Perguntas do paciente (1164)
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Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensaçã
Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensação de que a qualquer momento pode acontecer algo consigo de um real problema que pode colocar em perigo? Tem uma maneira de diferenciar a ansiedade de algo fisiológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode ser difícil diferenciar ansiedade de um perigo real, principalmente quando a mente permanece em estado de alerta constante. Em geral, um perigo real costuma ser sustentado por evidências concretas e exige uma ação objetiva. Já a ansiedade frequentemente leva a antecipar cenários negativos, acompanhados de pensamentos repetitivos, sintomas físicos intensos e sensação persistente de ameaça, mesmo na ausência de um risco imediato.
Quando essa sensação de alerta é frequente e interfere na rotina, vale a pena buscar uma avaliação psicológica. A psicoterapia ajuda a identificar os gatilhos, diferenciar ameaças reais de interpretações ansiosas e desenvolver estratégias para regular esse estado de hipervigilância, favorecendo mais segurança e qualidade de vida.
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Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode afetar a atenção?
Como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode afetar a atenção?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) pode afetar a atenção porque pensamentos obsessivos e compulsões consomem grande parte dos recursos cognitivos. Como a mente permanece focada nas obsessões ou nos rituais, pode haver dificuldade para manter a concentração, concluir tarefas e direcionar a atenção para outras atividades.
Com o tratamento adequado, especialmente por meio da Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), esses prejuízos podem ser significativamente reduzidos.
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Como as compulsões do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) podem interferir no desempenho cognitivo
Como as compulsões do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) podem interferir no desempenho cognitivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As compulsões do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) podem consumir tempo e energia mental, dificultando a atenção, a concentração, a memória de trabalho e a tomada de decisões. Quanto mais tempo a pessoa dedica aos rituais, menor tende a ser sua disponibilidade cognitiva para outras atividades.
Com o tratamento adequado, esses prejuízos podem ser reduzidos. A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), é uma das abordagens mais eficazes para o manejo do TOC.
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Na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por que o acompanhamento psicológico é consi
Na abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por que o acompanhamento psicológico é considerado essencial no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), além do acompanhamento psiquiátrico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), o acompanhamento psicológico é essencial no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) porque auxilia no desenvolvimento de habilidades para regular emoções, lidar com impulsividade, melhorar os relacionamentos e modificar padrões de pensamento e comportamento. Enquanto o acompanhamento psiquiátrico pode ser importante para o manejo de sintomas específicos, é a psicoterapia que promove mudanças mais duradouras no funcionamento emocional e interpessoal.
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“Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) se integra ao tratamento psiquiátrico do Transtorno d
“Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) se integra ao tratamento psiquiátrico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e qual o papel das habilidades de regulação emocional nesse processo?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A TCC pode atuar em conjunto com o tratamento psiquiátrico no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Enquanto a medicação pode ser utilizada para manejar sintomas específicos e condições associadas, a psicoterapia trabalha padrões de pensamento, comportamento e dificuldades nos relacionamentos. A regulação emocional é uma parte muito importante desse processo. Aprender a reconhecer emoções, compreender seus gatilhos e desenvolver formas mais saudáveis de responder a elas pode ajudar a reduzir impulsividade, crises emocionais e comportamentos prejudiciais. Abordagens derivadas da TCC, como a Terapia Comportamental Dialética (DBT), têm papel especialmente importante nesse trabalho.
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Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na
Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na minha cabeça, com personagens, acontecimentos e “episódios”, às vezes recriando minha própria vida de formas diferentes ou criando qualquer cenário que eu queira.
Durante esses momentos costumo andar em círculos, girar objetos (quando era criança era sacola/corda, hoje é mais lápis) e fazer sons com a boca. Isso acontece quando estou entediado ou quando vejo algo que me inspira. Eu acho divertido e consigo parar quando quero, mas comecei a fazer escondido por vergonha, porque eu nunca vi ninguém fazer isso, de andar de um lado para o outro fazendo sons e girando lápis enquanto imagina…
Além disso, desde criança tenho dificuldades como procrastinação, esquecer coisas, deixar tarefas para última hora, dificuldade em terminar atividades e começar tarefas chatas. Também tenho histórico de ansiedade/depressão e muita timidez, com medo de julgamento e dificuldade social.
Quero entender se isso pode ter relação com alguma condição como TDAH ou outra questão, ou se é apenas meu jeito de funcionarRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve não é necessariamente um problema. Ter uma imaginação muito ativa e criar histórias pode fazer parte da sua forma de pensar e até ser uma fonte de prazer e criatividade. Esses movimentos e sons que acompanham a imaginação também podem funcionar como formas de estimulação e autorregulação. Por outro lado, quando olhamos para o conjunto que você relata desde a infância, como procrastinação, esquecimentos, dificuldade para iniciar e concluir tarefas e questões sociais, pode fazer sentido investigar TDAH e outras condições do neurodesenvolvimento. Nenhuma característica isolada confirma um diagnóstico. Uma avaliação com um profissional que conheça TDAH e autismo em adultos pode ajudá-lo a entender se existe uma condição específica ou simplesmente particularidades do seu funcionamento.
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eu tenho diagnóstico de TDAH e TEA nível 1. Além disso, percebo em mim características das cinco sob
eu tenho diagnóstico de TDAH e TEA nível 1. Além disso, percebo em mim características das cinco sobre-excitabilidades (intelectual, emocional, imaginativa, sensorial e psicomotora) e vários sinais associados a altas habilidades/superdotação. Isso pode indicar uma dupla excepcionalidade (TDAH/TEA junto com altas habilidades)? Existe alguma avaliação que eu possa fazer para investigar isso?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. A presença de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) não exclui a possibilidade de altas habilidades/ superdotação. Quando essas condições ocorrem em conjunto, chamamos de dupla excepcionalidade (2e). Características como intensa curiosidade, alta criatividade, sensibilidade, raciocínio avançado ou sobre-excitabilidades podem fazer parte desse perfil, mas não são suficientes, isoladamente, para confirmar o diagnóstico.
Para investigar essa hipótese, é recomendada uma avaliação neuropsicológica, realizada por um neuropsicólogo, que poderá avaliar habilidades cognitivas, funcionamento executivo e outros aspectos relevantes. A integração desses resultados com a avaliação clínica é fundamental para uma compreensão mais precisa do funcionamento da pessoa.
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Olá! Venho há algum tempo refletindo sobre crenças limitantes e como minha vida foi impactada por
Olá!
Venho há algum tempo refletindo sobre crenças limitantes e como minha vida foi impactada por isso desde pequeno, ainda mais considerando que sou uma pessoa LGBTQIA+. Hoje ainda permaneco com crenças que não fazem sentido para mim, mas sinto que muitas vezes fico tomado pelo medo ou ansiedade, o que inclusive afeta o meu relacionamento atual. Devo procurar um psicólogo e/ou psiquiatra?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve merece atenção e acolhimento. Crenças construídas ao longo da vida, especialmente em contextos de preconceito, rejeição ou invalidação, podem influenciar a autoestima, os relacionamentos e a forma como você se percebe. A psicoterapia é um espaço importante para identificar e ressignificar esses padrões. Caso os sintomas de ansiedade sejam intensos ou persistentes, uma avaliação com um psiquiatra também pode ser indicada. Buscar ajuda não significa fraqueza, mas um passo importante para cuidar da sua saúde mental e qualidade de vida.
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Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando es
Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando estou caminhando me fazem pensar um monte coisas e drenam a minha capacidade física. Interessante que ontem mesmo senti isso ao sair de casa até um restaurante. Não conseguia me desligar dos sintomas e já estava ficando cansado. Na volta, que era a mesma distância, vinha conversando com uma pessoa e nem percebi quando terminei o percurso. Não senti qualquer cansaço. Isso aponta para ansiedade? Ainda não fiz exames médicos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você descreve uma situação que pode estar relacionada à ansiedade, especialmente ao Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Quando a atenção fica excessivamente voltada para sensações corporais, preocupações ou pensamentos negativos, é comum que a percepção de esforço físico aumente. O fato de o cansaço ter diminuído enquanto você conversava e direcionava sua atenção para outra atividade reforça essa possibilidade.
No entanto, é importante não atribuir tudo à ansiedade sem antes investigar possíveis causas clínicas. Como você ainda não realizou exames médicos, vale a pena procurar um clínico geral ou cardiologista para uma avaliação inicial. Paralelamente, a psicoterapia pode ajudar a compreender esses gatilhos, reduzir a hipervigilância e desenvolver estratégias para retomar a atividade física com mais segurança e tranquilidade.
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Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?
Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você pretende iniciar acompanhamento com outro psicólogo, o mais importante é agir com transparência e respeitar o que faz sentido para você. É possível encerrar o processo atual antes de começar o novo ou, em alguns casos, conversar com ambos os profissionais sobre a transição.
Muitas pessoas buscam outro psicólogo por mudança de objetivos, identificação com a abordagem ou necessidade de uma nova perspectiva. Caso tenha dúvidas sobre essa decisão, a própria psicoterapia pode ser um espaço para refletir sobre isso de forma segura e consciente!
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Tenho problemas com ansiedade desde a infância. Uma das coisas que mais me incomoda é a dificuldade
Tenho problemas com ansiedade desde a infância. Uma das coisas que mais me incomoda é a dificuldade para comer fora de casa, estar em lugares fora da minha rotina ou até mesmo fazer refeições na presença de outras pessoas. Também tenho um medo muito grande de passar mal ou vomitar, e isso acaba aumentando ainda mais minha ansiedade nessas situações.
Já fiz acompanhamento psicológico em outros momentos da minha vida, mas sinto que não tive a melhora que esperava. Com o passar dos anos, percebo que esse problema continua me limitando e fazendo com que eu evite situações que gostaria de viver normalmente.
Eu tento lidar com isso da melhor forma possível. Já procurei técnicas para me acalmar, tentei me expor aos poucos às situações que me causam desconforto e busquei mudar alguns comportamentos, mas ainda sinto que a ansiedade continua muito presente.
Gostaria de saber se existem abordagens terapêuticas mais indicadas para casos como o meu e como posso saber se vale a pena tentar a terapia novamente, mesmo não tendo tido bons resultados nas experiências anteriores.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Faz sentido sim pensar em tentar a terapia novamente. Uma experiência anterior que não trouxe o resultado esperado não significa que a psicoterapia não possa ajudar porque a abordagem utilizada e a relação com o profissional também fazem diferença.
Pelo que você descreve, há um ciclo de ansiedade, medo de passar mal e evitação que vem restringindo sua vida. A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), especialmente com estratégias de exposição gradual e trabalho com os pensamentos associados ao medo, pode ser uma opção. Também é importante avaliar especificamente esse medo intenso de vomitar, que pode estar relacionado à emetofobia. O objetivo não seria simplesmente aprender a se acalmar, mas compreender e trabalhar o ciclo que mantém esse medo para que, aos poucos, você recupere a liberdade de fazer coisas que hoje evita.
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Como o estresse pode contribuir para o surgimento de transtornos mentais?
Como o estresse pode contribuir para o surgimento de transtornos mentais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O estresse faz parte da vida, mas quando é intenso ou prolongado pode manter o organismo em um estado constante de alerta e afetar o sono, a concentração, o humor e a regulação emocional. Ele geralmente não é a única causa de um transtorno mental, mas pode funcionar como um fator de risco ou gatilho, especialmente quando já existe alguma vulnerabilidade. Por isso, aprender a reconhecer sinais de sobrecarga e desenvolver estratégias para lidar com o estresse também é uma forma importante de prevenção e cuidado com a saúde mental.
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Como cortar laços com família ruim e disfuncional? Meus pais me "aceitam" gay desde que eu não tenha
Como cortar laços com família ruim e disfuncional? Meus pais me "aceitam" gay desde que eu não tenha determinados comportamentos. Como lidar com o corte de laços familiares pois sinto que não pertenço aqui sendo que até mesmo minha mãe disse que meu sobrinho nasceu na família errada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ser aceito apenas quando você esconde ou limita partes de quem é pode ser muito doloroso. E estabelecer limites com a família não precisa começar necessariamente por um rompimento definitivo. Dependendo da situação, pode significar diminuir o contato, não participar de determinadas conversas ou construir maior independência emocional e prática. Se você considerar um afastamento, é importante pensar também na sua segurança, moradia, condições financeiras e rede de apoio. A psicoterapia pode ajudá-lo a construir esses limites e elaborar a culpa e o luto que muitas vezes acompanham esse processo. Você pode amar sua família e, ainda assim, reconhecer que algumas relações ou comportamentos dela lhe fazem mal!
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Como a psicoeducação contribui para o reconhecimento das próprias emoções?
Como a psicoeducação contribui para o reconhecimento das próprias emoções?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A psicoeducação ajuda a pessoa a entender melhor como as emoções funcionam e como elas aparecem no corpo, nos pensamentos e nos comportamentos. Muitas vezes sentimos algo, mas temos dificuldade de identificar ou dar nome ao que está acontecendo. Ao aprender a reconhecer esses sinais e compreender seus gatilhos, fica mais fácil diferenciar emoções, entender o que elas estão comunicando e escolher como lidar com elas. Esse conhecimento também favorece a regulação emocional e o autoconhecimento!
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Como a ausência emocional dos pais afeta o homem gay? O que ele deve fazer quando não teve e não tem
Como a ausência emocional dos pais afeta o homem gay? O que ele deve fazer quando não teve e não tem ninguém pra contar na família e ele se sente solitário?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ausência emocional dos pais pode deixar marcas importantes, como sensação de não pertencimento, dificuldade de confiar, medo de rejeição e uma busca intensa por acolhimento em outras relações. Para um homem gay, isso pode ser ainda mais doloroso quando também existe rejeição ou falta de apoio em relação à sua orientação sexual.
Não ter encontrado esse apoio na família de origem não significa que você precise permanecer sozinho. Amizades, relacionamentos, grupos e outros vínculos podem formar uma rede afetiva muito significativa, uma verdadeira família escolhida. A psicoterapia também pode ser um espaço para elaborar essas feridas e construir relações nas quais você possa se sentir pertencente e acolhido como é!
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Como a desregulação emocional se manifesta do ponto de vista cognitivo e comportamental?
Como a desregulação emocional se manifesta do ponto de vista cognitivo e comportamental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desregulação emocional acontece quando a emoção fica tão intensa que começa a dificultar nossa capacidade de pensar e escolher como agir. Cognitivamente, podem aparecer pensamentos acelerados, interpretações mais negativas, dificuldade de concentração e aquela sensação de não conseguir pensar direito no momento. No comportamento, isso pode aparecer como impulsividade, explosões, isolamento, choro intenso ou atitudes das quais a pessoa se arrepende depois. A psicoterapia ajuda justamente a reconhecer esses sinais mais cedo e desenvolver formas mais saudáveis de responder às emoções, sem precisar suprimi-las!
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Ao pesquisar sobre alguma patologia que nos acomete, geralmente nos deparamos com um dos seguintes m
Ao pesquisar sobre alguma patologia que nos acomete, geralmente nos deparamos com um dos seguintes manejos: Controlar o estresse. O que exatamente seria controlar o estresse? Como qualquer curioso tendemos a pesquisar isso também, o que lemos é: Atividade Física, lazer, tomar chá de camomila e ou erva doce. Bom, é isso mesmo? Me imagino logo fazendo essas coisas stressado e ficando mais stressado por não fica livre do estreasse
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Controlar o estresse não significa eliminar o estresse ou conseguir ficar tranquilo o tempo todo. E realmente, fazer exercício ou tomar um chá enquanto a cabeça continua a mil pode não resolver muita coisa. O manejo do estresse envolve entender o que está mantendo você em estado de sobrecarga e o que pode ser modificado: rotina, cobranças, pensamentos, limites, sono, relações, excesso de demandas, entre outros. Atividade física e lazer podem ajudar, mas são apenas algumas ferramentas. A ideia não é acrescentar mais uma obrigação à sua lista e ficar estressado tentando não se estressar!
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Oi, se um paciente já possui o acompanhamento com um psicólogo da família, é possível manter um indi
Oi, se um paciente já possui o acompanhamento com um psicólogo da família, é possível manter um individual também? Não quero perder a oportunidade de ter dois profissionais.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Oi! Sim, é possível. A terapia familiar e a psicoterapia individual têm objetivos diferentes e podem, inclusive, se complementar. Na terapia familiar, o foco está principalmente nas relações e dinâmicas entre os membros da família; na individual, o espaço é voltado às suas próprias questões, emoções e necessidades. É importante apenas que os profissionais saibam da existência dos dois acompanhamentos e que os limites de cada processo estejam bem definidos, evitando conflitos ou intervenções que se sobreponham!
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Estou em um relacionamento com uma mulher que era hetero e hoje é lésbica . Estou em um relaciona
Estou em um relacionamento com uma mulher que era hetero e hoje é lésbica .
Estou em um relacionamento a 1 ano e pouco com ela que era hetero e ao me conhecer cê relacionamos amorosamente. Só que depois de um tempo ela passou a ter um desconfiança imensa de mim ,passou a ter pensamento na mente de coisas q ela achava que eu fazeris com ela porque eu sou lésbica e é impossível na cabeça dela uma pessoa lésbica não desejar outras pessoas ,e mesmo eu jurando meu amor todo por ela e ela saber qur eu amo ela e faço de tudo por ela ,quando tem mulheres por perto de mim ou na frente dela ,ela começa com esses pensamentos ruins achando que eu vou desejar elas ,que vou olhar pra elas ,pro corpo delas ,mesmo ela vendo q na frente dela eu não faço isso,mais ela acha que sem ela ou até com ela mesmo eu iria querer outras pessoas por causa da minha sexualidade,eu não sei mais o que fazer ,já provei pra ela que não tô em um relacionamento pra isso ,já fiz de tudo ,já jurei amor ,já evitei muitas pessoas tudo ,e mesmo assim ela fiz não conseguir de jeito nenhum acreditar e confiar em mim .. O que fazer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imagino como deve ser desgastante sentir que precisa provar constantemente que ama alguém e que é fiel. A sua orientação sexual não determina se você vai desejar outras pessoas ou trair sua parceira. Parece que existe uma insegurança e uma dificuldade de confiança que precisam ser trabalhadas por ela, e não algo que você conseguirá resolver evitando cada vez mais pessoas. Vocês podem conversar sobre limites e sobre o que cada uma precisa para se sentir segura na relação. Se mesmo com diálogo isso continuar trazendo sofrimento e restrições para vocês, a psicoterapia pode ajudá-la a compreender de onde vêm esses medos e a construir formas mais saudáveis de lidar com eles.
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Por que me sinto desanimada depois de sentir uma emoção forte? Hoje tive um pequeno conflito pela
Por que me sinto desanimada depois de sentir uma emoção forte?
Hoje tive um pequeno conflito pela manhã que logo foi resolvido, mas após aquilo fiquei desanimada o dia todo. Não acontece sempre, mas sempre acontece depois que sinto algo muito forte.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso pode acontecer porque emoções muito intensas exigem bastante do nosso corpo e da nossa mente. Mesmo quando a situação se resolve rapidamente, o organismo pode levar algum tempo para sair daquele estado de alerta, e depois pode aparecer cansaço, desânimo ou uma vontade maior de se recolher. Vale observar quais situações costumam provocar isso e quanto tempo você leva para se recuperar. Se perceber que essas quedas são muito intensas, frequentes ou atrapalham sua rotina, a psicoterapia pode ajudar a entender melhor como você vivencia e regula suas emoções.
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Perguntas frequentes
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Porque os profissionais de farmácia dizem que antibióticos interferem nas outras medicações? Se eu p
Nem todo antibiótico interfere no anticoncepcional. A maioria não reduz sua…