Como devo agir diante das "birras" da minha bebê de três anos, muitas vezes é na hora de dormir, nos
30
respostas
Como devo agir diante das "birras" da minha bebê de três anos, muitas vezes é na hora de dormir, nos mudamos e o pai ainda não chegou, ficou para resover umas situações, sinto que isso a incomoda, mas também sei que está na fase de testar limites e se conhecendo melhor. Tento conversar, acalmar, e não resolve, tento sair para deixar a poeira baixar, mas ela grita que parece que estão matando e não me deixa sair, quer que eu fique assistindo ela chorar, se arranhar e resmungar. Por vezes tenho perdido a paciência e gritado com ela, sei que o meu comportamento dessa maneira não ajuda. Não quero que ela se sinta insegura ou siga o mal exemplo que sou perdendo a paciência. Por esses três anos dormir é artigo de luxo, principalmente a noite, estoy sobrecarregada de tudo, e muitas vezes a atenção que tenho que dar a ela fica precária. Eu e o pai dela discutíamos muito, ele esgotou minha paciência, mas ainda moramos juntos até concluirmos o planejamento de separarmos, mas iremos morar no mesmo sítio. Só gostaria mesmo de uma dica para que eu possa fazer nesses ataques dela, porque ficar deixando ela agredir a mim ou a ela, esperneando e resmungando acho que não é o correto a fazer. Mas se tento sair é pior, se fico continua, se tento abraçar e dar colinho não quer. Realmente eu tenho vontade de bater a minha cabeça na parede de verdade, outro dia cheguei a fazer, mas não foi forte como tenho vontade, foi me segurando, porque parece que tenho duas,forças nesse momento. Obs: Sei que preciso procurar ajuda pelo estado que estou.
Olá, querida mamãe,
Antes de tudo, quero dizer que é muito importante considerar a força que você demonstra ao buscar ajuda em um momento tão desafiador. A maternidade nos coloca em situações extremamente complexas, e a sobrecarga que você descreve é algo que muitas mães enfrentam, mas que nem sempre são compartilhadas. Quero acolher seus sentimentos e reforçar que você não esteja sozinha.
O que você descreve sobre as birras de sua filha, especialmente em um momento de mudanças como o que está vivendo, é uma expressão das emoções que ela ainda não sabe comunicar de outra forma. Isso não é um reflexo de algo que você está fazendo errado, mas sim da fase de desenvolvimento dela e do impacto das situações ao redor. Por outro lado, entendo perfeitamente o quanto essas situações podem ser exaustivas e frustrantes, especialmente quando também estamos lidando com nossos próprios limites emocionais.
Minha abordagem na orientação neuroconsciente parental foca exatamente em compreender a raiz desses comportamentos e criar estratégias baseadas na ciência do comportamento infantil, ajudando pais e filhos a se reconectarem. Hoje, a sociedade mudou de tal forma que nossos instintos não são mais suficientes para lidar com essas questões parentais. Estamos sobrecarregados, sem as redes de apoio que antes faziam parte do dia a dia das famílias.
Em apenas 3 sessões do meu acompanhamento, você poderá perceber uma grande diferença na dinâmica entre você e sua filha. Não se trata de mágica, mas de uma compreensão profunda do comportamento humano e de passos práticos que podem ser aplicados à sua rotina para trazer mais leveza e conexão.
Você merece viver uma maternidade de forma mais leve e, principalmente, sentir-se fundamentada. Se sentir que posso ajudá-la, estou aqui para caminhar ao seu lado nesse processo. Juntas, podemos transformar esses momentos difíceis em oportunidades para fortalecer ainda mais o vínculo com sua filha.
Com carinho Margareth Florescimento Parental
Antes de tudo, quero dizer que é muito importante considerar a força que você demonstra ao buscar ajuda em um momento tão desafiador. A maternidade nos coloca em situações extremamente complexas, e a sobrecarga que você descreve é algo que muitas mães enfrentam, mas que nem sempre são compartilhadas. Quero acolher seus sentimentos e reforçar que você não esteja sozinha.
O que você descreve sobre as birras de sua filha, especialmente em um momento de mudanças como o que está vivendo, é uma expressão das emoções que ela ainda não sabe comunicar de outra forma. Isso não é um reflexo de algo que você está fazendo errado, mas sim da fase de desenvolvimento dela e do impacto das situações ao redor. Por outro lado, entendo perfeitamente o quanto essas situações podem ser exaustivas e frustrantes, especialmente quando também estamos lidando com nossos próprios limites emocionais.
Minha abordagem na orientação neuroconsciente parental foca exatamente em compreender a raiz desses comportamentos e criar estratégias baseadas na ciência do comportamento infantil, ajudando pais e filhos a se reconectarem. Hoje, a sociedade mudou de tal forma que nossos instintos não são mais suficientes para lidar com essas questões parentais. Estamos sobrecarregados, sem as redes de apoio que antes faziam parte do dia a dia das famílias.
Em apenas 3 sessões do meu acompanhamento, você poderá perceber uma grande diferença na dinâmica entre você e sua filha. Não se trata de mágica, mas de uma compreensão profunda do comportamento humano e de passos práticos que podem ser aplicados à sua rotina para trazer mais leveza e conexão.
Você merece viver uma maternidade de forma mais leve e, principalmente, sentir-se fundamentada. Se sentir que posso ajudá-la, estou aqui para caminhar ao seu lado nesse processo. Juntas, podemos transformar esses momentos difíceis em oportunidades para fortalecer ainda mais o vínculo com sua filha.
Com carinho Margareth Florescimento Parental
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Sua situação demonstra claramente um alto nível de estresse emocional, sobrecarga e um ambiente cheio de transições, que estão impactando tanto você quanto sua filha. Primeiro, quero reconhecer sua honestidade e esforço em buscar uma solução para essa questão, mesmo enfrentando tantas dificuldades. Seguem algumas reflexões e orientações práticas:
1. Entenda o contexto da sua filha
• Crianças de três anos estão em uma fase de desenvolvimento emocional intenso. Elas ainda não conseguem regular suas emoções sozinhas, então as birras são, em grande parte, uma forma de expressão para sentimentos que não conseguem verbalizar, como insegurança, saudade do pai ou mudanças no ambiente.
• A ausência do pai e a mudança para um novo lar são fatores que certamente estão contribuindo para o aumento das crises, pois crianças dessa idade são muito sensíveis a alterações no ambiente e na rotina.
2. Preserve sua paciência e autoempatia
• Você mencionou sua dificuldade em controlar a paciência, o que é totalmente compreensível dado o contexto de privação de sono e sobrecarga emocional. Porém, o impacto do seu estresse no comportamento da sua filha é significativo, já que crianças tendem a “captar” as emoções dos cuidadores.
• Evite culpa: Reconhecer que está sobrecarregada já é um grande passo. Trate-se com a mesma compaixão que deseja demonstrar à sua filha. É essencial que você encontre pequenos momentos de autocuidado, ainda que mínimos, como respirar profundamente por alguns minutos.
3. Estratégias para lidar com as birras
1. Antecipação e rotina clara
• Crianças precisam de previsibilidade para se sentirem seguras. Estabeleça uma rotina fixa para o horário de dormir e explique os passos para ela (ex.: banho, história, luz baixa). Se possível, use imagens ou brinquedos para “mostrar” o que vai acontecer.
• Ofereça escolhas limitadas: “Você quer usar o pijama azul ou rosa?” Isso dá uma sensação de controle e reduz o conflito.
2. Acolhimento sem reforço negativo
• Durante a crise, mantenha a calma (ainda que seja desafiador). Sente-se próxima, mas não tente “resolver” imediatamente. Apenas diga frases como:
• “Eu estou aqui, entendo que você está brava.”
• “Quando você estiver pronta, vou te ajudar.”
• Se ela tentar se machucar ou te agredir, gentilmente segure suas mãos e diga com firmeza: “Eu não vou deixar você ou ninguém se machucar.”
3. Valide os sentimentos dela
• Mostre que entende a frustração dela, mas estabeleça limites:
• “Eu sei que você sente saudades do papai, mas não pode se arranhar.”
• É importante que ela saiba que você reconhece o que está sentindo, mas isso não significa ceder ou reforçar comportamentos inadequados.
4. Cuidado com o afastamento total
• Sair do ambiente pode ser interpretado por ela como rejeição, intensificando o choro. Se precisar de espaço, explique antes:
• “Eu vou ali respirar e já volto. Estou aqui por perto.”
5. Evite reforçar a birra com longas negociações
• Após a crise passar, use o momento para conversar:
• “Ontem você chorou muito porque estava brava. Vamos pensar juntas como fazer diferente hoje.”
• Ensine palavras simples para os sentimentos dela, como: “Tristeza”, “Raiva”, ou “Saudade”.
4. Reduza sua sobrecarga emocional
• Procure suporte: Além de considerar uma ajuda profissional (psicólogo ou terapeuta), compartilhe a carga emocional e prática com amigos, familiares ou até vizinhos.
• Se o pai da criança está distante, ele ainda pode ajudar remotamente, como ligar para a filha em horários fixos ou enviar mensagens. Essa constância pode ajudar a reduzir a ansiedade dela.
• Crie momentos de respiro: Se possível, peça ajuda para cuidar dela por algumas horas por semana, para que você possa recarregar.
5. Sinais de alerta para ajuda profissional
Além de buscar apoio psicológico para si mesma, observe comportamentos que podem indicar que sua filha também está precisando de atenção especializada, como:
• Crises muito frequentes e intensas, fora do padrão de idade.
• Autoagressão constante.
• Dificuldade em interagir ou brincar normalmente.
Por fim, reconheço sua força ao lidar com tantas adversidades ao mesmo tempo. Busque uma rede de apoio e lembre-se de que situações assim são temporárias. Com paciência, cuidado e ajustes na rotina, vocês podem superar essa fase com mais leveza. Você está no caminho certo, apenas precisa de ferramentas mais adequadas e, principalmente, de suporte para si mesma. Abraços, Dr. Sandro Dibi.
1. Entenda o contexto da sua filha
• Crianças de três anos estão em uma fase de desenvolvimento emocional intenso. Elas ainda não conseguem regular suas emoções sozinhas, então as birras são, em grande parte, uma forma de expressão para sentimentos que não conseguem verbalizar, como insegurança, saudade do pai ou mudanças no ambiente.
• A ausência do pai e a mudança para um novo lar são fatores que certamente estão contribuindo para o aumento das crises, pois crianças dessa idade são muito sensíveis a alterações no ambiente e na rotina.
2. Preserve sua paciência e autoempatia
• Você mencionou sua dificuldade em controlar a paciência, o que é totalmente compreensível dado o contexto de privação de sono e sobrecarga emocional. Porém, o impacto do seu estresse no comportamento da sua filha é significativo, já que crianças tendem a “captar” as emoções dos cuidadores.
• Evite culpa: Reconhecer que está sobrecarregada já é um grande passo. Trate-se com a mesma compaixão que deseja demonstrar à sua filha. É essencial que você encontre pequenos momentos de autocuidado, ainda que mínimos, como respirar profundamente por alguns minutos.
3. Estratégias para lidar com as birras
1. Antecipação e rotina clara
• Crianças precisam de previsibilidade para se sentirem seguras. Estabeleça uma rotina fixa para o horário de dormir e explique os passos para ela (ex.: banho, história, luz baixa). Se possível, use imagens ou brinquedos para “mostrar” o que vai acontecer.
• Ofereça escolhas limitadas: “Você quer usar o pijama azul ou rosa?” Isso dá uma sensação de controle e reduz o conflito.
2. Acolhimento sem reforço negativo
• Durante a crise, mantenha a calma (ainda que seja desafiador). Sente-se próxima, mas não tente “resolver” imediatamente. Apenas diga frases como:
• “Eu estou aqui, entendo que você está brava.”
• “Quando você estiver pronta, vou te ajudar.”
• Se ela tentar se machucar ou te agredir, gentilmente segure suas mãos e diga com firmeza: “Eu não vou deixar você ou ninguém se machucar.”
3. Valide os sentimentos dela
• Mostre que entende a frustração dela, mas estabeleça limites:
• “Eu sei que você sente saudades do papai, mas não pode se arranhar.”
• É importante que ela saiba que você reconhece o que está sentindo, mas isso não significa ceder ou reforçar comportamentos inadequados.
4. Cuidado com o afastamento total
• Sair do ambiente pode ser interpretado por ela como rejeição, intensificando o choro. Se precisar de espaço, explique antes:
• “Eu vou ali respirar e já volto. Estou aqui por perto.”
5. Evite reforçar a birra com longas negociações
• Após a crise passar, use o momento para conversar:
• “Ontem você chorou muito porque estava brava. Vamos pensar juntas como fazer diferente hoje.”
• Ensine palavras simples para os sentimentos dela, como: “Tristeza”, “Raiva”, ou “Saudade”.
4. Reduza sua sobrecarga emocional
• Procure suporte: Além de considerar uma ajuda profissional (psicólogo ou terapeuta), compartilhe a carga emocional e prática com amigos, familiares ou até vizinhos.
• Se o pai da criança está distante, ele ainda pode ajudar remotamente, como ligar para a filha em horários fixos ou enviar mensagens. Essa constância pode ajudar a reduzir a ansiedade dela.
• Crie momentos de respiro: Se possível, peça ajuda para cuidar dela por algumas horas por semana, para que você possa recarregar.
5. Sinais de alerta para ajuda profissional
Além de buscar apoio psicológico para si mesma, observe comportamentos que podem indicar que sua filha também está precisando de atenção especializada, como:
• Crises muito frequentes e intensas, fora do padrão de idade.
• Autoagressão constante.
• Dificuldade em interagir ou brincar normalmente.
Por fim, reconheço sua força ao lidar com tantas adversidades ao mesmo tempo. Busque uma rede de apoio e lembre-se de que situações assim são temporárias. Com paciência, cuidado e ajustes na rotina, vocês podem superar essa fase com mais leveza. Você está no caminho certo, apenas precisa de ferramentas mais adequadas e, principalmente, de suporte para si mesma. Abraços, Dr. Sandro Dibi.
A situação descrita é complexa e, claramente, desgastante emocional e fisicamente. É evidente que tanto a mãe quanto a bebê estão vivendo um período de transição e vulnerabilidade. Vou deixar avaixo algumas reflexões e sugestões práticas para abordar essa questão:
Sobre as birras da criança
1. Contexto emocional:
A bebê provavelmente está reagindo à mudança de ambiente e à ausência temporária do pai, mesmo que ainda não compreenda ou verbalize isso. Crianças pequenas sentem as tensões no ambiente e muitas vezes as expressam por meio de comportamentos desafiadores.
2. Birras como comunicação:
Para ela, essas "birras" são uma forma de expressar o que sente e de pedir conforto, mesmo que de maneira desorganizada. Ao gritar, chorar ou se agredir, ela está tentando processar emoções que não consegue entender ou explicar.
3. Evitar reforço negativo:
Embora seja difícil, manter a calma é essencial. Gritar ou perder a paciência pode intensificar o comportamento, já que a criança percebe isso como uma validação do caos que sente.
Como agir no momento das crises
1. Segurança emocional:
Se ela não permite ser abraçada ou consolada, tente criar um espaço seguro, permanecendo por perto, mas sem forçá-la a interagir. Por exemplo:
Fique ao lado dela, em silêncio ou com palavras tranquilizadoras como: "Eu estou aqui. Quando você quiser, podemos conversar ou se abraçar."
Evite sair do ambiente, pois isso pode aumentar a sensação de abandono.
2. Estratégias preventivas antes de dormir:
Crie uma rotina fixa e previsível para a hora de dormir, incluindo atividades calmantes, como leitura de histórias ou uma música suave.
Estabeleça limites claros, mas com empatia. Por exemplo: "Eu vou ficar aqui até você se sentir mais tranquila, mas não podemos gritar ou nos machucar."
3. Quando ela se agride ou tenta agredir você:
Segure gentilmente suas mãos, sem gritar ou usar força, dizendo: "Eu não vou deixar você se machucar. Estou aqui para ajudar."
Sobrecarregamento e culpa
1. Reconhecer limites:
O esgotamento está evidente e é natural sentir-se sobresobrecarregada quando não há tempo para autocuidado. Entender que ninguém é uma "mãe perfeita" ajuda a aliviar a culpa. O importante é a intenção de melhorar.
2. Cuidar de si:
Busque apoio, seja de familiares, amigos ou até mesmo grupos online de mães que enfrentam desafios semelhantes. Compartilhar experiências pode ser libertador.
Considere procurar um terapeuta para trabalhar os sentimentos de exaustão, raiva e tristeza. Um profissional pode ajudar a encontrar estratégias para lidar com os desafios emocionais.
3. Reconexão com o pai da criança:
Mesmo que estejam em processo de separação, é fundamental que o pai participe ativamente, mesmo à distância, para dar suporte emocional à filha e a você. Um vídeo ou ligação pode fazer diferença.
Reflexão Psicanalítica
A dinâmica entre mãe e filha neste momento parece refletir a complexidade da relação com o pai. A bebê pode estar captando as tensões não resolvidas e expressando isso de forma intensa. Do ponto de vista psicanalítico, compreender como os seus sentimentos em relação ao pai e à separação estão influenciando a interação com a filha pode ser um passo importante.
Além disso, é importante acolher sua frustração e buscar compreender como a maternidade tem mobilizado em você questões de limites, cuidado e autocobrança. Estar sobrecarregada não faz de você uma "má mãe", mas uma mãe que precisa de ajuda e tempo para se reequilibrar.
Permita-se ser gentil consigo mesma. Você já está fazendo o melhor que pode em circunstâncias difíceis, e buscar ajuda é um passo corajoso e necessário. A mudança começa com pequenos ajustes na forma como você se relaciona consigo mesma e com sua filha.
Fico a sua disposição.
Sobre as birras da criança
1. Contexto emocional:
A bebê provavelmente está reagindo à mudança de ambiente e à ausência temporária do pai, mesmo que ainda não compreenda ou verbalize isso. Crianças pequenas sentem as tensões no ambiente e muitas vezes as expressam por meio de comportamentos desafiadores.
2. Birras como comunicação:
Para ela, essas "birras" são uma forma de expressar o que sente e de pedir conforto, mesmo que de maneira desorganizada. Ao gritar, chorar ou se agredir, ela está tentando processar emoções que não consegue entender ou explicar.
3. Evitar reforço negativo:
Embora seja difícil, manter a calma é essencial. Gritar ou perder a paciência pode intensificar o comportamento, já que a criança percebe isso como uma validação do caos que sente.
Como agir no momento das crises
1. Segurança emocional:
Se ela não permite ser abraçada ou consolada, tente criar um espaço seguro, permanecendo por perto, mas sem forçá-la a interagir. Por exemplo:
Fique ao lado dela, em silêncio ou com palavras tranquilizadoras como: "Eu estou aqui. Quando você quiser, podemos conversar ou se abraçar."
Evite sair do ambiente, pois isso pode aumentar a sensação de abandono.
2. Estratégias preventivas antes de dormir:
Crie uma rotina fixa e previsível para a hora de dormir, incluindo atividades calmantes, como leitura de histórias ou uma música suave.
Estabeleça limites claros, mas com empatia. Por exemplo: "Eu vou ficar aqui até você se sentir mais tranquila, mas não podemos gritar ou nos machucar."
3. Quando ela se agride ou tenta agredir você:
Segure gentilmente suas mãos, sem gritar ou usar força, dizendo: "Eu não vou deixar você se machucar. Estou aqui para ajudar."
Sobrecarregamento e culpa
1. Reconhecer limites:
O esgotamento está evidente e é natural sentir-se sobresobrecarregada quando não há tempo para autocuidado. Entender que ninguém é uma "mãe perfeita" ajuda a aliviar a culpa. O importante é a intenção de melhorar.
2. Cuidar de si:
Busque apoio, seja de familiares, amigos ou até mesmo grupos online de mães que enfrentam desafios semelhantes. Compartilhar experiências pode ser libertador.
Considere procurar um terapeuta para trabalhar os sentimentos de exaustão, raiva e tristeza. Um profissional pode ajudar a encontrar estratégias para lidar com os desafios emocionais.
3. Reconexão com o pai da criança:
Mesmo que estejam em processo de separação, é fundamental que o pai participe ativamente, mesmo à distância, para dar suporte emocional à filha e a você. Um vídeo ou ligação pode fazer diferença.
Reflexão Psicanalítica
A dinâmica entre mãe e filha neste momento parece refletir a complexidade da relação com o pai. A bebê pode estar captando as tensões não resolvidas e expressando isso de forma intensa. Do ponto de vista psicanalítico, compreender como os seus sentimentos em relação ao pai e à separação estão influenciando a interação com a filha pode ser um passo importante.
Além disso, é importante acolher sua frustração e buscar compreender como a maternidade tem mobilizado em você questões de limites, cuidado e autocobrança. Estar sobrecarregada não faz de você uma "má mãe", mas uma mãe que precisa de ajuda e tempo para se reequilibrar.
Permita-se ser gentil consigo mesma. Você já está fazendo o melhor que pode em circunstâncias difíceis, e buscar ajuda é um passo corajoso e necessário. A mudança começa com pequenos ajustes na forma como você se relaciona consigo mesma e com sua filha.
Fico a sua disposição.
A situação que você está vivendo é emocionalmente desafiadora e complexa. Você demonstra uma sensibilidade admirável ao perceber o impacto de suas próprias emoções no comportamento de sua filha e buscar soluções que priorizem o bem-estar dela. Abaixo, apresento uma análise sob a perspectiva psicanalítica, juntamente com algumas orientações práticas.
1. Entender o contexto emocional
Do ponto de vista psicanalítico, as birras de sua filha podem ser vistas como uma forma de expressão diante de um cenário que, para ela, é emocionalmente turbulento. Mudanças como a mudança de residência, a ausência temporária do pai e a possível tensão percebida entre vocês podem estar gerando insegurança. Para uma criança de três anos, que ainda está desenvolvendo suas habilidades emocionais e de linguagem, o choro e os "ataques" podem ser formas de pedir ajuda, mesmo que pareçam desafiadores.
A birra é, muitas vezes, a manifestação de uma frustração que a criança ainda não sabe nomear. Ela pode estar reagindo tanto à ausência do pai quanto à energia emocional que percebe em você. As crianças têm uma capacidade aguçada de captar o estado emocional dos pais, mesmo que não compreendam verbalmente o que está acontecendo.
2. Cuide primeiro de si mesma
Você está claramente sobrecarregada e exausta, e isso é compreensível. Não é possível oferecer paciência e tranquilidade à sua filha se você mesma está em sofrimento constante. É essencial que você busque um espaço para elaborar seus sentimentos, seja por meio de terapia ou grupos de apoio. Esse cuidado consigo mesma não é um luxo; é uma necessidade para fortalecer sua capacidade de estar emocionalmente disponível para ela.
Se possível:
Reserve um momento, por menor que seja, para algo que a acalme e a reconecte consigo mesma. Pode ser um banho relaxante, uma breve caminhada ou mesmo ouvir uma música que você gosta.
Peça ajuda. Talvez alguém próximo (uma amiga, um familiar) possa ficar com sua filha por um curto período, permitindo que você recarregue um pouco suas energias.
3. Estratégias práticas para lidar com as birras
Diante das crises de sua filha, é importante tentar abordagens que respeitem o estado emocional dela, mas também os seus limites. Algumas sugestões práticas:
Acolhimento emocional (mesmo que ela resista)
Mesmo quando ela rejeita o colo ou o abraço, estar próxima e disponível transmite segurança. Frases como "Eu estou aqui com você, mesmo que você esteja chateada" podem ajudar, mesmo que não pareça surtir efeito imediato.
Lembre-se: a rejeição ao colo ou ao consolo não significa que ela não precisa de você; é a forma dela expressar o que está sentindo naquele momento.
Nomear as emoções
Ajude sua filha a identificar e nomear o que ela sente. Algo como:
"Você está com raiva porque as coisas mudaram, não é?"
"Eu sei que está difícil. Você está triste e sente saudades do papai?"
Isso ajuda a criança a começar a compreender e organizar suas próprias emoções.
Estabelecer limites com firmeza e carinho
Se ela começa a se arranhar ou tentar machucar você, é importante estabelecer limites claros:
"Eu não vou deixar você se machucar nem me machucar. Vou segurar suas mãos para te proteger."
Use um tom firme, mas sem agressividade, mostrando que você está no controle da situação e preocupada com o bem-estar dela.
Permita pequenas escolhas
Crianças nessa idade estão descobrindo a própria autonomia e, muitas vezes, resistem porque querem se sentir no controle. Oferecer escolhas simples pode ajudar:
"Você prefere segurar meu ursinho ou minha mão enquanto se acalma?"
"Quer que eu sente aqui do lado ou mais perto de você?"
Criar uma rotina previsível
Mudanças como a que vocês estão vivendo podem desestruturar a rotina, o que agrava o comportamento. Reforce horários e rituais, especialmente antes de dormir, para que ela se sinta mais segura.
4. Sobre você: lidando com a culpa e a exaustão
É comum sentir culpa por perder a paciência ou não conseguir reagir da forma ideal. No entanto, culpar-se só aumenta o peso que você já carrega. Em vez disso:
Reconheça que você está fazendo o melhor que pode nas circunstâncias atuais.
Quando perder a paciência, peça desculpas de forma simples: "Desculpe por ter gritado. A mamãe também está aprendendo a lidar com as coisas."
A psicanálise nos lembra que os pais não precisam ser perfeitos; eles precisam ser suficientemente bons. Isso significa que erros acontecem, mas o que importa é o esforço para reparar e construir um ambiente de amor e respeito.
5. Proximidade com o pai
Ainda que você e o pai estejam em processo de separação, é importante que ele participe emocionalmente na medida do possível. Vídeos, chamadas ou qualquer interação que reforce a presença dele podem ajudar a minimizar a insegurança de sua filha.
Conclusão
A situação que você está enfrentando exige um cuidado especial consigo mesma e com sua filha. Você está lidando com um momento de transição, e é natural que surjam sentimentos intensos. O mais importante é lembrar que nenhuma crise é permanente. Ao buscar ajuda para si mesma, organizar as emoções de sua filha e estabelecer limites com carinho, você estará construindo um ambiente mais seguro e acolhedor para ambas. E lembre-se: procurar apoio profissional não é um sinal de fraqueza, mas um ato de coragem e cuidado.
1. Entender o contexto emocional
Do ponto de vista psicanalítico, as birras de sua filha podem ser vistas como uma forma de expressão diante de um cenário que, para ela, é emocionalmente turbulento. Mudanças como a mudança de residência, a ausência temporária do pai e a possível tensão percebida entre vocês podem estar gerando insegurança. Para uma criança de três anos, que ainda está desenvolvendo suas habilidades emocionais e de linguagem, o choro e os "ataques" podem ser formas de pedir ajuda, mesmo que pareçam desafiadores.
A birra é, muitas vezes, a manifestação de uma frustração que a criança ainda não sabe nomear. Ela pode estar reagindo tanto à ausência do pai quanto à energia emocional que percebe em você. As crianças têm uma capacidade aguçada de captar o estado emocional dos pais, mesmo que não compreendam verbalmente o que está acontecendo.
2. Cuide primeiro de si mesma
Você está claramente sobrecarregada e exausta, e isso é compreensível. Não é possível oferecer paciência e tranquilidade à sua filha se você mesma está em sofrimento constante. É essencial que você busque um espaço para elaborar seus sentimentos, seja por meio de terapia ou grupos de apoio. Esse cuidado consigo mesma não é um luxo; é uma necessidade para fortalecer sua capacidade de estar emocionalmente disponível para ela.
Se possível:
Reserve um momento, por menor que seja, para algo que a acalme e a reconecte consigo mesma. Pode ser um banho relaxante, uma breve caminhada ou mesmo ouvir uma música que você gosta.
Peça ajuda. Talvez alguém próximo (uma amiga, um familiar) possa ficar com sua filha por um curto período, permitindo que você recarregue um pouco suas energias.
3. Estratégias práticas para lidar com as birras
Diante das crises de sua filha, é importante tentar abordagens que respeitem o estado emocional dela, mas também os seus limites. Algumas sugestões práticas:
Acolhimento emocional (mesmo que ela resista)
Mesmo quando ela rejeita o colo ou o abraço, estar próxima e disponível transmite segurança. Frases como "Eu estou aqui com você, mesmo que você esteja chateada" podem ajudar, mesmo que não pareça surtir efeito imediato.
Lembre-se: a rejeição ao colo ou ao consolo não significa que ela não precisa de você; é a forma dela expressar o que está sentindo naquele momento.
Nomear as emoções
Ajude sua filha a identificar e nomear o que ela sente. Algo como:
"Você está com raiva porque as coisas mudaram, não é?"
"Eu sei que está difícil. Você está triste e sente saudades do papai?"
Isso ajuda a criança a começar a compreender e organizar suas próprias emoções.
Estabelecer limites com firmeza e carinho
Se ela começa a se arranhar ou tentar machucar você, é importante estabelecer limites claros:
"Eu não vou deixar você se machucar nem me machucar. Vou segurar suas mãos para te proteger."
Use um tom firme, mas sem agressividade, mostrando que você está no controle da situação e preocupada com o bem-estar dela.
Permita pequenas escolhas
Crianças nessa idade estão descobrindo a própria autonomia e, muitas vezes, resistem porque querem se sentir no controle. Oferecer escolhas simples pode ajudar:
"Você prefere segurar meu ursinho ou minha mão enquanto se acalma?"
"Quer que eu sente aqui do lado ou mais perto de você?"
Criar uma rotina previsível
Mudanças como a que vocês estão vivendo podem desestruturar a rotina, o que agrava o comportamento. Reforce horários e rituais, especialmente antes de dormir, para que ela se sinta mais segura.
4. Sobre você: lidando com a culpa e a exaustão
É comum sentir culpa por perder a paciência ou não conseguir reagir da forma ideal. No entanto, culpar-se só aumenta o peso que você já carrega. Em vez disso:
Reconheça que você está fazendo o melhor que pode nas circunstâncias atuais.
Quando perder a paciência, peça desculpas de forma simples: "Desculpe por ter gritado. A mamãe também está aprendendo a lidar com as coisas."
A psicanálise nos lembra que os pais não precisam ser perfeitos; eles precisam ser suficientemente bons. Isso significa que erros acontecem, mas o que importa é o esforço para reparar e construir um ambiente de amor e respeito.
5. Proximidade com o pai
Ainda que você e o pai estejam em processo de separação, é importante que ele participe emocionalmente na medida do possível. Vídeos, chamadas ou qualquer interação que reforce a presença dele podem ajudar a minimizar a insegurança de sua filha.
Conclusão
A situação que você está enfrentando exige um cuidado especial consigo mesma e com sua filha. Você está lidando com um momento de transição, e é natural que surjam sentimentos intensos. O mais importante é lembrar que nenhuma crise é permanente. Ao buscar ajuda para si mesma, organizar as emoções de sua filha e estabelecer limites com carinho, você estará construindo um ambiente mais seguro e acolhedor para ambas. E lembre-se: procurar apoio profissional não é um sinal de fraqueza, mas um ato de coragem e cuidado.
Olá! Sinto muito que esteja passando por toda essa sobrecarga, reconhecer que precisa de ajuda profissional é muito importante, busque um psicólogo/ psicanalista para poder ter um espaço de escuta sensível, acolhimento e investigação para essas questões que estão afetando a você, o ambiente familiar e consequentemente sua filha. Em relação à como manejar as “birras” aconselho que sempre que ela for tentar agredir segure firme o braço dela e diga que não pode, não vejo problemas em permanecer ao lado nesses momentos, talvez só sua presença funcione como uma forma de acolhimento. Espero ter ajudado, estou à disposição!
Em primeiro lugar, quero reconhecer o quanto você tem se esforçado para cuidar da sua filha, mesmo em meio a tantas dificuldades. É evidente o quanto você se preocupa com ela e deseja fazer o melhor, mesmo estando sobrecarregada emocional e fisicamente. Essa sua busca por respostas e por um caminho mais tranquilo já demonstra o quanto você está comprometida com o bem-estar de ambas.
A psicanálise pode ser uma grande aliada nesse momento tão delicado. Em um processo terapêutico, podemos explorar juntos o que essa fase da maternidade está despertando em você, os sentimentos que ela traz e como as experiências do passado podem estar influenciando suas reações atuais. Além disso, podemos construir, com o tempo, formas de lidar com essas situações de maneira que te tragam mais segurança e equilíbrio.
Sobre as "birras" da sua filha, é importante lembrar que, além de ser uma fase natural do desenvolvimento infantil, ela pode estar reagindo às mudanças ao redor, como a nova casa e a ausência temporária do pai. Crianças pequenas têm dificuldade de expressar o que sentem em palavras, e muitas vezes o comportamento é a forma que encontram para comunicar seu desconforto. Quando ela exige sua presença mesmo enquanto chora ou se agita, pode estar tentando dizer que precisa sentir que você está com ela, mesmo que o momento seja desafiador.
A sua sensação de estar sobrecarregada e às vezes perder a paciência também é compreensível. Você não está sozinha nesse sentimento, e ele não faz de você uma mãe ruim. Buscar ajuda para cuidar de si mesma, como você já percebeu, será um passo importante. Quando você se sente mais fortalecida emocionalmente, isso se reflete positivamente na relação com sua filha.
Se você desejar, podemos conversar mais profundamente sobre tudo isso em um espaço seguro e acolhedor. Juntas, podemos explorar formas de ressignificar esses desafios e encontrar mais leveza nesse caminho da maternidade.
A psicanálise pode ser uma grande aliada nesse momento tão delicado. Em um processo terapêutico, podemos explorar juntos o que essa fase da maternidade está despertando em você, os sentimentos que ela traz e como as experiências do passado podem estar influenciando suas reações atuais. Além disso, podemos construir, com o tempo, formas de lidar com essas situações de maneira que te tragam mais segurança e equilíbrio.
Sobre as "birras" da sua filha, é importante lembrar que, além de ser uma fase natural do desenvolvimento infantil, ela pode estar reagindo às mudanças ao redor, como a nova casa e a ausência temporária do pai. Crianças pequenas têm dificuldade de expressar o que sentem em palavras, e muitas vezes o comportamento é a forma que encontram para comunicar seu desconforto. Quando ela exige sua presença mesmo enquanto chora ou se agita, pode estar tentando dizer que precisa sentir que você está com ela, mesmo que o momento seja desafiador.
A sua sensação de estar sobrecarregada e às vezes perder a paciência também é compreensível. Você não está sozinha nesse sentimento, e ele não faz de você uma mãe ruim. Buscar ajuda para cuidar de si mesma, como você já percebeu, será um passo importante. Quando você se sente mais fortalecida emocionalmente, isso se reflete positivamente na relação com sua filha.
Se você desejar, podemos conversar mais profundamente sobre tudo isso em um espaço seguro e acolhedor. Juntas, podemos explorar formas de ressignificar esses desafios e encontrar mais leveza nesse caminho da maternidade.
Quando se trata de criança falamos em desregulação emocional, pelo fato de estar em desenvolvimento. Pelas reações apresentadas é visível que há um incômodo que pode vir de várias áreas. Sugiro uma avaliação com neurologista e acompanhamento terapêutico. Assim um profissional terá condições de identificar os reais motivos deste comportamento que pode não estar relacionado a " birras". Forte abraço!
Diante da situação que descreve, é importante lembrar que a sua bebê está em um momento de descoberta de si mesma e dos seus limites, além de estar passando por mudanças em sua rotina. É fundamental oferecer segurança e acolhimento, mesmo que seja difícil. Busque maneiras de se manter calma e controlar suas reações, pois a forma como você lida com esses momentos pode influenciar no comportamento dela. Procure ajuda profissional para lidar com a sobrecarga emocional que está enfrentando. Lembre-se, cuidar de si mesma também é fundamental para cuidar da sua filha.
Como você disse que: Só gostaria mesmo de uma dica para que eu possa fazer nesses ataques dela, porque ficar deixando ela agredir a mim ou a ela, esperneando e resmungando acho que não é o correto a fazer. E coloca a Obs: Sei que preciso procurar ajuda pelo estado que estou. A única coisa que posso dizer à distância é: Observe você mesma, seus sentimentos, sensações do corpo e pensamentos quando isso ocorre. Observe seu impulso, o que você fica com vontade de fazer. Dê algum espaço para observar você mesma. Tudo que acontece dentro de você é seu e é aí dentro que está a sua solução. Fico á disposição. Abraço.
Entendo que você está passando por um momento desafiador. A fase dos três anos pode ser bastante intensa, especialmente quando se trata de birras e mudanças na rotina. É importante lembrar que esse comportamento é comum nessa idade, onde as crianças estão explorando suas emoções e testando limites. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudá-la a lidar com essas situações:
1. **Estabeleça uma Rotina**: Crianças pequenas se beneficiam muito de rotinas previsíveis. Tente criar um ritual de sono que inclua atividades calmantes, como ler uma história ou ouvir música suave. Isso pode ajudar sua filha a se sentir mais segura e preparada para dormir.
2. **Validação dos Sentimentos**: Quando sua filha estiver chorando ou fazendo birra, tente validar os sentimentos dela. Você pode dizer algo como: "Eu sei que você está muito chateada agora, e tudo bem sentir isso." Isso ajuda a criança a entender que seus sentimentos são normais.
3. **Tempo para Calma**: Se ela não quer ser abraçada ou consolada, talvez seja útil criar um espaço seguro onde ela possa se acalmar sozinha. Um cantinho tranquilo com brinquedos ou livros pode ser uma opção.
4. **Consistência e Paciência**: É fundamental ser consistente nas suas respostas às birras. Se você decidir que não vai ceder a um comportamento específico, mantenha-se firme, mas sempre com carinho.
5. **Cuide de Você**: É compreensível sentir-se sobrecarregada, especialmente em tempos difíceis. Tente encontrar momentos para cuidar de si mesma, mesmo que sejam breves. Isso pode fazer uma grande diferença em sua capacidade de lidar com as situações.
6. **Procure Apoio**: Não hesite em buscar apoio profissional, como terapia ou grupos de apoio para mães. Conversar com alguém sobre o que você está passando pode ser muito benéfico.
Lembre-se de que é normal sentir frustração e cansaço. O importante é reconhecer esses sentimentos e procurar maneiras saudáveis de lidar com eles. Se precisar conversar mais ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!
1. **Estabeleça uma Rotina**: Crianças pequenas se beneficiam muito de rotinas previsíveis. Tente criar um ritual de sono que inclua atividades calmantes, como ler uma história ou ouvir música suave. Isso pode ajudar sua filha a se sentir mais segura e preparada para dormir.
2. **Validação dos Sentimentos**: Quando sua filha estiver chorando ou fazendo birra, tente validar os sentimentos dela. Você pode dizer algo como: "Eu sei que você está muito chateada agora, e tudo bem sentir isso." Isso ajuda a criança a entender que seus sentimentos são normais.
3. **Tempo para Calma**: Se ela não quer ser abraçada ou consolada, talvez seja útil criar um espaço seguro onde ela possa se acalmar sozinha. Um cantinho tranquilo com brinquedos ou livros pode ser uma opção.
4. **Consistência e Paciência**: É fundamental ser consistente nas suas respostas às birras. Se você decidir que não vai ceder a um comportamento específico, mantenha-se firme, mas sempre com carinho.
5. **Cuide de Você**: É compreensível sentir-se sobrecarregada, especialmente em tempos difíceis. Tente encontrar momentos para cuidar de si mesma, mesmo que sejam breves. Isso pode fazer uma grande diferença em sua capacidade de lidar com as situações.
6. **Procure Apoio**: Não hesite em buscar apoio profissional, como terapia ou grupos de apoio para mães. Conversar com alguém sobre o que você está passando pode ser muito benéfico.
Lembre-se de que é normal sentir frustração e cansaço. O importante é reconhecer esses sentimentos e procurar maneiras saudáveis de lidar com eles. Se precisar conversar mais ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!
Li várias vezes seu depoimento
. Primeiro acredite que existe cura do seu problema. A terapia começa com pensar e falar de forma sadia. Por isso NÃO PENSE NEM FALE EU SOU UM MAL EXEMPLO. pense e fale NO PASSADO EU TENHO SIDO UM MAL EXEMPLO MAS DECIDO NÃO SER ASSIM. Veja no YouTube as palestras sobre EXTINÇÃO EM PSICOLOGIA. coloque em prática. Também aprenda a NÃO PERDER A PACIENCIA. Mantenha a sua paz. Ela, inteligente, percebe que não domina você. Você é a mãe estável, sadia que a ama mas a educa. Quando ela fizer o inaceitável aprenda a dar reforço negativo. Exemplo : NÃO DE NENHUMA ATENÇÃO. Quando ela agir de forma aceitável, sadia, de reforço positivo Ex. Carinho, atenção, comida que ela adora. REPITO: TEM CURA. Use todas as fontes de ajuda que existem. Entre elas cito 2: 1. As da psicoterapia (cada linha tem contribuições 2. Use a verdadeira espiritualidade Ex prática de oração e meditação transcendental. Peço a Deus por você.
. Primeiro acredite que existe cura do seu problema. A terapia começa com pensar e falar de forma sadia. Por isso NÃO PENSE NEM FALE EU SOU UM MAL EXEMPLO. pense e fale NO PASSADO EU TENHO SIDO UM MAL EXEMPLO MAS DECIDO NÃO SER ASSIM. Veja no YouTube as palestras sobre EXTINÇÃO EM PSICOLOGIA. coloque em prática. Também aprenda a NÃO PERDER A PACIENCIA. Mantenha a sua paz. Ela, inteligente, percebe que não domina você. Você é a mãe estável, sadia que a ama mas a educa. Quando ela fizer o inaceitável aprenda a dar reforço negativo. Exemplo : NÃO DE NENHUMA ATENÇÃO. Quando ela agir de forma aceitável, sadia, de reforço positivo Ex. Carinho, atenção, comida que ela adora. REPITO: TEM CURA. Use todas as fontes de ajuda que existem. Entre elas cito 2: 1. As da psicoterapia (cada linha tem contribuições 2. Use a verdadeira espiritualidade Ex prática de oração e meditação transcendental. Peço a Deus por você.
Sim. Deve procurar ajuda de um profissional por você e pela sua filha. A vida continua... Não está conseguindo lidar com essa situação sozinha.
Quanto mais você corresponder a expectativa dela pior. Uma ideia maravilhosa é imita-la. Na minha experiência clinica e pessoal, toda vez que a criança nos deixa sem saber o que fazer, imitar foi o caminho para dissolver a birra e a choradeira: a gente começa a imita-la e a criança começa a rir. Outra caminho é você pegar um bichinho de pelúcia e fazer um teatrinho, a criança para tudo para ouvir, você pode fingir uma conversa com o bichinho de pelúcia ou boneca e a curiosidade da criança fará ela parar pra te ouvir. Nessas horas nos precisamos ser criativos. Todo ser humano é criativo por natureza, só precisa resgatar a criatividade.
Outro ponto importante é preciso conversar com a sua filha dizendo que você e o papai não vão mais brigar. Saiba que o que tem feito o seu esposo e você brigarem é o ego!
Liberte-se do ego inflado e a vida vai melhorar,
Um abraço,
Lea
Outro ponto importante é preciso conversar com a sua filha dizendo que você e o papai não vão mais brigar. Saiba que o que tem feito o seu esposo e você brigarem é o ego!
Liberte-se do ego inflado e a vida vai melhorar,
Um abraço,
Lea
Bom dia. A situação merece atenção. Você poderia procurar um psicanalista ou psicólogo especialista em tratamento de crianças, este vai poder verificar o que está acontecendo e te dar orientações, mas de repente, seria bom fazer um tratamento em paralelo. A criança com um especialista e você com outro. Durante uma análise, podemos descobrir coisas importantes e às vezes muito simples, mas que na correria e no dia a dia, nos passa despercebidas.
Olá! Você já sabe que precisa de ajuda. Parece que sua filha fica insegura no momento de dormir. E pelo que entendi, você concilia este momento com outras atividades. Importante criar um ambiente tranquilo para a criança saber que está na hora de dormir. Baixa luminosidade, silêncio, voz mais tranquila, um banho relaxante com água morna, chazinho que acalme. Também pode criar um ritual de arrumar o cantinho dela com um móbile ou imagens que ela reconheça ao despertar e se sinta segura. Dar a ela um objeto (bichinho de pelúcia) que ela possa abraçar para dormir e encontrar se desperta na noite. Contar um história com livrinho que tenha algumas imagens. Tudo isso pode induzir ao sono. Mas a tua presença parece estar sendo solicitada, talvez tua agitação possa estar sendo lida pela tua filha como que tu quer se livrar deste momento logo e ela sinta isto com insegurança. Mesmo que todas estas indicações possam parecer dar mais trabalho, bom lembrar que faz parte da criação de uma criança!
É muito importante reconhecer que o comportamento da sua filha reflete tanto sua fase de desenvolvimento quanto a adaptação às mudanças no ambiente familiar. Para lidar com as "birras", tente criar uma rotina calma antes de dormir, com atividades tranquilizadoras,sua estabilidade pode a ajudar, e evite conflitos nesse momento. Quando ela estiver descontrolada, mantenha uma postura firme e acolhedora, dizendo que está ali para ajudá-la a se acalmar, mas sem permitir agressões. Se sair do ambiente piora a situação, tente ficar presente, mas com calma, mostrando que você está no controle e não reagirá aos gritos. Seu estado emocional também é essencial; busque apoio psicológico para lidar com sua sobrecarga, pois cuidar de si mesma é fundamental para cuidar dela.
Lidar com as "birras" de uma criança de três anos pode ser desafiador, especialmente em um contexto de mudanças e estresse familiar. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar a gerenciar essas situações, considerando o que você mencionou sobre sua filha e o ambiente atual:
1. Entenda a Fase de Desenvolvimento
Crianças nessa idade estão em uma fase de desenvolvimento onde testam limites e expressam suas emoções. As birras são uma forma comum de comunicação, especialmente quando elas não conseguem expressar verbalmente o que sentem.
2. Estabeleça uma Rotina
Criar uma rotina consistente pode ajudar sua filha a se sentir mais segura. A previsibilidade nas atividades diárias, especialmente na hora de dormir, pode reduzir a ansiedade e as birras.
3. Técnicas de Acalmar
Respiração Profunda: Ensine sua filha a fazer respirações profundas quando estiver se sentindo frustrada ou chateada. Isso pode ajudar a acalmar os ânimos.
Espaço Seguro: Se ela estiver muito agitada, considere criar um "espaço seguro" onde ela possa se acalmar sozinha por alguns minutos, enquanto você a supervisiona.
4. Valide os Sentimentos Dela
Reconheça os sentimentos da sua filha, dizendo algo como: "Eu vejo que você está muito chateada agora." Validar os sentimentos dela pode ajudá-la a se sentir ouvida e compreendida.
5. Ofereça Opções
Dar à sua filha escolhas simples pode ajudá-la a sentir que tem algum controle. Por exemplo, pergunte se ela prefere ler um livro ou ouvir uma música antes de dormir.
6. Mantenha a Calma
É compreensível que você se sinta sobrecarregada e frustrada, mas tentar manter a calma é crucial. Se você sentir que está perdendo a paciência, respire fundo e dê um passo para trás por um momento.
7. Busque Apoio
Considere conversar com um profissional, como um psicólogo infantil ou terapeuta familiar, que possa oferecer suporte e estratégias específicas para lidar com essas situações.
8. Cuide de Si Mesma
Lembre-se de que cuidar de si mesma é fundamental para poder cuidar dela. Reserve um tempo para relaxar e recarregar as energias sempre que possível.
Conclusão
As birras são uma parte normal do desenvolvimento infantil, mas podem ser desafiadoras para os pais. Ao implementar algumas dessas estratégias e buscar apoio quando necessário, você pode criar um ambiente mais calmo e seguro para sua filha e para você mesma. Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas sobre esse assunto ou outros relacionados à parentalidade, estou aqui para ajudar!
1. Entenda a Fase de Desenvolvimento
Crianças nessa idade estão em uma fase de desenvolvimento onde testam limites e expressam suas emoções. As birras são uma forma comum de comunicação, especialmente quando elas não conseguem expressar verbalmente o que sentem.
2. Estabeleça uma Rotina
Criar uma rotina consistente pode ajudar sua filha a se sentir mais segura. A previsibilidade nas atividades diárias, especialmente na hora de dormir, pode reduzir a ansiedade e as birras.
3. Técnicas de Acalmar
Respiração Profunda: Ensine sua filha a fazer respirações profundas quando estiver se sentindo frustrada ou chateada. Isso pode ajudar a acalmar os ânimos.
Espaço Seguro: Se ela estiver muito agitada, considere criar um "espaço seguro" onde ela possa se acalmar sozinha por alguns minutos, enquanto você a supervisiona.
4. Valide os Sentimentos Dela
Reconheça os sentimentos da sua filha, dizendo algo como: "Eu vejo que você está muito chateada agora." Validar os sentimentos dela pode ajudá-la a se sentir ouvida e compreendida.
5. Ofereça Opções
Dar à sua filha escolhas simples pode ajudá-la a sentir que tem algum controle. Por exemplo, pergunte se ela prefere ler um livro ou ouvir uma música antes de dormir.
6. Mantenha a Calma
É compreensível que você se sinta sobrecarregada e frustrada, mas tentar manter a calma é crucial. Se você sentir que está perdendo a paciência, respire fundo e dê um passo para trás por um momento.
7. Busque Apoio
Considere conversar com um profissional, como um psicólogo infantil ou terapeuta familiar, que possa oferecer suporte e estratégias específicas para lidar com essas situações.
8. Cuide de Si Mesma
Lembre-se de que cuidar de si mesma é fundamental para poder cuidar dela. Reserve um tempo para relaxar e recarregar as energias sempre que possível.
Conclusão
As birras são uma parte normal do desenvolvimento infantil, mas podem ser desafiadoras para os pais. Ao implementar algumas dessas estratégias e buscar apoio quando necessário, você pode criar um ambiente mais calmo e seguro para sua filha e para você mesma. Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas sobre esse assunto ou outros relacionados à parentalidade, estou aqui para ajudar!
Nesse caso o mais indicado é terapia familiar
Olá! Em primeiro lugar, gostaria de dizer que tenho profunda empatia por sua situação. Veja bem, na Psicanálise não damos dicas. A ideia é que a partir de seus processos de comunicação (a fala; o brincar, para as crianças) você mesma, ao se ouvir, perceba o porquê e a origem de certos sentimentos e comportamentos. Nós, Psicanalistas, a grosso modo, auxiliamos nesse processo de descoberta. Pelo seu relato, me parece (e eu apenas posso supor, pois vocês não são minhas pacientes e eu não tenho todas as informações necessárias para uma intervenção) que a ausência do marido/pai, as recentes mudanças, as discussões entre o casal, estão impactando na saúde mental de mãe e filha. Observe que ambas tem a mesma reação de se autoinflingirem, por exemplo. Desejo boa sorte e estou à disposição.
Lendo seu relato, é importante reconhecer que sua filha de três anos não está apenas atravessando a fase normal de testar limites, típica dessa idade, mas também está sendo afetada por um ambiente doméstico que, mesmo que inconscientemente, a deixa insegura. As tensões evidentes entre vocês dois (ainda mais porque ainda moram juntos e, como você mencionou, discutem frequentemente), cria uma atmosfera emocional que ela percebe, ainda que não consiga compreender ou verbalizar. Crianças da idade dela, com seu desenvolvimento emocional em curso, são muito sensíveis às dinâmicas e emoções do ambiente familiar. Diante desse contexto, suas "birras" ou crises podem ser vistas como uma forma de expressar não apenas suas frustrações usuais, mas também sua ansiedade por não se sentir completamente segura nesse cenário.
Quando ela grita, esperneia, recusa colinho ou age de forma tão extrema, esse comportamento é menos um desafio direto à autoridade e mais uma tentativa — ainda que desregulada — de pedir acolhimento, segurança e atenção consistentes. Ela parece estar reagindo ao caos emocional percebido ao seu redor, que, nessa fase de formação psíquica, ela ainda não é capaz de processar. Mesmo que seja exaustivo para você, no fundo, essas crises representam a criança tentando reforçar o vínculo com você, sua figura mais presente nesse momento.
Diante disso, a primeira recomendação é priorizar sua própria regulação emocional. Você está claramente sobrecarregada pela soma das pressões: a criação da sua filha, a falta de sono, as dificuldades no relacionamento conjugal e a ausência de uma divisão clara de responsabilidades. Tudo isso reflete na forma como você reage às crises dela (como mencionou, às vezes perdendo a paciência). A melhor maneira de ajudá-la a lidar com as emoções dela é, primeiramente, tentar lidar com as suas. Respire fundo antes de reagir, e lembre-se de que a calma que você consegue transmitir, mesmo que seja só na postura ou no tom de voz, serve como modelo de regulação emocional para ela.
Nas crises, tente validar os sentimentos dela de forma firme e acolhedora, dizendo algo como: "Eu sei que você está brava e triste agora, é difícil mesmo, mas eu estou aqui com você." Ficar por perto, mesmo sem ela aceitar colinho ou contato físico imediato, pode ser suficiente para que ela perceba sua presença como um porto seguro. Evite diálogos explicativos durante os momentos de birra, pois eles são ineficazes enquanto ela está desorganizada emocionalmente. O que ela mais precisa é sentir que você está ali, mesmo diante de toda a sua explosão.
Além disso, tente estabelecer rotinas previsíveis, especialmente na hora de dormir. Crianças pequenas sentem-se mais seguras quando sabem o que esperar. Criar passos como banho, apagar as luzes, cantar uma música ou ler uma história curta pode ajudá-la a se preparar emocionalmente para o momento delicado do sono, que parece ser particularmente desafiador para ela. É importante também observar se há necessidades não atendidas que podem estar piorando as crises, como fome, sede ou até mesmo medo de dormir sozinha.
Agora, olhando para sua própria experiência, é essencial que você se permita cuidar da sua saúde mental. Você relatou vontade de "bater a cabeça na parede", um indicador claro de uma sobrecarga emocional que não pode ser ignorada. A convivência contínua com o pai da criança, especialmente em um relacionamento marcado por discussões frequentes, certamente contribui para essa exaustão. Embora ainda não tenham se separado formalmente, é importante reconhecer que a dinâmica entre vocês está exercendo pressão não apenas sobre você, mas sobre a filha de vocês, que percebe esse clima. Considerar a possibilidade de uma terapia de casal ou individual enquanto ainda estão convivendo juntos poderia ajudar a melhorar a convivência até que os planos futuros estejam claros.
Por fim, lembre-se de que você não precisa ser perfeita nem ter todas as soluções na ponta da língua. Sua filha não exige uma mãe que nunca perde a paciência, mas uma mãe que esteja disposta a reconhecer seus próprios limites e buscar apoio sempre que necessário. Quanto mais você se permitir cuidar emocionalmente de si mesmo e encontrar formas de aliviar essa sobrecarga — seja com ajuda externa, apoio psicológico ou colaboração mais prática de quem está à sua volta —, mais segurança ela sentirá, porque você estará emocionalmente mais disponível para ela. Você está fazendo o melhor que pode em uma situação difícil, algo que, por si só, já demonstra enorme amor e resiliência.
Quando ela grita, esperneia, recusa colinho ou age de forma tão extrema, esse comportamento é menos um desafio direto à autoridade e mais uma tentativa — ainda que desregulada — de pedir acolhimento, segurança e atenção consistentes. Ela parece estar reagindo ao caos emocional percebido ao seu redor, que, nessa fase de formação psíquica, ela ainda não é capaz de processar. Mesmo que seja exaustivo para você, no fundo, essas crises representam a criança tentando reforçar o vínculo com você, sua figura mais presente nesse momento.
Diante disso, a primeira recomendação é priorizar sua própria regulação emocional. Você está claramente sobrecarregada pela soma das pressões: a criação da sua filha, a falta de sono, as dificuldades no relacionamento conjugal e a ausência de uma divisão clara de responsabilidades. Tudo isso reflete na forma como você reage às crises dela (como mencionou, às vezes perdendo a paciência). A melhor maneira de ajudá-la a lidar com as emoções dela é, primeiramente, tentar lidar com as suas. Respire fundo antes de reagir, e lembre-se de que a calma que você consegue transmitir, mesmo que seja só na postura ou no tom de voz, serve como modelo de regulação emocional para ela.
Nas crises, tente validar os sentimentos dela de forma firme e acolhedora, dizendo algo como: "Eu sei que você está brava e triste agora, é difícil mesmo, mas eu estou aqui com você." Ficar por perto, mesmo sem ela aceitar colinho ou contato físico imediato, pode ser suficiente para que ela perceba sua presença como um porto seguro. Evite diálogos explicativos durante os momentos de birra, pois eles são ineficazes enquanto ela está desorganizada emocionalmente. O que ela mais precisa é sentir que você está ali, mesmo diante de toda a sua explosão.
Além disso, tente estabelecer rotinas previsíveis, especialmente na hora de dormir. Crianças pequenas sentem-se mais seguras quando sabem o que esperar. Criar passos como banho, apagar as luzes, cantar uma música ou ler uma história curta pode ajudá-la a se preparar emocionalmente para o momento delicado do sono, que parece ser particularmente desafiador para ela. É importante também observar se há necessidades não atendidas que podem estar piorando as crises, como fome, sede ou até mesmo medo de dormir sozinha.
Agora, olhando para sua própria experiência, é essencial que você se permita cuidar da sua saúde mental. Você relatou vontade de "bater a cabeça na parede", um indicador claro de uma sobrecarga emocional que não pode ser ignorada. A convivência contínua com o pai da criança, especialmente em um relacionamento marcado por discussões frequentes, certamente contribui para essa exaustão. Embora ainda não tenham se separado formalmente, é importante reconhecer que a dinâmica entre vocês está exercendo pressão não apenas sobre você, mas sobre a filha de vocês, que percebe esse clima. Considerar a possibilidade de uma terapia de casal ou individual enquanto ainda estão convivendo juntos poderia ajudar a melhorar a convivência até que os planos futuros estejam claros.
Por fim, lembre-se de que você não precisa ser perfeita nem ter todas as soluções na ponta da língua. Sua filha não exige uma mãe que nunca perde a paciência, mas uma mãe que esteja disposta a reconhecer seus próprios limites e buscar apoio sempre que necessário. Quanto mais você se permitir cuidar emocionalmente de si mesmo e encontrar formas de aliviar essa sobrecarga — seja com ajuda externa, apoio psicológico ou colaboração mais prática de quem está à sua volta —, mais segurança ela sentirá, porque você estará emocionalmente mais disponível para ela. Você está fazendo o melhor que pode em uma situação difícil, algo que, por si só, já demonstra enorme amor e resiliência.
Reconheço o quanto você está sobrecarregada, e é importante buscar formas de aliviar essa carga. Sobre as birras da sua filha, valide os sentimentos dela com frases como 'Eu sei que você está triste/cansada'. Mantenha limites firmes, dizendo que não vai deixá-la se machucar ou machucar você, mas continue presente. Crie uma rotina de sono consistente e um 'canto da calma' com objetos que a tranquilizem. Mais importante, cuide de você: busque momentos para respirar e, se possível, apoio profissional. Sua saúde mental é essencial para lidar com ela e com os desafios atuais. Você está fazendo o melhor que pode!
a privação de sono, constantes momentos em alerta em outras coisas que fazem parte da criação de um filho.. isso tras exaustão e stress, nos questionamos sempre sobre a melhor criação e nos culpamos o tempo tempo, como psicanalista te aconselho a sessões de psicanalise, o cuidar de si é muito importante para cuidarmos de alguém, temos o intuito de tentarmos ir ao nosso limite sempre no pensamento que damos conta sozinhos, e explodimos por stress em diversas situações, se você ve que não esta bem, procure o seu equilibrio em terapia este é o melhor e verdadeiro caminho.... estou a disposição Att Patricia Rodrigues
Olá,
Você está vivendo uma situação muito desafiadora, levantou aspectos importantes: a viagem do pai, as constantes discussões entre vocês, a falta de um sono reparador ... tudo isso colabora entre si para a situação de tensão que você está vivendo. Tenho algumas perguntas a fazer: sua filha usa muito o celular? Parece que a situação da hora de dormir se transformou em um embate. Vou deixar aqui algumas dicas que podem ajudar: 1. Definir horários regulares para sua filha dormir, 2. Evitar atividades estimulantes antes de dormir, 3. Evitar o uso de telas, 4. Proporcionar atividades que ajudem a relaxarcomo banho quente ou a leitura de uma história, 5. A luz do quarto deve ser baixa, para evitar estímulação. Além disso evitar a atitude embate, buscar acolher sua filha, sem julgamentos ou com sentimentos de que está realizando uma má educação.
Você está vivendo uma situação muito desafiadora, levantou aspectos importantes: a viagem do pai, as constantes discussões entre vocês, a falta de um sono reparador ... tudo isso colabora entre si para a situação de tensão que você está vivendo. Tenho algumas perguntas a fazer: sua filha usa muito o celular? Parece que a situação da hora de dormir se transformou em um embate. Vou deixar aqui algumas dicas que podem ajudar: 1. Definir horários regulares para sua filha dormir, 2. Evitar atividades estimulantes antes de dormir, 3. Evitar o uso de telas, 4. Proporcionar atividades que ajudem a relaxarcomo banho quente ou a leitura de uma história, 5. A luz do quarto deve ser baixa, para evitar estímulação. Além disso evitar a atitude embate, buscar acolher sua filha, sem julgamentos ou com sentimentos de que está realizando uma má educação.
sabe...? - e por que então não procura?
Seria importante buscar ajuda nesse momento delicado.
Olá! Antes de mais nada, quero reconhecer toda a força que você está demonstrando ao buscar ajuda e refletir sobre o que está vivendo — não é fácil mesmo, e a sobrecarga materna pode ser muito intensa, especialmente em meio a tantas mudanças e desafios pessoais.
Sobre as “birras” da sua filha, o que você está descrevendo faz parte da fase de desenvolvimento dela, quando as crianças realmente testam limites e ainda estão aprendendo a lidar com emoções fortes, frustração e insegurança. Além disso, a mudança de casa, a ausência do pai e o clima familiar tenso aumentam bastante a ansiedade dela, o que pode intensificar essas crises.
Aqui vão algumas dicas que podem ajudar:
Mantenha a calma (mesmo que difícil) — Sua paciência é essencial para que ela se sinta segura, mesmo quando está muito agitada. Quando sentir que está perto do limite, tente respirar fundo e, se possível, peça ajuda para alguém próximo ou faça uma pausa breve para se recompor.
Fique próxima, mas sem forçar contato — Se ela não quer abraço ou colo, apenas estar perto, sentar no mesmo ambiente e mostrar que você está disponível já ajuda a reduzir a sensação de abandono e medo.
Use palavras simples e calmantes — Fale devagar, com voz suave, dizendo algo como: “Eu estou aqui com você, não vou sair. Eu sei que está difícil agora, mas vai passar.” Repetir mensagens de segurança ajuda a criança a se sentir mais protegida.
Evite sair quando ela está em crise — Você já percebeu que isso piora a situação. Permanecer presente, mesmo que seja só fisicamente, é o que mais conforta.
Crie uma rotina previsível para a hora de dormir — Isso pode dar mais segurança e preparar ela para a transição para o sono.
Quando possível, converse sobre os sentimentos dela em momentos tranquilos — Ajude-a a nomear o que está sentindo (“Você está com medo? Triste? Cansada?”) para que ela comece a entender e expressar melhor suas emoções.
Sobre você, é muito importante reconhecer que o que está sentindo — vontade de gritar, perder a paciência ou até desespero — é sinal de que precisa de apoio. Procurar ajuda profissional, como psicólogo ou serviço de atendimento à mãe, pode fazer toda a diferença. Cuidar da sua saúde mental não é só importante para você, mas também para a sua filha.
Por fim, lembre-se que você está fazendo o seu melhor em uma situação muito difícil. Permita-se ser humana e busque ajuda — você não está sozinha nessa.
Sobre as “birras” da sua filha, o que você está descrevendo faz parte da fase de desenvolvimento dela, quando as crianças realmente testam limites e ainda estão aprendendo a lidar com emoções fortes, frustração e insegurança. Além disso, a mudança de casa, a ausência do pai e o clima familiar tenso aumentam bastante a ansiedade dela, o que pode intensificar essas crises.
Aqui vão algumas dicas que podem ajudar:
Mantenha a calma (mesmo que difícil) — Sua paciência é essencial para que ela se sinta segura, mesmo quando está muito agitada. Quando sentir que está perto do limite, tente respirar fundo e, se possível, peça ajuda para alguém próximo ou faça uma pausa breve para se recompor.
Fique próxima, mas sem forçar contato — Se ela não quer abraço ou colo, apenas estar perto, sentar no mesmo ambiente e mostrar que você está disponível já ajuda a reduzir a sensação de abandono e medo.
Use palavras simples e calmantes — Fale devagar, com voz suave, dizendo algo como: “Eu estou aqui com você, não vou sair. Eu sei que está difícil agora, mas vai passar.” Repetir mensagens de segurança ajuda a criança a se sentir mais protegida.
Evite sair quando ela está em crise — Você já percebeu que isso piora a situação. Permanecer presente, mesmo que seja só fisicamente, é o que mais conforta.
Crie uma rotina previsível para a hora de dormir — Isso pode dar mais segurança e preparar ela para a transição para o sono.
Quando possível, converse sobre os sentimentos dela em momentos tranquilos — Ajude-a a nomear o que está sentindo (“Você está com medo? Triste? Cansada?”) para que ela comece a entender e expressar melhor suas emoções.
Sobre você, é muito importante reconhecer que o que está sentindo — vontade de gritar, perder a paciência ou até desespero — é sinal de que precisa de apoio. Procurar ajuda profissional, como psicólogo ou serviço de atendimento à mãe, pode fazer toda a diferença. Cuidar da sua saúde mental não é só importante para você, mas também para a sua filha.
Por fim, lembre-se que você está fazendo o seu melhor em uma situação muito difícil. Permita-se ser humana e busque ajuda — você não está sozinha nessa.
Tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. O stress da mudança, tanto pra você quanto pra ela. Tenta falar e explicar pra ela sobre a mudança de residência. Explica os motivos e a deixa perceber que o colo e afetos continuam iguais.
As “birras” costumam ser a forma que uma criança pequena encontra para expressar algo que ainda não sabe dizer. Aos três anos, o corpo fala quando as palavras ainda não dão conta. Num momento de mudanças, casa nova, ausência do pai, rotina diferente, o choro pode ser o jeito que ela encontra de pedir presença, segurança, continência.
Mas é importante lembrar que o adulto também precisa de colo. Uma mãe cansada, que tenta de tudo e se vê sem saída, precisa antes de tudo ser acolhida, por alguém que possa ouvir o que ela carrega sozinha há muito tempo.
Nessas horas, o ideal não é “agir certo”, mas reconhecer o que está vivo entre vocês duas: a criança tentando dizer “me veja”, e a mãe tentando não desaparecer no meio do caos. Nenhuma das duas está errada, só sobrecarregadas.
Talvez a primeira coisa a fazer não seja mudar a reação dela, mas cuidar de quem a acolhe. Quando a mãe se reorganiza, o bebê também respira diferente. Busque ajuda, sugiro você buscar ajuda de um familiar e terapeuta familiar ou individual.
Mas é importante lembrar que o adulto também precisa de colo. Uma mãe cansada, que tenta de tudo e se vê sem saída, precisa antes de tudo ser acolhida, por alguém que possa ouvir o que ela carrega sozinha há muito tempo.
Nessas horas, o ideal não é “agir certo”, mas reconhecer o que está vivo entre vocês duas: a criança tentando dizer “me veja”, e a mãe tentando não desaparecer no meio do caos. Nenhuma das duas está errada, só sobrecarregadas.
Talvez a primeira coisa a fazer não seja mudar a reação dela, mas cuidar de quem a acolhe. Quando a mãe se reorganiza, o bebê também respira diferente. Busque ajuda, sugiro você buscar ajuda de um familiar e terapeuta familiar ou individual.
O que você descreve é muito desgastante e merece cuidado, tanto com sua filha quanto com você. Aos três anos, mudanças importantes, como mudança de casa, ausência do pai e tensão no ambiente, costumam intensificar crises emocionais. Essas “birras” não são manipulação, mas dificuldade de autorregulação. Nesses momentos, o mais importante é garantir segurança física, manter-se presente de forma firme e calma, sem sair abruptamente nem ceder a agressões, nomeando o que ela sente e colocando limites claros e breves.
Ao mesmo tempo, o seu esgotamento é evidente. Quando o adulto está sobrecarregado, a criança sente e reage. Buscar apoio psicológico é fundamental para você agora, não como falha, mas como cuidado. Com suporte adequado, é possível ajudar sua filha a atravessar essa fase com mais segurança emocional e também proteger a sua saúde mental.
Ao mesmo tempo, o seu esgotamento é evidente. Quando o adulto está sobrecarregado, a criança sente e reage. Buscar apoio psicológico é fundamental para você agora, não como falha, mas como cuidado. Com suporte adequado, é possível ajudar sua filha a atravessar essa fase com mais segurança emocional e também proteger a sua saúde mental.
Pela perspectiva psicanalítica, as “birras” aos três anos são formas primitivas de comunicação emocional, intensificadas por mudanças recentes, pela ausência do pai e pelo clima afetivo do casal. Na hora de dormir, a angústia de separação aparece com mais força; o choro e a agitação não são manipulação, mas tentativas de manter o vínculo e descarregar tensão.
O manejo central não é “fazer parar”, e sim oferecer presença firme e previsível: permanecer disponível, com poucas palavras simples e repetidas, mostrando que você está ali. Quando houver agressão a si mesma ou a você, o limite deve ser corporal e cuidadoso, impedindo o machucar sem gritos ou broncas, apenas sustentando o limite.
Sua exaustão emocional é um fator decisivo. A criança capta esse cansaço, e a perda de paciência indica que você está no limite não falta de amor. Isso é um sinal de alerta para buscar ajuda, não motivo de culpa. A psicanálise destaca que a criança precisa de uma mãe suficientemente amparada, não perfeita.
Coloco-me à disposição, enquanto profissional, para acolher você, orientar esse manejo no dia a dia e acompanhar um processo de cuidado que proteja você e sua filha.
O manejo central não é “fazer parar”, e sim oferecer presença firme e previsível: permanecer disponível, com poucas palavras simples e repetidas, mostrando que você está ali. Quando houver agressão a si mesma ou a você, o limite deve ser corporal e cuidadoso, impedindo o machucar sem gritos ou broncas, apenas sustentando o limite.
Sua exaustão emocional é um fator decisivo. A criança capta esse cansaço, e a perda de paciência indica que você está no limite não falta de amor. Isso é um sinal de alerta para buscar ajuda, não motivo de culpa. A psicanálise destaca que a criança precisa de uma mãe suficientemente amparada, não perfeita.
Coloco-me à disposição, enquanto profissional, para acolher você, orientar esse manejo no dia a dia e acompanhar um processo de cuidado que proteja você e sua filha.
Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.