Disfunção Sexual Pós-Antidepressivos (PSSD) tem cura ?

13 respostas
Disfunção Sexual Pós-Antidepressivos (PSSD) tem cura ?
 Maria Annunziata Spagnolo
Psicólogo
Salvador
A causa da disfunção sexual é na maioria dos casos orgânica e precisa ser cuidada por um medico urologista; as causas mais comuns podem ser diabete doenças cardiovasculares, hipertensão; pode ter também causas psicológicas, como depressão, nervosismo, ansiedade e o estresse. Precisa ter mais conhecimento do teu caso para poder dizer com mais precisão se tem cura. De longe posso sugerir que você procure um acompanhamento psicológico para te subsidiar no processo de recuperação da saúde bio-psico-social.

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 Claudius Viana
Psicólogo
Rio de Janeiro
Bom dia. Sim, com o tratamento adequado esse é um quadro reversível. A queda da libido, via de regra, possui uma etiologia multifatorial, ou seja, suas causas englobam vários aspectos da vida do paciente. Desse modo, a intervenção terapêutica deve contar com o apoio de mais de um especialista, sendo que o acompanhamento psicológico é fundamental na diminuição do estresse e da ansiedade. Procure o quanto antes um psicólogo de sua confiança, para juntos traçarem uma estratégia de tratamento. Abraços e boa sorte.
 Carolina Motta Cardoso Salles
Psicólogo
Rio de Janeiro
Bom dia, é preciso antes de qualquer coisa entender melhor as causas dessa disfunção sexual. As causas podem ser orgânicas, psicológicas ou até mesmo por conta de problemas no relacionamento. A sexualidade humana é muito complexa e acho importante uma investigação mais profunda. De qualquer forma, isso está te preocupando e o espaço de terapia pode ajudar a entender e lidar melhor o que está acontecendo.
Dr. Luiz Paulo Wigderowitz
Psicólogo
Rio de Janeiro
Bom dia. Não vejo grandes problemas em reverter o quadro. A queda da libido e por consequência do desejo, é em geral multifatorial, ou seja, existem diversas hipóteses para a causa do seu problema, por isso uma investigação com um urologista (causas orgânicas) e um psicólogo (causas emocionais), seria o mais adequado e sensato. Procure um tão logo quanto possível, um psicólogo que possa te ajudar a elaborar um plano de ação adequado. Abraços
 Júlia Valdetaro
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, é necessário entender um pouco melhor do caso.
A disfunção sexual pode ser causada até mesmo por conta dos medicamentos, alguma causa psicológica ou orgânica. Recomendo procurar um especialista ( médico urologista), e o seu psiquiatra para verificar os efeitos colaterais do anti-depressivos. Recomendo também um psicólogo, uma terapia neste caso é essencial tanto por conta da depressão como da disfunção sexual. Espero ajudar.
 Telma Maria Dias Vieira
Psicólogo
Rio de Janeiro
Até onde eu conheço, se não houver nenhuma comorbidade que interfira na função sexual ou qualquer bloqueio emocional, uma vez que cessa a administração do antidepressivo, espera-se que a disfunção sexual se desinstale. Mas é sempre melhor procurar um profissional psi para resolver esses problemas.
Dr. Sergio Zusman
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Não ficou claro se ainda está tomando o anti depressivo. Vários anti depressivos provocam redução da libido. Nesse caso, converse com o seu psiquiatra sobre esse problema.
Agora se já parou de tomar e está com disfunção sexual, procure um urologista e um psicólogo para poder ter a ajuda com essa situação pontual.
 Emmanuela Loiola
Psicólogo
Salvador
Veja, busque uma ajuda profissional (urologista e psicólogo), compreenda o seu diagnostico. Cada caso é um caso. Comprometa-se com o seu tratamento, as chances de conviver ou ter uma vida saudável aumentam com tratamentos adequados. Espero ter ajudado!
 Ana Carolina Lynch
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
De forma geral, quando se interrompe o uso do antidepressivo há uma reversão do quadro. Converse e se oriente com seu médico. Ele pode, de acordo com o tempo que tomou o medicamento e qual foi o antidepressivo que tomou, te avaliar melhor e orientar sobre a reversão do sua libido. No caso da manutenção do quadro é importante procurar um urologista e um psicólogo.
Olá em primeiro lugar deveria saber se a disfunção é orgânica ou psicológica.
Mas sabemos que a Depressão pode facilitar a perda da libido.
Porém caso haja uma causa orgânica seria importante iniciar o tratamento psicologico para saber lidar com a disfunção.
 Raquel Hahn
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, alterações no desejo sexual nem sempre são permanentes. Geralmente quando é feito o desmame da medicação, gradualmente os efeitos colaterais desaparecem, consequentemente sua libido melhora. As vezes não se trata do remédio. É importante você estar ciente de outras causas possíveis como: uso de álcool, idade, vida sedentária...Converse com seu médico e também procure um psicólogo, este lhe ajudará a entender e compreender melhor esta situação.
Prof. Bianca Machado
Psicólogo
Rio de Janeiro
Sim! Terapia Cognitiva Sexual é muito indicada nesses casos!
Dra. Camila Cirino Pereira
Neurologista, Médico do sono, Psiquiatra
São Paulo
A Disfunção Sexual Pós-Antidepressivos (PSSD) é uma condição relatada por alguns pacientes após o uso — e, em certos casos, mesmo após a suspensão — de medicamentos antidepressivos, especialmente os da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), como sertralina, escitalopram, fluoxetina e paroxetina. Os sintomas incluem redução do desejo sexual, dificuldade de excitação, anorgasmia, dormência genital e diminuição da resposta emocional ao prazer. Embora ainda não existam diretrizes consolidadas nem consenso científico definitivo sobre suas causas e tratamento, há avanços importantes no entendimento da síndrome. Acredita-se que a PSSD resulte de alterações neuroquímicas e neuroplásticas nos sistemas serotoninérgico, dopaminérgico e sensorial, que afetam a percepção de prazer e a resposta sexual. Em muitos casos, os sintomas melhoram gradualmente com o tempo, à medida que o sistema nervoso se readapta, embora a recuperação possa ser lenta e variável. Em outros, pode persistir de forma mais duradoura, exigindo acompanhamento especializado. O tratamento costuma envolver uma abordagem multifatorial, com avaliação detalhada por neurologista, psiquiatra e, quando necessário, endocrinologista, para excluir causas hormonais, metabólicas ou circulatórias. Algumas estratégias relatadas na literatura incluem o uso de agonistas dopaminérgicos, moduladores hormonais, terapia cognitivo-comportamental e protocolos de reabilitação sexual, sempre sob supervisão médica. Embora ainda não exista uma “cura garantida”, há casos documentados de melhora significativa ou remissão parcial dos sintomas, especialmente quando o cuidado é iniciado precocemente e de forma personalizada. O mais importante é não interromper nem modificar a medicação por conta própria — o acompanhamento especializado é essencial para ajustar o tratamento de forma segura. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, saúde sexual, depressão, ansiedade e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

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