Como o modelo transdiagnóstico se aplica ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

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Como o modelo transdiagnóstico se aplica ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
No TPB, o transdiagnóstico mostra que processos como desregulação emocional, impulsividade, dificuldades interpessoais e traumas precoces são centrais e também aparecem em outros transtornos. Permitindo assim, intervenções mais amplas e integradas, sem limitar o tratamento apenas ao diagnóstico.
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Dra. Erika Penha
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
O modelo transdiagnóstico aplica-se ao TPB focando nos processos subjacentes (como regulação emocional, crenças sobre si e os outros, e déficits de habilidades) em vez de apenas nos sintomas, tratando-os como manifestações de disfunções comuns em vários transtornos (como instabilidade afetiva, autoimagem instável, impulsividade, relações caóticas). Terapêuticas como a Terapia Comportamental Dialética (DBT) ensinam habilidades de mindfulness, tolerância ao sofrimento, regulação emocional e eficácia interpessoal, que são aplicáveis universalmente para lidar com o vazio crônico, raiva, medo do abandono e comportamentos autolesivos no TPB, promovendo um funcionamento mais saudável e a estabilidade, ajudando o paciente a sair da "fronteira" entre neurose e psicose para um funcionamento mais integrado
O modelo transdiagnóstico se aplica ao Transtorno de Personalidade Borderline ao focar nos processos psicológicos que sustentam o sofrimento psíquico, em vez de se limitar apenas aos critérios diagnósticos do transtorno; nesse sentido, aspectos centrais do TPB, como a dificuldade de regulação emocional, a impulsividade, a sensibilidade intensa à rejeição, o medo de abandono, a ruminação e os padrões de evitação ou de reação extrema diante de conflitos, são compreendidos como mecanismos que também aparecem em outros transtornos emocionais; ao trabalhar diretamente esses processos subjacentes, o tratamento busca ampliar a flexibilidade psicológica, fortalecer a capacidade de tolerar emoções difíceis e desenvolver formas mais adaptativas de lidar com pensamentos, afetos e relações interpessoais

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