Olá quais são as dicas para controlar a ansiedade aumentei a dose do remédio mais não fez efeito ain

31 respostas
Olá quais são as dicas para controlar a ansiedade aumentei a dose do remédio mais não fez efeito ainda, sinto muito ansiosa, tenho síndrome do pânico tbm, sinto uma onda de calor e tontura, uma sensação ruim tenho medo de desmaiar e entro em pânico minha ansiedade e muito forte meus pensamentos e sempre negativos de que vou passar mal e isso nunca vai passar, sinto que a técnica da respiração não funciona muito comigo, já me senti assim a 4 anos atrás mas agora a ansiedade voltou denovo fico muito triste por isso.
  Marcos  Boldrin
Psicanalista, Terapeuta complementar
Campinas
ola tudo bem ? isso é mais comum do que você imagina, e pode diminuir muito com terapia, fico a disposição

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 Lucas Jerzy Portela
Psicanalista
Salvador
Boa pergunta pra você se fazer em sua psicanálise, com um psicanalista.
 Cristiane Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Oi!

O que você descreve — essa onda de calor, tontura, pensamentos negativos e o medo constante de passar mal — são sintomas muito comuns em quadros de ansiedade intensa e síndrome do pânico. É uma experiência realmente difícil e desgastante, tanto física quanto emocionalmente.

Você mencionou que aumentou a dose do remédio, mas ainda não viu efeito. Isso é comum nas primeiras semanas de ajuste da medicação, mas o acompanhamento psicológico junto com o tratamento médico costuma fazer bastante diferença nesse processo. O remédio pode ajudar a estabilizar, mas o trabalho emocional mais profundo é o que costuma trazer resultados mais duradouros.

Sobre as técnicas de respiração: é totalmente válido você sentir que não funcionam pra você nesse momento. Cada pessoa tem um tempo e um caminho, e o que ajuda uma, pode não ajudar outra. Por isso, é tão importante ter um espaço seguro para falar sobre o que você está sentindo, entender a raiz dessa ansiedade e encontrar estratégias que façam sentido na sua realidade.

Se quiser conversar melhor, é só me chamar por mensagem ou agendar um horário pelo meu perfil.
Procure um profissional da psicanálise, é fundamental para aprender a lidar com esses ciclos. Esvaziar e compreender melhor o que esta por traz da ansiedade e do pânico, para você conseguir administrar melhor sua vida.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
A ansiedade que te atravessa fala de um real que escapa, um excesso que o remédio ainda não consegue conter. O pânico vem quando o corpo grita o que as palavras não dizem, e o medo de desmaiar associa-se à queda de um suporte imaginário. Talvez, nessa travessia, o que parece não funcionar—como a respiração—ainda espere seu tempo para se ligar a um ritmo próprio. O retorno da ansiedade, após anos, pode ser um sinal de que algo pede para ser elaborado, não apenas controlado. Você não está sozinha nesse percurso.
 Thiago de Sousa
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Se você já buscou um psiquiatra e aumentou a dose da medicação parece que nesse ponto já se chegou em um teto. A ansiedade se qualifica por uma reação exagerada frente ao futuro, ao imprevisto. Outra questão é que na sua fala é sobre seus pensamentos negativos, retroalimentando isso que você chama de ansiedade. Se é algo que está retornando, procure um/a psicanalista de confiança para que possa falar disso que lhe aflige.
 Lisiane Hadlich Machado
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Pensando em um tratamento com bons resultados a longo prazo indica-se psicoterapia. Importante tratar as causas, autoconhecimento, inteligência emocional. A ansiedade demonstra que você não esta bem e isso pode abranger tudo na sua vida. Somente uma terapia bem aprofundada para realinhar corpo, mente e sentimentos. Medicação também acho importante ser complementar, com um bom psiquiatra. Porem a medicação só atua a nível químico, com o tempo, as crises podem piorar.
Entendo o quanto é limitante ter esses sintomas. A ansiedade e o pânico são efeitos de crenças e pensamentos que se repetem por que representam um lugar de segurança. Dar dicas é muito superficial pois, assim como remédios, servem momentaneamente para aliviar sintomas. Sugiro Psicoterapia que nvestigue as origens dos sintomas e exercite formas novas e livres de entendimento. Fico à disposição para conversarmos online.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como você tem passado?
Você descreve sintomas físicos intensos (como a onda de calor e tontura) e pensamentos que parecem confirmar o pior ("vou desmaiar", "isso nunca vai passar"). É angustiante, mas o fato de você reconhecer esse padrão — e ter enfrentado isso antes — já é um sinal importante. A psicanálise entende a ansiedade não como um defeito, mas como uma mensagem do inconsciente, algo que ainda não foi elaborado. Quando o pânico surge, ele muitas vezes transmite algo ainda incompreendido.
Em vez de lutar contra os sintomas, tente observá-los com curiosidade, sem julgá-los como perigo. Seu corpo não está tentando sabotá-lo; está tentando comunicar algo. Sobre a medicação, ajustes levam tempo, e a falta de resposta imediata não significa que você está falhando. Enquanto isso, pequenos rituais (como escrever os pensamentos ou focar em texturas de objetos) podem ajudar a "ancorar" você no presente.
Procurar um psicólogo pode ser um passo muito interessante e recomendado nesse momento, algo com boas possibilidades para explorar, elaborar, falar e se escutar nesses emaranhado de sintomas.
Fico à disposição.
 Juliana Arango
Psicanalista
Niterói
Olá, querid@. Espero que esteja por enquanto achando algumas respostas e entendimentos. De qualquer forma, é um percurso que precisamos fazer como seres humanos, quando a ansiedade toma conta da nossa vida, sem que seja para nos motivar e colocar o foco em coisas que tenham um impacto positivo na nossa vida. As medicações costumam funcionar melhor como ferramenta complementar, por vezes só inicial num processo mais complexo, mas sem dúvida, como uma ajuda temporária, já que o nosso cérebro idealmente precisa se estabilizar e funcionar bem por si só. Se você quiser, o meu interesse seria lhe acolher e trabalhar para a sua melhora. Conversar com alguém que tenha uma escuta preparada para facilitar o seu bem-estar é chave!
Fico disponível no ggl, caso tenha interesse em entrar em contato.
Juliana Arango.
 Dirk Albrecht Dieter Belau
Psicanalista
São Paulo
Sinto muito o que está sofrendo. Para você ficar mais em controle de si mesma, com os pés no chão, uma dica das mais plausíveis é de apreender a meditar e exercer a meditação diariamente, com disciplina. Uma dica semelhante, embora num nível de exigência mais modesto: Exerça-se em escrever com puntuação. Formule frases com início e fim. Frases curtas, de preferência. Para frases mais longas, respeite as regras de onde pôr vírgulas. Escreva assim num diário, com disciplina, tudo que vier à sua mente, mas estritamente com frases completas e com pontuação. Por estranho que possa aparecer, isto vai pôr mais ordem na sua mente e aos poucos você vai poder viver no tempo sem se sentir pressionada. Chama a atenção a sua escrita como se um vento soprasse através dela, sem paz. Se você tem condições, a dica da vez, sem dúvida, é começar uma psicoterapia do tipo falado, ou seja do tipo humanista ("centrada na pessoa") ou do tipo psicanálise. Lhe desejo que melhore.
 Laura Magalhães Terena
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Sinto muito que você esteja passando por isso — viver com ansiedade intensa e síndrome do pânico é algo que realmente desgasta e pode dar essa sensação de que nada vai ajudar. Mas é importante saber que, mesmo nos momentos mais difíceis, isso pode passar, na medida em que há um cuidado voltado para isso.

Quando a medicação ainda não surte efeito, é comum que os sintomas permaneçam fortes por um tempo. Nesses momentos, além do acompanhamento médico, ter um espaço terapêutico contínuo, onde você possa falar livremente sobre o que sente, pode ajudar muito. O medo de desmaiar, a onda de calor, os pensamentos negativos — tudo isso não precisa ser enfrentado sozinha. Às vezes, mais do que “técnicas”, o que ajuda é poder nomear essas sensações num espaço seguro, onde elas possam ser compreendidas aos poucos junto da sua história de vida.
 Jéssica Lago
Psicólogo, Psicanalista
Brasília
Seria interessante entender o que tem causado essa ansiedade, aprofundar nas causas para entender melhor como cuidar das consequências. Espero que busque a terapia para que consiga trabalhar com o que tem sentido de maneira aprofundada.
 Ketlyn  Garcia
Psicopedagogo, Psicanalista
São Caetano do Sul
Você deve buscar a terapia para lhe ajudar. Através dela o profissional pode ir construindo com você, novas estratégias para lidar e controlar a ansiedade.
 Indayá Jardim de Almeida
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá! Tente racionalizar esses pensamentos, por exemplo, tente questionar o que te deixa ansiosa e com medo de passar mal quando esse sintoma surgir. Também é interessante buscar um psicólogo/ psicanalista para ter um espaço de escuta sensível, acolhimento e investigação para esse quadro. Espero ter ajudado, estou á disposição!
 Rode Ziembick
Psicanalista
São Paulo

Olá, querida. Primeiramente, quero te agradecer pela coragem de falar sobre isso — não é fácil colocar em palavras um sofrimento que muitas vezes parece incompreensível até para nós mesmos. E justamente por isso, é importante que você saiba: você não está sozinha.

O que você descreve — essa onda de calor, a tontura, os pensamentos negativos, o medo de desmaiar — são manifestações físicas e psíquicas muito comuns em crises de ansiedade e pânico. Mas o fato de serem comuns não significa que sejam menos intensas ou menos sofridas. Ao contrário: são experiências que paralisam e esgotam.

Você disse que a medicação não está fazendo efeito ainda — e é bom lembrar que, em muitos casos, ela realmente leva um tempo para agir de forma mais consistente. Mas mesmo quando a medicação começa a funcionar, ela não substitui um processo de escuta mais profunda. O remédio pode ajudar a estabilizar, dar algum alívio, mas não responde às questões que estão por trás da ansiedade — ou, como a gente diz na psicanálise, às causas inconscientes do sofrimento.

Por isso, eu diria que o caminho não está apenas em técnicas ou no controle. Às vezes, quanto mais tentamos controlar a ansiedade, mais ela nos domina — porque ela não quer ser controlada, ela quer ser escutada.

A pergunta que a psicanálise faz não é "como parar de sentir isso?", mas sim: o que isso está tentando me dizer? De onde vem esse medo? O que há por trás dessa sensação de que algo terrível vai acontecer?

A ansiedade, embora pareça um inimigo, é também um sinal — de que há algo em você que precisa ser dito, reconhecido, elaborado. E isso não acontece de forma mágica ou imediata. A psicanálise propõe um tempo diferente — um tempo de escuta, de investigação, onde você possa pouco a pouco se aproximar de si mesma sem julgamento e sem pressa.

Você menciona que já passou por isso há 4 anos e agora tudo voltou. Esse retorno também diz algo. Talvez algo ali atrás não foi simbolizado, não foi atravessado por inteiro. E por isso retorna, como se pedisse uma nova chance de ser olhado com outros olhos.

Minha sugestão é que, junto com o acompanhamento psiquiátrico, você procure também um espaço de escuta — uma análise — onde esse sofrimento possa ter voz, forma, direção. Porque, embora agora pareça impossível, é sim possível transformar a forma como se vive isso.

E principalmente: você não precisa dar conta disso sozinha.
Eu sou Rode Ziembick - Psicanalista
@rodeziembick
 Patricia Rodrigues
Psicanalista
Caraguatatuba
A terapia psicanalitica pode te ajudar, entre em contato para conversarmos melhor.
 Viviani Carlin
Psicanalista, Terapeuta complementar
São Paulo
É compreensível que você sinta tristeza ao vivenciar isso novamente. Mas, mais do que buscar "dicas" para controlar a ansiedade, talvez seja o momento de refletir sobre o que esses sintomas podem estar sinalizando em sua experiência interna. O que está por trás desses pensamentos negativos? Há algo em sua história emocional que pode estar retornando neste momento? Você faz análise ou terapia? Já retornou ao médico e comunicou sobre a intensidade dos sintomas e sobre o fato de a medicação parecer não estar fazendo efeito? Você mencionou que as técnicas de respiração não têm funcionado. As técnicas de respiração são eficientes, mas é preciso entender qual a técnica que está utilizando, como está utilizando e qual a frequência. Também é fundamental ir além da tentativa de alívio imediato e considerar um comprometimento mais profundo em buscar ajuda especializada. Já pensou em trazer essas questões para um psicanalista ou terapeuta? O tratamento médico e terapêutico caminham juntos. Busque por terapia e por um terapeuta integrativo complementar que possa te acompanhar com técnicas de respiração mais adequadas para você.
Dra. Estefany Pessoa
Psicanalista
Santarém
Olá, querida!
Entendo como é difícil lidar com esses sintomas, e quero te dizer que você não está sozinha nesse processo. Esses sinais que você descreve como ondas de calor, tontura, pensamentos negativos e sensação de que nunca vai passar são manifestações muito comuns em quadros de ansiedade intensa e síndrome do pânico.

É importante lembrar que o ajuste da medicação pode levar algumas semanas para fazer efeito completo. Enquanto isso, algumas estratégias podem te ajudar a aliviar esses momentos:
Técnicas de ancoragem no presente, como segurar um cubo de gelo ou focar nas sensações físicas (como o toque dos pés no chão).
Atividades de distração ativa (como contar números regressivamente ou descrever objetos ao seu redor).
Frases de enfrentamento, como: "Isso é desconfortável, mas não é perigoso. Vai passar."

Além disso, é natural que técnicas como a respiração não funcionem sozinhas em momentos de ansiedade muito alta e por isso podemos associá-las a outras práticas.

Você já enfrentou isso antes e superou, e isso mostra sua força. Confie: essa fase vai passar novamente.

Busque o suporte de um profissional para um tratamento mais eficaz.
Dr. Rubens Torres
Psicanalista
Hortolândia
Converse com seu médico psiquiatra sobre a medicação e considere iniciar ou retomar um processo psicanalítico para investigar as causas subjacentes da sua ansiedade. Você não precisa passar por isso sozinha. Há ajuda disponível e é possível encontrar alívio e uma forma mais saudável de lidar com a ansiedade.
Na psicanálise, a ansiedade é frequentemente entendida como um sinal de um conflito psíquico inconsciente. Esse conflito pode envolver desejos, medos, traumas ou impulsos reprimidos que estão buscando emergir à consciência. O Ego, a parte da nossa mente responsável por lidar com a realidade, percebe esses conteúdos inconscientes como ameaçadores e gera ansiedade como um sinal de alerta para se defender.
 Lucélia Perez
Psicanalista
Manaus
Para se obter resultados positivos em um tratamento para ansiedade acompanhada de crises de pânico, além do uso de medicamentos é necessário o acompanhamento terapêutico para investigar a causa das crises e consequentemente criar mecanismos de enfrentamento diante daquilo que ativa seus gatilhos. Ambos os tratamentos precisam ser feitos em conjunto para melhor resultado.
 Felipe Firenze
Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá, entendo como tudo isso pode ser angustiante. A ansiedade, especialmente quando ligada ao pânico, pode parecer que toma conta de tudo, e é natural sentir medo e tristeza diante disso. Mesmo quando o remédio ainda não fez efeito, é importante lembrar que você não está só e que há caminhos possíveis. Técnicas como a respiração nem sempre funcionam sozinhas, e cada pessoa responde de um jeito. Buscar ajuda profissional é essencial para entender o que sua mente está tentando expressar. e quiser conversar, estou à disposição. Um abraço acolhedor.
 Paulo Bonzanini
Psicanalista
Santo André
Olá! Antes de tudo, quero te agradecer por compartilhar o que está sentindo. Falar sobre isso já é um passo importante — e mostra que, mesmo no meio da dor, você ainda está buscando ajuda. Isso é valioso.

O que você descreve — a ansiedade intensa, os pensamentos negativos, o medo de desmaiar, a sensação de que "isso nunca vai passar" — é algo que muitas pessoas com síndrome do pânico vivenciam. E apesar de ser assustador, é possível sim retomar o controle. A sua história mostra que você já passou por isso antes e melhorou. Isso significa que o caminho da melhora existe — e que talvez seja hora de reencontrá-lo com um novo olhar.

Sobre a medicação: é comum que, ao ajustar a dose, os efeitos demorem algumas semanas para aparecer. Mas o remédio sozinho raramente resolve tudo. Ele é uma parte do tratamento, não a solução completa.

Aqui vão algumas dicas e orientações práticas, pensadas para seu momento:

1. Não lute contra a ansiedade — acolha o corpo
Em vez de tentar "parar" a ansiedade, que tal mudar o foco? Quando a onda vier, pense: “meu corpo está tentando me proteger, mesmo que de forma exagerada”. Deite, apoie os pés no chão ou encoste-se com firmeza. Traga a atenção para os pontos de contato com o chão ou o sofá. Diga a si mesma: “isso vai passar, porque sempre passa”.
Essa mudança de postura (acolher em vez de resistir) pode fazer diferença.

2. Técnicas de respiração não são iguais para todo mundo
Se a respiração tradicional não te ajuda, experimente algo mais simples e menos forçado. Por exemplo:

Expire por mais tempo do que inspira (ex: inspire em 3 tempos, expire em 6).

Ou simplesmente cante ou fale baixinho algo reconfortante. O som vibrando suavemente pode regular seu sistema nervoso de forma indireta.

3. Foque em pequenas âncoras no presente
A ansiedade vive do “e se...?” — “e se eu passar mal?”, “e se nunca passar?”. Tente voltar ao agora. Toque algo gelado, cheire algo com aroma forte, descreva em voz alta cinco objetos à sua volta. Esses são truques simples, mas poderosos para tirar o foco da mente acelerada.

4. Cuidado com o isolamento
A ansiedade adora silêncio e solidão. Ficar sozinha pode aumentar o ciclo de medo. Mesmo que não queira falar, fique perto de alguém de confiança. Ou mande uma mensagem, mesmo simples. Não enfrente isso sozinha.

5. A tristeza por estar “de volta ao ponto de partida” é comum — mas é uma ilusão
Voltar a sentir ansiedade depois de um tempo bem pode parecer uma derrota, mas não é. Na verdade, seu corpo está te mostrando que algo precisa de atenção agora. Isso não anula os avanços anteriores — e não significa que você regrediu. Significa que é hora de retomar o cuidado com gentileza.

E o mais importante: você não está sozinha. E isso vai passar.
A ansiedade grita que nunca vai acabar. Mas ela está errada. Com o tempo certo, o apoio certo, e o olhar certo para dentro de você, as coisas voltam a se encaixar.

Se sentir que precisa conversar com um profissional que te escute com calma, sem pressa de te “consertar”, isso pode fazer toda a diferença. A terapia, junto da medicação e dos seus próprios recursos internos (que você já tem!), pode abrir novos caminhos para o seu bem-estar.

Cuide-se com carinho. Você não está quebrada. Está em processo.

Deseja que eu prepare essa resposta também em versão para publicação no site ou redes sociais? Posso ajustar o tom conforme a plataforma.







Você disse:
para publicação no site da doctoralia


O ChatGPT disse:
Perfeito, PB. Abaixo está a versão da resposta adaptada especificamente para publicação no Doctoralia, com um tom acolhedor, linguagem clara e fluidez que dialoga com quem busca ajuda real, mantendo uma estrutura que favorece a leitura digital:

Ansiedade intensa, síndrome do pânico e sensação de que “isso nunca vai passar”: o que fazer?
Se você chegou até aqui se sentindo ansiosa, com o coração acelerado, com medo de desmaiar, sentindo ondas de calor, tontura e pensamentos negativos, saiba: você não está sozinha. Muita gente passa por isso — e sim, existe tratamento eficaz.

A primeira coisa que precisa ser dita: o que você sente é real, mas tem saída. Mesmo que a ansiedade pareça mais forte que você agora, ela não define quem você é — e, principalmente, não vai durar para sempre.

Mas por que me sinto assim, mesmo com remédio?
É comum que, mesmo aumentando a dose do medicamento, os efeitos demorem algumas semanas para aparecer. E mais: a medicação ajuda a estabilizar, mas não resolve tudo sozinha. O ideal é combiná-la com acompanhamento psicológico, que te ajude a compreender melhor o que está por trás desses sintomas.

Algumas orientações práticas para os momentos difíceis:
1. Não lute contra a ansiedade — acolha seu corpo
Em vez de tentar “bloquear” a crise, experimente aceitar que seu corpo está em alerta. Sente-se, encoste os pés firmes no chão, respire de forma leve, sem forçar. Diga mentalmente: “Isso já aconteceu antes e passou. Vai passar de novo.”

2. A respiração pode ser diferente
Nem todo mundo se adapta a técnicas clássicas. Tente apenas expirar mais devagar do que inspira (por exemplo: inspira em 3 tempos, expira em 6). Ou fale/cante baixinho — o som pode acalmar mais do que o silêncio.

3. Traga sua mente de volta ao agora
A ansiedade nos arrasta para o “e se...?”. Uma forma de quebrar esse ciclo é usar os sentidos. Toque algo frio, cheire algo forte, diga em voz alta cinco objetos que você vê. Isso ajuda seu cérebro a entender que você está segura.

4. Não se isole
Mesmo sem vontade de conversar, estar perto de alguém confiável ajuda. A presença de outra pessoa regula o sistema nervoso de forma sutil. Não enfrente sozinha.

5. Sentir que está “de volta ao começo” é só uma impressão
Você já passou por isso antes — e melhorou. Isso mostra que você tem recursos. Ter recaídas faz parte do processo, mas não anula os avanços que você já conquistou. Você não está de volta ao início, está num novo ponto do caminho, com mais consciência do que antes.

O mais importante: isso vai passar. Com ajuda, com apoio, com tempo.
Talvez a ansiedade diga que “nunca vai melhorar”. Mas ela mente. Com um tratamento bem conduzido — unindo acompanhamento psicológico, ajustes na medicação e pequenas estratégias de regulação emocional — você pode voltar a ter paz, leveza e confiança.

Se quiser conversar, tirar dúvidas ou começar um processo terapêutico, estarei aqui. O cuidado começa com um passo — e você já deu o primeiro.
A ansiedade e o pânico podem ser realmente muito difíceis de lidar, especialmente quando parece que nada está funcionando. Essa sensação de onda de calor, tontura e pensamentos negativos é muito comum nesses momentos e não significa que você está “piorando”, mas sim que precisa de um cuidado mais completo.
O medo de passar mal, a sensação de que "isso nunca vai passar" e os pensamentos negativos tendem a se intensificar quando não conseguimos dar um sentido mais profundo ao que estamos vivendo. A técnica da respiração pode ser limitada quando a ansiedade está ligada a conteúdos mais inconscientes ou existenciais, que precisam ser escutados em um espaço psicoterapêutico cuidadoso. A medicação pode ajudar bastante, mas muitas vezes não é suficiente sozinha. A psicoterapia é essencial para entender o que está por trás dessa ansiedade.
 Thiago Sobral
Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá! Entendo o quanto esse sofrimento pode ser angustiante. Na psicanálise, em vez de buscar apenas controlar os sintomas, escutamos o que essa ansiedade tem a dizer sobre sua história, seus medos e seus conflitos. O retorno da crise pode estar ligado a algo que ainda precisa ser elaborado. Fico à disposição para te atender e seguir te escutando com acolhimento e cuidado.
 Paulo Costa
Psicanalista, Psicólogo
Brasília
Olá! Não há uma dica genérica para lidar com esse mal-estar. A psicanálise vai compreender o sintoma como algo muito particular do sujeito. Seria interessante endereçar esse seu mal-estar a um (a) psicanalista pra escutarem juntos o que de mais intimo existe nessa sua ansiedade. Você comenta que ja se sentiu assim antes, isso pode ser interessante para se pensar na sua historia com esse sintoma. Por que isso reaparece agora? O que esse sintoma vem a te comunicar? Escutar algo disso pode ser uma via para que, em um trabalho de análise, você possa encontrar sua própria dica para lidar com esse sofrimento.
Olá! Sinto muito que você esteja passando por esses momentos tão difíceis com a ansiedade e a síndrome do pânico. É importante lembrar que esses sintomas, por mais assustadores que sejam, podem ser tratados e controlados com o apoio adequado.

Aqui vão algumas dicas que podem ajudar, além do tratamento medicamentoso que você já está fazendo:

Continue o acompanhamento médico — Às vezes, o efeito dos remédios demora algumas semanas para aparecer, e a dose pode precisar ser ajustada. Nunca pare ou mude a medicação sem orientação médica.

Terapia cognitivo-comportamental (TCC) — É uma das abordagens mais eficazes para pânico e ansiedade, ajudando a modificar os pensamentos negativos e ensinar estratégias para lidar com os sintomas.

Prática regular de exercícios físicos — Atividades como caminhada, yoga ou qualquer exercício que você goste ajudam a reduzir a ansiedade e melhoram o humor.

Técnicas de relaxamento alternativas — Se a respiração não está ajudando muito, experimente outras formas, como mindfulness, meditação guiada, ou até ouvir músicas calmantes.

Evite cafeína, álcool e substâncias estimulantes — Elas podem piorar a ansiedade.

Crie uma rotina de sono saudável — Dormir bem é fundamental para controlar a ansiedade.

Anote seus pensamentos e sentimentos — Isso ajuda a externalizar o que está passando e identificar padrões.

Busque apoio social — Conversar com pessoas de confiança pode aliviar o peso emocional.

Lembre-se que a recuperação pode ter altos e baixos, mas com acompanhamento profissional e cuidados constantes, é possível melhorar muito sua qualidade de vida.
 Lucia Sousa
Psicanalista
Rio de Janeiro
Que bom que voce nos trouxe o que esta sentindo. Assim, fica mais fácil poder te ajudar. Os medos que voce sente, estão dentro do padrão de normalidade de uma pessoa que esta com ansiedade.
É preciso rever seus traumas e tentar mudar as respostas aos seus estîmulos. Já fez consultas em psicanalise ?
 Ana Carolina Magalhães
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá. Sinto muito por você estar se sentindo assim. Além do tratamento medicamentoso você tem feito acompanhamento com um(a) psicólogo(a)? O acompanhamento psiquiátrico não exclui o trabalho psicoterápico, na verdade eles caminham juntos para o reestabelecimento da saúde. Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Buscar apoio é um passo fundamental para atravessar essa fase com mais amparo.
 Luciana Gantus
Psicanalista
São Paulo
É fundamental que você comunique imediatamente ao seu médico psiquiatra sobre o aumento da dose não ter feito efeito e sobre a intensidade dos seus sintomas (ondas de calor, tontura, medo de desmaiar e pensamentos negativos). Ajustes na medicação podem levar tempo para fazer efeito (alguns dias ou semanas), mas a ineficácia com a dose aumentada requer avaliação profissional para considerar o tempo de espera, um novo ajuste de dose, ou a troca do medicamento.
Quando a ansiedade e a síndrome do pânico se intensificam, ocorre uma ativação exagerada dos circuitos de alerta do cérebro, especialmente da amígdala, que passa a interpretar sensações corporais como sinais de perigo iminente, desencadeando respostas fisiológicas intensas como ondas de calor, tontura, taquicardia e sensação de desmaio. Ao mesmo tempo, o córtex pré-frontal, responsável pela avaliação mais racional da realidade, fica temporariamente menos acessível, o que favorece pensamentos automáticos catastróficos e a sensação de perda de controle. Do ponto de vista psíquico, esse funcionamento costuma estar ligado a experiências anteriores de medo intenso, desamparo ou perda de segurança interna, que ficam registradas como memórias emocionais e podem ser reativadas quando algo no presente toca esses registros, mesmo que não haja um perigo real. O aumento da medicação pode demorar a produzir efeito porque o cérebro precisa de tempo para reorganizar seus sistemas neuroquímicos, e esse intervalo pode aumentar a angústia e o medo das próprias sensações. Técnicas isoladas, como a respiração, nem sempre funcionam porque não atuam sozinhas sobre o significado psíquico atribuído aos sintomas, nem sobre o padrão de hipervigilância aprendido pelo sistema nervoso. Um trabalho que integra neurociência aplicada e psicoterapia permite, ao mesmo tempo, ajudar o corpo a sair do estado constante de alerta e compreender por que essas sensações se tornaram tão ameaçadoras internamente, reduzindo o medo do próprio funcionamento emocional. O fato de você já ter vivido algo semelhante no passado e ter conseguido atravessar esse período mostra que há recursos psíquicos e neurobiológicos disponíveis para uma nova reorganização, ainda que agora tudo pareça mais intenso. Com acompanhamento adequado, é possível diminuir a frequência e a intensidade das crises, fortalecer a sensação de segurança interna e elaborar os gatilhos emocionais que mantêm a ansiedade ativa, sem a exigência de controlar os sintomas à força, mas construindo gradualmente outra relação com eles.

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