Como o trauma do bullying se manifesta na vida adulta ?
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Como o trauma do bullying se manifesta na vida adulta ?
As experiências traumáticas, sejam de choque (abusos, acidentes, estupros, etc) ou desenvolvimento (negligência, bullying, indisponibilidade emocional dos pais) ficam gravadas no corpo e se manifestam através de sintomas diversos, dependendo da intensidade de como a experiência foi vivenciada e da individualidade. Distúrbios de sono, distúrbios alimentares, insegurança, compulsões, usos abusivos de substâncias, medo excessivo ou exposição a perigos, entre tantos outros. O(s) sintoma(s) são direcionadores de caminhos para ressignificar as experiências traumáticas. Para isso, busque um(a) Psicólogo(a) que trabalhe com abordagem orientada ao trauma; tal profissional tem ferramentas para te auxiliar nessa caminhada.
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O trauma do bullying na vida adulta pode se manifestar por meio de medo, insegurança, baixa autoestima, dificuldade em confiar nos outros, ansiedade em situações sociais e receio de se expor ou se relacionar, impactando tanto a vida pessoal quanto profissional.
O trauma do bullying pode se manifestar na vida adulta em forma de insegurança, baixa autoestima, medo do julgamento e dificuldades nos relacionamentos. Muitas vezes, a pessoa revive sentimentos de exclusão ou inadequação em diferentes situações. A psicanálise ajuda a compreender essas marcas e elaborar o trauma, possibilitando novas formas de lidar com a própria história e construir relações mais saudáveis.
O trauma do bullying pode se manifestar na vida adulta como baixa autoestima, medo intenso de rejeição, hipersensibilidade a críticas, dificuldade de confiar nas pessoas, tendência ao isolamento ou, ao contrário, necessidade excessiva de aprovação, além de ansiedade social, autocobrança elevada e sensação persistente de não pertencimento; no cotidiano, situações comuns como reuniões, exposições públicas ou conflitos interpessoais podem reativar sentimentos antigos de humilhação e ameaça, fazendo com que a pessoa reaja de forma desproporcional sem perceber que está respondendo mais ao passado do que ao presente.
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