Perguntas do paciente (839)

  • Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepç

    Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepções C ele no passado hoje meu objetivo de está C ele somente é crescer juntos trabalhar juntos temos uma vida como marido e mulher nos respeitamos mas eu n amo.meu objetivo e vive C ele p um cuidar do outro na velhice e crescer juntos financeiramente.o q vcs me diz sobre???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Oi, o que você descreve é mais comum do que parece, às vezes o vínculo continua por parceria, história e projeto de vida, mesmo quando o sentimento de amor já não está mais ali como antes, mas vale se perguntar com sinceridade o quanto isso te sustenta de verdade e o quanto é uma forma de se manter em algo que já mudou, porque viver só pelo acordo pode funcionar por um tempo, mas também pode cobrar um preço emocional, então talvez o mais importante agora seja entender melhor o que esse “não amo” significa pra você e o que você quer construir a partir disso, e se fizer sentido, me coloco à disposição pra gente conversar com mais calma sobre isso em uma consulta.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Fiz anos de terapia para lidar com ansiedade e sinto que aprendi muito coisa, mas essas coisas não m

    Fiz anos de terapia para lidar com ansiedade e sinto que aprendi muito coisa, mas essas coisas não me ajudaram a me sentir melhor.
    Conversando com o chat GPT ele me indicou EMDR para lidar com minha ansiedade e medos. Nunca ouvi falar nisso.
    Algum profissional que trabalhe com EMDR pode me ajudar a entender se isso pode me ajudar com minha ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Obrigado por compartilhar isso comigo, sei que não é fácil abrir sobre algo tão doloroso. Pelo que você descreve, realmente parece que você está vivenciando sintomas de trauma pós acidente, e é completamente compreensível que esteja se sentindo assim. Sobre sua dúvida: a EMDR pode sim ser feita online com bons resultados, mas a psicanálise também pode te ajudar muito, pois trabalha não só o trauma em si, mas o que ele despertou em você, seus medos, suas formas de lidar, construindo uma compreensão mais profunda e um alívio duradouro da angústia que permeia seu dia a dia. E funciona muito bem online, desde que haja privacidade e confiança no processo. Se você quiser, podemos marcar uma sessão para conversarmos sobre o que você está sentindo e ver se faz sentido dar continuidade juntos, ficarei feliz em te receber.
    Vinícius.


  • O que é “instabilidade de objeto interno” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    O que é “instabilidade de objeto interno” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Que pergunta interessante, obrigado por trazê-la. A instabilidade de objeto interno no TPB se refere à dificuldade de manter uma imagem estável e integrada de si mesmo e das pessoas importantes, então o outro pode passar rapidamente de idealizado a devalorizado, ou o paciente pode se sentir ora grandioso, ora vazio e ruim, sem um senso contínuo de quem é. Isso gera sofrimento intenso nos relacionamentos e na autoestima. Se você está estudando isso ou vivenciando algo nesse sentido, seria um prazer conversarmos com mais calma sobre o tema e suas implicações, podemos marcar uma sessão para aprofundarmos juntos.
    Vinícius.


  • Por que o “vazio crônico” é central no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    Por que o “vazio crônico” é central no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    O vazio crônico é central no TPB porque fala de algo muito doloroso: a sensação de não ter um "eu" sólido por dentro, de ser um espelho que só reflete o outro. Quando a base emocional da infância foi instável, a pessoa não internalizou uma sensação de estar bem consigo mesma, então vive buscando fora o que deveria vir de dentro. O vazio bate quando não há estímulo externo, quando fica sozinho, ou mesmo no meio de uma conquista que deveria ser gratificante. É por isso que a solidão é tão insuportável e o abandono, real ou imaginado, desencadeia reações tão intensas. Se isso ressoa com você ou com alguém que você conhece, ficaria feliz em conversarmos com mais calma, podemos marcar uma sessão para entendermos melhor esse seu mundo interno.
    Vinícius.


  • Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não c

    Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento

    O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não concorda ou não tem certeza se quer viver de fato?

    Sou católica, tenho 23 anos, gosto muito de viver a minha fé e frequentar a igreja. Só q há alguns meses venho sentindo a sensação de culpa principalmente em viver alguns princípios da igreja.

    Desde os 19 anos, frequento a igreja mais ativamente, fiz catequese, e tudo em relação a primeira comunhão e crisma.

    Mas com o passar dos anos, foram surgindo questionamentos sobre relacionamentos mais precisamente em relação a: Castidade/Se manter casta até o casamento.

    É um assunto q sempre foi uma questão pra mim. Na Igreja isso sempre é aprendido como correto e uma certa "obrigação".

    A questão é que isso vem me deixando mal, pq quando penso em não seguir a castidade minha mente entra em conflito. Eu não sou uma pessoa tão religiosa, mas sempre valorizei minha relação com Cristo e a Igreja, e isso tem pesado minha consciência.

    Já tem um tempo que eu tenho tentado colocar um certo limite mas isso acaba voltando em pensamentos negativos/culpa.

    A questão é como viver minha fé mesmo não concordando com certas doutrinas/dogmas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Oi, o que você traz é um conflito muito delicado e profundamente humano, porque não é só sobre seguir ou não uma regra, mas sobre como essa regra foi se inscrevendo em você, na sua forma de desejar e também de se culpar, como se uma parte sua quisesse viver algo e outra vigiasse e julgasse isso o tempo todo, então mais do que decidir rapidamente o que fazer, talvez seja importante entender de onde vem essa culpa, como ela se construiu na sua relação com a fé e o que, nisso tudo, é realmente seu e o que foi incorporado como exigência, porque a fé pode continuar existindo sem que precise se confundir com sofrimento constante, mas isso exige um espaço de escuta pra ir diferenciando essas camadas com cuidado, e se fizer sentido, me coloco à disposição pra gente conversar melhor sobre isso em uma sessão.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza

    Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza fosse diminuindo, mas sinto que estou cada vez mais 'travada'. Não sinto prazer nas coisas que amava, sinto uma culpa constante por não ter feito mais por ela e um vazio que parece não ter fim. Choro todos os dias e me sinto exausta, sem ânimo para trabalhar ou sair com amigos. Como saber se o que estou vivendo ainda é o processo natural do luto ou se isso já se transformou em uma depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Oi, perder a mãe de forma repentina costuma deixar algo muito difícil de elaborar, porque não é só a ausência dela, é também tudo que ficou sem preparo, sem despedida e, muitas vezes, acompanhado dessa sensação de “eu poderia ter feito mais”. O luto pode mesmo durar bastante tempo e não segue uma linha reta, mas quando a vida vai ficando cada vez mais esvaziada, sem prazer, sem energia, com culpa constante e uma sensação de paralisação que só aumenta, vale olhar com cuidado pra possibilidade de que esse sofrimento esteja se aproximando de um quadro depressivo ou de um luto que ficou muito endurecido. Isso não diminui o amor pela sua mãe, nem significa que você deveria “já ter superado”. Significa apenas que talvez essa dor esteja precisando de um espaço mais acolhido e elaborado, pra não continuar sendo carregada tão sozinha dentro de você. Podemos conversar melhor sobre isso em uma sessão, se você sentir que faria sentido.
    Um abraço,
    Vinicius.


  • Porque quando vejo a pessoa que gosto me da forte crises de ansiedade.

    Porque quando vejo a pessoa que gosto me da forte crises de ansiedade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, quando você vê essa pessoa e sente uma crise de ansiedade, pode ser que algo aí dentro esteja sendo muito mobilizado, como medo de perder, de não ser correspondido ou até de se envolver e se machucar, e isso aparece no corpo com essa intensidade toda. Às vezes o sentimento é tão forte que, em vez de vir só como algo bom, ele vem misturado com tensão e insegurança, como se você não tivesse controle da situação. Vale a pena ir observando o que passa pela sua cabeça nesses momentos e como você se sente antes, durante e depois, porque isso pode te ajudar a entender melhor o que está sendo ativado em você. Se sentir que quer aprofundar isso com mais calma, pode me procurar para marcarmos uma sessão e conversarmos melhor sobre o que está acontecendo. Um abraço, Vinícius.


  • Sinto muita farqueza ,tremedeira ânsia de vômito e tontura a algum tempo ,isso pode ser relacionado

    Sinto muita farqueza ,tremedeira ânsia de vômito e tontura a algum tempo ,isso pode ser relacionado a ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, esses sintomas podem sim ter relação com ansiedade, porque a ansiedade intensa afeta diretamente o corpo e pode provocar tremedeira, tontura, náusea, sensação de fraqueza e mal-estar físico. Mas, ao mesmo tempo, é importante não concluir sozinho que seja apenas emocional, principalmente se isso já acontece há algum tempo. Questões hormonais, metabólicas, alimentares, neurológicas ou outras condições clínicas também podem causar sintomas parecidos. O ideal é investigar as duas dimensões, física e emocional, para entender melhor o que está acontecendo e não carregar isso sozinho tentando adivinhar a causa.

    Um abraço,
    Vinicius.


  • Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou

    Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou que sinta desafios eu costumo sofrer, mas permaneço, porém em relações de afeto e tranquilas, em algum momento me encontro com ansiedade e pensamentos de medo excessivo de um dia estragar a relação por não amar de verdade a pessoa ou magoá-la, algo que não sinto em relações desafiadoras, estou ficando com uma pessoa uns meses após sair de uma relação que me era desafiadora e finalmente saí quando senti que deveria ter alguém que me amasse, porém ao me sentir desejada e vista por alguém, comecei a ter ansiedade e aperto no peito novamente, tenho medo de nunca conseguir quebrar esse ciclo e medo de talvez ser uma pessoa incapaz de amar de verdade, queria muito não sentir esses medos e permitir conhecer as pessoas e me relacionar com elas antes de sentir esses sentimentos e acabar com tudo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, o que você descreve mostra um padrão que se repete e isso costuma dizer muito mais sobre o que você aprendeu a sentir dentro das relações do que sobre uma incapacidade de amar. Em vínculos mais difíceis, parece que existe algo familiar que te mantém ali, mesmo com sofrimento, já em relações mais tranquilas pode surgir um estranhamento, como se o afeto seguro despertasse medo, dúvida e até a sensação de que algo vai dar errado, e isso acaba vindo como ansiedade e esses pensamentos de não amar de verdade. Não é que o sentimento não exista, mas pode haver um medo grande do que esse tipo de relação envolve, como se entregar, confiar ou sustentar algo que não tem conflito o tempo todo. O fato de você perceber esse ciclo já é um passo importante, porque isso pode ser compreendido e trabalhado aos poucos, sem precisar fugir ou se culpar por sentir assim. Se quiser aprofundar isso com mais calma e entender melhor de onde vem esse padrão, pode me procurar para marcarmos uma sessão e conversarmos melhor sobre o que você está vivendo.
    Um abraço,
    Vinicius.


  • Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?

    Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, sim, melhora e pode até desaparecer com o tempo, mesmo depois de anos. A desrealização costuma ser uma resposta da ansiedade quando ela fica muito alta, como uma forma do corpo tentar se proteger, e isso assusta bastante, mas não significa que você está ficando pior ou que não tem saída. Com tratamento e acompanhamento, muita gente consegue reduzir muito esses sintomas e voltar a se sentir bem. O mais importante é não enfrentar isso sozinho e seguir cuidando da ansiedade com apoio profissional.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapi

    Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapia por um ano, Há dois anos atrás. Aparentemente, parecia uma depressão. A psicóloga me passou que ele tinha um pouco de fobia social. Como ele apresentou uma certa melhora, a psicóloga disse que não havia mais necessidade de terapia. Porém, eu percebo qie ele é diferente, já cheguei a pensar que ele talvez seja autista. Mas, hoje ele (chorando) me disse que não queria nos decepcionar e me contou que ele não se sente um menino e sim menina(desde pequeno). Ele tem 17 anos.Ele não demonstra nenhum estereótipo feminino. Já chegou a se apaixonar por uma menina. Ele diz que apesar de se sentir assim,.sexualmente, ele não tem interesse em se relacionar com menino, e sim, com menina
    Comentou também sobre a mudança de identidade, de transição de gênero e que pode acontecer dd mesmo ele se tornando uma menina ele se relacionar com outra menina. Hoje em dia os jovens tem muito mais informação. Pra mim é um pouco confuso , sei qie mesmo que ele tenha informações, tenho certeza que não é fácil lidar com isso. Pois, sabemos os desafios e situações que iremos enfrentar. Jamais agendei com uma psicóloga, mas gostaríamos de mais esclarecimentos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Oi, imagino o quanto esse momento pode ser intenso e confuso pra você, mas também é muito importante reconhecer que seu filho confiou em você pra dizer algo tão íntimo, isso já mostra que existe um vínculo de confiança entre vocês, e o que ele traz não é algo simples nem passageiro necessariamente, é uma experiência profunda sobre quem ele sente que é, que pode coexistir com a forma como ele se relaciona afetivamente, então não se trata de ter “sinais” externos ou de seguir um padrão esperado, e nem de algo que precise ser corrigido, mas sim compreendido com cuidado, no tempo dele, e com apoio, inclusive profissional, pra que ele possa elaborar isso sem se sentir sozinho ou com medo de decepcionar, porque esse sofrimento que aparece no choro diz muito sobre o peso que ele está carregando, então talvez o mais importante agora seja abrir espaço pra escuta, sem pressa de definir tudo, e buscar um acompanhamento que ajude tanto ele quanto você a atravessarem isso com mais segurança e clareza, e se fizer sentido, eu me coloco à disposição pra gente conversar melhor sobre isso em uma sessão e pensar juntos nos próximos passos com calma.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e

    Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e com as mãos geladas,será que tenho que fazer algum desbloqueio emocional, pois minha vida desde a infância não foi normal igual de outras pessoas, tenho muitos traumas e já tive ansiedade e depressão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, obrigado por confiar em compartilhar isso. Esse nervosismo e as mãos geladas podem estar ligados à ansiedade, principalmente em situações de responsabilidade como a que você está vivendo na pastoral. Sua história de vida e os traumas que você mencionou podem sim influenciar como você se sente hoje, e isso não é fraqueza, é algo que pode ser compreendido e cuidado com o tempo. Não é sobre um “desbloqueio” rápido, mas sobre se escutar e elaborar essas experiências com acolhimento. Se fizer sentido para você, me procure para marcarmos uma sessão e conversarmos com mais calma sobre o que está acontecendo.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Em 2020 me casei porém um dia antes do casamento meu esposo disse não gostava de mim mais msm assim

    Em 2020 me casei porém um dia antes do casamento meu esposo disse não gostava de mim mais msm assim no dia seguinte nos casamos .ele ficou por muito tempo distante no começo até ficou uns dias na casa da mãe passou meses ele melhorou e eu voltei a ver alegria nele depois de 6 anos parece q ele voltou a ter esse bloqueio.teve várias dias com insônia,irritado ,teve dias com altos e baixos.ate q um dia desses ele me pediu um tempo chorou bastante e já está fazendo 46 dias q está na casa da mãe porém todos os domingos ele faz questão de vir ficar comigo agente namora e tudo com muita conexão.porem quando ele vai embora ele muda completamente fica totalmente distante.agora está se sentindo mal por a gente fazer sexo aos domingos,está sentindo q está me usando.ele parece confuso ,diz q lembra de coisas no nosso casamento q machuca muito ele .ele age como só eu que o machuquei.agora já está falando q não tem vontade de dormir em nossa casa e q não tem quase vontade nenhuma de voltar pra casa .eu e a família dele sabe q tem algum problema na cabeça dele .pq ele sempre chora ,fala q dói nele está fazendo isso pq quem quer se separar pega e se separa e não chora e não tem dúvidas

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, imagino o quanto tudo isso deve estar sendo difícil e confuso para você. Ele se aproxima com carinho e conexão e depois se afasta como se algo mudasse dentro dele, e isso acaba gerando muita insegurança. Parece que ele também está em conflito, com sentimentos misturados e dores que ele não consegue organizar bem, mas isso não significa que a responsabilidade seja toda sua. É importante você não tentar carregar isso sozinha e também olhar para o que você sente diante dessa instabilidade, porque isso pode machucar bastante. Talvez seja importante ele buscar ajuda para entender melhor o que está acontecendo com ele, e você também merece um espaço para se cuidar e organizar tudo isso dentro de você. Se sentir que faz sentido, pode me procurar para marcarmos uma sessão e conversarmos com mais calma sobre isso.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especia

    Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, acho importante não olhar para toda tristeza como um sinal de que existe algo errado ou de que estamos entrando novamente em um quadro de depressão. Ficar triste depois de certas situações é parte da própria vida, e às vezes precisamos mesmo de um tempo para atravessar aquilo que nos aconteceu. O mais importante talvez seja perceber como você está vivendo essa tristeza e o lugar que ela vem ocupando na sua vida, sem precisar se assustar imediatamente com ela. Se essa preocupação com “estar deprimido” estiver deixando você ainda mais angustiado, podemos conversar melhor sobre isso em uma sessão e entender juntos o que está acontecendo.

    Um abraço, Vinícius.


  • Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem

    Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem ter uma crise de pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, não é preciso chegar a uma crise de pânico para perceber que a ansiedade está pedindo atenção. Às vezes ela aparece de forma mais silenciosa, quando a pessoa começa a viver preocupada demais, antecipando problemas, evitando situações ou sentindo que não consegue simplesmente descansar e ficar tranquila. Mais do que procurar um sinal específico, eu observaria se a ansiedade está começando a ocupar espaço demais na sua vida e limitando suas escolhas. Se você percebe que isso vem acontecendo, pode ser interessante conversarmos em uma sessão, com calma, para entender o que essa ansiedade está querendo dizer.

    Um abraço, Vinícius.


  • Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, depende muito de como essa ansiedade está aparecendo e do quanto ela está interferindo na sua vida. A psicoterapia pode ser muito importante para entender o que está por trás da ansiedade e construir outras formas de lidar com aquilo que está acontecendo. Em alguns casos, também pode ser interessante conversar com um psiquiatra, principalmente quando o sofrimento está muito intenso ou está dificultando bastante a vida cotidiana. Uma coisa não exclui a outra, e os dois trabalhos podem até se complementar muito bem. Se você quiser, podemos conversar em uma sessão sobre o que está acontecendo e pensar juntos qual caminho faz mais sentido para você.

    Um abraço, Vinícius.


  • A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu

    A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu com meus amigos, enfim, acho q dei uma piorada, estou tomando remedios mas quero enfrentar sem e nao consigo, me sinto extremamente solitária

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Faz sentido que você esteja se sentindo assim, principalmente depois de ter se afastado de pessoas importantes e vivido uma relação que acabou restringindo suas amizades. A solidão também pode aumentar a ansiedade social, criando um ciclo em que você sente falta de pessoas, mas ao mesmo tempo tem medo de se aproximar. E sobre os remédios, não precisa decidir sozinha entre "tomar" ou "enfrentar sem eles": converse com o psiquiatra sobre isso antes de fazer qualquer mudança. A psicoterapia pode ajudar justamente a reconstruir sua confiança e, aos poucos, ampliar novamente sua vida social. Se quiser, podemos conversar melhor sobre isso em uma sessão.

    Um abraço,
    Vinicius.


  • Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada po

    Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada por motivos familiares ela pediu um tempo até o fim de Dezembro: a irmã surtou e a mãe está em briga constante com o padrasto dela. Estou tendo crises na empresa, muita falta de ar e choro e uma das crises sem querer acabei me abrindo com a gerente que eu estava namorando alguém da empresa, sem citar o nome. Minha namorada agora está chateada comigo. Eu a amo muito tenho medo de ter destruído a chance de recomeçar com ela. Como posso recuperar a confiança dela? Será que o relacionamento não tem mais salvação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, sinto que isso deve estar sendo muito angustiante para você, ainda mais vivendo tudo isso dentro do ambiente de trabalho. Você estava em um momento de crise e acabou se abrindo, não foi algo pensado para machucar, mas dá para entender que ela tenha se sentido exposta ou insegura. Talvez o mais importante agora seja reconhecer isso com sinceridade, sem se justificar demais, mostrando que você entende o que ela sentiu e respeitando o tempo que ela pediu, porque tentar apressar pode aumentar a tensão. Ao mesmo tempo, é importante cuidar de você nesse processo, essas crises mostram o quanto tudo isso está te afetando e merece atenção. Sobre ter ou não volta, isso não depende só de você, mas relações podem sim se reorganizar quando há espaço, respeito e escuta. Se sentir que precisa de ajuda para entender melhor seus sentimentos e como agir, pode me procurar para marcarmos uma sessão e conversarmos com mais calma sobre isso.
    Um abraço,
    Vinícius.


  • Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?

    Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá, ajudar alguém com Depressão nem sempre passa por convencer imediatamente a tomar medicação. Muitas pessoas têm medo, resistência ou experiências ruins ligadas a isso, e quando se sentem pressionadas acabam se fechando ainda mais. Talvez o mais importante seja que seu filho perceba que existe alguém disposto a escutá-lo sem julgamento e sem transformar toda conversa em uma tentativa de fazê-lo aceitar tratamento. Ao mesmo tempo, é importante incentivar que ele não enfrente isso sozinho, seja através de psicoterapia, acompanhamento psiquiátrico ou outros espaços de cuidado onde ele possa falar sobre essa resistência também. Às vezes, a recusa à medicação diz muito sobre medos, sensação de perda de controle ou desesperança. E isso também precisa ser escutado com cuidado.
    Um abraço,
    Vinicius.


  • É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo

    É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo (3 ou 4 semanas) tempo tive uma crise de ansiedade e estou me recuperando. Porém as vezes quando estou tranquilo ou sentado na cadeira eu sinto dores nas costas, desconforto na garganta e até ombros. É possível que esse tipo de hábito me torne mais ansioso ou preocupado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Sim, é possível. Uma postura tensa pode manter o corpo em estado de alerta e intensificar sensações físicas como dor e desconforto, o que pode alimentar a ansiedade ou a preocupação. Depois de uma crise, o corpo costuma ficar mais sensível por um tempo, e isso pode explicar o que você está sentindo. Vale cuidar do corpo, mas também compreender o que essa ansiedade mobilizou em você. Se fizer sentido, me procure para marcarmos uma sessão e conversarmos com mais calma sobre isso.
    Um abraço,
    Vinícius.


Perguntas frequentes

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