Como o diálogo e a conexão com os outros entram na Logoterapia?
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Como o diálogo e a conexão com os outros entram na Logoterapia?
Oi, tudo bem? Que bom que trouxe essa pergunta — ela vai direto ao coração da Logoterapia. Frankl via o ser humano como um ser de relação, alguém que só se compreende plenamente no encontro com o outro. Na Logoterapia, o diálogo não é apenas uma troca de palavras, mas uma ponte de sentido: é através da conexão genuína que a pessoa descobre partes de si que, sozinha, talvez nunca encontrasse.
O diálogo, nesse contexto, é um espaço onde duas liberdades se tocam. Quando alguém fala a partir da própria verdade — e o outro escuta de forma autêntica —, cria-se um campo de presença que dá sentido à existência. Não é uma conversa sobre “ter razão”, mas sobre “se revelar”. Frankl acreditava que o amor, por exemplo, é a forma mais profunda de enxergar o outro em sua essência — ver não apenas o que ele faz, mas quem ele é em potencial. E é nesse ver e ser visto que o sentido floresce.
Do ponto de vista emocional, o diálogo genuíno ajuda a regular o que há de mais humano: a solidão existencial. Porque, no fundo, quando nos conectamos de verdade, o cérebro encontra segurança, o corpo relaxa, e a alma tem espaço para respirar. A neurociência até confirma isso — as áreas cerebrais ligadas à empatia e à recompensa se ativam quando sentimos que alguém realmente nos compreende.
Vale refletir: quando foi a última vez que você conversou não para responder, mas para se deixar tocar? E o quanto você tem permitido que as pessoas conheçam o que é vivo em você, sem máscaras? A Logoterapia nos lembra que o sentido muitas vezes nasce no simples gesto de olhar o outro com curiosidade e humanidade. Caso queira, posso te ajudar a explorar mais essa dimensão relacional com profundidade.
O diálogo, nesse contexto, é um espaço onde duas liberdades se tocam. Quando alguém fala a partir da própria verdade — e o outro escuta de forma autêntica —, cria-se um campo de presença que dá sentido à existência. Não é uma conversa sobre “ter razão”, mas sobre “se revelar”. Frankl acreditava que o amor, por exemplo, é a forma mais profunda de enxergar o outro em sua essência — ver não apenas o que ele faz, mas quem ele é em potencial. E é nesse ver e ser visto que o sentido floresce.
Do ponto de vista emocional, o diálogo genuíno ajuda a regular o que há de mais humano: a solidão existencial. Porque, no fundo, quando nos conectamos de verdade, o cérebro encontra segurança, o corpo relaxa, e a alma tem espaço para respirar. A neurociência até confirma isso — as áreas cerebrais ligadas à empatia e à recompensa se ativam quando sentimos que alguém realmente nos compreende.
Vale refletir: quando foi a última vez que você conversou não para responder, mas para se deixar tocar? E o quanto você tem permitido que as pessoas conheçam o que é vivo em você, sem máscaras? A Logoterapia nos lembra que o sentido muitas vezes nasce no simples gesto de olhar o outro com curiosidade e humanidade. Caso queira, posso te ajudar a explorar mais essa dimensão relacional com profundidade.
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O diálogo e a conexão entram como formas de construir sentido nas relações, já que vínculos autênticos nos ajudam a compreender melhor a nós mesmos e ao outro.
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