A logoterapia pode ser útil para quem não tem problemas graves de saúde mental?
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A logoterapia pode ser útil para quem não tem problemas graves de saúde mental?
Oi, que boa pergunta!
Sim, a Logoterapia pode ser extremamente útil mesmo para quem não enfrenta um transtorno mental grave. Na verdade, o próprio Viktor Frankl defendia que essa abordagem é, antes de tudo, uma terapia para a vida — uma forma de desenvolver profundidade, propósito e resiliência diante das situações cotidianas.
Enquanto outras abordagens se concentram em aliviar sintomas, a Logoterapia convida a pessoa a refletir sobre o sentido do que está vivendo agora. Em momentos de dúvidas profissionais, crises de identidade, dificuldades nos relacionamentos ou falta de motivação, ela ajuda a reconectar o indivíduo ao que dá valor à sua existência. É como se dissesse: “a questão não é só o que está acontecendo comigo, mas o que posso fazer com o que está acontecendo”. Essa mudança de olhar, sustentada por escolhas conscientes, impacta o cérebro e as emoções de forma muito positiva — gerando mais coerência entre pensamento, ação e propósito.
Talvez valha se perguntar: quais momentos da sua vida tiveram mais significado até hoje? O que faz você sentir que está contribuindo para algo maior do que si mesmo? E o que o seu dia-a-dia tem mostrado sobre o que realmente importa para você?
Essas são perguntas que, quando exploradas em terapia, abrem espaço para uma compreensão mais rica de quem você é e do que quer construir. Caso queira aprofundar esse processo, estou à disposição.
Sim, a Logoterapia pode ser extremamente útil mesmo para quem não enfrenta um transtorno mental grave. Na verdade, o próprio Viktor Frankl defendia que essa abordagem é, antes de tudo, uma terapia para a vida — uma forma de desenvolver profundidade, propósito e resiliência diante das situações cotidianas.
Enquanto outras abordagens se concentram em aliviar sintomas, a Logoterapia convida a pessoa a refletir sobre o sentido do que está vivendo agora. Em momentos de dúvidas profissionais, crises de identidade, dificuldades nos relacionamentos ou falta de motivação, ela ajuda a reconectar o indivíduo ao que dá valor à sua existência. É como se dissesse: “a questão não é só o que está acontecendo comigo, mas o que posso fazer com o que está acontecendo”. Essa mudança de olhar, sustentada por escolhas conscientes, impacta o cérebro e as emoções de forma muito positiva — gerando mais coerência entre pensamento, ação e propósito.
Talvez valha se perguntar: quais momentos da sua vida tiveram mais significado até hoje? O que faz você sentir que está contribuindo para algo maior do que si mesmo? E o que o seu dia-a-dia tem mostrado sobre o que realmente importa para você?
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