É possível ter relacionamentos saudáveis com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (
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É possível ter relacionamentos saudáveis com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá, boa tarde. Sim, é possível ter relacionamentos saudáveis com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), mas é importante compreender como o transtorno pode afetar a dinâmica afetiva. Pessoas com TPB experienciam emoções muito intensas, medo de abandono e dificuldade de regulação emocional, o que pode gerar conflitos, reações impulsivas ou oscilações de humor nas relações.
Com acompanho psicológico adequado, é possível que a pessoa aprenda estratégias para gerenciar emoções, melhorar a comunicação e lidar de forma mais equilibrada com os desafios interpessoais. Para familiares e parceiros, a chave é oferecer apoio, paciência e limites claros, sem julgamentos, reconhecendo os esforços e progressos.
Em resumo, embora o TPB traga desafios, relacionamentos positivos e estáveis são alcançáveis quando há tratamento, compreensão mútua e estratégias de regulação emocional sendo aplicadas. Abraços!
Com acompanho psicológico adequado, é possível que a pessoa aprenda estratégias para gerenciar emoções, melhorar a comunicação e lidar de forma mais equilibrada com os desafios interpessoais. Para familiares e parceiros, a chave é oferecer apoio, paciência e limites claros, sem julgamentos, reconhecendo os esforços e progressos.
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A problemática não é sobre o outro relacionar-se com um TPB e sim uma pessoa TPB buscar ajuda para melhor relacionar-se. As responsabilidades são distintas e é necessário estabelecer limites nas relações, sejam elas com TPB, ansiosas, depressivas enfim. Somos responsáveis por nossos relacionamentos interpessoais.
Oi, tudo bem? Sim, é possível ter relacionamentos saudáveis com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline, mas costuma exigir duas coisas que muita gente subestima: previsibilidade e trabalho consistente. O TPB não elimina a capacidade de amar, cuidar e construir vínculo, só tende a deixar o sistema emocional mais sensível a sinais de rejeição, abandono e injustiça. Quando o casal ou a família entende esse funcionamento e aprende a lidar com as crises sem entrar em escalada, a relação pode ficar mais estável e até mais profunda.
O que geralmente atrapalha é quando o relacionamento vira um pêndulo entre intensidade e ruptura. A pessoa entra em estado de alarme, interpreta algo como ameaça, reage com urgência, o outro responde com defesa ou afastamento, e isso confirma o medo de abandono. Aí a relação vira um laboratório diário de gatilhos. Quando há tratamento e compromisso em construir habilidades, esse ciclo pode ser interrompido. Não é sobre “andar em ovos”, é sobre comunicação mais clara, limites consistentes e reparação depois das crises, em vez de culpa, punição e silêncio.
Também é importante lembrar que relacionamento saudável não é relacionamento sem conflito. É relacionamento em que existe espaço para discordar sem destruir o vínculo, e em que o limite não vira humilhação, e o acolhimento não vira permissividade. Em alguns casos, a terapia individual ajuda a pessoa com TPB a regular emoções e impulsos, e a terapia de casal ou familiar pode ser útil para alinhar regras de conversa, limites, e como agir durante crises, se isso fizer sentido para a situação.
Pensando na sua realidade, o que você chama de relacionamento saudável, mais paz e estabilidade, mais confiança, ou mais liberdade para ser você sem medo de explosões? Quando a crise aparece, o padrão é mais cobrança e aproximação urgente, ou afastamento e gelo? E a pessoa com TPB está em tratamento e disposta a construir habilidades, ou a relação está tentando sobreviver só na base do improviso?
Caso precise, estou à disposição.
O que geralmente atrapalha é quando o relacionamento vira um pêndulo entre intensidade e ruptura. A pessoa entra em estado de alarme, interpreta algo como ameaça, reage com urgência, o outro responde com defesa ou afastamento, e isso confirma o medo de abandono. Aí a relação vira um laboratório diário de gatilhos. Quando há tratamento e compromisso em construir habilidades, esse ciclo pode ser interrompido. Não é sobre “andar em ovos”, é sobre comunicação mais clara, limites consistentes e reparação depois das crises, em vez de culpa, punição e silêncio.
Também é importante lembrar que relacionamento saudável não é relacionamento sem conflito. É relacionamento em que existe espaço para discordar sem destruir o vínculo, e em que o limite não vira humilhação, e o acolhimento não vira permissividade. Em alguns casos, a terapia individual ajuda a pessoa com TPB a regular emoções e impulsos, e a terapia de casal ou familiar pode ser útil para alinhar regras de conversa, limites, e como agir durante crises, se isso fizer sentido para a situação.
Pensando na sua realidade, o que você chama de relacionamento saudável, mais paz e estabilidade, mais confiança, ou mais liberdade para ser você sem medo de explosões? Quando a crise aparece, o padrão é mais cobrança e aproximação urgente, ou afastamento e gelo? E a pessoa com TPB está em tratamento e disposta a construir habilidades, ou a relação está tentando sobreviver só na base do improviso?
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