Como cuidar de filhos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
2
respostas
Como cuidar de filhos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Boa Noite!
Na criança e no adolescente é difícil de chegar neste diagnóstico, pois essa etapa é de profunda transformações e a personalidade ainda está se desenvolvendo. Só quando a criança ou adolescente apresenta alguns comportamentos autodestrutivos e instabilidade emocional, que alguns psicólogos ou psiquiatras podem solicitar avaliação psicológica para concluir um diagnóstico.
Estou à disposição para responder mais perguntas.
Na criança e no adolescente é difícil de chegar neste diagnóstico, pois essa etapa é de profunda transformações e a personalidade ainda está se desenvolvendo. Só quando a criança ou adolescente apresenta alguns comportamentos autodestrutivos e instabilidade emocional, que alguns psicólogos ou psiquiatras podem solicitar avaliação psicológica para concluir um diagnóstico.
Estou à disposição para responder mais perguntas.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Oi, tudo bem? Esse é um tema delicado e, ao mesmo tempo, essencial para muitos pais que tentam compreender como apoiar um filho que vive com um sofrimento emocional tão intenso. Cuidar de alguém com Transtorno de Personalidade Borderline não significa “andar na ponta dos pés”, mas aprender a construir uma relação em que o afeto encontra limites claros, e os limites encontram acolhimento. É quase como oferecer ao mesmo tempo um abraço e um contorno.
Muitos pais percebem que as emoções do filho mudam de forma rápida e intensa, e o impulso natural é tentar apagar incêndios o tempo todo. O desafio é que, quando a família passa a reagir apenas às crises, a convivência fica pautada pelo medo da próxima explosão emocional. Às vezes ajuda se perguntar o que você costuma sentir antes de uma crise acontecer, o que tenta evitar para não provocar reações e quais momentos deixam você confuso sobre como agir. Também vale observar se o cuidado está vindo do amor ou do receio. Essas perguntas costumam abrir caminhos importantes.
Outro ponto é entender que, no cérebro de quem vive o TPB, o sistema emocional costuma interpretar os vínculos com mais intensidade. Pequenas cenas podem soar como grandes ameaças. Por isso, consistência emocional vira uma espécie de “porto seguro”. Não é sobre concordar com tudo, mas sobre manter firmeza com gentileza. Como seria para você imaginar conversas que não endurecem, mas também não cedem ao desespero? De que maneira você consegue mostrar presença mesmo quando precisa dizer “não”?
E quando necessário, especialmente diante de autolesão, pensamentos suicidas ou impulsividade importante, o acompanhamento conjunto com um psiquiatra costuma ser fundamental. Isso não substitui o papel da família, mas ajuda a estabilizar o que é difícil carregar sozinho. A terapia para o filho e, às vezes, um espaço psicoeducativo para os pais podem aliviar culpas antigas e fortalecer recursos que já existem, mas ainda não foram nomeados.
Se fizer sentido para você explorar isso com mais profundidade, posso ajudar a pensar nesses movimentos com calma. Caso precise, estou à disposição.
Muitos pais percebem que as emoções do filho mudam de forma rápida e intensa, e o impulso natural é tentar apagar incêndios o tempo todo. O desafio é que, quando a família passa a reagir apenas às crises, a convivência fica pautada pelo medo da próxima explosão emocional. Às vezes ajuda se perguntar o que você costuma sentir antes de uma crise acontecer, o que tenta evitar para não provocar reações e quais momentos deixam você confuso sobre como agir. Também vale observar se o cuidado está vindo do amor ou do receio. Essas perguntas costumam abrir caminhos importantes.
Outro ponto é entender que, no cérebro de quem vive o TPB, o sistema emocional costuma interpretar os vínculos com mais intensidade. Pequenas cenas podem soar como grandes ameaças. Por isso, consistência emocional vira uma espécie de “porto seguro”. Não é sobre concordar com tudo, mas sobre manter firmeza com gentileza. Como seria para você imaginar conversas que não endurecem, mas também não cedem ao desespero? De que maneira você consegue mostrar presença mesmo quando precisa dizer “não”?
E quando necessário, especialmente diante de autolesão, pensamentos suicidas ou impulsividade importante, o acompanhamento conjunto com um psiquiatra costuma ser fundamental. Isso não substitui o papel da família, mas ajuda a estabilizar o que é difícil carregar sozinho. A terapia para o filho e, às vezes, um espaço psicoeducativo para os pais podem aliviar culpas antigas e fortalecer recursos que já existem, mas ainda não foram nomeados.
Se fizer sentido para você explorar isso com mais profundidade, posso ajudar a pensar nesses movimentos com calma. Caso precise, estou à disposição.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Como o hiperfoco pode ser uma fuga para quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Por que o ciúme é tão intenso em relação à pessoa favorita no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- O que fazer quando o ciúme se torna insuportável no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline focam tanto no passado?
- Qual o tratamento recomendado para pessoas que cresceram em ambientes invalidantes e desenvolveram Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
- Quais são os indicadores do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) no Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?
- A hipersensibilidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta apenas os sinais sociais?
- . Como o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) geralmente monta as pirâmides do Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?
- . Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) aparece nos resultados do Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister ?
- Quais escolhas de cores no Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister podem indicar traços do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 2583 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.