A logoterapia é aplicável ao agressor ou ao espectador? .

3 respostas
A logoterapia é aplicável ao agressor ou ao espectador? .
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?
Essa é uma pergunta muito interessante — e pouco comum, o que já mostra um olhar mais profundo sobre o tema. A Logoterapia é aplicável tanto ao agressor quanto ao espectador, mas com caminhos bem distintos. Para o agressor, o foco está em reconhecer a responsabilidade pelos próprios atos e, a partir daí, encontrar sentido em transformar a própria conduta, reconectando-se com valores humanos e éticos que possam sustentar uma vida diferente. Já para o espectador — aquele que presencia a violência, mas não a sofre nem a comete — o processo envolve lidar com sentimentos de culpa, impotência ou omissão, compreendendo que o sentido pode surgir justamente do desejo de agir de forma mais consciente e responsável no futuro.

A ideia central da Logoterapia é que o ser humano é livre para escolher suas atitudes diante das circunstâncias. Mesmo quando não pode mudar o que aconteceu, pode decidir o que fazer com o que viveu. E isso vale para todos os envolvidos em uma situação de agressão — vítima, agressor ou espectador — cada um à sua maneira, dentro dos próprios limites de consciência e responsabilidade.

Interessante pensar: o que faz alguém repetir a dor no outro? O que leva uma pessoa a permanecer inerte diante do sofrimento alheio? E, principalmente, o que desperta em nós a vontade de romper esse ciclo? Essas são perguntas que a Logoterapia ajuda a investigar, porque abrem espaço para um sentido novo, mais alinhado àquilo que realmente nos torna humanos.

Caso precise, estou à disposição.

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Dr. Eduardo Galindo
Psicólogo, Sexólogo
Cuiabá
Boa noite!

A logoterapia é uma abordagem que auxilia o paciente a encontrar o sentido e o propósito da vida. Para isso é necessário que a pessoa controle os seus impulsos e intensifique os valores pessoais.
A Logoterapia pode ser aplicada tanto à vítima quanto ao agressor e ao espectador, pois todos estão implicados em escolhas e valores. Com o agressor, busca-se compreender o vazio de sentido que sustenta a violência; com o espectador, trabalha-se a responsabilidade ética diante do sofrimento do outro.

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