Perguntas do paciente (106)
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Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa me
Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa mesmo? Pelo o que ela pode ser causada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade nem sempre precisa de um motivo específico para surgir, pois ela não depende apenas de fatores externos, mas também do funcionamento do cérebro e do sistema nervoso. No nível biológico, pode estar relacionada a um desequilíbrio de neurotransmissores como serotonina e noradrenalina, além de uma hiperatividade da amígdala, região responsável pelo processamento do medo.
Ela também pode ser causada por predisposição genética, histórico de estresse crônico, experiências passadas ou até hábitos de vida, como privação de sono, alimentação desregulada ou excesso de estímulos digitais.
Não é um "defeito", mas sim um mecanismo natural do cérebro que pode estar hiperativado, fazendo com que você perceba ameaças mesmo sem motivo aparente. Se a ansiedade está afetando sua qualidade de vida, buscar apoio psicológico pode ajudar a entender e regular melhor essa resposta emocional.
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Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob es
Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob estresse por causa dos incômodos da gravidez, da vida a dois e da pandemia. Devo procurar um psicólogo, psicanalista ou psiquiatra para me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Diante do estresse que você está vivenciando na gestação, o ideal é iniciar com um psicólogo clínico ou psicanalista com experiência em saúde mental perinatal. Esses profissionais podem te ajudar a lidar com as mudanças emocionais da gravidez, da vida conjugal recente e do contexto da pandemia.
Caso os sintomas estejam intensos (insônia, tristeza constante, crises de ansiedade), um psiquiatra também pode ser consultado para avaliar a necessidade de medicação segura durante a gestação. A intervenção precoce é fundamental para o bem-estar da mãe e do bebê.
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Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e r
Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e remorso? Obrigado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! Para tratar fortes sentimentos de culpa e remorso , o mais indicado é buscar uma avaliação neuropsicológica para entender melhor os fatores envolvidos nesses sentimentos. Com base nos resultados, a terapia pode ser direcionada para uma abordagem mais adequada ao seu perfil.
Diferentes abordagens podem ajudar, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) , que trabalha a reestruturação dos pensamentos autocríticos, ou a Psicanálise , que investiga a origem inconsciente da culpa. Um profissional especializado pode compreender esses sentimentos e desenvolver estratégias para lidar com eles de forma mais saudável. Se quiser iniciar esse processo, podemos conversar para encontrar a melhor opção para você.
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Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você tem dificuldade para falar com mulheres, mas não se considera tímido em outros contextos, pode ser que existam interferências limitantes ou inseguranças específicas que dificultam a interação. Uma abordagem eficaz para trabalhar isso é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) , que ajuda a identificar pensamentos automáticos negativos e padrões de ansiedade que podem estar influenciando seu comportamento.
Além disso, técnicas de exposição gradual podem ser úteis, começando com interações mais simples e aumentando a complexidade à medida que você se sente mais confortável. Melhorar habilidades sociais por meio de práticas como simulações de conversa e observar a linguagem corporal também pode facilitar esse processo. Caso a dificuldade esteja gerando sofrimento significativo, um psicólogo pode te ajudar a entender melhor a raiz do problema e desenvolver estratégias para lidar com isso de forma mais natural.
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Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer
Olá tenho dificuldade de me socializar tenho medo de reuniões com outras pessoas isso pode se dizer que é fobia social ou eu sou antissocial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve parece estar mais relacionado à fobia social (atualmente chamada de transtorno de ansiedade social), e não ao transtorno de personalidade antissocial — que é algo completamente diferente e envolve comportamentos desrespeitosos com normas sociais, falta de empatia e ausência de remorso, o que não se aplica ao seu caso.
Na fobia social, o medo está relacionado a situações em que a pessoa pode ser observada, julgada ou avaliada por outras, como em reuniões, apresentações ou até conversas simples. Esse medo costuma vir acompanhado de sintomas físicos (como tremores, suor excessivo, taquicardia) e pensamentos do tipo “vou dizer algo errado” ou “vão rir de mim”.
É diferente, por exemplo, de alguém apenas introvertido, que prefere ambientes mais calmos, mas não sente medo intenso de estar com outras pessoas. A sua consciência do incômodo e o impacto que isso causa já indicam que vale a pena procurar ajuda.
Uma avaliação neuropsicológica pode te ajudar a entender se se trata de um quadro de ansiedade social e como isso está afetando seu funcionamento. A partir disso, o tratamento pode incluir psicoterapia focada em habilidades sociais, regulação emocional e estratégias de enfrentamento.
Buscar ajuda é um passo importante — e o fato de você estar reconhecendo e questionando já demonstra coragem e desejo de mudança.
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Olá, minha mãe vem enfrentando problemas de insônia e tremores nas mãos. Isso pode ser causado por a
Olá, minha mãe vem enfrentando problemas de insônia e tremores nas mãos. Isso pode ser causado por ansiedade? Qual o profissional adequado para tratar esse tipo de problemas: Psiquiatra, psicólogo ou neurologista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Insônia e tremores nas mãos podem sim estar relacionados à ansiedade, mas também podem ter causas neurológicas, hormonais ou medicamentosas.
O ideal é começar com uma avaliação clínica completa. Você pode:
Procurar um neurologista para investigar causas orgânicas dos tremores;
Procurar um psiquiatra se houver sinais de ansiedade, depressão ou distúrbios do sono mais intensos;
Incluir um psicólogo, especialmente com experiência em avaliação neuropsicológica, para investigar o impacto emocional e cognitivo dos sintomas e planejar o tratamento psicoterapêutico.
O cuidado pode ser interdisciplinar, com os três profissionais trabalhando juntos, se necessário. Quanto mais precoce a intervenção, melhores os resultados.
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Autoestima baixa pode estar relacionada com depressão?
Autoestima baixa pode estar relacionada com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, autoestima baixa está frequentemente relacionada à depressão. Pessoas com depressão tendem a apresentar pensamentos autodepreciativos, sentimentos de inutilidade e culpa excessiva, que impactam diretamente a forma como se veem.
Do ponto de vista neurocientífico, a depressão afeta regiões cerebrais ligadas à autoimagem, motivação e regulação emocional, como o córtex pré-frontal e o sistema límbico.
Uma avaliação neuropsicológica pode ajudar a identificar esse padrão e direcionar o tratamento mais adequado, promovendo a reestruturação da autoimagem e o fortalecimento emocional.
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Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?
Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A baixa autoestima pode ser um sintoma de depressão , mas nem sempre significa que uma pessoa esteja deprimida. Na depressão, a autoestima reduzida geralmente vem acompanhada de sentimentos persistentes de desesperança, falta de energia, perda de interesse em atividades e pensamentos autodepreciativos. Se a baixa autoestima está impactando seu bem-estar e sua rotina, pode ser importante investigar com um profissional de saúde mental.
Para aumentar a autoestima, é essencial trabalhar o autoconhecimento e a autocompaixão , acompanhando suas qualidades e desafios sem autocrítica excessiva. Mudar padrões de pensamento negativo , praticar atividades que proporcionem satisfação, cuidar da saúde física e estabelecer limites de segurança nos relacionamentos também ajudam. A terapia pode ser uma ferramenta valiosa para reconstruir uma imagem mais positiva de si mesmo e desenvolver maior segurança emocional.
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Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade faz
Qual é o tipo de psicólogo que devo procurar para tratar o desânimo o choro e a falta de vontade fazer nada ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para tratar desânimo, choro frequente e falta de vontade de fazer as coisas — sintomas comuns em quadros depressivos — o ideal é procurar um psicólogo clínico e solicitar uma avaliação neuropsicológica. Essa avaliação permitirá entender se há um transtorno do humor, como a depressão, e como ele afeta seu funcionamento emocional e cognitivo.
A partir disso, o tratamento pode ser conduzido por um psicólogo com experiência em saúde mental, independentemente da abordagem, desde que respeite critérios científicos e éticos. Se necessário, o profissional poderá encaminhar também para um psiquiatra. O mais importante é iniciar o cuidado e não lidar com isso sozinho.
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Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?
Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na terceira idade , dúvidas, inseguranças e medos são comuns devido a mudanças na rotina, na saúde e nas relações sociais. O ideal é buscar um psicólogo especializado em envelhecimento , que possa ajudar a lidar com essas questões, fortalecer a autoestima e promover o bem-estar emocional.
Se os medos forem intensos e impactando a qualidade de vida, um psiquiatra pode avaliar se há necessidade de suporte medicamentoso. Grupos de apoio e atividades terapêuticas também ajudam a manter o vínculo social e a ressignificar essa fase da vida. Se precisar de um envio personalizado, podemos conversar para encontrar a melhor abordagem para você.
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Eu sou diagnosticada com TOC misto, TAG e depressão severa crônica. Tenho uma bebê de 1 ano. Essas d
Eu sou diagnosticada com TOC misto, TAG e depressão severa crônica. Tenho uma bebê de 1 ano. Essas doenças podem ser congénitas ou conviver comigo pode influencia-la?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, essas condições podem ter fatores genéticos e ambientais. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e depressão possuem hereditariedade moderada, ou seja, sua filha pode ter maior vulnerabilidade genética, mas isso não significa que ela irá desenvolver os mesmos transtornos.
O ambiente emocional e relacional também influencia muito o desenvolvimento infantil. Crianças expostas a um ambiente de insegurança emocional, instabilidade ou sobrecarga podem desenvolver dificuldades emocionais, mas, por outro lado, um ambiente com afetividade, previsibilidade e apoio psicológico pode proteger e fortalecer a saúde mental, mesmo quando a mãe tem um histórico de sofrimento psíquico.
Cuidar de você é cuidar dela. Investir em tratamento psicológico e psiquiátrico, cuidar da sua rotina e criar uma rede de apoio (familiar, profissional, social) são formas diretas de proteger o desenvolvimento emocional da sua filha.
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Tive um ataque de pânico e vivo chorando sem motivos alem da angustia que sinto. Tambem não tenho vo
Tive um ataque de pânico e vivo chorando sem motivos alem da angustia que sinto. Tambem não tenho vontade de socializar. Qual o especialista indicado para meu caso? Quem devo procurar? Psicólogo,psiquiatra ou psicanalista? estou receosa.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Diante dos sintomas que você descreve — ataque de pânico, choro frequente, angústia persistente e isolamento — o mais indicado é iniciar com um psicólogo clínico para uma avaliação detalhada do seu estado emocional. Esse profissional pode te oferecer acolhimento, escuta qualificada e estratégias iniciais para lidar com o sofrimento.
Se houver indicação, o psicólogo pode encaminhar para um psiquiatra, especialmente se os sintomas forem intensos ou houver necessidade de suporte medicamentoso. A psicanálise também pode ser uma opção terapêutica, se você busca um aprofundamento emocional mais longo.
Mas o mais importante agora é não adiar. Procure um psicólogo com quem você se sinta segura — isso já é um passo importante. A sua dor tem sentido, e você merece cuidado
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Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algu
Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algumas ocasiões festivas com amigos. Estou no período da menopausa e por vezes sinto vontade de me isolar. A leitura me distrai e muitas vezes exagero no tempo dedicado a ela.
Isso é um problema neurológico?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sintomas que você descreveu – irritabilidade, impaciência, falta de motivação e desejo de isolamento – são comuns na menopausa , principalmente devido às alterações hormonais, especialmente a redução do estrogênio, que impacta neurotransmissores como serotonina e dopamina , influenciando o humor e a motivação.
Embora não seja necessariamente um problema neurológico , essas mudanças podem desencadear sintomas psicológicos semelhantes à depressão ou ansiedade. O excesso de leitura pode funcionar como um mecanismo de fuga para evitar interações sociais que, no momento, parecem desgastantes.
Se esses sintomas estão afetando sua qualidade de vida, é importante conversar com um médico para avaliar se há necessidade de reposição hormonal ou outras intervenções. Além disso, o acompanhamento psicológico pode ajudar a lidar com as mudanças emocionais e desenvolver estratégias para manter um equilíbrio saudável na rotina. Exercícios físicos, boa alimentação e técnicas de relaxamento também podem contribuir para o bem-estar nesse período de transição.
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não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n
não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você sente dificuldade em manter conversas com sua mulher, pode ser útil primeiro entender o que está acontecendo. Pode ser um problema de atenção , onde sua mente se dispersa facilmente, ou um reflexo de falta de conexão emocional , talvez por estresse, cansaço ou padrões de comunicação habituais.
Uma estratégia eficaz é praticar a escuta ativa , focando em não que ela diga sem antecipar respostas ou se deixe levar por distrações internas. Tente reformular o que ela fala para garantir que entendeu bem, algo como: "Então, você quis dizer que..." . Isso ajuda a manter o foco e demonstrar interesse. Se perceber que está disperso, peça para ela repetir ou tente se reconectar deliberadamente ao momento.
Se o problema persistir e afetar a relação, pode ser interessante explorar isso com um terapeuta para entender melhor os motivos dessa desconexão e desenvolver estratégias para melhorar a comunicação.
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Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?
Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a psicoterapia pode ser extremamente benéfica para uma pessoa de 75 anos. O envelhecimento traz desafios emocionais, como luto, mudanças na rotina, adaptações à aposentadoria e possíveis questões de saúde, e a terapia pode ajudar a lidar com essas transições de forma mais equilibradas. Além disso, você pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida, proporcionando um espaço seguro para expressar emoções, fortalecer a autoestima e estimular a cognição. Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia de Suporte são práticas de promoção do bem-estar em idosos. Nunca é tarde para investir na saúde mental.
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Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para tratar a timidez e a insegurança , o ideal é procurar um psicólogo que tenha experiência no desenvolvimento de habilidades sociais, autoestima e regulação emocional. As abordagens podem ser específicas, dependendo do que melhor se adapta ao seu perfil e necessidades.
Um profissional pode ajudar a identificar os fatores que mantêm a timidez, explorar padrões de pensamento e comportamento que são recomendados para a insegurança e trabalhar estratégias para fortalecer sua autoconfiança. O mais importante é encontrar um psicólogo com quem você se sinta confortável e que ofereça um plano terapêutico adequado à sua realidade.
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Um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família?
Um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família, mas isso exige cautela, ética e técnica . O Código de Ética do Psicólogo orienta que o profissional evite situações que possam gerar conflitos de interesses ou comprometer a neutralidade no atendimento.
Se o objetivo é terapia familiar ou de casal, o atendimento conjunto pode ser adequado. No entanto, em suas primeiras sessões individuais, o psicólogo deve avaliar se conseguirá manter imparcialidade e sigilo sem que uma relação interfira na outra. Caso perceba riscos, o ideal é encaminhar um dos familiares para outro profissional.
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Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do
Tenho um familiar que acredito não ser alcoólatra, pq não bebe sempre .. mas acho que faça abuso do álcool. Não bebe sempre, mas tem vez que quando bebe não consegue parar, parece não ter controle.
Fico na dúvida do melhor profissional, seria psicólogo ou psiquiatra ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Estudos indicam que mesmo o consumo esporádico, mas descontrolado, está associado a alterações nos circuitos de recompensa e controle inibitório no cérebro (envolvendo principalmente o córtex pré-frontal e o sistema dopaminérgico).
Recomendação de profissionais:
Psiquiatra: para investigar se há um transtorno por uso de substâncias, comorbidades como depressão ou ansiedade, e indicar tratamento medicamentoso se necessário.
Psicólogo: para acompanhamento psicoterapêutico com foco em motivação para mudança de comportamento, autocontrole e prevenção de recaídas. Abordagens com evidência: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Entrevista Motivacional.
Em casos de dúvida, o ideal é começar pela consulta com o psiquiatra, que pode fazer o diagnóstico e trabalhar em conjunto com o psicólogo no plano terapêutico
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Eu fui diagnóstica com depressão a cerca de 8 meses após a morte(suícidio) do meu melhor amigo e ant
Eu fui diagnóstica com depressão a cerca de 8 meses após a morte(suícidio) do meu melhor amigo e antes já me sentia deprimida e cheguei a tomar escitalopram há 2 meses atrás. Vou começar a terapia agora,po´rem não sei como me expressar e tenho receio,o que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Por que esse bloqueio acontece?
A dificuldade em se expressar pode vir de:
Emoções intensas mal elaboradas (como tristeza, culpa, raiva ou confusão após o luto);
Medo de ser julgado ou exposto;
Dificuldade em nomear o que sente (alexitimia, comum em quadros depressivos);
Mecanismos de defesa inconscientes, como evitar o sofrimento emocional direto.
Tudo isso é esperado em processos de luto complicado e depressão, e a psicoterapia está preparada para acolher exatamente essas dificuldades.
O que fazer na primeira sessão de terapia
Seja honesto sobre seu receio: Você pode simplesmente dizer “Tenho dificuldade para falar sobre o que estou sentindo, mas quero tentar”.
Leve algo escrito, se preferir: Um bilhete, texto no celular ou até este relato que escreveu aqui pode ser um ótimo ponto de partida.
Comece por onde for mais fácil: Pode contar fatos, como “perdi meu melhor amigo”, ou sensações do tipo “me sinto travada quando tento falar sobre isso”.
Dica neuropsicológica
O cérebro em depressão entra num modo de economia cognitiva e emocional, dificultando a elaboração de pensamentos e verbalização. Isso não é "frescura" nem "falta de vontade", é biologia afetiva. Por isso, comece com pequenos passos e seja gentil consigo mesma.
Condução terapêutica recomendada
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) ou abordagem baseada em luto complicado podem ser úteis nesse caso;
Técnicas de psicoeducação e de regulação emocional ajudam a reduzir o impacto das emoções mais intensas;
Se o bloqueio persistir, a avaliação neuropsicológica pode identificar se há prejuízos na atenção, memória ou linguagem emocional envolvidos.
Conclusão
Procure psicólogo com experiência em luto e depressão, compartilhe o que conseguir — mesmo que seja só dizer que está difícil. Você não precisa estar pronta para se abrir de imediato; a terapia serve justamente para isso: ajudar a abrir essas portas com segurança e acolhimento.
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Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse
Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Para diferenciar a ansiedade de estresse , o ideal é procurar um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para uma avaliação clínica detalhada. A ansiedade costuma envolver preocupações excessivas e persistentes, acompanhadas de sintomas físicos como tensão, taquicardia e inquietação, enquanto o estresse está mais relacionado a uma resposta a situações específicas e pode diminuir quando o problema é resolvido.
A avaliação geralmente inclui uma entrevista clínica para entender a intensidade dos sintomas, sua duração e impacto no dia a dia. Testes psicológicos padronizados também podem ser usados para medir os níveis de ansiedade e estresse. Se os sintomas estiverem afetando sua rotina, procure ajuda o quanto antes pode facilitar o manejo e o tratamento.
Perguntas frequentes
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