Como a autoimagem pode ser afetada no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e qual a importância do supo
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Como a autoimagem pode ser afetada no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e qual a importância do suporte psicológico?
No Lúpus Eritematoso Sistêmico, a autoimagem pode ser bastante afetada porque a pessoa passa a se deparar com um corpo que apresenta características e um desempenho diferentes do que estava acostumada, muitas vezes com mudanças que fogem do seu controle, como alterações na aparência, cansaço intenso, dores ou limitações físicas. Isso pode gerar estranhamento, insegurança, impacto na autoestima e até uma sensação de perda da identidade que antes estava mais associada a um corpo saudável e previsível. Nesse contexto, o suporte psicológico se torna importante para ajudar o paciente a elaborar essas mudanças, reconstruir a relação com o próprio corpo e consigo mesmo, acolher os sentimentos que surgem e encontrar formas possíveis de se reconhecer para além da doença, promovendo mais qualidade de vida e um cuidado que considere não só o físico, mas também o emocional.
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conviver com o Lúpus Eritematoso Sistêmico pode impactar profundamente a forma como a pessoa se vê e se reconhece no mundo. As mudanças físicas, o cansaço constante, as limitações no dia a dia e a imprevisibilidade da doença podem afetar diretamente a autoimagem, gerando sentimentos de estranhamento com o próprio corpo, perda de identidade, insegurança e até uma sensação de não ser mais “quem era antes”. Muitas vezes, isso vem acompanhado de medo, frustração e uma dor silenciosa por aquilo que foi perdido ou transformado.
Pelo viés da psicanálise, entendemos que a autoimagem não é apenas algo visual ou externo, mas uma construção psíquica que envolve a forma como o sujeito se sente, se percebe e se reconhece ao longo da sua história. Quando o corpo adoece, essa construção pode ser abalada, trazendo à tona angústias profundas ligadas à perda de controle, à finitude e à própria identidade. O sofrimento não está apenas na doença em si, mas no impacto subjetivo que ela provoca.
Nesse sentido, o suporte psicológico se torna muito importante. A terapia oferece um espaço onde essas vivências podem ser acolhidas e elaboradas, permitindo que o sujeito fale sobre suas dores, seus medos e suas mudanças sem precisar esconder ou minimizar o que sente. Ao longo do processo, é possível reconstruir uma relação com o próprio corpo que não esteja baseada apenas na perda, mas também na escuta de si, no reconhecimento dos próprios limites e na criação de novos sentidos para a própria existência.
A psicanálise não busca fazer com que a pessoa “volte a ser como antes”, mas ajuda a construir uma nova forma de se reconhecer, mais integrada com a realidade atual e menos marcada pela cobrança ou pela comparação com o passado. Isso pode trazer mais leveza, mais aceitação e uma forma mais cuidadosa de estar consigo mesmo, mesmo diante de uma condição crônica.
Espero ter te ajudado. Qualquer pergunta estou à disposição. Grande abraço!
conviver com o Lúpus Eritematoso Sistêmico pode impactar profundamente a forma como a pessoa se vê e se reconhece no mundo. As mudanças físicas, o cansaço constante, as limitações no dia a dia e a imprevisibilidade da doença podem afetar diretamente a autoimagem, gerando sentimentos de estranhamento com o próprio corpo, perda de identidade, insegurança e até uma sensação de não ser mais “quem era antes”. Muitas vezes, isso vem acompanhado de medo, frustração e uma dor silenciosa por aquilo que foi perdido ou transformado.
Pelo viés da psicanálise, entendemos que a autoimagem não é apenas algo visual ou externo, mas uma construção psíquica que envolve a forma como o sujeito se sente, se percebe e se reconhece ao longo da sua história. Quando o corpo adoece, essa construção pode ser abalada, trazendo à tona angústias profundas ligadas à perda de controle, à finitude e à própria identidade. O sofrimento não está apenas na doença em si, mas no impacto subjetivo que ela provoca.
Nesse sentido, o suporte psicológico se torna muito importante. A terapia oferece um espaço onde essas vivências podem ser acolhidas e elaboradas, permitindo que o sujeito fale sobre suas dores, seus medos e suas mudanças sem precisar esconder ou minimizar o que sente. Ao longo do processo, é possível reconstruir uma relação com o próprio corpo que não esteja baseada apenas na perda, mas também na escuta de si, no reconhecimento dos próprios limites e na criação de novos sentidos para a própria existência.
A psicanálise não busca fazer com que a pessoa “volte a ser como antes”, mas ajuda a construir uma nova forma de se reconhecer, mais integrada com a realidade atual e menos marcada pela cobrança ou pela comparação com o passado. Isso pode trazer mais leveza, mais aceitação e uma forma mais cuidadosa de estar consigo mesmo, mesmo diante de uma condição crônica.
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Oi, é um prazer te ter por aqui.
A autoimagem pode ser significativamente afetada no LES, especialmente devido às manifestações físicas como erupções cutâneas e perda de cabelo, que podem impactar a imagem corporal. Além disso, a imprevisibilidade da doença e a ansiedade sobre o futuro podem aumentar a sensação de solidão e desesperança. O suporte psicológico é fundamental para ajudar os pacientes a lidar com esses desafios, promovendo uma melhor qualidade de vida e reduzindo o sofrimento psíquico.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
A autoimagem pode ser significativamente afetada no LES, especialmente devido às manifestações físicas como erupções cutâneas e perda de cabelo, que podem impactar a imagem corporal. Além disso, a imprevisibilidade da doença e a ansiedade sobre o futuro podem aumentar a sensação de solidão e desesperança. O suporte psicológico é fundamental para ajudar os pacientes a lidar com esses desafios, promovendo uma melhor qualidade de vida e reduzindo o sofrimento psíquico.
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