Devido a problemas com diabetes tardiamente detectada tornei-me um impotente sexual. Estou em tratam
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Devido a problemas com diabetes tardiamente detectada tornei-me um impotente sexual. Estou em tratamento com remédios, dieta, e exercícios, mas até agora não obtive resultado algum e devido a essa situação minha esposa pediu para abrir o casamento. Acabei concordando e agora ela frequentemente encontra-se com outros homens. Aceitei essa situação confiando na minha recuperação, mas o problema é que constantemente tenho pensamentos negativos de vergonha e raiva que estão afetando minha vida. Perdi bastante a auto estima e não estou conseguindo lidar com tudo isso, às vezes penso em me separar mas sempre volto atrás, outras vezes penso em aceitar de vez e deixar rolar pois a amo de verdade e não quero perdê-la. Estou muito confuso com tudo isso.
Se você não está feliz e não está te fazendo bem lidar com um relacionamento aberto é importante expressar isso. Sei que medos e inseguranças podem existir ao falar sobre, mas é importante lidar com a realidade, independente de qual seja, é mais fácil aceitá-la, do que viver com esses sentimentos que você relata. Se você não está bem hoje com a situação e não fazer nenhum movimento em relação a um solução, o problema não irá sumir, provavelmente irá aumentar. Então em relação a tudo que você está sentindo e em relação a essa confusão que expressou, a terapia pode te ajudar a criar recursos para lidar com tudo isso, ajudando com que você perceba o que é mais importante e o que irá te fazer feliz.
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Olá, bom dia.
Situações de saúde podem afetar as capacidades sexuais de uma pessoa, no entanto, mantendo os cuidados com sua saúde física e seguindo as orientações médicas é possível ter uma vida sexual ativa (em alguns casos, utilizando métodos diferenciados). É importante ressaltar que muitos homens as vezes não conseguem ter uma ereção devido a traumas psicológicos ou a pensar que não irá conseguir e isso afetar na sua saúde sexual. Nesses casos, um acompanhamento com um bom psicólogo pode ajudar a recuperar a autoconfiança e a enxergar novas formas de ter uma vida sexual ativa e saudável.
Situações de saúde podem afetar as capacidades sexuais de uma pessoa, no entanto, mantendo os cuidados com sua saúde física e seguindo as orientações médicas é possível ter uma vida sexual ativa (em alguns casos, utilizando métodos diferenciados). É importante ressaltar que muitos homens as vezes não conseguem ter uma ereção devido a traumas psicológicos ou a pensar que não irá conseguir e isso afetar na sua saúde sexual. Nesses casos, um acompanhamento com um bom psicólogo pode ajudar a recuperar a autoconfiança e a enxergar novas formas de ter uma vida sexual ativa e saudável.
Aconselho a vc procurar uma psicoterapia para trabalhar essas questões.
Olá! Imagino como esteja sendo difícil para você! Pois são duas questões muito grandes envolvidas...a vivência de sua sexualidade e sua relação com sua esposa. Que bom que você já esteja tratando as questões orgânicas. Recomendo que você também procure por apoio psicológico.
Olá! Aconselho buscar um psicólogo/ psicanalista para ter um espaço de escuta sensível, acolhimento e investigação, possibilitando assim, um olhar individualizado para suas questões e a partir disso construir estratégias para compreender e lidar com os conflitos provenientes dessa situação. Espero ter ajudado, estou á disposição!
Olá, como você está? Fiquei imaginando o quanto você pode estar sofrendo com essa situação. De fato, é um impasse muito deliciado e tem razão de você ser tomado por tantos sentimentos. Eu gostaria de poder te ouvir mais sobre isso, mas como não é possível por aqui, quero te deixar algumas sugestões. Primeiro: seja honesto com os seus sentimentos, valide e acolha aquilo que você está sentindo. Por mais difícil que seja, não se julgue pelo que acontece ou pelo que você sente. Segundo: converse muito com a sua esposa sobre o que está acontecendo, escute-a e peça para que ela te escute também. Pode ser desafiador e constrangedor caso vocês não tenham esse hábito, mas com o tempo e a repetição vocês colherão bons frutos. Outra sugestão que eu gostaria de te dar é para que vocês criem momentos de intimidade que não precisem necessariamente terminar em sexo (ou em penetração)… criem momentos gostosos juntos, re-descubram o que traz prazer um ao outro, sem a cobrança de fazer algo com isso, apenas estejam juntos e inteiros nesse momento. Tornem isso um hábito (se possível diário), creio que ajudará a recriar a conexão entre vocês. Caso consiga, faça psicoterapia! Desejo que você supere isso da melhor forma possível. Um abraço.
Entendo como essa situação pode estar sendo difícil e trazendo sentimentos de vergonha, raiva e baixa autoestima. É natural sentir-se confuso quando há tantos fatores envolvidos, como sua saúde, seu relacionamento e sua própria identidade. Você já está tomando medidas importantes para cuidar da sua saúde física, mas o impacto emocional dessas mudanças também merece atenção.
A terapia pode ser um espaço seguro para que você possa processar esses sentimentos, entender melhor seus desejos e limites, e encontrar um caminho que traga mais equilíbrio e bem-estar. Podemos trabalhar juntos para fortalecer sua autoestima, lidar com os pensamentos negativos e ajudá-lo a tomar decisões que façam sentido para você. Se quiser conversar mais sobre isso, estarei à disposição.
A terapia pode ser um espaço seguro para que você possa processar esses sentimentos, entender melhor seus desejos e limites, e encontrar um caminho que traga mais equilíbrio e bem-estar. Podemos trabalhar juntos para fortalecer sua autoestima, lidar com os pensamentos negativos e ajudá-lo a tomar decisões que façam sentido para você. Se quiser conversar mais sobre isso, estarei à disposição.
A função sexual tem forte ligação com nosso emocional, além da parte física e química do nosso corpo. Nem sempre é fácil separar a quanto cada um desses aspectos estão influenciando as nossas reações. Por outro lado nossa experiência de vida, como nos vemos, se temos medo de sermos abandonados, se nos sentimos sem valor, etc. pode ter grande influencia nos nossos relacionamentos. Podemos desenvolver relacionamentos onde nem um dos cônjuges se sentem abastecidos emocionalmente. Um psicologo, além do devido tratamento de saúde, pode lhe ajudar nessa situação.
Acho que você deve procurar auxilio com um urologista e de um psicólogo. Importante manter a dieta e exercícios que são fundamentais para mudança no estilo de vida e, possivel reversão do quadro. Alguns remédios também podem auxiliar e, em último caso, uma prótese peniana pode ser a solução. Paralelamente a qualquer uma dessas soluções, sugiro o acompanhamento psicológico. Este, poderá ajudar no processamento cognitivo e na regulação das suas emoções, de modo que você possa buscar uma solução satisfatória em todos os campos de sua vida.
Essa é uma situação emocionalmente complexa. É compreensível sentir-se abalado. O ideal é buscar ajuda psicológica para lidar com os sentimentos, autoestima e decisões sobre o relacionamento. Também é importante seguir com o tratamento da diabetes e, se possível, consultar um urologista e terapeuta sexual.
É compreensível que essa situação esteja gerando sentimentos intensos e contraditórios. A impotência sexual, especialmente quando ocorre de forma inesperada, pode impactar profundamente a autoestima e a percepção de masculinidade. Além disso, lidar com a abertura do relacionamento quando ainda há amor envolvido pode ser emocionalmente desafiador.
Seus pensamentos de vergonha e raiva indicam um sofrimento emocional significativo, e é importante acolher esses sentimentos sem se julgar. Você não precisa tomar uma decisão imediata, mas buscar apoio psicológico pode ajudá-lo a compreender melhor seus limites, desejos e a lidar com a situação de forma mais saudável.
Seu bem-estar deve ser prioridade. A terapia pode ajudar a resgatar sua autoestima, trabalhar suas emoções e refletir sobre o que realmente faz sentido para você, seja continuar nesse modelo de relacionamento ou buscar um caminho diferente. Você não está sozinho nisso, e há formas de recuperar sua confiança e qualidade de vida.
Seus pensamentos de vergonha e raiva indicam um sofrimento emocional significativo, e é importante acolher esses sentimentos sem se julgar. Você não precisa tomar uma decisão imediata, mas buscar apoio psicológico pode ajudá-lo a compreender melhor seus limites, desejos e a lidar com a situação de forma mais saudável.
Seu bem-estar deve ser prioridade. A terapia pode ajudar a resgatar sua autoestima, trabalhar suas emoções e refletir sobre o que realmente faz sentido para você, seja continuar nesse modelo de relacionamento ou buscar um caminho diferente. Você não está sozinho nisso, e há formas de recuperar sua confiança e qualidade de vida.
Neste caso, a psicoterapia é recomendável a você. A psicoterapia pode lhe auxiliar a debruçar-se sobre possívei caminhos que podem lhe deixar mais seguro e menos confuso quanto a este momento de crise que você vem vivenciando e quanto a situações posteriores a esta crise (como em momentos de conflitos cotidianos, etc). É possível depreender que você não está mais de acordo com o que fora acordado; a psicoterapia pode lhe auxiliar na construção de respostas que lhe sejam mais satisfatórias, diferenciando o que é seu desejo e o que é demanda de outrem.
Recomendo que faça análise para aprofundar o autoconhecimento e te dar mais ferramentas para lidar com tais situações.
Olá, tudo bem?
Imagino o quanto tudo isso tem exigido de você. A forma como descreve sua experiência traz à tona uma série de emoções intensas e muito humanas — vergonha, raiva, confusão, amor, medo da perda. Quando o corpo sofre uma mudança significativa como a que você está enfrentando, não é só a fisiologia que se altera… há um abalo profundo na forma como nos vemos, como nos sentimos dignos de afeto e até como enxergamos nosso valor dentro das relações.
É compreensível que pensamentos negativos estejam invadindo sua mente com frequência. O cérebro, quando exposto a um cenário de frustração contínua e incertezas, tende a ativar mecanismos de defesa, muitas vezes interpretando tudo como ameaça — e isso impacta diretamente nosso humor, nossa autoestima e até nossa capacidade de tomar decisões. A neurociência mostra que experiências de impotência (física ou emocional) prolongada podem gerar estados de hiperativação do sistema límbico, especialmente da amígdala, o que nos deixa mais reativos, sensíveis e vulneráveis a ciclos de autocrítica e ruminação.
Dito isso, talvez seja importante se perguntar: o que você tem tentado fazer para cuidar das suas emoções, além do tratamento físico? Como tem lidado com o sentimento de não ser mais quem você era? Que tipo de diálogo interno tem alimentado quando se percebe em dúvida sobre seguir ou não nessa relação? E, principalmente, como seria se, ao invés de tentar forçar uma resposta definitiva, você se desse o direito de explorar com mais calma e profundidade o que realmente está doendo aí dentro?
Esse tipo de situação não costuma ter respostas simples — e tudo bem. A terapia pode ser um espaço importante para te ajudar a organizar esses sentimentos, compreender os impactos emocionais de toda essa vivência e, quem sabe, reconectar-se com sua identidade para além do papel sexual ou conjugal.
Caso precise, estou à disposição.
Imagino o quanto tudo isso tem exigido de você. A forma como descreve sua experiência traz à tona uma série de emoções intensas e muito humanas — vergonha, raiva, confusão, amor, medo da perda. Quando o corpo sofre uma mudança significativa como a que você está enfrentando, não é só a fisiologia que se altera… há um abalo profundo na forma como nos vemos, como nos sentimos dignos de afeto e até como enxergamos nosso valor dentro das relações.
É compreensível que pensamentos negativos estejam invadindo sua mente com frequência. O cérebro, quando exposto a um cenário de frustração contínua e incertezas, tende a ativar mecanismos de defesa, muitas vezes interpretando tudo como ameaça — e isso impacta diretamente nosso humor, nossa autoestima e até nossa capacidade de tomar decisões. A neurociência mostra que experiências de impotência (física ou emocional) prolongada podem gerar estados de hiperativação do sistema límbico, especialmente da amígdala, o que nos deixa mais reativos, sensíveis e vulneráveis a ciclos de autocrítica e ruminação.
Dito isso, talvez seja importante se perguntar: o que você tem tentado fazer para cuidar das suas emoções, além do tratamento físico? Como tem lidado com o sentimento de não ser mais quem você era? Que tipo de diálogo interno tem alimentado quando se percebe em dúvida sobre seguir ou não nessa relação? E, principalmente, como seria se, ao invés de tentar forçar uma resposta definitiva, você se desse o direito de explorar com mais calma e profundidade o que realmente está doendo aí dentro?
Esse tipo de situação não costuma ter respostas simples — e tudo bem. A terapia pode ser um espaço importante para te ajudar a organizar esses sentimentos, compreender os impactos emocionais de toda essa vivência e, quem sabe, reconectar-se com sua identidade para além do papel sexual ou conjugal.
Caso precise, estou à disposição.
Isso que você está passando é extremamente difícil e envolve emoções muito intensas, como vergonha, raiva, insegurança e medo da perda. Primeiro, é importante reconhecer que seus sentimentos são válidos e compreensíveis diante das mudanças que ocorreram em sua vida.
A impotência sexual pode afetar a autoestima e a percepção de si mesmo, mas isso não define o seu valor nem a sua capacidade de ter um relacionamento saudável e satisfatório. O tratamento para a disfunção erétil pode levar tempo, e o impacto emocional da condição também precisa ser cuidado.
Sobre a abertura do relacionamento, é fundamental avaliar se essa decisão realmente faz sentido para você ou se foi algo que aceitou apenas por medo de perder sua esposa. Se a situação está te causando sofrimento constante, talvez seja o momento de refletir sobre suas próprias necessidades e limites dentro da relação.
Buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo importante para entender melhor seus sentimentos, resgatar sua autoestima e tomar decisões mais alinhadas com o que realmente quer. Você não precisa enfrentar isso sozinho, e conversar com um profissional pode te ajudar a encontrar um caminho que traga mais equilíbrio e bem-estar.
Se quiser conversar mais sobre isso ou buscar estratégias para lidar com esses pensamentos e emoções, estou aqui para ajudar!
A impotência sexual pode afetar a autoestima e a percepção de si mesmo, mas isso não define o seu valor nem a sua capacidade de ter um relacionamento saudável e satisfatório. O tratamento para a disfunção erétil pode levar tempo, e o impacto emocional da condição também precisa ser cuidado.
Sobre a abertura do relacionamento, é fundamental avaliar se essa decisão realmente faz sentido para você ou se foi algo que aceitou apenas por medo de perder sua esposa. Se a situação está te causando sofrimento constante, talvez seja o momento de refletir sobre suas próprias necessidades e limites dentro da relação.
Buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo importante para entender melhor seus sentimentos, resgatar sua autoestima e tomar decisões mais alinhadas com o que realmente quer. Você não precisa enfrentar isso sozinho, e conversar com um profissional pode te ajudar a encontrar um caminho que traga mais equilíbrio e bem-estar.
Se quiser conversar mais sobre isso ou buscar estratégias para lidar com esses pensamentos e emoções, estou aqui para ajudar!
Olá. Percebo que esta em grande sofrimento, que requer ser ouvido e aconselhado. Acredito que antes de mais nada, é importante observar e trabalhar seus sentimentos em relação a esse acordo na relação. Uma vez que gerou diversos outros sentimentos e dificuldades, para além das quais já estava vivenciando com o diagnóstico de diabetes. Mudança de hábitos, nova rotina e alimentação ajustada não é fácil, o apoio da companheira é crucial nessa fase da vida. A psicoterapia poderá contribuir para esta busca de hábitos saudáveis e também possibilitará uma aproximação do casal e melhoria na comunicação, da relação amorosa e sexual, uma vez que esta não se resume em apenas penetração. Entre em contato, vamos trabalhar essas questões e refletir juntos.
Essa situação parece estar gerando muitos sentimentos difíceis para você, e faz sentido que esteja se sentindo confuso diante de tudo o que está vivendo. Como tem sido lidar com essa mistura de vergonha, raiva e insegurança? De que forma essa experiência tem afetado a maneira como você se vê e se relaciona consigo mesmo?
Talvez a questão não seja apenas sobre a abertura do casamento, mas sobre o que isso tem despertado em você. O que significa, para você, aceitar essa situação? E o que significaria se afastar dela? Há espaço para expressar suas dores e limites nesse relacionamento, ou você sente que precisa suportar tudo para não perder sua esposa? Encontrar um caminho que faça sentido passa por reconhecer o que realmente importa para você e o que está disposto ou não a carregar nessa jornada.
Talvez a questão não seja apenas sobre a abertura do casamento, mas sobre o que isso tem despertado em você. O que significa, para você, aceitar essa situação? E o que significaria se afastar dela? Há espaço para expressar suas dores e limites nesse relacionamento, ou você sente que precisa suportar tudo para não perder sua esposa? Encontrar um caminho que faça sentido passa por reconhecer o que realmente importa para você e o que está disposto ou não a carregar nessa jornada.
Fazer analise pode te ajudar, nesse caso falar com um profissional pode ser o melhor remédio
Olá! Imagino seu sofrimento... procure um psicólogo para ajudar a passar por esse momento. A psicoterapia irá ajudar na sua autoestima, no controle emocional e até mesmo na parte sexual, pois a ansiedade, o querer resolver logo a situação da impotência, pode atrapalhar o resultado.
Sinto muito por tudo o que você está passando. O que você descreve é profundamente humano — você está vivendo uma combinação muito intensa de dor física, emocional e afetiva. É totalmente compreensível que se sinta confuso, dividido, e com a autoestima abalada.
A impotência sexual causada pela diabetes é uma realidade difícil, e muitas vezes pouco falada. Para muitos homens, ela toca em pontos profundos da identidade, da masculinidade e do vínculo no relacionamento. E ainda por cima, você está enfrentando isso dentro de uma situação que exige um esforço diário — tratamento, mudanças de hábitos — e agora também o peso emocional de lidar com a abertura do casamento, algo que não partiu de você.
Você aceitou essa proposta com esperança de recuperar a saúde e retomar a intimidade no relacionamento, mas está claro que essa escolha também está te ferindo. Os pensamentos de vergonha, raiva, confusão, e essa queda na autoestima são respostas emocionais legítimas, e não sinal de fraqueza. Você está tentando lidar com uma situação que rompeu com a forma como você costumava viver, amar e se reconhecer como homem e parceiro.
Leve algumas coisas em consideração! Amar não é aceitar tudo, se você chegar a conclusão que relacionamento aberto não é para você, estipule esse limite! Divórcio não é sinônimo de fracasso, apesar de ser difícil de pensar sobre isso agora, ás vezes é importante, mesmo quando se ama a outra pessoa, entender que se não vão existir meios-termos, escolhas devem ser tomadas, e cuidar de si pode ser a melhor escolha.
A impotência sexual causada pela diabetes é uma realidade difícil, e muitas vezes pouco falada. Para muitos homens, ela toca em pontos profundos da identidade, da masculinidade e do vínculo no relacionamento. E ainda por cima, você está enfrentando isso dentro de uma situação que exige um esforço diário — tratamento, mudanças de hábitos — e agora também o peso emocional de lidar com a abertura do casamento, algo que não partiu de você.
Você aceitou essa proposta com esperança de recuperar a saúde e retomar a intimidade no relacionamento, mas está claro que essa escolha também está te ferindo. Os pensamentos de vergonha, raiva, confusão, e essa queda na autoestima são respostas emocionais legítimas, e não sinal de fraqueza. Você está tentando lidar com uma situação que rompeu com a forma como você costumava viver, amar e se reconhecer como homem e parceiro.
Leve algumas coisas em consideração! Amar não é aceitar tudo, se você chegar a conclusão que relacionamento aberto não é para você, estipule esse limite! Divórcio não é sinônimo de fracasso, apesar de ser difícil de pensar sobre isso agora, ás vezes é importante, mesmo quando se ama a outra pessoa, entender que se não vão existir meios-termos, escolhas devem ser tomadas, e cuidar de si pode ser a melhor escolha.
É natural sentir-se confuso em uma situação com tantos aspectos da vida envolvidos, os sentimentos e pensamentos ficam intensos e embaralhados. Observei que parte importante de seu descontentamento parece estar relacionado com a decisão que vocês tomaram juntos sobre a abertura do relacionamento. Se isso está gerando um desconforto, talvez possa fazer sentido avaliar se você gostaria de continuar sem comunicar esse incômodo. Pelo relato, houve uma conversa para decidirem essa abertura, se a situação não está da forma como imaginou, não seria possível tentar rever a questão?
Outro ponto é que você tem feito tratamento com remédios, dieta e atividade física, mas isso não é tudo. Existem outras alternativas em termos fisiológicos que podem ser levados em consideração. Quando as estratégias farmacológicas se esgotam, há aparelhos para o estímulo elétrico da região, além dos implantes e próteses penianas que ficam internas, sem aparentar nada diferente visualmente e com funcionalidade preservada. Cabe buscar um médico urologista para avaliar seu caso e explorar opções. Além disso, existem formas de se relacionar sexualmente, que não sejam necessariamente a partir da penetração peniana, como o sexo oral, uso de vibradores, entre outros. Vocês já pensaram sobre essas opções? Ainda, sobressai o fato de que a diabetes trouxe impactos emocionais significativos para você que também precisam de atenção, por isso seria importante considerar fazer um acompanhamento com profissional de psicologia para conseguir aprofundar melhor essas questões.
Outro ponto é que você tem feito tratamento com remédios, dieta e atividade física, mas isso não é tudo. Existem outras alternativas em termos fisiológicos que podem ser levados em consideração. Quando as estratégias farmacológicas se esgotam, há aparelhos para o estímulo elétrico da região, além dos implantes e próteses penianas que ficam internas, sem aparentar nada diferente visualmente e com funcionalidade preservada. Cabe buscar um médico urologista para avaliar seu caso e explorar opções. Além disso, existem formas de se relacionar sexualmente, que não sejam necessariamente a partir da penetração peniana, como o sexo oral, uso de vibradores, entre outros. Vocês já pensaram sobre essas opções? Ainda, sobressai o fato de que a diabetes trouxe impactos emocionais significativos para você que também precisam de atenção, por isso seria importante considerar fazer um acompanhamento com profissional de psicologia para conseguir aprofundar melhor essas questões.
Olá!
A situação por qual está passando é realmente desafiadora, cujo conflito de sentimentos e pensamentos deve ser terrivelmente abalador. Contudo, antes de você se diagnosticar com perda de autoestima permita-se acolher e analisar a sua situação com o apoio de uma ajuda psicológica. A psicoterapia ajuda a redescobrir nossos recursos internos, elaborar nossa dor e a recriarmos o mundo conforme nossa própria personalidade. As nossas emoções falam através do nosso corpo. Permita-se saber de si, você pode se surpreender.
A situação por qual está passando é realmente desafiadora, cujo conflito de sentimentos e pensamentos deve ser terrivelmente abalador. Contudo, antes de você se diagnosticar com perda de autoestima permita-se acolher e analisar a sua situação com o apoio de uma ajuda psicológica. A psicoterapia ajuda a redescobrir nossos recursos internos, elaborar nossa dor e a recriarmos o mundo conforme nossa própria personalidade. As nossas emoções falam através do nosso corpo. Permita-se saber de si, você pode se surpreender.
Sinto muito por você estar passando por uma situação tão difícil e complexa. Essa combinação de questões de saúde, relacionamentos e emoções intensas pode ser esmagadora.
Primeiro, é importante reconhecer o quão difícil deve ser lidar com o impacto físico e emocional da diabetes e sua consequência na vida sexual.
A impotência, seja temporária ou duradoura, afeta profundamente a autoestima e a percepção de si mesmo, e é completamente compreensível que isso traga sentimentos de frustração e dor. O impacto disso no seu relacionamento também é significativo, e parece que você está tentando equilibrar esse sofrimento com a vontade de manter sua esposa ao seu lado.
O pedido dela para abrir o casamento, que você aceitou, certamente gerou uma série de sentimentos conflitantes.
Por um lado, você demonstra um grande amor e comprometimento, querendo que ela seja feliz, mas por outro, seus sentimentos de vergonha e raiva são completamente válidos e naturais.
A confiança e os limites de um relacionamento são fundamentais, e parece que você está se sentindo desrespeitado ou inseguro sobre a situação, o que é perfeitamente compreensível.
Primeiro, é importante reconhecer o quão difícil deve ser lidar com o impacto físico e emocional da diabetes e sua consequência na vida sexual.
A impotência, seja temporária ou duradoura, afeta profundamente a autoestima e a percepção de si mesmo, e é completamente compreensível que isso traga sentimentos de frustração e dor. O impacto disso no seu relacionamento também é significativo, e parece que você está tentando equilibrar esse sofrimento com a vontade de manter sua esposa ao seu lado.
O pedido dela para abrir o casamento, que você aceitou, certamente gerou uma série de sentimentos conflitantes.
Por um lado, você demonstra um grande amor e comprometimento, querendo que ela seja feliz, mas por outro, seus sentimentos de vergonha e raiva são completamente válidos e naturais.
A confiança e os limites de um relacionamento são fundamentais, e parece que você está se sentindo desrespeitado ou inseguro sobre a situação, o que é perfeitamente compreensível.
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