Estou em uma relação com uma mulher casada, porém segundo ela, já não existe mais desejo entre ambos
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Estou em uma relação com uma mulher casada, porém segundo ela, já não existe mais desejo entre ambos
Atualmente depois de manter um relacionamento secreto por um ano, ela pediu para que a gente se afastasse, pois precisa lidar com o sentimento de culpa e remorso após o acontecimento. Disse gostar de mim, mas prefere o rompimento, afirmando a mim que vai romper o matrimônio mas não pode me dar esperanças de reatar esse romance. Estou muito confuso, me sentindo usado e triste. Como devo proceder?
Atualmente depois de manter um relacionamento secreto por um ano, ela pediu para que a gente se afastasse, pois precisa lidar com o sentimento de culpa e remorso após o acontecimento. Disse gostar de mim, mas prefere o rompimento, afirmando a mim que vai romper o matrimônio mas não pode me dar esperanças de reatar esse romance. Estou muito confuso, me sentindo usado e triste. Como devo proceder?
Entendo como essa situação pode ser dolorosa e confusa. Estar em uma relação marcada por segredos, promessas e rompimentos desperta sentimentos intensos, especialmente quando se sente descartado após tanto investimento emocional.
Talvez seja importante se perguntar: o que buscava nesse vínculo? Que lugar ocupava nessa relação? E por que essa experiência lhe toca tão profundamente?
Mais do que encontrar respostas prontas, pode ser valioso escutar o que essa dor revela sobre seus desejos, expectativas e repetições afetivas. A psicanálise oferece um espaço para elaborar essas questões com cuidado, ajudando a transformar o sofrimento em um caminho de autoconhecimento.
Talvez seja importante se perguntar: o que buscava nesse vínculo? Que lugar ocupava nessa relação? E por que essa experiência lhe toca tão profundamente?
Mais do que encontrar respostas prontas, pode ser valioso escutar o que essa dor revela sobre seus desejos, expectativas e repetições afetivas. A psicanálise oferece um espaço para elaborar essas questões com cuidado, ajudando a transformar o sofrimento em um caminho de autoconhecimento.
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Essa situação envolve sentimentos intensos e ambivalentes, o que pode gerar muita confusão e sofrimento. É natural se sentir usado quando há um rompimento inesperado, ainda mais após um envolvimento tão profundo. No entanto, também é importante considerar que a outra pessoa está lidando com conflitos internos complexos, como culpa, lealdade e dúvidas sobre suas escolhas. Mais do que buscar respostas imediatas, talvez esse seja um momento de voltar o olhar para você: o que deseja, o que está sentindo e como tem se colocado nas relações. Falar sobre isso com um profissional pode ajudar muito a organizar os pensamentos e cuidar da dor. Caso deseje, estou à disposição!
Olá, tudo bem?
Imagino o turbilhão que você está vivendo… relações que se constroem em contextos paralelos, como essa, muitas vezes misturam intensidade, expectativa e silêncios difíceis de digerir. Quando alguém diz que precisa se afastar para lidar com a culpa, pode parecer justo racionalmente, mas emocionalmente isso pode soar como abandono — especialmente para quem investiu tempo, afeto e sonhos nesse vínculo. E quando ela diz que gosta de você, mas mesmo assim prefere romper, o cérebro entra em curto: "Se gosta, por que não fica?" A confusão que você sente faz sentido.
Talvez uma pergunta importante agora seja: o que essa relação significava para você além da presença dela? O que você enxergava como possibilidade futura e o quanto disso vinha de promessas reais ou de projeções feitas a partir do desejo? Existe também um ponto delicado nesse processo: em algum nível, pode ser que você tenha aceitado certas condições na esperança de que, em algum momento, ela escolheria ficar com você. Isso acontece com mais frequência do que se imagina… O afeto nos faz tolerar o que, fora dele, talvez seria inaceitável.
Sob a perspectiva da neurociência, seu cérebro está tentando entender como reorganizar um sistema de recompensa que vinha sendo ativado por algo intermitente. Quando recebemos migalhas de afeto em contextos imprevisíveis, o sistema dopaminérgico pode gerar um efeito semelhante ao de um vício: quanto mais incerto, mais intenso parece ser o apego. E, quando isso termina, o organismo entra num tipo de abstinência emocional, tentando entender o que deu errado — ainda que racionalmente você saiba que algumas coisas nunca estiveram inteiramente certas.
Te deixo com algumas perguntas que talvez te ajudem a começar a digerir esse momento:
O que você precisaria sentir para que esse capítulo ficasse menos dolorido?
Que tipo de amor você acredita merecer — e o quanto essa relação correspondia a isso?
Você se sentiu escolhido, ou apenas disponível enquanto ela decidia o próprio rumo?
E se o que mais está doendo não for a perda dela, mas a perda da história que você imaginou que viveriam juntos?
Caso precise, estou à disposição.
Imagino o turbilhão que você está vivendo… relações que se constroem em contextos paralelos, como essa, muitas vezes misturam intensidade, expectativa e silêncios difíceis de digerir. Quando alguém diz que precisa se afastar para lidar com a culpa, pode parecer justo racionalmente, mas emocionalmente isso pode soar como abandono — especialmente para quem investiu tempo, afeto e sonhos nesse vínculo. E quando ela diz que gosta de você, mas mesmo assim prefere romper, o cérebro entra em curto: "Se gosta, por que não fica?" A confusão que você sente faz sentido.
Talvez uma pergunta importante agora seja: o que essa relação significava para você além da presença dela? O que você enxergava como possibilidade futura e o quanto disso vinha de promessas reais ou de projeções feitas a partir do desejo? Existe também um ponto delicado nesse processo: em algum nível, pode ser que você tenha aceitado certas condições na esperança de que, em algum momento, ela escolheria ficar com você. Isso acontece com mais frequência do que se imagina… O afeto nos faz tolerar o que, fora dele, talvez seria inaceitável.
Sob a perspectiva da neurociência, seu cérebro está tentando entender como reorganizar um sistema de recompensa que vinha sendo ativado por algo intermitente. Quando recebemos migalhas de afeto em contextos imprevisíveis, o sistema dopaminérgico pode gerar um efeito semelhante ao de um vício: quanto mais incerto, mais intenso parece ser o apego. E, quando isso termina, o organismo entra num tipo de abstinência emocional, tentando entender o que deu errado — ainda que racionalmente você saiba que algumas coisas nunca estiveram inteiramente certas.
Te deixo com algumas perguntas que talvez te ajudem a começar a digerir esse momento:
O que você precisaria sentir para que esse capítulo ficasse menos dolorido?
Que tipo de amor você acredita merecer — e o quanto essa relação correspondia a isso?
Você se sentiu escolhido, ou apenas disponível enquanto ela decidia o próprio rumo?
E se o que mais está doendo não for a perda dela, mas a perda da história que você imaginou que viveriam juntos?
Caso precise, estou à disposição.
O que você está sentindo é absolutamente compreensível — relacionamentos marcados por segredos, despedidas inesperadas e promessas incertas costumam trazer grande confusão emocional, sentimentos de rejeição e até um senso de desamparo. Quando envolvimentos afetivos intensos terminam sem clareza ou sem espaço para diálogo profundo, é comum surgirem perguntas dolorosas como “onde foi que eu errei?” ou “será que foi apenas uma fase?”. A atenção proporcionada pela Psicologia pode ser uma grande aliada nesse momento, pois oferece um espaço seguro para que você compreenda suas emoções, resgate sua autoestima e identifique padrões que possam estar se repetindo em sua vida afetiva. O acompanhamento psicológico não tem como objetivo julgar suas escolhas, mas sim ajudá-lo a cuidar de si com mais compaixão, reconstruir seu bem-estar emocional e fazer escolhas futuras com mais consciência e proteção afetiva. Às vezes, encerrar um vínculo pode ser o começo de uma nova relação com você mesmo. Você merece ser visto, respeitado e amado de forma plena. Conte com meu apoio, como psicólogo, para trilhar este caminho com acolhimento, respeito e aceitação.
Olá! O desejo do outro sempre escapa, e o que resta é o vazio de uma promessa que não nos pertence. Ela te colocou num lugar impossível — entre a espera e o abandono — como se você fosse o preço da culpa que ela não consegue pagar. Talvez a travessia agora seja aceitar que esse amor já nasceu marcado pela falta, e que seguir em frente é deixar que ela lide com seus próprios fantasmas, sem que você precise ser o refúgio deles.
Não podemos escolher pelo outro mas podemos aprender a como reagir e lidar com os nossos sentimentos, procure uma terapia para trabalhar estas questões.
Boa tarde!
Você teve um relacionamento por um ano com uma mulher casada, que hoje percebe que não quer você nem o marido. Alguns sentimentos negativos estão sendo vivenciados por você como a frustração, a rejeição e de sentir usado, por ainda querer continuar a relação. É importante manter a sua postura de respeito a decisão dela em terminar contigo.
Neste momento é bom olhar a sua autoestima através de um acompanhamento psicoterapêutico na área do autoconhecimento, para compreender como foi essa relação vivida emocionalmente por você.
Espero que tenha ajudado você!
Você teve um relacionamento por um ano com uma mulher casada, que hoje percebe que não quer você nem o marido. Alguns sentimentos negativos estão sendo vivenciados por você como a frustração, a rejeição e de sentir usado, por ainda querer continuar a relação. É importante manter a sua postura de respeito a decisão dela em terminar contigo.
Neste momento é bom olhar a sua autoestima através de um acompanhamento psicoterapêutico na área do autoconhecimento, para compreender como foi essa relação vivida emocionalmente por você.
Espero que tenha ajudado você!
Primeiro, sinto muito por você estar passando por essa situação tão dolorosa. Essa confusão e o sentimento de ser usado são reações bastante naturais diante de um cenário como esse, onde os sentimentos estão embaralhados e você se vê dividido entre o que é dito e o que está sendo vivido.
Quando uma pessoa entra em um relacionamento extraconjugal, várias coisas estão em jogo, não apenas o desejo, mas também questões muito mais profundas de identidade, culpa, e o que significa para ela o relacionamento com o parceiro atual, o que o outro lhe representa e o que ela está buscando em um novo vínculo. Ela pode estar enfrentando a necessidade de se afastar para conseguir lidar com esses sentimentos conflitantes, mas a decisão dela pode também gerar uma sensação de desilusão e abandono, algo que pode mexer bastante com você.
No fundo, o que está acontecendo aqui é um movimento de luta interna dela entre o desejo e a culpa, entre o que sente e o que acredita ser certo ou errado. E isso pode gerar um desgaste emocional grande para vocês dois, porque, de certa forma, ela não está conseguindo (ou não sabe como) se libertar completamente de um compromisso anterior enquanto tenta, ao mesmo tempo, se abrir para algo novo.
Nesse momento, o mais importante é tentar focar em você e nos seus próprios sentimentos. A confusão e a tristeza são sinais de que essa situação não está atendendo às suas necessidades emocionais, e isso deve ser respeitado. A psicanálise pode ajudar a entender como você se sente em relação a essa dinâmica, e o que essa experiência está trazendo à tona em termos de autoestima, expectativas e medos.
Procure ouvir seus sentimentos sem pressa de tomar decisões, mas também sem se deixar levar por uma esperança vazia. Às vezes, a melhor opção é dar um passo atrás, se distanciar para entender o que realmente é bom para você a longo prazo, se essa relação está realmente trazendo algo positivo para sua vida ou se está apenas alimentando o sofrimento.
Procurar apoio emocional nesse momento pode ser muito importante para dar espaço para essa reflexão, e para que você consiga lidar com a tristeza e a confusão sem se perder nesse turbilhão.
Quando uma pessoa entra em um relacionamento extraconjugal, várias coisas estão em jogo, não apenas o desejo, mas também questões muito mais profundas de identidade, culpa, e o que significa para ela o relacionamento com o parceiro atual, o que o outro lhe representa e o que ela está buscando em um novo vínculo. Ela pode estar enfrentando a necessidade de se afastar para conseguir lidar com esses sentimentos conflitantes, mas a decisão dela pode também gerar uma sensação de desilusão e abandono, algo que pode mexer bastante com você.
No fundo, o que está acontecendo aqui é um movimento de luta interna dela entre o desejo e a culpa, entre o que sente e o que acredita ser certo ou errado. E isso pode gerar um desgaste emocional grande para vocês dois, porque, de certa forma, ela não está conseguindo (ou não sabe como) se libertar completamente de um compromisso anterior enquanto tenta, ao mesmo tempo, se abrir para algo novo.
Nesse momento, o mais importante é tentar focar em você e nos seus próprios sentimentos. A confusão e a tristeza são sinais de que essa situação não está atendendo às suas necessidades emocionais, e isso deve ser respeitado. A psicanálise pode ajudar a entender como você se sente em relação a essa dinâmica, e o que essa experiência está trazendo à tona em termos de autoestima, expectativas e medos.
Procure ouvir seus sentimentos sem pressa de tomar decisões, mas também sem se deixar levar por uma esperança vazia. Às vezes, a melhor opção é dar um passo atrás, se distanciar para entender o que realmente é bom para você a longo prazo, se essa relação está realmente trazendo algo positivo para sua vida ou se está apenas alimentando o sofrimento.
Procurar apoio emocional nesse momento pode ser muito importante para dar espaço para essa reflexão, e para que você consiga lidar com a tristeza e a confusão sem se perder nesse turbilhão.
Olá, sinto muito por vc está se sentindo assim e imagino como isso está sendo difícil pra você. Você se entregou emocionalmente, esteve presente, e agora está lidando com o fim de algo que foi importante, mas que nunca pôde ser vivido com liberdade. É natural se sentir confuso e até usado quando a outra pessoa decide se afastar. Mas isso não anula o que foi verdadeiro da sua parte. Parece que ela está reconhecendo que não consegue lidar com as consequências da escolha, e por mais que diga que gosta de você, não está disposta a sustentar essa relação de forma clara. Isso dói, mas também revela que ela está escolhendo o que ela aguenta emocionalmente — e não necessariamente o que ela sente. Agora, talvez o mais importante seja você se cuidar, colocar o foco em você e no seu processo de cura. Isso inclui sentir a tristeza, sim, mas também começar a reconstruir sua autonomia emocional, sem ficar preso em um ciclo de espera ou de idealização dessa relação. Se precisar falar em terapia, estou disponível pra te escutar e ajudar elaborar seus pensamentos e sentimentos.
Compreendo perfeitamente sua confusão e a dor que você está sentindo nesse momento. É natural se sentir usado e triste diante de uma situação tão complexa e de um pedido de afastamento que te deixou sem um direcionamento claro.
Situações como essa, que envolvem sentimentos intensos, decisões difíceis e a necessidade de lidar com a culpa e o futuro de um relacionamento, são muito delicadas. É fundamental que você tenha um espaço seguro para processar todas essas emoções e encontrar clareza sobre os próximos passos.
Gostaria de te convidar a agendarmos um horário para conversarmos com mais profundidade sobre o que você está vivendo. Em um atendimento, poderemos explorar seus sentimentos, entender melhor a dinâmica dessa relação e construir juntos estratégias para você lidar com essa situação da forma mais saudável para você.
Entre em contato para marcarmos nossa primeira conversa. Estou aqui para te ajudar a encontrar as respostas e o apoio que você precisa neste momento.
Situações como essa, que envolvem sentimentos intensos, decisões difíceis e a necessidade de lidar com a culpa e o futuro de um relacionamento, são muito delicadas. É fundamental que você tenha um espaço seguro para processar todas essas emoções e encontrar clareza sobre os próximos passos.
Gostaria de te convidar a agendarmos um horário para conversarmos com mais profundidade sobre o que você está vivendo. Em um atendimento, poderemos explorar seus sentimentos, entender melhor a dinâmica dessa relação e construir juntos estratégias para você lidar com essa situação da forma mais saudável para você.
Entre em contato para marcarmos nossa primeira conversa. Estou aqui para te ajudar a encontrar as respostas e o apoio que você precisa neste momento.
Olá, como vai? O término de relacionamentos (ou momentos difíceis), sejam de namoro, amizade, casos e as inúmeras formas de relações interpessoais frequentemente mobilizam uma série de afetos, e frequentemente costumam evocar sentimentos de angústia, tristeza e luto. Em situações em que fica difícil lidar com essas questões, pode ser grande ajuda buscar ajuda de um psicólogo para que o sujeito possa elaborar essas questões de uma forma diferente e ressignificar esse momento. Me coloco a disposição para maiores dúvidas.
Olá!
Não há um manual para as situações da vida, mas em uma terapia você pode questionar sobre o que te levou a essa relação, o como você se sente diante disso, se esta é uma repetição na sua vida, etc.
Esses questionamentos te ajudarão a sair do automatico e estar mais consciente das suas escolhas e responsabilidades diante delas.
Não há um manual para as situações da vida, mas em uma terapia você pode questionar sobre o que te levou a essa relação, o como você se sente diante disso, se esta é uma repetição na sua vida, etc.
Esses questionamentos te ajudarão a sair do automatico e estar mais consciente das suas escolhas e responsabilidades diante delas.
Relacionamentos secretos, especialmente em contextos de conflito emocional e culpa, costumam gerar muita confusão e sofrimento. É natural sentir-se triste e usado diante da indefinição e do afastamento. Nesse momento, é fundamental que você cuide da sua saúde emocional, estabeleça limites claros e reflita sobre o que realmente deseja para si. Esperar por promessas futuras pode causar mais sofrimento, pois não há garantias de desfecho. Buscar apoio psicológico pode ajudar a organizar esses sentimentos, fortalecer a autoestima e construir relações mais saudáveis no futuro.
Olá; o que você está vivendo é muito doloroso, e é importante validar esse sofrimento. Você se envolveu afetivamente com alguém que, apesar de estar em um casamento, lhe ofereceu um vínculo emocional significativo. Quando essa relação termina de forma repentina, especialmente sob o argumento de culpa e remorso, é natural que você se sinta confuso, rejeitado e até usado.
Sentir-se assim não significa fraqueza, mas um reflexo legítimo do investimento emocional que você fez nessa relação. Muitas vezes, quando estamos em um relacionamento com alguém comprometido, há uma expectativa (ainda que não verbalizada) de que, em algum momento, essa pessoa vá fazer uma escolha clara. No seu caso, o que ela oferece é ambiguidade: ao mesmo tempo em que fala em romper o casamento, ela pede que você não crie esperança de reatar isso, por si só, já gera um sofrimento psíquico importante, pois te deixa em suspensão. Nesse tipo de dinâmica, quem está “do lado de fora” do casamento acaba vivendo uma espécie de espera emocional crônica que pode desgastar profundamente a autoestima, o senso de valor próprio e o equilíbrio emocional. A sensação de ter sido 'usado' pode estar ligada a essa percepção de que você serviu como apoio enquanto ela estava em crise, mas agora, diante da complexidade do rompimento conjugal, ela se retira sem te oferecer um lugar claro na vida dela. Meu convite, neste momento, é que você direcione o olhar para si. Pergunte-se: que tipo de relação eu desejo e mereço? Quais os limites que quero estabelecer para proteger minha saúde emocional? Você tem o direito de se afastar de relações que geram mais dor do que presença real. Esse processo envolve luto e talvez valha a pena trabalhar esse luto em psicoterapia, para que você possa elaborar as perdas, resgatar sua autoestima e fortalecer sua autonomia emocional. Você não precisa atravessar isso sozinho." Abraço e boa sorte.
Sentir-se assim não significa fraqueza, mas um reflexo legítimo do investimento emocional que você fez nessa relação. Muitas vezes, quando estamos em um relacionamento com alguém comprometido, há uma expectativa (ainda que não verbalizada) de que, em algum momento, essa pessoa vá fazer uma escolha clara. No seu caso, o que ela oferece é ambiguidade: ao mesmo tempo em que fala em romper o casamento, ela pede que você não crie esperança de reatar isso, por si só, já gera um sofrimento psíquico importante, pois te deixa em suspensão. Nesse tipo de dinâmica, quem está “do lado de fora” do casamento acaba vivendo uma espécie de espera emocional crônica que pode desgastar profundamente a autoestima, o senso de valor próprio e o equilíbrio emocional. A sensação de ter sido 'usado' pode estar ligada a essa percepção de que você serviu como apoio enquanto ela estava em crise, mas agora, diante da complexidade do rompimento conjugal, ela se retira sem te oferecer um lugar claro na vida dela. Meu convite, neste momento, é que você direcione o olhar para si. Pergunte-se: que tipo de relação eu desejo e mereço? Quais os limites que quero estabelecer para proteger minha saúde emocional? Você tem o direito de se afastar de relações que geram mais dor do que presença real. Esse processo envolve luto e talvez valha a pena trabalhar esse luto em psicoterapia, para que você possa elaborar as perdas, resgatar sua autoestima e fortalecer sua autonomia emocional. Você não precisa atravessar isso sozinho." Abraço e boa sorte.
Existem pessoas que, por problemas de origens diversas, procuram outras pessoas fora do casamento para suprir carências emocionais, como medo de ser abandonada, ter alguém que lhe dê atenção, uma forma de aliviar sentimentos que foram reprimidos, etc. sendo que algumas não tem interesse em se separar do cônjuge, pois algumas vezes o problema não está no cônjuge, mas nela própria. Isso são alguns poucos exemplos, apenas para mostrar a diversidades de situações possíveis. Por outro lado, quando temos repetidos relacionamentos onde ficamos em segundo plano, pode ser decorrência de baixa autoestima e coisas relacionadas. Numa situação dessas recorrentes, vale a pena buscar ajuda de uma psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, para identificar as origens do problema e te ajudar a elaborar as necessidades.
Essa situação parece estar gerando bastante sofrimento. Você investiu tempo, afeto e envolvimento emocional em uma relação que, desde o início, se desenvolveu em condições delicadas, marcada pelo segredo, pelo limite e agora pelo afastamento. É natural que, diante disso, surjam sentimentos como confusão, tristeza, frustração e até a sensação de ter sido usado.
É importante reconhecer que, embora ela tenha dito gostar de você, a forma como essa relação foi conduzida envolveu escolhas que te deixaram à margem. O fato de ela afirmar que pretende se separar, mas sem garantir uma continuidade entre vocês, pode indicar que há conflitos internos com os quais ela ainda não consegue lidar e, nesse processo, você acaba ficando num lugar de espera que também fere.
Perguntar “como devo proceder?” já aponta para o início de um movimento de cuidado consigo mesmo. O ideal, nesse momento, é olhar para o que essa relação representou emocionalmente para você. O que te atraiu nessa dinâmica? O que te prende a alguém que não consegue estar plenamente disponível? Essas perguntas não têm respostas simples, mas merecem ser exploradas com profundidade.
A psicoterapia pode ser um espaço importante para isso. Para que você consiga compreender seus sentimentos com mais clareza, elaborar esse rompimento e, principalmente, recuperar seu lugar, não mais à espera de alguém, mas podendo se reconectar com seus próprios desejos e limites.
É importante reconhecer que, embora ela tenha dito gostar de você, a forma como essa relação foi conduzida envolveu escolhas que te deixaram à margem. O fato de ela afirmar que pretende se separar, mas sem garantir uma continuidade entre vocês, pode indicar que há conflitos internos com os quais ela ainda não consegue lidar e, nesse processo, você acaba ficando num lugar de espera que também fere.
Perguntar “como devo proceder?” já aponta para o início de um movimento de cuidado consigo mesmo. O ideal, nesse momento, é olhar para o que essa relação representou emocionalmente para você. O que te atraiu nessa dinâmica? O que te prende a alguém que não consegue estar plenamente disponível? Essas perguntas não têm respostas simples, mas merecem ser exploradas com profundidade.
A psicoterapia pode ser um espaço importante para isso. Para que você consiga compreender seus sentimentos com mais clareza, elaborar esse rompimento e, principalmente, recuperar seu lugar, não mais à espera de alguém, mas podendo se reconectar com seus próprios desejos e limites.
O que você vive está imerso em um campo afetivo marcado pela ambivalência, onde o desejo, a culpa e o sofrimento se entrelaçam. A decisão dela de se afastar reflete a complexidade desses sentimentos e a necessidade de lidar com conflitos internos que pesam sobre ela. Para você, esse momento é um convite a escutar suas próprias emoções, reconhecer a dor da perda e o impacto desse vínculo, para que possa iniciar um processo de elaboração e reconstrução subjetiva, que possibilite novos sentidos e relações no futuro
Na terapia sistêmica, entendemos os relacionamentos dentro dos contextos e vínculos mais amplos. O que você está vivendo envolve um triângulo relacional complexo, com lealdades divididas e fronteiras frágeis.
É compreensível que você se sinta usado e confuso — por um ano, ocupou um lugar significativo, mas invisível. Agora, ao ser afastado, sente a quebra não só do vínculo, mas também da expectativa de futuro.
Uma pergunta importante seria: que lugar você tem ocupado nessa relação e o que tem buscado nela? Talvez seja o momento de olhar para si, se perguntar o que você merece num relacionamento e o que deseja construir fora desse contexto de segredo, espera e desequilíbrio.
A dor do rompimento é real, mas também pode abrir espaço para você se recolocar no centro da sua própria vida afetiva.
É compreensível que você se sinta usado e confuso — por um ano, ocupou um lugar significativo, mas invisível. Agora, ao ser afastado, sente a quebra não só do vínculo, mas também da expectativa de futuro.
Uma pergunta importante seria: que lugar você tem ocupado nessa relação e o que tem buscado nela? Talvez seja o momento de olhar para si, se perguntar o que você merece num relacionamento e o que deseja construir fora desse contexto de segredo, espera e desequilíbrio.
A dor do rompimento é real, mas também pode abrir espaço para você se recolocar no centro da sua própria vida afetiva.
Não tem jeito. Você vai ter que respeitar a decisão dela. Tome esse tempo para cuidar de você. Esperar uma decisão dela não deve paralisar sua vida.
Antes de tudo respeitar a decisão dela e não ficar perseguindo-a ou tentando obrigar ela a algo. Quanto a tristeza é isso, rompimentos são assim mesmo, busque fazer coisas que te agradam mesmo desanimado. Quanto a ser usado é isso mesmo, pode ser que ela tenha usado você, o marido ou esposa, e agora seguiu em frente. Lembre-se você não era exclusivo para ela, e mesmo que um dia vocês dois ficassem juntos e se casassem também não seria exclusivo.
Se estiver em sofrimento, dúvida, tiver mais questões sobre psicoterapia ou precisar demais informações sobre processos de avaliação, estratégias de intervenção, psicoterapia, direitos ou recursos disponíveis, estou à disposição para ajudar. O diálogo aberto contribui para construir caminhos melhores.
Abraços
Esse momento de confusão e tristeza que você vive é muito doloroso. Estar em uma relação marcada pela culpa e pelo segredo gera um desgaste emocional grande. O rompimento pedido por ela é um sinal de que ela está tentando lidar com seus conflitos internos, mas isso não diminui o impacto que você sente.
Permita-se acolher sua dor e buscar clareza sobre o que você realmente quer e merece em um relacionamento. Um espaço terapêutico pode te ajudar a elaborar esses sentimentos, reconstruir sua autoestima e encontrar caminhos para se cuidar.
Se quiser, posso te apoiar nesse processo. Me chame para começarmos esse trabalho juntos.
Permita-se acolher sua dor e buscar clareza sobre o que você realmente quer e merece em um relacionamento. Um espaço terapêutico pode te ajudar a elaborar esses sentimentos, reconstruir sua autoestima e encontrar caminhos para se cuidar.
Se quiser, posso te apoiar nesse processo. Me chame para começarmos esse trabalho juntos.
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