Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger,
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Bom dia, Tenho um filho autista de 3 anos e 8 meses, a neuropediatra acredita ser leve ou asperger, ele faz acompanhamento com fono(atraso de fala), T.O, Psicóloga, e agora há dois dias começou psicopedagoga, ha 4 semanas começou fazer birras fora de casa e quando sai das terapias quer levar os brinquedos com ele, como não deixo ele chora e reclama, se joga no chão olhando pra mim, já não sei mais o que fazer, vocês poderiam me ajudar. Obrigada
Olá. Realmente parece que ele está fazendo para chamar sua atenção, mas o porquê é difícil saber, pois o motivo é da criança. Talvez esteja fazendo muitas terapias, talvez não goste de algum deles, talvez só queira passar mais tempo com você, então, na hora da birra tente acolher, perceba qual brinquedo ele quer levar, e dê carinho para poder acalma-Lo e tentar entendê-lo. Desejo melhoras. Att, Débora Da Rós
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Paciência com ele, se quiser levar os brinquedos e não for complicado o transporte, deixe que leve. A rigidez de pensamento é uma característica do autismo e a gente vai aprendendo a colocar os limites nas coisas que realmente importam, sempre com amorosidade.
Olá, Boa noite!
Complementando com as colegas uma dica que talvez a ajude tbm é organizar bem a rotina dele, como vc disse que levá-lo em 3 especialistas não sei se é no mesmo local( clínica), fique atenta a isso tbm procurando não sobrecarrega-lo o que reforça a irritação, cansaço, etc. Pois afinal é necessário todos estes atendimentos. Mas como já está tendi tratamento adequado tudo é uma,questão de tempo, orientação dos profissionais e paciência. Boa sorte!!
Complementando com as colegas uma dica que talvez a ajude tbm é organizar bem a rotina dele, como vc disse que levá-lo em 3 especialistas não sei se é no mesmo local( clínica), fique atenta a isso tbm procurando não sobrecarrega-lo o que reforça a irritação, cansaço, etc. Pois afinal é necessário todos estes atendimentos. Mas como já está tendi tratamento adequado tudo é uma,questão de tempo, orientação dos profissionais e paciência. Boa sorte!!
Olá,
É muito comum pacientes com a Síndrome de Asperger serem apegados a objetos que possuem. Brinquedos, livros , joguinhos ... Sentem-se seguros com o conhecido. Principalmente agora que começou tratamentos, vai conviver com espaços , objetos e pessoas novas. Não deve estar sendo fácil para ele ...
Minha sugestão é que possa deixá-lo levar algum brinquedo para esses tratamentos que iniciou e os profissionais vão trabalhando essa transição.
Normalmente dá muito certo.
Está com uma equipe adequada para acompanhá-lo, tudo caminhará bem.
É muito comum pacientes com a Síndrome de Asperger serem apegados a objetos que possuem. Brinquedos, livros , joguinhos ... Sentem-se seguros com o conhecido. Principalmente agora que começou tratamentos, vai conviver com espaços , objetos e pessoas novas. Não deve estar sendo fácil para ele ...
Minha sugestão é que possa deixá-lo levar algum brinquedo para esses tratamentos que iniciou e os profissionais vão trabalhando essa transição.
Normalmente dá muito certo.
Está com uma equipe adequada para acompanhá-lo, tudo caminhará bem.
Concordo com todos os colegas e sugestões. Seu filho está muito bem acompanhado. Talvez a psicóloga possa orientar vcs e ou a pessoa q o acompanha às terapias caso n aso seja vc a melhor maneira de manejar esse comportamento é tb o manejo nos momentos de "birra" em outros contextos. Entendendo q o brinquedo possa ser um desencadeados concordo com a colega q sugeriu um combinado. Se ele leva um brinquedo de casa e quer o da terapia ele pide deixar o dele em troca e, assim, vão sendo estabelecidos os limites.
Boa noite
Birra é um processo que muitas vezes está relacionado com o desejo da criança ter atenção, ou ainda, ter o que quer como se isso o fizesse ter o controle. Nesses dois principais sentidos é interessante tentar conversar com as profissionais e juntos analisarem com o que a criança está tendo satisfação para não acabar entrando nesse ciclo de satisfação inconsciente da criança.
Abraço
Danilo Cruz
Birra é um processo que muitas vezes está relacionado com o desejo da criança ter atenção, ou ainda, ter o que quer como se isso o fizesse ter o controle. Nesses dois principais sentidos é interessante tentar conversar com as profissionais e juntos analisarem com o que a criança está tendo satisfação para não acabar entrando nesse ciclo de satisfação inconsciente da criança.
Abraço
Danilo Cruz
Olá. Acredito que primeiro tem que verificar qual a função do querer levar o brinquedo( atenção, esquiva...). Ele deve ser sempre trabalhado em função de eliminar esse comportamento pois, se levar o brinquedo continuará e aumentará a chance de acontecer também em outros locai com outros objetos. Não deixar levar é favorecer a birra e o estresse. Na própria terapia, antes do final já deve ser trabalhado esse aspecto. O ideal é buscar reforçadores(algo que ele gosta e que poderá brincar após a terapia) e trazer de casa para mudar essas atitudes.
A psicóloga que atende seu filho é a pessoa mais indicada para te orientar, pois de acordo com abordagem de trabalho dela, as orientações são diferentes e todos os profissionais, a família e escola devem trabalhar da mesma forma !
Olá! Pelo que você mencionou ele realiza um acompanhamento multidisciplinar, ou seja, fono, t.o, psicóloga e psicopedagoga e isso é realmente muito positivo se o trabalho for realizado em conjunto. Sugiro que converse com todos os profissionais envolvidos e que criem estratégias juntos para que todos falem a mesma língua com a criança. Levar um brinquedo ao sair de casa pode sim acontecer e se o seu filho está sentindo essa necessidade neste momento não vejo problema nisso, mas primeiro converse com os profissionais que o acompanham pois vocês poderão permitir e aos poucos irem tirando essa necessidade de sair sempre com algum brinquedo. Espero ter colaborado.
Oi! Sua criança esta bem acompanhada! Discuta essa situação com os profissionais que acompanham seu filho, pois com certeza, eles a ajudarão.
Todo comportamento tem uma função. Por exemplo, se ele faz birra para levar o brinquedo e permite-se que ele leve existe uma grande chance desse comportamento se repetir, pois a consequência foi reforçadora. É necessário fazer uma análise funcional desse comportamento para então planejar estratégias para eliminá-lo.
Muito comum, próprio da Síndrome apegar-se a algum objeto.
Deixe que ele leve na terapia, a profissional saberá mediar e até mesmo se utilizar do brinquedo à favor da terapia ou intervenção.
Tenha paciência, sempre dialogar com calma, é passando confiança.
Analisar a quantidade de profissionais o atendendendo para que não haja sobrecarga e o deixe mais nervoso.
Abraços
Ana Gabriela
Deixe que ele leve na terapia, a profissional saberá mediar e até mesmo se utilizar do brinquedo à favor da terapia ou intervenção.
Tenha paciência, sempre dialogar com calma, é passando confiança.
Analisar a quantidade de profissionais o atendendendo para que não haja sobrecarga e o deixe mais nervoso.
Abraços
Ana Gabriela
Bom dia, o ato de "birra" é uma comunicação, o que será que ele está querendo dizer? O importante é manter a calma, chamar a atenção dele com outro movimento e tentar conversar explicando que entende que algo o deixou triste e que podem conversar sobre isso. Olhe para ele e não à situação. Estou à disposição.
Concordo com os colegas que citaram sobre o excesso de terapias, isso pode estar sendo desgastante para ele. Quanto a levar o brinquedo o ideal é conversar e ouvir o que os profissionais que o atendem indicam e eles vão trabalhar isso. Talvez seja importante você também buscar uma ajuda profissional para ajudá-la a lidar com essa situação que parece ser bem desconfortante para você.
Olá! Não vejo problema nenhum ele levar um brinquedinho, aliás, isso é uma postura muito comum em autistas ou em crianças que estão inseguras. O ideal é que o brinquedinho que ele leva seja incluído na terapia da profissional, para ganhar a confiança dele e fazer com que "sair de casa" seja uma coisa menos sofrida para ele. Vejo essas birras como "sofrimento" dele. É necessário que os pais recebam as orientações corretas para minimizar os impactos e os maus comportamentos das crianças (com ou sem autismos). E se você tiver tomando atitudes muito rígidas com ele não estará favorecendo a sua relação com ele , e logo, as terapias não vão funcionar a contento. Espero ter te ajudado. Abraços
Todos os demais profissionais responderam aqui com muita propriedade.
Entendi que ele quer levar o brinquedo que está no consultório, para casa, e não os dele para o consultório, certo?
Se for esse o caso, precisa haver combinados com o especialista, pois tais brinquedos são coletivos.
O que poderia ser feito é ele levar algo de casa para trocar por outro do consultório e na próxima sessão faria a troca novamente.
É importante conversar com a criança antes de sair de casa e deixar claro que conversando tudo pode ser resolvido. Não precisa fazer birras. Dê atenção as suas preferências e tente organizar momentos de troca e responsabilidade com relação aos combinados.
Já diz o ditado: "É conversando que se entende".
Tudo de bom para vocês. Qualquer coisa, entre em contato.
Entendi que ele quer levar o brinquedo que está no consultório, para casa, e não os dele para o consultório, certo?
Se for esse o caso, precisa haver combinados com o especialista, pois tais brinquedos são coletivos.
O que poderia ser feito é ele levar algo de casa para trocar por outro do consultório e na próxima sessão faria a troca novamente.
É importante conversar com a criança antes de sair de casa e deixar claro que conversando tudo pode ser resolvido. Não precisa fazer birras. Dê atenção as suas preferências e tente organizar momentos de troca e responsabilidade com relação aos combinados.
Já diz o ditado: "É conversando que se entende".
Tudo de bom para vocês. Qualquer coisa, entre em contato.
Se seu filho tem dificuldades para se comunicar é claro que ele vai tentar fazer isto de alguma forma. É bem comum crianças pequenas usarem deste artifício para conseguirem o querem. Porém como todo bom autista eles se costumam facil com certos padrões. Portanto recomendo que o melhor é sempre uma boa conversa e a manutenção dos acordos e combinados.
Sobre as birras nas saídas das terapias, é fazer o desmame da terapia.
Crianças fazem birras no final da sessão e querem levar os brinquedos junto ou continuar na terapia porque entende com uma brincadeira muito divertida cheia de brinquedos e brincadeiras novas.
Com essas crianças, é preciso terminar a sessão 5 minutos antes e criar rotina de guardar os brinquedos lentamente, em algumas sessões a birra acaba.
Ele pode ter iniciado esse comportamento inadequado no final das terapias e estar levando para outros locais fora de casa.
É importante que os 3 terapeutas façam esse desfecho da sessão. De repente, algum deles não notou que a birra é da terapia por ser muito dirigida a você. Eles também precisam saber que a birra não existia antes da terapia e pode estar sendo reproduzida em outros ambientes.
Crianças fazem birras no final da sessão e querem levar os brinquedos junto ou continuar na terapia porque entende com uma brincadeira muito divertida cheia de brinquedos e brincadeiras novas.
Com essas crianças, é preciso terminar a sessão 5 minutos antes e criar rotina de guardar os brinquedos lentamente, em algumas sessões a birra acaba.
Ele pode ter iniciado esse comportamento inadequado no final das terapias e estar levando para outros locais fora de casa.
É importante que os 3 terapeutas façam esse desfecho da sessão. De repente, algum deles não notou que a birra é da terapia por ser muito dirigida a você. Eles também precisam saber que a birra não existia antes da terapia e pode estar sendo reproduzida em outros ambientes.
Olá !
Atualmente o termo para autista e Asperger é um único “Transtorno do Espectro Autista” (TEA), aí... o grau de patologia varia... quanto às birras, logo fora de casa... isso creio que seja por oposição às terapias... ele vai sair de casa, logo pensa... que vai ter de sujeitar-se às regras terápicas... muito comum... uma forma de fazer você achar que as terapias estão piorando e acabar não o levando mais. Abraço virtual.
Atualmente o termo para autista e Asperger é um único “Transtorno do Espectro Autista” (TEA), aí... o grau de patologia varia... quanto às birras, logo fora de casa... isso creio que seja por oposição às terapias... ele vai sair de casa, logo pensa... que vai ter de sujeitar-se às regras terápicas... muito comum... uma forma de fazer você achar que as terapias estão piorando e acabar não o levando mais. Abraço virtual.
Olá querida, você está no caminho certo com o apoio dos profissionais que seu filho necessita. Converse com eles e juntos ajustem uma linha de ação para entender o que está interferindo.
Fale com a psicopedagoga que está irá redirecionar suas estratégias para sanar essa dificuldade, certo?
Um abraço. Espero tê-la ajudado.
Fale com a psicopedagoga que está irá redirecionar suas estratégias para sanar essa dificuldade, certo?
Um abraço. Espero tê-la ajudado.
Olá, essa atitude dele um pouco arredia após as terapias costuma ser normal de vez em quando, pois as terapias mexem com as emoções e as dificuldades dos pacientes e cada um tem uma forma de se expressar e lidar com isso. Como ele começou recentemente com a psicopedagoga, aguarde mais um tempo e vá acompanhando. Se mesmo depois desse tempo, você continuar preocupada, fale com os profissionais que estão atendendo seu filho para que compartilhem como está o desenvolvimento dele.
Olá Mamãe!
Seu pequeno está se acostumando a nova rotina. São novos ambientes e novas pessoas (terapeutas), além disso, um tempo em que ele se vê longe de você.
Sei que é difícil e trabalhoso, mas mantenha a calma, tenha paciência.
Nesse momento é importante trabalhar com ele uma rotina visual, e sempre ir falando com ele qual profissional ele encontrará, assim como, fazer combinados sobre um bônus pós sessões.
Espero ter ajudado!
Um abraço virtual para a família de vocês!
Seu pequeno está se acostumando a nova rotina. São novos ambientes e novas pessoas (terapeutas), além disso, um tempo em que ele se vê longe de você.
Sei que é difícil e trabalhoso, mas mantenha a calma, tenha paciência.
Nesse momento é importante trabalhar com ele uma rotina visual, e sempre ir falando com ele qual profissional ele encontrará, assim como, fazer combinados sobre um bônus pós sessões.
Espero ter ajudado!
Um abraço virtual para a família de vocês!
Olá, espero que esteja bem. Existem inúmeros fatores que podem contribuir para esse tipo de comportamento. Seria interessante elucidar sobre isso com a psicóloga que acompanha seu filho, pois pode ser uma oportunidade de uma psicoeducação sobre comportamentos que "ajudam e que atrapalham". Outro ponto que podemos destacar é: Será que realmente é uma birra? ou ele esta superestimulado sensorialmente? Sei que são muitos os porquês, e acredito que o melhor para você é informar esses acontecimentos a sua equipe acolhimento interdisciplinar e juntos buscarem estratégias que ajudem na rotina do seu filho.
Bom dia. Eu entendo que lidar com as birras do seu filho pode ser muito desafiador e estressante. Mas saiba que você não está sozinha nessa situação. Muitas crianças autistas apresentam comportamentos desafiadores em diferentes momentos da vida, e isso pode ter várias causas, como dificuldades de comunicação, frustração, ansiedade, mudanças de rotina, etc. O importante é tentar entender o que o seu filho está tentando comunicar com as birras e como você pode ajudá-lo a se expressar de forma mais eficaz e adequada. Aqui estão algumas dicas que podem ser úteis: - Mantenha a calma e transmita amor. Não reaja com raiva, desapontamento ou ameaças, pois isso pode piorar a situação. Mostre ao seu filho que você está tranquila e que quer entender o que ele precisa ou quer. - Não ceda ou alimente o comportamento. Se você der ao seu filho o que ele quer quando ele faz birra, ele vai aprender que essa é uma forma eficaz de conseguir as coisas. Em vez disso, tente ignorar o comportamento indesejado e reforçar o comportamento desejado, elogiando ou recompensando o seu filho quando ele se comporta bem ou se comunica de forma adequada. - Tente identificar os gatilhos e antecipar as situações. Observe o que acontece antes, durante e depois das birras do seu filho. Quais são os padrões? O que provoca as birras? O que as mantém ou as encerra? Assim, você pode tentar evitar ou minimizar os fatores que desencadeiam as birras, preparando o seu filho para as mudanças de rotina, oferecendo escolhas, dando avisos prévios, etc. - Ensine ao seu filho formas alternativas de comunicação. Muitas vezes, as birras são uma forma de expressar uma necessidade, um desejo, uma emoção ou uma opinião. Você pode ajudar o seu filho a desenvolver habilidades de comunicação mais eficientes, usando recursos visuais, gestos, palavras ou frases simples, etc. Por exemplo, você pode ensinar ao seu filho a pedir um brinquedo, a dizer que está com fome, a expressar que está triste ou irritado, etc.
Entendo que a situação que você está enfrentando pode ser desafiadora. Lidar com as birras e as dificuldades comportamentais de uma criança autista pode ser estressante. É importante lembrar que você não está sozinha nessa jornada.
Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:
1. **Comunicação Visual**: Use cartões de comunicação visual para ajudar seu filho a expressar suas necessidades e desejos, e para explicar as mudanças de rotina, como sair das terapias.
2. **Rotina Previsível**: Crie uma rotina previsível e estruturada para seu filho, com horários claros para as terapias, refeições e momentos de lazer. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade e as birras.
3. **Reforço Positivo**: Reforce o comportamento positivo do seu filho com elogios, abraços e recompensas tangíveis quando ele lidar com as transições de forma tranquila.
4. **Conversa com os Terapeutas**: Converse com os terapeutas do seu filho sobre as birras e dificuldades comportamentais que ele está enfrentando. Eles podem fornecer estratégias específicas para lidar com essas situações.
5. **Cuidado Pessoal**: Lembre-se de cuidar de si mesma. Encontrar tempo para descanso e autocuidado é fundamental para poder lidar com os desafios diários.
Se precisar de mais informações ou suporte, estou aqui para ajudar. Lembre-se de que é importante compartilhar suas preocupações com os profissionais que acompanham o desenvolvimento do seu filho.
Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:
1. **Comunicação Visual**: Use cartões de comunicação visual para ajudar seu filho a expressar suas necessidades e desejos, e para explicar as mudanças de rotina, como sair das terapias.
2. **Rotina Previsível**: Crie uma rotina previsível e estruturada para seu filho, com horários claros para as terapias, refeições e momentos de lazer. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade e as birras.
3. **Reforço Positivo**: Reforce o comportamento positivo do seu filho com elogios, abraços e recompensas tangíveis quando ele lidar com as transições de forma tranquila.
4. **Conversa com os Terapeutas**: Converse com os terapeutas do seu filho sobre as birras e dificuldades comportamentais que ele está enfrentando. Eles podem fornecer estratégias específicas para lidar com essas situações.
5. **Cuidado Pessoal**: Lembre-se de cuidar de si mesma. Encontrar tempo para descanso e autocuidado é fundamental para poder lidar com os desafios diários.
Se precisar de mais informações ou suporte, estou aqui para ajudar. Lembre-se de que é importante compartilhar suas preocupações com os profissionais que acompanham o desenvolvimento do seu filho.
Olá ! Tudo bem ? Espero que sim , compreendo sua dificuldade é muito difícil para os pais de crianças Autistas lidarem com a desregulação emocional e rigidez de comportamento dos filhos, ainda mais crianças.Fazendo uma breve análise do seu relato, mas claro, é importante avaliar o caso com mais cuidado. O item "Brinquedo " é algo reforçador para sua criança, por isso a resistência em devolver após a terapia, provavelmente para o comportamento de se jogar no chão, ocorreu algum reforço, por isso, está se repetindo.O ideal seria elaborar um plano terapeutico para extinção desse comportamento, mas o importante para que você entenda é : não reforçar com atenção, nem com o item reforçador que a criança deseja no momento que ele se " jogar no chão". São situações sutis e cotidianas que reforçam comportamentos inadequados e é normal que os cuidadores não percebam.
Olá, vejo que ele já está inserido em um atendimento multidisciplinar, a minha sugestão para você é que converse com as profissionais que o atendem, pois a família e a escola precisam estar inseridas nessa rede. Dessa forma as coisas caminharão melhor, acolhendo a criança em uma Educação Baseada em Evidências científica.
Você pode relatar isso aos profissionais, pois mudanças nas rotinas costumam causar estresse. Vejo que seu filho já está bem acompanhado. O ideal é relatar ao Terapeuta Ocupacional e à Psicóloga, para que possam lhe dar estratégias para melhorar esse comportamento.
As birras podem estar relacionadas à dificuldade de lidar com frustrações e mudanças na rotina, algo comum em crianças autistas. O desejo de levar brinquedos pode ser um mecanismo de segurança para ele, representando um vínculo com o ambiente terapêutico. Estabelecer combinações antes das sessões, explicando com antecedência que os brinquedos precisam ficar na terapia, pode ajudar. Criar um reforço positivo, como elogios ou pequenas recompensas quando ele aceita a regra, também pode ser eficaz. Além disso, manter uma rotina previsível e oferecer objetos de transição (um brinquedo próprio que ele possa levar e trazer de casa) pode ajudá-lo a lidar melhor com essas situações. Se as birras persistirem ou aumentarem, a equipe multidisciplinar que o acompanha pode oferecer estratégias mais específicas para o caso dele.
Essas birras podem estar relacionadas a dificuldade em lidar com frustrações, rigidez cognitiva e dificuldades sensoriais ou emocionais. Como ele está passando por várias terapias, isso também pode gerar um desgaste emocional, tornando-o mais sensível a mudanças e regras.
Aqui estão algumas estratégias para ajudar:
1. Antecipação e Clareza das Regras
Crie uma Rotina Visual – Faça um cartão ou desenho mostrando que ele pode brincar nas terapias, mas os brinquedos ficam lá.
Diga Antes o Que Vai Acontecer – Antes da sessão terminar, avise: “Está quase na hora de ir embora. Os brinquedos vão ficar aqui, mas você pode brincar de novo na próxima vez.”
2. Alternativas e Trocas
"Prêmio de Troca" – Leve um brinquedo pequeno de casa e, ao sair da terapia, ofereça esse brinquedo para distraí-lo.
Caixa de Brinquedos Especial para Depois da Terapia – Separe um brinquedo ou atividade que ele goste e diga que ele pode brincar com aquilo quando chegar em casa.
3. Estratégias para Lidar com as Birras
Mantenha a Calma e Espere – Se ele se jogar no chão, tente não ceder nem dar muita atenção ao comportamento. Mantenha um tom calmo e neutro.
Ajude com Comunicação – Como ele tem atraso na fala, ele pode não saber expressar frustração. Se possível, ensine frases curtas ou imagens para ele comunicar o que sente (exemplo: “quero brincar mais”).
Saída Gradual – Diga algo como: "Você quer dar tchau para o brinquedo?" ou "Vamos dar um último abraço nele?" e saia logo depois.
Aqui estão algumas estratégias para ajudar:
1. Antecipação e Clareza das Regras
Crie uma Rotina Visual – Faça um cartão ou desenho mostrando que ele pode brincar nas terapias, mas os brinquedos ficam lá.
Diga Antes o Que Vai Acontecer – Antes da sessão terminar, avise: “Está quase na hora de ir embora. Os brinquedos vão ficar aqui, mas você pode brincar de novo na próxima vez.”
2. Alternativas e Trocas
"Prêmio de Troca" – Leve um brinquedo pequeno de casa e, ao sair da terapia, ofereça esse brinquedo para distraí-lo.
Caixa de Brinquedos Especial para Depois da Terapia – Separe um brinquedo ou atividade que ele goste e diga que ele pode brincar com aquilo quando chegar em casa.
3. Estratégias para Lidar com as Birras
Mantenha a Calma e Espere – Se ele se jogar no chão, tente não ceder nem dar muita atenção ao comportamento. Mantenha um tom calmo e neutro.
Ajude com Comunicação – Como ele tem atraso na fala, ele pode não saber expressar frustração. Se possível, ensine frases curtas ou imagens para ele comunicar o que sente (exemplo: “quero brincar mais”).
Saída Gradual – Diga algo como: "Você quer dar tchau para o brinquedo?" ou "Vamos dar um último abraço nele?" e saia logo depois.
olá, ele ja fez uma avaliação neuropsicológica pata saber realmente o que ele tem? continue com as terapias, nessa idade é a longo prazo que vemos os resultados.
Olá! Obrigada pelo seu relato. É muito comum que crianças dentro do espectro autista manifestem comportamentos desafiadores, especialmente em transições ou situações de frustração.
Aos 3 anos e 8 meses, seu filho ainda está desenvolvendo habilidades socioemocionais e de autorregulação. A birra por não poder levar brinquedos, por exemplo, pode estar relacionada à dificuldade em lidar com rupturas e ao apego ao que lhe traz segurança.
A presença de uma equipe multidisciplinar é um excelente começo, e é ótimo saber que ele já iniciou o acompanhamento psicopedagógico. A psicopedagogia pode ajudar com estratégias lúdicas de mediação emocional, organização do cotidiano e apoio aos cuidadores, para que consigam intervir com firmeza e afeto diante desses episódios.
Recomendamos que siga com o psicopedagogo e compartilhe esses comportamentos para que sejam incluídos no plano de intervenção.
Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.
Aos 3 anos e 8 meses, seu filho ainda está desenvolvendo habilidades socioemocionais e de autorregulação. A birra por não poder levar brinquedos, por exemplo, pode estar relacionada à dificuldade em lidar com rupturas e ao apego ao que lhe traz segurança.
A presença de uma equipe multidisciplinar é um excelente começo, e é ótimo saber que ele já iniciou o acompanhamento psicopedagógico. A psicopedagogia pode ajudar com estratégias lúdicas de mediação emocional, organização do cotidiano e apoio aos cuidadores, para que consigam intervir com firmeza e afeto diante desses episódios.
Recomendamos que siga com o psicopedagogo e compartilhe esses comportamentos para que sejam incluídos no plano de intervenção.
Estamos à disposição para atendimento Online e Presencial, se quiser agendar uma consulta inicial gratuita.
Olá! Não term uma questão fechada para sua questão. Mesmo ele sendo autista, precisa saber o que pode e o que não pode. A idade também é complexa.
As birras ao sair das terapias são comuns nessa idade: ele ainda não sabe lidar com frustração e usa os brinquedos como segurança emocional. Quando não pode levar, reage chorando ou se jogando no chão — isso não é “manha”, é imaturidade emocional típica do TEA.
O que ajuda: antecipar que o brinquedo ficará lá, manter rotina de saída, oferecer um brinquedo dele para levar e pedir às terapeutas que trabalhem transição e tolerância ao “não”.
Com intervenção e consistência, esse comportamento tende a melhorar.
O que ajuda: antecipar que o brinquedo ficará lá, manter rotina de saída, oferecer um brinquedo dele para levar e pedir às terapeutas que trabalhem transição e tolerância ao “não”.
Com intervenção e consistência, esse comportamento tende a melhorar.
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