De acordo com a psicologia , incesto é um transtorno psicológico ou doença mental?
22
respostas
De acordo com a psicologia , incesto é um transtorno psicológico ou doença mental?
Olá. A psicologia não caracteriza o incesto como nenhuma dessas classificações que você trouxe. O incesto é uma ação, que pode ser feita tanto por pessoas com algum tipo de transtorno ou não.
Existe um julgamento sobre essa ação, o que dá essa noção de ser algo errado ou que está fora da normalidade, porém, ela em si só não constitui transtorno.
Existe um julgamento sobre essa ação, o que dá essa noção de ser algo errado ou que está fora da normalidade, porém, ela em si só não constitui transtorno.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Olá! Essa é uma pergunta delicada e importante.
Na psicologia, o incesto não é considerado um transtorno mental em si, mas sim um comportamento grave que envolve a ética e a moral na cultura a qual os indivíduos vivem e que pode estar associado a distúrbios emocionais, falhas nos limites psíquicos e dinâmicas familiares disfuncionais.
Quando o incesto ocorre especialmente em contextos de abuso, diferença de poder ou vulnerabilidade ele deixa marcas profundas na saúde emocional de todos os envolvidos, especialmente na vítima.
Do ponto de vista psicodinâmico, o rompimento das fronteiras familiares naturais pode indicar dificuldades importantes na organização da mente, como:
Falhas no desenvolvimento do superego (a instância que regula o certo e o errado);
Confusão entre afeto, desejo e controle;
Dificuldades na diferenciação entre o eu e o outro.
Por isso, é essencial olhar para esses comportamentos com profundidade, sem naturalizá-los, e buscar ajuda profissional.
Se você está passando por algo que envolve esse tema — seja direta ou indiretamente —, saiba que há caminhos de escuta, acolhimento e elaboração psíquica possíveis. O processo terapêutico é um espaço seguro para isso.
Fico à disposição, com respeito e cuidado.
Na psicologia, o incesto não é considerado um transtorno mental em si, mas sim um comportamento grave que envolve a ética e a moral na cultura a qual os indivíduos vivem e que pode estar associado a distúrbios emocionais, falhas nos limites psíquicos e dinâmicas familiares disfuncionais.
Quando o incesto ocorre especialmente em contextos de abuso, diferença de poder ou vulnerabilidade ele deixa marcas profundas na saúde emocional de todos os envolvidos, especialmente na vítima.
Do ponto de vista psicodinâmico, o rompimento das fronteiras familiares naturais pode indicar dificuldades importantes na organização da mente, como:
Falhas no desenvolvimento do superego (a instância que regula o certo e o errado);
Confusão entre afeto, desejo e controle;
Dificuldades na diferenciação entre o eu e o outro.
Por isso, é essencial olhar para esses comportamentos com profundidade, sem naturalizá-los, e buscar ajuda profissional.
Se você está passando por algo que envolve esse tema — seja direta ou indiretamente —, saiba que há caminhos de escuta, acolhimento e elaboração psíquica possíveis. O processo terapêutico é um espaço seguro para isso.
Fico à disposição, com respeito e cuidado.
Olá, tudo bem? Entendo que esse tema provoque inquietação, porque falar sobre relações familiares e sexualidade costuma tocar em valores profundos. Na psicologia, o incesto é compreendido como um comportamento sexual que fere limites éticos, legais e de desenvolvimento — mas ele, em si, não aparece nos manuais diagnósticos como um transtorno ou doença mental. Quando ocorre, costuma estar ligado a dinâmicas familiares disfuncionais, traumas prévios e, em alguns casos, a transtornos que prejudicam o julgamento e a empatia de quem comete o ato; ainda assim, o foco clínico recai mais nas consequências emocionais e nos fatores de risco do que em enquadrá-lo como categoria diagnóstica autônoma.
Sob a lente integrada da Terapia Cognitivo-Comportamental, da Terapia Focada nas Emoções e da Teoria do Apego, investigamos de que forma crenças distorcidas, estratégias de regulação afetiva e padrões intergeracionais podem abrir espaço para violações de fronteiras tão graves. A neurociência acrescenta que experiências adversas na infância podem alterar o desenvolvimento de circuitos relacionados ao autocontrole e à leitura de sinais sociais, favorecendo confusão de papéis e empobrecimento da empatia — fatores que contribuem para a perpetuação de comportamentos incestuosos ou para o trauma em quem vivencia essas situações.
Para que possamos avançar num entendimento que seja útil a você, vale refletir: o que exatamente o motivou a investigar se o incesto é considerado doença? Há experiências pessoais ou familiares que geram preocupação ou medo? De que maneiras esse tema impacta seus sentimentos de segurança e confiança nas relações? Como imagina que conversar sobre isso em um espaço terapêutico poderia ajudá-lo a reorganizar pensamentos e emoções?
Se sentir necessidade de apoio, uma psicoterapia pode oferecer um ambiente protegido para elaborar consequências, crenças e sentimentos envolvidos, além de avaliar, quando pertinente, a participação de outros profissionais como psiquiatras ou neuropsicólogos. Caso precise, estou à disposição.
Sob a lente integrada da Terapia Cognitivo-Comportamental, da Terapia Focada nas Emoções e da Teoria do Apego, investigamos de que forma crenças distorcidas, estratégias de regulação afetiva e padrões intergeracionais podem abrir espaço para violações de fronteiras tão graves. A neurociência acrescenta que experiências adversas na infância podem alterar o desenvolvimento de circuitos relacionados ao autocontrole e à leitura de sinais sociais, favorecendo confusão de papéis e empobrecimento da empatia — fatores que contribuem para a perpetuação de comportamentos incestuosos ou para o trauma em quem vivencia essas situações.
Para que possamos avançar num entendimento que seja útil a você, vale refletir: o que exatamente o motivou a investigar se o incesto é considerado doença? Há experiências pessoais ou familiares que geram preocupação ou medo? De que maneiras esse tema impacta seus sentimentos de segurança e confiança nas relações? Como imagina que conversar sobre isso em um espaço terapêutico poderia ajudá-lo a reorganizar pensamentos e emoções?
Se sentir necessidade de apoio, uma psicoterapia pode oferecer um ambiente protegido para elaborar consequências, crenças e sentimentos envolvidos, além de avaliar, quando pertinente, a participação de outros profissionais como psiquiatras ou neuropsicólogos. Caso precise, estou à disposição.
Olá! Tudo bem?! O incesto por si só não é um transtorno mental, porém, é importante que se observe por qual membro da família este desejo é relacionado, caso seja um menor pode ser que se trate de um transtorno pedofílico. Também é importante que se observe se a pessoa que é foco do desejo consente com as interações. De qualquer forma, se for um sentimento que traz vergonha ou sofrimento significativo de uma ou mais pessoas, é importante buscar uma avaliação e um possível tratamento.
Olá, como tem passado?
Na psicanálise freudiana, o incesto não é tratado como uma “doença mental” no sentido clínico ou psiquiátrico. Ele é, antes de tudo, um ponto central da estruturação do sujeito. A interdição do incesto, representada pelo famoso “complexo de Édipo”, não existe apenas para organizar a vida familiar, mas para possibilitar a entrada do sujeito na linguagem, na cultura, no laço com o outro.
O que isso quer dizer? Que todo sujeito, ao se desenvolver psiquicamente, precisa atravessar a experiência de desejar algo que não pode ter, e é essa renúncia, esse limite simbólico, que abre o caminho para desejar fora do círculo familiar. O que chamamos de “lei do pai”, que interdita o incesto, não é um castigo, mas uma condição para que o desejo possa existir no campo do outro, e não apenas na repetição do mesmo.
Quando há uma transgressão real dessa interdição, como atos incestuosos consumados, estamos diante de um sofrimento psíquico sério, que pode estar ligado à ausência ou falha da função simbólica, à não inscrição da lei, ou a vivências traumáticas e perversões específicas. Nesses casos, não se trata de simplesmente “patologizar” o sujeito, mas de entender como sua estrutura psíquica foi marcada por rupturas que dificultaram a simbolização e a construção de limites.
A psicanálise nos convida a escutar essas questões sem moralismo, sem reducionismo, mas com ética, simbolização e rigor. Em vez de classificar como transtorno ou doença, buscamos compreender o que está em jogo no desejo, na repetição e na fantasia. E isso só é possível num espaço terapêutico, onde o sintoma pode ser ouvido como construção do inconsciente.
Espero ter ajudado em algo e sigo à disposição para falar mais sobre isso futuramente.
Na psicanálise freudiana, o incesto não é tratado como uma “doença mental” no sentido clínico ou psiquiátrico. Ele é, antes de tudo, um ponto central da estruturação do sujeito. A interdição do incesto, representada pelo famoso “complexo de Édipo”, não existe apenas para organizar a vida familiar, mas para possibilitar a entrada do sujeito na linguagem, na cultura, no laço com o outro.
O que isso quer dizer? Que todo sujeito, ao se desenvolver psiquicamente, precisa atravessar a experiência de desejar algo que não pode ter, e é essa renúncia, esse limite simbólico, que abre o caminho para desejar fora do círculo familiar. O que chamamos de “lei do pai”, que interdita o incesto, não é um castigo, mas uma condição para que o desejo possa existir no campo do outro, e não apenas na repetição do mesmo.
Quando há uma transgressão real dessa interdição, como atos incestuosos consumados, estamos diante de um sofrimento psíquico sério, que pode estar ligado à ausência ou falha da função simbólica, à não inscrição da lei, ou a vivências traumáticas e perversões específicas. Nesses casos, não se trata de simplesmente “patologizar” o sujeito, mas de entender como sua estrutura psíquica foi marcada por rupturas que dificultaram a simbolização e a construção de limites.
A psicanálise nos convida a escutar essas questões sem moralismo, sem reducionismo, mas com ética, simbolização e rigor. Em vez de classificar como transtorno ou doença, buscamos compreender o que está em jogo no desejo, na repetição e na fantasia. E isso só é possível num espaço terapêutico, onde o sintoma pode ser ouvido como construção do inconsciente.
Espero ter ajudado em algo e sigo à disposição para falar mais sobre isso futuramente.
Na psicologia, o incesto não é um transtorno mental, mas um comportamento grave com fortes implicações éticas, legais e emocionais. Pode estar ligado a transtornos de personalidade ou desorganização psíquica, mas não é um diagnóstico em si. Quando praticado, especialmente com abuso de poder (como entre adulto e criança), causa traumas profundos, e exige intervenção clínica e legal. É diferente de fantasias infantis, pois agir sobre elas rompe limites simbólicos essenciais ao desenvolvimento psíquico saudável.
É um tema bem complexo e controverso.
Embora não seja classificado como uma doença mental em si mesmo, pode estar relacionado a vários transtornos, como:
De personalidade
Desordens sexuais
De estresse ou trauma
Pode ser considerada como um comportamento que pode ter suas origens em dinâmicas familiares disfuncionais, trauma, ou outros fatores.
Embora não seja classificado como uma doença mental em si mesmo, pode estar relacionado a vários transtornos, como:
De personalidade
Desordens sexuais
De estresse ou trauma
Pode ser considerada como um comportamento que pode ter suas origens em dinâmicas familiares disfuncionais, trauma, ou outros fatores.
De acordo com a psicologia, o incesto não é classificado como um transtorno psicológico ou doença mental em si, mas é considerado um comportamento gravemente patológico, frequentemente ligado a abuso de poder, violação de limites e dinâmicas familiares disfuncionais. Na abordagem sistêmica, o incesto é visto como um rompimento profundo das fronteiras entre gerações, indicando inversão de papéis, emaranhamentos familiares e a falha da família em exercer sua função protetiva. Trata-se de uma grave transgressão da hierarquia familiar, que compromete profundamente o desenvolvimento psíquico da vítima e a estrutura emocional do sistema como um todo. Espero ter auxiliado.
Psicologicamente, o incesto costuma ser visto como uma violação dos limites psíquicos e afetivos dentro da estrutura familiar. O impacto para a vítima (especialmente quando criança/adolescente) costuma ser profundo: traumas, dissociação, depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, dificuldade em estabelecer vínculos afetivos e sexuais no futuro. Quando um adulto se envolve sexualmente com um membro da família, especialmente em posição de autoridade, isso costuma ser interpretado como um ato abusivo, e não como um simples “problema de saúde mental.
Nenhum dos dois. Incesto é a relação sexual entre irmãos ou parentes próximos.
o incesto pode ser enquadrado dentro do espectro das parafilias.
Parafilias são interesses sexuais intensos e persistentes por objetos, situações ou indivíduos atípicos. Elas só são classificadas como transtornos parafílicos quando:
• Causam sofrimento clínico significativo para o indivíduo;
• Envolvem dano, risco ou prejuízo a outra pessoa (ex: falta de consentimento).
O incesto não aparece como uma parafilia nomeada no DSM-5-TR, mas ele pode estar presente dentro de outras categorias de transtornos parafílicos, especialmente:
• Transtorno pedofílico – quando o incesto envolve crianças ou adolescentes.
• Parafilias não especificadas – quando há excitação sexual persistente com parentes próximos sem enquadramento claro em outras categorias.
Portanto, o incesto pode ser manifestação de uma parafilia, especialmente se envolver abuso, coação ou ausência de consentimento.
Um caso isolado entre adultos que têm capacidade de consentimento, embora considerado tabu, antiético e ilegal em muitos países, não necessariamente configura uma parafilia clínica (a menos que haja prejuízo psíquico, compulsividade ou sofrimento).
Parafilias são interesses sexuais intensos e persistentes por objetos, situações ou indivíduos atípicos. Elas só são classificadas como transtornos parafílicos quando:
• Causam sofrimento clínico significativo para o indivíduo;
• Envolvem dano, risco ou prejuízo a outra pessoa (ex: falta de consentimento).
O incesto não aparece como uma parafilia nomeada no DSM-5-TR, mas ele pode estar presente dentro de outras categorias de transtornos parafílicos, especialmente:
• Transtorno pedofílico – quando o incesto envolve crianças ou adolescentes.
• Parafilias não especificadas – quando há excitação sexual persistente com parentes próximos sem enquadramento claro em outras categorias.
Portanto, o incesto pode ser manifestação de uma parafilia, especialmente se envolver abuso, coação ou ausência de consentimento.
Um caso isolado entre adultos que têm capacidade de consentimento, embora considerado tabu, antiético e ilegal em muitos países, não necessariamente configura uma parafilia clínica (a menos que haja prejuízo psíquico, compulsividade ou sofrimento).
Não, o incesto não é considerado um transtorno psicológico ou doença mental, mas sim uma conduta ou comportamento que pode causar danos psicológicos.
Segundo o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), o incesto não é classificado como um transtorno mental em si. No entanto, ele geralmente ocorre em contextos de relações familiares disfuncionais, onde há:
ausência de limites claros entre gerações;
falhas graves na comunicação e nos vínculos afetivos;
relações marcadas por negligência, dependência emocional ou abuso de poder;
falta de proteção adequada por parte dos cuidadores.
É importante também compreender que o agressor pode ou não apresentar um transtorno mental. Embora nem todo agressor tenha um diagnóstico psiquiátrico, em alguns casos pode haver transtornos de personalidade envolvidos, como:
transtorno de personalidade antissocial,
narcisista,
ou borderline.
Diante de uma realidade tão complexa e dolorosa, buscar ajuda profissional pode ser o primeiro passo para compreender, elaborar e, acima de tudo, cuidar de si. Você não precisa passar por isso sozinha(o). Quando nos sentimos ouvidos com respeito e empatia, o caminho da cura se torna possível.
Se sentir que é o momento, procure um espaço seguro para falar sobre o que está vivendo. O acolhimento certo pode fazer toda a diferença.
ausência de limites claros entre gerações;
falhas graves na comunicação e nos vínculos afetivos;
relações marcadas por negligência, dependência emocional ou abuso de poder;
falta de proteção adequada por parte dos cuidadores.
É importante também compreender que o agressor pode ou não apresentar um transtorno mental. Embora nem todo agressor tenha um diagnóstico psiquiátrico, em alguns casos pode haver transtornos de personalidade envolvidos, como:
transtorno de personalidade antissocial,
narcisista,
ou borderline.
Diante de uma realidade tão complexa e dolorosa, buscar ajuda profissional pode ser o primeiro passo para compreender, elaborar e, acima de tudo, cuidar de si. Você não precisa passar por isso sozinha(o). Quando nos sentimos ouvidos com respeito e empatia, o caminho da cura se torna possível.
Se sentir que é o momento, procure um espaço seguro para falar sobre o que está vivendo. O acolhimento certo pode fazer toda a diferença.
Não. O incesto em si não é classificado como um transtorno mental ou doença psicológica. Mas que pode estar relacionado a um transtorno.
Incesto é o nome dado ao ato de uma figura paternal fazer sexo com sua prole. Pode ser explicado por pedofilia, um transtorno psicológico.
Oi, há várias teorias da psicologia sobre esse tema. Poderia ser mais específico/a? por outro lado, mesmo não sendo crime no Brasil é constante a utilização da confiança entre pessoas próximas para poder cometer crimes sexuais contra crianças e adolescentes.
Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos mais inclusivos e humanos.
Abraços
Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos mais inclusivos e humanos.
Abraços
Essa é uma pergunta delicada e que pode gerar muita confusão ou sofrimento em quem está passando por isso. Do ponto de vista da psicologia, o pensamento sobre incesto, quando vem de forma repetitiva, indesejada e gera angústia, pode estar relacionado a pensamentos intrusivos, que são comuns em alguns transtornos como o TOC, por exemplo.
Ter esse tipo de pensamento não significa que a pessoa tem uma doença mental ou que deseja, de fato, agir de determinada forma. A mente humana é complexa, e às vezes pensamentos desconfortáveis simplesmente aparecem, o importante é como a gente lida com eles.
Se isso está te incomodando, te causando culpa, medo ou sofrimento, o melhor caminho é conversar com um profissional de saúde mental. A terapia pode ajudar a entender a origem desses pensamentos e desenvolver estratégias para lidar com eles com mais leveza, sem julgamento.
Ter esse tipo de pensamento não significa que a pessoa tem uma doença mental ou que deseja, de fato, agir de determinada forma. A mente humana é complexa, e às vezes pensamentos desconfortáveis simplesmente aparecem, o importante é como a gente lida com eles.
Se isso está te incomodando, te causando culpa, medo ou sofrimento, o melhor caminho é conversar com um profissional de saúde mental. A terapia pode ajudar a entender a origem desses pensamentos e desenvolver estratégias para lidar com eles com mais leveza, sem julgamento.
Não, seja na psicologia ou na psiquiatria o incesto em si não é um transtorno, ou seja, não é formalmente classificado como um transtorno mental nos principais manuais diagnósticos (DSM IV / CID 11). Porém, o ato ou o desejo incestuoso pode indicar que a pessoa tem dificuldades em interiorizar as normas sociais e culturais que regulam os relacionamentos humanos (proibição fundamental que organiza os nossos laços sociais) e isso pode ser a expressão de um conflito psíquico importante que merece ser investigado e pode estar relacionado a outros desdobramentos. Assim, pode acontecer do comportamento incestuoso aparecer como parte de um quadro mais amplo, como transtorno de personalidade, transtorno psicóticos ou parafilias. Importante: a maior parte dos atos incestuosos registrados na literatura não se enquadra nesses diagnósticos.
Olá! A proibição do incesto é uma das interdições que fundam a civilização. Sua prática é moralmente proibida, não precisando de nenhuma legislação para impedi-la - é um tabu, que por si só, sustenta esse impedimento. O desejo, entretanto, pode existir, não é a toa que muitos vídeos pornográficos tem esse conteúdo, mesmo que se tratando de uma ficção. Quem coloca o incesto em prática, de verdade, não entrou por completo nas grandes leis humanas, fundamentais para o compartilhamento da realidade. Há algo nesse sujeito que não foi bem instaurado, segundo a psicanálise, e isso pode ser bastante problemático. Mais uma vez, a fantasia indireta com o incesto, que de maneira nenhuma quer ser colocada em prática, pode fazer parte do mundo psíquico de muitas pessoas.
Olá, como vai?
Para a psicanálise, o incesto é um desejo inerente do ser humano, e por meio da barragem que a função paterna faz, impede esse desejo de ser concretizado. Lembre-se do mito de Édipo, o filho mata o pai para ficar com a mãe, porém a tragédia é que Édipo não sabia que matou o pai e consumiu a mãe, por isso ele fura seus olhos tamanho sofrimento que lhe causa.
O incesto é um crime, pretante o arcabouço jurídico brasileiro, e ele ocorre em famílias isoladas da sociedade ou muito reservadas, para exatamente não serem vistos ou descobertos. Nesses casos cabe a denúncia à polícia e se necessário, ao conselho tutelar.
Espero ter ajudado.
Para a psicanálise, o incesto é um desejo inerente do ser humano, e por meio da barragem que a função paterna faz, impede esse desejo de ser concretizado. Lembre-se do mito de Édipo, o filho mata o pai para ficar com a mãe, porém a tragédia é que Édipo não sabia que matou o pai e consumiu a mãe, por isso ele fura seus olhos tamanho sofrimento que lhe causa.
O incesto é um crime, pretante o arcabouço jurídico brasileiro, e ele ocorre em famílias isoladas da sociedade ou muito reservadas, para exatamente não serem vistos ou descobertos. Nesses casos cabe a denúncia à polícia e se necessário, ao conselho tutelar.
Espero ter ajudado.
Olá, o incesto em si não está classificado nem como transtorno e nem como doença; na verdade trata-se de um comportamento; entretanto dependendo das circunstâncias pode vir associaddo com alguns quadros de parafilia no caso da pedofilia (quando o incesto é praticado com menores de idade e é um crime); com psicopatia; etc. Se ocorre entre adultos e com consentimento de ambas as partes não é um crime pelas leis do nosso país mas é um tabu social muito forte e que é visto como bizarro pela a maioria das pessoas.
Incesto praticado é ambas as coisas porque todos nós somos seres desejantes e é comum o filho desejar a mãe e a filha o pai, a mãe desejar o filho e o pai desejar a filha, esses desejos incestuosos são chamados de Edipo na psicanalise; no entanto, desejar é uma coisa e praticar é outra. Desejar e compreender que isso não é possível que a relação entre pais e filhos e entre irmãos é da ordem da ternura e procurar transferir esse desejo para uma pessoa possível é a maneira saudável de lidar com esses desejos. Ou seja, lidar de forma racional, coerente e saudável.
Um abraço,
Lea
Um abraço,
Lea
Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.