Estimados psicólogos e psicólogas, boa noite! Meu médico disse que as minhas tonturas frequentes são

Estimados psicólogos e psicólogas, boa noite! Meu médico disse que as minhas tonturas frequentes são uma doença pouco conhecida chamada Vertigem Fóbica. Nesse caso, devo procurar um psicólogo, psicanalista ou psiquiatra? Como será o tratamento desse doença no caso de recorrer a um psicólogo/a? Agradeço desde já pela atenção.

15 respostas


A Vertigem Fóbica envolve tontura ligada ao medo e ansiedade. O psicólogo, via TCC, ajuda a enfrentar o medo, reduzir a ansiedade e melhorar a qualidade de vida, podendo trabalhar junto com médico ou psiquiatra.

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A Vertigem Fóbica, apesar de se manifestar com sintomas físicos como tontura, costuma estar relacionada a fatores emocionais, especialmente ansiedade. Por isso, o tratamento mais eficaz geralmente envolve uma abordagem conjunta. O ideal é que você procure tanto um psicólogo quanto um psiquiatra, pois cada profissional atua em uma parte importante do processo: O psiquiatra irá avaliar a necessidade de medicação para controle dos sintomas físicos e da ansiedade. O psicólogo irá trabalhar a origem emocional do quadro, ajudando você a entender os gatilhos, reduzir a ansiedade e desenvolver estratégias para lidar com as crises. Na psicoterapia (especialmente na abordagem cognitivo-comportamental), trabalhamos a relação entre pensamentos, emoções e sintomas físicos, o que costuma trazer bastante melhora nesses casos. Ou seja, não é sobre escolher um ou outro, mas sim integrar os dois cuidados para um tratamento mais completo e eficaz. Se precisar, fico à disposição para te orientar nesse processo.

Marcia Maria

Marcia Maria

Psicólogo

Rio de Janeiro

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Olá, a vertigem fóbica atualmente conceituada como Tontura Postural Perceptual Persistente (TPPP) frequentemente está associada à ansiedade. O tratamento pode ser médico e psicológico. Se houver necessidade de medicação seu médico é responsável para lhe encaminhar ao melhor especialista. Na psicoterapia, principalmente na TCC - terapia cognitivo comportamental- podemos trabalhar com os fatores desencadeantes da ansiedade e que pioram o quadro de vertigem, como o medo e a hipervigilância, através de psicoeducação, reestruturação cognitiva, técnicas de relaxamento e estresse, treinamento para a atenção, entre outros. Com acompanhamento médico especializado e psicoterapia, os pacientes evoluem com um prognóstico muito bom!!


Olá, boa tarde, A “vertigem fóbica” costuma estar relacionada a fatores emocionais, como ansiedade, estresse ou até crises de pânico. Por isso, faz bastante sentido buscar acompanhamento psicológico. O psicólogo pode te ajudar a identificar possíveis gatilhos emocionais, compreender como essas tonturas se relacionam com o seu estado psicológico e desenvolver estratégias para reduzir os sintomas. Abordagens como a terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, têm bons resultados nesses casos, trabalhando pensamentos, emoções e reações físicas associadas à ansiedade. Em alguns casos, pode ser interessante também uma avaliação com psiquiatra, especialmente se houver sintomas mais intensos de ansiedade, para verificar a necessidade (ou não) de medicação. Já a escolha entre psicólogo e psicanalista vai depender do tipo de abordagem com a qual você mais se identifica — ambos podem ajudar, mas com formas diferentes de conduzir o tratamento. O mais importante é não ignorar os sintomas e buscar um acompanhamento adequado, já que há sim tratamento e melhora significativa na qualidade de vida Fico à disposição!


Olá, que bom que você escreveu sobre essa dúvida. Esclarecer o papel do psicólogo e do psiquiatra é sempre bom. Vamos lá, como você já deve saber as suas tonturas estão relacionada ao medo de algo, de alguém ou de alguma situação/ambiente. O papel do psicólogo(a) é junto com você descobrir o motivo desse medo e começar a desconstruí-lo. E aos poucos, ao enfrentar estas situações você verá que terá melhores condições de vida e menores quantidade de tontura. O psicólogo também poderá auxiliar na avaliação se é necessário algum outro encaminhamento, por exemplo com o psiquiatra. Este ultimo poderá prescrever medicações dependendo do diagnóstico. Ambos também poderão prescrever atividades ou terapia integrativas como forma de abrandamento emocional. Espero ter esclarecido um pouco como os profissionais da saúde mental podem auxiliar você. Boa sorte!

Tadeu Manfroni

Tadeu Manfroni

Psicólogo

São Paulo

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Olá, muito prazer. O que você descreve como ‘vertigem fóbica’ costuma estar relacionado à Vertigem Postural Perceptual Persistente, uma condição em que a tontura não é causada por um problema estrutural no ouvido, mas sim por uma forma como o cérebro está processando equilíbrio e ameaça. Ela frequentemente está associada à ansiedade, o corpo entra em estado de alerta, e isso interfere na percepção de equilíbrio, gerando a sensação de tontura. Nesses casos, o tratamento costuma ser multidisciplinar. A psicoterapia, especialmente baseada em evidências, ajuda a: reduzir a hipervigilância corporal, trabalhar a relação com a ansiedade e diminuir o ciclo medo → tontura → mais medo. O psiquiatra pode ser importante quando há ansiedade associada mais intensa, podendo avaliar a necessidade de medicação. E, em alguns casos, também pode haver indicação de reabilitação vestibular com fisioterapia especializada. Então sim, faz sentido procurar um psicólogo. O tratamento não é focado apenas na tontura em si, mas em como o cérebro está interpretando e reagindo a essas sensações. Com o acompanhamento adequado, há uma boa chance de melhora. Espero ter ajudado.


Olá! Quando o médico fala em “vertigem fóbica”, geralmente está se referindo a um quadro em que fatores emocionais, como ansiedade e hipervigilância corporal, influenciam diretamente na sensação de tontura. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é, sim, muito indicado. Você pode procurar tanto um psicólogo quanto um psiquiatra — eles têm papéis diferentes e, muitas vezes, complementares. O psiquiatra avalia a necessidade de medicação, enquanto o psicólogo trabalha as causas emocionais e os padrões que mantêm os sintomas. Na terapia, especialmente na abordagem cognitivo-comportamental (TCC), o foco será te ajudar a entender como pensamentos, emoções e sensações físicas se conectam. Você aprende, por exemplo, a reduzir a hipervigilância ao corpo, lidar melhor com a ansiedade e, aos poucos, diminuir a intensidade e a frequência das tonturas. É um processo gradual, mas com bons resultados quando bem conduzido.


Querido anônimo ou anônima, sua dúvida é muito compreensível, especialmente quando um sintoma físico como a tontura recebe um nome que aponta também para uma dimensão emocional, como é o caso da vertigem fóbica. Esse tipo de quadro costuma estar relacionado a estados de ansiedade, insegurança corporal e uma sensibilidade maior a situações que geram medo ou sensação de perda de controle. Embora o sintoma seja sentido no corpo, ele muitas vezes está articulado com aspectos psíquicos que merecem ser escutados com cuidado. Buscar um psicólogo ou psicanalista pode ser um caminho bastante importante nesse processo, pois o tratamento não se limita a “eliminar a tontura”, mas a compreender o que ela representa na sua experiência. Na psicanálise, entendemos que o corpo pode expressar aquilo que, por vezes, não encontra lugar na palavra. A vertigem, nesse sentido, pode estar ligada a momentos de instabilidade emocional, conflitos internos, medo, ou até situações em que o sujeito se sente sem apoio ou sem referência. A terapia oferece um espaço onde você pode falar livremente sobre o que está vivendo, não apenas em relação ao sintoma, mas também sobre sua história, seus medos, suas angústias e situações do cotidiano que possam estar relacionadas a essas sensações. Ao longo do processo, é possível que você comece a reconhecer padrões, compreender melhor seu corpo e suas reações, e construir uma relação mais estável com aquilo que hoje aparece como desconforto. O acompanhamento psiquiátrico também pode ser indicado em alguns casos, principalmente se houver sintomas de ansiedade mais intensos, sendo um trabalho que pode acontecer de forma complementar à psicoterapia. O mais importante é que você não precise lidar com isso sozinho. Há caminhos possíveis de cuidado, e a terapia pode ser um deles, oferecendo escuta, acolhimento e possibilidade de elaboração. Espero ter te ajudado. Qualquer pergunta estou à disposição. Grande abraço!


A Vertigem Fóbica (TPPP) é um transtorno onde o sistema de equilíbrio está fisicamente íntegro, mas o cérebro "hiper-reage" aos estímulos. O tratamento ideal é interdisciplinar: o Psiquiatra atua na modulação química da ansiedade e o Psicólogo/Psicanalista na dessensibilização do medo de cair. Na terapia, trabalhamos para que o cérebro pare de interpretar sinais corporais comuns como ameaças. Muitas vezes, a tontura é a forma que o corpo encontra de "paralisar" o sujeito diante de uma decisão ou situação da vida que parece não ter chão. O corpo tonta para que você não precise caminhar em uma direção que te assusta. O que em sua vida hoje parece estar "fora do eixo"? Seria um prazer te ajudar a investigar isso.


Boa noite! A vertigem fóbica (também chamada de tontura funcional ou psicogênica) costuma estar relacionada a ansiedade, hipervigilância corporal e tensão do sistema nervoso, mesmo quando exames físicos estão normais. Nesses casos, é sim indicado procurar um psicólogo, podendo haver também acompanhamento conjunto com psiquiatra, se necessário. Na psicoterapia, o tratamento foca em: compreender os gatilhos emocionais das tonturas reduzir a ansiedade e a hipervigilância corporal trabalhar a relação com o medo e a antecipação dos sintomas desenvolver regulação emocional e corporal Abordagens como Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e terapias focadas no corpo (somáticas) costumam ajudar bastante, pois atuam tanto nos pensamentos quanto nas respostas físicas do organismo. Com o tempo, a pessoa aprende a quebrar o ciclo ansiedade -sintoma -mais ansiedade, reduzindo a frequência e intensidade das tonturas. Se você tem sentido tonturas frequentes associadas à ansiedade ou insegurança corporal, posso te acompanhar em psicoterapia com acolhimento e profundidade para trabalhar essas causas emocionais e te ajudar a recuperar mais estabilidade e bem-estar no dia a dia. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


Olá! É muito importante que você já tenha esse diagnóstico em mãos, pois a Vertigem Fóbica é um exemplo claro de como nossas emoções podem afetar diretamente o nosso equilíbrio físico. Sobre a sua dúvida de qual profissional procurar, o ideal é pensar em um trabalho em conjunto: Psicólogo ou Psicanalista: A escolha entre um ou outro depende muito de com qual profissional você estabelecerá um bom vínculo. Na psicanálise, por exemplo, o foco será entender o que essa tontura está tentando "comunicar" sobre o seu momento de vida. O mais importante é que você se sinta seguro e acolhido para falar abertamente sobre suas questões. É nesse espaço que você vai tratar a causa emocional do desequilíbrio. Psiquiatra: É muito importante considerar o acompanhamento psiquiátrico também. Como a vertigem fóbica gera um desconforto físico real e constante, o psiquiatra pode prescrever medicações que ajudam a estabilizar o sistema nervoso. Isso ajuda a diminuir a intensidade da tontura, dando a você mais "fôlego" e tranquilidade para avançar no seu processo de terapia. Como será o tratamento? Diferente de um exame médico, o tratamento com um psicólogo ou psicanalista acontece através da fala. Nós vamos investigar: O que vem antes da tontura: Momentos de estresse, pressão ou situações em que você se sente "sem chão". A perda de controle: Muitas vezes, a vertigem está ligada ao medo inconsciente de perder o controle sobre algo na vida. A tradução do sintoma: O objetivo é fazer com que você não precise mais manifestar a ansiedade através do corpo. Quando colocamos a angústia em palavras, o corpo tende a relaxar e o sintoma de tontura perde a força. O melhor caminho é não escolher apenas um, mas unir o suporte medicamentoso (se necessário) com a investigação profunda que a terapia oferece.

Camila Ferrari

Camila Ferrari

Psicólogo

São Paulo

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Olá, boa tarde. A chamada “vertigem fóbica” (muitas vezes relacionada à tontura perceptual persistente ou quadros de ansiedade com sintomas vestibulares) tem, sim, uma forte relação com fatores emocionais. Por isso, procurar um psicólogo é uma escolha bastante indicada. De forma geral, o cuidado pode envolver dois profissionais: o psicólogo, para o tratamento psicoterapêutico, e o psiquiatra, caso haja necessidade de avaliação medicamentosa. Um não exclui o outro — muitas vezes, eles atuam de forma complementar. Na psicoterapia, especialmente com base na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o tratamento costuma focar em alguns pontos principais: • Compreensão do ciclo da tontura e ansiedade A pessoa passa a entender como a hipervigilância corporal (ficar “checando” o corpo o tempo todo) e o medo da tontura acabam intensificando os sintomas. • Redução do medo dos sintomas físicos Sensações como tontura, instabilidade ou “cabeça leve” passam a ser interpretadas como perigosas, o que aumenta a ansiedade e, consequentemente, a própria tontura. Trabalhamos para quebrar esse ciclo. • Exposição gradual Evitar movimentos, ambientes ou situações por medo da tontura tende a manter o problema. A terapia ajuda a retomar essas situações de forma progressiva e segura. • Técnicas de regulação da ansiedade Respiração, manejo da atenção e estratégias para reduzir a ativação fisiológica ajudam a diminuir a intensidade e a frequência dos episódios. • Redução de comportamentos de segurança Como se apoiar excessivamente, evitar sair sozinho ou monitorar constantemente o equilíbrio — tudo isso pode manter o quadro ao longo do tempo. Existe boa evidência científica de que a TCC é eficaz para quadros desse tipo, justamente por atuar na relação entre percepção corporal, medo e evitação. Se os sintomas estiverem muito intensos ou persistentes, uma avaliação com psiquiatra pode ser útil para potencializar o tratamento, mas a psicoterapia é um pilar central nesse processo. Você está no caminho certo ao buscar entender e tratar isso. Há manejo e melhora possíveis. Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.


A vertigem fóbica (atualmente muitas vezes enquadrada como tontura postural-perceptual persistente – PPPD) costuma ter uma boa resposta quando o tratamento é multidisciplinar. Se o diagnóstico já foi feito pelo seu médico, procurar um psicólogo pode ser um excelente passo. As abordagens com melhor suporte científico são terapias estruturadas, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajudam a compreender como a ansiedade, o medo das tonturas e os comportamentos de evitação podem contribuir para a manutenção dos sintomas. Em muitos casos, o tratamento também inclui reabilitação vestibular orientada por fisioterapeuta especializado e, quando há ansiedade intensa ou os sintomas persistem, o psiquiatra pode avaliar a necessidade de medicação. O mais importante é que os profissionais trabalhem de forma integrada. Se optar por um psicólogo, vale perguntar qual abordagem utiliza e se possui experiência no atendimento de pacientes com ansiedade, tontura funcional ou sintomas vestibulares. Isso aumenta as chances de um tratamento eficaz. Desejo que você encontre o acompanhamento adequado e tenha uma boa recuperação.

Dra. Maiara Correa

Dra. Maiara Correa

Psicólogo

Florianópolis

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A vertigem fóbica, também chamada em alguns contextos de tontura persistente relacionada à ansiedade, pode envolver uma interação entre aspectos físicos e emocionais. O acompanhamento costuma ser multidisciplinar, então é importante manter o seguimento com o médico que fez a avaliação e, dependendo do caso, contar com um psiquiatra e um psicólogo. Na perspectiva psicanalítica, o trabalho psicológico pode ajudar a compreender como o corpo expressa estados de tensão, medo e insegurança, além de investigar os significados emocionais associados aos sintomas. O objetivo não é afirmar que a tontura “é apenas psicológica”, mas compreender a relação entre corpo, emoções e experiências subjetivas. Um psicólogo clínico pode auxiliar no manejo da ansiedade, na elaboração dos medos envolvidos e na retomada gradual de uma sensação de segurança e autonomia diante das situações que despertam os sintomas.


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. Vertigem fóbica é uma condição psicossomática ligada à ansiedade. O tratamento ideal envolve: psiquiatra para estabilização medicamentosa (se necessário) psicólogo para terapia cognitivo‑comportamental psicanálise pode ajudar, mas não é a abordagem mais eficaz para sintomas físicos A psicoterapia trabalha: medo de cair ansiedade antecipatória gatilhos físicos reeducação sensorial regulação emocional É totalmente tratável. Atenciosamente, Fernando Vicente Rébuli Segundo Psicólogo e Neuropsicólogo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.