Abandono do esposo pode ser tratada com terapia sistêmica?

32 respostas
Abandono do esposo pode ser tratada com terapia sistêmica?
Dra. Rosana Paula Silva Medeiros
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá, Boa noite. Com certeza! A terapia sistêmica trabalha com uma visão ampliada do individuo na funcionalidade do seu sistema familiar. O trabalho consiste para que não somente o individuo consiga resolver seus problemas mas que se entenda que movimento se deu no contexto familiar, e para que, e onde a família paralisou causando essa saída do esposo, trazendo sofrimento ao cônjuge, e a toda família que foi deixada. As técnicas da terapia sistêmica permite que possamos mapear os relatos observando de diferentes ângulos entendendo a interação dos indivíduos para possibilitar o fluir deste sistema.
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Dra. Lisiane Hadlich Machado
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
A questão abandono pode ser trabalhada na psicologia sistêmica, assim como especializações em terapia de casal e familiar. A psicanalise também trabalha abandono e vínculos, de uma forma mais profunda. A sistêmica foca mais os relacionamentos. E a psicanalise as respostas e raízes dos vínculos.
Dr. Sanderos Roberto
Terapeuta complementar, Psicanalista
Belo Horizonte
Com certeza sim, e vai te ajudar só não isso mas em outras pilares da sua da sua vida!

Relacionamento tem muito a ver com pai e mãe que que você desenhou e escreveu aí repete para mim.

Esse sentimento de abandono de rejeição, talvez não seja a primeira vez que você se sentiu assim!

A ida do seu esposo acionou vários gatilhos que estava dentro de você.

A hipnoterapia é uma excelente ferramenta que trata a causa e a raiz do problema!

Qualquer coisa estou à disposição para maiores informações.
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Ola! A questão que inquieta uma pessoa é um aspecto de sua situação. Cada pessoa em sua singularidade responde de diferentes formas à situações semelhantes. Portanto, muitas abordagens poderão ajudar em determinado momento da vida. Busque algum profissional que se sinta à vontade, sinta confiança, este será um bom indício para um bom tratamento.
Sim, a terapia sistêmica pode ser uma abordagem eficaz para lidar com questões relacionadas ao abandono do esposo. A terapia sistêmica foca nos padrões de interação e comunicação dentro do sistema familiar, incluindo o casal. Ela pode ajudar a identificar e modificar padrões disfuncionais de relacionamento que possam ter contribuído para o abandono, além de promover a comunicação aberta e a compreensão mútua. Além disso, a terapia sistêmica pode ajudar a pessoa a lidar com as emoções relacionadas ao abandono, como mágoa, raiva, tristeza e confusão, proporcionando um espaço seguro para explorar esses sentimentos e encontrar formas saudáveis de expressá-los e processá-los. No entanto, é importante ressaltar que cada situação é única, e a abordagem terapêutica pode variar de acordo com as necessidades e circunstâncias específicas de cada pessoa e família. Por isso, é recomendável buscar um terapeuta qualificado e experiente para avaliar e orientar o processo terapêutico de forma adequada.
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 Silvia Coutinho
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, pode sim, assim como outras abordagens da Psicologia.
O ponto principal é encontrar um profissional que faça o trabalho de Psicoterapia, experimentar o processo com ele e verificar se está fazendo sentido para você, se tem efeitos para te auxiliar a lidar com essa situação.
 Indayá Jardim de Almeida
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá. Sim, pode. A terapia sistêmica visa olhar basicamente o funcionamento do sujeito a partir das suas relações sociais (familiares, amigos, trabalho, etc), mas também pode ser tratada em outras terapias, como por exemplo, a psicanalítica que tem como instrumentos de trabalho principais o inconsciente que pode ser definido como o conjunto de processos psíquicos que acontecem sem nos darmos conta, os sonhos, atos falhos, ou seja é como a ponto de um iceberg, temos notícias de pedaços dele em detalhes cotidianos, mas seu acesso não é completo e consciente, o enquadre que são as regras de funcionamento da relação terapêutica, a transferência que é a relação que o paciente constrói com o analista e imita seus padrões de relacionamento e o espaço entre que são os acontecimentos que se dão a partir do trabalho conjunto entre analista e analisando. Diante disso, aconselho que marque entrevistas, caso não tenha tido experiências anteriores para que possa perceber com qual método irá se identificar. Espero ter ajudado!
 Rita de Cassia de Almeida
Psicanalista
Duque de Caxias
Ola! sim, todo processo terapêutico é bem vindo em casos como esse.
A Terapia ira te ajudar a encontrar um lugar onde poderá compreender melhor a situação que esta vivenciando, poderá conhecer e elaborar suas emoções e lidar com medos e frustações. Estou a disposição para ajudar.
 Tatiana Pitthan
Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá! Para tratar dos sentimentos que envolvem o abandono, fique à vontade para agendar uma primeira sessão de psicanálise. Permita-se falar e escoar o que pensa/sente, pra digerir a situação e seguir em frente.
Entendo que a terapia sempre tem um papel fundamental para que o ajude no seu momento de dor. Ira ajudar na ressignificação das questões que o levaram a esse lugar.
Dra. Ivanilda Ubaldina Silva
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Sim a terapia sistêmica pode ser benéfica ao lidar com questões de abandono, separação no contexto do casal. A ênfase na identificação e modificação de padrões disfuncionais, juntamente com a promoção da comunicação aberta e compreensão mútua, das relações em seu sistema familiar.
 Eduardo Guimarães
Psicanalista
São Paulo
Pode, mas não recomendo. Sugiro que você busque uma psicoterapia individual.
Dra. Elenir Paro
Psicólogo, Psicanalista
Fortaleza
Pode, mas primeiro sugiro que realize um processo de Psicoterapia.
Sempre com profissional qualificado.
 Camila Rossi
Psicanalista
Jundiaí
Olá! Independentemente da linha terapêutica a ser seguida, acredito que o fortalecimento da autoestima é um excelente caminho a ser trilhado juntamente com o processo de luto que o fim de um casamento traz.
Espero que você fique bem! Lembre-se de ser gentil com você :)
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como está?
Para o tratamento do que quer que seja em uma terapia não importa muito a linha a ser adotada porque o trauma de uma pessoa, aquilo que leva ela a buscar uma terapia, não é um objeto a ser manipulado, a pessoa que irá falar sobre, explorar sobre e lidar com isso de outra maneira.
Independente de ser na sistêmica, psicanálise, comportamental, entre outras, procure e mantenha uma terapia com um(a) psicólogo(a) que você goste, confie e sinta no processo que conteúdos estão sendo trabalhados.
Espero ter ajudado, até mais.
 Paulo Bonzanini
Psicanalista
Santo André
Sim, o abandono do esposo pode ser tratado com terapia sistêmica. A terapia sistêmica é uma abordagem terapêutica que reconhece a interconexão entre os membros de uma família ou sistema social e busca compreender os padrões de interação e comunicação que influenciam o comportamento e os problemas de relacionamento.

Quando um indivíduo enfrenta o abandono do cônjuge, isso pode ter impacto não apenas em si mesmo, mas também em outros membros da família e no sistema de relacionamento como um todo. A terapia sistêmica aborda esses desafios considerando o contexto mais amplo em que ocorrem, explorando como as dinâmicas familiares, crenças compartilhadas e padrões de comunicação podem contribuir para o problema.

Durante o processo terapêutico, o terapeuta sistêmico trabalharia com o indivíduo que enfrenta o abandono do esposo para explorar seus sentimentos, preocupações e necessidades em relação à situação. Isso pode incluir ajudá-lo a processar o trauma emocional do abandono, entender os fatores que contribuíram para a separação e explorar maneiras saudáveis de lidar com a dor e o ajuste à nova realidade.

Além disso, a terapia sistêmica pode envolver a participação de outros membros da família, se apropriado, para ajudar a entender como o abandono do esposo afeta todos os envolvidos e identificar maneiras de apoiar uns aos outros durante esse período difícil de transição. Isso pode incluir sessões familiares para explorar as emoções e preocupações de todos os membros da família, trabalhar na reconstrução de relacionamentos afetados e desenvolver estratégias para promover o apoio mútuo.

Em última análise, a terapia sistêmica pode ser uma ferramenta valiosa para ajudar indivíduos e famílias a enfrentar e superar desafios relacionados ao abandono do esposo, promovendo o crescimento pessoal, o fortalecimento dos relacionamentos e a adaptação positiva às mudanças na dinâmica familiar.






 Bruna Machado
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá, bom dia! Questões sobre relacionamentos, abandono podem ser abordadas por diversas linhas teóricas da Psicologia e Psicanálise. Assim como também na abordagem sistêmica.
Prof. Paola Verlangieri
Psicanalista
Sorocaba
A psicologia sistêmica é uma abordagem teórica que busca entender as pessoas a partir do campo das suas interações e relações, sendo portanto uma boa alternativa para o seu caso. No entanto, podemos dizer que outras abordagens da psicologia, também tem subsídios para trabalhar casos de abandono conjugal. Como exemplo, posso citar a psicanálise, que é uma alternativa terapêutica de eficácia para lidar com situações relacionadas ao desamparo psíquico e a angustia que a perda do objeto amado e a situação do abandono podem trazer.
 Felipe Firenze
Psicanalista
Rio de Janeiro
Sim, o abandono do esposo pode ser tratado com terapia sistêmica. Essa abordagem foca nas dinâmicas e padrões de interação dentro do sistema familiar ou relacional. A terapia sistêmica pode ajudar a explorar como o abandono afeta o sistema como um todo, melhorar a comunicação e entender os papéis e as expectativas dentro do relacionamento. Além disso, a psicanálise também pode ser útil ao explorar os conflitos internos e as dinâmicas emocionais profundas que contribuem para o abandono e suas consequências. Ambas as abordagens, pode oferecer uma compreensão mais completa e estratégias eficazes para lidar com a situação.
 Adalgiza Cruz
Psicanalista
Vitória
sim
  Marcos  Boldrin
Psicanalista, Terapeuta complementar
Campinas
ola
indico a hipnoterapia
fico a disposição
Sim pode. Qualquer questão interna que ocupe frequentemente seus pensamentos e cause sensações desagradáveis como dúvida, insegurança, raiva, solidão, e outras, podem ser tratadas terapeuticamente. A terapia sistêmica é uma das forma de terapia. Se a pessoa gosta e tem interesse por essa abordagem, é ótimo experimentar, se não tiver resultado, mude para outra abordagem terapeutica. Terapias são ferramentas para se conhecer melhor. E é ótimo ter ferramentas à disposição, não é mesmo? Fico à disposição. Abraço.
 Renata Finotti
Psicanalista
Maceió
Com a Psicanálise você pode percorrer caminhos mais profundos. A Psicanálise nos dá flexibilidade, liberdade para desenvolver nossa própria singularidade. Já a Psicologia (psicoterapia) fixa num padrão, o terapeuta diz o que deve ser feito, escolhido, levá à adequação.
PSICANÁLISE! Experimente!
 Patricia Rodrigues
Psicanalista
Caraguatatuba
Ola boa tarde, são necessárias sessões de psicanalise, para acessar bloqueios que estão guardados no inconsciente, até sonhos são respostas ou a falta deles... tudo é analisado... te convido para uma sessão. att Psicanalista Patricia Rodrigues
 Lucas Jerzy Portela
Psicanalista
Salvador
Boa pergunta pra você se fazer em sua psicanálise, com um psicanalista.
 Henara Ferreira
Psicanalista
Porto Alegre
Sim, uma terapia bem conduzida produz bons resultados.
 Anair Bringhenti
Psicanalista
Nonoai
O abandono é um padrão. O esposo é só um gatilho, algo mais tem por trás desse abandono.
Identificar a raiz,onde começou.
Explorar experiências passadas. Investigação na ancestralidade.
Desenvolver e buscar o auto conhecimento, o amor próprio,
A constelação sistêmica familiar,bem como outras ferramentas na terapia podem trtar essa causa.
Dr. Jaime Kuhn
Psicanalista, Terapeuta complementar
São Leopoldo
Sim, o abandono do esposo — ou seja, o impacto emocional e relacional deixado por essa experiência — pode ser trabalhado em terapia, inclusive na terapia sistêmica. Essa abordagem entende que não sofremos sozinhos, mas em rede: nossas relações familiares, conjugais e sociais influenciam diretamente no modo como vivemos e elaboramos as perdas.

Na terapia sistêmica, o foco não é apenas na dor individual, mas também em como essa vivência se conecta à sua história, ao funcionamento da família e aos padrões relacionais que se repetem. Isso ajuda a ressignificar a experiência de abandono, reconstruir autoestima e abrir espaço para novas formas de se relacionar.

Em alguns casos, outras abordagens (como a psicanálise) também podem ser indicadas, dependendo da sua demanda pessoal. O importante é buscar um espaço terapêutico que lhe ajude a expressar sentimentos, elaborar o luto e retomar sua vida com mais leveza e sentido.
 Luciana Gantus
Psicanalista
São Paulo
Sim, o abandono do esposo (e as questões emocionais decorrentes, como luto, dor da separação, sentimentos de rejeição e abandono) pode ser tratado com a Terapia Sistêmica, especialmente através da modalidade de Terapia Individual, Terapia de Casal (se a intenção for tentar a reconciliação ou estabelecer uma separação funcional) ou a Constelação Familiar Sistêmica.
O abandono do esposo pode, sim, ser trabalhado pela terapia sistêmica, especialmente quando o sofrimento é compreendido não apenas como um evento isolado, mas como algo que impacta toda a organização emocional, relacional e identitária da pessoa. Do ponto de vista sistêmico, o abandono rompe vínculos, papéis e expectativas construídas ao longo da relação, exigindo uma reorganização interna e relacional profunda. Sob a ótica da neurociência aplicada, experiências de abandono ativam intensamente os circuitos cerebrais ligados à ameaça e à perda, especialmente aqueles associados à dor social, ao medo e à insegurança, o que explica sintomas como ansiedade intensa, ruminação, sensação de vazio, desregulação emocional e dificuldade de confiar novamente. Já na dimensão psíquica, o abandono costuma reativar conteúdos inconscientes ligados a perdas anteriores, rejeição, desamparo ou padrões afetivos repetidos, fazendo com que o sofrimento atual seja vivido de forma amplificada. A terapia sistêmica, quando integrada a uma escuta clínica cuidadosa, pode ajudar a compreender o lugar que essa relação ocupava na vida da pessoa, os padrões vinculares envolvidos e as consequências emocionais desse rompimento, ao mesmo tempo em que favorece a reconstrução de recursos internos, a reorganização do sistema emocional e a elaboração do luto pela relação perdida. Esse processo não apaga a dor, mas permite que ela seja simbolizada, regulada e transformada, possibilitando a retomada gradual da autonomia emocional e a construção de novos modos de se relacionar consigo e com os outros.
Sim, o abandono do esposo pode ser trabalhado na terapia sistêmica, e essa abordagem pode ser bastante útil, especialmente quando o sofrimento é atravessado por questões relacionais, familiares e de repetição de padrões nos vínculos.
A terapia sistêmica compreende o indivíduo inserido em sistemas de relação como o casal, a família de origem e a família construída e entende que o abandono não é apenas um evento isolado, mas algo que produz efeitos em toda a rede de vínculos. Ela busca compreender como esse abandono impacta os papéis, as comunicações, as lealdades invisíveis e as formas de se relacionar, tanto no presente quanto ao longo da história da pessoa.
É importante destacar que nenhuma abordagem terapêutica busca “apagar” a dor do abandono, mas oferecer meios para elaborá-la, compreendê-la e seguir adiante com mais consciência e autonomia emocional. O tempo do luto, da raiva, da tristeza e da reconstrução é respeitado.
Como profissional, coloco-me à disposição para acolher essa dor e ajudar a pensar qual abordagem terapêutica faz mais sentido para o seu momento, sempre respeitando sua história, seus limites e suas necessidades emocionais. Você não precisa atravessar esse processo sozinha.
 Ramon Andrade
Psicanalista
Rio de Janeiro
Sim, a terapia sistêmica pode ser indicada em situações de abandono conjugal, pois trabalha os vínculos, as dinâmicas familiares e os padrões relacionais que se estabelecem ao longo do tempo. Ela ajuda a compreender como o abandono impacta não apenas o indivíduo, mas todo o sistema relacional.

No entanto, além da dimensão relacional, o abandono costuma mobilizar lutos profundos, sentimentos de rejeição, culpa e perda de identidade, que também precisam ser elaborados individualmente.

A psicoterapia oferece um espaço para trabalhar esse sofrimento de forma mais singular, ajudando a pessoa a reconstruir sua posição subjetiva após a ruptura. Estou disponível para acompanhar esse processo com cuidado.

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