Como a Logoterapia lida com a frustração e o sofrimento que podem surgir em relacionamentos?
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Como a Logoterapia lida com a frustração e o sofrimento que podem surgir em relacionamentos?
Oi, tudo bem? Que bonito você trazer essa pergunta — porque a Logoterapia, criada por Viktor Frankl, nasce justamente do encontro entre sofrimento e sentido. Ela parte da ideia de que não sofremos apenas pelo que acontece conosco, mas principalmente por como interpretamos aquilo que acontece. E quando o tema é relacionamento, essa perspectiva se torna especialmente profunda, já que o vínculo afetivo é um dos lugares onde o ser humano mais se confronta com o próprio valor, com a perda de controle e com o desejo de ser compreendido.
Na visão da Logoterapia, a frustração não é algo que precisa ser eliminado, mas um sinal de que há um valor ou um significado que ainda não foi plenamente vivido. O sofrimento, portanto, é visto como um convite à reflexão: “O que essa dor está tentando me mostrar sobre quem eu sou e o que é importante pra mim?” Quando olhamos por essa lente, os conflitos amorosos deixam de ser apenas falhas ou decepções e passam a ser oportunidades de autoconhecimento — de redescobrir limites, expectativas e propósitos.
Frankl dizia que o ser humano pode suportar quase qualquer “como” quando encontra um “porquê”. Em relacionamentos, isso significa buscar um sentido que vá além da reciprocidade idealizada — reconhecer que o amor maduro inclui o imperfeito, o cansaço e, às vezes, a escolha de seguir mesmo sem garantias. É como se a Logoterapia dissesse: “Você não controla o que o outro sente, mas pode escolher o que fará com o que sente.”
Uma reflexão que pode ajudar é: o que essa relação — ou essa frustração — está tentando te ensinar sobre o tipo de amor que você quer viver? E, no fundo, qual é o sentido que você deseja dar à sua capacidade de se vincular, mesmo diante da dor? A Logoterapia não apaga o sofrimento, mas dá a ele um lugar — o de professor, não o de inimigo. Caso queira, posso te ajudar a aprofundar essa busca de sentido com mais calma.
Na visão da Logoterapia, a frustração não é algo que precisa ser eliminado, mas um sinal de que há um valor ou um significado que ainda não foi plenamente vivido. O sofrimento, portanto, é visto como um convite à reflexão: “O que essa dor está tentando me mostrar sobre quem eu sou e o que é importante pra mim?” Quando olhamos por essa lente, os conflitos amorosos deixam de ser apenas falhas ou decepções e passam a ser oportunidades de autoconhecimento — de redescobrir limites, expectativas e propósitos.
Frankl dizia que o ser humano pode suportar quase qualquer “como” quando encontra um “porquê”. Em relacionamentos, isso significa buscar um sentido que vá além da reciprocidade idealizada — reconhecer que o amor maduro inclui o imperfeito, o cansaço e, às vezes, a escolha de seguir mesmo sem garantias. É como se a Logoterapia dissesse: “Você não controla o que o outro sente, mas pode escolher o que fará com o que sente.”
Uma reflexão que pode ajudar é: o que essa relação — ou essa frustração — está tentando te ensinar sobre o tipo de amor que você quer viver? E, no fundo, qual é o sentido que você deseja dar à sua capacidade de se vincular, mesmo diante da dor? A Logoterapia não apaga o sofrimento, mas dá a ele um lugar — o de professor, não o de inimigo. Caso queira, posso te ajudar a aprofundar essa busca de sentido com mais calma.
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Diante da frustração e do sofrimento, a Logoterapia ajuda a reconhecer que esses sentimentos fazem parte dos vínculos, mas também mostra que é possível encontrar sentido nas dificuldades e crescer a partir delas.
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