Perguntas do paciente (1164)
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Minha mãe diz que não deixa de ser filho dela mas não aceita certos comportamentos gays mas brinca s
Minha mãe diz que não deixa de ser filho dela mas não aceita certos comportamentos gays mas brinca sobre o namoro do meu irmão hétero e sinto que o tratamento é diferente quando saio com homem. Ela não me aceita gay, não esteve ao meu lado e não acreditou em mim quando passei por um inferno no trabalho. Não a amo por isso, sinto que não pertenço mais ao lugar que nasci e sinto que a maioria das pessoas não prestam. O que fazer quando a autoestima e iniciativa própria são mais difíceis pra mim?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando você sente que não foi acolhido justamente por quem esperava que estivesse ao seu lado, isso pode afetar profundamente a autoestima e a sensação de pertencimento. E perceber um tratamento diferente entre você e seu irmão pode tornar essa dor ainda maior.
Talvez o caminho não seja tentar convencer sua mãe a aceitá-lo, mas fortalecer aos poucos quem você é para além da aprovação dela. A psicoterapia pode ajudar a reconstruir essa autoestima, trabalhar essas experiências de rejeição e criar vínculos e espaços onde você possa se sentir pertencente sem precisar esconder partes de si!
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Qual abordagem terapêutica costuma ser mais indicada em casos de quebra de confiança, dificuldade de
Qual abordagem terapêutica costuma ser mais indicada em casos de quebra de confiança, dificuldade de comunicação e sofrimento emocional dos dois lados, quando uma pessoa ainda acredita em reconciliação e a outra aparenta já ter decidido seguir em frente? O ideal seria começar com sessões individuais antes da sessão conjunta? E como identificar um profissional preparado para conduzir esse tipo de processo de forma acolhedora, imparcial e sem transformar a sessão em disputa de culpa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não existe uma única abordagem indicada para esse tipo de situação. A terapia de casal pode ajudar a compreender a quebra de confiança, melhorar a comunicação e, principalmente, entender o que cada um deseja para a relação. Nem sempre o objetivo será a reconciliação. Às vezes, o processo também ajuda o casal a construir um encerramento mais saudável. Sessões individuais podem fazer parte do processo, mas isso depende da forma de trabalho do terapeuta. Ao escolher o profissional, procure alguém com experiência em terapia de casal e que deixe claro desde o início que seu papel não é decidir quem está certo ou errado, mas oferecer um espaço seguro para que os dois possam ser ouvidos e compreender o que aconteceu na relação!
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Eu durmo com a mão do t-rex isso pode indicar q eu seja neurodivergente?
Eu durmo com a mão do t-rex isso pode indicar q eu seja neurodivergente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Dormir nessa posição é algo que algumas pessoas neurodivergentes relatam, inclusive pessoas autistas ou com TDAH. Mas esse comportamento, sozinho, não é um sinal suficiente para indicar neurodivergência.
O mais importante é observar o conjunto: desde a infância existem outras características relacionadas à atenção, sensibilidade sensorial, comunicação, interação social, necessidade de rotina ou formas de autorregulação? Se houver outras questões que tragam essa dúvida, pode valer uma avaliação profissional para compreender melhor seu funcionamento!
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. Como a sobrecarga emocional se transforma em comportamentos impulsivos?
. Como a sobrecarga emocional se transforma em comportamentos impulsivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando estamos emocionalmente sobrecarregados, pode ficar mais difícil parar, pensar e avaliar as consequências antes de agir. Nesse momento, um comportamento impulsivo pode surgir como uma tentativa de aliviar rapidamente aquilo que está difícil de sentir, como raiva, ansiedade, frustração ou tristeza. O alívio costuma ser momentâneo e, depois, podem aparecer culpa ou arrependimento. Na terapia, é possível aprender a reconhecer os sinais da sobrecarga antes de chegar nesse limite e desenvolver outras formas de lidar com essas emoções, criando um espaço maior entre sentir e agir!
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Apresento dificuldades relacionadas à regulação emocional, com episódios de ansiedade intensa, impul
Apresento dificuldades relacionadas à regulação emocional, com episódios de ansiedade intensa, impulsividade e oscilações de humor, além de padrões de carência afetiva e insegurança em vínculos interpessoais. Suspeito de influência de experiências emocionais precoces na formação desses padrões.
Também possuo diagnóstico de TEA e gostaria de saber quais abordagens terapêuticas são mais indicadas para esse tipo de combinação de demandas, especialmente para trabalho com regulação emocional e padrões relacionais (como Terapia do Esquema ou DBT), e como identificar profissionais com essa experiência. Informo que já passei por psiquiatra e faço tratamento com medicação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Tanto a DBT quanto a Terapia do Esquema podem ser interessantes para as questões que você descreve. A DBT trabalha bastante regulação emocional, impulsividade, tolerância ao mal-estar e relações interpessoais. Já a Terapia do Esquema pode ajudar a compreender padrões afetivos que se repetem nos relacionamentos e como experiências anteriores contribuíram para a construção deles. Como você também é autista, mais importante do que encontrar a abordagem perfeita é buscar um profissional que tenha experiência tanto com regulação emocional quanto com TEA em adultos, para que o tratamento seja adaptado ao seu funcionamento, e não o contrário. Na primeira conversa, você pode perguntar diretamente sobre essa experiência e como o profissional costuma trabalhar essas demandas!
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Por que a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) sente necessidade de "falsificar" sinais s
Por que a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) sente necessidade de "falsificar" sinais sociais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com Transtorno do Espectro Autista podem falsificar sinais sociais como parte da camuflagem social (masking), tentando se adaptar a expectativas sociais e evitar rejeição ou julgamentos. Embora ajude na convivência em alguns contextos, esse esforço costuma gerar cansaço e ansiedade. Uma avaliação psicológica pode ajudar a compreender melhor esse padrão e suas necessidades de apoio.
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Como identificar quando alguém com Transtorno do Espectro Autista (TEA) está "mascarando"?
Como identificar quando alguém com Transtorno do Espectro Autista (TEA) está "mascarando"?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em pessoas com Transtorno do Espectro Autista, o masking pode aparecer como esforço intenso para imitar comportamentos sociais, ensaiar falas antes de interações, esconder desconfortos sensoriais, observar constantemente como os outros se comportam ou relatar cansaço após situações sociais.
Muitas vezes há sensação de estar atuando socialmente ou de perda de espontaneidade. Quando esse padrão é frequente, uma avaliação psicológica pode ajudar a compreender melhor esse funcionamento e suas necessidades de apoio.
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O que é o Masking no contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O que é o Masking no contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O masking no Transtorno do Espectro Autista é a camuflagem de características autistas por meio da imitação de comportamentos sociais esperados, como copiar expressões, ensaiar falas ou esconder dificuldades sensoriais. Muitas pessoas utilizam essa estratégia para evitar rejeição ou se adaptar melhor ao ambiente, mas isso pode gerar cansaço, ansiedade e perda de espontaneidade ao longo do tempo.
Quando esse esforço é frequente na vida adulta, uma avaliação psicológica pode ajudar a compreender melhor esse padrão e suas necessidades de apoio.
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Tenho dificuldade em diferenciar quando algo é um problema real que preciso resolver com uma ação e
Tenho dificuldade em diferenciar quando algo é um problema real que preciso resolver com uma ação e quando é só um problema mental que fico tentando resolver na minha cabeça.
Essa dúvida começou quando, durante uma seleção de pós, passei a me questionar muito sobre minha capacidade intelectual e tentei “resolver” isso pensando, como se o próprio ato de pensar eventualmente calasse o pensamento e a dúvida, mas isso só me manteve em um loop mental.
A partir dessa experiência, desenvolvi um medo de perder o controle sobre meus próprios pensamentos. Comecei a pensar e se eu tivesse x y pensamento?
Reconheço que confundo descontrole com entrar em ruminação ao tentar resolver algo que é puramente mental.
Mas sinto dificuldade de parar de ficar analisando pensamentos e sensações. Desconfio que isso se deve a um desejo de retorno, como se eu precisasse "voltar" a um momento anterior, antes de ter engatilhado aquele primeiro lool.
Minha dúvida é: como saber, na prática, quando devo agir de forma concreta e quando estou apenas preso em um ciclo de pensamento que não tem solução? E, nesses casos, como lidar melhor com isso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa dificuldade é comum em quadros de ruminação ansiosa: a mente tenta resolver pela análise algo que não depende apenas de pensamento, mas de ação ou aceitação da incerteza. Um sinal prático é observar se o pensamento leva a uma decisão concreta ou apenas se repete sem produzir solução. Quando ele gira em “e se...” ou “preciso ter certeza antes de agir”, geralmente trata-se de um loop mental.
Nesses casos, estratégias como identificar pensamentos improdutivos, tolerar a dúvida sem responder mentalmente a ela e retomar ações alinhadas à realidade ajudam a interromper o ciclo. A psicoterapia pode auxiliar a diferenciar preocupação útil de ruminação e desenvolver manejo mais eficaz desses processos.
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Homem, 28 anos e nunca namorei, o que posso fazer?
Homem, 28 anos e nunca namorei, o que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não ter tido um relacionamento aos 28 anos é mais comum do que parece e pode estar relacionado a fatores como timidez, insegurança, dificuldades sociais, experiências anteriores de rejeição ou foco em outras áreas da vida. Isso não define seu valor pessoal nem sua capacidade de construir vínculos afetivos.
Em muitos casos, trabalhar autoestima, comunicação e padrões de relacionamento ajuda a ampliar as possibilidades de conexão com outras pessoas. Quando essa situação gera sofrimento ou sensação de atraso em relação aos outros, a psicoterapia pode auxiliar a compreender o que está dificultando esse processo e desenvolver caminhos mais seguros para relações futuras.
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Tenho uma sensação de vazio constante, um buraco no peito. Parece que nada me preenche, nem minha fa
Tenho uma sensação de vazio constante, um buraco no peito. Parece que nada me preenche, nem minha família, amigos, trabalho, etc. Já tomo remédio e faço terapia e mesmo assim esse vazio não vai embora. O que devo fazer? Me sinto perdida.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sensação de vazio persistente pode aparecer em quadros de ansiedade, depressão, sobrecarga emocional ou em momentos de crise existencial. Mesmo com medicação e terapia, às vezes esse sentimento demora a mudar porque envolve não apenas sintomas, mas também questões de identidade, sentido e vínculo consigo mesma.
Nesses casos, é importante conversar com seu terapeuta e psiquiatra sobre a intensidade e a continuidade desse vazio, pois o plano de cuidado pode precisar de ajustes. Quando essa sensação permanece por muito tempo, uma escuta clínica mais aprofundada costuma ser essencial para compreender o que ela está sinalizando na sua experiência.
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Tenho 47 anos,negra e sou virgem.Nunca nem namorei.Sempre fui a "feia da turma",(que ninguém queria
Tenho 47 anos,negra e sou virgem.Nunca nem namorei.Sempre fui a "feia da turma",(que ninguém queria por perto, e nem os garotos queriam se aproximar)pelas carcaterísticas físicas(nariz chato...) ,magra demais e minha timidez,que piorou com várias situações vexatórias que passei ao longo dos anos,tentando me tornar mais sociável.Hj além do vazio,tenho sentido uma tristeza pesada,vergonha de mim mesma,sensação de fracasso como mulher.
Como superar esses sentimentos ruins que tomaram conta da minha vida?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é muito doloroso e não pode ser entendido apenas como timidez ou insegurança individual. A solidão da mulher negra é um fenômeno social real, ligado a padrões raciais e de beleza que impactam autoestima, pertencimento e oportunidades de vínculo afetivo.
Esses sentimentos de vergonha, vazio e fracasso não definem quem você é, mas refletem experiências repetidas de exclusão. A psicoterapia pode ajudar a reconstruir a autoestima, elaborar essas marcas e abrir novas possibilidades de relação consigo mesma e com o outro, em qualquer fase da vida!
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Tenho tido insônia nas últimas semanas, principalmente associada à ansiedade. O problema começou apó
Tenho tido insônia nas últimas semanas, principalmente associada à ansiedade. O problema começou após uma noite em claro, quando fui dormir muito tarde depois de estudar no tablet e não consegui dormir, o que me deixou bastante ansioso. Isso veio após semanas já ruins de sono por conta de uma alergia.
Depois disso, entrei em um ciclo em que a preocupação com o sono passou a atrapalhar. Consultei um psiquiatra e comecei Donaren 50 mg, tendo cerca de uma semana de melhora. Porém, um episódio em que um barulho atrapalhou meu sono (dormi só cerca de 2 horas) reativou a ansiedade. Desde então, ao deitar, fico ansioso com a possibilidade de não dormir.
Sempre tive um intervalo normal de 30 a 60 minutos para pegar no sono, mas agora esse tempo virou gatilho de ansiedade.
Minha higiene do sono está bem estruturada: desligo o celular às 20h, uso luz baixa e amarela, tomo banho antes de dormir, mantenho o quarto fresco e uso melatonina sublingual.
Durante o dia, a ansiedade é bem menor (às vezes nem penso nisso), mas à noite surge uma antecipação do problema.
O que eu poderia fazer?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é comum na insônia associada à ansiedade antecipatória: o medo de não dormir passa a ativar o cérebro na hora de deitar, mantendo o ciclo.
Além da higiene do sono, ajuda evitar forçar o sono, não monitorar o tempo para adormecer e levantar da cama se permanecer muito tempo acordado. A Terapia Cognitivo Comportamental para insônia costuma ser bastante eficaz nesses casos, junto ao acompanhamento psiquiátrico.
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Olá dr picólogo, gostaria de fazer uma pergunta, eu tenho sentido atração por homens, isso é normal,
Olá dr picólogo, gostaria de fazer uma pergunta, eu tenho sentido atração por homens, isso é normal, pois sempre namorei mulheres, não sei o que está acontecendo, eu nasci assim, eu já era assim? Devido a minha religião e a família, me sinto um pouco sem saber o que fazer, meio perdido. Sou maior de idade, tive alguma experiêcias que fez com que isso me despertasse, mas tenho medo ou receio de alguém descubra por ser da Igreja e família mais tradicional.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir atração por homens não é algo anormal. A sexualidade pode ser mais fluida do que muitas vezes imaginamos, e algumas pessoas percebem ou reconhecem esses sentimentos em diferentes momentos da vida.
Esse processo pode gerar confusão, especialmente quando há conflitos com valores familiares ou religiosos. Nesses casos, é importante não se pressionar a ter respostas imediatas, mas sim se permitir compreender o que você sente, com respeito e sem julgamento. A psicoterapia pode ser um espaço seguro para explorar essas questões, lidar com o medo da exposição e integrar sua vivência com seus valores de forma mais saudável.
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Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu q
Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu queria trabalhar com você estes pontos específicos:
Sinto que meu raciocínio está lento e minha mente parece 'nebulosa' (brain fog). Por causa disso, eu não consigo confiar no que eu sinto. Se sinto alívio agora, daqui a cinco minutos a agonia volta e eu começo a questionar tudo de novo. É um ruído que não para.
Eu já tomei uma decisão racional (fazer BICT, seguir para Engenharia Mecânica e focar no setor de Petróleo e Gás, que eu já conheço e gosto). O problema é que, mesmo com o plano traçado, meu cérebro continua 'caçando' motivos para duvidar. É como se eu não conseguisse me sentir satisfeito com a minha escolha.
Quando vejo outras pessoas passando em outros cursos (como Medicina, Direito ou o CFO), eu imediatamente me pergunto: 'Será que aquele não é o curso ideal para mim?'. Eu sinto que estou perdendo algo, mesmo sabendo que o meu caminho é bom. Essa comparação me gera uma angústia horrível.
Como eu posso aprender a viver com a dúvida sem deixar que ela paralise meus estudos? Eu preciso entender se essa indecisão constante é um traço da minha personalidade ou se é apenas um sintoma da minha ansiedade que está 'em pico' agora."RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, talvez o problema não seja encontrar a escolha perfeita, mas sim a dificuldade de tolerar a possibilidade de existir outra escolha. Quando a ansiedade está alta, podemos entrar num ciclo de dúvida, comparação e busca por certeza que nunca parece suficiente, mesmo depois de uma decisão bem pensada. Na terapia é possível trabalhar justamente essa necessidade de certeza e aprender a seguir com uma decisão mesmo quando a dúvida aparecer. Também seria importante investigar essa sensação de mente nebulosa e entender se ela está relacionada à ansiedade ou a outros fatores. Você não precisa ter certeza absoluta sobre o futuro para conseguir construir um caminho que faça sentido para você!
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Um adulto escolher se mudar de casa 15 vezes em 2 anos é possivelmente uma característica de autismo
Um adulto escolher se mudar de casa 15 vezes em 2 anos é possivelmente uma característica de autismo ou há algumas outras condição que a princípio explica melhor isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Mudar de casa muitas vezes, por si só, não é uma característica que indique autismo. Pessoas autistas podem ter maior necessidade de previsibilidade e sofrer bastante com mudanças frequentes, embora cada pessoa seja diferente. O mais importante seria entender por que essas mudanças aconteceram. Elas podem estar relacionadas a questões financeiras, familiares, profissionais, relacionamentos, impulsividade, busca por novidade, dificuldade de adaptação ou períodos de instabilidade emocional, entre muitas outras possibilidades. Nenhum desses fatores, isoladamente, permite apontar um diagnóstico. O contexto e o conjunto de características da pessoa é que ajudam a compreender melhor esse comportamento!
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Ultimamente to sentindo muita sensação de incapacidade sinto que nunca vou ser capaz ou suficiente p
Ultimamente to sentindo muita sensação de incapacidade sinto que nunca vou ser capaz ou suficiente pra nada na vida, e isso me gera crises de ansiedade, nunca fiz nada comigo , mais meus pensamentos são muito intenso quando penso essas coisas, querendo ser outras pessoas pra não ter que sofrer com nada na vida, crises de choro desespero tudo de ruim, e uma sensação que isso nunca vai parar ou mudar me sinto angustiada ansiosa por tudo todos os dias é uma luta mental, tenho ansiedade generalizada e acho que posso tá tendo depressao associado a ansiedade muito forte para eu ter esses pensamentos ruins o que isso poderia ser ? (Tomo medicação também antidepressivo e ansiolítico já faz 1)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esses pensamentos de incapacidade, crises de choro, sensação de angústia constante e medo de que nada vá melhorar podem aparecer em quadros de ansiedade intensa e também podem estar associados a sintomas depressivos. Quando a mente entra nesse ciclo, é comum surgirem pensamentos muito críticos sobre si mesmo e sensação de desespero ou falta de saída.
Como você já faz uso de medicação, é importante conversar com o psiquiatra sobre esses sintomas e manter o acompanhamento psicológico, pois a psicoterapia ajuda a trabalhar esses pensamentos, reduzir a ansiedade e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com esse sofrimento. Você não precisa enfrentar essa luta mental sozinho.
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Quais os sinais do hiperfoco no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Quais os sinais do hiperfoco no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TEA, o hiperfoco costuma aparecer como interesse intenso e persistente por um tema ou atividade específica, com grande profundidade de conhecimento, dificuldade em interromper ou mudar o foco, perda da noção do tempo, redução do interesse por outras atividades e sofrimento quando há interrupções ou impedimentos.
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O que caracteriza o hiperfoco desadaptativo no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
O que caracteriza o hiperfoco desadaptativo no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O hiperfoco desadaptativo no TEA é caracterizado por uma atenção excessiva e rígida em um único tema ou atividade, a ponto de prejudicar outras áreas da vida, como autocuidado, rotina, relações sociais e flexibilidade emocional, gerando sofrimento quando há interrupções ou mudanças.
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Quais os prejuízos do hiperfoco no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Quais os prejuízos do hiperfoco no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os prejuízos do hiperfoco no Transtorno do Espectro Autista surgem quando o foco intenso gera rigidez e perda de equilíbrio na rotina, podendo causar negligência de autocuidado, dificuldade de transição entre tarefas, isolamento social, exaustão mental, aumento da ansiedade e impacto no desempenho acadêmico ou profissional.
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Perguntas frequentes
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Nem todo antibiótico interfere no anticoncepcional. A maioria não reduz sua…