É necessário usar o divã no processo psicanalítico?

53 respostas
É necessário usar o divã no processo psicanalítico?
 Luíza Pedroso Cunha
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! Não! O divã pode ajudar a relaxar e a focar em seus pensamentos, mas o mais importante é a conexão de confiança que criamos. O fundamental é que você se sinta à vontade para falar o que sente e pensa, da maneira que for melhor para você. Esse é um espaço seu, sem pressão.

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 Ilma  dos Santos de Jesus
Psicanalista
Hortolândia
Olá, não necessariamente, pode-se utilizar uma poltrona, um sofá ou até mesmo uma cadeira confortável, porém, alguns consultórios têm uma ou outra opção aí fica a critério do ou da paciente em qual ela se sente mais confortável.
Não, o uso do divã não é obrigatório no processo psicanalítico. Originalmente, Freud adotou o divã como um recurso para facilitar que o paciente se relaxasse e falasse livremente, sem a interferência do olhar do analista, o que ajuda a diminuir a censura psíquica e a promover a associação livre do inconsciente.

No entanto, muitos psicanalistas hoje realizam atendimentos sentados frente a frente com seus pacientes, e isso não inviabiliza a profundidade do trabalho psicanalítico, inclusive é a maneira como rotineiramente atendo. O divã pode ser usado como uma estratégia quando o paciente já construiu um vínculo forte com o analista e se relaciona com ele como um objeto interno, pois ele favorece que o paciente se direcione mais para seu próprio fluxo de pensamentos sem se preocupar com reações do terapeuta.

Assim, o divã é uma ferramenta que pode facilitar a fala livre e as associações necessárias ao processo, mas o essencial é o vínculo de confiança e o trabalho interpretativo que o analista faz, que podem acontecer em diferentes formatos e contextos, por exemplo ao desligar a camera durante um atendimento on-line.

Não, o uso do divã não é obrigatório. Ele é um recurso clássico da psicanálise freudiana, utilizado para favorecer a livre associação e diminuir a influência da presença direta do analista. Porém, muitas vezes o processo se inicia frente a frente, principalmente nas primeiras sessões, e só depois se for adequado para o paciente e para o andamento do tratamento, o divã pode ser introduzido.

O essencial não é o divã, mas a escuta analítica e o espaço de elaboração que se constrói entre paciente e analista.
O essencial é o vínculo e a fala, independentemente da posição física. O divã ajuda em algumas questões, mas nem todo profissional usa um divã em seu consultório.
Olá, O divã é apenas um móvel para ficar mais confortável, mas a pessoa pode se sentir mais confortável numa poltrona ou cadeira, depende de cada pessoa. Então ele não é necessário, é uma opção.
 Rosana Britva
Psicanalista
São Paulo
Não, o uso do divã não é obrigatório no processo psicanalítico.

O divã é um recurso técnico que foi instituído por Freud e tem uma função simbólica e prática:
• Facilitar a associação livre, permitindo que o paciente fale sem se prender ao olhar do analista.
• Favorecer o manejo da transferência, já que a ausência do contato visual direto ajuda a emergir conteúdos inconscientes.
• Dar ao analista maior liberdade para escutar sem se prender tanto às expressões faciais ou à expectativa de resposta imediata.
O que importa, do ponto de vista da psicanálise, não é o móvel em si, mas sim a escuta analítica, a transferência e a técnica. O divã pode ser introduzido ou não, dependendo do momento do processo e da direção do tratamento.
 Dirk Albrecht Dieter Belau
Psicanalista
São Paulo
É necessário.
 Henara Ferreira
Psicanalista
Porto Alegre
O divã, essa posição que tira o olhar de cena, poderá ajudar muito no desenrolar da sessão.
Olá,

O divã é um instrumento de trabalho para o psicanalista, assim como o cirurgião possui diversos instrumentos para poder realizar uma cirurgia.
Freud observou que ficava constrangido nas sessões de análise quando ficava olhando para o paciente enquanto ele falava. Foi então que surgiu idéia de utilizar o divã. A partir da experiência de uso do divã sentia que ficava mais livre para conjecturar sobre o que o paciente lhe dizia, observou que o mesmo ocorria com o paciente.
Espero ter contribuído com sua questão.
Bom dia!
O divã é um instrumento que, em muitos casos, facilita a livre associação e permite com que o paciente preste maior atenção em seu próprio mundo interno. O uso do divã vai depender da forma como o psicanalista trabalha e de cada caso. Existem casos em que o divã não é indicado e outros, sim. Mas mesmo nos casos indicados, ainda é uma opção para o paciente usar o divã ou não pois depende de como ele vai se sentir. Estou à disposição para qualquer dúvida! Abraços e ótimo dia! Ana
 Paulo Bonzanini
Psicanalista
Santo André
Eu não uso divã. Prefiro o olho no olho e escuta ativa.O uso do divã não é obrigatório no processo psicanalítico. Ele é um recurso clássico criado por Freud para favorecer a associação livre, diminuir as distrações da presença direta do analista e permitir que o paciente fale com mais espontaneidade.

Na prática clínica atual, muitos psicanalistas utilizam tanto o divã quanto a conversa frente a frente, dependendo da etapa do tratamento e da necessidade do paciente. Há casos em que o divã ajuda a aprofundar a análise, mas também há situações em que a relação olho no olho é mais adequada, especialmente no início do processo ou quando a pessoa se sente mais segura assim.

O essencial não é a posição física, mas a qualidade da escuta e da relação analítica. O divã pode ser introduzido em algum momento da análise, mas sempre de maneira respeitosa e negociada, levando em conta o ritmo do paciente.
Não, o uso do divã não é obrigatório. Ele é um recurso que pode ser utilizado em determinado momento da análise, quando faz sentido para o processo. Muitas vezes o paciente começa conversando frente a frente com o analista, e só depois, se sentir confortável e quando for indicado, passa a usar o divã. O mais importante não é a posição física, mas a possibilidade de falar livremente e se escutar.

Fico á disposição
Não é necessário. O uso do divã é algo muito individual. O importante é o paciente se sentir a vontade.
Dra. Paula Marinho
Psicanalista
Niterói
O Divã é um lugar criado por Freud para direcionar o paciente quando o Psicanalista observa que é o momento da entrada propriamente em análise.
Não, o divã não é obrigatório na psicanálise. Tradicionalmente, Freud usava o divã para que o paciente ficasse deitado e sem contato visual direto com o analista, favorecendo a livre associação de ideias. Hoje, muitas sessões ocorrem com o paciente sentado de frente para o analista, sem prejuízo do processo. O mais importante é que haja um espaço seguro e confidencial, onde o paciente se sinta à vontade para falar livremente
Dra. Flavia Egreja
Psicanalista
Rio de Janeiro
Na psicanálise não existe a figura de um “divã” como algo obrigatório. Ele é um recurso clássico, criado por Freud, que favorece a associação livre e diminui a influência do olhar do analista, permitindo que o paciente se escute de maneira mais profunda. No entanto, o processo psicanalítico pode acontecer tanto com o paciente deitado no divã quanto sentado frente ao analista. A escolha depende do conforto do paciente, seu momento do tratamento, da indicação clínica e também da disponibilidade e desejo do paciente. O que realmente caracteriza a psicanálise é o método — a escuta, a interpretação e a análise da transferência —, e não apenas a posição corporal durante a sessão.
Não, o uso do divã não é obrigatório na psicanálise. Ele é um recurso clássico, que pode ajudar algumas pessoas a se concentrarem mais nos próprios pensamentos e sentimentos, sem a interferência direta do olhar do analista.

Mas hoje em dia, muitos psicanalistas também atendem frente a frente, especialmente no início do processo ou quando o paciente se sente mais confortável assim. O mais importante é que a pessoa esteja à vontade para falar e elaborar suas questões.

Ou seja: o divã pode ser usado, mas não é uma regra. A escolha depende do momento do processo e do que faz mais sentido para cada paciente.
 Felipe Firenze
Psicanalista
Rio de Janeiro
Oi, obrigado pela sua pergunta! O uso do divã na psicanálise não é uma regra absoluta. Ele pode ser um recurso importante, pois favorece a livre associação e ajuda o paciente a se voltar mais para seus pensamentos, mas não é obrigatório. O que realmente importa é a relação construída entre paciente e analista, o espaço de escuta e acolhimento. Cada processo é único, e o que funciona para uma pessoa pode não ser o mesmo para outra. Por isso, buscar ajuda profissional é fundamental, lembrando sempre que a escolha do analista deve estar ligada à identificação que você sentir com ele. Caso sinta que este é o momento de iniciar sua jornada, estarei à disposição para caminharmos juntos.
 Lucélia Perez
Psicanalista
Manaus
Não necessariamente, embora seja um instrumento que vai facilitar a associação livre e a exploração do inconsciente, pois, permite que o paciente fique mais a vontade sem precisar manter o contato visual direto do analista. A decisão de usar o divã depende das necessidades do paciente e da avaliação do psicanalista, tanto que atualmente temos a possibilidade de realizar as sessões online, em grupo, tudo vai depender da demanda do profissional.
Dra. Renata Bittencourt
Psicanalista
Brasília
O uso do divã é um recurso tradicional da psicanálise, mas não é obrigatório. Ele pode ser introduzido quando fizer sentido para o processo, pois favorece que a pessoa fale de forma mais livre, sem o olhar direto do analista.
No entanto, muitas vezes as sessões começam frente a frente e, em alguns casos, permanecem assim durante todo o percurso.
Esta é apenas uma explicação simplificada. A decisão sobre o uso do divã depende da singularidade de cada análise e não segue uma regra rígida.
O divã pode ser visto como um símbolo de liberdade da fala, mas não como uma condição para se tratar em psicanálise. Esse símbolo surgiu a partir do próprio Freud que pedia aos pacientes para se deitar para facilitar a livre associação e evitar o contato visual. O divã passou a representar a possibilidade de falar sem censura, sem inibições.
Atualmente, o tratamento não depende da posição física do (a) paciente, pois a maioria dos analista trabalha com atendimento face a face, já que o contato visual pode fortalecer o vínculo, e esse atendimento pode ser no consultório ou on-line. O importante é a pessoa se sentir confortável, segura e acolhida para falar e iniciar o seu processo de cura pela fala.
 Rosane Rodrigues Fraga
Psicanalista
Belo Horizonte
O uso do divã faz parte do setting analitico. Isso é, da metodologia de trabalho. Muitos profissionais, sugerem o uso do divã, quando a pessoa "entrou" realmente em análise. Pode demorar meses pra acontecer. Já na minha prática, quando a sessão é presencial, ofereço o divã depois de algumas sessões. O que muda para o analisando qdo vai para o divã: ele se conscientiza que ele é o dono do processo. Que está lá para antes de tudo, se escutar. Entende que análise não é um bate papo. Ele não precisa portanto ver a cara do analista e vice-versa.
 Victor Macedo
Psicanalista
Bragança Paulista
O divã é uma ferramenta que pode ou não ser usada. É um lugar que nem sempre a pessoa irá ficar, podendo ir e voltar, tanto por decisão própria ou por pedido do analista.
 Adriana Latance
Psicanalista
Sorocaba
Depende, se esta for sua vontade, pode sim.
 Andreia  Tomaz
Psicanalista
São Paulo
não
 Iara  Batista
Psicanalista
São Roque
O uso do divã não é obrigatório no processo psicanalítico. Ele pode ser um recurso utilizado em alguns momentos, mas não é uma regra. O mais importante é que o paciente se sinta à vontade e acolhido no espaço terapêutico.
 Tais Ferreira Fischer
Psicanalista
São Paulo
Freud introduziu o uso do divã por razões práticas: dizia-se cansado de ser olhado por horas e acreditava que, ao deitar-se, o paciente ficava menos inibido, favorecendo a associação livre.
O divã também simboliza uma posição: o analisando fala sem o apoio do olhar do analista, e o analista pode escutar de forma mais livre, sem ficar preso à comunicação facial.
Porém, Freud não o considerava indispensável em todos os casos; era um instrumento, não um dogma.
 Lucas Jerzy Portela
Psicanalista
Salvador
Não, mas ajuda muito.
 Renan de Souza
Psicanalista
São Paulo
Olá, excelente pergunta! O divã pode até parecer um móvel bonito no consultório, mas ele tem uma função estruturante na psicanálise: quando você fala sem se sentir observado diretamente, você pode se surpreender com o que diz. Ele retira o olhar do analista da cena, deslocando o paciente da posição de “falar para agradar ou responder ao olhar do outro”. Entre em contato se quiser aprofundar nesse tema. Fico à disposição.
Não, o divã não é obrigatório no processo psicanalítico.

O divã é um recurso clássico criado por Freud, que ajuda o paciente a falar mais livremente, sem a interferência direta do olhar do analista. Ele favorece a associação livre, ou seja, falar tudo que vem à mente, até aquilo que parece sem importância.

Mas a psicanálise não se reduz ao divã. Hoje, muitos atendimentos acontecem frente a frente, principalmente no início do processo ou em atendimentos online. O essencial é a escuta analítica, o espaço seguro onde você pode falar e se escutar de um jeito diferente.

Ou seja: usar ou não o divã depende de cada caso, do momento do paciente e do estilo de trabalho do analista. O mais importante não é a posição física, mas a experiência de se colocar em palavra e ser escutado de forma profunda.
Olá, tudo bem?
O uso do divã é facultativo no processo psicanálitico. Cada profissional entenderá se seu uso é necessário ou não. O divã tem uma função específica na análise, porém, não usá-lo não diminui a eficiência da mesma.
Espero ter te ajudado.
Dra. Gabriela Cosendey
Psicanalista
Rio de Janeiro
Em alguns casos sim, outros não.
O uso do divã não é obrigatório. Ele pode ser um recurso importante em certos momentos do processo, pois favorece a livre associação e o contato com o inconsciente, mas também é possível conduzir uma psicanálise com o paciente sentado frente a frente. O mais importante é que o enquadre seja construído de forma ética e coerente com o percurso de cada análise.
Olá!
Na terapia o que importante é a fala livre. O divã, quando usado é apenas um acessório.
Não é necessário utilizar o divã. O divã é uma opção com o objetivo de deixar o paciente mais a vontade dentro de suas reflexões e pensamentos, por exemplo, o paciente não precisa ficar olhando diretamente para o Psicanalista o tempo todo e fica mais relaxado. É uma opção e não é obrigatório caso o paciente não queira. Fico a disposição para maiores dúvidas sobre! :)
Não, o uso do divã não é obrigatório. Ele é um recurso tradicional criado por Freud para favorecer a associação livre — ou seja, o ato de falar sem censura, deixando os pensamentos fluírem. Quando o paciente está deitado e não vê o analista, tende a se voltar mais para dentro, diminuindo a autocensura e permitindo que o inconsciente se manifeste com mais liberdade.

Mas isso depende muito da fase do processo e do vínculo. No início da análise, é comum que as sessões aconteçam face a face, especialmente para criar confiança e facilitar o diálogo. O uso do divã pode ser introduzido mais tarde, quando o paciente já se sente à vontade e o analista percebe que o método pode favorecer o processo.

Em resumo: o divã é uma ferramenta simbólica e técnica, não uma regra. O essencial na psicanálise é a escuta profunda, a fala livre e o vínculo entre analista e analisando — com ou sem divã, o que importa é o espaço seguro onde o inconsciente possa se expressar.
Dr. Bruno Guimarães Tannus
Psicanalista, Médico de família
Curitiba
O divã é um objeto muito simbólico da psicanálise, todavia ele não é necessário em todos as situações, tampouco em todos os momentos do tratamento. Na verdade, em alguns casos, por exemplo durante as entrevistas preliminares e nos pacientes com psicoses, o uso do divã é contraindicado.

No tocante ao paciente (analisante), o ato de deitar-se no divã proporciona uma posição de recolhimento, mais introspectiva, deixa-se de olhar diretamente para a figura do psicanalista. Com isso, permite-se um contato maior consigo mesmo, facilitando lembranças, acesso a sentimentos recalcados e emoções antigas.

No que diz respeito ao psicanalista, o divã, de certa maneira, mantém o profissional “protegido” dos olhares curiosos de seus pacientes, que muitas vezes querem saber se suas falas estão sendo aprovadas ou não. Claro que, para um bom analista, aprovação ou desaprovação relativas ao paciente não estão em questão, pois o profissional deve buscar sempre uma certa neutralidade, estando assim aberto a escutar qualquer conteúdo sem fazer juízo de valor. O psicanalista não se preocupa em agradar ou desagradar, ele se ocupa em buscar as verdades de cada sujeito. Portanto, o divã é um aliado nesse processo, levando em conta que, com o paciente deitado nele, o profissional fica mais à vontade sobre suas próprias expressões faciais e postura corporal durante o atendimento, concentrando-se mais nas falas de cada paciente. Isso favorece a chamada atenção flutuante do analista.
não!
no processo psicanalítico se trabalha com o conforto do paciente ele usa o diva apenas se quiser usar, não por necessidade mas por conforto onde o paciente se sentir melhor pra falar das suas questões.
Olá, o divã é um recurso importante que facilita a associação livre, permitindo o acesso ao conteúdo inconsciente, mas não é imprescindível em um processo de análise.

Não.
O uso do divã não é obrigatório.
Ele é apenas um recurso que pode ajudar na associação livre e na concentração, mas muitas análises acontecem frente a frente, especialmente no início ou quando é o mais confortável para o paciente. Isso depende, de diversos momentos em que a sessão é realizada. Assim, quando vemos a necessidade de uma ajuda maior na entrega, convidamos o paciente ao divã.
 Andrea A. Alterio
Psicanalista, Nutricionista
São Paulo
Prezado(a)
O clássico divã da psicanálise não é obrigatório, ele é um recurso bastante útil em muitos casos, não uma regra.
O divã pode ser simbolizado, ele pode estar à distância, pode ser seu sofá, sua cama, o posicionamento da sua tela em consulta.
Na psicanálise, o essencial é o encontro: a fala, a escuta e o que se movimenta dentro de você.
Seja no divã, na poltrona, na cadeira ou na tela, o processo funciona quando você se sente à vontade para existir e se escutar de verdade.
Estou à disposição. Abraço Dra Dea
Olá!
Não, o uso do divã, quando tratamos de sessões presenciais, nem sempre é necessário. Na realidade, o divã é utilizado quando um paciente/analisante consegue realmente "entrar em análise".
E em sessões de teleconsulta? Pode-se trabalhar técnicas diferentes para essa substituição, tal como desligar a câmera do analista.
Dra. Érica Cristina França
Psicanalista, Sexólogo, Terapeuta complementar
Sorocaba
Olá! Obrigada por compartilhar sua dúvida
O divã é uma imagem bastante conhecida da psicanálise, mas não é obrigatório para o processo terapêutico.
O mais importante é que o paciente se sinta à vontade e seguro durante a sessão, podendo se expressar livremente, seja online ou presencialmente.
Em atendimentos online, por exemplo, a pessoa pode participar de qualquer lugar confortável, sem que isso comprometa o autoconhecimento ou a eficácia da psicanálise.
O que realmente faz diferença é a conexão com o psicanalista e o espaço seguro para refletir sobre pensamentos, sentimentos e experiências.
 Andrea  Nathan
Psicanalista
São Paulo
Não, não é necessário
O uso do divã não é obrigatório no processo psicanalítico. Ele é um recurso técnico tradicional, utilizado em alguns momentos e contextos clínicos, mas não define a existência ou a eficácia da análise. O mais importante é a construção do vínculo terapêutico e do espaço de escuta. Muitos atendimentos ocorrem com o paciente sentado frente a frente, especialmente no início do processo, em atendimentos online ou quando essa configuração favorece maior segurança emocional. A escolha do setting deve respeitar a singularidade do paciente e os objetivos do trabalho clínico.
 Sarah Pereira
Psicanalista
Campina Grande
O divã pode ser um instrumento útil em alguns contextos, mas não é condição necessária para um processo analítico efetivo. O que define a análise é a posição ética do analista e o trabalho com o inconsciente, independentemente da configuração física do setting.
 Ramon Andrade
Psicanalista
Rio de Janeiro
O uso do divã não é obrigatório na psicanálise. Ele é um recurso clínico que pode ser utilizado em determinados momentos do processo, quando faz sentido para o trabalho e para o paciente.

O mais importante não é a posição física, mas a possibilidade de falar livremente e sustentar a escuta. Muitas análises começam com sessões face a face e, em alguns casos, o divã pode ser introduzido posteriormente ou nunca ser utilizado.

A condução do processo é sempre singular e respeita o tempo e as condições de cada pessoa. Esses aspectos costumam ser conversados ao longo do trabalho terapêutico. Fico à disposição para esclarecer essas questões em um primeiro encontro.
 Mariana de Sousa Aguilar
Psicólogo, Psicanalista
Guarulhos
Olá!
O divã é um recurso clínico que pode ser utilizado ao longo da análise de acordo com a indicação do analista ou por vontade do analisando, mas não de forma obrigatória.
 Bárbara Prado
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Não.
O uso do divã não é obrigatório no processo psicanalítico.

Ele é um recurso clínico que pode ser utilizado em alguns momentos, conforme a indicação e o manejo do profissional, mas a psicanálise acontece principalmente pela escuta, pela fala e pelo vínculo terapêutico. Muitas análises se iniciam, e às vezes se mantêm, sem o uso do divã.

Abraços
Não é necessário, apenas se o paciente se sentir confortável.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado?
Não é necessário usar o divã para que um trabalho psicanalítico aconteça. O divã é uma ferramenta clínica tradicional, mas não é uma regra, pois muitas análises e psicoterapias de orientação psicanalítica acontecem em cadeira, frente a frente, e podem ser igualmente profundas e eficazes. Na lógica psicanalítica, o divã pode ajudar porque reduz os “sinais sociais” do rosto do analista e favorece que a pessoa fale com mais liberdade, sem se regular tanto pela reação do outro. Para algumas pessoas, isso facilita associação livre, sonhos e lembranças; para outras, pode ser desconfortável no início e não faz sentido forçar.
Em geral, o uso do divã é uma decisão construída no processo, considerando o estilo do profissional, a frequência das sessões e, principalmente, como você se sente e o que ajuda você a falar melhor. O que importa não é o móvel, e sim o método: a qualidade da escuta, o manejo do vínculo e o trabalho com o que se repete.
Se você tem curiosidade ou insegurança sobre isso, vale conversar com um psicanalista na primeira entrevista e entender como ele ou ela trabalha e o que seria mais adequado para você.
Espero ter ajudado e até a próxima.
Não. O uso do divã não é obrigatório.

Na psicanálise, o mais importante é a escuta e o vínculo terapêutico. Muitas pessoas fazem o processo sentadas, como em uma conversa, especialmente no início, no atendimento online ou quando o divã não faz sentido para a pessoa naquele momento.

Se em algum ponto o divã for indicado, isso é conversado com calma e só é utilizado se você se sentir confortável.

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