A minha mãe tinha 94 anos com alguns problemas de saúde incluindo a demência. Tinha falta de apetite
2
respostas
A minha mãe tinha 94 anos com alguns problemas de saúde incluindo a demência. Tinha falta de apetite, recusava a alimentação e dificuldades em engolir.
Pergunto, quais alternativas para alimentar doentes com estas patologias?
Obrigado
Pergunto, quais alternativas para alimentar doentes com estas patologias?
Obrigado
É possível complementar a alimentação desses pacientes através de sonda nasoenteral ou através de gastrostomia, que já é um procedimento mais invasivo, sendo a opção apenas quando a sonda é necessária por longos períodos.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Esse é um assunto sempre muito delicado e complexo. Primeiro de tudo, é importante entender que a própria demência leva a uma redução do metabolismo e da necessidade calórica além da falta de apetite.
Muitas vezes, opta-se por realizar uma alimentação por via alternativa como a Sonda Nasoenteral que é mais temporária ou a Gastrostomia que é definitiva.
Entretanto, vemos baixo ganho ao longo do tempo tanto do ponto de vista nutricional como de risco de engasgos e sabemos que aumenta o desconforto e perde-se o prazer da alimentação.
Atualmente, prioriza-se o que chamamos de Dieta de Conforto, ofertando sempre pequenas quantidades em mais vezes ao dia e com alimentos desejados pelo paciente. Há uma menor preocupação com o ideal de "dieta equilibrada", permitindo mais doces e outros alimentos que podem ser menos saudáveis mas que costumam ter uma maior aceitação.
Muitas vezes, opta-se por realizar uma alimentação por via alternativa como a Sonda Nasoenteral que é mais temporária ou a Gastrostomia que é definitiva.
Entretanto, vemos baixo ganho ao longo do tempo tanto do ponto de vista nutricional como de risco de engasgos e sabemos que aumenta o desconforto e perde-se o prazer da alimentação.
Atualmente, prioriza-se o que chamamos de Dieta de Conforto, ofertando sempre pequenas quantidades em mais vezes ao dia e com alimentos desejados pelo paciente. Há uma menor preocupação com o ideal de "dieta equilibrada", permitindo mais doces e outros alimentos que podem ser menos saudáveis mas que costumam ter uma maior aceitação.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Boa tarde minha mãe tem 89 com parkeson,e Alzamei,Toma medicação para depressão,dormir,e de parkeson,só que esta muito dificil para ela se alimentar da comida líquida e mesmo assim rejeita. passo três horas para dar 100 ml na madeira,o que posso fazer para ela melhorar alimentação.
- Existem produtos novos que tratam Alzheimer e trazem resultados?
- Uma pessoa com “memória ruim” tem mais chances de desenvolver a Doença de Alzheimer?
- Tem como evitar a Doença de Alzheimer? .
- O que é disfunção executiva? Gostaria de entender melhor o que significa disfunção executiva. Ela está presente no TDAH ou na deficiência intelectual? E no autismo, a disfunção executiva também aparece? Pessoas com inteligência limítrofe podem apresentar esse tipo de dificuldade? E no transtorno…
- É possível a pessoa ter deficiência intelectual leve e Dislexia e Discalculia?? Pois eu vi que isso não pode ocorrer na mesma pessoa. E queria saber se isso ocorre na deficiência Limítrofe.
- Uma pessoa com deficiência intelectual leve tem maior risco de desenvolver Alzheimer à medida que envelhece??
- Um traumatismo craniano ocorrido na primeira infância pode causar ou antecipar o surgimento de alzheimer na meia-idade?
- Minha mãe toma alois a 6 dias e está sentindo muito desconforto, perturbação na cabeça, sonolência e fraqueza. Isso é normal?
- Existe forma de retardar o avanço da Doença De Alzheimer ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 206 perguntas sobre Doença de Alzheimer
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.