Como a pessoa com transtorno de personalidade borderline (TPB) se comporta em um relacionamento?
3
respostas
Como a pessoa com transtorno de personalidade borderline (TPB) se comporta em um relacionamento?
Em um relacionamento, a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) costuma viver as emoções de forma muito intensa. No início, é comum idealizar o parceiro, demonstrar grande afeto e se envolver profundamente — há uma entrega emocional rápida e genuína. Porém, essa intensidade pode se transformar em insegurança quando surgem sinais, mesmo sutis, de rejeição ou distância.
O medo de abandono é o centro desse comportamento. Pequenas situações podem ser interpretadas como desinteresse, levando a mudanças bruscas de humor, reações impulsivas ou tentativas desesperadas de reaproximação. Em outros momentos, pode surgir o oposto: afastamento repentino, como uma forma de se proteger da dor de um possível abandono.
Essas oscilações emocionais não significam falta de amor — elas refletem o conflito interno entre o desejo de proximidade e o medo de se machucar.
Com tratamento e acompanhamento psicológico adequados, é possível desenvolver maior estabilidade emocional e melhorar significativamente a qualidade dos relacionamentos.
Para quem se relaciona com alguém com TPB, compreender essa dinâmica é essencial para manter o vínculo com mais empatia, clareza e equilíbrio.
O medo de abandono é o centro desse comportamento. Pequenas situações podem ser interpretadas como desinteresse, levando a mudanças bruscas de humor, reações impulsivas ou tentativas desesperadas de reaproximação. Em outros momentos, pode surgir o oposto: afastamento repentino, como uma forma de se proteger da dor de um possível abandono.
Essas oscilações emocionais não significam falta de amor — elas refletem o conflito interno entre o desejo de proximidade e o medo de se machucar.
Com tratamento e acompanhamento psicológico adequados, é possível desenvolver maior estabilidade emocional e melhorar significativamente a qualidade dos relacionamentos.
Para quem se relaciona com alguém com TPB, compreender essa dinâmica é essencial para manter o vínculo com mais empatia, clareza e equilíbrio.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá, depende de cada pessoa, nem todo mundo com bipolaridade vai manifestar os mesmos comportamentos nas relações, mas em geral algumas pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tende a viver os relacionamentos de maneira muito intensa e instável.
Ela pode demonstrar forte necessidade de proximidade e validação, mas ao mesmo tempo sentir medo profundo de rejeição ou abandono.
Por isso, é comum haver oscilações entre idealizar o parceiro (“colocar num pedestal”) e desvalorizá-lo (“achar que não se importa mais”), dependendo de pequenas situações que ativam esse medo. Essas mudanças de percepção e emoção podem gerar conflitos frequentes, ciúmes, impulsividade e dificuldade em confiar. Apesar disso, é importante destacar que essas reações não vêm de manipulação consciente, mas de dor emocional genuína e de uma dificuldade em regular emoções intensas.
Com tratamento psicoterápico, especialmente a Terapia Dialética Comportamental (TDC), a pessoa pode desenvolver maior estabilidade emocional e habilidades de relacionamento mais saudáveis.
Ela pode demonstrar forte necessidade de proximidade e validação, mas ao mesmo tempo sentir medo profundo de rejeição ou abandono.
Por isso, é comum haver oscilações entre idealizar o parceiro (“colocar num pedestal”) e desvalorizá-lo (“achar que não se importa mais”), dependendo de pequenas situações que ativam esse medo. Essas mudanças de percepção e emoção podem gerar conflitos frequentes, ciúmes, impulsividade e dificuldade em confiar. Apesar disso, é importante destacar que essas reações não vêm de manipulação consciente, mas de dor emocional genuína e de uma dificuldade em regular emoções intensas.
Com tratamento psicoterápico, especialmente a Terapia Dialética Comportamental (TDC), a pessoa pode desenvolver maior estabilidade emocional e habilidades de relacionamento mais saudáveis.
A pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline em um relacionamento tende a apresentar emoções intensas, medo de abandono, oscilações entre idealização e desvalorização do parceiro e reações impulsivas. Ela pode buscar proximidade intensa e, ao mesmo tempo, afastar-se diante de inseguranças ou conflitos. A psicoterapia ajuda a compreender esses padrões, regular emoções e desenvolver vínculos mais estáveis. No meu perfil você pode conhecer como a análise pode apoiar esse processo.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Os mecanismos de defesa no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ser mudados?
- Como a família de uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ajudar ela após a avaliação neuropsicológica ?
- . Por que mecanismos de defesa imaturos são associados a problemas clínicos (psicopatologia)?
- Quais são os objetivos da avaliação neuropsicológica funcional no Transtorno misto ansioso e depressivo?
- Quais são os objetivos da avaliação neuropsicológica funcional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Quais os objetivos da aplicação do Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Como a família pode ajudar um familiar com Transtorno misto ansioso e depressivo após a avaliação neuropsicológica ?
- O que é a avaliação neuropsicológica funcional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- . Quais são os mecanismos de defesa usados por quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- O que o Teste de Rorschach pode indicar sobre o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 2565 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.