Perguntas do paciente (97)

  • Existe TOC mental? Digo, sem ser o tipo de DOC em que você precisa realizar repetidas vezes a mesma

    Existe TOC mental? Digo, sem ser o tipo de DOC em que você precisa realizar repetidas vezes a mesma ação. Um TOC que só acontece na sua cabeça. Os mesmos tipos de pensamento sempre se repetindo dentro da sua cabeça, não necessariamente pensamentos negativos, só persistentes mesmo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Pela sua pergunta e pela maneira como descreve a queixa, posso imaginar que esteja sofrendo as consequências destes sintomas. Penso que toda manifestação obsessiva de pensamentos que possam te fazer ter a sensação de não poder controlá-los pode ser compreendida como uma possível manifestação (talvez, até, o princípio) de um Transtorno Obsessivo-Compulsivo. Independente do conteúdo que abrigam, importante observar os prejuízos causados e a forma como interferem em sua vida para que se considere a hipótese de que esses traços possam ser devidamente cuidados, evitando, assim, que assumam maiores (e piores) proporções.

    Tenho certeza que com um bom processo terapêutico você poderá compreender melhor as raízes desses pensamentos e encontrar maneira de atenuá-los, ou até mesmo dissipá-los, permitindo-se voltar a viver uma relação sadia e funcional com seu próprio mundo subjetivo, assim como com suas relações interpessoais.

    Estou à disposição para trabalharmos isso, juntos!
    Um abraço.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Pensar em musica e ficar tocando Ela na cabeça e sinal de toc?

    Pensar em musica e ficar tocando Ela na cabeça e sinal de toc?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Acredito que se você manifestou essa preocupação, deve estar sofrendo com os sinais que tem percebido e que acredita que podem evidenciar um possível Transtorno Obsessivo-Compulsivo. Entendo que a confirmação de um diagnóstico poderia, por um lado, representar algum alívio (por compreender o motivo daquilo que lhe faz sofrer) enquanto, por outro, um motivo para ficar alerta.
    Respondendo diretamente à pergunta, entendo que se você tem se sentido impotente com relação a administração dos momentos (contexto) e da duração com que se vê visitado(a) por eles, sofrendo qualquer tipo de atravessamento desfavorável à manutenção da sua vida funcional, e os pensamentos parecem mais intrusivos do que você acredita que consegue controlar, existe, sim, uma remota chance de se tratar de TOC.
    Enfim, vale lembrar que o fechamento de um diagnóstico é composto pela somatória de diversos critérios, dentre eles a duração/recorrência de alguns sintomas associados entre si, a preponderância ou a profundidade com que vem se sentindo atingido(a) pelos mesmos, e os prejuízos aos quais se encontra submetido(a) devido à possível existência do transtorno.

    Que tal aprofundarmos melhor isso, juntos?
    Estou à disposição!
    Fique bem e em paz.


    Te convidamos para uma consulta

    Primeira consulta psicologia

  • Estou com problemas na escrita e fala depois de adulta.. eu sempre escrevi bem, mas recentemente me

    Estou com problemas na escrita e fala depois de adulta.. eu sempre escrevi bem, mas recentemente me pego não sabendo e errando em palavras simples e na fala trocando os r por l no meio de letras tipo prata por plata (mas meu erro na escrita nao se resumi somente a esse tipo de erro), eu não era assim, claro que errava, mas agora está mais evidente e recorrente esse problema, tenho boa leitura e compreensão. Qual profissional seria o mais indicado para procurar? Psicólogo mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Sugiro que considere buscar um(a) Psicopedagogo(a), cuja especialidade será trabalhar a manutenção das funções diretamente relacionadas à fala e escrita, bem como outras, relacionadas.
    Para além disso, consigo imaginar o sofrimento que pode estar passando ao se perceber deixando de conseguir dominar uma função que sempre tenha sido desempenhada por você, talvez, até, com grande facilidade. Imprescindível considerar causas que podem estar indiretamente ligadas a esses sintomas que relatou e que, quem sabe, se não devidamente trabalhadas, encontrariam outras formas de manifestação que não necessariamente apenas essas funções que apresentou acima.

    Espero que fique bem e que possa encontrar os meios para contornar isso!
    Um abraço.


    Te convidamos para uma consulta

    Consulta Psicologia

  • A ansiedade patológica faz ter queda na concentração, no estudos por exemplo?

    A ansiedade patológica faz ter queda na concentração, no estudos por exemplo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Dentre tantos outros tipos de prejuízos verificáveis (da ordem do desempenho cognitivo), é completamente comum que a ansiedade a níveis patológicos possa provocar disfuncionalidades relacionadas à concentração e/ou à capacidade abstrativa.
    Parto do princípio que, se fez essa pergunta, deve ser porque pode estar sofrendo desse transtorno. Acredito que um bom processo terapêutico poderá facilitar o desenvolvimento de recursos para conseguir enfrenta-lo de maneira saudável e cada vez menos agressiva pra você.

    À disposição para dialogarmos sobre essas e outras questões pertinentes pra você.
    Obrigado por compartilhar sua dúvida!
    Forte abraço.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Não sei se a minha pergunta anterior foi enviada mas. Eu sinto como se fosse "protagonista" desse mu

    Eu sinto como se fosse "protagonista" desse mundo em que vivo, como se todo o resto parece irreal, falso, como se as coisas não fossem de verdade, as pessoas e tudo. E que se eu não existisse, esse mundo também não existiria, o que pode ser?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Muito provavelmente você pode estar experienciando o que a psicologia afirma ser o fenômeno de desrealização (desconexão em relação ao ambiente ou realidade, interpretando as pessoas e objetos como irreais), associado à despersonalização (sensação de observar a vida acontecendo por "de fora" do corpo, como se tratasse de uma terceira pessoa; geralmente aparece quando os pensamentos se tornam profundamente intrusivos e obsessivos).
    Em sua grande maioria, é comum observar o surgimento de sintomas dessa natureza quando se passa por eventos altamente estressores ou traumatizantes na vida presente, ou no passado remoto.
    Considero de extrema relevância poder ter a chance de trabalhar isso em ambiente seguro e adequado (psicoterapia), para poder elaborar essas questões, antes mesmo que tomem maiores proporções e signifiquem um grande impasse para o acontecimento de uma vida verdadeiramente saudável e funcional pra você.

    Vamos ampliar isso, juntos?
    Tô à disposição.
    Um abraço!


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Recentemente me senti desconfortável por estar andando lado a lado com a minha mãe na rua, mesmo que

    Recentemente me senti desconfortável por estar andando lado a lado com a minha mãe na rua, mesmo que ela nao estivesse me tocando, somente próxima a mim, o que isso pode ser? Acrescento também que alguns minutos antes eu me estressei por entrar em um lugar na qual eu não queria e não sabia que iria entrar, senti incômodo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Seu relato me traz a vaga impressão de que algo na relação com a sua mãe parece não caminhar tão bem como você gostaria... estou correto? Imagino que esse episódio possa ter traduzido a você a possibilidade de que o simples fato de se encontrar próxima a ela já lhe traga a sensação de estar sendo invadido(a), contrariado(a) e, talvez por isso, tenha se sentido tão desconfortável como descreveu.

    Entendo que nem sempre nos encontramos dispostos a conviver com as pessoas, especialmente quando passamos por algum tipo de desentendimento com elas (e tudo bem por isso!). Antes de querermos estar em harmonia com quem a nosso redor, precisamos estar bem com nós mesmos. Aprender a dizer "não", quando sente que seus limites estão sendo extrapolados, pode ser uma tarefa muito árdua, especialmente numa sociedade onde aprendemos a aceitar tudo em nome de mantermos nossa estima diante do mundo.
    Entretanto, me parece difícil pensar que, se conseguisse decodificar a origem e as causas daquilo que pareceu te atravessar tão amargamente nesse dia, teria se sentido assim, ou, pelo menos, deixado que esse contexto tomasse essas proporções. Por isso, mesmo, o autoconhecimento é a chave para evitar passar por situações parecidas.

    Um bom processo psicoterapêutico te ajudará a encontrar recursos para compreender o que sente e diluir suas emoções de maneira mais saudável, preservando, assim, sua relação com sua mãe e, antes de tudo, a si mesmo(a).

    Que tal ampliarmos isso, juntos, e encontrarmos um direcionamento para esses sentimentos todos?
    Teremos todo o tempo que te for necessário para cuidarmos disso, adequadamente.
    Estou à disposição!
    Desejo que tudo possa correr bem por aí.
    Um abraço.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Como ficar mais calma convivendo com pessoas explosivas que vivem somente para criticar os outros e

    Como ficar mais calma convivendo com pessoas explosivas que vivem somente para criticar os outros e são extremistas, além de se comportarem de maneira bastante infantil?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Compreendo que a convivência humana apresenta, naturalmente, suas barreiras e desafios, principalmente quando nos colocamos em contato com pessoas que possuem referências muito distintas com relação às nossas.
    Como consequência, começamos a crer, boa parte das vezes, que alguns à nossa volta parecem fazer questão de nos incomodar ou, até, de mexer com nossos núcleos mais sensíveis.

    Antes de chegarmos a qualquer conclusão, vale passar por um processo de autoquestionamento. Já parou pra pensar sobre como você se sente com relação à essas pessoas? O que gostaria de dizê-los, dentro de uma linguagem não-violenta, a respeito dos seus sentimentos e sobre como gostaria que a relação entre vocês pudesse existir (afinal, creio que, se continua a conviver com essas pessoas, é porque tem a intenção de, quem sabe um dia, poder estabelecer um vínculo verdadeiramente saudável com eles)? Já tentou convidá-los a traduzir tudo o que querem dizer pra você sem que, necessariamente, precisem fazer jus de suas convicções ou se utilizar de uma forma ofensiva de se comunicarem? Acredito que, se vocês puderem passar por esse processo, ainda que ele comece por você, muito possivelmente conseguirão dispor de maneiras mais conciliatórias e pacíficas de se comunicarem entre si.
    Lembre-se, também, que depois de tentar todos os recursos que estiverem a seu alcance, nada lhe impede de escolher manter uma distância saudável/segura, em nome de sua saúde e bem-estar. Muitas vezes acreditamos que o "final feliz" ocorre quando todas as partes se encontram em perfeita harmonia, enquanto, na verdade, o verdadeiro equilíbrio nas relações só se dá quando todos se vêem, antes de tudo, plenamente realizados consigo mesmos, independente da configuração, do formato ou das circunstâncias.

    Espero ter ajudado.
    Estou à disposição, caso considere pertinente, também.
    Antes de observar o mundo e as pessoas à sua volta, conhecer-se pode ser de extrema relevância para que consiga redimensionar situações como essa, de modo a passar por elas mais segura e tranquilamente.
    Um abraço!


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Descobri hoje que o meu filho com 15 anos de corta, ele tem um problema de escoliose que faz com que

    Descobri hoje que o meu filho com 15 anos de corta, ele tem um problema de escoliose que faz com que tenha uma deficiência física bem notável . A não se ama e nem vontade de viver tem. Não sei o que fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Posso imaginar o quão sofrido deve ter sido pra você fazer a descoberta desse fato. Sinto muito, também, pelo seu filho, que deve se encontrar num momento tão sensível e doloroso da vida que acabou encontrando nessa alternativa sua única saída para encarar a dura realidade.

    Sei que todo pai/mãe deseja ver seus filhos realizados e satisfeitos com a vida que têm e com suas próprias escolhas. Infelizmente, nem todos têm a chance de viver algo parecido. Com toda certeza, o simples fato de imaginar que seu filho tem encontrado dificuldades em conduzir sua existência de forma serena e tranquila já é, por si só, extremamente frustrante. Entendo, até, que compartilhar essa angústia com ele deve fazê-la também entrar em sofrimento (talvez tão profundo quanto).

    Entretanto, não posso deixar de reconhecer a coragem que teve que tomar para poder compartilhar a respeito do quão perdida está se sentindo com relação a isso e o fato de reconhecer que precisa(m) de ajuda.

    Tenho certeza que se acolhê-lo, com o cuidado de não julgar sua atitude, mas, sim, de ajudá-lo a encontrar outros meios que o possam fazer se sentir mais seguro e confiante em poder compartilhar seus sentimentos, conseguirão estabelecer uma relação que servirá de grande ajuda para seu querido filho. Às vezes, para se sentirem verdadeiramente bem, as pessoas só precisam sentir que seus sentimentos estão sendo reconhecidos e que sua existência é importante.

    Não posso deixar de recomendar que busque acompanhamento psicológico para que ele possa voltar a encontrar, ainda que com todas as mazelas e as limitações impostas, novos sentidos para sua vida e um propósito que o faça escolher alternativas cada vez mais saudáveis para si mesmo.

    Me ponho à disposição para estabelecermos um vínculo e conversarmos mais profundamente sobre.
    Tenho convicção de que será bom para você e para ele.

    Espero que fiquem bem.
    Um abraço caloroso.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Para tratamento de ansiedade e depressão, qual é mais recomendado: Neuropsicólogo ou Psicólogo?

    Para tratamento de ansiedade e depressão, qual é mais recomendado: Neuropsicólogo ou Psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!
    Tudo bem?
    Como está?

    Entendo que, dentro de sua especialidade, cada um desses profissionais poderá desempenhar um papel de grande ajuda.

    Entretanto, é importante compreender que a ênfase do profissional da Neuropsicologia está voltada à atuação com pessoas que apresentam questões que possam comprometer o processamento cerebral sobre diversas áreas da vida, como, por exemplo, funções motoras, aprendizagem, memória e atenção, dentre outras diretamente associadas ao desenvolvimento saudável do indivíduo, permitindo, assim, que mantenha um nível de satisfatório de desempenho e funcionalidade.

    Por sua vez, o Psicólogo lhe ajudará a encontrar recursos para viver de forma mais consciente a respeito de suas questões e necessidades para, posteriormente, poder melhor elaborar cada uma delas. Dentre todas as possibilidades de tratamento, o apoio psicológico se destaca por possibilitar o encontro da raiz daquilo que leva a pessoa a viver uma vida preenchida por esses sentimentos, permitindo, então, que possa se reorganizar diante das suas próprias demandas e modificar a maneira como enxerga a vida (bem como suas adversidades).

    Resumidamente, compreendo que o campo de atuação da Psicologia se estende para mais próximo da necessidade de quem se encontra em estado depressivo/ansioso.
    Fico à disposição.


  • Quantos sintomas preciso ter para ser diagnosticado com transtorno de ansiedade?

    Como é diagnosticado uma pessoa com ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!
    Tudo bem?
    Como está?

    Obrigado por enviar sua dúvida.
    Considero uma questão muito pertinente, principalmente quando consideramos que, estatisticamente, somos o país mais ansioso do Mundo (segundo dados recentes da OMS).

    Quando uma pessoa busca um profissional de saúde para diagnóstico de ansiedade, procura-se compreender, antes de tudo, o quadro de sintomas, para que, então, de acordo com os critérios do DSM-V* (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) profissional e paciente consigam verificar se há uma compatibilidade suficiente que o qualifique como pessoa com transtorno ansioso (ou não!).
    Alguns critérios possíveis para uma compreensão mais precisa a respeito do transtorno de ansiedade estão intimamente ligados com a persistência, a abrangência e a intensidade com que os sintomas acometem a pessoa que sofre dessa questão.

    *Importante ressaltar que o diagnóstico da ansiedade não passa pela simples "auto-identificação" com alguns sintomas que predominantemente definem uma pessoa com ansiedade. O processo de fechamento de um diagnóstico respeita questões como o tempo, a prevalência, os prejuízos sofridos, assim como outras características específicas que o determinam.

    Fico à disposição para compreendermos isso, juntos, com maior profundidade.
    Obrigado!


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Por que quando saio para algum lugar me sinto bem, porém quando chego em casa, começo a apresentar s

    Por que quando saio para algum lugar me sinto bem, porém quando chego em casa, começo a apresentar sintomas de ansiedade, como: nó na garganta, angustia, coração acelerado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!
    Como tem estado, por aí?

    Enquanto leio seu relato, posso imaginar, quase convictamente, que deve haver algum significado pessoal atrelado à sua casa que está provocando essas reações em você. Dentro da lógica da Psicossomática, o corpo traduz, através de sintomas, aquilo que muitas vezes não conseguimos elaborar por meio das palavras.
    Acho possível pensar isso sob duas linhas de raciocínio lógicas. Na primeira delas, poder estar longe do ambiente onde se sente tão mal te faz nitidamente bem, pelo simples fato de se encontrar distante de algo (ou alguém, quem sabe...) que te proporciona reações tão desagradáveis quanto as que descreveu. Na segunda, pelo fato de encontrar-se exposto(a) à um fato gerador de ansiedade já te provoca, instantaneamente, esses mesmos sintomas. De qualquer maneira, me parece bem duro pensar que, ainda que se trate de um único fator (ou, até mesmo, uma somatória de vários deles), continuar tendo que conviver assim, sozinho(a), com algo que te proporciona tantos prejuízos que podem até, potencialmente, assumir piores proporções, seja de fato justo com você.

    Que tal considerar a possibilidade da gente trabalhar isso, juntos?
    Te convido pra oportunidade de poder conhecer um pouco melhor sobre você e encontrar as causas e as soluções possíveis pra aquilo que tanto tem te prejudicado, ultimamente.
    Vamos conversar?
    Estou por aqui!
    Um abraço.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Antes de tudo, quero agradecer ao site por disponibilizar os médicos. Poder ao menos estar em um sit

    Antes de tudo, quero agradecer ao site por disponibilizar os médicos. Poder ao menos estar em um site como este com profissionais já dá uma mínima sensação de acolhimento.

    Sou mulher. Tive pais que sempre trabalharam muito e não tinham uma linguagem de amor muito forte, não tenho e não tive apoio emocional e inclusive cresci os vendo em conflito. Meus pais não me deram pilares e tudo que senti.. eu me fazia não sentir e continuava vivendo.
    Sofri traição de amizades na escola, abandono e muita rejeição desde os 14 anos, ainda que desde criança já me sentisse sozinha. Tudo o que colegas me xingavam eu jogava para baixo do tapete seguindo em frente até que agora na vida adulta aos 20 percebi que no final tudo ficou realmente guardado, e lido com sentimentos muito fortes de rejeição. Tudo está voltando e me torturando à ponto de piorar o meu perfeccionismo e minha visão do mundo. O que há estava ruim só piorou.
    A questão é que não tenho grana para psicólogo, e estou tentando evitar o psicológo público não por questão de espera (acredito que há muitas pessoas precisando de ajuda) e sim por simplesmente viver um dia depois do outro, confesso que tenho receio de me recomendarem somente fazer caminhada então acabo procrastinando e não marcando consulta.
    Mesmo que não me deem um diagnóstico aqui, o que é compreensível, eu só quero ao menos um conselho breve... sentir como é ter a resposta direta de um profissional. Não sei se estou com quadro de boderline, depressão, burnout, já sofro de ansiedade e estou tentando meditação, chá e autocuidado (o que eu posso) mas está difícil seguir com sentimentos de tristeza muito fortes e padrões de sobrevivência por mais tempo. Não está dando certo focar no trabalho ou futuro e à cada vez meu sentimento de tristeza e cansaço só pioram, sempre ajudei meus pais e deu muito de meu tempo à cuidar das coisas por conta da ausência dos meus pais... sinto que estou cansada.
    Há dias em que tudo o que penso é em desistir porque nem em terapia me vejo sendo em paz ou amando à mim mesma no futuro, apenas com uma cicatriz enorme tampada com um band aid... Como embrulhar um saco de lixo com papel presente. Não apenas aparência mas até de alma, sinto que sou um erro e não consigo gostar de mim mesma, quero me deletar como um erro de programação, quero renascer como algo que dê certo, alguém feliz desde berço.
    É como se eu não quisesse mais estar aqui. Não sofri tanto como muitos, sei que não posso comparar... mas sinto que estou sendo mimada e fraca por entrar em exaustão e simplesmente não seguir em frente como os outros que sofrem jovens. Tudo o que vejo são mensagens positivas, "siga em frente" "mude seu mindset" ou "se você ficar se lamentando não vai evoluir" isso é verdade mas... Estou tão cansado. Eu não tive uma vida de sofrimento além da ausência e rejeição e me culpo por me sentir tão vazia, há pessoas piores que seguem em frente e são fortes... por que não sou como eles? Me sinto covarde.

    Não aceito estar cansada, não aceito errar, não aceito me sentir triste, não aceito não poder me curar. Não me aceito. Tudo o que eu queria era não ser eu.
    Mudar de personalidade e ser capaz de esquecer quem você é, é possível? Tudo para não lidar ou me encarar novamente. Enquanto eu for eu, sempre serei rejeitada. É algo meu.

    O que eu posso fazer? O que eu posso fazer? Não aguento mais posts de Instagram e autoajuda. Eu só quero que minha mente e culpa por ser o que sou me deixem em paz

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!
    Como você está, hoje?

    Primeiro, quero agradecer por compartilhar tudo isso conosco, assim, tão espontaneamente, e dizer que admiro a coragem que teve em expor suas vulnerabilidades. No mundo que vivemos hoje, onde que somos constantemente convidados a fingir estarmos bem o tempo todo e aprendemos a suprimir nossas próprias emoções, ouso dizer que se trata, praticamente, de um gesto de bravura.

    Percebo, com nitidez, como você apresenta uma narrativa bastante (auto)consciente sobre sua história de vida, tão profundamente marcada por infortúnios e sofrimentos. Quase impossível dizer, infelizmente, que uma infância/adolescência como a sua, quando teve de lidar coma rejeição sob suas formas mais degradantes, não fosse deixar marcas que poderiam aparentemente determinar o rumo da sua vida subjetiva e também interpessoal. Definitivamente, não gostaria que as coisas tivessem acontecido dessa maneira contigo, de verdade (e sinto muito por isso!). Apesar de se encontrar aflita e desconsolada, posso imaginar como e quanto suas tentativas de poder sobrepor essa "faceta sombria" que a vida apresentou pra você pode estar contribuindo para que você continue se punindo (julgando) a si mesma e, consequentemente, imersa nessa atmosfera de desânimo e abatimento.
    Entendo que a realidade tenha sido tão dura e cruel com você. Compreendo que experimentou as situações mais desoladoras e que aqueles que poderiam ter servido como parâmetro pra você não cumpriram com o papel que você esperava deles. Tenho certeza que, se conseguir encontrar-se consigo mesma e abraçar aquilo pelo quê hoje tem sofrido tanto, bem como suas fragilidades e imperfeições, poderá dar o desfecho necessário para cada uma dessas histórias e conseguirá, mesmo que com certa dificuldade, encontrar em você mesma a base e as referências que precisa para seguir sua caminhada.

    Espero poder tê-la ajudado, ainda com que essas breves palavras. Mesmo que limitado pela distância, gostaria muito de, quem sabe um dia, poder ter o privilégio de acolhê-la e dar aprofundamento pra todas e cada uma dessas questões.
    Um abraço afetuoso pra você.
    Cuide-se!


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!
    Como vai?

    Sua pergunta é muito interessante, confesso, principalmente quando se considera que ainda existe muito desconhecimento e misticismo a respeito da profissão, ainda mais quando aplicada à prática.

    A intenção do(a) profissional de Psicologia é facilitar o desenvolvimento de uma relação saudável e funcional da pessoa que é atendida para consigo mesma. Não envolve, necessariamente, modificar a forma de pensar e/ou as referências que ela carrega, mas, sim, permitir que aborde e explore novas maneiras de enxergar suas próprias experiências, de modo que consiga compreender com maior aprofundamento o sentido pessoal que atribuiu a cada uma delas, para, então, lhes conferir um novo entendimento, agora, mais de acordo com suas próprias necessidades, bem como seu atual contexto de vida.

    Em resumo, trata-se de permitir que a pessoa possa conhecer-se melhor a si mesma, sem as limitações das autocríticas e preconceitos adquiridos, para, então, encontrar-se em paz consigo e poder fazer escolhas mais próximas aos seus desejos e necessidades particulares.


  • sofri bullying desde que era pequena e continuo sofrendo, isso me afeta de uma forma que faz eu quer

    sofri bullying desde que era pequena e continuo sofrendo, isso me afeta de uma forma que faz eu querer me automutilar... Não sei mais controlar isso!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá.

    Obrigado pela abertura e pela coragem em compartilhar com a gente um pouco sobre seus sentimentos e sua história de vida. Não duvido que guarde lembranças muito dolorosas a respeito desse momento da sua vida. Entendo que, depois de tanto sofrer e, talvez, ainda não ter encontrado recursos para elaborar tudo isso pelo que passou, esteja cogitando fazê-lo. Não é nada fácil batalhar contra as crenças que o bullying deve ter imposto pra você. Estamos em constante relação com o Mundo e isso, por si só, já é estar exposto(a) a riscos. Naturalmente, pessoas que não são bem intencionadas poderão cruzar nossos caminhos e nos causar danos que podem até, muitas vezes, parecer irreversíveis.

    Tenho certeza que uma relação terapêutica pautada no respeito e na confiança proporcionará a você todo o fortalecimento que necessita para poder, um dia, encarar essa passagem de maneira mais leve e, então, sem permitir que isso lhe faça mais mal (claro, sem deixar de reconhecer o impacto e o sofrimento que tudo isso significou, um dia).
    Por isso, mesmo, você está aqui!

    Estamos a um clique de distância.
    Vamos conversar?
    Espero, mesmo, poder ter a oportunidade de te ajudar.
    De todo modo: desejo que possa ficar bem!
    Um abraço afetuoso.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Eu gosto muito de dormir, durmo com facilidade a qualquer momento do dia. Vi que isso pode ser fuga

    Eu gosto muito de dormir, durmo com facilidade a qualquer momento do dia.
    Vi que isso pode ser fuga da realidade.
    Como resolvo isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Imagino que esteja preocupado(a) com isso, embora a informação que você acessou ainda pareça um pouco descontextualizada. Lembre-se que o mecanismo de "fuga" da realidade pode se apresentar de diversas outras maneiras que não apenas através de períodos prolongados de sono. Antes de levantar qualquer suspeita, é imprescindível que sejam verificados todos os fatores envolvidos. Um bom processo terapêutico poderá te ajudar a desvendar essa causa com mais clareza e lhe permitirá administrar melhor seu sono e entender a importância que o mesmo apresenta para a manutenção da vida. Afinal, dormir (quando em proporções recomendadas) é essencial para a regulação da sua funcionalidade e ajuda a evitar que você sofra comprometimentos com relação à sua saúde e integridade. Olhando por essa ótica, não podemos (talvez, nem deveríamos) querer contrariar uma lógica que está, simplesmente, implícita à natureza humana.

    Vale se questionar: se está supostamente "fugindo" de algo, então, o quê na sua vida poderia estar lhe angustiando tanto assim, a ponto de acreditar que já não dispõe mais de recursos para conseguir suportar?

    Por fim, considere, também, a possibilidade de se consultar com um(a) endocrinologista. Não podemos dispensar a possibilidade de se tratar de um sintoma que esteja refletindo algum tipo de insuficiência relacionada ao funcionamento de seu organismo físico.

    Estou à disposição para explorarmos isso com mais aprofundamento, juntos!
    Um abraço. Espero que fique bem.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Oi, como saber se é abuso? Tenho uma padrasto, ele me observa muito pelo os cantos das portas, entra

    Oi, como saber se é abuso? Tenho uma padrasto, ele me observa muito pelo os cantos das portas, entra no meu quarto, fica mexendo nas minhas coisas, certa vez ele me viu pela a janela do quarto e quando eu entrei no quarto da minha mãe , ele estava se tocando, logo após ter me visto, eu tenho muito medo dele, outra vez me mandou um figurinha horrível, com teor sexual, eu não sei oque faço? Alguém me ajuda, eu tenho medo de isso ser coisa da minha cabeça, ou eu está maluca, ou de realmente está certo que não é uma boa pessoa

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Antes de tudo, quero agradecer pela abertura (e reconhecer sua coragem!) em ter compartilhado conosco um pouco sobre a realidade tão perturbadora que vive dentro de sua própria casa. Numa condição como essas, posso imaginar como e quanto deve se sentir constantemente vulnerável a riscos, inclusive aqueles que envolvam diretamente sua saúde e integridade física, não apenas a sexual.
    Percebo, nitidamente, através de seu relato que você está convivendo com uma pessoa abusiva. Não é apenas a ocorrência do ato sexual (estupro) que configura uma situação de abuso. O fato de ele estar, sem qualquer consentimento, invadindo sua privacidade e, inclusive, incitando conteúdos de teor sexual para você já representa, por si só, sinais claros de que você está sendo violada com relação a seus direitos e sua integridade.

    Por mais delicado que seja, considero necessário sinalizar o que tem acontecido para sua mãe. Ainda que isso possa colocar em jogo a relação deles, tenho certeza que, se ela tem real consideração por você, estará aberta a te ajudar e evitará que isso torne a acontecer novamente, custe o que custar. Busque também desenvolver ou mobilizar sua Rede de Apoio (amigos próximos, parentes), para que se encontrem cientes do fato e estejam à postos para apoiá-la, inclusive e principalmente em casos de extrema urgência.
    Caso não se sinta ouvida e acredite que pode se encontrar dentro de um ambiente e vivendo uma relação que te proponha ameaças cada vez maiores do que essas, você pode recorrer a ajuda especializada através dos vários dispositivos públicos que viabilizam o suporte necessário a casos de abuso e importunação sexual, como o seu. Busque ajuda na Delegacia de Defesa da Mulher mais próxima, disque 100 (Disque Denúncia), procure o CREAS (Centro de Referência Especializado em Assistência Social)... Lembre-se, também, de possuir o maior número de registros possíveis desses comportamentos por parte do seu padrasto (atente-se a fazer isso sempre de forma cautelosa!), para que possa utilizá-los como prova, caso a situação envolva a Justiça e/ou o Ministério Público.

    Estou disponível para te ajudar a se fortalecer com relação a este assunto.
    Obrigado por contar com a gente!
    Sinta-se abraçada (e se cuide).


    Te convidamos para uma consulta

    Consulta Psicologia

  • Porque eu sinto uma sensação de que ninguém gosta de mim? eu sinto que toda coisa que eu faço tá err

    Porque eu sinto uma sensação de que ninguém gosta de mim? eu sinto que toda coisa que eu faço tá errado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Primeiro de tudo, admiro a sua coragem em se abrir e falar sobre isso aqui, com a gente. Imagino o quão duro deve ter sido aceitar que não está bem e que precisa de ajuda (que é o primeiro grande passo para a mudança).

    Não raramente nos relacionamos com pessoas que carregam consigo a crença de que o mundo ao seu redor deve estar sempre à postos para suprir seus desejos, expectativas e necessidades. Numa dessas, acabamos nos tornando reféns de mantê-las gratificadas para não nos expormos ao risco de rompermos o vínculo.
    Tudo isso acontece, inevitavelmente, se enxergamos as pessoas sob a lente do desamparo e do abandono. Já parou pra examinar porquê se encontra atualmente vivendo esse ciclo? Quais passagens de sua vida poderiam ter deixado esse registro tão doloroso? Como você tem administrado seu sofrimento, hoje, e como isso tem impactado diretamente suas relações? O que faz com que essa sua crença de "desvalor" pareça tão real a ponto de impactar significativamente sua vida social e a percepção que tem sobre si mesmo(a)?

    Conhecer-se a si mesmo é a chave para evitar passar por desavenças como essa e deixar de buscar nos outros a realização que deve, antes, encontrar individual e subjetivamente.
    Antes de se esforçar para encontrar seu espaço no mundo, não se esqueça de verificar se você se encontra em equilíbrio com suas próprias necessidades e se leva uma vida satisfatória e plena de sentido, primeiro.
    Num espaço livre de imposições e julgamentos, como o da psicoterapia, será possível que você ressignifique sua história de vida e encontre o valor e a apreciação que busca desfrutar em si e para si mesmo(a).

    Que tal conversarmos mais detalhadamente sobre isso?
    Desejo que passe bem!
    Um abraço carinhoso.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Olá Boa noite Fui abusada qua do criança, pelo meu irmão, não lembro a intensidade,nunca contei a

    Olá
    Boa noite
    Fui abusada qua do criança, pelo meu irmão, não lembro a intensidade,nunca contei a ninguém sempre lembro pois depois de adulta vim,ter noção da gravidade,e depois comecei a mim relacionar cedo,agora recentemente peguei meu filho de 15 anos fazendo gestos no ir.ao de 8 anos,estou desesperada penso que as vezes de tanto pensar vou ficar louca ou morrer,o de 8 anos já faz acompanhamento psicológico e já contei a psicóloga o que houve,porém estou com vários sentimentos que não sei o que fazer! Não posso conversar com ninguém da família!!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Posso imaginar o quão dolorosa essa memória deve ser pra você. Simplesmente em se pensar sobre o fato de isso ter acontecido ainda na sua infância (uma fase de formação das nossas referências de mundo e relações humanas) e, principalmente, provocada por um membro tão próximo da sua família já deve ser extremamente confuso e angustiante.

    Num cenário como esses, acredito que seja interessante poder mobilizar seu filho mais velho a ter uma conversa sobre este assunto, no intuito de entender, antes de tudo, a noção que possui sobre o tema e, claro, suas intenções ao abordar seu irmão mais novo dessa maneira. Tenho certeza que se conseguir manter-se numa postura de acolhimento e escuta, poderá entender melhor a origem de tudo isso e até, quem sabe, se considerar pertinente, compartilhar seu ponto de vista a respeito (sem, necessariamente, ter que se expor), permitindo-o entender o quão inadequado pode ser à formação de seu pequeno companheiro que seja introduzido a esse universo desde tão cedo.

    Apesar de se tratar de um episódio de um passado bastante remoto, percebo que tenha deixado marcas profundas em você, afinal, não é à toa que consegue descrevê-lo com tantos detalhes e que encontra-se em tamanho sofrimento e desespero por imaginar que o mesmo possa estar se repetindo entre seus filhos. Ainda que ele tenha a oportunidade de estar sendo acompanhado por outra profissional (que bom, inclusive, que você sinalizou esse ocorrido a ela!), acredito que será de suma importância que também se dê a chance de trabalhar isso em psicoterapia, não apenas por seus filhos e sua relação, enquanto mãe, com eles, mas por você e pelo seu equilíbrio e sua saúde mental.

    Vamos conversar melhor sobre isso?
    Estou por aqui!
    Desejo que fique tudo bem, com você e com seus queridos filhos.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • Eu tinha uma vida feliz, mas do nada tudo deu errado; eu ja não tenho mais ânimo pra nada e não tenh

    Eu tinha uma vida feliz, mas do nada tudo deu errado; eu ja não tenho mais ânimo pra nada e não tenho expectativas para o meu futuro; eu estou completamente perdida e preciso de ajuda.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Consigo imaginar o quão desesperador deve ser desencontrar-se das referências que carregava em sua vida, a ponto de acreditar que o futuro não te reserva nada mais a não ser este grande "vazio"... Dificilmente nos esquecemos de quando as coisas parecem estar dando "certo" pra nós, e desapegar-se desses momentos e conviver com a dor de ver suas necessidades sendo frustradas é uma tarefa muito complexa, mesmo. Um dos nossos maiores desejos, enquanto seres humanos, é podermos viver uma vida satisfatoriamente plena de sentido. Numa hora dessas, dificilmente conseguimos preservar essa mesma perspectiva e mantê-la intacta, sem que seja atravessada por essas angústias.

    Tenho convicção de que um bom processo terapêutico poderá ajudá-la a reencontrar-se com seu caminho e a sentir-se reconfortada, ainda que diante de toda a amargura e as inquietações pelas quais está passando.
    Vamos conversar?
    Estou aberto pra podermos começar um trabalho que poderá mudar sua perspectiva de vida.
    Sinta-se abraçada.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

  • A gente pode do nada ter uma crise? Mesmo que não tenha um fator desencadeador ?

    A gente pode do nada ter uma crise?
    Mesmo que não tenha um fator desencadeador ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vítor Ferreira Lopes

    Olá!

    Entendo que sim, é possível viver um episódio de crise sem que, necessariamente, você esteja diante de um fator que sirva como suposto "gatilho" para sofrê-la. Entretanto, vale refletir se, realmente, não existem mesmo elementos que possam estar desencadeando esse sofrimento. Vivemos, hoje, uma realidade em que somos constantemente convidados a suprimir nossas emoções como forma de demonstrar que somos fortes e determinados (enganosamente, claro). Às vezes, até, aprendemos a acreditar que demonstrar nossas vulnerabilidades é sinal de fragilidade e que, se o fizermos, até mesmo com as pessoas em quem mais confiamos, sentimos que estamos atrapalhando os outros, quase como se as relações de confiança e amizade só pudessem estar pautadas em momentos bons e felizes. Tudo isso, junto (dentre tantas outras coisas mais), vai fazendo com que comecemos a deixar nossas próprias emoções de lado e, assim, nossa auto-percepção vai se tornando cada vez mais defasada. É justamente aí que nos desencontramos das nossas próprias necessidades pessoais e passamos a viver o ritmo acelerado do mundo, sem nos preocuparmos, antes, em viver uma vida verdadeiramente satisfatória e realizadora.
    Para começar a se sensibilizar em torno de tudo isso, vale um momento de reflexão: já parou pra pensar como REALMENTE vai sua vida, em cada um dos âmbitos que você ocupa, dentro do seu mundo?

    Já encontrou algum profissional que te ajude a dar abertura e trabalhar isso, devidamente?
    Que tal, dessa vez, dar uma chance para você mesmo(a)? Eu me encontro à disposição!
    Espero que tudo esteja caminhando por aí...
    Forte abraço.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.