Estou casado há 22 anos, há alguns meses me envolvi com outra mulher, não consigo deixá-la, mas tamb

22 respostas
Estou casado há 22 anos, há alguns meses me envolvi com outra mulher, não consigo deixá-la, mas também não consigo abandonar meu casamento que é harmonioso e tenho um filho com a minha mulher. Não consigo sair dessa situação, porém não me sinto bem nela, está me consumindo. O que fazer?
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá! Uma situação como a tua é muito delicada e não pode ser lida a partir de um viés moral. Precisa buscar um espaço que apoie teu dilema para que possa sustentar alguma decisão, já que optando por relacionamento monogâmico estás rompendo com um contrato. Busque atendimento psicanalítico, vai ajudar muito!

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Prof. Gustavo Dantas
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Na vida é preciso se fazer escolhas, e a escolha envolve sempre uma perda em contrapartida. Não existe solução mágica, a questão é a forma que essa perda te afeta e a psicanálise pode lhe ajudar nisso. Assim como, a se posicionar e fazer uma escolha. Considerando que diante do exposto existe um conflito e se trata de um casamento padrão monogâmico.
O sofrimento que você descreve não está apenas na existência de duas mulheres, mas no impasse em que você ficou preso. Há algo aí que tenta ser sustentado como “duplo”, quando, internamente, isso já não encontra um lugar possível. O mal-estar é um sinal de que esse arranjo deixou de funcionar como apoio e passou a consumir você.

Do ponto de vista psicanalítico, esse tipo de impasse costuma surgir quando o sujeito tenta responder a demandas diferentes sem conseguir localizar o próprio desejo. Entre a responsabilidade, o afeto, a fantasia e a culpa, algo fica sem nome, e é isso que retorna como angústia.

A análise não vai dizer o que você deve escolher, mas pode oferecer um espaço para compreender o que cada vínculo sustenta em você e por que essa divisão se tornou insuportável. Quando o desejo pode ser escutado, as escolhas deixam de ser paralisantes e passam a ser possíveis.
A narrativa pode nos levar a varias hipóteses que só será possível identificar na clinica durante as sessões para assim visualizar e validar os porquês desta. Mas vejamos, primeiramente tentando alçar sua questão, estruturando uma hipóteses, visualizamos uma estrutura não apenas ao desejo e escolha de vivenciar conflitos em duas relações, entre duas mulheres, mas uma representação simbólica que direciona ao desejo oprimido ou recalcado visto na sua historia edipiana e nesse desejo que pulsa e goza, porém não preserva a pulsão de vida, obstruída pela pulsão de morte que se estrutura no ato divisório oscilando gradualmente sobre passado e presente, convicção e incertezas, verdades e negação.
Sinto muito que você esteja passando por esse momento de tanto desgaste e angústia. É perfeitamente compreensível que essa situação esteja consumindo suas energias, pois você se encontra em um conflito profundo entre dois mundos que parecem impossíveis de conciliar no momento: a estabilidade e a história de 22 anos de um casamento harmonioso, e a intensidade de um novo envolvimento que você não consegue interromper.

Esse sentimento de estar "preso" surge justamente porque ambos os lados ocupam lugares importantes na sua vida, mas de formas diferentes. O fato de você não se sentir bem nessa duplicidade mostra que seus valores e o cuidado com sua família estão pesando, gerando esse sofrimento ético e emocional. Às vezes, a dificuldade de escolher não é falta de vontade, mas sim o medo do luto que qualquer decisão trará.

Em um processo terapêutico, o objetivo não seria te dar uma resposta pronta sobre "o que fazer", mas sim oferecer um espaço seguro e livre de julgamentos para que possamos entender o que esse novo relacionamento representa na sua vida e o que ele diz sobre o seu momento atual. Precisamos olhar para esse esgotamento e traduzir o que o seu silêncio e sua angústia estão tentando dizer.

Se você sentir que faz sentido, estou à disposição para caminharmos juntos nessa exploração, ajudando você a encontrar um pouco mais de clareza e fôlego para lidar com tudo isso.

Espero ter ajudado! Fique bem!
Você permanece dividido entre duas escolhas, geralmente não é apenas uma questão de escolha entre pessoas, mas um conflito interno ainda não compreendido. Esse tipo de situação costuma gerar culpa, ansiedade e desgaste emocional porque mantém a pessoa em permanente tensão. Entender o que esse envolvimento despertou em você é parte essencial do processo. Uma escuta terapêutica pode ajudar a organizar esses sentimentos e tomar uma decisão mais consciente. Quem sabe eu possa te ajudar.
O que você descreve é uma situação que costuma gerar muito conflito interno. Quando alguém se envolve em dois vínculos ao mesmo tempo, geralmente não é apenas uma questão de escolha racional, mas também de emoções, desejos e conflitos que nem sempre estão claros para a própria pessoa.

O fato de você dizer que não se sente bem nessa situação e que isso está te consumindo mostra que existe um sofrimento psíquico importante aí. Muitas vezes, quando ficamos presos entre duas relações, algo dentro de nós também está dividido.

A psicanálise pode ajudar justamente a investigar algumas questões, como por exemplo:

O que esse novo vínculo representa emocionalmente para você neste momento da sua vida?

O que o seu casamento significa hoje para você, depois de tantos anos de história?

Que necessidades, desejos ou conflitos internos podem estar aparecendo através dessa situação?

Mais do que decidir rapidamente entre uma relação ou outra, o processo analítico busca compreender o que está em jogo subjetivamente, para que a decisão que vier seja mais consciente e menos movida apenas pela culpa, pelo impulso ou pela pressão.

Quando não entendemos o que está por trás de um conflito, ficamos presos nele. Quando começamos a compreender, surgem possibilidades de escolha mais claras.

Se essa situação está trazendo sofrimento e sensação de estar sem saída, falar sobre isso em um processo de análise pode ser um espaço seguro para elaborar esses sentimentos e entender o que realmente faz sentido para você.

Rita Seixas – Psicanalista.
 Deuglécio Lima
Psicanalista
Alterosa
Essa situação costuma gerar muita angústia porque você está dividido entre dois vínculos importantes e isso cria um conflito interno difícil de sustentar.
Quando desejos e compromissos entram em choque, é comum surgir culpa, confusão emocional e dificuldade de tomar decisões claras.
Em vez de tentar suportar tudo sozinho, pode ser importante refletir com calma sobre suas responsabilidades afetivas e o que cada relação representa na sua vida.
Esse tipo de impasse costuma pedir um espaço de escuta para compreender melhor seus sentimentos e escolhas.
Se sentir que precisa de um espaço online seguro, acolhedor e sem julgamentos para conversar sobre o que você está passando, procure um profissional da área terapêutica. No perfil dos especialistas aqui na plataforma há informações sobre atendimento.
 Raquel Marcante
Psicanalista
Belém do Pará
O que você descreve é uma situação relativamente comum na clínica e geralmente envolve um conflito entre diferentes posições do desejo. De um lado existe o vínculo construído ao longo de muitos anos de casamento, com história, família e estabilidade. De outro, surge um novo investimento afetivo que mobiliza novidade, intensidade emocional e questionamentos internos.
Na psicanálise compreendemos que o sujeito nem sempre consegue decidir apenas pela razão, porque o desejo não responde somente à lógica consciente. Muitas vezes ele se sustenta justamente nessa divisão interna: uma parte quer preservar o que foi construído, enquanto outra parte se sente atraída por algo novo.
Quando esse conflito permanece por muito tempo, ele costuma gerar exatamente o que você relata: sofrimento, culpa, sensação de estar preso e dificuldade de tomar uma decisão.
Mais do que tentar resolver isso apenas pela força da vontade, pode ser importante compreender o que essa nova relação representa para você e qual função ela ocupa na sua vida psíquica neste momento. Em muitos casos, a questão não é apenas escolher entre duas pessoas, mas entender algo mais profundo sobre o próprio desejo.
Espero ter ajudado de alguma forma. Caso queira conhecer um pouco mais sobre meu trabalho, você pode também ler as avaliações no meu perfil aqui na plataforma e, se sentir que faz sentido para você, você pode agendar uma sessão.
Forte abraço!
Situações assim costumam colocar a pessoa diante de um impasse entre diferentes lugares que ocupa na própria vida: o vínculo construído ao longo dos anos, a família, e também algo do desejo que apareceu de forma inesperada.
Na psicanálise, mais do que indicar uma decisão imediata, o trabalho costuma consistir em compreender o que essa situação está revelando sobre sua posição nos vínculos e sobre o que está em jogo no seu desejo.
Poder falar sobre esse conflito em um espaço de escuta muitas vezes ajuda a esclarecer o que está acontecendo para você e, a partir daí, encontrar uma forma mais própria de se posicionar diante dessa escolha.
Essa situação costuma ser muito angustiante justamente porque não se trata apenas de uma escolha racional. Há alguma coisa em você que se mantém dividido, sustentando dois lugares ao mesmo tempo, e isso, com o tempo tende a consumir mesmo. Não é inesperado que um envolvimento fora do casamento traga à tona aspectos que estavam adormecidos, desejos, questões não resolvidas ou até partes de você mesmo que não encontravam espaço na relação atual. Isso não significa, necessariamente, que você precise escolher de forma imediata, mas sim que existe algo importante a ser compreendido nessa divisão. A dificuldade de sair dessa posição pode indicar que cada uma dessas relações ocupam um lugar diferente na sua vida, e abrir mão de qualquer uma delas trará perdas que talvez ainda não estejam claras para você. Agora, mais do que saber o que fazer (no sentido de uma decisão prática), talvez o primeiro passo seja entender o que cada uma dessas relações representa para você e o que está em jogo nessa escolha. Um espaço de escuta pode te ajudar a sair desse lugar de impasse, não pelo caminho da pressa, mas da compreensão do que, de fato, te mantém aí. Fico à disposição, se cuida!
Dra. Jéssica Santana
Psicanalista, Terapeuta complementar
Brasília
O que você descreve não é só uma “indecisão prática” — pela lente da psicanálise, isso costuma revelar um conflito interno mais profundo, muitas vezes inconsciente, que está se expressando através dessa situação.

Você não está apenas entre duas pessoas. Você parece estar entre duas posições psíquicas:

De um lado, o casamento de longa data — que representa vínculo, história, estabilidade, אולי até uma parte de você mais estruturada e comprometida.

Do outro, essa nova relação — que pode estar ligada a desejo, vitalidade, redescoberta de si, ou algo que talvez estivesse adormecido.

A dificuldade em sair de qualquer um dos lados indica que ambos têm um valor psíquico importante para você. Por isso, simplesmente “escolher racionalmente” não resolve — porque o conflito não é só racional.

Na psicanálise, situações como essa muitas vezes apontam para:

Desejos contraditórios que coexistem (segurança × novidade, estabilidade × liberdade);

Repetições inconscientes (padrões de relação que se atualizam);

Ou até uma tentativa de responder a algo que falta, mas que ainda não está claro para você.

E tem um ponto importante: o sofrimento que você descreve (“está me consumindo”) costuma surgir quando a pessoa tenta sustentar duas verdades ao mesmo tempo sem conseguir simbolizar o conflito — ou seja, sem conseguir dar um sentido mais profundo ao que está acontecendo dentro de si.

Então, ao invés de começar pela pergunta “o que eu faço?”, a psicanálise convida você a ir antes para:

O que essa outra relação representa para mim?

O que mudou em mim nesses 22 anos de casamento?

O que eu encontro em cada uma dessas relações — e o que falta em cada uma?

O que eu temo perder em cada escolha?

Percebe que não é só sobre “ficar ou sair”? É sobre entender o que está em jogo dentro de você.

Uma coisa precisa ser dita com clareza: permanecer nessa posição por muito tempo tende a aumentar o sofrimento — porque você fica dividido, muitas vezes com culpa, ansiedade e desgaste emocional constante. Em algum momento, uma elaboração mais profunda (e possivelmente uma decisão) vai ser necessária.

Nesse tipo de situação, a psicanálise não oferece uma resposta pronta, mas oferece algo mais valioso: um espaço para você se escutar de verdade, sem julgamento, e entender o sentido disso tudo na sua história.

Se você puder, buscar um processo analítico pode ser muito importante agora. Não para alguém te dizer o que fazer, mas para te ajudar a não ficar preso nesse impasse.

Se quiser, posso te ajudar a organizar melhor essas perguntas ou até pensar em como iniciar esse processo — porque dá pra sair desse lugar, mas não na pressa nem só na força de decisão.
Olá. Entendo a dificuldade de estar nessa posição, sendo consumido pela situação. Procure terapeutas, converse e entenda como eles trabalham, escolha aquele que você se sentir mais seguro. Então, dedique-se a entender as razões de ter entrado nessa situação e as opções de escolha para sair dela. Abs.
 Sarah Pereira
Psicanalista, Psicólogo
Campina Grande
Você não vai sair dessa situação simplesmente escolhendo uma ou outra. Enquanto você não entender o que cada uma está representando afetivamente para você, qualquer escolha será uma amputação e vai deixar restos. Seja qual for sua escolha futura, ela precisa ser uma escolha sustentada por você, e não um eterno flutuar entre dois lugares que te consomem. Talvez a decisão não seja sobre qual mulher escolher, mas o mais importante é compreender aonde está o seu desejo e qual a maneira que você lida com ele. Essa é a pergunta que está por trás de tudo.
 Emerson Teles
Psicanalista
São Paulo
Você pode investir no processo de terapia online, buscando uma abordagem na psicanálise, que é uma técnica que atua além dos conflitos atuais, buscando a origem dos acontecimentos e do pensamento que toma conta do dia e define suas escolhas. Ao longo do processo, é possível acessar conflitos psíquicos que não aparecem de forma racional. Isso permite uma elaboração mais profunda e mudanças mais duradouras.
 Melissa Soares
Psicanalista
Criciúma
O que você descreve é uma situação que costuma gerar bastante sofrimento, justamente por envolver sentimentos ambivalentes e escolhas que não são simples. Você se vê dividido entre dois vínculos importantes, e essa dificuldade de se posicionar pode acabar te mantendo em um lugar de desgaste constante, como você mesmo percebe.
Mais do que decidir entre uma relação ou outra de forma imediata, pode ser importante tentar compreender o que esse envolvimento representa para você, o que ele mobiliza, o que aparece nele que talvez não esteja presente no seu casamento, e como você tem se sentido dentro de cada um desses espaços.
Às vezes, a dificuldade de escolher não está apenas nas opções em si, mas no que cada uma delas implica emocionalmente.
Um processo terapêutico pode te ajudar a olhar para essa situação com mais clareza, entendendo seus sentimentos e possibilitando uma decisão que faça mais sentido para você, sem que isso siga te consumindo dessa forma.
 Felipe Firenze
Psicanalista
Rio de Janeiro
Boa tarde! Obrigado pela sua coragem em compartilhar algo tão delicado. O que você descreve, é um conflito interno intenso entre desejo, compromisso e valores, o que naturalmente gera angústia e desgaste. Talvez não se trate de escolher rápido, mas de compreender o que cada relação representa para você e o que está em jogo emocionalmente. Não há respostas simples ou absolutas, mas ignorar esse mal-estar, tende a intensificá-lo. Buscar um profissional com quem você se identifique pode ajudar a elaborar isso com mais clareza. Se necessário, fico à disposição. Abraço
O que você descreve é um conflito interno importante, e o sofrimento que você sente mostra que essa situação não está sendo indiferente para você. Estar dividido entre dois vínculos costuma gerar angústia, culpa e sensação de impasse, porque envolve não apenas desejo, mas também história, responsabilidade e afetos construídos ao longo do tempo. A psicoterapia pode ajudar você a compreender o que esse envolvimento representa para você neste momento da sua vida, o que está em jogo no seu casamento e por que essa divisão se mantém. O objetivo não é dizer o que você deve fazer, mas ajudar você a sair desse lugar de paralisação, para que consiga tomar uma decisão mais consciente, com menos sofrimento e mais coerência com aquilo que você realmente deseja sustentar.
 Rosana Cristina Viegas Barbarini
Psicanalista, Terapeuta complementar
Campinas
Olá,

O que você descreve não é apenas uma “dúvida de escolha”, mas um conflito psíquico importante, que está se expressando através dessa divisão entre duas relações.

Pela perspectiva psicanalítica, quando alguém não consegue escolher, muitas vezes não se trata de falta de clareza, mas de uma impossibilidade interna de renunciar. Cada relação pode estar ocupando funções diferentes na sua vida psíquica.

O casamento, que você descreve como harmonioso, pode representar estabilidade, vínculo, história, pertencimento. Já a outra relação pode estar ligada a aspectos como desejo, novidade, vitalidade ou algo que talvez não esteja sendo vivido no casamento — não necessariamente por falha do outro, mas por algo do seu próprio funcionamento.

O sofrimento que você relata indica que essa divisão está se tornando insustentável. E aqui há um ponto central:
manter as duas posições pode funcionar, inconscientemente, como uma forma de não enfrentar uma perda — porque qualquer escolha implica abrir mão de algo.

Na psicanálise, o desejo não se organiza apenas pelo que queremos conscientemente, mas também por aquilo que evitamos enfrentar. Por isso, mais do que decidir rapidamente “o que fazer”, seria importante se perguntar:

— O que cada uma dessas relações representa para você?
— O que você sente que perderia ao abrir mão de cada uma?
— O que essa situação atual está permitindo que você não precise encarar?

Sem compreender isso, qualquer decisão pode ser vivida com culpa, arrependimento ou repetição do mesmo padrão.

Você diz que essa situação está te consumindo — isso já indica que algo precisa ser elaborado, não apenas resolvido na prática.

Um espaço terapêutico pode te ajudar a sair dessa posição de divisão e a tomar uma decisão mais alinhada com o seu próprio desejo, e não apenas com a pressão do momento.

Você não está apenas entre duas mulheres — está diante de um conflito interno que pede compreensão.

Um abraço,

Rosana Viegas Mentoria de Carreira e de Vida com Psicanálise Clínica
Na psicanálise, como nos aponta Freud, muitas vezes nos vemos presos em situações externas que refletem divisões internas: entre o que desejamos, o que construímos e o que de alguma forma, ainda nos falta.
Um casamento de anos pode representar estabilidade, história e vínculo. Já um envolvimento fora dele pode despertar partes suas que estavam silenciadas como desejo, validação, novidade, ou até emoções não elaboradas.
O ponto central não é “qual das duas escolher”, mas o que em você sustenta essa divisão. Porque enquanto isso não for compreendido, a tendência não é resolver o conflito é apenas mudá-lo de cenário.
Você não está preso entre duas pessoas. Está preso entre partes suas que ainda não aprendeu a integrar. E ignorar isso é o que mantém o sofrimento.
Olá,

Acredito que você se beneficiaria de um trabalho em psicoterapia. Existem inúmeras abordagens, eu te indico a Psicanálise.
Procurar ajuda na terapia, para entender o conflito que está vivendo. As sessões de análise tratam das questões do momento, investigando todo o seu processo desde a gestação e infância.

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