Como lidar com o medo de abandono, que é comum em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderli
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Como lidar com o medo de abandono, que é comum em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), dentro do vínculo terapêutico?
O terapeuta pode lidar com o medo de abandono reconhecendo e validando essa vivência sem minimizá-la, ao mesmo tempo em que mantém um enquadre estável e previsível, mostrando na prática que o vínculo não se rompe diante de tensões, faltas ou ambivalências. É importante nomear quando esse medo aparece na relação, especialmente em situações como atrasos, férias ou mudanças, ajudando o paciente a ligar o afeto à experiência atual e a histórias anteriores. Na perspectiva psicanalítica, esse medo emerge fortemente na transferência como repetição de vivências de perda ou desamparo; ao sustentar presença, limites e continuidade, o terapeuta oferece uma experiência diferente, onde o outro não desaparece nem abandona, e talvez, pouco a pouco, o paciente possa internalizar essa estabilidade e tolerar a distância sem colapsar emocionalmente.
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O Profissional precisa transformar o vínculo em um lugar seguro e previsível, sem reforçar a dependência.
Validar o medo: mostrar que a dor do abandono é real
Manter constância: horários, limites e postura estáveis passam segurança
Nomear o que acontece na relação: falar abertamente sobre o medo de perder o terapeuta
Evitar reforçar dependência: acolhe, mas não “salva” o tempo todo
Trabalhar autonomia aos poucos: mostrar que ele consegue lidar mesmo sem o outro
Logo ser uma base segura, sem virar muleta emocional.
Validar o medo: mostrar que a dor do abandono é real
Manter constância: horários, limites e postura estáveis passam segurança
Nomear o que acontece na relação: falar abertamente sobre o medo de perder o terapeuta
Evitar reforçar dependência: acolhe, mas não “salva” o tempo todo
Trabalhar autonomia aos poucos: mostrar que ele consegue lidar mesmo sem o outro
Logo ser uma base segura, sem virar muleta emocional.
O medo de abandono no Transtorno de Personalidade Borderline não é “drama”. É uma experiência emocional real, intensa, física. O primeiro passo não é “eliminar” o medo, mas ajudar o paciente a perceber, tornar o medo consciente, o que em Gestalt-terapia chamamos de awareness. O segundo passo é explorar, através do vínculo terapêutico, a experiência real (aqui e agora) do medo. O medo de abandono não é combatido diretamente. Ele é vivido, compreendido e transformado dentro da relação terapêutica. Para isso, o terapeuta precisa ser consistente, claro e confiável, principalmente nos momentos de desorganização emocional. Precisa estar apto a desenvolver um "plano de crise", com estratégias para o enfrentamento tanto pré, durante e pós crises. Espero ter esclarecido. Desejo sucesso. Sempre às ordens.
Ola! Boa tarde!!
Na método Psicanalitico com que eu venho trabalhando ha anos o medo do abandono é mais comum do que pode apresentar nas pessoas.
Isso pode ocorrer porque o temor a rejeição pode levar ao desespero a ficar sozinho.
Trabalhar esses medos e angústias é essencial em um Tratamento Psicoterapêutico.
Para melhorar os relacionamentos afetivos, estabelecendo melhores vínculos com as pessoas em geral.
Estamos aqui.
Abraços!!
Na método Psicanalitico com que eu venho trabalhando ha anos o medo do abandono é mais comum do que pode apresentar nas pessoas.
Isso pode ocorrer porque o temor a rejeição pode levar ao desespero a ficar sozinho.
Trabalhar esses medos e angústias é essencial em um Tratamento Psicoterapêutico.
Para melhorar os relacionamentos afetivos, estabelecendo melhores vínculos com as pessoas em geral.
Estamos aqui.
Abraços!!
Lidar com o medo de abandono no setting terapêutico, especialmente em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline, exige algo muito específico: constância emocional + limites firmes + validação real. Neste caso, não é só “acolher”. É sustentar o vínculo sem entrar na dinâmica do medo. O principal, é agendar uma consulta com um profissional, para compreender melhor o que está acontecendo com você.
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