Como a logoterapia usa a liberdade da vontade no processo terapêutico?
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Como a logoterapia usa a liberdade da vontade no processo terapêutico?
Oi, que bom que trouxe essa pergunta — ela toca o coração do que a Logoterapia realmente propõe.
A liberdade da vontade, para Viktor Frankl, é o ponto de partida de todo o processo terapêutico. Ela parte da ideia de que, mesmo diante das circunstâncias mais duras, o ser humano conserva a capacidade de escolher sua atitude. Isso significa que, na terapia, o foco não está apenas em “como as coisas são”, mas em “como eu posso responder a elas de um modo que tenha sentido para mim”.
Durante o processo terapêutico, essa liberdade vai sendo redescoberta aos poucos. O terapeuta ajuda o paciente a perceber que ele não é refém dos próprios pensamentos, emoções ou histórias passadas — há sempre um espaço, ainda que pequeno, entre o estímulo e a resposta. E é justamente nesse espaço que a liberdade habita. Quando o paciente reconhece esse espaço, começa a enxergar possibilidades onde antes via apenas bloqueios.
É curioso pensar como o cérebro, quando se vê sem saída, ativa redes associadas ao medo e à paralisia. Mas, quando a pessoa começa a experimentar escolhas conscientes, áreas ligadas à esperança e à motivação entram em cena. A neurociência confirma o que Frankl intuía: o sentido devolve vitalidade à mente.
E talvez essa seja uma boa pergunta para si mesmo: em quais situações da sua vida você tem esquecido que ainda pode escolher? E o que mudaria se, mesmo em meio à dor, você começasse a responder à vida com mais liberdade do que reação?
Caso precise, estou à disposição.
A liberdade da vontade, para Viktor Frankl, é o ponto de partida de todo o processo terapêutico. Ela parte da ideia de que, mesmo diante das circunstâncias mais duras, o ser humano conserva a capacidade de escolher sua atitude. Isso significa que, na terapia, o foco não está apenas em “como as coisas são”, mas em “como eu posso responder a elas de um modo que tenha sentido para mim”.
Durante o processo terapêutico, essa liberdade vai sendo redescoberta aos poucos. O terapeuta ajuda o paciente a perceber que ele não é refém dos próprios pensamentos, emoções ou histórias passadas — há sempre um espaço, ainda que pequeno, entre o estímulo e a resposta. E é justamente nesse espaço que a liberdade habita. Quando o paciente reconhece esse espaço, começa a enxergar possibilidades onde antes via apenas bloqueios.
É curioso pensar como o cérebro, quando se vê sem saída, ativa redes associadas ao medo e à paralisia. Mas, quando a pessoa começa a experimentar escolhas conscientes, áreas ligadas à esperança e à motivação entram em cena. A neurociência confirma o que Frankl intuía: o sentido devolve vitalidade à mente.
E talvez essa seja uma boa pergunta para si mesmo: em quais situações da sua vida você tem esquecido que ainda pode escolher? E o que mudaria se, mesmo em meio à dor, você começasse a responder à vida com mais liberdade do que reação?
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No processo terapêutico, a Logoterapia usa essa liberdade para fortalecer a autonomia da pessoa, ajudando-a a perceber opções e caminhos que antes pareciam inacessíveis.
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