A escola está me pressionando/sugerindo levar meu filho a terapia familiar devido a mal comportament
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A escola está me pressionando/sugerindo levar meu filho a terapia familiar devido a mal comportamento escolar (agitação, desobediência, impulsividade). Sou pai solteiro completamente, sem avós, tios, ninguém comigo. Já acompanhei outras pessoas e me senti hiper mal nas terapias, péssimo, é pertubador para mim, como se tivesse jogando minha vida fora. Eu aceito pagar para meu filho ir e colocar uma baba para levá-lo. Mas insistem que devo ir. A família materna tem histórico de transtorno de personalidade, Vivi horrores com essa mulher, não há vejo ha anos e fiquei ótimo assim. Agora novamente a vida quer me por para acompanhar alguém... Sinto que se eu for, vou ser péssimo participante, podendo até confrontar o terapeuta. Meu filho toma medicação e quando se trata de psiquiatra acompanho com gosto. Terapia familiar tenho vontade de sair correndo... O que fazer diante disso?
Olá, como vai?
Saiba que nem todos os encontros entre paciente e terapeuta dão certo, muitas vezes trocamos de profissional até encontrarmos um que faça sentido para a demanda do momento. Lendo seu relato, vejo muita resistência de você mesmo se ouvir, seja sobre o seu passado ou tudo o que tem acontecido. O que ocorre com as crianças são reflexos da criação dos pais, e como adultos que somos, precisamos compreender o momento de pedir ajuda. Não tem problema você confrontar seu psicóogo, pois isso vai falar mais sobre como você lida com as suas relações. Se dê uma chance, se escute, enfrente seus demônios interiores para ser uma pessoa e pai melhor. Não é fácil fazer terapia, e quanto mais resistência mais necessidade se tem de fazer o tratamento. Fico à disposição.
Saiba que nem todos os encontros entre paciente e terapeuta dão certo, muitas vezes trocamos de profissional até encontrarmos um que faça sentido para a demanda do momento. Lendo seu relato, vejo muita resistência de você mesmo se ouvir, seja sobre o seu passado ou tudo o que tem acontecido. O que ocorre com as crianças são reflexos da criação dos pais, e como adultos que somos, precisamos compreender o momento de pedir ajuda. Não tem problema você confrontar seu psicóogo, pois isso vai falar mais sobre como você lida com as suas relações. Se dê uma chance, se escute, enfrente seus demônios interiores para ser uma pessoa e pai melhor. Não é fácil fazer terapia, e quanto mais resistência mais necessidade se tem de fazer o tratamento. Fico à disposição.
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É muito compreensível o quanto essa proposta da escola te mobiliza, principalmente considerando sua história e experiências anteriores com processos terapêuticos. Quando falamos em terapia familiar, não se trata de buscar culpados, mas de entender o que acontece nos laços e nas relações, de forma que possa favorecer o desenvolvimento da criança. Isso não significa necessariamente reviver dores do passado, mas sim abrir um espaço para pensar juntos caminhos possíveis. Caso isso ainda te pareça muito difícil, pode ser importante conversar com os profissionais sobre a possibilidade de começar pelo acompanhamento individual do seu filho e, se for o caso, pensar em sua participação de forma cuidadosa e no seu tempo.
Boa tarde! A terapia familiar auxilia a criança por diversos fatores, mas principalmente pois ela depende dos pais. O senhor poderia conversar com o psicólogo e informar que se e quando possível prefere estar só com o filho nas sessões, o psicólogo vai explicar se houver esta possibilidade. O psicólogo busca auxiliar a criança, mas também compreender e auxiliar os pais que tenham atitudes mais protetivas para a criança. Desejo sucesso!
A terapia familiar não quer dizer necessariamente, que deva ser feita junto, no mesmo horário. Talvez deva procurar atendimento individual para ambos separados, primeiro. Converse com seu terapeuta sobre esse problema e juntos, tentem superá-los. E lembre-se, um pai pode ter vários filhos, mas um filho só pode ter um pai. Procure primeiro ajudar-se, para depois poder ajudar.. Busca ajuda pessoal, não desista, vai dar certo e seu filho ainda irá orgulhar-se muito de você... Lembre-se, ao pedir ajuda aqui, já mostra o quanto você é especial e deseja isso. Vai dar certo... Vou torcer por vocês!
Entendo a complexidade da sua situação, e é muito importante reconhecer sua disposição em buscar o melhor para o seu filho — isso por si só já mostra o quanto você está comprometido com o bem-estar dele.
A recomendação de terapia familiar geralmente não quer dizer que "os pais são o problema", mas sim que o envolvimento da família pode ampliar os efeitos positivos da terapia da criança, especialmente em casos de agitação, impulsividade e dificuldades de convivência escolar.
Mas também é importante respeitar os seus limites emocionais. Se a ideia de terapia familiar causa tanto sofrimento, isso não deve ser ignorado. Uma alternativa possível seria conversar com a escola e com o terapeuta da criança sobre formas de participação gradual, como encontros pontuais ou devolutivas individuais com foco no desenvolvimento do seu filho — sem que isso se torne algo que te machuque ou te exponha a experiências traumáticas do passado.
Você também pode conversar com um profissional sobre esse desconforto — sem compromisso com terapia contínua, apenas para entender de onde vem essa reação tão intensa e proteger sua saúde emocional.
Cuidar de quem cuida também é uma forma de cuidar da criança. Se quiser, posso te ajudar com ideias de como conversar com a escola ou com o terapeuta para encontrar um caminho mais viável para todos.
A recomendação de terapia familiar geralmente não quer dizer que "os pais são o problema", mas sim que o envolvimento da família pode ampliar os efeitos positivos da terapia da criança, especialmente em casos de agitação, impulsividade e dificuldades de convivência escolar.
Mas também é importante respeitar os seus limites emocionais. Se a ideia de terapia familiar causa tanto sofrimento, isso não deve ser ignorado. Uma alternativa possível seria conversar com a escola e com o terapeuta da criança sobre formas de participação gradual, como encontros pontuais ou devolutivas individuais com foco no desenvolvimento do seu filho — sem que isso se torne algo que te machuque ou te exponha a experiências traumáticas do passado.
Você também pode conversar com um profissional sobre esse desconforto — sem compromisso com terapia contínua, apenas para entender de onde vem essa reação tão intensa e proteger sua saúde emocional.
Cuidar de quem cuida também é uma forma de cuidar da criança. Se quiser, posso te ajudar com ideias de como conversar com a escola ou com o terapeuta para encontrar um caminho mais viável para todos.
Olá, não ficou claro se o seu filho está em terapia. Quando uma criança está em processo psicoterapêutico é natural o psicólogo conversar com os pais/responsáveis, mas não necessariamente fazer terapia em família. Seria importante entender o motivo da escola sugerir o atendimento familiar. Acredito que precise refletir sobre a sua defesa, quais os receios. Você fala em confrontar o psicólogo, pode ser que aconteça, mas é importante participar. A minha sugestão seria a de você buscar ajuda psicológica que poderá contribuir neste enfrentamento. Sou psicóloga infantil e fico à disposição.
Olá, tudo bem?
Lendo suas palavras, dá para sentir o quanto essa situação toca em lugares profundos — e não é difícil imaginar o peso que tudo isso traz quando se está segurando tantas pontas sozinho. A sensação de estar sendo empurrado para um espaço que te causa desconforto, e ainda por cima em nome do bem-estar de quem você mais ama, não é pouca coisa.
É compreensível que a ideia de participar de uma terapia familiar mexa tanto contigo, especialmente considerando tudo que já viveu no passado e o quanto isso parece ter deixado marcas. Às vezes, o corpo reage até antes da razão: aquela vontade de sair correndo pode ser uma forma do cérebro te proteger de reviver dores antigas. E, sim, isso tem uma lógica muito clara dentro da Neurociência. Quando o sistema nervoso identifica algo que remete a experiências anteriores de sofrimento ou ameaça emocional, ele pode acionar um modo de defesa que te deixa em alerta, irritado ou até mesmo evitativo.
Mas talvez a questão mais importante aqui não seja sobre "aceitar ou não aceitar ir", e sim olhar com honestidade para o que esse incômodo pode estar querendo dizer. O quanto disso vem de um lugar que ainda está em ferida? E o quanto pode ser apenas uma tentativa legítima de preservar sua saúde emocional? Será que existe alguma forma de participar sem precisar se anular ou se violentar emocionalmente? Até onde vai o seu limite e a partir de que ponto seria possível construir um espaço minimamente seguro, mesmo que só por alguns encontros?
Você mencionou que, com o psiquiatra, acompanha com gosto. Isso já mostra que, quando sente que está em um ambiente que respeita sua lógica e seus limites, você participa. E isso pode ser um ponto de partida importante para pensar se há alguma maneira de fazer um acordo com a escola e o profissional envolvido, talvez propondo uma escuta inicial, com tempo limitado, sem compromisso contínuo — algo que respeite sua história e sua necessidade de proteção emocional.
Será que existe alguma parte de você que, mesmo desconfiada, toparia conversar com o terapeuta apenas para entender melhor o objetivo desses encontros? O que seria necessário para que essa experiência não fosse uma repetição do que te feriu no passado? Qual seria o jeito menos doloroso de, talvez, começar essa conversa?
Caso precise, estou à disposição.
Lendo suas palavras, dá para sentir o quanto essa situação toca em lugares profundos — e não é difícil imaginar o peso que tudo isso traz quando se está segurando tantas pontas sozinho. A sensação de estar sendo empurrado para um espaço que te causa desconforto, e ainda por cima em nome do bem-estar de quem você mais ama, não é pouca coisa.
É compreensível que a ideia de participar de uma terapia familiar mexa tanto contigo, especialmente considerando tudo que já viveu no passado e o quanto isso parece ter deixado marcas. Às vezes, o corpo reage até antes da razão: aquela vontade de sair correndo pode ser uma forma do cérebro te proteger de reviver dores antigas. E, sim, isso tem uma lógica muito clara dentro da Neurociência. Quando o sistema nervoso identifica algo que remete a experiências anteriores de sofrimento ou ameaça emocional, ele pode acionar um modo de defesa que te deixa em alerta, irritado ou até mesmo evitativo.
Mas talvez a questão mais importante aqui não seja sobre "aceitar ou não aceitar ir", e sim olhar com honestidade para o que esse incômodo pode estar querendo dizer. O quanto disso vem de um lugar que ainda está em ferida? E o quanto pode ser apenas uma tentativa legítima de preservar sua saúde emocional? Será que existe alguma forma de participar sem precisar se anular ou se violentar emocionalmente? Até onde vai o seu limite e a partir de que ponto seria possível construir um espaço minimamente seguro, mesmo que só por alguns encontros?
Você mencionou que, com o psiquiatra, acompanha com gosto. Isso já mostra que, quando sente que está em um ambiente que respeita sua lógica e seus limites, você participa. E isso pode ser um ponto de partida importante para pensar se há alguma maneira de fazer um acordo com a escola e o profissional envolvido, talvez propondo uma escuta inicial, com tempo limitado, sem compromisso contínuo — algo que respeite sua história e sua necessidade de proteção emocional.
Será que existe alguma parte de você que, mesmo desconfiada, toparia conversar com o terapeuta apenas para entender melhor o objetivo desses encontros? O que seria necessário para que essa experiência não fosse uma repetição do que te feriu no passado? Qual seria o jeito menos doloroso de, talvez, começar essa conversa?
Caso precise, estou à disposição.
Me parece que há uma questão muito específica sua com a ideia de se colocar em terapia com o seu filho. O que te incomoda tanto? Pode ter sido apenas o profissional escolhido, vale procurar outros. De qualquer forma é uma questão que deve ser trabalhada, não só para ajudar seu filho, mas a você também.
O que você traz carrega uma carga muito grande — e compreensível. Parece que, mais do que uma simples indicação da escola, essa sugestão de terapia familiar toca em feridas antigas, talvez em memórias de um passado muito difícil, onde você já se sentiu exposto, sem apoio, forçado a estar em lugares que não escolheu. E agora, quando tudo parecia mais estabilizado, vem essa nova exigência — e não apenas como pai, mas como alguém que já passou por muita coisa.
É compreensível que você se sinta na defensiva. Talvez o que te afaste da ideia de terapia familiar não seja a recusa ao cuidado com seu filho, mas uma tentativa legítima de se proteger de algo que te lembra dor, humilhação, impotência. Nesse sentido, o incômodo não fala apenas de resistência, mas também de uma experiência passada que ainda pulsa.
Diante disso, talvez a pergunta não seja apenas “devo ir?”, mas como isso me toca?, o que me assusta ou revolta nesse pedido?, o que revive em mim? E também: é possível encontrar uma forma de estar nesse espaço que seja minimamente respeitosa com aquilo que você sente?
Terapia familiar não precisa — e nem deveria — ser um lugar onde você se sinta coagido ou exposto. Quando bem conduzida, pode ser um espaço em que cada um é escutado dentro da sua experiência. Talvez você possa expressar, com clareza, essas dificuldades ao profissional que for acompanhar a família, para que esse espaço não se torne mais uma violência.
Você não precisa aceitar tudo nem comparecer como se estivesse de acordo com tudo. Mas talvez possa dizer: “Estou aqui, mesmo com minhas dificuldades, porque quero entender como isso pode ajudar meu filho”. E isso, por si só, já pode abrir caminhos — tanto para ele, quanto para você.
É compreensível que você se sinta na defensiva. Talvez o que te afaste da ideia de terapia familiar não seja a recusa ao cuidado com seu filho, mas uma tentativa legítima de se proteger de algo que te lembra dor, humilhação, impotência. Nesse sentido, o incômodo não fala apenas de resistência, mas também de uma experiência passada que ainda pulsa.
Diante disso, talvez a pergunta não seja apenas “devo ir?”, mas como isso me toca?, o que me assusta ou revolta nesse pedido?, o que revive em mim? E também: é possível encontrar uma forma de estar nesse espaço que seja minimamente respeitosa com aquilo que você sente?
Terapia familiar não precisa — e nem deveria — ser um lugar onde você se sinta coagido ou exposto. Quando bem conduzida, pode ser um espaço em que cada um é escutado dentro da sua experiência. Talvez você possa expressar, com clareza, essas dificuldades ao profissional que for acompanhar a família, para que esse espaço não se torne mais uma violência.
Você não precisa aceitar tudo nem comparecer como se estivesse de acordo com tudo. Mas talvez possa dizer: “Estou aqui, mesmo com minhas dificuldades, porque quero entender como isso pode ajudar meu filho”. E isso, por si só, já pode abrir caminhos — tanto para ele, quanto para você.
Olá.
Você traz pontos importantes em sua pergunta que merecem reflexão. O que na terapia te traz tanta angústia de maneira tão insuportável? E por que quando se trata de psiquiatra você não experimenta as mesmas coisas? O que te incomoda em levar seu filho? Essas são algumas perguntas importantes de se pensar para compreender melhor o que está se passando com você.
Agitação, desobediência e impulsividade podem realmente merecer atenção em uma terapia, se tratando de uma criança/adolescente, sendo necessário avaliar os motivos e contextos que esses comportamentos se apresentam. A participação dos familiares/responsável é importante para ajudar o terapeuta a compreender esses aspectos e elaborar uma intervenção adequada, além de que muitas vezes as questões comportamentais de crianças/adolescentes podem ser reflexo do meio onde vivem e também de questões dos próprios pais/responsáveis.
Outro ponto é que a sua participação não precisa ser necessariamente em sessões conjuntas, podendo ser apenas orientação parental (exemplo: feedbacks periódicos com o terapeuta do seu filho), além de negociar o formato com o profissional conforme o seu limite. Assim, é importante que você seja transparente e fale com o/a profissional que acompanhar eu filho sobre seus sentimentos e angústias em relação à sua responsabilidade de acompanhá-lo.
Se a terapia familiar conjunta for inviável para você no momento, seu filho pode ser atendido individualmente por um psicólogo infantil, enquanto você busca um espaço próprio (com outro profissional) para trabalhar suas dificuldades em relação a esse processo. O importante é que o terapeuta do seu filho saiba de sua disponibilidade para orientações pontuais, como conversas breves ou troca de informações por telefone, sempre dentro do que você conseguir tolerar. Você também pode tentar combinar com a escola uma comunicação mais direta entre eles e o terapeuta, para aliviar a pressão sobre você.
Espero ter ajudado de alguma forma.
Atenciosamente,
Você traz pontos importantes em sua pergunta que merecem reflexão. O que na terapia te traz tanta angústia de maneira tão insuportável? E por que quando se trata de psiquiatra você não experimenta as mesmas coisas? O que te incomoda em levar seu filho? Essas são algumas perguntas importantes de se pensar para compreender melhor o que está se passando com você.
Agitação, desobediência e impulsividade podem realmente merecer atenção em uma terapia, se tratando de uma criança/adolescente, sendo necessário avaliar os motivos e contextos que esses comportamentos se apresentam. A participação dos familiares/responsável é importante para ajudar o terapeuta a compreender esses aspectos e elaborar uma intervenção adequada, além de que muitas vezes as questões comportamentais de crianças/adolescentes podem ser reflexo do meio onde vivem e também de questões dos próprios pais/responsáveis.
Outro ponto é que a sua participação não precisa ser necessariamente em sessões conjuntas, podendo ser apenas orientação parental (exemplo: feedbacks periódicos com o terapeuta do seu filho), além de negociar o formato com o profissional conforme o seu limite. Assim, é importante que você seja transparente e fale com o/a profissional que acompanhar eu filho sobre seus sentimentos e angústias em relação à sua responsabilidade de acompanhá-lo.
Se a terapia familiar conjunta for inviável para você no momento, seu filho pode ser atendido individualmente por um psicólogo infantil, enquanto você busca um espaço próprio (com outro profissional) para trabalhar suas dificuldades em relação a esse processo. O importante é que o terapeuta do seu filho saiba de sua disponibilidade para orientações pontuais, como conversas breves ou troca de informações por telefone, sempre dentro do que você conseguir tolerar. Você também pode tentar combinar com a escola uma comunicação mais direta entre eles e o terapeuta, para aliviar a pressão sobre você.
Espero ter ajudado de alguma forma.
Atenciosamente,
Entendo sua resistência em relação à terapia familiar, não sei como a que você teve experiência foi conduzida, mas como é considerada um aconselhamento familiar muitas vezes não é feita por psicólogos. Pelo que você falou o que indicaria para você e seu filho seria psicoterapia individual , separadamente para cada um. A falta de rede de apoio e os traumas que você passou com uma pessoa com transtorno de personalidade precisam ser tratados . E seu filho também vai se beneficiar muito com a psicoterapia, pra ele também deve ser difícil não ter mais familiares para apoiá-lo. Psicoterapia individual pra ele também a babá ou você quem quer que for levá-lo não entra com ele na sala. Fica só ele e o psicólogo. Boa sorte pra vocês.
Essa é uma situação desagradável, pode ter muitas coisas envolvidas. Seu filho realmente tem algum problema ou é resultado de um ambiente ruim, seu filho tem diagnóstico correto, está sendo adequadamente tratado? É muito comum transferir para a criança problemas de deficiência da escola, problemas da família, etc. É importante ter um bom conhecimento do que está acontecendo para poder ajudar a criança. Um psicólogo , com quem você e seu filho, se sintam bem e tenham confiança, podem te ajudar.
Talvez um bom começo seja se questionar sobre o que na terapia familiar tem te colocado nesse lugar tão aversivo e ser aberto a novas tentativas. Procure um profissional com o qual você e seu filho se sintam seguros e acolhidos. Lembre-se que a terapia não trás respostas magicas e exige trabalho tanto da parte do psicólogo quanto do cliente.
Entendo completamente como a ideia de terapia familiar pode ser difícil para você, ainda mais com suas experiências anteriores. É muito importante cuidar da sua saúde emocional também, e você tem todo o direito de estabelecer seus limites.
Nesse momento, o que mais importa é o bem-estar do seu filho e garantir que ele tenha o suporte adequado para lidar com a agitação, a impulsividade e os desafios que estão acontecendo na escola. Um acompanhamento psicológico individual pode ser um espaço seguro para ele entender melhor seus sentimentos, aprender estratégias para o comportamento e melhorar seu rendimento escolar.
Se você quiser, posso oferecer um acompanhamento especializado para o seu filho, respeitando o ritmo dele e de vocês dois. Isso pode ser feito de forma flexível e sem pressionar você a participar de sessões que não se sente confortável.
Meu objetivo é ajudar seu filho a se sentir melhor e apoiar você nesse processo, sem sobrecarregar você.
Se desejar, podemos marcar uma primeira conversa para avaliar o que seu filho precisa e como posso ajudar. Estou à disposição para conversar quando for melhor para vocês.
Nesse momento, o que mais importa é o bem-estar do seu filho e garantir que ele tenha o suporte adequado para lidar com a agitação, a impulsividade e os desafios que estão acontecendo na escola. Um acompanhamento psicológico individual pode ser um espaço seguro para ele entender melhor seus sentimentos, aprender estratégias para o comportamento e melhorar seu rendimento escolar.
Se você quiser, posso oferecer um acompanhamento especializado para o seu filho, respeitando o ritmo dele e de vocês dois. Isso pode ser feito de forma flexível e sem pressionar você a participar de sessões que não se sente confortável.
Meu objetivo é ajudar seu filho a se sentir melhor e apoiar você nesse processo, sem sobrecarregar você.
Se desejar, podemos marcar uma primeira conversa para avaliar o que seu filho precisa e como posso ajudar. Estou à disposição para conversar quando for melhor para vocês.
Olá! O seu filho faz psicoterapia ou o tratamento é somente com psiquiatra? Se é somente psiquiatra, sugiro iniciar com a psicoterapia para ele - você obterá por meio do profissional orientações para ajudar seu filho também. O psicólogo realizará parceria com você e escola. A orientação também poderá ser informada à mãe por meio do próprio psicólogo. Esse profissional poderá avaliar melhor se deverá ter sessões com a família ou não.
Na abordagem sistêmica, entendemos que o comportamento da criança está inserido em um contexto relacional — e não é visto como culpa de alguém, mas como expressão de algo maior no sistema familiar.
Sua resistência é legítima e pode estar ligada a vivências passadas dolorosas. O fato de você cuidar sozinho do seu filho já mostra esforço e responsabilidade. No entanto, a terapia familiar não busca te expor ou te culpar, mas sim ampliar o olhar, construir recursos e fortalecer os vínculos, inclusive respeitando seus limites.
Você pode levar essa angústia como ponto de partida na terapia: dizer ao terapeuta exatamente o que escreveu aqui. Um bom terapeuta sistêmico vai acolher sua posição e trabalhar com o que é possível, sem forçar papéis.
Talvez o mais importante seja: não é sobre reviver traumas antigos, mas construir novas formas de estar junto do seu filho, mesmo que seja com presença mínima ou pontual. Você não precisa estar inteiro, só disponível ao diálogo. Isso já é muito.
Sua resistência é legítima e pode estar ligada a vivências passadas dolorosas. O fato de você cuidar sozinho do seu filho já mostra esforço e responsabilidade. No entanto, a terapia familiar não busca te expor ou te culpar, mas sim ampliar o olhar, construir recursos e fortalecer os vínculos, inclusive respeitando seus limites.
Você pode levar essa angústia como ponto de partida na terapia: dizer ao terapeuta exatamente o que escreveu aqui. Um bom terapeuta sistêmico vai acolher sua posição e trabalhar com o que é possível, sem forçar papéis.
Talvez o mais importante seja: não é sobre reviver traumas antigos, mas construir novas formas de estar junto do seu filho, mesmo que seja com presença mínima ou pontual. Você não precisa estar inteiro, só disponível ao diálogo. Isso já é muito.
Entendo que a sugestão de participar da terapia familiar pode parecer difícil e até desconfortável, especialmente considerando sua história pessoal e as experiências negativas anteriores. É muito importante reconhecer seus sentimentos — eles são válidos.
A terapia familiar não é um lugar para julgamentos, mas um espaço para que todos possam ser ouvidos e encontrar maneiras de melhorar a convivência e o suporte ao seu filho. Seu envolvimento pode ser fundamental para ajudar seu filho a lidar com a agitação, desobediência e impulsividade, pois muitas vezes o comportamento da criança reflete dinâmicas familiares que podem ser trabalhadas juntos.
Se o desconforto for muito grande, você pode conversar com o terapeuta antes, explicar suas preocupações e limites, para que o processo seja feito respeitando seu ritmo. Também é possível começar com poucas sessões ou sessões separadas, para você se sentir mais seguro.
Lembre-se que apoiar seu filho inclui cuidar do ambiente em que ele vive, e sua participação pode fazer a diferença no tratamento dele.
A terapia familiar não é um lugar para julgamentos, mas um espaço para que todos possam ser ouvidos e encontrar maneiras de melhorar a convivência e o suporte ao seu filho. Seu envolvimento pode ser fundamental para ajudar seu filho a lidar com a agitação, desobediência e impulsividade, pois muitas vezes o comportamento da criança reflete dinâmicas familiares que podem ser trabalhadas juntos.
Se o desconforto for muito grande, você pode conversar com o terapeuta antes, explicar suas preocupações e limites, para que o processo seja feito respeitando seu ritmo. Também é possível começar com poucas sessões ou sessões separadas, para você se sentir mais seguro.
Lembre-se que apoiar seu filho inclui cuidar do ambiente em que ele vive, e sua participação pode fazer a diferença no tratamento dele.
Olá! De inicio, a psicoterapia inicia pela consciência em querer se conhecer melhor ou profundamente, desenvolver-se ao máximo, seguir tendo conquistas em todas as áreas da vida sem perda de qualidade de vida. Muito mais que tratar transtornos ou sintomas, a psicoterapia, na abordagem junguiana esta voltada ao autoconhecimento profundo, orientações e atender objetivos psicológicos do paciente. Vendo seu relato percebo traumas com terapia e que percebes a necessidade do seu filho fazer. Sobre terapia familiar, você não é obrigado a fazer nada contra sua vontade. Porem, com os sintomas do seu filho, sugiro no mínimo conversar com o psiquiatra dele, pedir uma orientação. Acredito, na minha experiencia, que você fazendo terapia seu filho melhoraria muito, mas entendo que trata-se de querer olhar a si mesmo e encontrar um profissional ou método que você sinta-se satisfeito. Se já confias no psiquiatra e vê avanços positivos, sugiro conversar com ele. Na falta de evolução, sugiro buscar outro profissional.
Olá, como vai? Apesar da terapia familiar ser benéfica para situações que atravessam a família, o principal ponto a ser considerado é se o sujeito se sentirá confortável para iniciar o processo. Uma possibilidade a ser considerada em face a esse receio devido a experiências passadas, é que você e o seu filho realizem a psicoterapia individual, cada qual com um profissional diferente. Me coloco a disposição para maiores dúvidas e apoio.
Sua sinceridade é extremamente valiosa e mostra algo essencial: você se importa profundamente com o seu filho e está tentando fazer o melhor dentro dos seus limites emocionais e da sua história. O que você descreve não me parece ser uma resistência gratuita ou egoísmo. É dor. É cansaço. É um histórico que te marcou e deixou feridas que, naturalmente, reaparecem quando algo te coloca de volta no papel de “ter que acompanhar alguém emocionalmente”. Dito isso, quero te oferecer algumas reflexões práticas, com empatia e sem julgamento. Em primeiro lugar é importante entender o papel da terapia familiar. Terapia familiar não significa que você é culpado, ou que será “analisado” ou exposto. Ela também não tem como objetivo reviver traumas ou mexer onde dói sem preparo. O foco da terapia familiar é melhorar a comunicação, reduzir conflitos e ajudar todos os envolvidos a entenderem melhor o comportamento da criança, num ambiente seguro e mediado. No seu caso, o terapeuta não vai trazer a mãe do seu filho para dentro da sala, nem obrigar você a abrir sua vida; o foco será a dinâmica entre você e seu filho, e como melhorar isso, especialmente em momentos críticos.
A escola não está “te obrigando”; está sinalizando uma necessidade. A insistência da escola provavelmente vem da percepção de que o comportamento do seu filho pode estar relacionado à forma como os vínculos, os limites e a rotina estão organizados em casa, e isso exige mais do que a medicação. Não significa que você esteja fazendo algo errado, mas sim, que talvez seu filho precise de mais do que ele está conseguindo sozinho ou só com o psiquiatra. E como ele é criança, ele precisa de você como parte da solução. Sua dor tem história e precisa ser respeitada. Você já acompanhou outras pessoas em terapia e isso te feriu. Pode ter sido frustrante, confuso ou até humilhante. Essas experiências podem ter sido mal conduzidas ou, simplesmente, tocaram em partes da sua vida que não estavam prontas para serem revisitadas.
O medo que você sente hoje não invalida a necessidade do seu filho, mas também não deve ser ignorado. Talvez a questão não seja se você “vai ou não vai”, mas como você vai e com quem. Algumas alternativas práticas: Procure um terapeuta familiar com abordagem estruturada, como a TCC sistêmica ou terapia baseada em soluções. São mais diretas e menos focadas em “vasculhar o passado”. Combine uma quantidade limitada de sessões (ex: “posso me comprometer a 3 encontros”) e veja como se sente. Ter um fim definido pode te dar mais segurança. Peça ao terapeuta para explicar o objetivo da participação antes de começar. Você pode dizer: “Eu tenho resistência à terapia por experiências ruins. Posso estar aqui, mas preciso saber exatamente qual será meu papel para poder contribuir.” Se for mesmo impossível emocionalmente para você, diga isso com clareza à escola, mostrando que você está buscando alternativas (como a babá, o psiquiatra, etc.). Nem sempre terapia familiar é o único caminho mas nesses casos, é preciso demonstrar cooperação de outra forma. Você não está falhando com seu filho ao hesitar em ir à terapia familiar. Pelo contrário, está cuidando do que sente e buscando uma forma de ajudá-lo sem se destruir no processo. E isso já é um sinal de responsabilidade emocional. Talvez seja um bom momento para pensar: será que é a terapia familiar que me assusta ou a ideia de, mais uma vez, ser arrastado para um papel que já te feriu no passado? Se for isso, o terapeuta certo pode te ajudar a viver esse processo de forma diferente: com respeito, com escuta, e no seu ritmo. Boa sorte. Espero ter te ajudado.
A escola não está “te obrigando”; está sinalizando uma necessidade. A insistência da escola provavelmente vem da percepção de que o comportamento do seu filho pode estar relacionado à forma como os vínculos, os limites e a rotina estão organizados em casa, e isso exige mais do que a medicação. Não significa que você esteja fazendo algo errado, mas sim, que talvez seu filho precise de mais do que ele está conseguindo sozinho ou só com o psiquiatra. E como ele é criança, ele precisa de você como parte da solução. Sua dor tem história e precisa ser respeitada. Você já acompanhou outras pessoas em terapia e isso te feriu. Pode ter sido frustrante, confuso ou até humilhante. Essas experiências podem ter sido mal conduzidas ou, simplesmente, tocaram em partes da sua vida que não estavam prontas para serem revisitadas.
O medo que você sente hoje não invalida a necessidade do seu filho, mas também não deve ser ignorado. Talvez a questão não seja se você “vai ou não vai”, mas como você vai e com quem. Algumas alternativas práticas: Procure um terapeuta familiar com abordagem estruturada, como a TCC sistêmica ou terapia baseada em soluções. São mais diretas e menos focadas em “vasculhar o passado”. Combine uma quantidade limitada de sessões (ex: “posso me comprometer a 3 encontros”) e veja como se sente. Ter um fim definido pode te dar mais segurança. Peça ao terapeuta para explicar o objetivo da participação antes de começar. Você pode dizer: “Eu tenho resistência à terapia por experiências ruins. Posso estar aqui, mas preciso saber exatamente qual será meu papel para poder contribuir.” Se for mesmo impossível emocionalmente para você, diga isso com clareza à escola, mostrando que você está buscando alternativas (como a babá, o psiquiatra, etc.). Nem sempre terapia familiar é o único caminho mas nesses casos, é preciso demonstrar cooperação de outra forma. Você não está falhando com seu filho ao hesitar em ir à terapia familiar. Pelo contrário, está cuidando do que sente e buscando uma forma de ajudá-lo sem se destruir no processo. E isso já é um sinal de responsabilidade emocional. Talvez seja um bom momento para pensar: será que é a terapia familiar que me assusta ou a ideia de, mais uma vez, ser arrastado para um papel que já te feriu no passado? Se for isso, o terapeuta certo pode te ajudar a viver esse processo de forma diferente: com respeito, com escuta, e no seu ritmo. Boa sorte. Espero ter te ajudado.
Procure um/a terapeuta que te faça se sentir seguro com essas questões. Divorcio ou ausência de algum dos pais é um dos principais desencadeadores de adversidade na infância. Mas se você sente que consegue construir um bom contexto e cuidar de forma saudável do seu filho sem ter nenhum tipo de acompanhamento terapêutico, não deixei que as pessoas digam o que você tem que fazer. Porém em muitos caso uma atenção dobrada sobre a criança é mais que importante. Se não for um problema seu filho ter agitação, desobediência, impulsividade procure uma escola que aceite ele ser assim, principalmente se você não estiver em sofrimento por causa disso. tende cuidar de uma boa forma do seu filho, ser presente, levar e buscar na escola, ajudar nos exercícios da escola, participar de atividade e brincadeiras, fazer as refeições, dentre outras coisas que melhore a qualidade do tempo que vocês passam juntos, assim o impacto da ausência da mãe vai ser pouco e você vai conseguir propiciar uma experiência menos violenta para a saúde dele.
Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
Abraços
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