Boa tarde. Autismo necessariamente potencializa um quadro de tept? Desde que tentei trocar as medica

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Boa tarde. Autismo necessariamente potencializa um quadro de tept? Desde que tentei trocar as medicações e entrei o contato com o trauma, nunca mais fui a mesma (sou TEA nível 1 e já trato com psicoterapia e medicações, e apesar da melhora, já faz mais de um ano).
Boa tarde. Não é que o autismo necessariamente potencialize um quadro de TEPT em todos os casos, mas algumas características do Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem tornar a pessoa mais vulnerável ao impacto de experiências traumáticas ou dificultar a forma de processar e lidar com o trauma. Isso pode incluir sensibilidades sensoriais aumentadas, desafios na comunicação ou na expressão emocional, que podem influenciar como a experiência traumática é vivenciada e integrada.

É compreensível que o contato com o trauma durante uma mudança de medicação tenha sido um momento difícil e que os efeitos ainda estejam presentes após mais de um ano, mesmo com o tratamento. A recuperação de um trauma pode ser um processo longo e complexo, e a interação entre o TEA e a experiência traumática pode exigir abordagens de tratamento ajustadas.

De qualquer forma, é preciso consultar um médico para avaliar melhor essa questão. Fico à disposição, caso precise!

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Dra. Sarah Isabela Rodrigues
Psiquiatra
São Paulo
Não necessariamente, mas a rigidez cognitiva possa interferir. Você está tratando o TEPT? O ideal é que passe com seu médico, caso não tenha, procure um psiquiatra para ajudá-la.
Dr. Igor Ribeiro
Psiquiatra
Belo Horizonte
Olá, Pessoas com TEA podem ter dificuldades adicionais para lidar com o TEPT devido à sensibilidade emocional e dificuldades de regulação emocional. Mudanças nas medicações e o contato com o trauma podem intensificar esses sintomas, especialmente quando o tratamento não está totalmente adaptado às necessidades do TEA. É importante revisar o plano terapêutico com o profissional que te acompanha, ajustando tanto as medicações quanto a psicoterapia, para lidar com o trauma de forma mais eficaz, respeitando suas especificidades.

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