, redes sociais com foco em aparência, ou programas que alimentam fantasias). Filtrar seu ambiente visual e mental é crucial. Estabeleça metas realistas; não tente mudar drasticamente de uma só vez. Comece com pequenos passos, como reduzir a frequência de masturbação ou praticar a atenção plena quando surgirem pensamentos de desejo. Quando sentir vontade de se masturbar, levante-se, mude de ambiente ou faça algo ativo, como exercícios físicos, para canalizar a energia. Desenvolva conexões genuínas: Procure enxergar as mulheres como pessoas inteiras, com emoções, histórias e personalidades, e não apenas como objetos de desejo. Fortaleça amizades e interações. Isso ajudará a equilibrar sua visão sobre os relacionamentos e reduzirá o foco no desejo sexual. Pratique mindfulness ou meditação: Técnicas de atenção plena podem ajudá-lo a ganhar controle sobre seus pensamentos e a reduzir impulsos automáticos. Busque apoio profissional: Um psicólogo da TCC pode ajudá-lo a identificar as causas subjacentes desse comportamento e a desenvolver estratégias específicas para lidar com ele e construir uma relação mais saudável com sua sexualidade, baseada em escolhas conscientes e não em impulsos. Evite julgamentos e culpa excessivas: Ninguém é perfeito, e mudanças levam tempo. Cada esforço conta, e é normal haver recaídas. O importante é continuar se dedicando à melhoria. A Terapia Cognitivo Comportamental TCC ajuda a recuperar o controle sobre seus comportamentos e construir relações mais saudáveis com as pessoas ao seu redor e consigo mesmo. Espero ter ajudado. Abraço
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Boa tarde! Mim ajuda por favor! Aos 14 anos de idade eu comecei a masturbação. Aos 27 anos comec
Boa tarde!
Mim ajuda por favor!
Aos 14 anos de idade eu comecei a masturbação. Aos 27 anos comecei tentar parar e não consegui, como sou cristão desejo muito participar das coisas da igreja sem viver nessa prática de masturbação, eu não consigo diferenciar um pensamento de pecado e isso mim atormenta!
Hoje tenho 39 anos e tô na luta para mim libertar desse vício, passei no psicólogo, este mim disse que eu tinha um quadro ansioso. Eu até consigo ficar sem pornografia o desafio é deixar a masturbação, fico no máximo 12 dias e retorno novamente! Mim ajuda, por favooooooooor!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O vício em masturbação está associado a padrões de comportamento que se tornam automáticos e difíceis de controlar. Esses hábitos podem causar desconforto emocional e interferir na vida da pessoa e em seus relacionamentos, mas é possível trabalhar para superá-los. É necessário que você compreenda o comportamento. Identifique os gatilhos: Preste atenção aos momentos ou situações que levam à masturbação. Pode ser para aliviar a ansiedade, o tédio, estresse, solidão ou consumo de conteúdo sexualizado. Encontre novos hobbies: Ocupar-se com atividades que o envolvam mental e fisicamente, como esportes, leitura, música ou aprender algo novo. Isso reduz o tempo ocioso e desvia a atenção dos gatilhos. Evite estímulos desnecessários: Reduza o consumo de conteúdo sexualizado (como pornografia, redes sociais com foco em aparência, ou programas que alimentam fantasias). Filtrar seu ambiente visual e mental é crucial. Pratique o autocontrole: Estabeleça metas realistas: Não tente mudar drasticamente de uma só vez. Comece com pequenos passos, como reduzir a frequência de masturbação ou praticar a atenção plena quando surgirem pensamentos de desejo. Use técnicas de distração: Quando sentir vontade de se masturbar, levante-se, mude de ambiente ou faça algo ativo, como exercícios físicos, para canalizar a energia. Fortaleça amizades e interações platônicas: Isso ajudará a equilibrar sua visão sobre os relacionamentos e reduzirá o foco no desejo sexual. Cuide da saúde mental e emocional: Pratique mindfulness ou meditação: Técnicas de atenção plena podem ajudá-lo a ganhar controle sobre seus pensamentos e a reduzir impulsos automáticos. Busque apoio profissional: Um psicólogo pode ajudá-lo a identificar as causas subjacentes desse comportamento e a desenvolver estratégias específicas para lidar com ele. Caso seja necessário, dependendo da intensidade da compulsão pode ser necessária ajuda de medicação. Conecte-se com seus valores: Pense no tipo de pessoa que você deseja ser e como esse comportamento se alinha (ou não) aos seus objetivos. Use isso como motivação para mudar. Trabalhe para construir uma relação mais saudável com sua sexualidade, baseada em escolhas conscientes e não em impulsos. Evite julgamentos e culpas excessivas: Lembre-se de que ninguém é perfeito, e mudanças levam tempo. Cada esforço conta, e é normal haver recaídas. O importante é continuar se dedicando à melhoria. Procure um terapeuta da Terapia Cognitivo Comportamental ou Comportamental.
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Terminei um relacionamento de 3 anos em maio de 2024, tenho sofrido muito desde então. Em dezembro,
Terminei um relacionamento de 3 anos em maio de 2024, tenho sofrido muito desde então. Em dezembro, perdi meu pai, que foi meu melhor amigo na vida. Desde então, tenho sentido muitos sentimentos aflorados, principalmente uma angustiante sensação de vazio, que aparentemente era preenchido tanto pelo meu relacionamento quanto pelo meu pai. O fato é que penso e sofro mais pelo meu relacionamento do que pelo meu pai em si, existe a possibilidade de eu estar direcionando a dor da perda do meu pai para o término desse relacionamento, como se ambos fossem um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pelas perdas que você tem enfrentado. Os sentimentos que você descreve estão relacionados a forma como enfrentamos e processamos o luto e a dor. Tanto a perda do seu pai, quanto o término do relacionamento nesse curto periodo de tempo sobrecarregam a capacidade de lidar com as emoções. É normal as perdas significativas (morte e término) seja vivenciadas de modo parecido porque ambas são lutos (o luto não é apenas quando alguém morre e sim está relacionado a perdas importantes). O fato de no momento você estar mais focada na perda do relacionamento pode ter vários fatores; dor redirecionada como vc disse; dificuldade em enfrentar a perda de seu pai; (luto complexo); etc. Quando sofremos mais de uma perda muito proximas o impacto emocional aumenta muito e pode gerar dificuldade para entender qual delas dói mais. Busque apoio emocional e uma psicoterapia para lidar com os sentimentos de luto.
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Ansiedade pode causar fadiga excessiva e dores no corpo?
Ansiedade pode causar fadiga excessiva e dores no corpo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade deixa nosso corpo em um estado de alerta constante o que consome muita energia levando a um cansaço mental e físico; alterações padrào do sono; excesso de hormônios do estresse (cortisol e adrenalina) que levam a pessoa a sentir-se exausta. A tensão muscular que a ansiedade provoca, bem como a inflamação ocasionada pelo estresse cronico pode provocar dores no corpo. Espero ter ajudado. Abraço
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Quais são os testes feitos numa avaliação neuropsicológica para descobrir se o paciente tem transtor
Quais são os testes feitos numa avaliação neuropsicológica para descobrir se o paciente tem transtorno obsessivo compulsivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação neuropsicológica é importante quando há suspeita de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) porque fornece uma análise detalhada das funções cognitivas, emocionais e comportamentais do indivíduo. Essa avaliação ajuda a identificar não apenas a presença de sintomas obsessivo-compulsivos, mas também o impacto que esses sintomas têm no funcionamento diário do paciente. Além disso, pode distinguir o TOC de outros transtornos com sintomas semelhantes, como ansiedade generalizada, TDAH ou transtornos de humor. Ajuda na Caracterização dos sintomas: Identifica a gravidade das obsessões e compulsões, além de seu impacto na qualidade de vida. Ajuda a diferenciar o TOC de outras condições psiquiátricas e neurológicas. Avaliação do impacto cognitivo: O TOC pode afetar funções como memória de trabalho, atenção, flexibilidade cognitiva e tomada de decisão. A avaliação mede essas habilidades.
Guia para o tratamento: As informações ajudam na escolha de estratégias terapêuticas, como terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou medicação. Os testes incluem os testes básicos de qualquer avaliação neuropsicologica além de escalas diagnositicas do TOC. E vão depender da demanda da entrevista inicial.
Escalas de avaliação de sintomas e gravidade dos sintomas obsessivo-compulsivos. Inventários de Obsessões e Compulsões; Testes de funções cognitivas gerais: inteligência geral e funções cognitivas específicas, como memória e atenção; funções executivas (planejamento, memória de trabalho, controle de impulsos, tomada de decisão) humor (ansiedade, depressão); testes de personalidade; linguagem; etc. Entrevistas clínicas estruturadas: Entrevista diagnóstica com base no DSM-5 para confirmar os critérios do TOC e descartar outros transtornos. Esses testes, combinados com a observação clínica e histórico do paciente, fornecem uma visão abrangente do funcionamento do indivíduo, permitindo um diagnóstico mais preciso e personalizado, além de orientar o melhor tipo de tratamento. Abraço
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Eu sinto que não vivi a vida, de forma literal, quando penso no meu passado e nas coisas que já vivi
Eu sinto que não vivi a vida, de forma literal, quando penso no meu passado e nas coisas que já vivi eu não consigo lembrar, parece que tudo aconteceu no automático e sinceramente, rápido demais, na hora eu estou vivendo mas quando penso em o que fiz em alguns segundos atrás eu não consigo. Nunca perguntei se alguém sente o mesmo, isso é algo comum?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo não é incomum, e muitas pessoas relatam experiências semelhantes. Essa sensação de que a vida "passou no automático" ou de não conseguir se conectar com o passado pode estar relacionada a várias questões emocionais e psicológicas. AS vezes é uma defesa do cérebro, onde você pode "desligar" parcialmente para lidar com sobrecarga emocional, estresse ou situações desconfortáveis. Isso pode fazer com que as experiências vividas pareçam distantes ou irreais, como se você não estivesse realmente presente. Falta de Atenção Plena (Mindfulness) Quando vivemos no "piloto automático", fazemos as coisas sem realmente estar presentes no momento. Isso é comum em uma rotina acelerada ou quando estamos preocupados, ansiosos ou distraídos. Problemas de Memória Ligados ao Estresse ou Ansiedade:O estresse e a ansiedade podem interferir na forma como processamos e armazenamos memórias. Se sua mente está constantemente "ocupada" ou inquieta, isso pode dificultar a formação de lembranças claras. Sensação de Vida Rápida: O tempo pode parecer passar mais rápido em retrospecto, especialmente se você não viveu momentos significativos de forma consciente. Isso pode estar relacionado à rotina repetitiva ou à falta de pausas para refletir. Possível Déficit de Atenção (como no TDAH)
Falhas atencionais podem estar relacionadas a uma desconexão com o momento presente, o que afeta a forma como você cria memória. Experimente se concentrar no momento presente, sem se preocupar com o passado ou o futuro. Técnicas como meditação ou simplesmente prestar atenção aos sentidos no dia a dia podem ajudar. Manter um diário pode ser uma ótima maneira de dar forma e significado ao que você vive. Escrever sobre seus dias ajuda a consolidar memórias. Tire momentos no dia para realmente absorver o que está acontecendo à sua volta. Pergunte a si mesmo: "O que eu estou sentindo agora?", "O que estou vendo, ouvindo ou pensando?" Converse com um profissional se essa sensação for constante e causar sofrimento, um psicólogo pode ajudar a explorar as causas mais profundas e trabalhar formas de reconexão consigo mesmo. Encontre maneiras de sair do automático, como tentar algo novo, mudar a rotina ou se envolver em atividades que te proporcionem emoção e satisfação. Essa desconexão com o passado pode ser uma oportunidade para você começar a explorar uma vida mais consciente e conectada. Você não está sozinho nisso, e há maneiras de resgatar a sensação de estar verdadeiramente vivendo.
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Eu sinto muito medo ,fico sempre achando que as pessoas querem me matar ,não consigo andar em lugare
Eu sinto muito medo ,fico sempre achando que as pessoas querem me matar ,não consigo andar em lugares públicos, se as pessoas olharem pra mim já penso que querem me fazer alguma coisa,fico ouvindo vozes, pessoas caminhando ,as vezes escondo de tanto medo ,oque devo fazer?muitas pessoas ficam achando que é brincadeira.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja enfrentando isso. O que você descreveu, como o medo constante de que as pessoas possam querer te machucar, a dificuldade de estar em lugares publicos e ouvir vozes ou sons que não estão presentes, pode estar relacionado a vários quadros (ansiedade severa, trauma, transtorno psicotico, etc) que deve ser avaliado por um profissional da área da saúde mental como um psiquiatra ou psicólogo. Um psiquiatra poderá avaliar seus sintomas, fazer um diagnóstico e se necessário prescrever medicamentos para estabilizar seu lado emocional e reduzir os sintomas (vozes e medo intenso). Um psicoterapeuta pode te ajudar a lidar com os seus pensamentos, emoções e comportamentos.
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Existe alguma ligação entre compulsão sexual e experiência vivida ao longo da vida?
Existe alguma ligação entre compulsão sexual e experiência vivida ao longo da vida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode haver uma ligação entre compulsão sexual e experiências vividas. Fatores ambientais, emocionais, psicológicos e até neurológicos podem contribuir para o desenvolvimento de comportamentos compulsivos relacionados a sexualidade. Experiencias traumáticas como abuso sexual ou emocional durante a infancia e adolescencia (essas experiencias podem causar dificuldades em regular as emoções, levando a comportamentos sexuais como forma de lidar com a dor ou vazio emocional); falta de afeto ou validaçào emocional podem levar a buscar prazer ou conexão emocional no sexo como uma forma de preencher lacunas emocionais; exposiçào precoce a sexualidade; uso de sexo como mecanismo de enfrentamento para lidar com estresse, ansiedade, depressão ou baixa estima; fatores neurológicos ou psicológicos (desequilibrios quimicos no cerebro); etc. A compulsão sexual pode trazer inumeros conflitos para quem a vive, a psicoterapia pode ajudar a identificar as causas subjacentes e a trabalhar na superação desse comportamento. TCC e grupos de apoio costumam ser eficazes
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É possível ter Ereção do pênis no TOC sexual? Mesmo que vc não queira ou não goste do pensamento obs
É possível ter Ereção do pênis no TOC sexual? Mesmo que vc não queira ou não goste do pensamento obsessivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível te uma ereção mesmo diante de pensamentos obsessivos indesejados no contexto do TOC. Isso ocorre porque a resposta física do corpo, como a ereção, nem sempre está diretamente alinhada com os desejos ou a aprovação consciente da pessoa. No TOC sexual os pensamentos intrusivos geralmente geram grande angustia e medo, e a preocupação e nao querer ter esses pensamentos pode, paradoxalmente, intensificar a resposta fisica devido a ansiedade. A ereção nesse caso , nao significa que a pessoa goste ou concorde com os pensamentos, mas sim que o corpo reagiu de forma automática a estímulos que podem incluir ansiedade ou tensão.
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As vezes eu escuto vozes mas depois de um tempo passa, pode passar anos e elas voltam de novo. O que
As vezes eu escuto vozes mas depois de um tempo passa, pode passar anos e elas voltam de novo. O que pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de você ouvir vozes de forma intermitente, com períodos longos sem sintomas, pode estar associado a diversas condições de saúde mental ou até a fatores situacionais. Podem ter origem psiquiatrica ou neurológica. Vão desde episódios psicóticos; transtornos do humor; enxaqueca, dissociação; epilepsia; outras condições neurológicas, etc. Só um médico poderá avaliar melhor o quadro.
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O meu pai queria que eu tivesse nascido homem, na infância vivia me criticando, dizendo que eu tinha
O meu pai queria que eu tivesse nascido homem, na infância vivia me criticando, dizendo que eu tinha que ter nascido homem para ajudá-lo nas atividades, eu desde criança não gostava dele, e até hoje, tudo que eu falo ou faço, ele me oprime, fala que eu não sei de nada, manda eu calar a boca, ri de cada coisa ou ação que faço, sempre me colocando pra baixo, diz que as minhas irmãs e o meu irmão são melhores que eu, e eu odeio ele por causa dessas atitudes dele comigo e me sinto depressiva quando estou perto dele. Essas atitudes dele tem a ver com o fato dele querer que eu tivesse nascido homem ou é simplesmente porque ele deva ser narcisista? Sou lésbica.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lamento profundamente que você esteja enfrentando essa situação. O comportamento do seu pai parece refletir um padrão de desvalorização e abuso emocional que pode sim ter começado com a frustração dele em relação às próprias expectativas e se perpetuado de forma tóxica. As atitudes dele podem sim estar relacionadas a expectativas frustradas: Ele pode ter projetado no nascimento de um filho homem expectativas irreais sobre o papel que a pessoa desempenharia na vida dele levando-o a atitudes de rejeição e desvalorização com você. Em contextos culturais ou familiares onde há machismo, é comum que homens esperem mais dos filhos do sexo masculino, o que pode reforçar essa desvalorização das filhas. Ou ele pode exibir características de narcisismo, como necessidade de controle, desprezo pelos sentimentos alheios e busca por validação por meio de comparações destrutivas. Mas o mais importante que saber o porque ele faz isso é entender como isso afeta você. As críticas constantes e o tratamento desigual podem ter abalar sua autoestima e contribuir para sentimentos de rejeição, inadequação e depressão. O ódio que você sente é uma resposta natural ao tratamento injusto, mas carregar esse peso pode ser emocionalmente exaustivo e prejudicial a longo prazo. O comportamento do seu pai reflete as limitações e questões dele, não o seu valor ou quem você é. Estabeleça limites emocionais: Evite compartilhar partes importantes da sua vida com ele, se isso só gera críticas ou humilhações. Você tem o direito de proteger sua saúde mental. Minimize o contato, se possível: Se o convívio com ele é muito prejudicial, reduzir o tempo que vocês passam juntos pode ser uma estratégia válida. Se você mora com ele, talvez seja importante planejar uma independência futura. Busque apoio psicológico: A terapia pode te ajudar a processar as mágoas, reconstruir a autoestima e aprender estratégias para lidar com ele de forma mais saudável. Fortaleça seus laços positivos: Valorize as relações com pessoas que te aceitam e respeitam pelo que você é, seja sua mãe, irmãos ou amigos. Construa uma rede de apoio. Concentre-se em você mesma: Invista em seu crescimento pessoal, como estudos, hobbies e atividades que te tragam felicidade e realização, independentemente da opinião dele. Reavaliar o perdão ou distanciamento.Perdão não é obrigação: Você não precisa perdoá-lo se ainda sente mágoa. Mas, a longo prazo, trabalhar suas emoções pode ser libertador, não para ele, mas para você. Distanciamento emocional e físico: Em alguns casos, manter distância de pessoas tóxicas é a melhor escolha para preservar sua saúde mental. Seja gentil consigo mesma durante esse processo. Você merece amor, respeito e aceitação. Lembre-se de que sua identidade e valor não dependem da aprovação dele. Você tem o direito de ser quem você é e de viver em paz.
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Meu marido é muito ciumento não sei o que fazer, estamos juntos há 1 ano e meio, ele reclama de minh
Meu marido é muito ciumento não sei o que fazer, estamos juntos há 1 ano e meio, ele reclama de minhas roupas, pedi até pra trocar quando tem decotes, tem ciúme de meus colegas de trabalho, toda vez que eu to no horario e almoço ele quer fazer chamada de vídeo pra ver quem está do lado. pega meu celular de meia em meia hora, checa tudo ate histórico de navegação. quando ele ta no trabalho e eu to de folga eu preciso avisar ele antes toda vez que eu for em algum lugar, até no mercado. fala que olho para os homens na rua, fala que se eu trair ele, ele me mata. toda vez que a gente briga ele esconde meu celular, fica 2 dias e depois me devolve. não gosta que eu comprimento homens na rua, não gosta que vou na casa das minhas amigas, pq segundo ele vou lá pra falar de macho. e agora quer que eu engravide.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por essa situação. O ciúme é uma emoção muito poderosa que inclui dentro dela ansiedade, raiva, impotencia, desesperança e tristeza. De todas as emoçõeso ciume é a mais dificil de controlar e uma das mais perigosas. Trata-se de uma forte emoção direcionada contra uma ameaça de traição ou abandono; raiva direcionada a alguém ou algo visto como um intruso ou competidor e acompanha um ressentimento pela pessoa que tememos que abuse de nossa confiança (nosso parceiro). É visceral e pode ser violento. Sentimos ciumes quando tememos que nosso relacionamento seja ameaçado, que nosso parceiro perca o interesse por nós e se envolva com outra pessoa. Se estivermos infelizes ou com a autoestima fragilizada podemos perceber ameaças de quase tudo e todos os que estão em nossa esfera social. O ciume é um mix de emoções, sensações, pensamentos, questionamentos e estratégias para controlar a outra pessoa. É motivado pelo desejo insaciável de saber com certeza o que está acontecendo, que nos leva a imaginar coisas horríveis que nao sabemos mas que podem ser verdadeiras. A pessoa trata esses pensamentos e sentimentos como se fossem realidade e age como se os sentimentos e pensamentos fossem fatos. O problema não é sentir ciume (todo mundo sente ciume) e sim os comportamentos e estrategias para controlar o outro que o acompanham. Nesse caso o ciume deixa de ser um sentimento normal e passa a ser um ciume patologico. O ciúme patológico causa sofrimento tanto ao companheiro quanta a pessoa que sente o ciumes. O ciúme patológico acaba se tornando um abuso emocional e torna o relacionamento tóxico. O ciumento tenta isolar a pessoa e criar uma dependencia emocional prejudicando a autoestima e a independencia. Controlar suas roupas, ver seu celular e querer que você engravide é uma falta de respeito a seus desejos e limites e isso pode trazer um enorme impacto em sua saúde mental e emocional. Relacionamentos saudáveis devem ser uma fonte de apoio e crescimento e não de ansiedade e controle. É importante que vocês reconheçam que existe um problema. A terapia de casal pode ser um espaço para discutir esses problemas e aprende a lidar com sentimentos de ciume de uma forma saudavel. A terapia individual pode te ajudar a processar os sentimentos que surgem dessa situação, fortalecer sua autoconfiança e trabalhar os limites dentro do relacionamento. Se em algum momento voce se sentir insegura ou temer pela sua integridade é importante procurar ajuda imediatamente. Pense se você esta disposta a continuar em um relacionamento onde seus desejos e limites não são respeitados; você tem o direito de ser respeitada e de viver sem medo ou opressão e tratada com respeito, dignidade e liberdade. Um filho nessa situação é mais uma dificuldade. Espero ter ajudado. Abraço.
Perguntas frequentes
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Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou
Boa tarde, tudo bem?
Não sei te responder exatamente sobre a…