A sensibilidade sensorial é uma característica importante no autismo em mulheres?

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A sensibilidade sensorial é uma característica importante no autismo em mulheres?
Sim. A sensibilidade sensorial é uma característica importante no autismo em mulheres, podendo se manifestar como desconforto com sons, luzes, texturas, cheiros ou toque. Ela influencia comportamentos, escolhas de rotina e estratégias de camuflagem social.

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Sim. Alterações sensoriais (hiper ou hipossensibilidade a toque/tecidos, sons, luzes, cheiros e sabores) são muito frequentes no TEA — e, em muitas meninas/mulheres, podem ficar mascaradas por esforço de “se adaptar”. Ainda assim, costumam aparecer como:

incômodo com etiquetas/costuras, preferência por roupas específicas;

exaustão após ambientes barulhentos/iluminados;

seletividade alimentar por textura/cheiro;

dor de cabeça/irritabilidade após sobrecarga (meltdown/shutdown).

O que ajuda: mapear gatilhos, planejar rotinas sensoriais, usar apoios (fones, óculos com filtro, tecidos confortáveis), organizar pausas e orientar família/escola/trabalho.

Se você percebe que a sensibilidade sensorial traz sofrimento ou prejuízo no dia a dia, uma avaliação pode esclarecer o quadro e montar um plano personalizado. Visite meu perfil para conhecer minha abordagem em TCC/TEA e, se fizer sentido, agende uma consulta.
A sensibilidade sensorial é uma característica central e muito relevante no autismo em mulheres, e frequentemente é subestimada ou mal interpretada. As respostas sensoriais são entendidas como comportamentos funcionalmente relacionados ao ambiente, e não como “exagero” ou “drama”.
A sensibilidade sensorial é uma característica-chave no autismo em mulheres, com impacto direto no comportamento, na regulação emocional e na saúde mental.
Quando não reconhecida, pode levar a diagnósticos tardios ou equivocados.

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