Perguntas do paciente (184)

  • Tenho 18 anos, e demorei a começar a me aceitar como trans a partir do momento que negava que eu era

    Tenho 18 anos, e demorei a começar a me aceitar como trans a partir do momento que negava que eu era.
    Devo procurar um psicologo antes do inicio do tratamento hormonal, devo procurar um endocrinólogo, qual seria o correto a se fazer ?
    ( sou uma pessoa muito confusa e leiga de tudo, sinceramente estou meio perdida nesse caminho )

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    A sensação de confusão é natural, especialmente em um processo de autodescoberta tão importante. Primeiramente, procurar um psicólogo pode ser muito útil e recomendado nessa fase. Um psicólogo com experiência em questões de gênero pode ajudar você a explorar e afirmar suas necessidades e sentimentos, além de auxiliar na compreensão de cada etapa do processo de transição, como o início do tratamento hormonal, se você optar por isso.

    O próximo passo, quando você se sentir mais confiante sobre suas escolhas e seu entendimento de si mesma(o), seria buscar um(a) endocrinologista que tenha experiência com a terapia hormonal para pessoas trans. Esse profissional poderá lhe explicar os efeitos, possibilidades e cuidados específicos do tratamento hormonal. Assim, você poderá entender o processo de forma mais completa, com apoio psicológico e médico para se sentir segura(o) e bem informada(o).

    Cada passo pode ser dado no seu tempo, de acordo com o que você sentir ser mais adequado para você.


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Sinto muito que você esteja carregando esse peso todo. O que você descreveu — desde a crise em novembro até o susto imenso com sua mãe em dezembro — é algo que atropela qualquer um. Na psicanálise a gente entende que a nossa mente não funciona no tempo do relógio. Em dezembro, você precisou ser forte, entrou em "modo de sobrevivência" para salvar sua mãe e, naquele momento, não havia espaço para sentir nada além do instinto de agir. O problema é que o trauma é como um hóspede barulhento que chega sem avisar: ele aconteceu lá atrás, mas o impacto emocional só "desembarcou" agora, duas semanas atrás. Esse desânimo e essa confusão que você sente não são falta de força, é o seu psiquismo finalmente tentando processar o que foi impossível de digerir na hora do susto. Sobre a medicação, pense nela como um gesso: ela imobiliza a dor para você não quebrar de vez, mas ela não cura a história que causou a fratura. O remédio silencia o sintoma, mas não apaga a memória do que você viveu. É natural não ter vontade de fazer terapia, especialmente se as experiências passadas foram ruins. Muitas vezes, o que falta não é "vontade", mas a coragem de tocar em feridas que ainda ardem. A terapia não é para te dar conselhos ou te julgar, mas para ser um lugar onde você possa, no seu tempo, transformar esse silêncio pesado em palavras, para que esse episódio com sua mãe deixe de ser um peso morto no seu peito e vire parte da sua história, sem te paralisar mais. Se você sentir que faz sentido, estou à disposição para conversarmos, seja aqui em Belo Horizonte ou de forma online.


  • Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tiv

    Há uns meses comecei a sentir falta de ar,que se alterna. Ora sinto pra não.Como se a respiração tivesse limitada. Fiz exames coração pulmão hemograma e todos deram normais. Será algo psicológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É muito comum que, quando os exames médicos não encontram uma causa no corpo físico, a gente precise olhar para o que chamamos de **corpo simbólico**. Essa sensação de que o ar não completa o caminho ou de que a respiração está "presa" é uma das manifestações mais clássicas da **angústia**. Para a psicanálise, a angústia é o único afeto que não engana: ela é um sinal de que algo em você está transbordando e não encontra palavras para ser dito. É como se o seu corpo estivesse tentando "gritar" um desconforto que a sua mente ainda não conseguiu processar. Muitas vezes, essa falta de ar física é o reflexo de uma **falta** de outra ordem — um desejo sufocado ou um conflito ignorado que o corpo insiste em denunciar. O fato de os exames estarem normais é um convite para você escutar o que essa limitação quer te contar sobre a sua vida. Se quiser dar voz a esse incômodo, meu consultório em Belo Horizonte está à disposição, e também atendo online para te ajudar a decifrar o que o seu corpo está tentando dizer.


  • Meu nome é Sandra, e descobrimos a doença de parkinson do meu esposo há 01 ano, mas na verdade os si


    Meu nome é Sandra, e descobrimos a doença de parkinson do meu esposo há 01 ano, mas na verdade os sintomas já existiam bem antes, mas ele nunca aceitou opiniões a respeito. Diagnóstico dado, e ele não aceita a doença, minha vida virou um inferno, pois ele não quer que ninguém saiba, e tenho que segurar esta barra sozinha, ele está agressivo, mal educado e desconta tudo em casa com o seu mau humor, estou a ponto de enlouquecer, me ajudem por favor, devo pedir socorro a familiares mesmo sem a autorização dele?, Meu maior receio é que ele entre em depressão profunda, aí já era mesmo, ele sempre foi muito vaidoso, e isto para ele é o fim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Sandra, compreendo profundamente o desafio e o sofrimento que você está enfrentando. A situação que você descreve é extremamente complexa e dolorosa, tanto para você quanto para seu esposo. O diagnóstico de Parkinson e a negação da doença por parte dele criam um ambiente de tensão e isolamento.
    A negação é um mecanismo de defesa comum diante de diagnósticos graves, como o Parkinson. Para o seu esposo, aceitar a doença pode significar uma grande perda de identidade e controle, especialmente considerando sua vaidade. A agressividade e o mau humor que você menciona são expressões do medo, da frustração e do desespero que ele pode estar sentindo.
    É fundamental que você também receba suporte. Cuidar de alguém com uma doença crônica, especialmente em circunstâncias de negação e agressividade, é extremamente desgastante emocionalmente e fisicamente. Você não deve carregar esse peso sozinha.
    Sandra, lembrar-se de que buscar ajuda não é um sinal de fraqueza, mas um ato de amor próprio e cuidado com a pessoa que você ama. Envolver outros nesse processo pode ser a chave para aliviar o fardo que você está carregando e para promover um ambiente mais saudável e equilibrado para todos.


  • Olá. Tenho 20 anos de idade. Sou uma pessoa ansiosa, intensa, estressado, e, na maior parte dos meus

    Olá. Tenho 20 anos de idade. Sou uma pessoa ansiosa, intensa, estressado, e, na maior parte dos meus dias sinto uma mistura de raiva e desgosto! Sensível, porém não demostro. Várias situações me atormentam, mas infelizmente não consigo desabafar com ninguém, guardo tudo pra mim. Gostaria de falar com um profissional que pudesse me ouvir e orientar. Tenho muita coisa na cabeça, talvez seja só coisas bestas ou até mesmo dramas... Mas de qualquer maneira isso me incomoda bastante e me impede de viver bem comigo mesmo. A quem devo recorrer? À um psicólogo? Um psicanalista? Quem devo procurar? Desde já, agradeço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Entendo suas preocupações e sua disposição em buscar ajuda para lidar com seus sentimentos e questões internas.
    Um psicanalista poderá contribuir em explorar as raízes inconscientes dos pensamentos, sentimentos e comportamentos de uma pessoa. A psicanálise valoriza a fala, a interpretação dos sonhos e a análise das relações passadas para entender os padrões emocionais e promover o autoconhecimento.
    Se você está interessado em uma abordagem mais profunda e exploratória, onde as questões inconscientes são exploradas em detalhes, um psicanalista pode ser uma boa opção.
    Independentemente da escolha, o importante é encontrar um profissional qualificado com quem você se sinta confortável e seguro para compartilhar seus pensamentos e sentimentos. A psicanálise oferece um espaço confidencial e acolhedor para explorar suas preocupações e trabalhar em direção ao bem-estar emocional e ao autoconhecimento. Espero que você encontre o apoio de que precisa para enfrentar esses desafios e viver de forma mais plena e satisfatória.


  • a partir de reconhecimento dos outros sinto me amado ou nao e isso faz os meus dias infelizes, achou

    a partir de reconhecimento dos outros sinto me amado ou nao e isso faz os meus dias infelizes, achou que tenho dependencia emocional pelo que he verificado. A psicologia poderia me ajudar com traumas da infancia e a superar esta dependencia emocional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Na psicanálise, reconhecemos que os primeiros relacionamentos são decisórios na formação de padrões emocionais como adultos. A dependência emocional pode ser compreendida dando vazão às experiências infantis. A análise pessoal pode ajudar a explorar essas influências, compreender as origens dos sentimentos, o conteúdo inconsciente, e desenvolver estratégias para lidar com suas escolhas de forma mais saudável. Ao examinar o processo de desenvolvimento, os traumas da infância e resignificá-los, é possível promover as melhores escolhas, possíveis para um novo arranjo pessoal, resultando em relacionamentos mais saudáveis e uma maior autonomia emocional.


  • Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Lidar com a bipolaridade há 20 anos mostra que você é alguém que já enfrentou muitas batalhas, e é natural que, em um momento de depressão, a pergunta sobre a cura apareça com força. Na psicanálise, a gente pensa a **cura** não como o sumiço de uma característica da sua estrutura, mas como uma **mudança profunda na forma como você se relaciona com ela**. A bipolaridade tem um pé na biologia, e por isso o remédio é fundamental para estabilizar o organismo, mas a melhora real surge quando paramos de olhar apenas para o "defeito químico" e começamos a ouvir o que o **sujeito** por trás do diagnóstico tem a dizer. A depressão muitas vezes funciona como um refúgio doloroso, um cansaço profundo de ter que sustentar a vida, e a saída desse lugar passa por transformar esse peso em **palavra**. Quando você consegue falar sobre o que vive e entender os sentidos e gatilhos por trás dos seus ciclos, você deixa de ser "vítima" das oscilações e passa a ser alguém que **maneja a própria existência**. Não se trata de nunca mais sentir tristeza ou euforia, mas de não deixar que esses estados definam sozinhos o seu destino. Existe, sim, uma forma de viver com muito mais leveza e desejo, onde o diagnóstico deixa de ser um peso paralisante para se tornar apenas uma parte da sua história que você aprendeu a conduzir. Se você sentir que é o momento de dar esse passo e transformar essa dor em algo novo, meu consultório em Belo Horizonte está de portas abertas, e também realizo atendimentos online para te acompanhar nesse processo.


  • Gostaria de saber se a terapia online ( consulta com psicologo online) é realmente eficaz?

    Gostaria de saber se a terapia online ( consulta com psicologo online) é realmente eficaz?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Na psicanálise, a eficácia da análise online pode variar dependendo do paciente e do contexto. Enquanto alguns indivíduos podem encontrar benefícios significativos na análise online, outros podem preferir ou se beneficiar mais de sessões presenciais. A eficácia da análise online geralmente está ligada à qualidade da relação terapêutica estabelecida entre o paciente e o psicanalista, bem como à capacidade do psicanalista em adaptar as técnicas analíticas ao ambiente online. Além disso, é importante considerar fatores como a acessibilidade, conveniência e conforto do paciente com a modalidade online. Em última análise, o sucesso da análise online é uma interação complexa entre vários elementos, incluindo a dinâmica analítica, a prontidão do paciente para o processo de análise e a habilidade do psicanalista em proporcionar um espaço seguro e facilitador para o trabalho emocional.


  • Uma pessoa que descubra, mesmo que no início, estar com uma doença grave, tem o direito de decidir

    Uma pessoa que descubra, mesmo que no início, estar com uma doença grave, tem o direito de decidir não se tratar e se manter assim até o deixamento da vida dela tomando apenas morfina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Essa é uma questão complexa e delicada, envolvendo ética, direitos individuais, saúde e bem-estar. O direito de uma pessoa decidir sobre o tratamento médico, incluindo a recusa de tratamento, é um tema amplamente debatido e varia de acordo com as leis e regulamentações de cada país.

    Em muitos países, as pessoas têm o direito de tomar decisões sobre o próprio tratamento médico, desde que sejam capazes de tomar decisões controladas e tenham capacidade mental para entender como planejar suas escolhas. Esse princípio é conhecido como "autonomia do paciente" e é parte fundamental da bioética.

    Se uma pessoa descobre que está com uma doença grave e toma uma decisão controlada de não se submeter a tratamentos agressivos e prefere cuidados paliativos, como o uso de morfina para alívio da dor, essa escolha pode ser respeitada, desde que seja feita de forma consciente e controlada.

    É importante ressaltar que, em algumas situações e dependendo da legislação local, podem existir requisitos legais ou procedimentos específicos para garantir que a decisão do paciente seja forte e livre de coerção ou influências externas.

    Além disso, é fundamental que a pessoa tenha acesso a cuidados paliativos de qualidade, que busquem proporcionar conforto e alívio dos sintomas, mesmo que o tratamento curativo seja recusado. Os cuidados paliativos podem ajudar a melhorar a qualidade de vida do paciente e de seus familiares durante a trajetória da doença.

    Caso esteja enfrentando essa situação ou conheça alguém que esteja, é importante buscar orientação médica e apoio de profissionais especializados em cuidados paliativos. Eles podem oferecer suporte emocional e informações relevantes para tomar decisões bem fundamentadas e respeitar a vontade do paciente.


  • Preciso descobrir porque parece que não pertenço a lugar nenhum, porque estou sempre quieta sem vontade

    Preciso descobrir porque parece que não pertenço a lugar nenhum, porque estou sempre quieta sem vontade de falar com ninguém, porque essa Angústia que sinto, essa vontade de explodir e pelo contrário me implodo? Porque nunca término nada que começo, porque tenho tanto medo de conflito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Na psicanálise, buscamos entender os conflitos internos e inconscientes que podem estar na raiz dessas experiências. A sensação de isolamento e a dificuldade em terminar o que começa podem estar ligadas a sentimentos de inadequação e medo de críticas ou conflitos, possivelmente originados de experiências passadas.

    Essas emoções intensas e a tendência de "implodir" podem ser sinais de conflitos internos não resolvidos. Na terapia psicanalítica, trabalhamos para trazer esses conflitos à consciência através da exploração de histórias de vida e livre associação. Recomendo procurar um psicanalista para iniciar esse processo, ajudando a compreender melhor essas questões e a desenvolver um senso mais profundo de pertencimento e propósito.


  • Qual perfil de psicólogo(a) devo procurar? Estou me sentindo desanimado, desinteressado e desestimulado

    Qual perfil de psicólogo(a) devo procurar? Estou me sentindo desanimado, desinteressado e desestimulado por conta de aspectos profissionais, não estou lidando bem com as dificuldades de crescer na carreira e enfrentar o desemprego, especialmente por considerar ter um currículo de altíssimo nível

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Entendo que você esteja passando por um período desafiador em relação à sua carreira e ao enfrentamento das dificuldades profissionais. A busca por um psicólogo é um passo importante para lidar com esses sentimentos e desafios. Ao considerar o perfil de um psicólogo(a) para ajudá-lo, aqui estão algumas características que podem ser relevantes:

    Encontrar um psicólogo com experiência em orientação profissional pode ser valioso para ajudá-lo a explorar suas opções de carreira, entender suas metas e descobrir maneiras de lidar com as dificuldades que está enfrentando.

    Um terapeuta que seja empático e não julgador pode criar um espaço seguro para você explorar seus sentimentos de desânimo e desinteresse, sem medo de ser criticado ou incompreendido.

    Um psicólogo que valoriza a autoexploração e o autoconhecimento pode ajudá-lo a entender melhor suas próprias motivações, valores e interesses.


  • É possivel fazer tratamento psiquiátrico ou com psicologo escondido da familia?

    É possivel fazer tratamento psiquiátrico ou com psicologo escondido da familia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Sim, é possível fazer tratamento psiquiátrico ou com psicólogo sem que sua família saiba, desde que você seja um adulto capaz de tomar decisões por si mesmo. O sigilo e a privacidade são aspectos importantes da relação terapêutica, e os profissionais de saúde mental têm a obrigação ética de manter a confidencialidade das informações compartilhadas durante as sessões.

    Se você prefere manter o tratamento em segredo da sua família, é recomendável que você converse com o profissional de saúde mental sobre essa questão durante a primeira consulta. Isso permitirá que o terapeuta ou o psiquiatra estejam atentos às suas drogas e tomem as medidas necessárias para proteger sua privacidade.

    No entanto, é importante considerar que, em algumas situações, pode ser benéfico ou necessário envolver a família no processo terapêutico, especialmente se o suporte familiar for importante para o seu bem-estar emocional. Converse com o profissional sobre suas preocupações e necessidades para que juntos possamos encontrar a melhor abordagem para o seu tratamento.

    Se você for menor de idade, a legislação pode variar de acordo com o país ou estado, e a possibilidade de fazer tratamento sem o conhecimento dos pais pode ser mais limitada. Em muitos lugares, há leis que garantem o direito à confidencialidade para adolescentes em determinadas circunstâncias, especialmente quando há preocupações com a segurança e o bem-estar do menor.

    Em qualquer caso, é importante que você sinta à vontade e seguro(a) durante o tratamento. O profissional de saúde mental poderá esclarecer as questões relacionadas à confidencialidade e responder a quaisquer dúvidas ou preocupações que você possa ter sobre o tratamento.


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  • O consumo de pornografia pode prejudicar algo no cérebro responsável pela sexualidade? É permanente

    O consumo de pornografia pode prejudicar algo no cérebro responsável pela sexualidade? É permanente ou pode reverter?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    O consumo excessivo e compulsivo de pornografia pode ter efeitos no cérebro e na sexualidade de algumas pessoas, mas os efeitos podem variar de indivíduo para indivíduo. Algumas pesquisas sugerem que a exposição frequente e prolongada à pornografia pode levar a mudanças neuroplásticas no cérebro, especialmente nas áreas associadas à recompensa, prazer e tomada de decisões.

    Aqui estão alguns efeitos possíveis do consumo excessivo de pornografia no cérebro e na sexualidade:

    Dessensibilização: A exposição frequente a imagens e vídeos pornográficos altamente estimulantes pode levar a uma dessansibilização, onde o cérebro se adapta e requer estímulos mais intensos para experimentar a experiência sexual. Isso pode resultar em dificuldades para se excitar com parceiros na vida real.

    Disfunção Erétil e Dificuldades Sexuais: Algumas pessoas relatam a disfunção erétil e dificuldades sexuais após um uso excessivo de pornografia, o que pode estar relacionado à dessensibilização mencionada anteriormente.

    Mudanças nas Atitudes e Comportamentos Sexuais: O consumo frequente de pornografia também pode influenciar as atitudes e comportamentos sexuais.


    Te convidamos para uma consulta


  • Sinto muito desejo sexual, sinto muito desejos uma hora depois que acordo, e muitas vezes passo boa parte

    Sinto muito desejo sexual, sinto muito desejos uma hora depois que acordo, e muitas vezes passo boa parte do dia com esses estímulos (excitada), principalmente pré período menstrual, o que fazer? isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    É comum sentir desejos sexuais, especialmente em momentos específicos do ciclo menstrual, como o período pré-menstrual. Essas flutuações hormonais podem aumentar a libido e causar maior excitação sexual. Se esses desejos estão causando desconforto ou interferindo em sua vida diária, é importante buscar apoio de um profissional de saúde, como um ginecologista ou psicólogo, para discutir suas preocupações e receber orientação adequada. Lembre-se de que é natural ter variações no desejo sexual ao longo do ciclo menstrual.


  • O chamado Reboot de pornografia é verdadeiro? Parar com o vício em pornografia pode melhorar a libido

    O chamado Reboot de pornografia é verdadeiro? Parar com o vício em pornografia pode melhorar a libido e a atividade sexual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    O termo "reboot de pornografia" geralmente se refere a um período de abstinência de pornografia e masturbação, com o objetivo de restabelecer os padrões naturais de resposta sexual e diminuir o impacto do vício em pornografia. No entanto, é importante destacar que a ideia de "reboot" não é uma abordagem cientificamente comprovada e não tem respaldo médico ou psicológico definitivo.

    Quanto à melhora da libido e da atividade sexual ao parar o vício em pornografia, pode haver algumas experiências individuais de melhora nesses aspectos. O consumo excessivo e repetitivo de pornografia pode afetar a forma como o cérebro responde a estímulos sexuais e pode levar a uma diminuição do interesse em atividades sexuais na vida real.

    Parar o consumo de pornografia e se afastar de hábitos compulsivos pode permitir que o cérebro se recupere e retome uma resposta mais natural aos estímulos sexuais. No entanto, essa recuperação pode variar de pessoa para pessoa, e não existe uma garantia de que todos que parem de consumir pornografia experimentarão automaticamente uma melhora significativa na libido e na atividade sexual.

    Além disso, é importante observar que a libido e a atividade sexual são influenciadas por uma variedade de fatores, incluindo aspectos emocionais, hormonais, físicos e psicológicos. Parar o consumo de pornografia pode ser parte de um processo de busca por uma vida sexual mais saudável, mas não é a única medida a ser considerada.

    Se você está preocupado com o impacto do consumo excessivo de pornografia na sua vida sexual e bem-estar emocional, é recomendável buscar apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo. Eles podem ajudá-lo a explorar suas preocupações, entender melhor os fatores envolvidos e contribuir para promover uma relação saudável com a sexualidade e o prazer.


  • Culpa persistente por algo que aconteceu no passado pode bloquear a libido feminina por completo ?

    Culpa persistente por algo que aconteceu no passado pode bloquear a libido feminina por completo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Sim, a culpa persistente por algo que aconteceu no passado pode ter um impacto significativo na libido feminina e em sua resposta sexual. Sentimentos de culpa podem ser emocionalmente pesados ​​e afetar o bem-estar geral de uma pessoa, inclusive sua vida sexual.

    A culpa é uma emoção complexa que pode surgir por diversas razões, como a sensação de ter ferido alguém, agido de forma contrária aos próprios valores, ou por ter cometido um erro significativo no passado. Esses sentimentos podem criar uma barreira emocional que dificulta a conexão com o prazer e a intimidade, afetando a libido e o desejo sexual.

    Quando a mente está ocupada com pensamentos e sentimentos de culpa, pode ser difícil para uma pessoa relaxar e se entregar ao momento íntimo com o parceiro. A culpa pode gerar ansiedade, insegurança e autocrítica, o que pode dificultar a demora e a resposta sexual.

    Além disso, a culpa pode afetar a autoestima e a autoimagem da pessoa, fazendo com que ela se sinta satisfeita ou indesejável sexualmente, o que pode levar a uma diminuição da libido.

    Se você ou alguém que conhece está enfrentando dificuldades com a libido devido a sentimentos de culpa, é essencial buscar apoio e compreensão. A terapia pode ser uma ferramenta valiosa para ajudar a explorar esses sentimentos e encontrar maneiras saudáveis ​​de lidar com eles. Um terapeuta especializado em sexualidade ou saúde mental pode auxiliar na abordagem dessas questões de forma segura e sem julgamentos, permitindo a reconstrução de uma conexão mais saudável com a sexualidade e o prazer.


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  • Tenho ciume exagerado o que devo fazer?

    Tenho ciume exagerado o que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Como psicanalista, entendo que o ciúme excessivo pode ser uma fonte significativa de desconforto emocional e pode impactar negativamente os relacionamentos interpessoais. É importante explorar as origens e motivações por trás desse ciúme, muitas vezes relacionado a questões de autoestima, insegurança e medo de abandono. A psicoterapia psicanalítica pode ser benéfica para investigar essas questões profundamente, identificar padrões de pensamento e comportamento, e desenvolver estratégias saudáveis para lidar com o ciúme. Além disso, é crucial cultivar a comunicação aberta e honesta nos relacionamentos e buscar apoio emocional de um terapeuta para trabalhar na construção da confiança e no desenvolvimento de estratégias para lidar com o esses sentimentos negativos.


  • acho que sou viciado em sexo todo dia quero fazer sexo com minha esposa quando ela nao quer fico impaciente

    acho que sou viciado em sexo todo dia quero fazer sexo com minha esposa quando ela nao quer fico impaciente sem dormi, procuro constantemento mulheres proficional do prazer ja gastei muiyo dinheiro com isso ja deixei minha filha no colegio socinha pra fazer sexo com outra pessoa. Que posso fazer? Mi ajude.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Na perspectiva psicanalítica, esse tipo de comportamento compulsivo pode estar relacionado a conflitos emocionais e desejos inconscientes não resolvidos.

    O vício em sexo pode ser uma forma de lidar com emoções difíceis, ansiedade ou estresse. A busca constante por satisfação sexual pode ser uma maneira de evitar lidar com questões emocionais mais profundas. A psicanálise sugere que comportamentos compulsivos muitas vezes têm raízes em experiências passadas, traumas ou conflitos internos não resolvidos.

    A impaciência e a busca por encontros sexuais fora do relacionamento podem estar relacionadas a ansiedades sobre intimidade, inseguranças ou desejos não satisfatórios. A psicanálise considera que nossos comportamentos muitas vezes são influenciados por processos inconscientes que podem ser explorados através da terapia.

    Buscar ajuda terapêutica é um passo importante. A terapia psicanalítica pode fornecer um espaço seguro para explorar as origens emocionais desse comportamento, ajudando a compreender as razões subjacentes para a compulsão sexual. Ao examinar suas emoções, pensamentos e experiências passadas, você pode começar a compreender os fatores que instruem para esses padrões.

    É importante lembrar que a jornada de autoconhecimento e mudança requer tempo e dedicação. O terapeuta psicanalítico trabalhará ao seu lado para explorar as questões mais profundas e aprender a desenvolver estratégias saudáveis ​​para lidar com suas emoções e desejos. A psicanálise acredita na capacidade do indivíduo de compreender e transformar seus padrões, permitindo uma vida mais equilibrada e satisfatória.


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  • Olá, doutores. Gostaria de saber se pornografia pode trazer algum maléfico, como baixa auto estima

    Olá, doutores. Gostaria de saber se pornografia pode trazer algum maléfico, como baixa auto estima ou disfunção erétil no homem. Agradeço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Como psicanalista, posso dizer que a pornografia pode ter efeitos negativos na saúde mental e sexual. O consumo excessivo de pornografia pode levar a uma visão distorcida da sexualidade, afetando a autoestima e a percepção do corpo, do prazer. Além disso, em alguns casos, pode contribuir para a disfunção erétil, especialmente se houver uma dependência psicológica da pornografia. É importante abordar essas questões com sensibilidade e considerar o impacto individual que a pornografia pode ter. Se você ou alguém que você conhece está lidando com esses problemas, é recomendável buscar ajuda de um profissional de saúde mental para obter suporte e orientação adequados.


  • Oi. tenho 26 anos e a 05 anos sou viciado em pornografia. Ja tentei parar, vou em psiquiatra e ele me

    Oi. tenho 26 anos e a 05 anos sou viciado em pornografia. Ja tentei parar, vou em psiquiatra e ele me disse pra eu parar de me culpar, só assim vou conseguir. Porém, tenho lutado, lutado e lutado e não consigo. Não faço mais sexo com minha esposa e as vezes que fiz tive que tomar viagra. Me ajudem!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Rodrigo Teixeira

    Olá. Compreendo sua preocupação e a luta que tem enfrentado em relação ao vício em pornografia. Na perspectiva psicanalítica, o vício em pornografia pode estar relacionado a questões emocionais mais profundas e padrões inconscientes.

    É importante reconhecer que a pornografia pode ser uma forma de lidar com emoções difíceis, estresse ou ansiedade. A psicanálise sugere que comportamentos compulsivos muitas vezes têm raízes em conflitos emocionais não resolvidos ou traumas do passado. Portanto, explorar as origens emocionais desse vício pode ser fundamental para superá-lo.

    A relação entre vício em pornografia e falta de intimidade com sua esposa também merece atenção. A psicanálise considera que nossos comportamentos e padrões relacionais podem ser reflexos de experiências passadas e desejos inconscientes. A ausência de sexo com sua esposa e a necessidade de tomar viagra podem causar ansiedades ou expectativas não resolvidas.

    A terapia psicanalítica oferece um espaço para explorar esses aspectos emocionais subjacentes. Ao compreender as razões mais profundas por trás do vício e da dificuldade em se conectar emocionalmente com sua esposa, você pode começar a trabalhar na raiz do problema. Isso envolve examinar suas emoções, pensamentos e experiências passadas, permitindo um processo de autoconhecimento e transformação.

    Lembre-se de que a jornada para superar o vício em pornografia pode ser desafiadora, mas buscar apoio terapêutico pode ser um passo significativo em direção à cura emocional e ao resgate da intimidade em seu relacionamento. O papel do terapeuta psicanalítico é fornecer um ambiente seguro e acolhedor para explorar essas questões profundas e guiá-lo em direção à compreensão e mudança.


    Te convidamos para uma consulta


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