Perguntas do paciente (97)

  • Quanto tempo demora para passar o luto? um dia ele termina?

    Quanto tempo demora para passar o luto? um dia ele termina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Antes de tudo, sinto muito pela sua perda. Posso imaginar como a falta dessa pessoa que agora se faz ausente na sua vida deve estar provocando profundo sofrimento em você. Lidar com o luto pela perda de algo ou alguém é como lidar com o lado mais obscuro e "vazio" que a existência proporciona pra nós. Como se já não bastasse o fato de que o assunto seja um grande tabu (ainda nos dias atuais), lidar com a morte assim, tão de perto, é por si só um desafio gigantesco. Muitas vezes, a experiência pode fazer você passar por dias em que conviver com esses sentimentos parece mais fácil, enquanto, durante outros, nem tanto assim... É nesse balanço, e, principalmente na árdua tarefa de não tentar interromper esse fluxo, que você aprenderá a conviver com isso, e desenvolverá suas próprias estratégias de enfrentamento para conseguir seguir com sua própria vida (não como se nada tivesse acontecido, claro, mas como se você aprendesse a viver numa "nova realidade", onde você manterá contato com esse alguém que já não é mais presente (agora, apenas através de seu legado e suas lembranças) de outras maneiras). Permita que o contato com suas aflições venha junto de um processo introspectivo através do qual poderá se encontrar com suas vulnerabilidades e compreendê-las, antes de querer rechaçá-las na mera tentativa de parecer forte para o mundo.

    Infelizmente, é muito difícil estabelecer um parâmetro sobre o quanto deve durar a angústia do luto. Muitas vezes, sentimos que precisamos de uma referência objetiva para podermos acalmar nossos corações e criar esperanças para que a dor se esvaia, pouco a pouco, e isso é completamente natural! Enquanto nos apegarmos a isso, deixamos de perceber que só um mergulho profundo nesse sofrimento ("pensar menos, sentir mais") permitirá que possa elaborá-lo para que, um dia, enfim, se veja conseguindo conviver com o mesmo de forma mais leve, funcional e sadia.

    Que tal olharmos mais pra isso, juntos?
    Estou à disposição.
    Obrigado por compartilhar sua questão com a gente.
    Um abraço carinhoso.

    Não desejo que passe logo, mas, sim, que seja um processo de transformação e fortalecimento pra você.
    Um dia, acredite, tudo vai ficar bem novamente.


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    Psicoterapia

  • Um dia desses eu comecei a pensar que se em alguma das vezes que eu quase morri eu realmente morri e

    Um dia desses eu comecei a pensar que se em alguma das vezes que eu quase morri eu realmente morri e tudo desde de então é um sonho, isso vem me deixando muito nervosa, tem noite que não consigo nem dormir pensando nisso, o que eu posso fazer pra não ficar pensando nisso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Percebo como esse pensamento deve estar te deixando atordoada, principalmente quando relata estar sendo prejudicada com relação a algo tão relevante para o equilíbrio emocional como o seu sono. Lidar tão de perto assim com a ideia de morte é extremamente angustiante e, muitas vezes, capaz de provocar sentimentos de vazio e perturbação. Só de imaginar que sua vida possa ter sido descontinuada é, ao mesmo tempo, confuso e complexo, afinal, nunca saberemos como é, o que acontece, nem mesmo como lidaremos com o fato, até o momento que passarmos por ele.

    Costumo dizer que, existencialmente falando, lidar com as incertezas da vida sempre foi uma das maiores angústias enfrentadas pelo ser humano durante toda a sua trajetória. Apesar de o tema permanecer, ainda, como um grande mistério (muitas vezes, até, um verdadeiro Tabu) para a sociedade de hoje, poder trabalhar isso num espaço seguro como o da Psicoterapia certamente a ajudará a diluir esse sofrimento que você enfrenta e também a se reconectar com o princípio de vida que há dentro de você.

    Vamos trabalhar melhor isso, juntos?
    Estou aberto a te ouvir e encontrar novos caminhos pra trilhar.
    Obrigado por compartilhar! Desejo que fique bem. Sinta-se abraçada.


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    Psicoterapia

  • Quando há alguem piscicopata na familia, devo enfrentar ou ignorar os comportamentos?

    Quando há alguem piscicopata na familia, devo enfrentar ou ignorar os comportamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Primeiro de tudo, importante poder se certificar sobre a assertividade desse diagnóstico com o auxílio de métodos de avaliação confiáveis. Muitas vezes, determinamos (grande parte das vezes, erroneamente) se uma pessoa possui ou não transtornos mentais a partir de elementos fragmentados sobre os quais ouvimos aleatoriamente falar. Tratando-se da figura do "psicopata" (ou, sociopata, tecnicamente falando), em especial, que já é tão vendida através da nossa cultura (filmes, livros, séries) de uma maneira completamente enviesada, é ainda mais importante poder dispor desse embasamento científico antes de realizar qualquer afirmação.

    Encarar essa situação como um simples dilema entre enfrentar ou ignorar pode incorrer em riscos, inclusive ligados à sua saúde emocional. Uma pessoa entendida como sociopata não costuma apresentar recursos saudáveis para lidar com desencontros e frustrações. Infelizmente, a tendência pode ser a de disparar os típicos comportamentos de manipulação e controle, tão característicos desse espectro de personalidade.

    Pra além de tudo isso, não posso deixar, enfim, de reconhecer como deve estar se percebendo transgredido(a) pela presença e pelas atitudes dessa pessoa com quem convive. Entendo que todo ser humano busca estabelecer relações seguras e confiáveis com as pessoas a seu redor. Talvez por isso, mesmo, estar exposto(a) a esse indivíduo deva estar trazendo tanta perturbação e disparando todo este receio em você. Através do processo psicoterapêutico você poderá aprender a definir os limites dessa relação, sem que precise se sujeitar aos desígnios e aos caprichos dele(a), e ao mesmo tempo, também, dispor da autoconfiança necessária para lidar com quaisquer impasses emocionais que possam se desdobrar a partir de então. Não hesite, também, em recorrer à ajuda de pessoas e/ou autoridades que possam te proteger física e psicologicamente para que garanta a manutenção de suas integridades, caso a situação possa beirar o extremo. Se necessário, em última instância, romper com esse vínculo pode se fazer necessário, desde que garanta que nada de trágico possa acontecer. Muitas vezes buscamos encontrar soluções perfeitamente pacíficas/harmoniosas para as relações que mantemos, embora isso não dependa exclusivamente de apenas um de nós.

    Estou à disposição pra te ajudar!
    Espero que encontre caminhos seguros de lidar com isso.
    Obrigado por compartilhar.


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    Consulta Psicologia

  • Meu filho tem 4 anos e saí abraçando adultos estranhos na rua, exemplo pessoas aleatórias caminhando

    Meu filho tem 4 anos e saí abraçando adultos estranhos na rua, exemplo pessoas aleatórias caminhando na rua. Tento impedir, mas não consigo, ele fica feliz quando faz isso. Devo me preocupar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Já posso imaginar que seu filho deva ser muito afetuoso, pelo pouco que me diz sobre ele. Compreendo seu desejo em conseguir interromper este comportamento, embora não pareça completamente viável evitar a manifestação de uma das maneiras que ele encontrou de explorar o mundo e de se conectar com as pessoas, fruto da curiosidade que costuma ser natural da idade. Com a cautela de fazê-lo entender que não há nada de errado no abraço, visto que é uma tendência muito positiva (e saudável, também) das crianças, inclusive uma forma muito benéfica de demonstração de afeto por quem ao seu redor, creio que possa orientá-lo a sinalizar pra você quando estiver com vontade de abraçar, para que direcionem esse tipo de contato entre vocês, ou entre pessoas próximas e conhecidas. Se, ainda assim, isso persistir (o que acho muito provável que aconteça), talvez não haja outra forma de contornar a situação a não ser lhe permitir que o faça. Talvez, dentre tantos os desafios da árdua tarefa de ser pai/mãe, esse seja, simplesmente, mais um deles: aprender a desenvolver a tolerância e a paciência para com o tempo de aprendizagem dele. Acredite, há muito mais crescimento quando fluímos junto ao processo da criança do que quando tentamos impor nossa maneira adulta/"madura" (sim, entre aspas) de ser a ela. Tenho certeza que ele aprenderá a te apreciar ainda mais se conseguir respeitar este ciclo.

    Espero poder ter ajudado, ainda que com breves palavras.
    Obrigado por compartilhar sua queixa!
    Um abraço pra você e também pro seu pequeno.
    Que ele encontre sempre espaço no mundo pra expressar todo esse amor que existe dentro dele!


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    Consulta Psicologia

  • Pensar muitas acontecimentos e coisas, passadas ou futuras, podem dar desrealização ou despersonaliz

    Pensar muitas acontecimentos e coisas, passadas ou futuras, podem dar desrealização ou despersonalização? Também tenho dor de cabeça. O que pode ser? Tem cura?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Entendo que todo tipo de experiência (ou projeção) que apresente fundo traumático/conturbado, ou que dispare em você um estado de perturbação, pode ter o potencial de proporcionar transtornos como esses que supôs. Inclusive, isso mesmo que você descreveu pode se tratar de alguns dos sintomas possíveis dentro dos impactos que esses dois fenômenos são capazes de provocar numa pessoa.
    Se as suas memórias e/ou aspirações têm descarregado em você esses tipos de sentimentos e percepções, não me parece difícil associá-las à ideia que você levantou.

    Apesar das constatações, considero importante, antes de se chegar a qualquer conclusão ou diagnóstico, levar em consideração a necessidade de aprofundar o entendimento sobre a presença dessa questão, que hoje tanto te assola, junto a um profissional.

    Imagino como deva estar sofrendo com todo o percalço que passar por isso deva representar na sua vida...
    Estou convicto de que se você aceitar submeter-se ao processo terapêutico, terá a oportunidade de ressignificar essas mesmas memórias e poderá encontrar novas maneiras de se conectar com seus anseios e projeções que não mais devam proporcionar a você o sofrimento e a angústia que vem experienciando hoje.

    Estou à disposição pra olharmos mais afundo pra isso, juntos!
    Um abraço.


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    Psicoterapia

  • Por que sinto vontade de repetir o que as pessoas falam ou oq eu eu vejo, na mente? Mas eu não repit

    Por que sinto vontade de repetir o que as pessoas falam ou oq eu eu vejo, na mente? Mas eu não repito toda hora, vem do nada a vontade.O que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Pelo que me descreve, consigo imaginar que essa tendência que você apresenta parece fugir do nível do consciente ou do intencional. Quando começam a tomar proporções como essas, nossos pensamentos podem chegar até a atingir um potencial aflitivo devastador. Importante, antes de chegarmos a qualquer conclusão (precipitada) ou de levantarmos qualquer suspeita, fazer um apanhado que permita termos uma visão mais ampliada sobre as causas, os meios e os prejuízos que esse tipo de atividade mental vem ocasionando na sua vida. Embora com poucas informações para afirmar muita coisa, posso imaginar, remotamente, que esteja conectado com algum fundo Obsessivo-Compulsivo.
    Caso perceba que esses sintomas estão tomando proporções que parecem atingir o nível do "incontrolável", não hesite em se consultar com especialista para averiguar, com o aprofundamento adequado e necessário, essa sua queixa.

    Estou à disposição para conversarmos melhor sobre isso!
    Espero que fique bem. Sei que, com a atenção e os cuidados apropriados, poderá encontrar seus próprios meios de atenuar esse desconforto.
    Um abraço.


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    Consulta Psicologia

  • Olá, gostaria de saber se é normal uma pessoa se sentir vazia, senti ausência de pensamentos, tem di

    Olá, gostaria de saber se é normal uma pessoa se sentir vazia, senti ausência de pensamentos, tem dificuldade em refletir? Qual é a causa? E como tratá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Imagino que esteja tendo que lidar com esses sintomas (ou que possa conviver com alguém assim), já que trouxe essa pergunta aqui.
    Entendo que a sensação desse "buraco" pela qual deve estar passando é extremamente angustiante e, algumas vezes, nos põe a questionar se estamos carentes de algo que ainda não conseguimos descobrir o que é. Num mundo em que somos constante e agressivamente cobrados a produzir, a qualquer custo, estar se sentindo inválido(a) facilmente provoca sentimentos de desvalor e incapacidade.
    Embora fosse importante entender, primeiro, o contexto sob o qual essas demandas acontecem, posso afirmar que existem várias interpretações possíveis para que está trazendo, inclusive sob a lógica do funcionamento neuropsicológico. Dentro do que meu campo de atuação me permite abranger, me questiono sobre a hipótese de que esses sintomas signifiquem o reflexo de uma vida (possivelmente) vazia em termos de propósito e sentido.

    O processo psicoterapêutico poderá proporcionar a você (ou a essa pessoa a quem se refere) um ambiente desprovido de críticas e julgamentos, onde uma relação terapêutica humana e calorosa poderá encorajá-la a compreender profundamente o significado dessas queixas e potencializá-la a encontrar, através de seus próprios recursos e referências, as melhores respostas para conseguir conviver com as questões que parecem atormentá-la e a recuperar forças para enfrentar a dura realidade que a cerca.

    Espero ter a chance de podermos nos aproximar e trabalhar tudo isso com o cuidado e o carinho que o assunto merece.
    Estou à disposição pra isso.
    Um abraço caloroso!


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    Psicoterapia

  • Faço joguinhos de relacionamentos sem perceber, oque posso fazer para mudar minha atitude? (Igonoro

    Faço joguinhos de relacionamentos sem perceber, oque posso fazer para mudar minha atitude? (Igonoro quando estamos em conflito, faço pressão para ele fazer aquilo(sem perceber, porque achei que poderia ser interessante ele fazer aquilo) ou forço a falar algo sem mesmo realmente pedir para ele falar aquilo que ele não quer. Oque posso fazer para mudar essas atitudes e atitudes futuras ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Antes de tudo, quero deixar meu reconhecimento por ter conseguido identificar, com tanta clareza, os movimentos que você percebe que vem fazendo dentro de seus relacionamentos. Um primeiro (grande!) passo para a mudança é admitir e assumir suas responsabilidades na manutenção da saúde dos vínculos que sustenta.

    Considerando tudo o que entendi a partir do seu relato, posso perceber como e quanto que se envolver afetivamente em contato com alguém parece bastante custoso pra você. Cada pessoa de quem nos aproximamos exige, em determinado nível, certo grau de entrega e dedicação. Por isso, mesmo, quando não nos sentimos correspondidos, tendemos a criar maneiras de conseguir fazer com que esse "outro" possa participar do romance da maneira como acreditamos que estamos nos doando, também (o que, claro, pode provocar muita frustração, dentre tantos outros sentimentos completamente desagradáveis e desgostosos). O lado essencialmente ruim disso é que, sem mesmo percebermos, ou até sem termos intenção disso, acabamos minando o lado "orgânico", natural e espontâneo de qualquer tipo de troca ou de entrega que poderia haver. Isso, sem considerar todas as outras vezes que acabamos deixando passar batido as possíveis demonstrações de afeto às quais não estamos atentos(as), ou que, inconscientemente, acabamos negligenciando por não parecer o suficiente (ou, mesmo, EXATAMENTE aquilo que esperávamos) para suprir nossa necessidade de afeto e de valorização.
    Tenho certeza de que você gostaria muito de saber que todo aquele que passa pela sua vida seria capaz de poder satisfazer suas faltas sem, necessariamente, precisar recorrer a esses mesmos recursos que vem utilizando.
    Contudo, e por fim, estou convicto de que um bom processo terapêutico poderá propiciar a você o ambiente de escuta e autoconhecimento que necessita para entender a origem de suas carências, bem como que, antes mesmo de acreditar que deve conseguir obter isso através de um parceiro afetivo, poderá se sentir preenchida por si mesma e, consequentemente, encontrará meios mais leves e funcionalmente saudáveis de se relacionar com alguém.

    Vamos ampliar essa história melhor, juntos, com o tempo que for necessário para trabalharmos tudo isso?
    Estou disponível pra estabelecermos um vínculo que, com toda certeza, servirá de base para você aprender a nutrir de maneira saudável e sustentável seus futuros relacionamentos!
    Sinta-se abraçada. Desejo que fique tudo bem por aí.


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    Psicoterapia

  • Não estou mais gostando da minha sessão na terapia. O que fazer?

    Não estou mais gostando da minha sessão na terapia. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Conseguir encontrar sentido e motivação no processo terapêutico é um dos detalhes mais importantes quando se trata de permitir que o trabalho possa proporcionar as mudanças que você deve ter ido buscar ao procurar ajuda profissional. Espero, ao menos, que tenha conseguido desenvolver uma relação segura e confiável com seu/sua terapeuta, para que possa se sentir à vontade pra levantar essa questão durante os próximos encontros, permitindo que se alinhem quanto ao propósito do trabalho e que entendam os motivos pelos quais você não tem se sentido confortável nessa caminhada conjunta. Vale refletir, também, se o seu "não gostar" pode estar associado ao incômodo que o processo pode provocar, uma vez que o intuito é, justamente, convidá-lo(a) a refletir sobre os momentos mais sensíveis de sua vida, bem como a maneira como tem conseguido lidar com eles.

    Espero ter ajudado e que possa se (re)encontrar!
    Estou disponível, caso precise.
    Um abraço.


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    Psicoterapia

  • Quando vou cortar o cabelo, não sei se é cacoete ou algo parecido, não consigo conversar com a pesso

    Quando vou cortar o cabelo, não sei se é cacoete ou algo parecido, não consigo conversar com a pessoa, olhar nos olhos, parece que dá um tique nervoso na cabeça. Quando vou à Igreja também, fico desconfortável, angustiado, vontade de sair correndo, o que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Consigo imaginar o sofrimento que isso deve estar te proporcionando, em especial por se tratar de um atravessamento que esbarra e prejudica uma dimensão tão importante nas nossas vidas: o convívio social.
    Difícil estabelecer um diagnóstico com poucos detalhes, até mesmo por que é preciso fazer uma exploração mais profunda sobre o contexto, as causas e os prejuízos que estão associados ao fato.
    Apesar de tudo isso, me parece claro que você apresente alguma questão relacionada à exposição às pessoas, chegando ao nível de trazer implicações que, pelo que me diz, já parecem estar te ocasionando danos significativos.

    Espero que se dê a chance de trabalhar isso antes mesmo que a situação possa assumir maiores proporções.
    Num espaço apropriado para isso (psicoterapia), você poderá acessar essa situação de modo a entender seus motivos e, de quebra, desenvolver recursos para amenizar o impacto que ela provoca em sua vida.

    Que tal conversarmos melhor sobre isso?
    Garanto pra você que será respeitado se não se sentir à vontade para interagir visualmente.
    O importante, claro, é que possamos desenvolver uma relação segura e de confiança (o que, por si só, já desempenhará papel terapêutico diante desta demanda).
    Estou por aqui! Um abraço carinhoso.


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    Psicoterapia

  • Olá! Sou escritor e poeta, então , tenho uma sensibilidade um pouco extrema. Assisti um filme na sem

    Olá! Sou escritor e poeta, então , tenho uma sensibilidade um pouco extrema. Assisti um filme na semana passada, "Close". Parece que incorporei os dois personagens principais. De Rêmi, absorvi a rejeição. Tornou-se muito dolorida e, a angustia , foi muito profunda. Depois veio o sentimento de culpa intensa , um sentimento, que o garoto Leo, carregou durante o término da historia. Parece, que sou os dois , de vez em quando. Sinto os rostos em mim, e também, os trejeitos. Bom, nunca me senti assim a respeito de um filme. Causou-me choros, seguido de depressão; isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Pela forma como me descreve os sentimentos que o filme lhe causou, consigo perceber toda a sua abertura à experiência do sentir. A apreciação que você demonstrou através do seu relato sobre a obra parece demonstrar que não só ela foi capaz de te tocar profundamente como, também, que você se valeu de tudo o que viu ao nível de adotar os sentimentos dos personagens como referências para a sua vida pessoal. Vejo essa passagem que você descreve como uma mensagem sobre algo que deve ter permanecido "velado" dentro do seu mundo subjetivo por algum tempo e que, agora que você pôde se dar conta disso através de um ponto de partida diferente, parece ter voltado à superfície com toda a força, provocando até a sensação de não fazer parte da sua consciência ativa e de que isso está driblando seu gerenciamento emocional.
    Não gostaria de responder à sua pergunta sob a ótica patologizante à qual estamos sendo constantemente submetidos, enquanto sociedade. Primeiro, pois minha formação e abordagem não são orientadas a isso. Segundo, e mais importante, pois acredito que, na sua individualidade, você deve carregar marcas ou traços que tenham lhe permitido absorver a experiência tão marcante que o filme proporcionou com a nítida impressão de ter se identificado e, quem sabe, até de estar sentindo ou ter passado por isso recentemente.
    Acredito que o mergulho que o processo terapêutico permitirá a você será suficiente não só para chegarmos à matriz desses sofrimentos, mas, também, ressignificá-los.

    Que tal ampliarmos isso, juntos?
    Tô disponível pra o que precisar.
    Obrigado por compartilhar sua experiência e um forte abraço!


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    Psicoterapia

  • Quando eu era adolescente eu passei em um curso técnico integrado em uma universidade federal, porém

    Quando eu era adolescente eu passei em um curso técnico integrado em uma universidade federal, porém sofri assédio sexual durante quase 3 anos nesse lugar, antes de conseguir denunciar. O que não resolveu muita coisa pois segundo eles não haviam provas. Após essa confusão eu desenvolvi depressão com quadro psicótico e sofri bastante.Acontece que depois de sair do ensino médio eu passei para engenharia na mesma faculdade ( pq era o sonho dos meus pais). Agora eu estou estacionada não consigo evoluir muito no curso e ainda um colega de turma começou a me importunar sexualmente. Tem toda uma pressão para que eu termine o curso, mas me sinto totalmente perdida e com medo de sofrer de novo o que eu já vivi. Como eu devo proceder?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Antes de tudo, obrigado pela abertura e coragem em compartilhar seu relato. Poucas pessoas conseguem dispor do fôlego para expor suas vulnerabilidades, principalmente numa realidade onde muitos sustentam pensamentos que constantemente devem lhe fazer se sentir culpada das mesmas situações pelas quais já sofreu o bastante.
    Posso imaginar como (e quanto) deve estar se sentindo angustiada ao ter se percebido vítima de uma circunstância dessas. Tão humilhante quanto sofrer o abuso é saber que sua voz foi silenciada. Genuinamente, eu sinto muito, mesmo, por isso.
    Infelizmente, vivemos em um sistema de justiça que desprivilegia completamente a figura feminina ao reduzir a veracidade de situações como essas à "apresentação de provas" (o que só contribui para a ampliação da sensação de impotência e de anulação das suas dores).

    Estou convicto de que o processo psicoterapêutico lhe permitirá reacessar essas memórias (claro, um ambiente devidamente apropriado e seguro para isso) e entender melhor sobre seu lugar dentro dessa história.
    Nosso objetivo será fazê-la empoderar-se diante dessas injustiças e compreender que não parece nada honesto com você mesma que continue carregando um peso que, na verdade, traduz uma profunda problemática social, mas não diz respeito a você, enquanto ser humano digna do respeito e da compreensão que você merece.

    Estou à disposição para trabalharmos e ressignificarmos tudo isso, juntos!
    Conte comigo para o que puder ajudá-la.
    Sinta-se abraçada.


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    Psicoterapia

  • Bom dia! Me chamo Ana e tenho 49 anos. Penso muito em morrer, ñ qro me livrar de dores só ir embora

    Bom dia! Me chamo Ana e tenho 49 anos. Penso muito em morrer, ñ qro me livrar de dores só ir embora daqui,ñ gosto de viver. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Oi, Ana!

    Posso imaginar quanto deve estar sendo difícil pra você se sustentar de pé numa realidade contra a qual já deve estar batalhando há tanto tempo. Às vezes, quando a dor parece não ser mais suportável, é natural pensarmos em como seria se pudéssemos não ter que lidar mais com ela. Honestamente, sinto muito que esteja se sentindo assim. Considero que tudo aquilo que já deve ter feito até agora para poder seguir tentando deve ser entendido, também, como uma forma muito válida de enfrentamento. Apesar de tudo, acredite: o fato de você ter chego até aqui já é, por si só, uma pequena vitória, um passo dado em direção à mudança. Acredito, fielmente, que se puder dar mais uma chance à vida e conseguir se comprometer a mergulhar nessas dores para poder, enfim, se libertar delas, encontrará a luz que está procurando.

    Vamos ampliar isso um pouco melhor, juntos?
    Gostaria de poder ter a oportunidade de ouvi-la para, então, lhe permitir aceitar seus sentimentos e conseguir conviver com eles de forma leve e harmoniosa.
    Estou por aqui, pra isso!
    Sinta-se abraçada.


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    Psicoterapia

  • Como faço pra resolver o medo do "vazio" pós morte?

    Como faço pra resolver o medo do "vazio" pós morte?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Sua pergunta parece bem complexa pra se chegar a uma conclusão específica, considerando que pode ser avaliada, ao mesmo tempo, sob a ótica de diversas vertentes (inclusive, religiosas!).

    Pelo meu ponto de vista, compreender o processo de morrer (e o mistério do que "vem depois") passa, antes de tudo, pela construção de uma vida plena e repleta de sentido. Entendo, também, que se conseguir desenvolver ou adotar uma postura de aceitação, abertura e entrega à experiência do "morrer simbólico" ao qual estamos permanente e inevitavelmente sujeitos, as dúvidas, o vazio e as incertezas da vida tendem a nos perpassar de maneira muito mais leve e tranquila.

    Antes de me despedir (momentaneamente, espero), deixo essa profunda contribuição de Carl Rogers, precursor da abordagem com a qual trabalho, com sua reconfortante visão a respeito dessa etapa da existência: "...considero a morte como uma abertura à experiência. Ela será o que tiver que ser, e estou certo de que a aceitarei, quer ela seja um fim, quer uma continuação da vida".

    Estou à disposição para conversarmos mais profundamente sobre isso!
    Obrigado por compartilhar sua angústia.
    Um abraço.


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    Psicoterapia

  • Tenho crises de ansiedade a mas de 2 anos pois eu passei por um medo muito grande no hospital onde m

    Tenho crises de ansiedade a mas de 2 anos pois eu passei por um medo muito grande no hospital onde meu corpo ficou todo dormente e faltando ar em min após eu usar droga !! Porém desse dia pra cá a médica disse que meu coração tava ok que tinha sido só o efeito. Desse dia pra cá tenho crises direto apois beber quando estou de ressaca sinto minha barriga a região do meu peito com formigamento e dormência e entro em Pânico isso pode passar um dia ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Pelo seu relato, consigo perceber o quão traumática foi sua experiência durante o episódio que descreveu. Entendo que o pânico é extremamente incapacitante e conviver com isso definitivamente não é tarefa fácil.
    Parece difícil imaginar, entretanto, que sem o comprometimento com um tratamento (psicoterapia) adequado seja possível que você consiga lidar devidamente com suas necessidades e, quem sabe, contar com o desaparecimento deste sofrimento, um dia. Até onde posso notar, vejo que a situação tomou tal proporção que, hoje, te dá a impressão de já ter passado do nível do "controlável", ao ponto de já estar, inclusive, causando reflexos e sensações completamente desagradáveis no seu organismo físico.

    Acredito que com a intervenção de um bom processo terapêutico, poderá encontrar meios de amenizar suas dores e até mesmo desenvolver um novo estilo de vida saudável em que, muito provavelmente, buscará outras possibilidades (além do álcool e/ou outras drogas) para preservar seu sentido de viver.

    Estou à disposição para abordarmos isso, juntos!
    Um abraço. Desejo que fique bem.


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    Psicoterapia

  • Como curar uma dependência emocional, mas mantendo a relação saudável com a pessoa, sem ter que se a

    Como curar uma dependência emocional, mas mantendo a relação saudável com a pessoa, sem ter que se afastar.?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Entendo que a dependência emocional, sob suas mais variadas formas de manifestação, reflete a necessidade de que a pessoa consiga, antes de depositar suas expectativas, desejos e necessidades sobre o outro, encontrar-se num bom relacionamento consigo mesma.
    Independente de escolher manter o vínculo com ela, ou não, vale compreender mais afundo como anda sua vida pessoal/subjetiva e pensar sobre como tem trabalhado para manter-se, acima de qualquer coisa, como base de referência para suas próprias escolhas e decisões.

    Espero poder ter te ajudado, ainda que com breves palavras.
    Se considerar pertinente, tire um tempo pra conversarmos mais afundo sobre essa questão!
    Tenho certeza que será produtivo e ajudará a elucidar muitas coisas pra você.


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    Psicoterapia

  • Por que quando alguém nos magoa, nós queremos meio que "machucar" essa pessoa mesmo sendo alguém que

    Por que quando alguém nos magoa, nós queremos meio que "machucar" essa pessoa mesmo sendo alguém que amamos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Lendo com atenção a sua pergunta, posso especular que tenha passado recentemente por um episódio em que tenha se visto inundado(a) por este confuso sentimento. Muitas vezes, não encontramos outras maneiras de expressar nossas emoções e acabamos por depositá-las sobre as outras pessoas que nos fizeram nos sentir mal, sem necessariamente a intenção de "retrucar" ou de nos vingar por isso. Numa linguagem informal, pode-se entender como uma maneira de dizer: "Ei! Olha como (e quanto) o que você fez me machucou!", ou, mesmo, como uma maneira de buscar reconciliação, mostrando ao outro que por algum motivo (que talvez não consiga identificar com facilidade naquele momento, devido ao turbilhão de emoções) você não se encontra bem e que precisa de alguma ajuda.

    Analisando isso tudo melhor, entendo que situações como essa, em sua maioria, refletem alguma dificuldade em demonstrar à pessoa, pacificamente, como aquilo que ela fez nos feriu e de que maneira gostaríamos de resolver essa situação, o que geralmente impossibilita a restauração de uma atmosfera de harmonia e equilíbrio para com o outro.

    Consigo identificar que você já deu um grande passo em direção à mudança: reconhecer que precisa de apoio!
    Posso te ajudar a encontrar novas possibilidades para lidar com essa questão, sem que isso volte a prejudicar suas relações com as pessoas que ama.
    Estou à disposição, tá legal?
    Espero que fique bem logo!


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    Psicoterapia

  • O menino do meu trabalho ele me leva pra casa toda vez nunca tivemos absolutamente porque ele n deu

    O menino do meu trabalho ele me leva pra casa toda vez nunca tivemos absolutamente porque ele n deu abraço torcer mas ele sabe que queria te algo com ele . Hj sonhei que no sonho ele ficava perguntando quem era menino que eu tava conversando e no msm sonho eu sonhei que ele apareceu com sua namorada no msm local e fiquei me perguntando como assim o quer isso significa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    O relato desse seu sonho me faz pensar um pouco melhor sobre a relação que você deve manter com seu colega, e pelo que você me diz, posso imaginar que não tenha encontrado ainda uma maneira efetiva de desenvolver algo mais profundo com ele. Ainda que com os poucos detalhes que me deu, acredito que possa estar se percebendo rejeitada por ele, considerando que já sinalizou antes aquilo que sente.

    Compreendo que, numa situação como essas, você possa ser visitada por um sentimento de confusão, uma vez que a mensagem que ele supostamente transmite (de querer ser gentil ao te levar pra casa todos os dias), não parece condizer com o fato de ele não se mostrar afetivamente disponível para você. Por vezes, tendemos a acreditar (ilusoriamente) que gestos como esse podem ocultar desejos com os quais as pessoas não conseguem lidar ou expressar com clareza. Infelizmente, quem sabe, seja essa a situação que você pode estar vivendo atualmente.

    Tenho plena convicção de que se você conseguir se conectar com seus sentimentos e apresentá-los pra ele de forma honesta e transparente, poderá acessar algo que, talvez, nem ele mesmo tenha parado para considerar direito.
    Enfim, confie: se puder se dar a chance de trabalhar isso dentro de um ambiente seguro e adequadamente reservado pra isso (psicoterapia), poderá se entender melhor com seus desejos e necessidades e aprenderá a administrá-los mais saudável e seguramente.

    Que tal afinarmos isso melhor, juntos?
    Tô disponível pra conhecer um pouco mais sobre você.
    Que tudo fique bem por aí!


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    Psicoterapia

  • Estou num programa antitabagismo com 2 sessões em grupo semanais e 1 semanal individualmente, aborda

    Estou num programa antitabagismo com 2 sessões em grupo semanais e 1 semanal individualmente, abordagem TCC. Já faço terapia há um ano com abordagem acepista. Existe a possibilidade de 2 abordagens diferentes me causarem confusão, já que questões gerais também serão abordadas na TCC? Devo interromper por ora a acepista? Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Entendo que, dentro de seu campo de exploração, cada uma das duas abordagens poderá contribuir grandemente para o seu amadurecimento neste processo que está envolvida. Independente da linha de raciocínio, a finalidade será sempre a mesma: poder lhe proporcional uma melhora na sua qualidade de vida e permitir que suas escolhas sejam realizadas cada vez mais a par de suas verdadeiras necessidades.
    Por quê não considerar a chance de ser atendida pelos dois profissionais e ir verificando como se sente, com o decorrer do processo?

    Espero ter te ajudado a se encorajar a decidir por aquilo que acredita que faz mais sentido pra você, de acordo com sua realidade.
    Um abraço.


  • Como o familiar pode explicar a pessoa que ela teve um surto psicótico? E quais cuidados devem ser ditos pra ela ter?

    Como o familiar pode explicar a pessoa que ela teve um surto psicótico? E quais cuidados devem ser ditos pra ela ter?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Antes de levantar qualquer hipótese, é válido considerar a opinião de um profissional da área da saúde mental para poder verificar todos os fatores envolvidos e os riscos implícitos que este episódio de crise pode potencialmente proporcionar à integridade da pessoa (inclusive, a de quem a seu redor).
    Em caso de confirmação, o acompanhamento de médico psiquiatra também se faz imprescindível para auxiliar o(a) paciente na retomada de sua funcionalidade e no reequilíbrio de sua condição de saúde mental através da introdução de medicamentos que podem, inclusive, colaborar para que o processo psicoterapêutico (igualmente recomendado) seja ainda mais efetivo.
    Enfim, a comunicação poderá ser feita com o auxílio de um psicólogo ou psiquiatra, permitindo a ela que tome conhecimento das causas, assegurando-se que esteja devidamente encaminhada ao tratamento adequado, de acordo com as demandas que forem verificadas dentro deste quadro.

    Fico à disposição para auxiliá-los nesse momento delicado.
    Obrigado por compartilhar!
    Um abraço.


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    Consulta Psicologia

Perguntas frequentes

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