Como o sentido da vida pode ser descoberto na Logoterapia?
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Como o sentido da vida pode ser descoberto na Logoterapia?
Oi, tudo bem?
Essa é uma pergunta daquelas que não têm resposta pronta — e talvez seja justamente aí que mora a beleza da Logoterapia. Viktor Frankl, criador dessa abordagem, acreditava que o sentido da vida não é algo que a gente inventa, mas algo que a gente descobre, como quem escuta uma melodia que já está tocando, mas ainda não havia prestado atenção nela.
Na visão da Logoterapia, o sentido pode ser encontrado em três caminhos: naquilo que criamos ou realizamos, nas experiências e vínculos que vivemos, e na forma como escolhemos lidar com o sofrimento inevitável. É como se a vida nos fizesse perguntas o tempo todo — e nossa tarefa fosse responder não com palavras, mas com atitudes. Talvez a questão não seja “qual é o sentido da vida?”, mas “qual é o sentido da minha vida, neste momento?”.
Quando você pensa no que tem te movido ultimamente, o que sente que dá cor aos seus dias? Há algo que te desperte vontade de continuar, mesmo quando as coisas parecem sem graça? E, se você olhasse para as situações mais difíceis que viveu, o que elas te ensinaram sobre o que realmente importa?
O sentido, muitas vezes, não vem em forma de epifania, mas em pequenos lampejos — no olhar de alguém, em um gesto simples, na sensação de estar fazendo algo que importa. A terapia pode ser um espaço para ajudar você a se reconectar com esses lampejos e transformá-los em direção.
Quando sentir que é o momento certo, a terapia pode ser um espaço seguro para trabalhar isso.
Essa é uma pergunta daquelas que não têm resposta pronta — e talvez seja justamente aí que mora a beleza da Logoterapia. Viktor Frankl, criador dessa abordagem, acreditava que o sentido da vida não é algo que a gente inventa, mas algo que a gente descobre, como quem escuta uma melodia que já está tocando, mas ainda não havia prestado atenção nela.
Na visão da Logoterapia, o sentido pode ser encontrado em três caminhos: naquilo que criamos ou realizamos, nas experiências e vínculos que vivemos, e na forma como escolhemos lidar com o sofrimento inevitável. É como se a vida nos fizesse perguntas o tempo todo — e nossa tarefa fosse responder não com palavras, mas com atitudes. Talvez a questão não seja “qual é o sentido da vida?”, mas “qual é o sentido da minha vida, neste momento?”.
Quando você pensa no que tem te movido ultimamente, o que sente que dá cor aos seus dias? Há algo que te desperte vontade de continuar, mesmo quando as coisas parecem sem graça? E, se você olhasse para as situações mais difíceis que viveu, o que elas te ensinaram sobre o que realmente importa?
O sentido, muitas vezes, não vem em forma de epifania, mas em pequenos lampejos — no olhar de alguém, em um gesto simples, na sensação de estar fazendo algo que importa. A terapia pode ser um espaço para ajudar você a se reconectar com esses lampejos e transformá-los em direção.
Quando sentir que é o momento certo, a terapia pode ser um espaço seguro para trabalhar isso.
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O sentido da vida pode ser descoberto ao prestar atenção ao que toca emocionalmente, ao que você cria, às relações que cultiva e à maneira como responde às situações difíceis.
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