Como a psicologia explica o fato de quase todo pai ficar bastante incomodado e triste ao saber que s

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Como a psicologia explica o fato de quase todo pai ficar bastante incomodado e triste ao saber que sua filha tem vida sexual ativa?

Sabe… quando um pai se entristece ao saber que a filha tem vida sexual ativa, não é só sobre sexo. É sobre cuidado, é sobre a sensação de perda de um lugar. O cérebro paterno, moldado para proteger, sente que já não tem mais controle – e isso assusta. Culturalmente, fomos ensinados a ver a sexualidade feminina com peso, com temor… mesmo sem querer, carregamos isso. E, de repente, a filha cresce. A menina que cabia no colo agora vive desejos próprios. Isso dói. Mas essa dor não é sinal de desamor. É só o amor aprendendo a mudar de forma.

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Olá, como vai? Do ponto de vista da psicologia — e especialmente pela psicanálise — o incômodo de muitos pais diante da vida sexual ativa de suas filhas está profundamente ligado à forma como se estruturam os laços familiares, os papéis simbólicos de pai e filha, e à relação inconsciente com a sexualidade e com a feminilidade.

Em muitas culturas, ainda predomina uma visão patriarcal em que a sexualidade da mulher é associada à pureza, à obediência e ao controle. Quando um pai se depara com o fato de que sua filha tem desejos próprios e uma sexualidade ativa, isso pode romper fantasias inconscientes de idealização ou de “eternidade da infância”. A filha deixa de ser percebida como aquela que está sob sua proteção simbólica, e passa a se colocar como sujeito do desejo — o que pode provocar angústia, perda de controle e até sentimentos de inadequação.

Além disso, a sexualidade feminina, em especial a da filha, pode tocar em conteúdos recalcados do pai — como ciúmes, rivalidade, identificação com o lugar do homem que ela escolheu ou até aspectos não elaborados da própria história sexual dele. O mal-estar também pode estar ligado à dificuldade de aceitar o envelhecimento, a mudança de papel na dinâmica familiar ou a projeções sobre riscos e sofrimentos que ele teme que ela enfrente.

Pela psicanálise, esse incômodo também revela a dificuldade do pai em simbolizar a separação, ou seja, reconhecer que a filha não é extensão dele, mas um sujeito autônomo. Quando essa separação não se deu plenamente no plano psíquico, a vivência da sexualidade da filha pode ser percebida com dor, ameaça ou mesmo traição.

É importante ressaltar que nem todo incômodo se expressa de forma patológica — ele pode ser apenas o efeito natural de um processo de luto simbólico: o pai precisa renunciar à posição de centro da vida da filha para que ela cresça e construa sua própria história. O que diferencia o mal-estar saudável do comportamento controlador ou repressivo é justamente a capacidade de elaboração simbólica, empatia e respeito à autonomia do outro.

Fico à disposição.
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! É como se o pai, sem perceber, sempre visse a filha como sua "princesinha" – aquela que depende dele e só precisa do amor dele. Quando ela cresce e busca prazer em outro lugar, é um baque. Ele sente que perde um lugar especial, que não é mais o único homem importante na vida dela. É uma dor de deixar ir o que não era dele, mas que ele acreditava ser.
 Paola Brezolin
Psicólogo
Caxias Do Sul
Essa é uma generalização complexa, mas partindo da sua generalização, esse incomodo é muitas vezes moldado por questões socioculturais, infelizmente o inicio da vida sexual feminina, assim como toda experiência sexual, ainda é vista com muitos tabus e pré-conceitos socialmente construídos durante séculos. Claro, que essa é uma explicação generalista e que pode variar dependendo do contexto cultural e das vivencias passadas desse pai e da relação entre ele e a filha.
A psicologia não explica genericamente. Cada caso é um caso. e ne,m todos os pais são assim. qual idade dos pai ?
é religioso ?
cultura da família ? busque ajuda psicológica ?
 Paulo Cesar Francetto
Psicólogo, Psicanalista
Santo André
Não é fácil para um pai saber da sexualidade de sua filha de uma forma geral e isso pode ser explicado por fatores bio socioculturais. Vamos lá. A filha pode representar para o pai a pureza, inocência e fragilidade, e o fato dela estar se relacionando com outras pessoas pode trazer ao pai a sensação de fragilidade, de perigo e de quebra dessa pureza e inocência. O pai vê na menina algo como o ideal do sexo feminino que ele não viu na mãe nem na esposa, e ao saber que ela é ativa sexualmente há uma quebra desse tabu. Culturalmente ainda existe em nossa sociedade, um machismo estrutural em que a mulher deve se resguardar sexualmente ao contrário dos homens. Portanto muitos fatores são determinantes para um pai ficar incomodado.
Ei...

- Alguns podem chamar isso de masculinidade toxica, ego frágil, machismo. Existem várias abordagens diferentes na psicologia que vem esses aspectos de forma diferente. Não consigo afirmar que quase todos os pais se sentem assim, mas a tendencia é que os com masculinidade toxica, ego frágil, machismo sinta. Também tem a categoria de pai ausente que não acompanhou o desenvolvimento, crescimento a amadurecimento da filha, esses podem achar que são donos das filhas, assim como acham que são donos da mulher com quem são casados.


- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.


Abraços
Ficamos tristes quando algo importante que desejamos não acontece. A preocupação com os filhos é comum aos pais, ainda mais se houver risco a saúde, ao futuro, emprego, uma gravidez indesejada, etc. Uma boa comunicação, um bom relacionamento com os filhos podem minimizar problemas maiores. Outro aspecto é que alguns comportamentos podem ser reflexo do ambiente, ser uma forma de demonstrar descontentamento, baixa autoestima, etc.
 Ana Clara Di Coimbra
Psicanalista, Psicólogo
Goiânia
Antes de tudo, talvez valha a pena parar na própria pergunta: "quase todo pai", já sinalizando a dificuldade de generalizar razões para as nossas emoções. Cada pessoa tem uma experiência subjetiva única, ou seja, com vivências, valores, medos e formas muito particulares de lidar com a vida... e com a sexualidade! Dito isso, quando um pai se incomoda ou se entristece ao saber que a filha tem vida sexual ativa, o que será que realmente está por trás desse sentimento? Há algumas investigações a serem feitas na vivência desse pai para tentar responder à questão. Será a ideia, muitas vezes inconsciente, de que a mulher deve ser “pura” para ser valorizada? Uma noção herdada de tradições religiosas e culturais predominantes na cultura brasileira que ainda estão muito presentes no nosso imaginário coletivo? Ou seria o medo da perda de controle, da filha crescendo, se tornando autônoma, se afastando daquela imagem de menina protegida? Pode haver projeções ali também: Como esse pai lida com a própria sexualidade? O Como ele mesmo lida com o desejo, com o corpo, com os limites? Especialmente se a filha for heterossexual: o que esse pai pensa sobre os homens? E até se não for heterossexual: o que ele teme que a filha viva? E será que o incômodo é sempre o mesmo? Ou pode vir de lugares diferentes: insegurança, culpa, rigidez, preocupação legítima?
A psicologia não pode explicar com uma razão única um fenômeno que pode ser derivado de múltiplos fatores relacionados a história daquele pai específico. A verdade é que só um espaço de escuta cuidadosa, como a terapia, pode ajudar a compreender de fato o que está acontecendo ali, pois sentimentos assim nunca nascem por acaso.
 Germaniely Lima
Psicólogo, Psicanalista
Florianópolis
Olá, quando você afirma que todo pai se incomoda com a vida sexualmente ativa da filha , de que pai você está falando ? Porque a sexualidade da sua filha te incomoda ?
Olá Pessoa Querida! Infelizmente, é muito comum isso acontecer. Devemos considerar que nós homens, somos ensinados a ter essa postura: que a mulher não pode ter controle sobre sua vida sexual, pois, se faz muito sexo é promíscua (put*) e se não faz é frigida. Ainda alguns homens acham que alguém trancar com sua filha, tá se aproveitando, que tá contaminando a pureza de sua bonequinha. São visões bem comuns, baseadas num estereótipo de gênero. Isso quer dizer que muitas pessoas acham que mulheres é homens deveriam tem comportamentos e ideias bem definidas, tipo aquilo: meninos usam azul e meninas usam rosa, entende? Ou mesmo, homem não chora e mulher é só emoção.
Se você está passando por algo em casa, é importante buscar apoio emocional em amigos ou mesmo um profissional que tenha essa visão social, cultural mais aberta e flexível.
Abraços!
 Sônia Helena Tlusty Furlanetto
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Não é uma regra geral esse conceito.
É comum muitos pais se sentirem desconfortáveis porque envolve cultura, proteção e também questões inconscientes. Falar sobre isso em terapia pode ajudar a entender melhor esses sentimentos.
Do ponto de vista da psicologia humanista, quando um pai se sente incomodado ou triste ao descobrir que sua filha tem uma vida sexual ativa, esse sentimento não é necessariamente sobre o ato em si, mas sim sobre conflitos internos, valores pessoais, expectativas e até medos inconscientes.
Se quiser podemos marcar um horário para conversar mais sobre o tema ou outras coisas.
Pergunta ótima e muito interessante!
Do ponto de vista psicológico, muitos pais associam (mesmo inconscientemente) a sexualidade da filha à perda de “pureza” ou à saída de um lugar infantil. Isso mexe com a identidade do pai, que pode sentir medo de perder o “lugar protetor” ou dificuldade em lidar com a autonomia dela.
Na visão sistêmica, vemos também questões transgeracionais: valores familiares, crenças culturais e lealdades invisíveis podem influenciar esse incômodo. Em muitos casos, o pai projeta na filha medos e inseguranças que são dele, não necessariamente dela.
É um tema delicado, mas também uma oportunidade para repensar papéis e fortalecer o vínculo baseado em respeito e confiança.
Se sentir que posso te acompanhar mais de perto nesse processo, será um prazer te receber em consulta.
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Bem comum esta reação de alguns homens em relação às filhas. Podemos pensar em duas vertentes, uma mais ligada ao tipo de laço psíquico com a filha e outra que inclui questões da cultura. Na primeira pode ser a dificuldade em perder a infância da filha e a ver mais autônoma, inclusive tirando o pai do lugar de grande amor para se envolver com outro homem. É um momento de separação, em que o pai cai de um lugar absoluto. Importante para o desenvolvimento psíquico de qualquer pessoa, mas nada fácil de lidar, pois um substituto pode ameaçar o ego paterno. Na segunda vertente, questões da visão da sexualidade das mulheres pode entrar em jogo. Ainda hoje o preconceito com exercício da sexualidade feminina é carregada de questões morais que tiram a mulher do direito a desejar e a colocam na mira da má conduta, alguém com menos valor social. Virgindade e inocência ainda são vistos como valores esperados, fruto de um patriarcado que distingue em excesso direitos de homens e mulheres. E ainda informa que o domínio do sexo é do homem que pode fazer mal a uma mulher, ou tirar proveito da mesma. Algo que encobre que ambos podem ter prazer e satisfação no exercício pleno de sua vida sexual.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? Muitas vezes, quando um pai descobre que a filha iniciou a vida sexual, surge um turbilhão interno que mistura cuidado, medo e até choque cultural; é como se o coração paterno exclamasse: “quero mantê-la protegida num mundo que agora parece maior do que meu abraço”. Sob a ótica da Psicologia, essa reação pode refletir esquemas de proteção e crenças aprendidas sobre papel parental, somadas a valores sociais que, por gerações, ligam sexualidade feminina a riscos ou perda de “pureza” — um roteiro tradicional que colide com a realidade contemporânea em que autonomia afetiva é parte natural do desenvolvimento.

Do ponto de vista neurocientífico, a paternidade ativa engaja circuitos límbicos associados a apego e vigilância; quando uma mudança desperta a percepção de ameaça — real ou simbólica — o cérebro libera cortisol e ativa a amígdala, preparando-o para “defender território”. Só que, nessa arena emocional, a filha não é inimiga: ela é alguém em transição para decisões próprias. A discrepância entre a necessidade de controle e o reconhecimento da independência gera dissonância interna, tristeza e até sensação de perda, algo semelhante ao que acontece quando nos despedimos de uma fase importante da vida.

Em terapia, trabalhamos a comunicação aberta para que esse pai reconheça seus medos sem projetá-los como culpa na filha, transformando o impulso de proteção em diálogo sobre segurança, consentimento e afeto. Para quem vivencia essa situação, pode ser útil se perguntar: o que exatamente estou temendo que aconteça e de onde veio essa crença? De que forma posso expressar cuidado sem invadir a intimidade dela? Qual seria um modelo de conversa que permita ouvir as experiências dela antes de impor julgamentos? E, olhando para minha própria história, que mensagens recebi sobre sexualidade feminina que talvez mereçam ser revisadas hoje?

Quando a família consegue transformar essa tensão em troca respeitosa, há espaço para fortalecer vínculos em vez de erguer barreiras. Caso precise, estou à disposição.
Dr. Paulo Ricardo Fortunato
Psicólogo, Psicanalista, Terapeuta complementar
Campinas
Sob a perspectiva psicodinâmica, essa reação pode ser compreendida a partir dos conteúdos inconscientes relacionados ao complexo de Édipo, à idealização da figura da filha e à forma como o pai lida com suas próprias pulsões, medos e limites internos.

Muitos pais, de maneira inconsciente, mantêm uma imagem infantilizada da filha — um símbolo de pureza, afeto e pertencimento familiar. Quando tomam contato com sua sexualidade ativa, essa imagem se rompe, gerando sentimentos de perda, invasão, ciúmes e até culpa. Em muitos casos, o pai pode ser confrontado com sua própria dificuldade de elaborar separações simbólicas — como a transição da filha da infância para a vida adulta.

Além disso, a vida sexual da filha evoca o reconhecimento de sua autonomia, despertando no pai o luto por uma fase que se encerra. Pode haver também a projeção de medos sobre sofrimento, abandono ou repetições familiares inconscientes, ligados a sua própria história com figuras femininas significativas.

Na psicoterapia, esses conteúdos podem ser trabalhados, elaborando a transição para um vínculo mais maduro, baseado no respeito à individualidade da filha e no reposicionamento interno do pai como figura de apoio, e não mais de posse.
Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá, acredito que existem inúmeros fatores que podem estar envolvidos nisso; o primeiro a cultura que está arraigada ainda em nossa sociedade que as mulheres só deveriam ter vida sexual após o casamento e que isso seria uma decepção (nem sempre consciente) ; em segundo lugar a dificuldade em reconhecer e lidar com o fato de que a filha cresceu e não é mais uma criança.
 Gabriel Gomes
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá
Esse fenômeno está relacionado a expectativa da pessoa. E que, por sua vez, possa se vincular a expectativa social de que a mulher só tenha vida sexual ativa após o casamento. Caso seu pai manifeste alguma insatisfação e isso lhe incomode, possa ser interessante uma conversa franca (caso a dinâmica entre vocês permita). Agora, caso isso te faz sofrer de forma significativa, considere buscar suporte psicológico. Nossa vida sexual não precisa passar pela aprovação dos pais.
Essa reação de muitos pais pode ser compreendida por diferentes aspectos psicológicos e socioculturais. Do ponto de vista da psicologia, especialmente da psicanálise, o desconforto pode estar relacionado a processos inconscientes, como a dificuldade de lidar com o crescimento e a autonomia da filha, que deixa de ocupar o lugar simbólico de "criança" para se tornar um sujeito com desejos próprios.
Além disso, muitos pais projetam medos, fantasias e inseguranças sobre o que significa a sexualidade (especialmente a feminina) e sobre os riscos emocionais e físicos que eles associam a isso. Em algumas situações, essa tristeza ou incômodo pode estar também ligado à dificuldade de aceitar que a filha tem uma vida íntima separada da imagem que ele tem dela.
Do ponto de vista cultural, ainda há resquícios de um olhar moralista e controlador sobre a sexualidade feminina, o que pode intensificar esse desconforto. É importante que esses sentimentos sejam reconhecidos, mas também refletidos, para que não acabem gerando culpa ou afastamento na relação entre pais e filhas. Um caminho saudável é transformar esse incômodo em diálogo e escuta, respeitando os limites e a individualidade de quem está crescendo.
É comum que pais fiquem incomodados ou tristes ao saber que a filha tem vida sexual ativa. Na psicologia, isso é explicado por uma combinação de instinto de proteção, valores culturais e adaptação à autonomia da filha. É natural sentir preocupação ou até nostalgia, mas é importante aprender a lidar com essas emoções de forma saudável. Se quiser entender melhor essas reações e como lidar com elas sem prejudicar sua relação, a psicoterapia é o espaço ideal para reflexão e orientação.
 Meire Santos
Psicólogo
São Paulo
Boa tarde! Não existe nenhuma teoria que explique isso. Esses fatores podem ter mais haver com influencias sociais do machismo/feminino e também do incomodo do pai perceber que a filha não é mais uma menina e se tornou uma mulher, como se isso pudesse comprometer o papel/lugar na vida dessa filha. Sugiro que busque orientação psicológica caso isso ainda cause algum desconforto.

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